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Santos 3 x 0 Gama

Data: 27/07/2016, quarta-feira, 21h45.
Competição: Copa do Brasil – Terceira Fase – Jogo de volta
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 9.883 torcedores
Renda: R$ 147.395,00
Árbitro: Diego Pombo Lopez (BA)
Auxiliares: Luiz Claudio Regazone (RJ) e Fabiano da Silva Ramires (ES)
Cartões amarelos: Copete (S); Murilo, David, Maringá, Pedrão, Michel e Eduardo (G).
Gols: Ricardo Oliveira (22-1), Ricardo Oliveira (44-1, de pênalti) e Ricardo Oliveira (12-2, de pênalti).

SANTOS
Vanderlei; Daniel Guedes, Luiz Felipe (David Braz), Gustavo Henrique e Caju; Renato, Leo Cittadini, Vitor Bueno e Vecchio (Elano); Copete (Joel) e Ricardo Oliveira.
Técnico: Dorival Junior

GAMA
Maringá; Dudu Gago (Gordo), Pedrão, Murilo e Felipe Assis; Eduardo, David, Michel, Jeferson Paulista (Ítalo) e Marcos Bahia; Rodrigo Pítio.
Técnico: Reinaldo Gueldini



Ricardo Oliveira brilha e Santos alcança as oitavas da Copa do Brasil

Poucos jogadores no país se sentem tão à vontade de jogar em casa como Ricardo Oliveira na Vila Belmiro. Desde que retornou ao Santos, no início do ano passado, o atacante tem se mostrado um autêntico matador no estádio santista. Nesta quarta-feira, o camisa 9 exibiu o seu arsenal como nunca e marcou os três gols da vitória do Peixe sobre o Gama, que garantiu a classificação do Alvinegro Praiano para as oitavas de final da Copa do Brasil.

Os números do nome do jogo são impressionantes na Vila Belmiro. Desde seu retorno ao clube, foram 37 jogos, com 28 vitórias, sete empates e somente uma derrota. Nesse período, balançou as redes em 27 ocasiões e deu nove assistências.

O inédito feito de marcar três gols em uma partida chega na hora certa para Ricardo Oliveira dar um recado para o técnico Tite de que está preparado para retornar à Seleção Brasileira, que volta a jogar pelas Eliminatórias da Copa do Mundo dia primeiro de setembro diante do Equador, fora de casa.

O jogo

O Santos começou a partida disposto a definir o confronto. Nos primeiros 10 minutos, o placar só não foi aberto porque o goleiro Maringá protagonizou uma série defesas atabalhoadas e evitar o gol.
Com a bola, constantemente no campo de ataque, o Peixe não dava oportunidade para o Gama trocar passes e sequer conseguia passar do meio de campo.

O gol quase aconteceu aos 22, quando Ricardo Oliveira recebeu cruzamento da direita e cabeceou para grande defesa de Maringá, com direito a bola no travessão.

Aos 27, porém, não teve jeito. O artilheiro santista se ajeitou dentro da área, com a bola dominada, e chutou no alto, fora do alcance do goleiro do Gama. Um golaço.

Aos 33, com o time visitante no ataque, o Peixe quase chegou ao segundo, quando Vecchio achou Ricardo Oliveira na esquerda. O camisa 9 cruzou rasteiro na área, mas Vitor Bueno chegou um instante atrasado.
Aos 44, em novo contra-ataque, Vitor Bueno desceu pela direita e cruzou para Leo Cittadini. David chegou atrasado e derrubou o santista dentro da área. Na cobrança, Ricardo Oliveira escorregou, mas pegou firme na bola e balançou as redes pela segunda vez.

Bastaram 10 minutos da etapa final para que o Peixe sacramentasse sua classificação, quando Vitor Bueno foi derrubado na área e Ricardo Oliveira novamente converteu a penalidade.

O Gama chegou com perigo aos 17, quando Ítalo, que entrou no segundo tempo, arriscou de fora da área e Vanderlei se esticou para defender para escanteio.

Com a partida resolvida, o Santos teve espaço para jogar, mas não acelerou o jogo e dominava o Gama completamente.

Vitor Bueno ainda perdeu uma chance clara, no último lance da partida, ao ficar sozinho diante de Maringá, mas concluir para defesa do goleiro.

Bastidores – Santos TV:

Ricardo Oliveira comemora noite perfeita e leva bola do jogo para casa

O atacante Ricardo Oliveira celebrou a atuação destacada no noite de quarta-feira, na vitória sobre o Gama, após amargar um jejum de gols que já vinha desde a final do Campeonato Paulista, em 8 de maio, diante do Audax, na Vila Belmiro. Após o título estadual, o atacante sofreu uma tendinite no joelho direito e ficou um período longe dos gramados.

“Tive a felicidade de fazer três gols. Tinha feito três na primeira passagem. Fico feliz. É sempre importante fazer gols. É a minha função. Mas fico ainda mais contente com a noite perfeita, um bom jogo e a classificação. Vou até levar a bola para o meu filho “, revelou o atacante.

No Santos, esta foi a segunda vez que o camisa 9 marca três gols em uma partida. Na sua primeira passagem, alcançou esse feito diante da Inter de Limeira, em 2003.

Personagem da partida, Ricardo Oliveira criou sua primeira oportunidade aos 22 minutos, em cabeçada que Maringá defendeu. Quatro minutos depois, o atacante acertou belo chute colocado e abriu o placar: 1 a 0. Ainda na etapa inicial, o artilheiro fez mais um, de pênalti, aos 44 minutos. Na etapa final, o Santos manteve o ritmo de jogo e chegou ao terceiro gol logo aos 12 minutos, novamente em penalidade.

Dorival lamenta saída de casa para encarar o Flamengo

A mudança de local da partida entre Santos e Flamengo, marcada para o próximo dia 3, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro, da Vila Belmiro para Cuiabá, deixou o técnico Dorival Júnior contrariado. O treinador lamentou o fato de o Peixe ter que jogar distante de casa contra um concorrente direto por uma vaga no G4, em um momento decisivo no primeiro turno da competição.

Diante do Flamengo, o clube tentou mudar o local, mas terá de honrar um acordo feito com uma empresa, que comprou o mando de um jogo do Peixe ainda no ano passado.

“Fora de casa teremos 95% de torcida contra. Estamos fora do nosso raio de ação jogando contra o Flamengo longe de casa. Lamento porque vamos jogar 11 partidas fora nesse primeiro turno e somente oito em casa”, avaliou Dorival, que reconheceu ter solicitado a diretoria do Santos a manutenção das partidas na Vila Belmiro em 2015, mesmo tendo conhecimento de que o clube havia negociado um mando de campo.

Em 2015, o Peixe negociou uma partida com uma companhia, que queria ter um jogo na capital mato-grossense. Contudo, a partida não ocorreu, mas ficou mantido o compromisso do Santos ter que atuar fora em um jogo que fosse o mandante. Desta forma, os investidores decidiram que queriam o confronto com o Flamengo em Cuiabá.

Antes de encarar o Flamengo, o Santos volta a campo no domingo, às 16 horas, para receber o Cruzeiro, na Vila Belmiro, pela 17ª rodada da competição. O Peixe é o quarto colocado, com 29 pontos.

Gama 0 x 0 Santos

Data: 20/07/2016, quarta-feira, 21h45.
Competição: Copa do Brasil – Terceira Fase – Jogo de ida
Local: Estádio Bezerrão, no Gama, DF.
Público: 12.066 pagantes
Árbitro: Adriano Milczvski (PR)
Auxiliares: Ivan Carlo Bohn (PR) e Luciano Roggenbaum (PR).
Cartões amarelos: Gustavo Henrique e Paulinho (S).

GAMA
Maringá; Dudu Gago, Pedrão, Murilo e Felipe Assis; Eduardo, David, Michel, Jeferson Paulista (Italo) e Marcos Bahia (Marlon); Rodrigo Pítio (Raone).
Técnico: Reinaldo Gueldini

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Caju; Yuri, Leo Cittadini (Vecchio), Vitor Bueno (Paulinho) e Lucas Lima; Copete e Rodrigão (Joel).
Técnico: Dorival Júnior



Santos joga sem inspiração e não sai do 0 a 0 com o Gama

Ninguém vai poder alegar que o Santos não tentou todas as alternativas que tinha disponíveis para sair com a vitória diante do Gama, no Estádio Bezerrão, pela terceira rodada da Copa do Brasil, na noite desta quarta-feira. O problema foi que o futebol apresentado ficou bem abaixo do que a equipe tem demonstrado na temporada. Desta forma, o resultado não podia ser outro se não um empate por 0 a 0.

Sem contar com os titulares Zeca, Thiago Maia e Gabriel (na seleção olímpica), além de Renato e Ricardo Oliveira (poupados), faltou contundência para o Peixe e sobrou disposição para o Gama, que mesmo sem atuar oficialmente nos últimos dois meses, se entregou na marcação e conseguiu sustentar o empate. Depois do apito do juiz, torcedores do Gama brigaram entre si e a polícia teve que intervir para separar a confusão.

Na próxima semana, as duas equipes voltam a se enfrentar, no dia 27, na Vila Belmiro. O vencedor passará às oitavas de final. Empate com gols classificará o Gama. Um novo 0 a 0 levará a definição para as penalidades. Antes disso, o Peixe volta a campo para enfrentar o Vitória, no sábado, às 18h, em Salvador, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O jogo

O Santos começou a partida com a posse de bola, mas alternou toques cadenciados, sem pretensão de chegar ao ataque. O Gama, por sua vez, tentava impedir que o Peixe jogasse.

Com uma bola parada forte, os donos da casa até chegaram a ameaçar o gol de Vanderlei em duas ocasiões. Somente depois de 20 minutos de jogo os santistas tentaram a primeira jogada pelas pontas. Nesse momento, Leo Cittadini era a principal figura da equipe, com presença no ataque e nas finalizações.

Com desempenho fraco, o Santos não correu riscos. Em contrapartida, deu um ritmo lento ao jogo e deixou o tempo passar. Em suma, o time teve a posse de bola e rodava no ataque, mas encontrava dificuldades para furar o bloqueio adversário.

Logo na volta do intervalo, aos dois minutos, o Santos teve a grande chance de abrir o marcador, quando Copete, pela esquerda, recebeu na área, tirou o goleiro da jogada e tocou para Victor Ferraz escorar e Cittadini chutar forte, mas com desvio de Pedrão.

O Peixe voltou para a etapa final diferente, com mais velocidade e inversões de jogo. Aos quatro minutos, novamente Copete pela esquerda, cortou para dentro e chutou rasteiro para defesa de Maringá para escanteio.

Aos 14, em lance de extremo perigo, o Gama quase complicou a vida do Santos, quando Roberto foi acionado na área, mas bateu em cima de Vanderlei. Aos 23, Lucas Lima recebeu de frente para o gol, mas finalizou para boa defesa de Maringá. Na sobra, Rodrigão mandou para a rede, mas pelo lado de fora. Mas o esboço de melhora se foi com o passar do tempo e o Santos voltou a demonstrar um futebol com pouca inspiração.

Santos TV – Bastidores:

Dorival Júnior reconhece que desfalques fizeram falta no Bezerrão

As ausências de cinco titulares na escalação do Santos diante do Gama comprometeram o desempenho da equipe. Esta foi a avaliação do técnico Dorival Júnior após o Peixe empatar em 0 a 0 no Centro-Oeste.

Nem mesmo surtiu efeito o fato de alvinegro praiano atuar com muitos titulares, acostumados com o padrão de jogo habitual da equipe, ao contrário do que havia feito nas duas primeiras fases da Copa do Brasil, quando escalou somente reservas.

“A equipe teve uma quebra de ritmo e até conseguimos uma recomposição. Vamos ter que nos adaptar e sairmos vivos de algumas rodadas até readquirirmos a nossa condição anterior“, reconhece o comandante santista.

Na avaliação do treinador, o Santos esteve bastante abaixo do que tem apresentado nas últimas rodadas do Brasileirão.

“Tivemos muitos problemas na nossa transição, que foi morosa, lenta. Isso comprometeu a criação e o momento do passe final. O Gama fez uma boa partida, com muita agressividade na marcação. Isso aumentou ainda mais a nossa dificuldade por conta de muitos jogadores que tivemos de fora“, explicou.

Santos FC x SE do Gama
Santos Futebol Clube x Sociedade Esportiva do Gama


Retrospecto:

06 jogos
01 vitória
04 empates
01 derrota
05 gols pró
03 gols contra
02 saldo

Resultados:

18/08/1999 – Santos 0 x 0 Gama – Brasileiro – Mané Garrincha
04/10/2000 – Santos 1 x 2 Gama – Brasileiro – Mané Garrincha
08/08/2001 – Santos 1 x 1 Gama – Brasileiro – Mané Garrincha
26/09/2002 – Santos 0 x 0 Gama – Brasileiro – Bezerrão
20/07/2016 – Santos 0 x 0 Gama – Copa do Brasil – Bezerrão
27/07/2016 – Santos 3 x 0 Gama – Copa do Brasil – Vila Belmiro


São Caetano 3 x 2 Santos

Data: 17/11/2002, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 1ª fase – 25ª rodada (última)
Local: Estádio Anacleto Campanella, em São Caetano, SP.
Público e Renda: não divulgados
Árbitro: Paulo César de Oliveira (SP)
Cartões amarelos: Iriney, Serginho, Capixaba, Alexandre e Claudecir (SC)
Gols: Claudecir (40-1); Capixaba (08-2), Alex (13-2), Claudecir (18-2) e Alberto (43-2).

SÃO CAETANO
Sílvio Luiz; Marlon, Serginho, Dininho e Lúcio; Claudecir, Iriney Magrão e Luiz Carlos Capixaba; Edu Sales e Wágner.
Técnico: Mário Sérgio.

SANTOS
Rafael; Maurinho, André Luís, Alex e Léo; Alexandre, Renato, Elano e Douglas; Diego e Robinho.
Técnico: Emerson Leão.


Santos perde para o São Caetano, é ajudado pelo Gama e fica em 8º

O Santos quase se complicou na rodada final e garantiu a última vaga para as quartas-de-final do Campeonato Brasileiro graças ao rebaixado Gama. A equipe da Baixada perdeu por 3 a 2 para o São Caetano, neste domingo, no ABC, e só não foi eliminada precocemente por causa da derrota do Coritiba para o Gama.

Os santistas terminaram a fase classificatória com 39 pontos, mesma soma do Cruzeiro, que apesar da vitória de 2 a 0 sobre o Goiás, ficou com saldo de gols inferior ao dos paulistas: 1 contra 10. O Vitória, com os 4 a 3 sobre o Palmeiras, ficou com 37.

O Coritiba, se tivesse vencido o Gama, chegaria aos 39 e superaria o Santos no número de vitórias: 12 contra 11. Mas com a surpreendente goleada de 4 a 0 sofrida no Distrito Federal, terminou em décimo lugar.

Nas quartas-de-final o Santos enfrentará o São Paulo, melhor time da primeira fase e que conquistou 52 pontos. O time do Morumbi terá a vantagem de jogar por dois empates e sempre disputará o segundo jogo em casa. O primeiro clássico deverá ser realizado na Vila Belmiro, caso o estádio seja liberado pela CBF.

O São Caetano ficou com a vice-liderança, com 47 pontos, e terá o Fluminense, sétimo colocado, como próximo adversário. O time do ABC jogará o segundo jogo no Anacleto Campanella até as semifinais.

O grande destaque da partida deste domingo foi o volante Claudecir, autor de dois gols. O outro foi feito por Luis Carlos Capixada. O zagueiro Alex e o atacante Alberto, em cobrança de pênalti, marcaram os gols santistas.

O Santos atrasou a partida em cinco minutos, cadenciou o jogo e montou esquema defensivo, mas foi derrotado por 3 a 2 pelo São Caetano, com dois gols do volante artilheiro Claudecir no estádio Anacleto Campanella.

Mesmo caindo duas posições na tabela (da sexta para a oitava), o Santos acabou com a última vaga entre os classificados para as quartas-de-final, quando encara o líder do Brasileiro, o São Paulo.

O atraso da partida foi encarado como normal pelos dois técnicos. “Não atrasamos. Estava quente, tinha gente tomando água, outros rezando, outros ouvindo as últimas instruções no túnel”, justificou Emerson Leão.

Já o treinador do ABC, Mário Sérgio, disse entender o expediente do colega de profissão. “Acho que é o direito do Leão. Ele quer conhecer o resultado dos outros jogos antes que termine essa partida. Nós não precisamos de nada disso”, afirmou o treinador da equipe do ABC.

A partida começou em ritmo lento, com os dois times jogando de forma cadenciada, com passes laterais, balões e muita defesa. O São Caetano, jogando sua invencibilidade em casa (dez vitórias e dois empates), era a equipe que mais se arriscava no ataque.

Foi assim para a equipe aos 3min, em chute de Lúcio, e aos 9min, em voleio de Claudecir. Já o Santos só levou perigo ao gol de Silvio Luiz com duas cabeçadas e um chute de fora da área.

O clima, que começou com sol intenso e 32C, virou aos 33min, com chuva e vento fortes. O gramado molhado aumentou a velocidade e diminuiu o controle de bola. O Santos, com seu estilo estudado, acabou punido.

Aos 41min, o lateral Marlon cruzou da direita para Claudecir, que se antecipou à zaga santista e desviou para marcar seu gol.

No intervalo, os torcedores do Santos (maioria no estádio) brigaram entre si, o técnico santista decidiu pela entrada do atacante Alberto, e os jogadores falavam em pressionar (“Temos que arriscar mais”, afirmou o volante Renatinho; “Vamos pressionar”, disse o lateral Léo).

Mas o que se viu no início da segunda etapa foi o São Caetano dominando a partida. Enquanto a torcida santista pedia em coro a entrada do experiente meia Robert, o time da casa ampliava o placar com gol de Luis Carlos Capixaba, aos 8min.

O Santos diminuiu a diferença três minutos depois, em cobrança de falta de Elano desviada de cabeça pelo zagueiro Alex.

Mas o São Caetano daria nova prova de sua superioridade, com o terceiro gol, aos 16min. Novamente, o volante artilheiro Claudecir marcou. Dessa vez, ele marcou de cabeça após cruzamento.

No final, com o sol de volta ao céu, o Santos voltou a reduzir a vantagem rival, com um gol de pênalti, marcado por Alberto. O time ainda pressionou, mas não conseguiu empatar.

Fontes: Folha de São Paulo e Revista Lance.

Gama 0 x 0 Santos

Data: 26/09/2002
Competição: Campeonato Brasileiro – 1ª fase – 13ª rodada
Local: Estádio Bezerrão, em Brasília, DF.
Público e Renda: não divulgados
Árbitro: Álvaro Azeredo Quelhas (MG)
Cartões amarelos: Rafael, Jairo, Gerson (G); Paulo Almeida, Diego (S).
Cartões vermelhos: Jairo (G)

GAMA
Pitarelli, Valdir (Paulo Henrique), Gerson, Jairo e Rochinha; Rafael (Anderson), Deda, Lindomar e Jackson; Dimba e Rodriguinho (Romualdo)
Técnico: Giba.

SANTOS
Júlio Sérgio; Maurinho, Preto, Alex e Léo; Paulo Almeida, Renato, Diego (William) e Elano; Robinho (Robert) e Alberto
Técnico: Émerson Leão.


Santos empata com o Gama e perde Diego para o clássico

Numa partida de baixo nível técnico, o Santos empatou com o Gama, fora de casa, por 0 a 0.

Com o resultado, foi a 22 pontos, ocupando a sétima colocação -empata em pontos e em saldo de gols com o Guarani, mas leva vantagem no número de gols marcados, 21 contra 15.

Já o Gama continua no bloco intermediário da tabela de classificação, agora com 15 pontos.

No primeiro tempo, as equipes estavam mais preocupadas em desarmar do que em tentar criar chances para abrir o placar.

O time da casa, por exemplo, só teve duas oportunidades para marcar -um lance com Rodrigo, que chegou a anotar logo no início do jogo, mas em posição de impedimento, outro com Dimba, que chutou forte, aos 6min, a bola bateu na zaga e foi para escanteio.

O Santos, por sua vez, teve sua melhor chance aos 13min, em cobrança de falta de Diego, que acabou indo para fora.

No intervalo, o meia Jackson, do Gama, reconhecia que a partida estava muito fraca. “Ninguém quer tomar gol, então fica difícil jogar. O 0 a 0 está mais do que bom”, comentou o jogador.

Do lado do Santos, o meia Diego, que recebeu o terceiro cartão amarelo e não poderá enfrentar o Palmeiras, domingo, na Vila Belmiro, reclamava do estado do gramado. “Pior impossível. Com tanto buraco, não é fácil tocar a bola, a gente erra muito passe.”

Sobre a ausência no clássico de domingo, diz não ter ficado muito chateado. “É um jogo a mais. Se o amarelo não viesse agora, certamente viria mais para a frente.”

No segundo tempo, depois de um início ruim por parte dos dois times, o Gama chegou a melhorar e criar algumas oportunidades.

Entre o 13º e o 18º minuto, o time desperdiçou três chances, uma com Jairo, outra com Dimba e a última com Lindomar.

O Santos só passou a atacar com mais constância nos últimos 15 minutos, quando criou suas duas únicas chances de gol na etapa final -uma delas com Renatinho, que chutou com perigo à direita do gol de Pitarelli.

Fontes: Jornal Folha de São Paulo e Revista Lance.