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Santos 4 x 1 Portuguesa

Data:13/07/2013, sábado, 18h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 7ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 5.860 pagantes
Renda: R$ 169.191, 00
Árbitro: Rodrigo Guarizo do Amaral (SP)
Auxiliares: Vicente Romano Neto e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo (ambos de SP).
Cartões amarelos: Rafael Galhardo (S); Ferdinando (P).
Gols: Neílton (01-1) e Willian José (11-1); Neílton (30-2), Bruno Moraes (42-2) e Giva (46-2).

SANTOS
Aranha; Rafael Galhardo, Edu Dracena, Durval e Léo; Alan Santos, Cícero, Leandrinho (Alison) e Montillo; Nilton (Giva) e Willian José (Henrique).
Técnico: Claudinei Oliveira (interino)

PORTUGUESA
Lauro; Luis Ricardo, Lima, Valdomiro e Rogério; Ferdinando, Corrêa, Souza e Cañete; Matheus (Bruno Moraes) e Diogo (Bruno Henrique).
Técnico: Edson Pimenta



Santos goleia Portuguesa com dois de Neílton e alcança a 3ª vitória consecutiva

Jovem atacante brilhou e marcou duas vezes, com Willian José e Giva anotando os outros dois gols do alvinegro

Em boa fase no Campeonato Brasileiro, o Santos derrotou a Portuguesa, por 4 a 1, na noite deste sábado, na Vila Belmiro. Com dois gols de Neílton, um de Willian José e um de Giva, o Peixe chegou a sua terceira vitória consecutiva na competição. Bruno Moraes descontou para a Lusa.

O resultado levou os santistas para o quarto lugar do Brasileirão, com 11 pontos, em condição temporária, antes do complemento desta que é a sétima rodada da Série A. Com a derrota, a Portuguesa permanece na 15ª posição, com sete pontos ganhos.

O Alvinegro Praiano volta a campo diante do Coritiba, no dia 21, às 16 horas (horário de Brasília), na Vila Belmiro. Já a Lusa visita o Goiás, no mesmo dia, só que a partir das 18h30, no Serra Dourada.

O jogo

O Santos começou a partida em ritmo forte e, logo no primeiro minuto, se aproveitando de cruzamento de Montillo, que passou por Willian José, Neílton completou para o fundo das redes, marcando o seu segundo gol no Campeonato Brasileiro, abrindo o placar para o Peixe na Vila.Com a vantagem, os santistas passaram a encontrar mais espaços e, aos 11, ampliaram a vantagem no marcador. Willian José concluiu, de cabeça, cruzamento preciso de Leandrinho, estufando as redes de Lauro: 2 a 0 para a equipe praiana.

Os alvinegros quase chegaram ao terceiro gol, aos 18, quando após escanteio cobrado pelo lado direito, Durval assustou Lauro, quase marcando em cabeçada, que passou muito perto do gol. A Lusa respondeu e chegou com perigo, aos 23, quando Corrêa bateu falta, Valdomiro subiu e, de cabeça, quase descontou para os visitantes.

Dois minutos depois, a Portuguesa esteve perto de diminuir, quando Cañete tocou de calcanhar, dentro da área, para Matheus, que bateu prensando e a bola passou muito perto do gol de Aranha. No minuto seguinte, mais uma vez a Lusa assustou, desta vez em um chute de longa distância de Corrêa, que explodiu na trave esquerda do goleiro do Santos.

Em seu melhor momento no jogo, a Portuguesa criou mais uma boa chance, aos 29. Após sair do gol em uma cobrança de escanteio, afastando a bola da área, Aranha voltou a tempo de fazer uma grande defesa, espalmando a cabeçada de Rogério no seu contrapé, salvando o Peixe de sofrer o primeiro gol.

Após essas oportunidades criadas pelos visitantes, os santistas conseguiram equilibrar a partida, amenizando a pressão da Lusa até o intervalo. Na volta para o segundo tempo, o técnico Edson Pimenta trocou Matheus por Bruno Moraes, no ataque da Portuguesa.

A primeira boa chance de gol da etapa complementar surgiu aos quatro, quando Neílton fez uma finta de corpo no seu marcador, após passe preciso de Montillo, porém, o goleiro Lauro saiu bem do gol e evitou que o jovem atacante alvinegro balançasse as redes novamente.

A Lusa esteve mais uma vez perto do gol, quando Cañete pegou o rebote de um escanteio, aos 20, e mandou a bola na trave esquerda de Aranha. Para evitar que os visitantes voltassem a pressionar, o técnico interino do Santos, Claudinei Oliveira, sacou o meia Leandrinho para a entrada do volante Alison, aos 26.

Mas o Peixe definiu a partida quando, aos 30, após boa troca de passes dos santistas no campo de ataque, a bola foi para Neílton, que limpou a marcação de Luis Ricardo, e arrematou de perna esquerda, marcando o terceiro dos alvinegros. No minuto seguinte, o atacante deu lugar a Giva.

O Santos quase chegou ao quarto gol, aos 32, quando Willian José dominou dentro da área, puxou para a perna direita e tentou acertar o canto esquerdo de Lauro, que se esticou e espalmou a bola para escanteio. Este foi o último lance do centroavante, que pouco depois saiu para a entrada de Henrique.

Com a grande desvantagem no placar, a Portuguesa ainda queimou as suas duas últimas alterações, com Jean Mota na vaga de Rogério e Moisés no lugar de Diogo. No fim, aos 42, Bruno Moraes descontou de voleio, após cruzamento de Luis Ricardo, pela direita.

Apesar disso, o Peixe conseguiu se segurar nos últimos minutos, e ainda teve Giva marcando mais um gol, aos 46, confirmando a terceira vitória do seu time no Campeonato Brasileiro. O atacante aproveitou o rebote de Lauro, após chute de Henrique, para dar números finais ao confronto.

Bastidores – Santos TV:

Claudinei elogia Lusa, mas não vê goleada santista como injusta

Santos venceu por 4 a 1 na Vila Belmiro e chegou ao seu terceiro triunfo seguido no Brasileiro

O técnico interino do Santos , Claudinei Oliveira, analisou a vitória sobre a Portuguesa, por 4 a 1, na noite deste sábado, na Vila Belmiro. Para o treinador, apesar chances criadas pelo adversário, o placar elástico foi conquistado com merecimento por parte dos seus comandados.

“Acho que Portuguesa não foi mal, criou chances e o Aranha fez boas defesas. Tivemos um ímpeto inicial importante, a nossa postura de marcar pressão na saída de bola, deu resultado, e fizemos 2 a 0. Depois, a nossa marcação ficou sem o encaixe que deve ter. Por isso, conversei com o Alan Santos e o Cícero para que eles ficassem na frente da defesa, para guardar o setor. Ficamos melhores e tivemos mais chances de gol. Tivemos várias chances de gol, fizemos quatro. A Portuguesa não jogou mal, mas o placar não foi injusto”, disse Claudinei.

Indagado se o Santos teria oscilado no fim do primeiro tempo e começo da etapa complementar, o comandante defendeu a sua equipe. “A Portuguesa, por ter cinco jogadores no meio-campo, dificultou. Nós nos posicionamos bem no segundo tempo, demos a bola para ele e marcamos para sair no contra-ataque. Da mesma forma que marcamos pressão no começo da partida, tivemos essa postura de esperar para sair no contra-ataque. Foi uma opção tática nossa”, comentou.

Com a terceira vitória consecutiva dos alvinegros no Campeonato Brasileiro – Atlético-MG, São Paulo e Portuguesa -, Claudinei Oliveira vê o time em um bom momento e não acredita que os atletas vão deixar a boa fase subir à cabeça nos próximos jogos.

“Ninguém pode deixar subir à cabeça, não é uma vitória que vai mudar isso. Temos jogadores experientes, que já ganharam Copa Libertadores, e mesmo os jovens, têm uma bagagem boa das categorias de base. É natural isso, (a moral) tem que estar elevada, porque eles merecem”, encerrou.

Neílton agradece a Claudinei e se esquiva de comparações com Neymar

“Ser comparado com um ídolo do Santos é sempre muito bom, mas eu tenho que continuar trabalhando”, disse o atacante, autor de dois gols diante da Portuguesa

Após brilhar na vitória do Santos sobre a Portuguesa, por 4 a 1, o atacante Neílton, autor de dois gols na partida, falou sobre a fase que vive no time praiano. Satisfeito com o bom momento, o jogador agradeceu a confiança do técnico interino, Claudinei Oliveira, que tem lhe dado sequência na equipe titular.

“O Claudinei sempre confiou na gente, desde a base. Ele está sabendo fazer essa mescla com os experientes e têm dado certo. Os mais velhos estão nos ajudando bastante”, afirmou Neílton, que tem nove partidas e três gols no elenco principal santista.

Sobre as comparações com Neymar, negociado recentemente com o Barcelona (Espanha), o atacante preferiu manter os “pés no chão” e não se colocar como sucessor da Joia. “Ser comparado com um ídolo do Santos é sempre muito bom, mas eu tenho que continuar trabalhando. Tenho que construir a minha história”, ponderou.

Claudinei também foi indagado sobre as comparações entre os dois, mas fez questão de ressaltar as qualidades de Neílton. “O Neymar hoje é um extra classe, não podemos comparar. O Neílton fez uma partida muito boa (contra a Lusa), errou muito menos do que em outros jogos, e vamos corrigindo aos poucos o que ele precisa melhorar. Ele está evoluindo e foi muito feliz. Esperamos que ele possa manter essa regularidade”, analisou.

Vale destacar que a cúpula alvinegra tem a posição de Neílton como uma das prioridades de reforços para o restante da temporada. Porém, com a continuidade na equipe, o garoto vem ganhando confiança e deve prosseguir como titular, diante do Coritiba, no próximo dia 21, em confronto marcado para a Vila Belmiro, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro.

Torcedores do Santos cobram diretoria e se posicionam contra Fernandinho

“Ôôôôô, Fernandinho é o c…”, gritou a torcida durante goleada por 4 a 1 sobre a Portuguesa

Mesmo com a vitória de 4 a 1 do Santos sobre a Portuguesa , na noite deste sábado, na Vila Belmiro, a principal torcida organizada do clube protestou contra a diretoria. Na frente do vestiário da equipe santista, os torcedores cobraram reforços e, também, criticaram alguns jogadores que estão na mira do time alvinegro, caso do atacante Fernandinho, do Al-Jazira (Emirados Árabes).

Acha que Fernandinho seria um bom reforço para o Santos? Opine!

“Ôôôôô, Fernandinho é o c…”, gritaram os torcedores, para depois reforçarem o coro por reforços: “Não é mole, não… essa semana tem que ter contratação”.

O Comitê de Gestão do Santos, alvo de vários questionamentos recentemente, também esteve entre os alvos da torcida organizada. “Laor (presidente Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro), preste atenção, o Comitê está acabando com o Peixão”.

Nas última semanas, torcedores santistas têm criticado bastante o trabalho da direção do clube, principalmente dos membros do Comitê de Gestão. Com a saída do atacante Neymar para o Barcelona (Espanha), além da chegada de poucos reforços – os laterais Cicinho e Mena foram contratados para o restante do Brasileirão – a pressão aumentou para que a equipe ganhasse novas peças.


Vídeos: (1) Gols e (2) melhores momentos.

São Paulo 0 x 2 Santos

Data: 07/07/2013, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 6ª rodada
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo, SP.
Público: 11.819 pagantes
Renda: R$ 345.930,00
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Auxiliares: Carlos Augusto Nogueira Júnior e Celso Barbosa de Oliveira (ambos de SP).
Cartões amarelos: Denilson (SP); Arouca (S).
Gols: Giva (12-2) e Cícero (38-2).

SÃO PAULO
Rogério Ceni; Rodrigo Caio, Lúcio, Rhodolfo e Juan (Ademilson); Wellington, Denilson (Maicon), Jadson e Ganso (Aloísio); Osvaldo e Luis Fabiano.
Técnico: Milton Cruz (interino)

SANTOS
Aranha; Rafael Galhardo, Gustavo Henrique, Durval e Léo (Emerson); Arouca, Cícero, Leandrinho e Montillo; Neílton (Pedro Castro) e Willian José (Giva).
Técnico: Claudinei Oliveira (interino)



Sob protestos, São Paulo perde para Santos e tem crise agravada

Com gols no segundo tempo de Giva e Cícero, time da Vila Belmiro sai do Morumbi com a vitória por 2 a 0 e vê torcida do rival se revoltar com resultado

Ainda abalado pela derrota na Recopa contra o Corinthians, o São Paulo perdeu mais um clássico e viu a crise se agravar. No primeiro jogo após a demissão do técnico Ney Franco, o clube do Morumbi foi derrotado dentro do estádio pelo Santos por 2 a 0 e voltou a ser vaiado por seu torcedor, que pediu novamente a contratação do técnico Muricy Ramalho e gritou “vergonha”.

Sob o comando interino de Milton Cruz, o São Paulo criou chances na frente enquanto o placar estava inalterado, mas desperdiçou. No segundo tempo, foi castigado com o gol do garoto Giva, que havia acabado de entrar no lugar de Willian José. Nos minutos finais, o ex-são-paulino Cícero também usou a cabeça para superar Rogério Ceni.

Antes mesmo de a bola rolar, um grupo de 40 são-paulinos protestou contra a diretoria em frente ao Morumbi. Já dentro do estádio, quando o placar estava sacramentado, a principal organizada acentuou as críticas, mas os demais tricolores pareceram atônitos e quase não esboçaram reação, ao mesmo tempo em que os santistas gritavam “olé”.

Enquanto o São Paulo se perde em uma crise cada vez maior, o Santos aproveitou o desespero do adversário para se distanciar da parte de baixo do Campeonato Brasileiro. O resultado positivo leva a equipe da Vila Belmiro aos oito pontos, igualando o São Paulo. Ambos os times aparecem na parte intermediária da tabela.

O São Paulo volta a campo já na quarta-feira, contra o Bahia, novamente no Morumbi, em rodada antecipada do Brasileirão por conta de compromissos internacionais do time. Já o Santos tem Copa do Brasil na quarta, diante do Crac, na Vila Belmiro.

O jogo

O interino Milton Cruz tentou encontrar o futebol de Paulo Henrique Ganso ao colocá-lo mais perto do ataque, com Luis Fabiano centralizado e Osvaldo posicionado pela direita, para explorar sua velocidade contra o jogador mais velho do rival, Léo. Mas a estratégia não começou bem.

Aos três minutos, Neílton avançou em velocidade pela esquerda e rolou na área para Montillo, que chegou batendo forte, mas a bola se perdeu pela linha de fundo. Dois minutos depois, Leandrinho escapou atrás da zaga em lançamento e, ao perceber Rogério Ceni adiantado, tentou imitar o gol do corintiano Renato Augusto, mas o chute por cobertura foi muito forte, para fora.

Depois dos sustos, o Tricolor respondeu. Juan invadiu a área pela esquerda, driblou Aranha e chegou à linha de fundo, cruzando rasteiro para trás em busca de Luis Fabiano, mas o atacante foi atrapalhado pela zaga na finalização. No lance seguinte, aos dez, Jadson bateu escanteio, a zaga santista abriu um buraco na área e Rodrigo Caio cabeceou sozinho, mas Aranha fez excelente defesa.

Aos poucos, o São Paulo melhorou, sem ter de se preocupar tanto com o sistema defensivo, já que Montillo e Willian José estavam muito apagados, sobrecarregando o garoto Neílton. Aos 17, o Tricolor quase abriu o placar. Depois de falta rápida cobrada por Jadson, Luis Fabiano recebeu com liberdade e dominou no peito, mas Gustavo Henrique se recuperou e travou na hora do chute.

Do outro lado, Durval surgiu como surpresa e recebeu para finalizar, mandando para fora. Pouco depois, ainda sem a ajuda dos colegas da frente, Neílton arrancou pela esquerda, driblou Lúcio e Wellington, antes de finalizar rasteiro, mas Rogério Ceni segurou sem perigo.

Já os minutos finais da etapa pertenceram ao São Paulo, que exerceu domínio sobre o adversário. Juan trabalhou a bola pela esquerda e cruzou para Luis Fabiano, que levou a pior mais uma vez em disputa com Gustavo Henrique, justamente quando armou a batida de dentro da área.

Na sequência, Jadson mostrou por que segue como o principal armador da equipe e foi preciso para deixar Luis Fabiano livre na área. O centroavante girou e bateu forte, exigindo grande defesa de Aranha. Instantes depois, o são-paulino não teve saudade de Willian José, que arriscou batida de fora da área e errou completamente o alvo.

Antes do apito para o intervalo, a torcida tricolor ainda gritou o nome de Muricy Ramalho nas arquibancadas, quase no mesmo instante em que Jadson finalizou de fora da área e assustou Aranha. Nos acréscimos, Rogério Ceni cobrou falta da meia-esquerda com ‘cavadinha’ para Lúcio estufar as redes, mas o árbitro assinalou impedimento corretamente.

As duas equipes não tiveram alterações no intervalo, mas o São Paulo quase inaugurou a contagem em belo lance. Lúcio deu um chapéu no meio-campo, tabelou com Luis Fabiano e fez a assistência na meia-lua para Jadson, que driblou Galhardo e bateu raspando a trave.

A resposta santista foi em cima do próprio pentacampeão, quando Neílton driblou o zagueiro em um pequeno espaço na área e só foi travado na hora de definir a jogada. Ao perceber a dificuldade de sua equipe na frente, Claudinei Oliveira tirou Willian José para a entrada de Giva.

Em menos de um minuto em campo, o garoto marcou seu gol. Aos 12, Montillo acordou para mostrar uma velocidade impressionante pela esquerda e alcançar a bola, fazendo o cruzamento na medida para Giva, que, em seu primeiro toque, mandou de cabeça para as redes.

Assim que sofreu o gol, Milton Cruz fez duas mudanças, tirando Ganso e Denilson para as entradas de Aloísio e Maicon. Mas a vantagem deu confiança ao Santos, que ameaçou novamente em chute forte pela direita, para defesa de Ceni. No lance seguinte, pelo mesmo setor, Giva foi fominha e também tentou bater, mandando na rede pelo lado de fora, enquanto Neílton pedia no meio da área.

Com insatisfação de seus torcedores, o Tricolor se sentiu na obrigação de ir ao ataque, abrindo espaços para contragolpes do rival. No desespero na frente, o time anfitrião quase empatou com Aloísio, que desviou depois de cruzamento, mas Aranha defendeu. Aos 38, o Alvinegro acabou com qualquer esperança dos donos da casa. Cícero recebeu cruzamento e, sozinho, cabeceou para superar Rogério Ceni.

Bastidores – Santos TV:

Santistas comemoram bom segundo tempo e vitória sobre o São Paulo

Gols de Giva e Cícero que determinaram triunfo do Santos no clássico do Morumbi aconteceram na segunda metade

A vitória por 2 a 0 sobre o São Paulo neste domingo começou com o gol de cabeça do jovem Giva, revelação do Santos que se destacou no título conquistado na última Copa São Paulo de Juniores. O jogador, que estava afastado dos gramados por uma lesão no púbis, comemorou a volta às redes.

“Graças a Deus tive a oportunidade de entrar e concluir com o gol. Acho que quem tem estrela brilha sempre. Graças a Deus pude ajudar a minha equipe”, disse Giva após a partida.

Um dos destaques da partida desta tarde, o meia Montillo acredita que a equipe começa a se consolidar sob o comando de Claudinei Oliveira.

“O time está trabalhando bem. Tem muitos meninos. Não podemos jogar a responsabilidade para eles. Hoje o time jogou bem. Conseguimos fazer dois gols, o que é muito difícil aqui (no Morumbi)”, declarou o argentino.

Autor do segundo gol santista, também marcado de cabeça, o meia Cícero disse que o Santos passou a controlar o jogo depois da abertura do placar e comemorou o gol em cima do ex-companheiro Rogério Ceni.

“O Rogério é um goleiro respeitado por todos. A gente até tem uma certa amizade por termos trabalhado juntos. Eu sei da experiência e da grandeza dele debaixo da trave”, afirmou o camisa 8 santista.

Garantido no Santos, Claudinei vê evolução de Montillo e do time

Treinador destaca forte marcação da equipe e lembra que meia argentino é opção para o lugar de Messi na seleção de seu país

Visto por muitos como técnico interino do Santos , Claudinei Oliveira começa a ganhar a confiança de torcida e diretoria santistas. Na entrevista coletiva concedida após a vitória no clássico contra o São Paulo , neste domingo, o treinador do Santos destacou a evolução da equipe e do meia Montillo.

“Acho que nosso posicionamento melhorou. O time está mais compactado. A gente trabalhou muito a marcação pressão (nos treinamentos)”, disse o treinador sobre a atuação da equipe.

Sobre Montillo, Caludinei também teve apenas elogios a fazer. “Acho que fez uma grande partida. Mas o mérito é dele, ele tem a qualidade dele. Quando não joga o Messi (na seleção argentina), joga o Montillo”, afirmou Claudinei.

Com a permanência no cargo reforçada pelo vice-presidente do Santos, Odilio Rodrigues, após a partida desta tarde, Claudinei se mostrou tranquilo em relação à possibilidade de um treinador mais experiente assumir o time.

“Acho que nenhum treinador que está trabalhando hoje sabe se vai permanece. A função de treinador no Brasil não garante estabilidade. Eu procuro fazer o melhor pelo Santos. Não me sinto inferior a qualquer outro técnico. Qualquer outro do Campeonato Brasileiro está na minha situação”, disse. O treinador elogiou as atuações dos jovens atacantes Giva e Neilton, campeões da Copa São Paulo de Juniores deste ano sob o seu comando.

“O Giva faz muitos gols. Tem uma média de gols muito alta. Com relação ao Neilton, é um jogador que tem que fortalecer a parte física, mas tem uma técnica muito apurada e tem ajudado na criação de jogadas e na valorização da posse de bola”, declarou.

Sem pensar em aposentadoria, Léo cogita jogar no meio de campo no Santos

Lateral completou 38 anos, tem mais de 400 partidas pelo Santos e quer atuar até 2014

Os 38 anos completados na última semana não parecem ser o suficiente para impedir que Léo continue adiando sua aposentadoria. Com mais de 400 jogos disputados pelo Santos e maior vencedor de títulos após a era Pelé, o lateral esquerdo planeja continuar jogando em 2014.

“De repente eu posso querer mais um ano (de contrato), porque sei que tenho condição. Eu converso muito com preparadores e fisiologistas, mas você precisa ter os pés no chão. Minha maior dificuldade era o joelho, e ele está reagindo muito bem”, disse o atacante após a vitória contra o São Paulo, no último domingo.

Diante da contratação do chileno Mena, com quem deve disputar a vaga na lateral-esquerda, o veterano não descarta a possibilidade de atuar em outra posição.

“Eu queria me ver jogando em outra posição – talvez no meio. Mas não depende só de mim. É uma vontade que eu tenho, porque não comecei (a carreira) como lateral”, afirmou. Considerado interino mas garantido pela diretoria do Santos no cargo, o técnico Claudinei Oliveira admite a possibilidade de utilizar Léo em outro setor do campo.

“Ele (Léo) jogou algumas vezes como meia por dentro. Se não jogar na lateral, eu o vejo jogando como meia pela beirada”, declarou o treinador.

Flamengo-PI 2 x 2 Santos

Data: 10/04/2013, quarta-feira, 22h00.
Competição: Copa do Brasil – 1ª fase – Jogo de ida
Local: Estádio Albertão, em Teresina, PI.
Público e Renda: N/D
Árbitro: Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro (RN).
Auxiliares: Luis Carlos Camara Bezerra e Izac Márcio da Silva Oliveira (ambos do RN).
Cartões amarelos: Niel, Laércio e Rafinha (F); Rafael, Edu Dracena e Rafael Galhardo (S).
Cartão vermelho: Laércio (F).
Gols: Giva (26-1) e Montillo (30-1); Édson Di (32-1, de pênalti) e Édson Di (09-2).

FLAMENGO-PI
Robson; Niel, Laércio, Rafael Freitas e Rafinha (Wildinho); Alessandro, Marcelo, Léo Maceió e Neílson (Bruno Potiguar); Lúcio e Édson Di (Augusto).
Técnico: Josué Teixeira

SANTOS
Rafael; Rafael Galhardo, Edu Dracena, Durval e Léo; Renê Júnior, Alan Santos, Cícero e Montillo; Giva (André) e Neymar.
Técnico: Tata (interino)



Santos abre 2 a 0, mas cede empate ao Flamengo-PI na Copa do Brasil

Com resultado, equipe paulista não consegue eliminar o jogo de volta contra o rival piauíense

O Santos não teve a mais feliz das atuações em sua estreia na Copa do Brasil. Depois de sair na frente no placar e chegar a abrir 2 a 0, com gols de Giva e do argentino Montillo, o Peixe viu o Flamengo-PI reagir e chegar ao empate, com dois gols de Édson Di, em confronto realizado na noite desta quarta-feira, no Estádio Albertão.

Com este resultado, santistas e piauienses voltam a se enfrentar na próxima quarta-feira, na Vila Belmiro. Os alvinegros podem até empatar em 0 a 0 e 1 a 1, que mesmo assim estarão classificados para a segunda fase da competição.

O jogo

Na busca por uma vitória por dois ou mais gols de diferença, o Santos começou a partida pressionando o Flamengo-PI. Na primeira chance criada pelo Peixe, aos nove minutos, o volante Alan Santos arriscou de longa distancia, a bola saiu rasteira, mas tocou a rede, pelo lado de fora.

Os santistas criaram uma nova oportunidade, quando Rafael Galhardo também resolveu arriscar de fora da área, aos 13. A bola desviou em Alessandro e saiu com perigo, em escanteio para a equipe praiana.

Os alvinegros só abriram o placar aos 26, quando Neymar deu belo toque de ‘letra’ para Giva deixar o zagueiro para trás, driblar o goleiro Robson e completar com a perna esquerda para o fundo das redes.

Melhor em campo, o Santos ampliou a sua vantagem com nova assistência do seu camisa 11. Aos 30, Neymar cruzou na cabeça de Montillo, que tocou a bola para o gol, sem chances para o arqueiro rival: 2 a 0.

Porém, em uma desatenção da zaga santista, os piauienses conseguiram diminuir a vantagem alvinegra. Rafael fez pênalti em Lúcio. Na cobrança, aos 32, Édson Di soltou a bomba, sem chances para o goleiro do Peixe.

Antes do intervalo, o time da Vila Belmiro ainda teve a chance de marcar o seu terceiro gol. Galhardo tentou a finalização de fora da área, a bola bateu na zaga e sobrou para Giva, que arrematou de primeira à direita do gol.

Na volta para a etapa complementar, o Flamengo-PI chegou ao empate, através de uma cobrança de falta. Aos nove, Édson Di bateu, a bola resvalou na barreira e foi no ângulo direito de Rafael, que não teve chances de defesa: 2 a 2.

Após sofrer o empate, o Santos tentou retomar a pressão exercida no início do jogo, mas via os nordestinos se superarem com uma marcação forte nos principais homens da equipe praiana.

O Peixe teve uma boa oportunidade para voltar a ficar na frente no marcador, aos 23. Montillo cruza pela direita, a defesa do Flamengo-PI não afastou e Neymar, de perna esquerda, isolou a bola, desperdiçando uma grande oportunidade de gol.

Os nordestinos responderam e quase viraram o placar. Aos 35, Lúcio invadiu a área pela direita e fez o chute, exigindo boa defesa de Rafael, que evitou o terceiro gol dos donos da casa.

Nos minutos finais, o técnico interino Tata – o auxiliar substituiu Muricy Ramalho, que não viajou pata Teresina (PI) devido à recomendação medica, por conta de um quadro de diverticulite – colocou André no lugar de Giva e o argentino Patito Rodriguez na vaga de Rafael Galhardo.

Os santistas chegaram ainda a ficar com um atleta a mais em campo, por conta da expulsão de Laércio, aos 41, mas o time praiano não conseguiu voltar a ficar no comando do marcador e o confronto terminou empatada no Albertão.

Bastidores da chegada em Teresina – Santos TV:

Neymar minimiza empate no Piauí e diz: “Na Vila é que o bicho pega”

Atacante do Santos elogiou o Flamengo-PI, que buscou empate após estar perdendo por 2 a 0 nesta quarta

Com duas assistências para gols no empate do Santos com o Flamengo-PI, na noite desta quarta-feira, no Estádio Albertão, o atacante Neymar deixou o gramado minimizando o resultado na estreia da Copa do Brasil. Apesar de o Peixe não ter definido a classificação no primeiro confronto diante dos nordestinos, o camisa 11 santista procurou não se lamentar demais pelo empate neste início de competição.

Para o atacante, o time praiano não deixou a desejar em Teresina (PI), apesar de o rival não ser um clube de grande tradição no futebol nacional. “Eu falei que a gente não veio aqui para dar espetáculo. Não faltou nada (atitude), o Flamengo-PI fez um jogo muito bom e está de parabéns”, afirmou.

Mesmo insatisfeito com o empate, Neymar lembrou que a equipe alvinegra tem plenas condições de superar o adversário na próxima quarta, na Vila Belmiro, e garantir a qualificação para a etapa seguinte do torneio.

“Vamos ter o segundo jogo em casa, lá na Vila. Se aqui é o caldeirão deles, lá é o nosso. Na Vila Belmiro é que o ‘bicho’ pega”, concluiu.

Com a vantagem de decidir a vaga em casa, o Santos pode até mesmo empatar em 0 a 0 ou 1 a 1 com o Flamengo-PI, que mesmo assim irá avançar na Copa do Brasil.

Montillo lamenta empate e mostra preocupação com gols de bola parada

“Queríamos matar aqui (em Teresina), mas não foi possível. Não conseguimos e agora é continuar trabalhando”, disse o meia do Santos

Se por um lado o atacante Neymar minimizou o empate com o Flamengo-PI , na noite desta quarta-feira, no Estádio Albertão, por outro o meia Montillo demonstrou a sua preocupação com algumas falhas da equipe praiana. O argentino, autor do segundo gol do Peixe na partida, ficou contrariado com a reação dos nordestinos, especialmente pelo fato de o último tento dos piauienses – o primeiro foi de pênalti – ter saído em uma cobrança de falta.

“Jogamos bem no primeiro tempo, mas infelizmente sofremos um gol de falta (do atacante Édson Di), que é algo que não pode acontecer. Estamos sofrendo muitos gols de bola parada”, disse Montillo.

O camisa 10 pediu concentração total aos alvinegros, visando o duelo de volta com o Flamengo-PI, na próxima quarta, na Vila Belmiro. Até mesmo um empate em 0 a 0 ou 1 a 1 garante os santistas na segunda fase da competição. “Queríamos matar aqui (em Teresina), mas não foi possível. Não conseguimos e agora é continuar trabalhando. Na próxima semana precisaremos ‘matar’ o jogo em casa”, encerrou.

Rafael evita criticar o Santos e cita dificuldades da Copa do Brasil

Goleiro santista acredita que a sua equipe poderia ter saído com o confronto definido do Piauí

O empate com o Flamengo-PI, por 2 a 2, na última quarta-feira, no Estádio Albertão, não agradou a maior parte dos jogadores do Santos e também deixou o goleiro Rafael insatisfeito. Para o camisa 1 do Peixe, que evitou criticar a equipe praiana, os alvinegros poderiam ter saído de Teresina (PI) com uma vitória, até mesmo por dois gols de diferença, o que garantiria os santistas na segunda fase da Copa do Brasil.

“A gente queria vencer, só que infelizmente não conseguimos. Tivemos adversidades e não conseguimos contorná-las nesta partida. Mas, pelo menos, não perdemos. Sabemos que a Copa do Brasil é assim. Quando fomos campeões em 2010, eliminamos o jogo de volta apenas na segunda fase (contra o Remo-PA). É uma competição difícil”, destacou o arqueiro.

O Santos volta a enfrentar os piauienses na próxima quarta, na Vila Belmiro. Porém, antes do segundo confronto desta primeira etapa do torneio nacional, o Peixe volta a entrar em campo pelo Campeonato Paulista.

Os santistas visitam o União Barbarense, no sábado, a partir das 18h30 (horário de Brasília), no Estádio Antônio Lins Ribeiro Guimarães. “Agora é trabalhar porque temos de vencer o jogo de volta contra o Flamengo-PI. Antes, nós temos mais um compromisso pelo Paulistão. Precisamos ganhar para terminar bem a primeira fase (da competição estadual)”, concluiu Rafael.


Vídeos: (1) Gols e (2) melhores momentos.

Santos 2 x 2 Mogi Mirim

Data: 28/03/2013, quinta-feira, 19h30.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 15ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 6.454 pagantes
Renda: R$ 176.690,00
Árbitro: Guilherme Ceretta de Lima
Auxiliares: Alberto Poletto Masseira e Maria Núbia Ferreira Leite.
Cartões amarelos: Henrique, Tiago Alves e Roniery (MM).
Gols: Cícero (42-1); Henrique (04-2), Giva (22-2) e Wagninho (34-2).

SANTOS
Rafael; Bruno Peres, Edu Dracena, Durval e Léo (Guilherme Santos); Renê Júnior, Arouca, Cícero e Montillo; Giva e Neymar.
Técnico: Muricy Ramalho

MOGI MIRIM
Daniel; Roniery, Tiago Alves, Lucas Fonseca e João Paulo; Magal, Val, Roni (Wagninho) e Roger Gaúcho (Juninho); Wagner (Carlos Alberto) e Henrique.
Técnico: Dado Cavalcanti



Santos fica duas vezes na frente, mas cede empate para o Mogi

O time praiano segue na terceira posição, agora com 29 pontos. Um lugar abaixo na tabela de classificação, o Sapão soma 27 pontos ganhos

Mesmo após ficar duas vezes na frente no placar, o Santos cedeu o empate em duas ocasiões e não saiu do 2 a 2 com o Mogi Mirim, na noite desta quinta-feira, na Vila Belmiro. Cícero e Giva marcaram para o Santos, só que Henrique e Wagninho deixaram tudo igual para o Mogi, que manteve o bom momento no Campeonato Paulista.

O resultado manteve os santistas e o Mogi nas mesmas colocações. O time praiano segue na terceira posição, agora com 29 pontos. Um lugar abaixo na tabela de classificação, o Mogi soma 27 pontos ganhos.

Na próxima rodada, os alvinegros vão até Bauru, onde enfrentam o Oeste de Itápolis, no domingo, a partir das 18h30 (horário de Brasília), no Estádio Alfredo de Castilho. No mesmo dia e horário, o Mogi Mirim visita o São Caetano, no Anacleto Campanella.

O jogo

O Santos começou a partida pressionando e chegou com perigo ao gol adversário, logo aos quatro minutos. Arouca iniciou a jogada, Giva tentou o arremate e foi bloqueado, com a bola voltando para o volante, que dentro da grande área, bateu de perna esquerda para boa defesa de Daniel.

Bem armado em campo, o Mogi Mirim conseguiu amenizar a pressão santista e, também, ameaçou o gol de Rafael. Aos 21, Val arriscou um chute forte, de fora da área, com a bola passando próxima a meta defendida pelo camisa 1 do Santos.

Dois minutos depois, os alvinegros voltaram a criar uma boa chance. Neymar encontrou Léo, dentro da área, mas o experiente lateral-esquerdo, após fintar o seu marcador, pegou fraco na bola, de pé direito, facilitando a defesa do arqueiro do Mogi.

Antes do intervalo, o Santos conseguiu furar o forte sistema defensivo do Mogi e abriu o placar. Aos 42, Arouca cruzou pela direita para Neymar, mesmo pressionado pela zaga, ajeitar para Cícero, que entrava na grande área e emendou de perna esquerda, superando Daniel: 1 a 0 para o Peixe.

Na volta para a etapa complementar, os santistas foram surpreendidos pelo Mogi Mirim. Aos quatro, João Paulo cobrou falta pela direita, Lucas Fonseca desviou a bola e Henrique completou para as redes, sem chance de defesa para Rafael, empatando o jogo para os visitantes.

Com o gol de empate do Sapão, o time praiano voltou a carga e retomou a pressão. Aos 12, Bruno Peres cruzou da direita, Neymar tentou dominar, Lucas Fonseca afastou parcialmente e a bola sobrou para Montillo finalizar. O chute foi desviado pela zaga do Mogi, exigindo boa defesa de Daniel, que mandou a bola para escanteio e salvou a sua equipe de sofrer o segundo gol na Vila.

Os visitantes responderam, aos 20, quando Wagner cobrou escanteio fechado e Rafael se deslocou para conseguir o desvio. Os alvinegros quase levaram um gol olímpico. No minuto seguinte, Wagner foi substituído por Carlos Alberto.

No entanto, o Santos não deixou o Mogi Mirim crescer na partida e tratou de passar a frente no marcador novamente. Aos 22, Cícero deixou o jovem Giva livre, para tocar na saída de Daniel e anotar o segundo do Peixe no confronto. Dois minutos após o gol, o técnico Muricy Ramalho foi obrigado a sacar Léo, que com dores no tornozelo, deu lugar a Guilherme Santos.

Os santistas quase ampliaram a vantagem em cobrança de falta de Neymar, aos 30. Com categoria, a Joia deslocou a bola de Daniel, mas o seu chute acertou o travessão, em grande oportunidade da sua equipe para chegar ao terceiro gol no duelo.

Em desvantagem, o Mogi viu o técnico Dado Cavalcanti trocar Roni por Wagninho, aos 33. Um minuto mais tarde, Wagninho recebeu pela ponta direita, dentro da grande área, e soltou a bomba, vencendo Rafael e igualando mais uma vez o placar: 2 a 2.

Nos minutos finais, com o empate, o treinador do Mogi Mirim sacou o meia Roger Gaúcho, colocando o volante Juninho para reforçar a marcação no setor de meio-campo. Aos 43, o Alvinegro Praiano quase chegou à vitória, com Neymar. Após cruzamento de Giva, o craque do Santos dominou no peito e tentou uma bicicleta. Roniery travou o arremate e evitou o que poderia ser o gol da vitória do Santos.

Bastidores – Santos TV:

Neymar tenta se esquivar, mas admite tristeza com vaias da torcida

Na volta da seleção, atacante segue em jejum de gols e não consegue ajudar o Santos a bater o Mogi Mirim

O atacante Neymar não conseguiu impedir que o Santos empatasse com o Mogi Mirim, por 2 a 2, na noite desta quinta-feira, na Vila Belmiro. O resultado deixou a torcida insatisfeita e a equipe foi vaiada ao deixar o gramado. Indagado com a reação dos torcedores, a joia santista tentou desconversar sobre o episódio.

“Eu não ligo muito, não. Xingam hoje, amanhã ficam felizes. Futebol é assim, a cobrança é muito grande”, disse Neymar, que com a insistência no assunto, revelou não ter ficado feliz com a postura da torcida.

“A gente fica triste. Claro que ser vaiado e criticado a gente não gosta, por tudo que eu fiz no clube, ainda mais eu que fiz muito por esse clube. Eu gosto de ganhar. Claro (que fico triste pela vaia), são torcedores que eu gosto e um clube que eu amo muito”, comentou.

O camisa 11 alvinegro ainda aproveitou a oportunidade para sair em defesa do futebol apresentado pela equipe praiana, mesmo após o tropeço com o Sapão. “O time é muito bom, é uma grande equipe. Acabamos empatando hoje. Não sei o que não deu certo. Vamos treinar e organizar o time para vencer na próxima”, encerrou.

Muricy sinaliza o Santos ideal com Giva no ataque: “Achei o parceiro do Neymar”

“Agora não tem dúvida. Ele entrou na equipe, está se achando no campo, faz gol, e não tenta inventar nada”, disse o treinador sobre o jovem atleta

Após empatar com o Mogi Mirim na noite de quinta-feira, na Vila Belmiro, em confronto válido pela 15ª rodada do Campeonato Paulista, o técnico Muricy Ramalho pareceu ter encontrado mais pontos positivos do que negativos no Santos. Com muitos elogios para Giva, recém-promovido ao elenco principal santista, o treinador acredita que o jovem atacante é a peça que faltava na formação titular do Peixe.

“Esse time está jogando junto há algumas rodadas, os zagueiros são os mesmos, e a dúvida era o atacante. Estava faltando só o parceiro do Neymar, e o Giva ganhou a posição. Agora não tem dúvida. Ele entrou na equipe, está se achando no campo, faz gol, e não tenta inventar nada. Achei o parceiro do Neymar”, afirmou Muricy.

Indagado se os alvinegros não perderiam o chamado jogador de referência na área com a escalação de Giva, que é um segundo atacante de origem e atua mais pelos lados do campo, o comandante não se abalou.

Para Muricy Ramalho, o Santos pode jogar tanto com um centroavante quanto com dois avantes de velocidade, que aparecem na área para concluir as jogadas criadas pelo time, casos de Neymar e do próprio Giva, autor do segundo gol da equipe praiana contra o Sapão.

“Volto a repetir: às vezes o cara é fixo e fica no meio de dois zagueiros. Se a gente tivesse feito essa opção contra o Mogi, o cara não jogaria, praticamente. O Giva é difícil de marcar, pois ele não fica em um lugar fixo. O Giva confunde um pouco a defesa adversária, mais do que o atacante fixo. Existem vezes em que funciona. Como o Giva está bem, fazendo gol, continua assim”, concluiu.


Vídeos: (1) Gols e (2) melhores momentos.

Santos 2 x 1 Mirassol

Data: 21/03/2013, quinta-feira, 21h00.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 13ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 3.436 pagantes
Renda: R$ 92.560,00
Árbitro: Rodrigo Braghetto
Auxiliares: Rogério Pablos Zanardo e Leandro Matos Feitosa.
Cartões amarelos: Felipe Anderson (S); Emerson e Diogo (M).
Cartões vermelhos: Felipe Anderson e Patito Rodriguez (S).
Gols: André Luis (20-1) e Giva (41-1); Giva (29-2).

SANTOS
Rafael; Bruno Peres, Edu Dracena, Durval e Léo; Renê Júnior, Arouca, Patito Rodriguez e Felipe Anderson; Miralles (André) e Giva (Neílton).
Técnico: Muricy Ramalho

MIRASSOL
Emerson; Pio, Leonardo, Gian e Diogo; Alex Silva, Glauber (Caion), Camilo (Mineiro) e Leomir; André Luis e Tiago Luis (Adilson Bahia).
Técnico: Ivan Baitello



Giva marca dois, e Santos vence jogo polêmico contra o Mirassol

Com a vitória desta quinta, equipe de Muricy Ramalho chegou aos 27 pontos e segue como vice-líder do Paulistão

Mesmo sem apresentar um grande futebol, o Santos, desfalcado de jogadores importantes como Cícero, Montillo e, principalmente, Neymar, venceu o Mirassol, por 2 a 1, na noite desta quinta-feira, na Vila Belmiro. O time visitante saiu na frente com André Luis, mas viu Giva marcar os dois gols que decretaram a virada do Peixe.

Porém, o segundo gol do jovem atacante foi irregular. Após o chute de Giva, Patito Rodriguez, em posição de impedimento, fez um corta-luz, que atrapalhou o goleiro Emerson, do Mirassol. O árbitro Rodrigo Braghetto confirmou o gol, após um de seus assistentes invalidar o lance.

O triunfo fez os santistas subirem para a segunda colocação, com 27 pontos. O Mirassol se manteve na 15ª posição, com apenas 12 pontos ganhos.

Na próxima rodada, os alvinegros fazem o clássico com o Palmeiras, domingo, às 16 horas (horário de Brasília), no Pacaembu. No mesmo dia, o Leão da Alta Araraquarense visita o Mogi Mirim, às 18h30, no Romildão.

O jogo

O Mirassol iniciou o jogo assustando. Em cobrança de falta, logo no primeiro minuto, Pio acertou a trave de Rafael, que falhou no lance. A bola tocou no poste e saiu pela linha de fundo.

Mas, depois de ver o Leão da Alta Araraquarense levar perigo no início da partida, o Santos respondeu e teve boas chances para balançar as redes. Aos nove, Giva invadiu a área, fez o cruzamento e Miralles completou parao gol, mas viu o goleiro Emerson fazer a defesa. No minuto seguinte, Léo recuperou a bola para o Peixe e invadiu a área, tocando por cima do arqueiro, só que a zaga do Mirassol afastou o perigo.

No entanto, após os santistas criarem boas oportunidades, o Leão da Alta Araraquarense voltou a se lançar no ataque. Primeiro, aos 19, Tiago Luis fez boa jogada individual pela direita e quase abriu o placar. O goleiro Rafael evitou o gol, tocando a bola para a linha de fundo.

Na cobrança do escanteio, um minuto depois, o Mirassol chegou ao gol. André Luis aproveitou a falha da zaga alvinegra e marcou para os visitantes.

Com a desvantagem no placar, o Santos passou a encontrar dificuldades para furar o forte sistema defensivo montado pelo time do Interior. Mesmo com Felipe Anderson, Patito Rodrigues e Giva buscando o jogo, com bastante movimentação, a marcação do Leão da Alta Araraquarense era eficiente.

Porém, pouco antes do intervalo, a equipe praiana ainda conseguiu chegar ao empate. Aos 41, Felipe Anderson cobrou escanteio para Giva, que se antecipou em relação aos zagueiros adversários e desviou de cabeça, superando o goleiro Emerson para deixar tudo igual no placar da Vila: 1 a 1.

No último lance do primeiro tempo, entretanto, o Mirassol voltaria a assustar, quase anotando o seu segundo gol. Em cobrança de falta, Pio soltou a bomba e a bola passou muito próxima a trave do gol defendido por Rafael.

Na volta para a etapa complementar, os dois times voltaram em ritmo mais lento. Com isso, as chances de gol ficaram mais escassas.

O Leão da Alta Araraquarense teve uma boa oportunidade aos 16, quando Pio cobrou falta rasteira e André Luis deu um carrinho, tentando alcançar a bola. Mas o atacante não conseguiu completar o lance e o Mirassol não alcançou o seu segundo gol no duelo.

Apesar das poucas chances no segundo tempo, o Peixe conseguiu chegar ao segundo gol. Aos 29, Giva precisou chutar duas vezes para vencer Emerson. Porém, o gol foi irregular. Patito Rodriguez fez um corta-luz que atrapalhou o goleiro Emerson. Um dos assistentes sinalizou o impedimento, mas o árbitro Rodrigo Braghetto confirmou o gol.

Destaque do jogo, Giva deixou o gramado com câimbras, aos 39, substituído por outra promessa santista: Neílton, que fez a sua estreia no elenco profissional. Antes, o técnico Muricy Ramalho já havia sacado Miralles para a entrada de André. Do outro lado, o treinador Ivan Baitello promoveu as entradas de Mineiro, Caion e Adilson Bahia, que entraram nas vagas de Camilo, Glauber e Tiago Luis, respectivamente.

No final do confronto, o Alvinegro Praiano ainda perdeu os meias Felipe Anderson e Patito Rodriguez expulsos. Mas o Santos conseguiu administrar o resultado, mesmo com a pressão dos visitantes nos últimos minutos, conquistando mais uma vitória no Campeonato Paulista.

Bastidores – Santos TV:

Autor de gols da vitória do Santos, Giva ganha carro e destaca confiança

O jovem avante ganhou um modelo QQ, em eleição promovida através das redes sociais do clube, para o melhor jogador em campo nesta partida

Destaque da vitória do Santos sobre o Mirassol, por 2 a 1, na noite desta quinta-feira, na Vila Belmiro, o atacante Giva ainda ganhou um presente da montadora chinesa Chery, patrocinadora pontual do clube praiano. O jovem avante ganhou um modelo QQ, em eleição promovida através das redes sociais do Peixe, para o melhor jogador em campo nesta partida.

“Não sabia disso (prêmio), fiquei sabendo apenas no intervalo. Os companheiros falaram no vestiário. Fiz dois gols e recebi esse prêmio. Só tenho que agradecer a Deus por tudo o que aconteceu nesta noite. Acho que ele escutou as minhas preces”, disse Giva, muito satisfeito com a sua atuação.

O atacante, campeão da última Copa São Paulo de Juniores, com o sub-20 santista, marcou contra o Leão da Alta Araraquarense os seus primeiros gols no profissional alvinegro. “Tudo isso está sendo um sonho para mim. Espero que aconteça muitas outras vezes comigo. O jogador precisa de confiança e esses gols vão me ajudar bastante”, comentou.

Escalado como titular, desbancando a concorrência do centroavante André, Giva ainda agradeceu o técnico Muricy Ramalho pelas oportunidades que vem recebendo no time principal. “O professor é muito legal, nos dá bastante confiança. Ele não demonstra muito na frente das câmeras, mas ele é tranquilo com a gente, do jeito dele. É um cara super gente boa, que nos motiva e passa segurança”, encerrou.

Muricy nega que atraso tenha relação com opção por André na reserva do Santos

Treinador queria dar uma nova chance para o argentino Miralles, recuperado de um edema muscular na coxa esquerda

O técnico Muricy Ramalho negou que o fato de o centroavante André ter chegado atrasado ao treino do Santos, na última quarta-feira, no CT Rei Pelé, tenha relação com o fato de o jogador ter ficado na reserva contra o Mirassol. Segundo o treinador, as atuações de Giva o credenciaram a receber uma nova chance entre os titulares. Por essa razão, André foi preterido na vitória sobre o time de Araraquara, na noite desta quinta, na Vila Belmiro.

Além disso, Muricy queria dar uma nova chance para Miralles, recuperado de um edema muscular na coxa esquerda. O argentino, que substituiu Neymar, na Seleção Brasileira, vinha sendo titular antes da contusão.

“Ele está se dedicando, não foi por causa disso (atraso). Não me dei conta desse fato, aliás. Até porque, ele estava fora do tático, por isso nem percebi. Mudamos o horário do trabalho para os titulares. Ele estava fora do time e não ia jogar. Mas qualquer um pode chegar atrasado. O Miralles saiu por contusão e seria o substituto no lugar do Neymar. O Giva deu mais movimentação para a equipe, nas vezes que entrou, e aqui é assim: quem está melhor, fica no time”, afirmou.

Indagado sobre o atraso, confirmado pelo superintendente de futebol alvinegro, Felipe Faro, em entrevista à Rádio ESPN , André desconversou na saída do campo, após o triunfo sobre o Mirassol, e negou qualquer desconforto com a situação.

“Não tem nada disso (atraso). Eu já ia ficar no banco. O pessoal anda muito criativo. Para mim, não tem problema nenhum (ficar na reserva). Lógico que eu quero jogar, mas a minha parte é trabalhar, para quando precisarem de mim, eu entrar bem e poder fazer gols”, destacou.

Muricy critica duramente expulsões de Felipe Anderson e Patito no Santos

“Chamei a atenção deles no vestiário, não deixo para amanhã. Eles são profissionais e precisam estar ligados, sempre”, avisou o técnico

As expulsões dos meias Felipe Anderson e Patito Rodriguez, nos minutos finais da vitória sobre o Mirassol, por 2 a 1, na noite desta quinta-feira, na Vila Belmiro, deixaram o técnico Muricy Ramalho bastante irritado. Contrariado, o treinador do Santos criticou duramente os seus comandados por terem recebido o cartão vermelho em um momento crucial da partida, deixando a equipe com dois jogadores a menos.

“Chamei a atenção deles no vestiário, não deixo para amanhã. Eles são profissionais e precisam estar ligados, sempre. Eu não vi a expulsão do Felipe, mas achei que o Pato foi imprudente. Ele não precisava fazer aquilo para mostrar força. Ele não precisava dar um carrinho naquela altura do campo, ainda mais sendo um jogador de ataque. Não admitimos um erro desse tipo, que pode custar uma vitória”, disparou Muricy.

Segundo o técnico, as ações que devem ser evitadas nos jogos são sempre temas de suas preleções, antes dos jogos. “Peço para eles evitarem reclamações e não ficarem na frente da bola. Também falo para não darem carrinho. O carrinho é sempre um lance perigoso”, ponderou.

Irritado principalmente com a expulsão do argentino Patito Rodriguez, Muricy Ramalho também não poupou Felipe Anderson de críticas. “No futebol, você tem sempre que estar ligado. Para chegar na Europa, como ele quer, precisa melhorar muito e hoje (quinta) foi um exemplo. Ele tem que se manter concentrado. Não vi a jogada em que ele foi expulso, mas ele já tinha o cartão amarelo. Então, o Felipe tinha que ter tomado mais cuidado”, analisou.

O treinador santista ainda revelou que a postura disciplinar, apesar de já ter sido abordada após o triunfo sobre o Leão da Alta Araraquarense, também será lembrada para o clássico com o Palmeiras, que será disputado no próximo domingo, às 16 horas (horário de Brasília), no Pacaembu.

“Isso (expulsões em dois minutos) não existe. Quase perdemos o jogo por causa disso. Vou falar amanhã (sexta) sobre isso também. É falta de concentração. O nosso time é, de maneira geral, disciplinado e vai continuar assim”, concluiu.

Após grande atuação, Giva é elogiado por Léo: “Está muito a vontade”

Veterano lateral santista disse que o jovem atacante tem confiança e está preparado para jogar entre os profissionais

Autor dos dois gols da vitória do Santos sobre o Mirassol, na última quinta-feira, na Vila Belmiro, Giva está em alta dentro do clube praiano. Depois de ser elogiado pelo técnico Muricy Ramalho, o lateral-esquerdo Léo, jogador mais experiente do elenco, foi mais um a enaltecer as qualidades demonstradas pelo jovem atacante, nas oportunidades que recebeu no time principal santista.

“O Giva está muito a vontade na equipe. Da molecada que subiu, ele é o que está melhor, mais preparado e com mais confiança. Ele está tendo maturidade, ajudando na marcação e segurando a bola lá na frente. Além disso, está fazendo gols”, disse o camisa 3 do Peixe.

Para o veterano ala, a personalidade do atleta, dentro de campo, está cativando a torcida e dando a condição de Muricy dar mais chances para Giva atuar. “Ele é muito concentrado no que tem de fazer. Fora isso, o Giva é muito dedicado. Para ele, não tem bola perdida. A torcida gosta de ver isso”, comentou.

Segundo Léo, com a presença de Giva na equipe, o Alvinegro Praiano ganha bastante em termos ofensivos. Ele não se esconde e isso é muito bom. O Giva não se abala, está sempre procurando o jogo. Quando tem a chance, ele também finaliza bastante”, finalizou.