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Santos 1 x 1 Palmeiras

Data: 19/07/2018, quinta-feira, 20h00.
Comptição: Campeonato Brasileiro – 13ª rodada
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 26.417 pessoas (23.572 pagantes e 2.845 não pagantes).
Renda: R$ 748.458,00
Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva (Fifa)
Auxiliares: Hélcio Araújo Neves e Heronildo Freitas da Silva.
Cartões amarelos: Alison, Léo Cittadini, Jean Mota e Rodrygo (S); Lucas Lima, Antônio Carlos, Gustavo Scarpa, Deyverson e Felipe Melo (P).
Gols: Lucas Lima (05-1) e Gustavo Henrique (29-2).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, David Braz e Dodô; Alison (Léo Cittadini), Jean Mota e Rodrygo (Yuri Alberto); Bruno Henrique, Gabriel e Eduardo Sasha (Copete).
Técnico: Jair Ventura

PALMEIRAS
Weverton; Marcos Rocha, Antônio Carlos, Edu Dracena e Diogo Barbosa; Felipe Melo, Bruno Henrique e Lucas Lima (Artur); Gustavo Scarpa, Hyoran (Jean) e Willian (Deyverson).
Técnico: Roger Machado



Lucas Lima marca, mas Palmeiras cede empate ao Santos no Pacaembu

Ruim para os dois lados. Nesta quinta-feira, Santos e Palmeiras duelaram no Pacaembu e empataram por 1 a 1 no primeiro jogo de cada equipe no Campeonato Brasileiro após a pausa da Copa do Mundo. O Verdão abriu o placar com o ex-alvinegro Lucas Lima, mas deixou cair o ritmo na segunda etapa, perdeu chances claras e sofreu empate, anotado por Gustavo Henrique.

O jogo:

O clássico sempre é um teste para Palmeiras e Santos, mas no duelo desta quinta-feira, a prova de fogo foi ainda maior. No primeiro jogo após a parada do Mundial, os dois times ‘estrearam’ novas formações, com planos táticos inéditos. Pelo que apresentaram especialmente na primeira etapa, porém, a impressão foi de que apenas o Verdão soube utilizar o tempo livre.

Pela primeira vez em um jogo oficial em 2018, o time de Roger Machado foi escalado com três meias criativos. No início da partida, a opção parecia que seria um problema, já que o Alviverde entrou em campo disposto a contra-atacar, mas sem ter a velocidade de pontas rápidos como Keno e Dudu.

O Palestra, entretanto, não demorou para achar uma solução, claramente treinada durante a pausa. Com seis minutos, Willian, o mais veloz do setor ofensivo alviverde, abriu pela direita, recebeu uma bola longa e fez grande jogada. Enquanto Bigode driblava o marcador, Lucas Lima entrou pelo meio, na posição do camisa 29, recebeu o passe, girou e bateu no canto.

Não foi o primeiro clássico de Lucas Lima vestindo a camisa do Palmeiras contra seu ex-clube, tampouco a primeira vez em que foi hostilizado pelas arquibancadas alvinegras, mas ao contrário dos últimos duelos, o meia mostrou ‘raiva’ do rival e o futebol que lhe trouxe ao Verdão. Prova disso foi a comemoração, mostrando seu nome e número, e batendo no que ele mesmo disse ser “o escudo do Maior Campeão do Brasil”.

Tendo o camisa 20 inspirado no primeiro tempo, o Palmeiras apresentou seu ‘novo’ estilo de jogo. Em mais de uma oportunidade, a equipe trocou passes em sequência por mais de um minuto, colocando os adversários ‘na roda’, mas pecando na objetividade para chegar ao gol. A atuação impecável da zaga até então e a falta de criatividade praiana contribuíram para o domínio alviverde.

Do outro lado, o Peixe de Jair Ventura, que treinou durante toda a intertemporada com quatro atacantes, se mostrou desorganizado. Sem meio-campo, o Santos assustou apenas em jogadas individuais e abusou nos cruzamentos. Nada construído pelo meio, onde o atacante Rodrygo tentou ser armador.

Na etapa final, pela queda do Palmeiras, o jogo se equilibrou. O Santos seguiu assustando apenas em cruzamentos para a área, mas o Verdão deixou cair o nível físico e de concentração. A equipe passou a não recompor defensivamente como antes, não se movimentar para receber na frente e errar muitos passes.

E foi justamente nesta situação que o gol de empate do Santos aconteceu. Gustavo Scarpa errou assistência no ataque, o Peixe puxou o contra-golpe e Dodô foi derrubado na entrada da área. Na cobrança, Victor Ferraz acertou seu primeiro levantamento no jogo, mas Antônio Carlos afastou. No rebote, Dodô tocou de cabeça, e Felipe Melo desviou contra o próprio travessão. A bola ainda sobrou para Gustavo Henrique, que precisou apenas tocar de cabeça para empatar.

Com o 1 a 1 no placar, Roger colocou Deyverson na vaga do lesionado Willian. Artur e Jean também entraram nos lugares de Hyoran e Lucas Lima. Assim, o Palmeiras passou a ‘imitar’ a atuação santista e apostar nas bolas levantadas para a área.

Em cruzamentos, Deyverson quase marcou, mas Vanderlei fez milagre. Depois, o garoto Artur acertou a trave, mas a pressão palestrina, já pouco organizada, não foi suficiente para o Verdão retomar o Brasileirão com vitória. Do lado alvinegro, ficou o gosto amargo pelo gol sofrido do ex-ídolo, mas o alento do empate em um duelo que o Peixe não teve boa atuação.

Jair exalta “coragem” e parabeniza Santos por empate no clássico

O técnico Jair Ventura valorizou o empate do Santos em 1 a 1 com o Palmeiras nesta quinta-feira, no Pacaembu, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. A “coragem” do time foi destacada.

“Santos lutou, criou, foi corajoso e como um time assim, correu riscos no na transição, mas faz parte. Quero parabenizar os jogadores”, disse o técnico, em entrevista coletiva.

Jair analisou a opção tática por quatro atacantes contra os três meias do Verdão. Na visão do treinador, foi um duelo entre a supremacia no meio e os espaços pelas laterais.

“O Palmeiras que vinha jogando com Dudu e Keno, passou a jogar com três meias. E entramos com quatro atacantes, com objetivo de explorar a situação. Eles ganham o meio com Felipe e Bruno e abrem espaço pelos dois corredores laterais, por isso os quatro atacantes. São laterais ofensivos os dois deles, Diogo Barbosa conheço bem. Foi um jogo onde o Palmeiras juntou três meias que todos querem, eles têm três. Ganhando o corredor. Nós ganhamos o lado do campo. Esperávamos a intensidade deles no começo do jogo, Roger fala isso. No erro nosso, eles marcaram o gol. Mas começamos em cima”, explicou.

Jair elogia Ruiz e chama Yuri de novo raio, mas volta a pedir um 9 no Santos

Jair Ventura analisou pela primeira vez a contratação de Bryan Ruiz. O técnico do Santos destacou o passe e a bola parada do meia e admitiu que gostaria de contar com ele para já. O costarriquenho ganhou uma semana de descanso e se apresentará no CT Rei Pelé na próxima semana.

“Tenho de aguardar o Bryan Ruiz. Queria o jogador o mais rápido possível. Fico incomodado em falar, porque parece que o grupo não está bom, porém pedimos reforços, porque saíram 23 atletas e chegaram três. Temos de vencer, e buscar o alto da tabela. O Bryan chega para somar, é importante. Um camisa 10 que tem uma boa parada e tem qualidade para fazer gols. O desgaste mental da Copa é muito grande, importante as férias e vai nos ajudar bastante”, disse Jair, em entrevista coletiva nesta quinta-feira, após o empate em 1 a 1 com o Palmeiras.

Feliz com as chegadas de Carlos Sánchez e Ruiz, o treinador voltou a pedir a chegada de um centroavante, sem deixar de destacar o único ofício no elenco: Yuri Alberto, o “novo raio”.

“Se eu tivesse um 9 de ofício, ele (Eduardo Sasha) teria mais oportunidades, porém tenho um menino que é o Yuri Alberto. Será que todos os meninos de 17 anos estão bem? O Santos é um dos maiores clubes formadores do mundo. Yuri entrou bem na partida e foi bem lá no México. Gosto muito dele, é um novo raio, um menino fantástico. De repente, ainda não está em uma maturação como o Rodrygo. Colocamos o Rodrygo de uma maneira gradativa, dentro de uma situação. O Giroud foi um dos piores da Copa, não acertou finalização e foi campeão do Mundo (pela França). Se tivéssemos um 9, o Sasha estaria fazendo gol. Ele tem uma importância no time”, explicou o treinador.

Rodrygo sai de campo carregado, mas Santos não teme lesão grave

Com fortes dores no joelho direito, Rodrygo foi substituído no segundo tempo do empate do Santos em 1 a 1 com o Palmeiras nesta quinta-feira, no Pacaembu. A primeira avaliação do departamento médico do Peixe, porém, não prevê nada grave.

O atacante do alvinegro sofreu uma pancada no joelho e foi sacado para a entrada de Yuri Alberto aos 21 minutos da etapa final. A joia passará por exame de ressonância magnética, provavelmente nesta sexta-feira.

O Santos voltará a campo para enfrentar a Chapecoense neste domingo, às 19h (de Brasília), na Arena Condá, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro. A presença de Rodrygo é incerta. Alison, suspenso, é desfalque certo. Diego Pituca volta a ficar à disposição do técnico Jair Ventura após ausência devido ao terceiro cartão amarelo.

Gabigol aguarda por Bryan Ruiz e diz que acha que é o camisa 10 do Santos

A camisa 10 do Santos rendeu uma pequena polêmica nos últimos dias. Bryan Ruiz foi apresentado com o número, mas Gabigol não foi consultado. O Menino da Vila elogia o reforço costarriquenho e acredita que continuará com o mesmo uniforme.

“Não fui comunicado, ninguém falou comigo sobre isso. Pelo que falaram, eu sou o camisa 10. Independentemente do número, o que importa é o escudo, é o jogador que vem pra somar. Estou muito ansioso para que ele chegue. É um jogador de Copa do Mundo que vai ajudar a gente. O Santos está bem servido”, disse Gabriel, após o empate em 1 a 1 com o Palmeiras, nesta quinta-feira, no Pacaembu.

Na coletiva de apresentação e em entrevista para seu próprio site, Ruiz comemorou o recebimento do número 10, mas adotou o mesmo discurso de Gabriel: o que importa é o escudo.

Bryan Ruiz ganhou uma semana de descanso e se apresentará no CT Rei Pelé na próxima semana, quando saberá qual número vestirá no alvinegro. O meia não teve férias entre o fim da temporada europeia pelo Sporting-POR e a disputa da Copa do Mundo da Rússia pela Costa Rica.

Santos vê confusão no Pacaembu como “inadmissível” e promete mudanças

O torcedor do Santos teve dificuldade para assistir ao clássico contra o Palmeiras nesta quinta-feira, no Pacaembu. Um ataque virtual comprometeu a venda de ingressos pela internet. E o acesso ao estádio foi caótico com filas quilométricas e catracas quebradas. Muitos entraram ao final do primeiro tempo.

O Peixe promete assumir maior responsabilidade do processo e vai se reunir com a Redegol, empresa responsável pela gestão do Sócio Rei, nos próximos dias.

“O que aconteceu nas últimas 48h foi inadmissível. Prejudicou a experiência do torcedor que foi terrível na tentativa de comprar o ingressos e, pior ainda no acesso, prejudicou as vendas, prejudicou a credibilidade de um programa de sócios que precisamos ampliar… A responsabilidade final é nossa, do clube, afinal escolhemos, contratamos e administramos o fornecedor. Temos que assumir as rédeas do processo, tratar internamente das soluções e entregarmos um serviço digno ao nosso torcedor”, disse o executivo de marketing Marcelo Frazão, à Gazeta Esportiva.

O alvinegro pediu desculpas pelo caos em suas redes sociais. Mesmo com todos os problemas, o público foi bom: 26.417 no total, com 23.752 pagantes e uma renda de R$ 748.458,00.

“O Santos Futebol Clube lamenta e se desculpa humildemente com seu associado e torcedor por todos os problemas ocorridos nesta partida desde o processo de compra e acesso ao Pacaembu. Melhores esforços e mudanças serão efetivadas para que tais transtornos não mais ocorram”.

Em nota oficial, a Redegol explicou o ocorrido e prometeu investigar a origem do ataque virtual.

“A Redegol informa que recebeu um ataque na entrada principal de alguns servidores desde ontem, quarta-feira, dia 18/07/2018. Este ataque, intensificado nesta quinta feira, acabou resultando na instabilidade das vendas de ingressos para o clássico Santos x Palmeiras pela internet.
Devido a isso, nossos protocolos de proteção do sistema detectarem o fato e nossos patchs de segurança estão sendo gerados para normalizar a situação.
Ressalvamos, no entanto, que esse ataque parou justamente na entrada dos nossos servidores, garantindo assim que nenhum dado de torcedor ou sócio tenha sido acessado, pelo fato de possuirmos uma arquitetura de segurança interna criptografada bastante robusta.
Lamentamos profundamente este ataque criminoso e imbuído de má fé, que ocasionou tamanho desconforto, por ora, gerando instabilidade na web para a compra de ingressos para o jogo de logo mais na capital paulista. Contamos com a compreensão de todos, reafirmando o nosso compromisso de oferecer ao Sócio Rei a melhor plataforma de atendimento, do jeito que a nação santista merece. Lembramos que os pontos de venda continuam funcionando normalmente, bem como as bilheterias do Pacaembu, ainda com ingressos disponíveis em todos os setores, exceto arquibancada amarela.
A Redegol já tomou as medidas cabíveis para identificar a exata origem deste ataque virtual, que não visa atingir somente a empresa, mas também a instituição Santos Futebol Clube e toda coletividade alvinegra”.




Santos 5 x 1 Luverdense-MT

Data: 10/05/2018, quinta-feira, 21h45.
Competição: Copa do Brasil – Oitavas de Final – Jogo de ida
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 3.590 pagantes
Renda: R$ 90.725,00
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Auxiliares: Michael Correia e Thiago Henrique Neto Correa Farinha (ambos do RJ).
Cartões amarelos: Gabriel e Alison (S); Paulinho, Rafael Silva e Moisés (L).
Gols: Itaqui (11-1), Gabriel (24-1); Gustavo Henrique (13-2), Gabriel (17-2), Gabriel (22-2) e Yuri Alberto (40-2).

SANTOS
Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Gustavo Henrique e Dodô; Alison (Yuri), Jean Mota e Vitor Bueno; Gabigol, Rodrygo e Eduardo Sasha (Yuri Alberto).
Técnico: Jair Ventura

LUVERDENSE
Diogo Silva; Itaqui, Kaique, André Ribeiro e Paulinho; Diogo Sodré, Moisés e Elton (Rubinho); Lucas Braga (Adriano), Rafael Silva e Paulo Renê (Ariel).
Técnico: Luizinho Vieira



Gabigol brilha e Santos goleia o Luverdense na Vila

Depois de ser goleado para o Grêmio, foi o Santos quem goleou. O início da redenção veio em um mesmo 5 a 1 diante do Luverdense nesta quinta-feira, na Vila Belmiro, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil.

Gabigol foi o destaque santista, com três gols marcados. O camisa 10 não começou bem a partida, foi vaiado por várias vezes, mas se redimiu. Gustavo Henrique, substituto de David Braz na defesa, e Yuri Alberto, no fim, também marcaram. Itaqui fez o de honra do Luverdense.

O primeiro tempo do alvinegro não foi bom, terminou em 1 a 1 e poderia ter sido até de derrota parcial. Na segunda etapa, porém, a postura mudou. Com estratégia menos conservadora, os donos da casa fizeram valer a superioridade técnica.

O jogo de volta das oitavas da competição nacional será na próxima quinta-feira, às 19h15, em Lucas do Rio Verde. A tendência é que o Santos poupe titulares. O Luverdense precisa vencer por 4 a 0 ou cinco gols de diferença para avançar.

O jogo

O Santos, um dos gigantes do futebol brasileiro, na Vila Belmiro, contra o Luverdense, oitavo colocado de seu grupo na Série C do Campeonato Brasileiro. Vida fácil? Que nada.

O Peixe, diferentemente do esperado, não adiantou suas linhas de marcação diante do LEC. E nos primeiros minutos, foram os visitantes quem criaram as melhores ações.

Aos 11′, veio o castigo. Itaqui cobrou falta na área, a bola passou por todo mundo e contou com a colaboração do goleiro Vanderlei para morrer no fundo da rede. 1 a 0. O alvinegro, mesmo longe de estar inspirado, não demorou para reagir. E a jogada veio com os dois mais contestados pela torcida: Victor Ferraz e Gabigol. O lateral deu um cruzamento perfeito para o camisa 10 cabecear e empatar o jogo.

Na segunda metade do primeiro tempo, o Santos tentou controlar, mas não conseguiu. O Luverdense seguiu perigoso e a partida ficou aberta. Vanderlei se redimiu em bela defesa nos instantes finais da etapa inicial.

No segundo tempo, o Santos fez o placar ter lógica. A equipe voltou com uma postura diferente, mais adiantado e fez valer a diferença técnica para o Luverdense.

Os gols saíram naturalmente. O segundo veio com Gustavo Henrique, aos 13, depois de boa cobrança de falta de Vitor Bueno. O zagueiro teve boas chances no primeiro tempo e, depois de muito tentar, conseguiu. Ele substituiu David Braz, poupado por conta de dor muscular na panturrilha.

Com a vantagem, os espaços apareceram e a goleada foi construída. Gabigol lavou a alma e aproveitou rebote de Rodrygo para marcar aos 17. E aos 22, o camisa 10 alcançou seu hat-trick depois da segunda assistência de Victor Ferraz. O camisa 4 foi bem no seu retorno ao time titular.

Na segunda metade da etapa final, o Santos continuou em cima, buscando mais gols. Rodrygo tentou de todas as formas seu primeiro na Vila Belmiro, mas não conseguiu. E foi seu parceiro de base quem marcou. Yuri Alberto recebeu assistência de Arthur Gomes e fechou o placar. 5 a 1. E alma lavada na Vila Belmiro.

Bastidores – Santos TV:

Gabigol alcança hat-trick e valoriza reação do Santos: “Vida é assim”

Criticado por parte da torcida pelo desempenho recente abaixo do esperado, Gabigol brilhou na goleada santista por 5 a 1 sobre o Luverdense nesta quinta-feira, na Vila Belmiro. O resultado encaminhou a classificação às quartas de final da Copa do Brasil.

O camisa 10 errou quase tudo nos primeiros minutos, mas não se escondeu e foi recompensado com um gol no primeiro tempo e outros dois na segunda etapa. Gabriel valoriza a reação do time após os 5 a 1 sofridos para o Grêmio, domingo, em Porto Alegre.

“Muito feliz. Eu acho que conseguimos fazer um bom jogo, conseguimos criar bons lances. Hoje conseguimos fazer um bom jogo. Acho que o ano é muio longo, temos que fazer muita coisa. Sabemos que a torcida não gostou (da derrota para o Grêmio), é normal. A gente não tinha tomado mais de dois gols no ano e acabamos levando cinco, e hoje fizemos cinco. O futebol é assim, a vida é assim”, afirmou o atacante à Fox Sports.

Com os três gols, Gabigol se isolou como maior artilheiro da história do Santos na Copa do Brasil. São 19 em sua carreira, quatro a mais que Neymar. Ele foi artilheiro em duas edições e briga por mais um prêmio individual.

Após goleada, Vanderlei diz que se resolveu com Alison: “É normal”

Em goleada de 5 a 1 sofrida para o Grêmio no último domingo, em Porto Alegre, o Santos viu Vanderlei e Alison discutirem calorosamente em campo. E nesta quinta-feira, com a situação resolvida, foi o Peixe quem goleou pelo mesmo resultado diante do Luverdense, na Vila Belmiro, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil.

O goleiro do alvinegro minimiza o entrevero com o companheiro e alerta para as surpresas na competição continental. Ele acredita que a vantagem não decide nada. O Santos pode perder por até três gols de diferença na próxima quinta-feira, às 19h15 (de Brasília), em Lucas do Rio Verde.

“Fizemos um bom placar, poderíamos ter feito até mais. A gente resolve as coisas internamente, é normal. Não tem nada com o Alison. Não tem nada decidido, tem jogadores rápidos, bons na bola parada. Copa do Brasil é importante para nós e vamos com força máxima. A gente ficou muito chateado por tomar cinco gols do Grêmio, tudo deu errado para nós. Tivemos tranquilidade hoje para suportar a pressão”, disse Vanderlei à Fox Sports.

Em um jogo no Santos, Ferraz chega à metade das assistências de 2017

Victor Ferraz fez as suas primeiras assistências em 2018 nesta quinta-feira, na vitória do Santos por 5 a 1 sobre o Luverdense, na Vila Belmiro. O lateral-direito deu dois passes para dois dos três gols de Gabriel Barbosa.

Depois de ter luxação no ombro direito e perder a posição para Daniel Guedes, Ferraz recuperou seu lugar e atuou como em 2015 e 2016, quando chegou a ser cotado para a seleção brasileira. No ano passado, seu rendimento foi abaixo do esperado.

As duas assistências em 95 minutos fizeram Victor Ferraz chegar à metade dos passes para gols em 2017 inteiro (quatro). Na última temporada, o camisa 4 entrou em campo 48 vezes, um total de 4348 minutos.

“Eu trabalhei muito. Eu esperei voltar, voltei há cinco ou seis jogos no banco de reservas. Voltei bem, fazendo o que mais gosto, dando assistências, marcando forte e Santos vencendo. Santos tem que voltar a ser respeitado”, disse Victor Ferraz, à Rádio Bandeirantes.

Depois da boa atuação, Ferraz deve se manter como titular no domingo contra o Paraná, às 19h (de Brasília), na Vila Belmiro, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. O lateral, líder do elenco, tem 30 anos, 178 partidas pelo Santos e seis gols marcados. Seu contrato vai até dezembro de 2020.

Rodrygo destaca goleada, mas lamenta perda de chance: “Era gol meu”

Rodrygo tentou e tentou muito, mas não conseguiu marcar seu primeiro gol pelo Santos na Vila Belmiro, em goleada por 5 a 1 contra o Luverdense nesta quinta-feira, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil.

A joia teve boas oportunidades, mas não conseguiu marcar. Em uma delas, errou a finalização e Gabigol aproveitou o rebote para marcar o terceiro do Peixe.

“Abrimos uma boa vantagem. Temos que manter a concentração desse jogo para sair classificado. Era gol meu, né? Eu errei na hora de virar o pé e a bola saiu mais para o meio, aí Gabigol aproveitou o rebote e marcou. A gente quer fazer o gol, né? Mas fica feliz pelo resultado, também, é claro”, disse Rodrygo, à Fox Sports.

“Iritado, não… Meu time ganhou de 5 a 1. Eu saio tranquilo e feliz com a vitória”, completou, ao minimizar mais uma falta na escola: “Vou passar de ano”.

Gabigol muda posicionamento e alcança primeiro hat-trick da carreira

Desde que foi contratado, no início deste ano, Gabigol passou a ser o centroavante do Santos. Em sua visão e na do técnico Jair Ventura, é nessa função onde pode render mais. Nesta quinta-feira, porém, o camisa 10 brilhou em uma nova posição, a mesma de sua primeira passagem pelo Peixe.

Depois de atuações ruins, Gabriel foi escalado pelo lado direito do ataque, com liberdade para se movimentar e Eduardo Sasha centralizado. A opção deu certo: três gols na vitória por 5 a 1 sobre o Luverdense, na Vila Belmiro, e o primeiro hat-trick de sua carreira profissional.

Em entrevista depois da goleada, Gabigol confirmou a mudança em seu jeito de jogar. Jair Ventura minimizou as críticas do torcedor. Antes de marcar seus gols, o Menino da Vila era o mais cornetado pelos santistas.

“Hoje eu joguei mais aberto pelo lado do campo, pela direita, me movimentei bastante, criamos, isso é muito importante”, afirmou Gabigol.

“Os gols foram importantes. Gabigol, pelo investimento, vai ser sempre cobrado. É a vida que nós escolhemos. Mas o Gabriel é muito bom. Não só ele, como todo o grupo. Hoje mostramos isso”, disse o treinador.

Jair destaca Yuri Alberto e explica veto do Santos à seleção sub-20

Yuri Alberto foi convocado para período de treinamentos e amistosos com a seleção brasileiro sub-20, porém, a pedido do técnico Jair Ventura, o Santos vetou a ida de seu atacante. A decisão, a princípio, não fazia muito sentido, já que o garoto não atuava há dois meses. A explicação veio nesta quinta-feira.

Yuri entrou no segundo tempo e fechou a goleada do Peixe por 5 a 1 contra o Luverdense, na Vila Belmiro, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. Jair explica decisão e prevê mais oportunidades ao Menino da Vila.

“Yuri Alberto foi pedido meu para não ir. Treinador da seleção (Carlos Amadeu) me ligou, eu disse que contava, eles convocaram mesmo assim e desconvocamos. Peço desculpa para a seleção, trabalhei três anos na base da seleção, sei da importância, ficava chateado com alguns nãos que recebia, mas Yuri tem importância e hoje provou isso. É nosso único centroavante de origem e usaremos quando precisarmos”, disse o comandante.

Yuri Alberto tem cinco jogos pelo Santos em 2018. E em 211 minutos em campo, já são dois gols na temporada. Antes, ele marcou em derrota diante do Novorizontino, pela primeira fase do Campeonato Paulista.

Yuri foi promovido junto com Rodrygo no fim de 2017, pelo técnico Elano. Artilheiro nas categorias de base, o jovem ainda não teve muitas chances por causa da concorrência de Gabigol, titular da posição, e Eduardo Sasha, que também pode desempenhar a função de centroavante.

Com público baixo, Santos paga para jogar contra o Luverdense

O Santos pagou para jogar nos 5 a 1 sobre o Luverdense nesta quinta-feira, na Vila Belmiro, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. O público total de 3480 não foi suficiente para deixar a bilheteria no azul.

A renda foi de R$ 90.725,00. Com altos custos, como cerca de R$ 30 mil em “despesas diversas” e R$ 17 mil para funcionários, o prejuízo foi de R$ 28.479,77 na Vila.

Contra o Luverdense, o Alvinegro recebeu seu pior público na temporada. Antes, 3816 foram à Vila Belmiro para ver a derrota por 3 a 1 para o São Bento, no Campeonato Paulista.

Com logística complicada, Santos deve poupar titulares contra o Luverdense

Depois de vencer por 5 a 1 o jogo de ida, na Vila Belmiro, o Santos deve poupar seus titulares para enfrentar o Luverdense pela partida de volta das oitavas de final da Copa do Brasil, quinta-feira, às 19h15 (de Brasília), em Lucas do Rio Verde.

Além da enorme chance de classificação às quartas e a possibilidade de perder por até três gols de diferença no Mato Grosso, o Peixe se preocupa com a logística para a viagem. O alvinegro, a princípio, não fretará um voo.

“Estamos por alguns detalhes, mas acho que não vamos precisar de voo fretado, não”, disse o técnico Jair Ventura, em coletiva de imprensa nesta quinta-feira.

A tendência é que o Santos faça dois voos na terça-feira: um para Cuiabá e outro para Sinop. E depois de voar, o resto da viagem seria num ônibus para Lucas do Rio Verde. A distância final é de 150 km, porém, a qualidade das estradas não é boa e o traslado demora mais. No total, a “odisseia” pode durar um dia todo desde a saída da Baixada Santista.

O voo fretado para Sorriso, a 67 km de Lucas do Rio Verde, duraria 5h30. O Peixe, porém, deve optar pela economia da viagem convencional. A logística completa será divulgada nesta semana.


Santos 3 x 0 Atlético-MG

Data: 14/08/2016, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 20ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 10.250 torcedores
Renda: R$ 410.170,00
Árbitro: Rodrigo Henrique Correa (RJ)
Auxiliares: Luis Cláudio Regazone (RJ) e Flávio Rodrigues de Souza (SP).
Cartões amarelos: Victor Ferraz, Luiz Felipe, Yuri e Gustavo Henrique (S); Victor, Fábio Santos, Rafael Carioca e Fred (A).
Gols: Gustavo Henrique (12-1); Ricardo Oliveira (23-2) e Ricardo Oliveira (50-2).

SANTOS
Vladimir; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Caju; Renato (David Braz), Leo Cittadini (Rafael Longuini), Jean Mota (Yuri) e Vitor Bueno; Copete e Ricardo Oliveira.
Técnico: Dorival Júnior.

ATLÉTICO-MG
Victor; Carlos César, Erazo, Leonardo Silva e Fábio Santos; Rafael Carioca, Leandro Donizete e Maicosuel (Carlos); Robinho (Clayton), Lucas Pratto e Fred (Otero).
Técnico: Marcelo Oliveira



Com Robinho apagado, Santos arrasa o Galo com dois de Ricardo Oliveira

Na primeira vez em que Robinho esteve na Vila Belmiro como adversário do Santos, o atacante teve o dissabor de provar um característica bem familiar dos tempos em que atuava com a camisa santista: a mística a Vila Belmiro. Neste domingo, com uma tímida atuação, o atacante permaneceu 85 minutos em campo e transpareceu estar incomodado com o ambiente desfavorável de vaias dos torcedores santistas.

Por outro lado, o Peixe soube se impor em casa e tomou conta da partida em boa parte do tempo, com uma vitória por 3 a 0. A tática planejada antes da bola rolar, de explorar seu poderio ofensivo e a fragilidade da retaguarda adversária surtiu efeito. O Alvinegro praiano, agora, é detentor do melhor ataque da competição, com 35 gols.

Simbólico pelo fato de estar sem cinco titulares (Zeca, Thiago Maia, Gabriel, Vanderlei e Lucas Lima), o triunfo fez a equipe ultrapassar um forte concorrente direto ao título e de quebra colocou pressão no Palmeiras, na luta pelo primeiro lugar da tabela.

O jogo

O Santos começou a partida em um ritmo alucinante. Com toques envolventes, sem prender a bola, a equipe tomou conta da partida e criou várias oportunidades que pararam nas mãos ou defesas do goleiro atleticano Victor.

O Atlético-MG demorou para entender a sistemática do jogo e em meio aos muitos desencontros em campo, Gustavo Henrique aproveitou o descuido de Leonardo Silva na marcação, e subiu muito de cabeça para testar firme no gol de Victor, aos

Robinho, tímido e muito vaiado, caindo pela esquerda e Maicosuel pela esquerda não produziam nada. Fred se quer pegou na bola. Somente o argentino Pratto é quem demonstrou mobilidade e teve uma ótima oportunidade após uma cobrança de escanteio que terminou no travessão de Vladimir.

No andamento da etapa, o Santos mudou a estratégia de estar bastante presente no ataque e passou a apostar nos contra-ataques, o que proporcionou um relativo equilíbrio das ações dos dois times, mas que em todo momento teve o Peixe como equipe superior em campo.

Vale destacar que Ricardo Oliveira ainda teve duas ótimas oportunidades desperdiçadas de frente para o goleiro do time mineiro.

O Atlético-MG voltou como uma postura diferente na segunda etapa. Com mais movimentação no ataque e pressão na saída de bola santista, o time mineiro começou a incomodar os donos da casa.

Porém, com o passar do tempo, o Santos voltou a equilibrar as ações e novamente foi fatal na cobrança de escanteio. Aos 23 minutos, Ricardo Oliveira se desvencilhou da marcação de Pratto e cabeceou rasante para assinalar o seu primeiro gol no Brasileirão deste ano.

O gol desestabilizou o Atlético-MG, que passou a se enervar nas disputas de bola e deixou de levar perigo ao gol santista.

O Santos, por sua vez, manteve o toque de bola e administrou com sucesso a vantagem. Até que no minuto final, com o time mineiro completamente lançado no ataque, o Peixe foi cirúrgico no contra-ataque, com rápida troca de passes e finalização de Ricardo Oliveira.

Bastidores – Santos TV:

Decisivo contra o Galo, Ricardo Oliveira segue dominante na Vila

Ricardo Oliveira funciona para o Santos como uma espécie de talismã na Vila Belmiro. Com o atacante em campo, o Peixe mantem-se invicto em casa na temporada.

De fora dos gramados por um longo período de tempo, após sentir uma lesão no joelho, na final do Campeonato Paulista, o camisa 9 só atuou em quatro partidas no Brasileirão e desencantou justamente no estádio santista, com dois gols no triunfo sobre o Atlético-MG, por 3 a 0, neste domingo.

“Acho que o meu papel dentro do time é dar o meu máximo, meu melhor. Hoje meu melhor foi fazer dois gols, uma participação tática e, ao mesmo tempo, sendo efetivo nas oportunidades que tive, apesar de ter duas claras no primeiro tempo. No segundo tempo pude fazer dois gols”, comentou o artilheiro.

Na temporada, Ricardo Oliveira balançou as redes em 12 oportunidades nas 20 partidas em que esteve em campo. Pelo Santos, nas duas passagens em que esteve no Santos, o atacante marcou 70 gols em 114 jogos.

Dorival credita bom desempenho à semana cheia de trabalho

Após encarar uma sequência de três partidas em oito dias, o elenco santista teve uma semana inteira para trabalhar antes de encarar o Atlético-MG. O técnico Dorival Júnior apontou que o intervalo foi fundamental para a equipe conquistar os três pontos diante dos mineiros neste domingo.

“O Santos soube aproveitar essa parada e tivemos melhoras em muitos aspectos”, disse.

A recuperação física, principalmente em relação aos jogadores mais experientes, como o volante Renato e o atacante Ricardo Oliveira, foi possível por conta do intervalo determinante para a melhora de qualidade da equipe, segundo o treinador.

“Vínhamos em uma sequência absurda de jogos (antes do América-MG). A equipe não tinha forças. Tínhamos jogado contra o Flamengo antes, na quarta. Em algum momento o rendimento seria prejudicado. Tivemos poder de reação. O Vladimir teve atuação maravilhosa.”, comentou sobre o comparativo do time diante do América na semana passada e domingo, contra o Galo.

Santos supera desfalques olímpicos e tem melhor aproveitamento sem trio

O técnico Dorival Júnior costuma adotar um discurso padrão quando é questionado sobre as ausências do trio de jogadores que estão fora do Santos por conta da seleção brasileira que disputa as Olimpíadas no Rio de Janeiro. Na opinião do treinador, Zeca, Thiago Maia e Gabriel estão fazendo muita falta e são desfalques que podem comprometer o desempenho santista no Campeonato Brasileiro.

Porém, os números tem demonstrado justamente o contrário. Sem o trio olímpico, o Santos tem demonstrado superação e até apresenta um desempenho superior após a saída momentânea dos três jogadores.

Até ver seus atletas se apresentarem a seleção brasileira, o Peixe tinha realizado 15 partidas, com oito vitórias, dois empates e cinco derrotas. Um aproveitamento de 57%, com 27 gols marcados e 14 sofridos – médias de 1,8 gol marcado e 0,9 gol sofrido.

Sem o trio, porém, o Santos tem se virado bem. Nos últimos cinco jogos e contando com a vitória neste fim de semana, diante do Atlético-MG, a equipe obteve três triunfos, além de um empate e apenas uma derrota. O aproveitamento é de 66%, com oito gols marcados e três sofridos (médias de 1,6 gol assinalado e 0,6 gol sofrido). Ou seja, somente no critério gol marcado o Peixe mostrou-se superior com o trio de jogadores selecionáveis.

Zeca, Thiago Maia e Gabriel devem retornar ao Santos em uma semana, após a participação da seleção olímpica nos Jogos do Rio.


Vídeos: Gol e melhores momentos

XV de Piracicaba 0 x 1 Santos

Data: 15/03/2016, terça-feira, 19h30.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 11ª rodada (antecipada)
Local: Estádio Barão de Serra Negra, em Piracicaba, SP.
Público: 5.919 pagantes.
Renda: R$ 213.320,00.
Árbitro: Alessandro Darcie
Auxiliares: Mauro André de Freitas e Evandro de Melo Lima
Cartões amarelos: Henrique Santos e Clayton (XV); Lucas Veríssimo e Victor Ferraz (S).
Gol: Gustavo Henrique (40-1).

XV DE PIRACICABA
Bruno Brígido; Daniel (Julinho), Fábio Sanches, Oswaldo e Thiago Carleto; Magal, Clayton e Aloisio; Henrique Santos (Dinei), Patrick e Fabinho.
Técnico: Narciso

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, Lucas Veríssimo e Zeca; Renato, Thiago Maia e Lucas Lima (Rafael Longuine); Serginho (Paulinho), Gabriel (Alison) e Joel.
Técnico: Dorival Junior



Peixe sofre contra o XV de Piracicaba, mas acha gol e assume a ponta

O Santos voltou a colocar pressão no Corinthians e assumiu novamente a liderança provisória na classificação geral do Campeonato Paulista. Na noite desta terça-feira, o Peixe entrou em campo em jogo antecipado pela 11ª rodada e venceu o XV de Piracicaba por 1 a 0 no interior de São Paulo. Gustavo Henrique marcou o único gol do jogo após cobrança de escanteio.

Apesar da vitória, a partida teve um nível técnico ruim, com poucas finalizações a gol e muita chuva. O time de Dorival Júnior não conseguiu trabalhar a bola, como tem feito nesta temporada, e se viu acuado na zaga em muitos momentos do confronto. O XV, treinado por Narciso, ex-jogador do Peixe, inclusive acabou a partida com mais posse de bola.

De qualquer forma, como o que vale é bola na rede, o time da Vila Belmiro saiu de campo comemorando mais três pontos. Agora, o líder do Grupo A soma 21, contra 20 do Corinthians, que tem um jogo a menos. Por outro lado, o XV estaciona nos 11 pontos, um ponto acima da zona de rebaixamento, na terceira colocação do Grupo D.

O jogo

Com o apoio de sua fanática torcida, o XV, mesmo lutando contra o rebaixamento no Paulista, decidiu partir para cima do Santos de Dorival Júnior desde os primeiros minutos. E oportunidades não faltaram ao time da casa para abrir o placar.

Oswaldo, zagueiro que entrou na equipe por causa da suspensão de Heitor, foi quem desperdiçou as melhores oportunidades. Aos 10, depois de cobrança de escanteio, o defensor recebeu toque de Henrique Santos e, sozinho dentro da pequena área, cabeceou por cima do gol. Aos 18, Oswaldo de novo aproveitou cobrança de falta na área e tentou firme para o chão. A bola raspou a trave e Vanderlei só pôde torcer.

A equipe comandada por Narciso usava seus três homens de frente para pressionar a saída de bola do Peixe, que tentava sair jogando, como vem fazendo nos últimos jogos, mas não conseguia furar a marcação. Vanderlei, em diversos momentos, foi apertado e por pouco não acabou tomando o gol. Em uma dessas situações, Patrick ficou com o gol aberto, mas errou o alvo.

Mas, futebol não tem nada a ver com merecimento. E mesmo sem sequer finalizar uma vez ao gol até os 40 minutos, foi o Santos que abriu o placar. Lucas Lima, até então apagado e sofrendo com a marcação individual, colocou a bola na área e Gustavo Henrique subiu sozinho para marcar.

Na segunda etapa, a garoa que começou a cair durante o primeiro tempo virou temporal. O vento forte também castigou os jogadores em campo. Mas, atrás no placar, o XV de Piracicaba manteve a postura ofensiva, ganhando a maioria das bolas no segundo tempo. O Santos tentava controlar, mas não conseguia nem mesmo contra-atacar com perigo.

O jogo ficou feio. O XV pressionava na ase da vontade e sempre apostando nas jogadas pelas pontas, mas o time de Narciso não conseguia levar perigo a Vanderlei e abusava das bolas alçadas à área. Após os 20 minutos, a chuva então resolveu colaborar e diminuiu consideravelmente. Com isso, os atletas voltaram a colocar a bola no chão.

Mas, com o gramado já encharcado, não teve jeito. Apesar da força de vontade do XV, o Santos conseguiu segurar a pressão e conquistou os três pontos fora de casa.

Bastidores – Santos TV:

Dorival admite jogo ruim, mas culpa gramado e comemora mais três pontos

Dorival Júnior é um dos maiores defensores do futebol arte, ofensivo e alegre no Brasil. Apesar disso, não conseguiu fazer seu Santos atuar desta maneira na noite deste sábado, contra o XV de Piracicaba. Mesmo assim, na única finalização certa do jogo, o Peixe chegou à vitória por 1 a 0 graças a gol de cabeça de Gustavo Henrique. Após o confronto antecipado da 11ª rodada, o técnico admitiu o jogo feio, mas se negou a criticar os atletas em função do péssimo estado do campo com a forte chuva que caiu durante a partida.

“Perdemos completamente a transição, como o XV também. Não é o típico jogo que nós gostamos, mas entramos na partida e conseguimos um resultado importantíssimo”, comentou, citando também os perigos que sua equipe sofreu, principalmente na primeira etapa.

“Foram dois lances. Nós cantávamos do banco. Foi um erro de posicionamento. Depois foi corrigido e nós ganhamos todas elas. O mau posicionamento na área foi o que proporcionou essa chances do XV. Fomos perfeitos no segundo tempo, porque a bola não saia de maneira de nenhuma. Só bolas aéreas”, explicou.

Na segunda etapa, Dorival tentou mudar um pouco o cenário do jogo e optou por sacar Serginho, Lucas Lima e Gabriel. Os três homens de frente do Peixe pouco produziram deram lugar a Paulinho, Rafael Longuine e Alison, respectivamente.

“Todos eles entraram lutando, brigando pela posse de bola, que era o mínimo que nós poderíamos fazer naquele momento. Os jogadores já estavam muito cansados dentro de campo. A ideia é uma, mas pratica é outra, pelas condições do gramado”, resumiu o treinador.

Dorival reclama por perder atletas para a Seleção e pede levantamento

A partida desta terça-feira entre Santos e XV de Piracicaba, válida pela 11ª rodada do Campeonato Paulista, só aconteceu devido a um pedido da diretoria santista após ter cinco de seus jogadores convocados à Seleção Brasileira. A vitória por 1 a 0 mostra que a medida surtiu efeito, já que a equipe pôde contar com Lucas Lima, Zeca, Thiago Maia e Gabriel, que seriam desfalques se o duelo se mantivesse para o dia 23. Ricardo Oliveira não atuou por opção de Dorival Júnior.

O treinador santista, no entanto, não se mostra nem um pouco aliviado. Assim como em 2015, ele já prevê dificuldades maiores por causa de novos chamados de Dunga seja para a equipe principal ou olímpica do Brasil.

“É ruim. Ano passado nós perdemos quatro jogadores no momento mais importante do campeonato (Lucas Lima, Ricardo Oliveira, Zeca e Gabriel). E praticamente nas semanas que as equipes treinavam, nós acabávamos tendo muitas dificuldades durante essas semanas. Vai acontecer da mesma forma”, reclamou o técnico.

A partida contra a Ferroviária, pela 13ª rodada, também teve data alterada, do dia 30 para o dia 31, para que os cinco jogadores convocados semana passada possam entrar em campo pelo Peixe. Já o clássico contra o São Paulo, pela 12ª rodada, foi mantido para o dia 27, na Vila Belmiro, e Dorival terá de contar com seu elenco para armar a equipe sem Lucas Lima, Ricardo Oliveira, Gabriel, Zeca e Thiago Maia.

“Até pedi um levantamento da quantidade de jogos que ficaremos sem esses elementos no ano. Não serão poucas partidas. Nós temos que ter a consciência que é importante para o clube, para o jogador é prazeroso, mas, para nós não é bom. Além dos cinco, mais um ou dois que sintam uma lesão, de dez na linha você acaba tendo um problema grave. É complicado. Já não teremos esses jogadores contra o São Paulo”, esbravejou.

Dunga anunciou na quinta-feira passada as convocações de Ricardo Oliveira e Lucas Lima para dois compromissos da Seleção pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018. Ambos ficarão à disposição para os jogos diante do Uruguai, dia 25, em Pernambuco, contra o Paraguai, dia 29, em Assunção. Já Gabriel, Zeca e Thiago Maia defenderão a Seleção olímpica nos amistosos contra Nigéria, em Cariacica (ES), e África do Sul, em Maceió (AL), dias 24 e 27.

Santos 2 x 1 Ituano

Data: 06/02/2016, sábado, 11h00.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 3ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 5.501 pagantes
Renda: R$ 215.590,00
Árbitro: Douglas Marques das Flores
Auxiliares: Marcelo Carvalho Van Gasse e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa
Cartões amarelos: Elano e Lucas Lima (S); Luiz Felipe, Claudinho e Peri (I).
Cartão vermelho: Raul Prata (I).
Gols: Gustavo Henrique (47-1); Naylhor (37-2) e Ricardo Oliveira (52-2, de pênalti).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, Lucas Veríssimo e Zeca; Renato (Vitor Bueno), Thiago Maia e Lucas Lima; Paulinho (Ronaldo Mendes), Gabriel (Elano) e Ricardo Oliveira.
Técnico: Dorival Júnior

ITUANO
Diego Neto; Raul Prata, Naylhor, Luiz Felipe e Peri; Jonathan Lima, Welington Simião e Marcelinho (Fernando Viana); Claudinho, Ruan (Igor) e Edinho (Marcão).
Técnico: Tarcísio Pugliese



Com erro de arbitragem e pênalti aos 52 minutos, Santos bate Ituano na Vila

O forte calor e o cansaço atrapalharam o bom futebol na Vila Belmiro, mas com um erro da arbitragem, o Santos saiu vencedor em partida pela terceira rodada do Campeonato Paulista. Gustavo Henrique abriu o placar para o Peixe ainda no primeiro tempo e, na segunda etapa, Marcão teve um gol anulado incorretamente e Naylhor fez o de empate da equipe de Itu. No final, aos 52 minutos, Raul Prata derrubou Ronaldo Mendes dentro da área e o juiz marcou pênalti. Na cobrança, Ricardo Oliveira converteu a penalidade para dar a segunda vitória do Alvinegro neste Paulistão, em partida realizada na “matinê” deste domingo, às 11h (de Brasília).

Além dos três pontos, o técnico Dorival Júnior teve mais um motivo especial para comemorar o resultado. O jogo marcou o centésimo do treinador à frente do Peixe, que pode comemorar sua 61ª vitória pelo clube. No Alvinegro, Dorival já conquistou um título da Copa do Brasil e um título Paulista, ambos em 2010.

Com o resultado, o Santos abriu vantagem na liderança do Grupo A e já não pode ser mais alcançado nesta rodada. O peixe chegou aos sete pontos, quatro a mais do que o segundo colocado Oeste, que recebe o Palmeiras nesta quarta-feira. A equipe de Itu, por sua vez, mantem-se com dois pontos ganhos, na quarta colocação do Grupo B.

O jogo

Apesar de estar jogando fora de casa, foi o Ituano quem teve a primeira chance de perigo. Claudinho, que era festejado pelos poucos torcedores visitantes na Vila Belmiro por estar completando seu 50º jogo, arriscou um bom chute de fora da área, mas a bola foi pela linha de fundo, próxima à trave, assustando o goleiro Vanderlei.

O Peixe respondeu dez minutos depois com um rápido contra-ataque, característico da equipe. Após um passe errado do Ituano na intermediária, Thiago Maia deu passe para Lucas Lima, que demonstrou muita visão de jogo para abrir a bola na esquerda com Ricardo Oliveira. O camisa 9 inverteu papéis com Gabriel e cruzou para o jovem dentro da área, mas Naylhor fez o corte no momento da finalização.

O Santos tentava pressionar, mas com o ituano fazendo uma boa marcação, o Alvinegro tinha dificuldade em assustar o gol de Diego Neto. Aos 25, foi em uma bela jogada ensaiada entre Lucas Lima e Victor Ferraz pela direita, que o Peixe teve outra boa chance. Já na linha de fundo, o lateral tocou para atrás, mas Gabriel finalizou mal e a bola subiu. Renato tentou aproveitar de cabeça, mas a zaga afastou.

Logo em seguida, o árbitro paralisou a partida por quatro minutos para que os jogadores pudessem se reidratar no forte calor de Santos. A pausa melhorou o futebol na Vila, apesar de o Peixe parecia não apenas ter dificuldades com a temperatura, como também com o cansaço pelo pouco descanso desde a partida de quarta-feira à noite, contra a Ponte Preta.

Se o Santos não conseguia balançar as redes com jogadas de criação, coube ao zagueiro Gustavo Henrique abrir o placar em lance de bola parada. Após cobrança de escanteio de Lucas Lima, o beque subiu mais que a defesa e mandou no canto esquerdo de Diego Neto, que ainda tocou na bola, mas sem conseguir evitar o gol do Peixe.

No segundo tempo, o Ituano dava mostras que complicaria o jogo do Santos. Logo aos seis minutos, Peri arriscou de fora da área e Vanderlei fez boa defesa. No entanto, foi o Santos quem teve as melhores chances antes de outra pausa para reidratação. Aos 12, Lucas Lima tocou para Victor Ferraz, que bateu cruzado e obrigou boa defesa de Diego Neto. Cinco minutos depois, foi a vez de Gabriel receber na esquerda, pedalar e bater cruzado para boa defesa do goleiro do Ituano.

Aos 33, o Ituano chegou ao empate, mas a arbitragem anulou o lance incorretamente. Após cobrança de falta de Peri, Simão desviou, a bola bateu em Marcão e entrou no cantinho de Vanderlei.

Menos de cinco minutos depois, a equipe de Itu colocou mais uma bola nas redes e, desta vez, a arbitragem não interferiu no lance. Novamente Peri cobrou bola parada e, após o escanteio, Naylhor apareceu sozinho na área e marcou de cabeça. Com isso, os dois tentos da partida foram marcados por zagueiros.

Aos 50 minutos, com o árbitro tendo assinalado seis de acréscimo devido a pausa para reidratação, Raul Prata fez pênalti claríssimo em Ronaldo Mendes dentro da área. Na cobrança, Ricardo Oliveira não titubeou e bateu no canto esquerdo, deslocando o goleiro Diego Neto e fazendo o gol salvador.

Bastidores – Santos TV:

Dorival admite pedido da diretoria, mas Ricardo Oliveira fala em horário “desumano”

O horário da partida entre Santos e Ituano neste domingo não parece ter agradado a ninguém. Durante a partida – vencida pelo Peixe por 2 a 1 com Ricardo Oliveira marcando o gol decisivo, de pênalti, aos 51 minutos – a arbitragem foi obrigada a parar o jogo em duas oportunidades para que os jogadores pudessem se reidratar em campo.

O forte calor das 11h claramente prejudicou o desempenho das equipes e o técnico Dorival Júnior, criticou a opção pelo horário. O treinador, no entanto, admitiu que a mudança – a partida ocorreria quarta-feira à noite – foi um pedido da diretoria santista.

“Nós teríamos o desfile de domingo pra segunda e a partida na quarta. A diretoria pediu a antecipação, mas não imaginávamos que o horário fosse esse (11h). Pedimos a antecipação em razão de um compromisso assumido (representação da cidade e do Santos no Carnaval carioca com a Grande Rio). Cai o espetáculo. Se tivesse o jogo dentro da normalidade, parte da tarde, recuperação seria um pouco melhor, temperatura mais amena, e situação melhor para desempenhar o futebol”, disse o treinador

Autor do gol da vitória, Ricardo Oliveira foi mais duro nas críticas e afirmou que é “desumano” atuar neste horário. “Acho que a partida se desenhou de forma difícil. Acabei de falar, mas desculpa, é desumano jogar nesse horário, não somos máquinas. O torcedor não entende isso, a gente corre, tenta fazer o melhor, não dá, é difícil, não temos escolha. O pessoal do poder manda e temos que acatar”, disse o camisa 9.

O atacante ainda pediu por uma mobilização nacional para que jogos neste horário não se repitam. “Acho que precisamos de mobilização nacional, falarmos que não dá para praticar. De repente, mudaria alguma coisa”, finalizou o centroavante.

Dorival agradece homenagem em 100º jogo e pede sequência no clube por títulos

As homenagens ao técnico começaram desde a entrada em campo. A diretoria santista convidou 100 pessoas (em referência ao número de jogos no comando do Peixe), entre sócios, conselheiros e até jogadores do clube, para recepcionar o treinador no gramado. Dorival também recebeu uma placa homenageando o feito.

O treinador falou sobre a marca alcançada, sem se esquecer dos resultados e profissionais envolvidos em sua primeira passagem pelo clube. “Agradeço (pela homenagem dos 100 jogos) pelo carinho e por todos que trabalharam comigo nas duas passagens. Santos tem riqueza humana e um ambiente muito bom para trabalhar. É um número que marca minha carreira. Fico satisfeito e vou trabalhar para merecer esta confiança”, disse o comandante.

Em 2010, Dorival Júnior foi campeão da Copa do Brasil e do Campeonato Paulista antes de deixar a equipe que venceria a Copa Libertadores da América em 2011. Agora, o treinador não pensa em deixar o cargo e pede por uma sequência para alcançar mais títulos no Alvinegro.

“É uma equipe que eu tenho tempo para desenvolver um trabalho. Em todas as equipes que eu tive tempo, atingimos os resultados. Alcance de títulos. Identificação é porque havíamos tido as duas conquistas em 2010, poderíamos ter tido uma sequência e foi interrompida daquela maneira. Jogamos uma nova final (Copa do Brasil, em 2015), eu me identifico muito com o trabalho do Santos”, afirmou o treinador.

Por fim, Dorival falou sobre a marca para sua carreira, sem se esquecer da sequência do trabalho no Santos, que o treinador avaliou como positiva. “Profissionalmente também é uma marca importantes, fico feliz com isso e espero que consigamos manter os bons resultados para dar sequência no trabalho. Espero poder retribuir a toda essa confiança com muito trabalho e que busquemos melhores situações que tivemos até esse momento, que já foram muito boas”, concluiu. No Santos, Dorival Júnior soma 61 vitórias,16 empates, 23 derrotas.

De saída para carnaval do Rio, Dorival atribui vitória á “heróis em campo”

Em partida que marcou o centésimo jogo de Dorival Júnior à frente do Peixe, o treinador fez questão de exaltar os “heróis” alvinegros em campo, que superaram o calor de quase 30°C em Santos e venceram o Ituano por 2 a 1. Agora, o treinador já sabe onde passará o restante do feriado de Carnaval e como será a comemoração pela marca alcançada.

“Uma equipe buscou o resultado a todo momento. Temos apenas 20 dias de preparação e os jogadores foram heróis campo. Até o último momento, estavam se entregando, se doando e correndo. Agora teremos um tempo maior de descanso e podemos recuperar os atletas”, disse o treinador.

Apesar do cansaço por terem atuado na quarta-feira à noite, em partida contra a Ponte Preta, e chego de madrugada em Santos, os atletas alvinegros deram seu máximo em campo e conseguiram bater o Ituano por 2 a 1, com o gol da vitória saindo apenas aos 51 minutos, em pênalti convertido por Ricardo Oliveira. O treinador agora está focado em aproveitar o feriado de Carnaval.

“Não sei se eu vou desfilar. Vou para ver. Gosto muito do Carnaval carioca. Sempre acompanhei desde garoto em Araraquara. Conhecia os enredos e as histórias. Sempre me identifiquei porque vejo muita riqueza no que se mostra pelas escolas. Acho bonito e me dá prazer. Vou poder ver de perto mais uma vez”, disse o treinador.

A cidade de Santos será homenageada pela escola de samba Acadêmicos do Grande Rio e, no desfile, um dos carros terá como tema o futebol na cidade litorânea.