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Vídeos: (1) Gols e (2) melhores momentos.

Santos 2 x 1 Guarani

Data : 16/03/2013, sábado, 16h00.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 12ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 10.865 pagantes
Renda: R$ 312.220,00
Árbitro: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral
Auxiliares: Vicente Romano Neto e Alex Ang Ribeiro
Cartões amarelos: Cícero (S); Thiago Pagnussat e Boiadeiro (G).
Gols: Montillo (34-1); André (03-2) e Thiago Pagnussat (13-2).

SANTOS
Rafael; Bruno Peres, Edu Dracena, Durval e Emerson Palmieri; Renê Júnior, Arouca, Cícero e Montillo; Neymar e André (Giva)
Técnico: Muricy Ramalho

GUARANI
Renan; Boiadeiro, Tiago Pagnussat, Cássio e Diogo; Ademir Sopa (Coutinho), Mika, Thiago Gentil e Dener (Cadu); Wilson (Juan Cominges) e Ronaldo Mendes.
Técnico: Branco



Santos supera o Guarani em reedição da final de 2012 e volta a liderar

Montillo e André marcaram para o time de Muricy Ramalho, que chegou aos 24 pontos na classificação do Paulistão

Em um jogo aberto, movimentado e com chances criadas para os dois lados, o Santos aproveitou a presença de Neymar antes de se apresentar à seleção brasileira para superar o Guarani e assumir a liderança provisória do Campeonato Paulista. Na tarde deste sábado, na Vila Belmiro, abrindo a 12ª rodada da competição, o camisa11 quase comprometeu o primeiro gol, mas teve participação direta no segundo, consolidando a vitória por 2 a 1 na reedição da final do ano passado.

Finalista em 2012, o Guarani entrou desatento no segundo tempo e, mesmo com boa atuação, não evitou a vitória santista. Com apenas nove pontos somados, a equipe segue na 18ª posição, afundada na zona de rebaixamento. Já o Santos, que sofreu o gol do preciso Thiago Pagnussat, mas marcou com Montillo e André, avança a 24 pontos e rouba do São Paulo a primeira posição. No complemento da rodada, neste domingo, tanto o Tricolor quanto a Ponte Preta têm chances de ultrapassar o Peixe.

Com Neymar desperdiçando ao menos duas chances de dar tranquilidade ao time em boas intervenções do goleiro Renan, o Santos se recuou no segundo tempo e segurou a vitória. Para manter a boa toada, a equipe entra em campo na próxima quinta-feira, para receber o Mirassol na Vila Belmiro sem seu principal jogador, que estará na Seleção. Já o Bugre, em busca de reação, recebe o Paulista de Jundiaí no mesmo dia.

O jogo

Depois do Guarani chegar duas vezes ao gol de Rafael, o Santos resolveu buscar o ataque, mas acabou caindo no velho erro de insistir demais nas jogadas de Neymar. Na primeira chance santista, o camisa 11 disputou corrida com Mika à esquerda da entrada da área do Bugre e conseguiu o cruzamento para o meio. Antes de André chegar, Thiago Pagnussat afastou o perigo, em apenas uma de suas boas interferências. Enquanto o Santos só conseguia criar com Neymar, que recebia marcação dupla, o Guarani aproveitava cada sobra e erro dos donos da casa para apostar na velocidade de Ronaldo Mendes, que teve boa atuação pela esquerda do ataque.

O Santos teve grande chance de abrir o placar aos 15 minutos do primeiro tempo: Neymar cobrou escanteio na primeira trave, a defesa do Guarani desviou para o meio e Arouca devolveu na ponta direita. O camisa 11 aproveitou o rebote para levantar para André, que apareceu livre na pequena área, cabeceou na trave e, na segunda tentativa, só ele e o gol, concluiu para fora, desperdiçando uma chance incrível.

Aos 34 minutos, depois de muito insistir em Neymar, o Santos provou que nem toda jogada de ataque precisava passar pelo pé de seu craque. Após cobrança de escanteio fraca do Guarani, Edu Dracena cabeceou para frente e a bola voltou aos pés de Arouca, que acionou a velocidade de Montillo. O camisa 10 do Peixe disparou seguido de perto pela marcação, pedalou e bateu cruzado, sem chances de defesa para o goleiro Renan.

Já no segundo tempo, o Santos demorou apenas quatro minutos para aumentar a vantagem diante de um agora desatento Guarani. Neymar roubou a bola de Ademir Sopa na intermediária e construiu bela jogada, com a tradicional arrancada pela direita, drible para cima da marcação e cruzamento para André. O camisa 9 do Santos ‘roubou’ o gol de Neymar, finalizou em cima do zagueiro bugrino, mas acabou anotando o segundo do Peixe antes de comemorar com timidez.

Neymar seguiu incendiando a defesa do Guarani após o lance do segundo gol. No minuto seguinte, O camisa 11 do Santos partiu com a bola dominada desde a intermediária, cortou o goleiro Renan, mas concluiu fraco, de cobertura, e viu o camisa 1 se recuperar. Na sequência, tentou de bicicleta, mas o goleiro ficou com a bola.

As mexidas tiveram reação imediata. Aos 14 minutos, o Guarani cobrou escanteio do lado esquerdo do ataque, Rafael não saiu e Durval não conseguiu o corte por cima. Thiago Pagnussat acabou subindo mais alto e anotou o gol do Bugre, que seguiu na pressão. Cinco minutos depois, Thiago Gentil cortou a marcação de Cícero e levantou no meio da área, onde Cadu apareceu e cabeceia no ângulo de Rafael. Antes de comemorar, o atacante bugrino viu a bandeira levantada e o lance anulado.

Bastidores – Santos TV:

Montillo dedica golaço a filho e vê o Santos bem mesmo sem Neymar

Argentino se apresenta à sua seleção nesta segunda-feira, já que foi convocado para dois compromissos válidos pelas Eliminatórias da Copa do Mundo

Contestado nas primeiras rodadas do Campeonato Paulista por conta das atuações irregulares, o meio-campista Montillo foi autor de um dos gols da vitória do Santos diante do Guarani , neste sábado, na Vila Belmiro. Na semana passada, em Sorocaba, o camisa 10 havia marcado seu primeiro gol com a camisa do time que investiu 6 milhões de euros (cerca de R$ 16 milhões) em sua contratação, e acredita que está cada vez mais pronto para render o esperado.

Em melhores condições físicas, o argentino se apresenta à sua seleção nesta segunda-feira, já que foi convocado para dois compromissos válidos pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2014. Satisfeito com o rendimento atual vestindo a camisa do Santos, Montillo acredita que a tendência é melhorar e o time ser cada vez menos dependente da individualidade de Neymar.

“O gol na semana passada deu bastante confiança, mas o importante é ver o Santos ganhando e ficando nas primeiras posições do campeonato. A gente tem que se acostumar a jogar sem o Neymar e saber que todos procuram o mesmo objetivo de vencer. O Neymar é diferenciado, mas tem que ser utilizado no momento certo, senão ele cansa de ir atrás de todas as bolas”, comentou Montillo, contratado justamente em função das críticas sofridas pelo time, altamente dependente de seu camisa 11 na temporada passada.

Após a partida, pela internet, o argentino dedicou o golaço, marcado após pedalar e bater cruzado ao gol de Renan, ao filho Santino. Herdeiro mais novo de Montillo, Santino completa três anos de idade neste domingo, dia seguinte à vitória que fez o Santos reassumir a liderança do Campeonato Paulista.

Muricy nota evolução, mas quer paciência com jovens Giva e Emerson

Com gols marcados pelos ‘veteranos’ Montillo e André, o Santos venceu o Guarani por 2 a 1 e reassumiu a liderança do Campeonato Paulista

Disposto a dar mais chances aos santistas campeões da Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2013, o técnico Muricy Ramalho escalou o lateral esquerdo Emerson Palmieri como titular e ainda acionou o atacante Giva, que começou do banco de reservas. Com gols marcados pelos ‘veteranos’ Montillo e André, o Santos venceu o Guarani por 2 a 1 e reassumiu a liderança do Campeonato Paulista.

Apesar da ovação da torcida a Giva, que fez boa jogada e quase deixou sua marca, aos 26 minutos do segundo tempo, o comandante recomenda um pouco mais de paciência com as duas promessas. Neste sábado, o experiente Léo já ficou no banco de reservas de Emerson. Já Giva, na próxima quinta-feira, diante do Mirassol, pode receber uma chance com os desfalques de Cícero, suspenso, Neymar e Montillo, que estão com suas seleções para jogos das Eliminatórias.

“Já é o terceiro ou quarto jogo que o Giva joga, é difícil entrar assim como ele entrou, com pouco tempo para jogar, mas é um jogador que está treinando bem, isso anima a gente. Precisamos ter mais paciência para ver ele jogando ainda e saber o que fazer durante o ano”, garantiu Muricy ao falar sobre o atacante. Já Giva dividiu responsabilidades: “Graças a Deus conseguimos vencer o Guarani, isso é o mais importante. Quero continuar trabalhando e tentar dar mais um passo na quinta-feira”.

A respeito de Emerson Palmieri, que recebeu uma chance de ser titular na vaga do lateral Léo, Muricy preferiu ser mais cauteloso e fez uma crítica ao seu rendimento: “O Emerson jogou bem, marcou bem, só faltou subir um pouco ao ataque. Ele começou a receber chances no ano passado, não foi excepcional, mas não podemos dar só uma oportunidade. O Léo a gente conhece, é titular, ídolo. Temos que dar sequência para o garoto”.


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Santos 4 x 2 Guarani

Data: 13/05/2012, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Paulista – Final – Jogo de volta
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo, SP.
Público: 53.749
Renda: R$ 2.667.232,00
Árbitro: Paulo César de Oliveira
Auxiliares: Marcelo Carvalho Van Gasse e Vicente Romano Neto.
Cartões amarelos: Neymar, Juan e Alan Kardec (S); Bruno Recife (G).
Gols: Alan Kardec (01-1), Fabinho (04-1), Neymar (08-1, de pênalti) e Bruno Mendes (16-1); Neymar (26-2) e Alan Kardec (46-2).

SANTOS
Rafael; Henrique, Edu Dracena, Durval e Juan (Léo); Arouca, Ibson, Elano (Felipe Anderson) e Paulo Henrique Ganso; Neymar e Alan Kardec.
Técnico: Muricy Ramalho

GUARANI
Emerson; Bruno Peres, Domingos, André Leone e Bruno Recife; Ewerton Páscoa (Thiaguinho), Fábio Bahia, Danilo Sacramento e Medina (Max Pardalzinho); Bruno Mendes (Ronaldo) e Fabinho.
Técnico: Oswaldo Alvarez



Santos confirma vantagem, dá “olé” e leva o Tri do Paulista

Com dois gols de Neymar e dois de Kardec, time venceu Guarani por 4 a 2 e conquistou o estadual no Morumbi

O que tem virado rotina ultimamente aconteceu no Morumbi. Com goleada e olé, o Santos conseguiu confirmar a vantagem conquistada no primeiro jogo da final, venceu o Guarani por 4 a 2 e levou o terceiro título consecutivo do Campeonato Paulista . O feito da geração Neymar , conquistado neste domingo, iguala o alcançado pelo time de era Pelé, que conseguiu dois tricampeonatos na década de 1960.

Num Morumbi que não lotou, mas esteve cheio, com 53 mil torcedores, a maioria santista viu o time vencer o quinto título da era Neymar. Com a vantagem conquistada na vitória da primeira final, por 3 a 0, a torcida do Santos chegou ao estádio já em festa. Faixas e camisas comemorativas ao título eram vendidas em frente ao Morumbi horas antes da partida começar.

Os gols começaram a surgir logo no início do jogo. Com o rival precisando vencer, o Santos aproveitou os contra-ataques. Assim, marcou com Alan Kardec logo no primeiro minuto da final.

A facilidade que encontrava no ataque, não era a mesma na defesa. Em duas falhas, primeiro do goleiro Rafael e depois de Durval , o Guarani fez os seus gols. “Time experiente não pode errar assim”, reclamava o capitão do time, Edu Dracena , na saída do campo para intervalo.

No segundo tempo, o Santos se corrigiu, acalmou a partida, eliminou os erros e segurou o placar dominando a bola, atacando as vezes e impedindo avanços do Guarani. Assim, voltou a ficar a frente no placar, com mais um gol de Neymar e outro de Alan Kardec.

Se não chegou a se poupar, o time evitou riscos. Motivo para isso teve. Na próxima quinta-feira, enfrenta o Velez, na Argentina, pelas quartas de final da Libertadores da América.

O jogo

Em campo, um minuto de jogo foi suficiente para o Guarani ver que sempre que algo está ruim ainda pode piorar. No primeiro ataque santista, Neymar trabalhou como armador. Na frente da área, atacante driblou e, ficou de costas para o gol e viu Elano livre na direita. O meia recebeu e de primeira tocou para a área. A bola sobre para Alan Kardec tocar para o gol.

A necessidade de fazer quatro gols e não levar mais nenhum desanimou ainda mais os cerca de três mil torcedores do clube de Campinas. Os jogadores, entretanto, não deixaram de tentar. Aos 4 minutos, Fabinho empatou a partida, após falha de Rafael, que deixou a bola escapar de suas mãos após cruzamento e deixou o rival marcar.

Dois minutos depois, o Santos voltou a ficar à frente no placar. Em jogada de Juan na área, Bruno Peres tocou com a mão na bola e Paulo César de Oliveira marcou pênalti. Neymar cobrou e marcou o segundo gol santista.

O abismo entre Santos e Guarani, que agora precisava fazer quatro gols não impediu o time de Campinas de jogar. Alias, sendo melhor até que o rival. Aos 16 minutos, voltou a igualar o placar com gol de Bruno Mendes, depois de falha de Durval.

Mesmo sem alterações no intervalo, Muricy Ramalho conseguiu mudar a forma de jogar do Santos, que deixou de ser passivo no segundo tempo e voltou a ter mais posse no jogo. Com calma e a genialidade de Neymar, os santistas marcaram o terceiro gol.

O atacante recebeu a bola dentro da área e, aos 26 minutos do segundo, deu a vantagem ao Santos. O que veio depois foi a festa, com direito a dribles e firulas no campo, mais um gol de Alan Kardec e gritos de olé nas arquibancadas.

Santos conquista o tri e se iguala ao São Paulo com 20 títulos na história

Em 2005, data do último troféu do Tricolor, Peixe estava cinco conquistas atrás. Ainda faltam dois para chegar no Palmeiras e seis no Corinthians

A lista dos maiores campeões paulistas até 2005 colocava o Santos longe de seus maiores adversários. O São Paulo, após a conquista daquele ano, chegou ao seu vigésimo troféu, e abriu cinco títulos de diferença em relação ao Peixe – com este número, o Tricolor aparecia de forma isolada na terceira colocação entre os maiores do estado. Na época, poucos acreditavam que o alvinegro praiano conseguiria igualar a marca tão rapidamente. Mas conseguiu. Com a conquista deste domingo, após vencer o Guarani na decisão, o Santos subiu uma posição na tabela e se igualou ao São Paulo.

Este número gera um pouco de polêmica e nem todos concordam com ele, já que o time do Morumbi computa o título de 1931, vencido pelo São Paulo da Floresta, um dos clubes que deram origem ao atual. O desentendimento é devido ao São Paulo ter sido fundado em 1935 – como explicar, portanto, um título de quatro anos antes?

Além deste, existe a conquista do Supercampeonato Paulista, em 2002. Naquele ano, houve um torneio Rio-São Paulo com 16 times (sendo nove paulistas). No estadual entraram em campo apenas os times do interior. No Supercampeonato, Corinthians, Palmeiras e São Paulo jogaram um quadrangular com o Ituano, que venceu a competição com os menores. O Tricolor sagrou-se campeão.

De qualquer forma, o time da Baixada ainda está a duas conquistas de chegar no Palmeiras, com 22. Para ser o maior vitorioso do Campeonato Paulista, a coisa vai ser um pouco mais difícil. Atualmente com 20 títulos, o Santos precisa vencer mais seis para igualar o Corinthians, clube paulista que acumula mais conquistas na história da competição.

Mas as chances de subir alguns postos nas próximas temporadas são grandes. O Peixe ostenta uma hegemonia respeitável nas últimas edições. O time é o atual tricampeão. Desde 2010 o troféu está exposto no Memorial de Conquistas da Vila Belmiro. Se levar em conta as últimas sete edições da competição, os números são ainda mais surpreendentes. Cinco vezes os santistas levantaram a taça. Após o bicampeonato em 2006-07, o Palmeiras conquistou o título no ano seguinte e o Corinthians em 2009.

Destes campeões, apenas um conseguiu o título quatro vezes consecutivas: o Paulistano (1916-17-18-19). Alguns clubes são tricampeões. O Corinthians conseguiu três vezes o tri, e Palmeiras e São Paulo Athletic, uma vez cada. A conquista deste domingo coloca o Peixe ao lado do Timão como paulista com mais tris.

Após conquistar o Paulista, Santos quer repetir era Pelé na Libertadores

Próximo objetivo do time da Vila Belmiro é ganhar o principal torneio de clubes do continente pela segunda vez seguida

O Santos fez história neste domingo ao vencer o Guarani e conquistar o terceiro título consecutivo do Campeonato Paulista. Desde a era Pelé, o time da Vila Belmiro não comemorava o tricampeonato estadual. Agora, Neymar, Ganso e companhia querem repetir um feito ainda maior: ganhar pela segunda vez seguida a Copa Libertadores.

Com o melhor jogador da história do futebol, o Santos faturou a Copa Libertadores em 1962 e 1963. Primeiro, o time brasileiro derrotou o Peñarol na decisão. No ano seguinte, a vítima foi o Boca Juniors.

Por coincidência, em 2011, o Santos comemorou o título da principal competição de clubes do continente justamente contra o Peñarol. De quebra, a equipe comanda pelo técnico Muricy Ramalho pode decidir o título desta edição contra o Boca Juniros.

Para isso, o Santos precisa eliminar o Veléz, nas quartas de final, e passar pelo vencedor do duelo entre Corinthians e Vasco. Já o Boca tem de eliminar o Fluminense e despachar o vencedor de Universidad de Chile e Libertad.


Vídeo: (1) Gols e (2) melhores momentos.

Guarani 0 x 3 Santos

Data: 06/05/2012, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Paulista – Final – Jogo de ida
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo, SP.
Público: 40.146 pagantes
Renda: R$ 1.849.376,00
Árbitro: Wilson Luiz Seneme
Auxiliares: Carlos Augusto Nogueira Junior e Fábio Rogério Baesteiro
Adicionais: Flávio Rodrigues Guerra e Vinicius Furlan
Cartões amarelos: Ewerton Páscoa e Fabio Bahia (G); Adriano e Henrique (S).
Gols: Paulo Henrique Ganso (42-1); Neymar (20-2) e Neymar (46-2).

GUARANI
Emerson; Bruno Peres (Thiaguinho), Domingos, Neto (André Leone) e Bruno Recife; Ewerton Páscoa (Willian Favoni), Fábio Bahia, Danilo Sacramento e Medina; Fabinho e Bruno Mendes.
Técnico: Vadão

SANTOS
Aranha; Henrique, Edu Dracena, Durval e Juan; Adriano, Arouca, Elano (Ibson) e Paulo Henrique Ganso; Neymar e Alan Kardec.
Técnico: Muricy Ramalho



Com gols de Neymar e Ganso, Santos vence Guarani no 1º jogo da final

Time da Baixada pode até perder no próximo domingo que ainda assim será tricampeão paulista

O Guarani até jogou de igual para igual com o Santos por alguns momentos neste domingo, pela final do Campeonato Paulista . Quem tem jogadores como Neymar e Paulo Henrique Ganso , porém, acaba desequilibrando. Foram dos craques os gols da vitória santista por 3 a 0 no estádio do Morumbi, pelo primeiro jogo da decisão. O camisa 10 fez o primeiro, com um lindo chute de fora da área, enquanto o atacante ampliou aos 19min e nos acréscimos da segunda etapa. A equipe de Campinas jogou sem Fumagalli e Oziel , dois de seus principais destaques durante o Paulistão.

Agora, o Santos pode até perder por dois gols de diferença na segunda partida da final que ainda assim será tricampeão estadual, repetindo os feitos dos grandes esquadrões dos anos 60. O Guarani, por sua vez, tem missão muito difícil: precisa ganhar por pelo menos três gols para ter chance de tentar o título nos pênaltis. Só uma vitória por quatro tentos ou mais dá o título direto.

Outro destaque do duelo foi o novo recorde de Neymar. Com os dois tentos deste domingo, o camisa 11 alcançou 104 pelo Santos e empatou com os maiores goleadores do clube (Serginho Chulapa e João Paulo) na era pós-Pelé.

O segundo jogo da final está marcado para o próximo domingo, também às 16h (horário de Brasília). No meio da semana, porém, o time da Baixada recebe o Bolívar, do Bolívia, pela Copa Libertadores . Após perder por 2 a 1 em La Paz, o clube alvinegro precisa de uma vitória por 1 a 0 ou qualquer triunfo por dois ou mais gols de diferença para avançar às quartas de final. O duelo será na quinta, às 19h30. O Guarani terá a semana inteira para trabalhar.

O jogo

A partida começou com Neymar endiabrado. Logo em seu primeiro lance, o camisa 11 arrancou, passou por quatro adversários e foi derrubado na meia-lua, amarelando o volante Fábio Bahia . Na cobrança da infração, Elano mandou no travessão e por muito pouco não abriu o placar. Depois do lance, porém, o time de Campinas acertou sua marcação e não deu mais tantos espaços aos santistas, que chegavam nos passes de Paulo Henrique Ganso . O alviverde tentava contra-ataques com o veloz Fabinho , mas Durval e Edu Dracena também protegiam bem a meta santista. Em um dos raros deslizes da dupla, aos 15min, Medina ficou em ótima condição para finalizar, mas mandou por cima do gol de Aranha.

Com a partida muito equilibrada, Guarani e Santos buscavam abrir o placar na bola parada. A equipe campineira levou perigo após cobrança de falta de Danilo Sacramento, enquanto o time da Baixada por pouco não marcou com Edu Dracena, aproveitando escanteio. Com marcação pegada, o duelo ficou nervoso e os cartões amarelos começaram a sair em série do bolso do árbitro Wilson Luiz Seneme, inflamando os treinadores. Aos 35min, o atacante Alan Kardec pediu pênalti após trombada com o zagueirão Domingos , mas o jogo seguiu. Quando o primeiro tempo parecia que ia acabar zarado, Paulo Henrique Ganso achou uma chutaço de fora da área e mandou no ângulo de Emerson para levar os santistas em vantagem para o vestiário.

O Guarani voltou com tudo na etapa complementar e assustou logo no primeiro minuto: o lateral Bruno Recife mandou forte, de fora da área, mas Aranha espalmou e ainda viu a bola bater na trave. O clube praiano respondeu em cobrança de falta de Elano, mas Emerson mandou para escanteio. A partir daí, o alvinegro – que mais uma vez atuou com o uniforme azul – controlou a equipe campineira e dominou o jogo, com mais de 60% da posse de bola. E o castigo do Guarani, que sentia a falta de Oziel e Fumagalli , não demorou a sair: aos 19min, Ganso recebeu bom passe, invadiu a área e tentou driblar Emerson. O arqueiro até evitou, mas a bola sobrou limpa para Neymar empurrar para as redes.

Abalada, a equipe alviverde não conseguia esboçar reação, e ainda era vítima dos dribles de Neymar. O camisa 11 aplicou uma “lambreta” em cima do lateral Bruno Peres, irritando o zagueiro Domingos. Com a cabça no confronto decisivo na quinta-feira, contra o Bolívar-BOL, pela Copa Libertadores, o Santos apenas controlou o jogo e esperou o tempo passar para garantir sua vitória por 2 a 0. O Guarani agora terá que vencer por três gols de diferença no próximo domingo para conseguir ser campeão paulista.

Bastidores – Santos TV:

Com 104 gols, Neymar iguala maiores artilheiros da era pós-Pelé

Atacante do Santos fez homenagem a Serginho Chulapa, que será ultrapassado em breve

Com os dois gols marcados na vitória por 3 a 0 do Santos sobre o Guarani , neste domingo, no Morumbi, pelo primeiro jogo da final do Campeonato Paulista , Neymar se igualou a Serginho Chulapa e João Paulo como maior artilheiro do clube na era pós-Pelé. O atacante chegou a 104 tentos em sua trajetória pelo time da Vila Belmiro e saiu satisfeito com o feito alcançado.

Feliz, Neymar foi cercado por um “batalhão” de repórteres ao final da partida e explicou a comemoração do seu segundo tento, o terceiro santista diante da equipe de Campinas. “Foi para o Serginho Chulapa, porque ele comemorava os gols dele desse jeito (sacudindo os dois braços ao mesmo tempo). E foi para o João Paulo também”, disse o atacante, citando os dois maiores artilheiros da era pós-Pelé.

O camisa 11 alvinegro, que antes de a bola rolar havia prometido “ousadia e alegria” dentro de campo, quer continuar ajudando a sua equipe a conquistar títulos e atingir novas metas, principalmente por esse ser o ano do centenário do clube.

“Espero que venha mais. Estou trabalhando muito todos os dias para melhorar os números e ganhar cada vez mais títulos”, concluiu Neymar, antes de partir para os vestiários do Morumbi. Dos 104 gols que anotou pelo Santos, o camisa 11 fez 40 em Brasileirões, 39 em Paulistas, 12 em Copas do Brasil, 11 em Copas Libertadores, um no Mundial de clubes da Fifa 2011 e um em amistoso.

O segundo jogo da final está marcado para o próximo domingo, também às 16h (horário de Brasília). No meio da semana, porém, o time da Baixada recebe o Bolívar, do Bolívia, pela Copa Libertadores. Após perder por 2 a 1 em La Paz, o clube alvinegro precisa de uma vitória por 1 a 0 ou qualquer triunfo por dois ou mais gols de diferença para avançar às quartas de final. O duelo será na quinta, às 19h30.

Jogadores do Guarani tentam acreditar em “missão possível” na volta

Goleiro Emerson diz que, enquanto houver “1% de chance”, time vai tentar virar contra o Santos

Após perder por 3 a 0 no primeiro jogo da final, o Guarani precisa vencer por ao menos três gols de diferença na partida de volta, no próximo domingo, para evitar o título do Santos no Paulistão . Para que a decisão não vá aos pênaltis, a vantagem terá que ser acima de quatro. Uma missão que soa impossível, mas os jogadores do clube campineiro tentam se convencer do contrário.

“Enquanto houver chance, que seja de 1%, tem como acontecer, pode acontecer. Tudo é possível”, disse o goleiro Emerson , que foi vazado por Ganso e Neymar (duas vezes) na derrota deste domingo por 3 a 0. A receita do arqueiro é descansar, porque “a missão não vai ser fácil” – ao longo de toda a competição, o Guarani não venceu nenhuma partida por três gols de vantagem.

O camisa 10 Medina , que substituiu o lesionado Fumagalli , concorda com o companheiro. “Vai ser complicado, mas não está acabado. Ficou difícil, mas não impossível”, disse o meia, que perdeu ótima oportunidade de abrir o placar no primeiro tempo, isolando bola à frente de Aranha.

Para dificultar o objetivo na segunda partida no Morumbi, o Guarani provavelmente não poderá contar com o zagueiro Neto , um de seus destaques na campanha do Campeonato Paulista. O beque foi substituído aos 22 minutos da primeira etapa e tem suspeita de distensão muscular.

Em análise logo após o apito final, ainda no gramado, o técnico Vadão apontou o Santos com “99% de chance de ser campeão”. De qualquer modo, satisfeito pelo desempenho, mas aborrecido pelo resultado final, ele prometeu estudar alguma maneira de surpreender o adversário, que poderá chegar mais desgastado após compromisso pela Copa Libertadores.

Guarani 0 x 2 Santos

Data: 29/02/2012, quarta-feira, 19h30.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 11ª rodada
Local: Estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas, SP.
Público: 10.720 pagantes
Renda: R$ 160.047,00
Árbitro: Vinícius Gonçalves Dias Araújo
Auxiliares: Alexandre Basílio Vasconcellos e Rodrigo Soares Aragão
Adicionais: Leandro Bizzio Marinho e Welton Orlando Wohnrath
Cartões amarelos: Juan (S).
Gols: Ibson (06-1) e Arouca (44-2).

GUARANI
Emerson; Bruno Peres (Max Pardalzinho), Domingos, Neto e Bruno Recife; Wellington Monteiro (André Leone), Fábio Bahia, Danilo Sacramento e Fumagalli; Fabinho e Ronaldo (Bruno Mendes).
Técnico: Oswaldo Alvarez

SANTOS
Aranha; Crystian (Anderson Carvalho), Edu Dracena, Durval e Juan; Henrique, Arouca, Ibson (Tiago Alves) e Elano; Alan Kardec e Dimba (Felipe Anderson).
Técnico: Muricy Ramalho



Desfalcado, Santos supera o Guarani e vence a sexta seguida

Mesmo sem Neymar e Ganso, que jogaram pela seleção brasileira na terça-feira, o time da Baixada fez 2 a 0 em Campinas

Repleto de desfalques, o Santos encontrou muitas dificuldades, mas conseguiu sair vitorioso da partida contra o Guarani. Com gols dos volantes Ibson e Arouca, o time da Vila Belmiro derrotou o Bugre, por 2 a 0, na noite desta quarta-feira, no Estádio Brinco de Ouro da Princesa.

Com essa vitória, independentemente dos demais resultados da rodada, os santistas ultrapassaram o Guarani na tabela de classificação. O Alvinegro Praiano alcançou os 24 pontos e, provisoriamente, ocupa a segunda posição. O Bugre, com 22 pontos ganhos, também foi ultrapassado pelo Mogi Mirim e é o quarto colocado.

Na próxima rodada, o Santos joga pela primeira vez em sua casa, recebendo o Corinthians, domingo, às 16 horas (horário de Brasília), na Vila Belmiro. Já os campineiros visitam o Bragantino, um dia antes, no Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista.

O jogo

Mesmo com os desfalques de Rafael, Fucile, Ganso, Neymar e Borges – o goleiro, o meia e o atacante com a seleção brasileira e o lateral uruguaio com a Seleção de seu país –, os santistas começaram melhor a partida e abriu o placar logo no começo do jogo. Aos seis minutos, o jovem Dimba, substituto de Borges, gripado, ajeitou um levantamento vindo da esquerda com o peito para a finalização precisa do volante Ibson: 1 a 0.

Entusiasmado com a vantagem aberta sobre oi Guarani, o Peixe quase ampliou, aos 12. O lateral esquerdo Juan arriscou da intermediária, exigindo uma boa defesa do goleiro Emerson. Atento, o camisa 1 do Bugre espalmou a bola, afastando o perigo em volta do seu gol.

Os donos da casa responderam aos 17, quase chegando ao empate. Fumagalli lançou Fabinho em profundidade, o atacante levou a melhor sobre a zaga rival, mas a sua finalização não foi correta e a bola saiu ao lado do gol de Aranha.

Minutos mais tarde, aos 26, o Guarani assustou mais uma vez. Danilo cruzou pela esquerda, Fumagalli subiu mais alto que a defesa alvinegra e a bola passou raspando a trave dos visitantes.

Com o Santos encontrando dificuldades para se articular no meio-campo na parte final do primeiro tempo, o Bugre aproveitou o bom momento e começou a tentar o gol de todas as formas. Aos 33, Wellington Monteiro soltou a bomba, Aranha quase foi traído pela curva da bola, mas se recuperou a tempo de fazer a defesa.

Pressionando o Peixe em busca do empate, o Guarani desperdiçou mais uma grande oportunidade aos 39. Explorando as costas do lateral Crystian, Bruno Recife cruzou na medida para Ronaldo, mas o centroavante da equipe campineira cabeceou mal, perdendo a chance de empatar o confronto para o Bugre.

Insatisfeito com a produção de Dimba, mesmo com o jovem atacante tendo feito a assistência para o gol de Ibson, o técnico Muricy Ramalho lhe retirou do jogo. Aos 44, o meia Felipe Anderson entrou no lugar de Dimba, com a missão de jogar em cima de Bruno Recife, impedindo as suas constantes subidas ao campo de ataque.

Na etapa complementar, o panorama do duelo continuou o mesmo. Só que com os ajustes feitos por Muricy, a pressão do Guarani já não tinha o mesmo grau de intensidade, apesar do esforço dos donos da casa.

Com 21 minutos, o Alvinegro Praiano perdeu o lateral direito Crystian, lesionado. O volante Anderson Carvalho entrou na sua vaga, com Henrique sendo deslocado do meio-campo para a ala. Pouco depois, o técnico do Bugre, Oswaldo Alvarez, o Vadão, resolveu mexer no seu time. Max Pardalzinho e Bruno Mendes entraram nos lugares de Bruno Peres e Ronaldo, respectivamente.

Com as alterações, o time da casa melhorou e quase chegou ao empate, aos 28. O zagueiro Domingos, ex-Santos, fez boa jogada pelo lado direito e cruzou para a área, em busca de Bruno Mendes. O centroavante do Guarani ganhou na disputa aérea de Aranha e quase deixou a sua marca.

Na pressão, o Bugre assustou novamente, desta vez em cobrança de falta. O veterano Fumagalli bateu com perigo para o gol e Aranha, atento, salvou a sua equipe de sofrer o gol de empate.

Vendo o adversário sufocando o seu time, Muricy Ramalho resolveu tentar colocar o Peixe um pouco mais a frente, com a entrada do atacante Tiago Alves na vaga de Ibson, aos 39.
Só que o Guarani continuou pressionando e o gol de empate quase saiu, aos 42. Danilo Sacramento arriscou da entrada da área e quase empatou a partida.

E, além de se defender bem, os santistas ainda encontraram tempo para voltar a balançar as redes, antes do apito final. Aos 44, em rápido contra-ataque, Alan Kardec deu a assistência para Arouca driblar o goleiro e completar para o gol, decretando a sexta vitória consecutiva dos alvinegros no Paulistão.

Guarani 0 x 0 Santos

Data: 19/09/2010, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 23ª rodada
Local: Estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas, SP.
Público: 10.998
Renda: R$ 240.725,00
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (Asp. Fifa-SP).
Auxiliares: Carlos Augusto Nogueira Júnior e Danilo Ricardo Simon Manis (ambos de SP)
Cartões amarelos: Renan, Reinaldo e Fabão (G); Edu Dracena, Tiago Luís e Léo (S).

GUARANI
Douglas; Apodi, Fabão, Ailson e Márcio Careca; Renan, Paulo Roberto, Baiano (Fabiano) e Mário Lúcio (Reinaldo); Geovane (Rodrigo Heffner) e Ricardo Xavier
Técnico: Vagner Mancini

SANTOS
Rafael; Maranhão, Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Danilo, Alex Sandro e Marquinhos (Alan Patrick); Madson (Marcel) e Zé Eduardo (Tiago Luís)
Técnico: Dorival Júnior



Em jogo fraco, Guarani e Santos empatam sem gols

Sem Neymar, afastado, santistas não conseguiram furar bloqueio bugrino em Campinas

A partida entre Guarani e Santos não foi um jogo com grandes oportunidades de gol. Por causa disso o resultado não poderia ser outro que não o 0 a 0, em duelo realizado na tarde deste domingo, no Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas.

Com esse empate, o Santos permanece na sexta posição no Campeonato Brasileiro, agora com 35 pontos. Já o Guarani continua na nona colocação, só que agora com 30 pontos.

Na próxima rodada, os santistas voltam a campo em um clássico contra o Corinthians, quarta-feira, às 22 horas (horário de Brasília), na Vila Belmiro. Enquanto isso, os campineiros enfrentam o São Paulo, também na quarta, só que às 19h30, no Morumbi.

O jogo

Sem Neymar – suspenso pela diretoria como forma de punição pela polêmica com o técnico Dorival Júnior – e apostando num ataque com dois jogadores de mais velocidade, casos de Madson e Zé Eduardo, o Santos tentou tomar a iniciativa da partida. Porém, com a boa marcação do Guarani e a falta de criatividade do meio-campo santista – do lado do Bugre, houve o mesmo problema -, o jogo foi caminhando sem muitas emoções.

Tanto isso é verdade que, a primeira chance de gol do confronto só foi surgir aos 31 minutos. Madson recebeu a bola na entrada da área e tocou para Zé Eduardo que, na saída do goleiro Douglas, tentou encobri-lo, mas acabou mandando a bola para fora.

Antes do intervalo, apenas mais um lance mereceu maior destaque. Aos 37, Madson apareceu de novo, invadindo a área com a bola dominada e finalizando rasteiro, cruzado, para boa defesa de Douglas.

Na volta para a etapa complementar, o Santos voltou a assustar o gol de Douglas. Desta vez, em um chute de fora da área de Marquinhos. Aos quatro, a bola foi rolada para o meia que, de frente para o gol, soltou a bomba, exigindo uma grande defesa do arqueiro bugrino.

Mas, com a partida ainda em ritmo lento, os dois treinadores resolveram mexer em suas equipes. No Santos, aos 15, Dorival Júnior sacou Marquinhos para a entrada de Alan Patrick. Dois minutos depois, o técnico santista tirou Zé Eduardo para colocar Tiago Luís em campo. No Guarani, aos 16, Vagner Mancini trocou o meia Mário Lúcio para a entrada de um atacante, Reinaldo. Mais tarde, aos 23, Baiano foi substituído por Fabiano.

Aos 26, mais uma vez o Santos teve uma boa oportunidade, em uma finalização de fora da área. Alan Patrick arriscou o chute buscando o ângulo direito e Douglas, bem posicionado, conseguiu espalmar a bola para escanteio.

No minuto seguinte, Dorival sacou Madson para a entrada do centroavante Marcel no Peixe. No Bugre, aos 31, Mancini tirou o atacante Geovane para que o lateral direito Rodrigo Heffner viesse para o jogo.

Aos 38, foi a vez do Guarani assustar, com Márcio Careca. O lateral esquerdo pegou o rebote de um arremate de Fabão, com um chute que passou rente a trave direita de Rafael. Os dois times ainda buscaram o gol, porém, a falta de pontaria acabou sendo determinante para que o 0 a 0 perdurasse até o final da partida no placar.