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Santos 1 x 0 Internacional

Data: 16/11/2008, domingo, 19h10.
Competição: Campeonato Brasileiro – 35ª rodada
Local: Estádio Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 11.731 pagantes
Renda: R$ 119.071,00
Árbitro: Heber Roberto Lopes (PR)
Auxiliares: José Amilton Pontarolo e José Carlos Dias Passos (ambos do PR).
Cartões amarelos: Kleber, Wendel e Roberto Brum (S); Bustos, Orozco e Taison (I).
Gol: Gustavo Nery (24-2, contra).

SANTOS
Douglas; Wendel, Adaílton, Domingos e Kleber (Adriano); Roberto Brum, Pará, Bida e Molina (Michael J. Quiñonez); Cuevas (Michael) e Kléber Pereira.
Técnico: Márcio Fernandes

INTERNACIONAL
Lauro; Bustos, Danny Morais, Orozco e Gustavo Nery; Sandro, Maycon, Rosinei e Taison (Walter); Daniel Carvalho e Guto.
Técnico: Tite



Santos reencontra vitória ao bater reservas do Inter com ‘gol estranho’

Quiñonez erra chute, mas acerta Gustavo Nery e deixa o Peixe em situação cômoda na luta para fugir do rebaixamento

O Santos venceu o time reserva do Internacional-RS por 1 a 0 neste domingo, na Vila Belmiro, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. O resultado deixa os alvinegros na 13ª colocação, com 43 pontos, dentro da zona de classificação para a Copa Sul-Americana. Com relação ao rebaixamento, a equipe do litoral abriu seis pontos para a zona da degola. Já os gaúchos ficaram em sétimo, com 51. O único gol do jogo foi marcado contra, pelo lateral Gustavo Nery, após chute do equatoriano Quiñonez, que contou com a sorte e o desvio da bola no jogador colorado antes de chegar as redes.

O Santos tentava reencontrar a vitória depois de ter empatado com o Sport, em Recife, e perdido para Palmeiras, em casa, e Vasco, no Rio de Janeiro. O técnico Márcio Fernandes, porém, tinha os desfalques de Fábio Costa e Rodrigo Souto, suspensos, além de Fabiano Eller, machucado.

O Internacional entrou com um time formado por jogadores reservas. Dos titulares, apenas o goleiro Lauro.

Mesmo assim, os colorados tinham jogadores conhecidos do público paulista, como o lateral-esquerdo Gustavo Nery, que já passou pela Vila Belmiro, e o atacante Daniel Carvalho.

Com a possibilidade de a próxima Sul-Americana dar uma vaga ao campeão na Libertadores a partir do ano que vem, os santistas passaram a valorizar ainda mais a classificação para o torneio, em um ano que os títulos não apareceram na Baixada Santista.

O jogo

A necessidade de buscar mais uma vitória para escapar definitivamente da briga contra o rebaixamento fez o Santos começar o jogo pressionando. Com amplo domínio, o Peixe encurralou a garotada colorada, mas sem levar grande perigo ao gol de Lauro, principalmente pelo excesso de erros de passe nas proximidades da grande área. Kléber Pereira, como sempre, não teve muito espaço.

Mas, com o passar do tempo, o Inter passou a se arriscar. Aproveitando o espaço na intermediária alvinegra, os gaúchos só não ficaram em vantagem no placar por um erro da arbitragem, aos 15. Guto, que havia perdido uma oportunidade cara-a-cara no minuto anterior, recebeu de Daniel Carvalho em condição legal, fez o gol, mas Héber Roberto Lopes marcou impedimento. O jogador estava em condição legal.

Os passes preciosos de Daniel Carvalho continuaram dando trabalho aos paulistas. Aos 18, foi a vez do zagueiro Orozco perder ótima chance. O atacante bateu falta para a área, Douglas rebateu e o defensor chutou por cima com muito perigo. A resposta do Santos veio aos 29, quando Kléber Pereira recebeu livre na área, mas Lauro fechou bem o ângulo e defendeu.

O Inter, contudo, continuou melhor. Aos 34, Taison por pouco não marcou um golaço ao bater de fora da área e quase acertar o ângulo esquerdo. Três minutos mais tarde, Daniel Carvalho bateu escanteio, Gustavo Nery cabeceou sem marcação e Bida salvou no canto esquerdo sofre a linha.

No segundo tempo, o Santos conseguiu corrigir algumas falhas na defesa e reapareceu mais ligado, mas sem criar. Molina, a esperança da torcida, pouco produziu e esteve bem abaixo. Assim, o técnico Márcio Fernandes sacou o colombiano para a entrada de Quiñonez e colocou Michael no lugar de Cuevas.

E, no primeiro lance, Michael quase colocou o Peixe na frente, aos 15, em uma rápida troca de bola na entrada da área. Ele recebeu lindo passe de cabeça de Kléber Pereira pelo lado esquerdo e chutou. Com o braço esquerdo, Lauro desviou e evitou o gol.

Se o futebol não estava ajudando, o Santos chegou ao gol contando com a sorte. Aos 24 minutos, Quiñonez arriscou de fora da área sem a pontaria de sempre. A bola sairia pela lateral, mas desviou em Gustavo Nery no meio do caminho e entrou no canto esquerdo de Lauro, que nada pôde fazer.

O gol fez o Internacional diminuir o ritmo e praticamente não levar mais perigo ao gol de Douglas. Tanto que o Santos continuou com o domínio do jogo, mas sem incomodar, principalmente pela baixa produção do artilheiro Kléber Pereira, sempre preso na marcação.

O atacante Kléber Pereira, artilheiro do Brasileiro, com 21 gols marcados, passou em branco, mas elogiou o companheiro equatoriano, autor do gol da vitória. “No mundo do futebol não existe jogador que não serve para o grupo. A estrela dele (Quiñonez) brilhou hoje. Ele treina com muita seriedade e foi recompensado”, afirmou.


Portuguesa 1 x 2 Santos

Data: 15/09/1999, quarta-feira.
Competição: Campeonato Brasileiro – 1ª fase – 10ª rodada
Local: Estádio do Canindé, em São Paulo, SP.
Público: 7.069 pagantes
Renda: R$ 68.635,00
Árbitro: Oscar Roberto Godói (SP).
Gols: Aílton (05-1); Cláudio (10-2) e Gustavo Nery (11-2).

SANTOS
Zetti; Michel, Andrei, Claudio e Gustavo Nery; Élson, Narciso, Lúcio (Aílton) e Eduardo Marques (Marcos Bazílio); Dodô e Rodrigão (Marcelo Silva).
Técnico: Paulo Autuori

PORTUGUESA
Adinan; Marcio Goiano (Edu), Emerson, Fabrício e Marcelo Santos; Simão, França (Marcelo Borges), Alexandre e Evandro; Leandro e Ailton.
Técnico: Zagallo



Santos bate Lusa e amplia chance

O Santos venceu a Lusa ontem à noite de virada por 2 a 1, no estádio do Canindé, pelo Campeonato Brasileiro, e ficou mais próximo da zona de classificação.

O time do técnico Paulo Autuori chegou a 15 pontos e aumentou suas chances de passagem à próxima fase. Já a Lusa fica em situação delicada, com dez pontos, e começa a temer o rebaixamento.

Precisando da vitória, a Lusa foi ao ataque com vontade no início. Logo aos 3min, Leandro tocou de cabeça após cruzamento de Evandro e quase marcou.

Três minutos depois, o placar foi aberto pela Lusa. Aílton recebeu sozinho na área, driblou Andrei e tocou na saída de Zetti.

Desorganizado, o Santos ameaçava apenas em lances de bola parada. O zagueiro Cláudio, que fazia a sua estréia, teve três chances de cabeça só na primeira etapa. Na terceira, aos 21min, cabeceou forte no canto esquerdo de Adinam e empatou a partida.

A partir daí, o jogo ficou equilibrado. Leandro, sem ritmo de jogo, perdeu grande chance aos 25min ao furar, quase na pequena área, um cruzamento de Aílton.

No minuto seguinte, Eduardo Marques avançou pela direita e finalizou bem, mas Adinam conseguiu espalmar para escanteio.

O jogo corria quase que só no meio-campo, e os zagueiros de ambos os lados procuravam mais os ” chutões” para a frente do que tentar sair jogando.
Os chutes de fora da área eram a solução. E França, aos 42min, quase marcou dessa forma.

No segundo tempo, os times voltaram sem alterações. O jogo seguiu concentrado no meio.

Os lances de bola parada continuavam proporcionando as melhores chances de gol. Aos 8min, França quase acertou o ângulo direito de Zetti em uma falta.

O troco do Santos acabou em gol. Dois minutos depois, Gustavo acertou um forte chute de fora da área. A bola entrou no ângulo, sem chances para Adinam. Após o gol, o jogador santista chorou.

O Santos passou a jogar em contra-ataques. A Lusa pressionou no final, sem resultado.

Santos tenta hoje ser 50% (Em 15/09/1999)

O Santos lutará no jogo de hoje para se tornar um time 50% no Brasileiro. Se o Corinthians conseguiu até a sétima rodada conquistar 100% dos pontos disputados (hoje tem 80%), o Santos precisa da vitória para alcançar a metade desse aproveitamento.

O técnico Paulo Autuori avalia que a média de 50% garante a permanência do time próximo da zona de classificação, que envolve os oito primeiros colocados.

Ao ganhar do Botafogo-SP por 2 a 0 e interromper uma sequência de seis jogos sem vencer no Brasileiro, o Santos conseguiu saltar do 18º para o 15º lugar, obtendo 44,4% dos pontos que jogou.

“A vitória (contra a Lusa) nos colocará de novo com 50% dos pontos disputados, o que é excelente. Você vê que a distância entre céu e inferno neste Brasileiro é muito curta”, declarou Autuori.

O meia Lúcio acredita que a “tranquilidade” proporcionada pela vitória sobre o Botafogo-SP ajudará na reação do time. “Recuperamos a tranquilidade para tocarmos mais a bola e fazermos jogadas individuais”, disse.

Quatro jogadores entrarão no time. Um deles, o zagueiro Cláudio, estreará no lugar do titular Jean, que ficará pelo menos 15 dias afastado por uma lesão nos ligamentos do joelho direito. Na frente, Rodrigão, que entrou no meio do último jogo, será mantido. No meio, Eduardo Marques ganhou o lugar de Fumagalli O volante Elson cumpriu suspensão e volta. Sai Marcos Bazílio.

Reforços animam Zagallo

O técnico Zagallo poderá contar hoje com dois importantes reforços: o atacante Leandro e o zagueiro Emerson. Os dois jogadores sofreram graves contusões no Campeonato Paulista e voltam após meses de afastamento.

“O setor defensivo e o setor de ataque ficarão mais reforçados agora. Eles vêm treinando bem”, disse Zagallo, mais otimista com as chances de sua equipe.

“Temos a obrigação de vencer. Precisamos chegar logo no 13”, disse o treinador, referindo-se à pontuação de seu time, que soma dez pontos no Brasileiro e, com uma vitória, chega a 13 pontos.

O técnico entende que seu time deve produzir o mesmo jogo que fez contra o São Paulo para vencer o Santos no Canindé. Zagallo lamentou os pontos perdidos contra time médios, como o Vitória.

O otimismo também tomou conta de quem está voltando. “Com duas vitórias, ficamos entre os oito melhores do campeonato”, disse Emerson.

Zagallo não poderá contar com o meia Evandro, suspenso. Em seu lugar, deverá atuar Marcelo Borges. Segundo o treinador, a CBF foi muito rigorosa ao suspender Evandro por mais de um jogo -ele foi expulso na partida contra o São Paulo.

A diretoria da Lusa tentava até ontem conseguir efeito suspensivo para a punição de Evandro.

Os diretores também tentam garantir que o clássico contra o Corinthians seja no Canindé -o rival quer jogar no Morumbi.

Lusa joga hoje em nome do Timor

A Lusa planeja fazer hoje, no clássico contra o Santos, no Canindé, uma lembrança à crise por que está passando o Timor Leste, ex-colônia de Portugal que busca a independência da Indonésia.

“Estamos pedindo à CBF (Confederação Brasileira de Futebol) uma autorização para mostrarmos no jogo algumas faixas de apoio ao povo do Timor Leste. Não é uma manifestação política. É uma manifestação humanitária”, disse o vice-presidente de futebol do clube, Ilídio Lico.

A CBF decidiu proibir manifestações políticas nos jogos do Brasileiro após jogadores exibirem camisas com mensagens.

Ilídio Lico disse que a idéia das faixas foi da presidência do clube, mas a iniciativa teve inspiração no futebol europeu.

A seleção de Portugal enfrentou a Romênia na quarta-feira passada pelas eliminatórias da Eurocopa-2000 com uma tarja negra na camisa lembrando a crise no Timor Leste. Nos últimos dias, os clubes portugueses têm feito manifestações semelhantes.

A Uefa, entidade que controla o futebol europeu, porém, proibiu ontem o Boavista de fazer mensagens alusivas à crise em Timor Leste em jogo pela Copa dos Campeões, contra o Rosenborg.

O órgão máximo do futebol na Europa entendeu que as mensagens teriam conotação política, e não humanitária -a Uefa também proíbe mensagens políticas em partidas de futebol.

Ilídio Lico confessou não saber bem o que está acontecendo em Timor Leste. “”Não estou bem por dentro do que está acontecendo lá. Mas sou contra a violência, sou contra as guerras. Não gostaria que o Brasil enviasse tropas ao Timor Leste para lutar. Só se for para manter a paz”, disse.

Relatos de organizações de direitos humanos falam em quase 200 mil mortos em 20 anos de conflitos no território.

As faixas que devem ser exibidas hoje no estádio do Canindé também foram elaboradas por outras entidades ligadas à comunidade portuguesa em São Paulo.

Até o fechamento da edição, a Lusa não havia conseguido autorização para a manifestação.


Santos 1 x 1 Mogi Mirim

Data: 16/05/1999, domingo, 11h00.
Competição: Campeonato Paulista
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 5.115
Renda: R$ 26.209,00
Árbitro: Vladimir Vassoler (SP).
Cartão vermelho: Argel (S).
Gols: Alex (22-1, de pênalti) e Gustavo Nery (37-1).

SANTOS
Zetti; Ânderson Lima, Argel, Jean e Gustavo Nery; Marcos Bazílio (Sugawara), Narciso, Jorginho (Lúcio) e Rodrigo Fabri (Caíco); Alessandro e Viola.
Técnico: Emerson Leão

MOGI MIRIM
Anselmo; Paulão, Marcelo Batatais, Fábio Paulista e Ronaldo; Alexandre, Márcio, Misso e Luis Mário (Samuel); Jackson (Eduardo) e Alex (Mauro César).
Técnico: José Carlos Serrão



Santos erra muito e só empata de novo

Jogando em casa, o Santos só empatou em 1 a 1 com o Mogi Mirim na manhã de ontem.

Pela terceira vez no Campeonato Paulista-99, o time não consegue vencer equipes do interior jogando na Vila Belmiro. No domingo anterior, havia empatado com o União Barbarense (2 a 2) e em 13 de março com a Matonense (1 a 1).

A equipe lidera o Grupo 4, com 28 pontos, seis pontos na frente do Corinthians. No próximo fim-de-semana, os dois times se enfrentam em São Paulo.
Na primeira etapa, o Mogi começou melhor. Utilizando o esquema 3-5-2, o técnico José Carlos Serrão congestionou o meio-campo e não deixou espaços para as articulações ofensivas do Santos.

Aos 19min, em um contra-ataque rápido, o atacante Alex arrancou da intermediária, passou por Jorginho, por Ânderson e foi derrubado pelo lateral santista por trás dentro da área.

O time do Santos contestou a marcação do juiz Vladimir Vassoler e partiu para cima do árbitro. A confusão durou três minutos, até a cobrança do próprio Alex, que aos 22min fez 1 a 0 para o Mogi.

Aos 37min, o Santos empatou em um lance casual. Viola ajeitou a bola para Argel, que vinha de trás. O zagueiro bateu para o gol, mas o chute sem direção acabou se transformando num lançamento para o lateral Gustavo, que, livre de marcação, tocou para o gol.

Na segunda etapa, com as entradas do japonês Sugawara e de Caíco, o Santos pressionou mais, mas desperdiçou uma grande quantidade de chances de gol. Os atacantes do time acertaram três vezes a trave do rival.

Japonês entra e vira destaque

O volante japonês Tomo Sugawara, 22, estreou ontem no Santos e acabou se transformando no destaque do time.

Ele entrou no intervalo com a responsabilidade de marcar o meia Luiz Mário e depois o atacante Jackson. Anulados pelo volante japonês, os dois foram trocados.

A disposição e o estilo voluntarioso fizeram o jogador cair nas graças da torcida, que gritava a cada lance disputado pelo volante.

Para o técnico Emerson Leão, que o revelou quando dirigia o Verdy Kawasaki, do Japão, Sugawara “deu um banho de bola”.

“Não é porque é japonês que não sabe jogar futebol. Ele resolveu o nosso problema -marcou, bateu de fora da área e ganhou todas as bolas. Teve um aproveitamento de 100%”, afirmou Leão.

No ano passado, o Santos teve outro japonês, o meia Maezono, que se transferiu para o Goiás.

Além de ter sido o melhor jogador santista, Sugawara assumiu a condição de capitão do time quando Jorginho foi substituído. Ao sair, Jorginho atirou a braçadeira de capitão na direção do japonês, para que ele a entregasse a Narciso.

“Era para o Narciso, mas ele estava longe, e eu tinha de me concentrar no jogo. Aí, coloquei no braço”, afirmou Sugawara, que já fala português, com dificuldades.

Enquanto o volante era festejado, o atacante Alessandro, principal jogador do time no início do ano, foi vaiado pela torcida e criticado pelo técnico Leão e por Viola, seu companheiro de ataque.



Leão coloca titulares do Santos sob pressão na Vila

Os três confrontos que restam ao Santos na segunda fase do Campeonato Paulista -a partir do jogo de hoje pela manhã, às 11h, contra o Mogi Mirim, na Vila Belmiro- serão usados pelo técnico Emerson Leão para colocar sob tensão os jogadores titulares.

O treinador está acenando com a possibilidade de modificar a equipe na fase semifinal, colocando no time alguns reservas que vêm se destacando nos treinamentos.

“Estamos buscando alternativas porque estou vendo que vamos precisar”, declarou o técnico.

A primeira “vítima” pode ser o meia-atacante Rodrigo, cuja presença hoje entre os titulares está ameaçada. O atacante Alessandro é outro que vem sendo objeto das críticas do técnico pelo excesso de gols perdidos em treinos e jogos.

Ao mesmo tempo em que pressiona os titulares com a ameaça de sacá-los da equipe, Leão derrama elogios sobre alguns reservas.

A dupla Lúcio e Aristizábal é um exemplo. Depois de ficarem mais de seis meses em tratamento devido a lesões sofridas em 98, os dois jogadores se recuperaram e vêm ganhando destaque nos treinos.

“Eles já estão começando a se sentir adultos para voltar à equipe. Só aguardam a oportunidade”, disse Leão.

O meia Caíco, depois de ter caído em desgraça com o treinador em 98, a ponto de ter sido emprestado para o Atlético-PR, voltou a ser lembrado e é candidato à vaga de Rodrigo no jogo de hoje.

Até mesmo o volante japonês Sugawara, que chegou no início do ano, mas ainda não estreou, poderá ter sua chance. Leão diz gostar do empenho e da obediência tática do jogador, com quem já trabalhou no Verdy Kawasaki, do Japão.

Coincidência ou não, os elogios a Sugawara ganham força no mesmo momento em que o próprio treinador constata uma queda de rendimento do volante Marcos Bazílio, que ocupa o lugar do titular Marcos Assunção, machucado.

Sem Assunção, que praticamente não tem mais chances de voltar a jogar no Paulista-99 devido a uma fratura no pé esquerdo, o japonês passa a ser observado pelo técnico como um possível substituto.

Na zaga, com o titular Claudiomiro também machucado -o jogador sofreu sua segunda lesão muscular neste ano-, Leão estimula a competição entre os reservas Jean e Andrei.

Hoje, contra o Mogi, a equipe terá a oportunidade de se reabilitar diante da torcida do fraco desempenho do último jogo, em que só conseguiu empatar na Vila (2 a 2) com o União Barbarense -e devido a um gol de Alessandro aos 44min do segundo tempo.

“Precisamos de qualidade na vitória. Para isso, será necessário coordenação perfeita e não loucura e correria. Quero uma boa vitória, com uma boa apresentação. Só isso me basta”, afirmou Leão.

No Mogi Mirim, o técnico José Carlos Serrão tem dúvidas no meio-de-campo e no ataque.

No meio, Eduardo e Alexandre disputam uma vaga. Ariel e Jackson são as duas opções do técnico para acompanhar Alex no ataque.

Viola busca seu 50º gol com a camisa santista

Artilheiro do Santos no Campeonato Paulista, com seis gols, o atacante Viola terá a chance de marcar pela 50ª vez com a camisa do clube, hoje, contra o Mogi Mirim.

Os 49 gols que marcou nas 63 partidas que disputou pelo Santos dão a Viola uma média elevada, de 0,77 gol por partida. Ela é inferior, porém, às dos principais artilheiros da história do clube -Feitiço (1,41, com 213 gols em 151 jogos); Ary Patusca (1,21, com 103 gols em 85 jogos); e Pelé (0,97, com 1.091 gols em 1.115 jogos).

“Se as bolas chegarem boas, terei chances de marcar. Fazer o gol de número 50 dentro da Vila Belmiro será muito bom, uma marca muito importante”, declarou o jogador, que, depois de ter voltado ao time após 29 dias contundido, marcou nas quatro partidas que disputou.

Além de tentar impedir o êxito de Viola, o Mogi terá outra tarefa difícil, pelo menos de acordo com o retrospecto -derrotar o Santos.

Nas dez partidas entre as duas equipes na Vila, houve dois empates e o Santos venceu as outras oito. No cômputo geral, o Santos só perdeu quatro vezes do Mogi -nos demais 20 jogos, venceu 11 e empatou 9.


Portuguesa Santista 1 x 6 Santos

Data: 05/05/1999, quarta-feira, 15h00.
Competição: Campeonato Paulista
Local: Estádio Ulrico Mursa, em Santos, SP.
Público: 2.250
Árbitro: Sálvio Spinola
Gols: Gino (14-1), Viola (26-1), Gustavo Nery (35-1), Ânderson Lima (37-1); Viola (08-2), Argel (25-2) e Viola (31-2).

PORTUGUESA SANTISTA
Wilson Júnior; Bruno Carvalho, Cristiano, Marcelo e Ricardo (Rodrigo); Jackson, Adriano (Sandro), Gino e Shizo; Cláudio Millar (Régis) e Miran.
Técnico: Nenê

SANTOS
Zetti; Ânderson Lima, Argel (Valdir), Claudiomiro e Gustavo Nery; Marcos Bazílio (Bechara), Narciso, Jorginho (Aristizábal) e Rodrigo Fabri; Alessandro e Viola.
Técnico: Emerson Leão



Viola faz três, e Santos goleia de virada

Time de Leão dispara na liderança do Grupo 4, abrindo dez pontos de vantagem sobre o Barbarense, vice-líder

Com três gols do atacante Viola, o Santos aplicou uma goleada de 6 a 1 na Portuguesa Santista, em jogo na tarde de ontem no estádio Ulrico Mursa, em Santos. A Portuguesa chegou a surpreender ao sair na frente no placar, com um gol de falta do volante Gino.

Com a vitória, o Santos disparou na liderança do Grupo 4, com 26 pontos, 10 à frente do Barbarense, segundo colocado, com 16.

A Santista, que não vence desde fevereiro, é a última colocada do Paulista, com apenas dois pontos.

Durante toda a partida, o Santos manteve domínio total das ações e só sofreu o gol, aos 14min do primeiro tempo, em virtude de uma falha dos homens da barreira.

O gol provocou um susto no time do Santos, que, tomado pela ansiedade de empatar, passou a errar passes e ter dificuldades de construir as jogadas ofensivas.

“Ninguém esperava levar um gol e sair atrás, mas o time foi se acalmando e conseguiu se recuperar”, disse o lateral Ânderson.

A tranquilidade somente voltou aos 26min, com o gol de empate. Lançado por Alessandro, Ânderson cruzou, e Argel, que vinha na corrida, bateu de primeira. O goleiro Wilson Júnior não conseguiu segurar, e Viola completou para o gol.

Aos 35min, o Santos virou, em gol contra do zagueiro Gino atribuído ao lateral Gustavo Nery. Ele recebeu lançamento de Viola, foi à linha de fundo, cruzou, e, ao tentar tirar, Gino colocou para dentro do seu próprio gol.

Dois minutos depois, o lateral Ânderson ampliou para 3 a 1, ao cobrar uma falta sofrida por Alessandro no lado direito do ataque.

No segundo tempo, o único objetivo da Portuguesa Santista era tentar evitar a goleada. Com receio de ficar com um jogador a menos, o técnico Nenê tirou no intervalo o atacante Claudio Millar, que estava visado pelos jogadores do Santos em razão de entradas violentas por trás sobre o meia Rodrigo e o lateral Gustavo.

O primeiro dos três gols do segundo tempo aconteceu logo aos 8min. O zagueiro Claudiomiro roubou a bola na intermediária e tocou para Narciso, que lançou Viola. O atacante deu dois dribles consecutivos no zagueiro Cristiano e tocou na saída do goleiro Wilson Júnior.

Com 4 a 1, o Santos começou a se desinteressar pela partida, e o técnico Emerson Leão resolveu dar oportunidades aos jogadores reservas, colocando no time o volante Bechara, o atacante Aristizábal e o zagueiro Valdir.

O quinto gol nasceu de uma falta, cobrada por Rodrigo, aos 25min. Argel apareceu sozinho na área da Portuguesa e concluiu de cabeça. O jogador foi advertido com cartão amarelo por subir no alambrado para comemorar com a torcida.

Viola fez o sexto do time e o terceiro dele aos 31min, ao completar de cabeça um cruzamento de Alessandro da direita.

Atacante diz que não deve ficar

O atacante Viola disse, após o jogo contra a Portuguesa Santista, que não deverá permanecer no Santos após o final do Paulista, quando termina o seu contrato.

“A cada dia que passa vou ficando mais triste porque sei que o campeonato está terminando, o meu contrato também, e eu gostaria de permanecer. Queria fazer muito mais pelo Santos. Cheguei agora e já estou indo”, afirmou.

Viola disse ter ouvido “comentários” de que a Parmalat, proprietária do seu passe, pretende negociá-lo com o Betis, da Espanha, em troca do empréstimo do atacante Denílson, que viria para o Palmeiras.

Ele também afirmou ter conhecimento do interesse do Corinthians. “Sem menosprezar os outros companheiros, desde a minha saída não houve outro centroavante como eu no Corinthians, identificado com a Gaviões”, afirmou.

Com os três gols de ontem, Viola passou a acumular cinco no Paulista, e se aproximou dos artilheiros do campeonato -Dodô (São Paulo), Sandro Hiroshi (Rio Branco), Taílson (Matonense) e Alex (Mogi Mirim), todos com sete gols.

Com a provável saída de Viola e de outros jogadores, o time do Santos corre o risco de sofrer um desmanche após o Paulista.

O zagueiro Argel está negociando com o Porto por US$ 2,5 milhões e viaja a Portugal após o término do campeonato. Os empréstimos de Rodrigo (Real Madrid) e Aristizábal (São Paulo) terminam no meio do ano, e as chances de renovação são mínimas.



Santos teme lesões em clássico litorâneo

Gramado do estádio da Portuguesa Santista é a maior preocupação do time de Emerson Leão, líder do Grupo 4

Jogadores e comissão técnica avaliam que o Santos têm hoje novamente o campo como principal obstáculo no estádio da Portuguesa Santista, às 15h.
Para eles, a qualidade técnica será prejudicada pelas condições e dimensões do Ulrico Mursa, e o risco de lesões será maior.

Antes da vitória de sábado (1 a 0) sobre o Guarani, os santistas temiam contusões, devido aos buracos do campo do Brinco de Ouro.

O medo se concretizou durante o jogo -o volante Marcos Assunção pisou em um buraco, fraturou o dedo mínimo do pé esquerdo e está fora do Paulista-99.

A pretensão da diretoria do Santos era conseguir transferir o jogo de hoje para a Vila Belmiro, onde a equipe goleou a Portuguesa Santista por 5 a 1 neste Estadual.

O técnico Leão reclamou do fato de o Santos não ter recebido o mesmo tratamento dado ao Palmeiras, que em março venceu a Santista (4 a 1) jogando na Vila Belmiro.

“Se nós vamos jogar, acho que os outros deveriam jogar lá também”, afirmou.

Na condição de mandante, a Santista pediu à Federação Paulista de Futebol para atuar em casa, a fim de evitar despesas. Se jogasse à noite na Vila, o custo seria de R$ 35 mil. No Ulrico Mursa, o jogo será à tarde -o estádio não tem iluminação artificial-, e a despesa será de R$ 12 mil, segundo o clube.

“Vamos cumprir a determinação da Federação Paulista, já que a Santista exige jogar em casa. Infelizmente, o nível técnico do espetáculo vai cair”, disse Leão.

O meia Jorginho vê nas dimensões do gramado outro problema. “O campo é pequeno. Fica difícil tocar a bola, porque há muito contato físico.”

O volante Marcos Bazílio está escalado para ocupar a vaga de Marcos Assunção. “O Bazílio é um atleta mais simples e menos ousado, porém mais precavido e mais cumpridor”, declarou Leão.

Apesar de liderar o Grupo 4 com 23 pontos (7 à frente do segundo colocado), o Santos vai buscar a vitória, segundo Leão, porque ainda está “correndo atrás”.

A Santista vai a campo atrás da primeira vitória na segunda fase. O time não contará com o atacante Curê e o volante Embu.


Santos 4 x 2 Corinthians

Data: 25/04/1999, domingo
Competição: Campeonato Paulista – 2ª fase – 10ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Publico e renda: N/D
Árbitro: Flávio de Carvalho (SP)
Cartões amarelos: Rodrigo, Rodrigão, Claudiomiro e Gustavo Nery (S); Rodrigo e Marcelinho Carioca (C).
Gols: Gustavo (04-1), Ricardinho (37-1); Dinei (16-2), Viola (19-2), Anderson (30-2) e Narciso (42-2).

SANTOS
Zetti; Ânderson Lima, Argel, Claudiomiro e Gustavo Nery; Marcos Assunção, Narciso, Jorginho e Rodrigo Fabri (Marcos Bazílio); Alessandro (Lúcio) e Rodrigão (Viola).
Técnico: Émerson Leão

CORINTHIANS
Nei; Rodrigo (Pingo), Nenê, Gamarra e Silvinho; Amaral, Vampeta, Marcelinho Carioca e RIcardinho (Fernando); Edison e Dinei.
Técnico: Evaristo de Macedo.



Leão muda a marcação e Santos goleia

Técnico santista corrige erros no intervalo e propicia vitória, que leva time a disparar na liderança do Grupo 4

As alterações de Emerson Leão no segundo tempo levaram o Santos à vitória ontem na Vila Belmiro, em Santos, contra o Corinthians, por 4 a 2.
Percebendo que o meio-campo de seu time marcava mal, o técnico santista acertou o posicionamento do volante Narciso e colocou Marcos Bazílio no lugar de Rodrigo, o que deu estabilidade ao setor.

Promovendo também as entradas de Lúcio e Viola, o Santos melhorou na marcação e venceu. Com 20 pontos, é líder disparado do Grupo 4, 7 a mais do que o Corinthians, que se encontra fora da zona de classificação.

A etapa inicial teve duas fases distintas. Nos primeiros 15 minutos, o Santos foi melhor, marcando 1 a 0 com o lateral Gustavo e perdendo pelo menos outras duas boas chances de gol.

O gol de Gustavo, logo aos 4min, deu-se quando o atleta fez um levantamento para a área, a bola desviou em Gamarra e acabou enganando o goleiro Nei.

A partir dos 15 minutos, porém, o Corinthians equilibrou as ações, explorando melhor as falhas dos volantes Marcos Assunção e Narciso, e criando situações de perigo para o goleiro Zetti.

Aos 37min, o meia Ricardinho empatou, marcando um belo gol, um chute alto, da entrada da área, no canto direito de Zetti.

No segundo tempo, o Corinthians chegou a virar, aos 16min, com Dinei aproveitando falha de Zetti, que rebateu para a frente chute de Ricardinho.
Mas, três minutos depois, Viola, que entrou no segundo tempo, depois de passar cerca de um mês fazendo tratamento médico, empatou em cruzamento de Rodrigo.

E, a partir daí, com as três alterações de Leão já tendo sido feitas, o Santos viraria o placar com Ânderson, aos 30min.

Com mais liberdade para atacar na etapa final -Lúcio e o próprio Marcos Bazílio ficavam mais recuados-, Narciso, que havia dado o passe para Ânderson marcar o terceiro gol, aos 40min fez o seu, completando o marcador.

Alteração no meio-campo virou jogo, diz técnico

A entrada do volante Marcos Bazílio no lugar do meia Rodrigo no segundo tempo foi um dos fatores fundamentais para a vitória do Santos, segundo avaliação do técnico Emerson Leão.

“Estávamos perdendo o meio-campo. Por isso, coloquei o Bazílio, que deu mais força ao setor.”

Para o treinador, o Santos foi superior durante 70% do tempo e permitiu a vitória parcial do Corinthians por 2 a 1 “nos 30% em que jogamos mal”.
“Fizemos 20 minutos mágicos no primeiro tempo. Depois, caímos. Fiquei preocupado porque começamos a errar, e a equipe precisava ter maturidade para quebrar o ritmo do adversário. Quando adquirimos essa consciência, ganhamos”, declarou Leão.

O meia Jorginho disse que o time “deu uma bobeira” ao permitir a reação do Corinthians no início do segundo tempo e, depois disso, ficou ansioso para empatar. “Estivemos afoitos naquele momento, mas depois veio a frieza.”

Para o volante Narciso, “a raça e a vontade” foram os fatores que garantiram a vitória. Quando levamos o segundo gol, eu tinha certeza de que iríamos virar”, disse.

Corintianos reclamam de jogar na Vila

Jogadores e torcedores do Corinthians reclamaram muito de o time ter sido obrigado a atuar na Vila Belmiro. Reclamaram o tratamento dado ao São Paulo, que enfrentou o Santos na capital.

Para os atletas, o problema foi o aquecimento, que, por causa do tamanho do vestiário, teve que ser feito dentro do campo.

Os torcedores reclamaram mais. A primeira queixa dizia respeito ao preço da arquibancada, que custou R$ 20, o dobro do preço dos clássicos, que é de R$ 10, e dos demais jogos, de R$ 5.

A segunda, ao fato de, por causa de um acidente na estrada, alguns ônibus com corintianos terem chegado atrasados à Vila. Para piorar, no estádio do Santos só estavam sendo vendidos ingressos para sócios do clube, o que os obrigou a ir ao Ulrico Mursa, estádio da Portuguesa Santista. Assim, muitos pagaram R$ 20 para ver só o segundo tempo.

Sobre a derrota, os corintianos tinham opiniões divergentes.

Marcelinho preferia culpar a arbitragem. “O juiz estava perdido. No primeiro tempo, não viu que o Gustavo pôs a mão na bola dentro da área. Era pênalti para a gente, que ele não deu”, reclamava o meia-atacante.

Para o goleiro Nei, o time cometeu dois erros. Falhou ao dar espaço aos contra-ataques santistas no segundo tempo e está falhando ao priorizar a Libertadores. “O pessoal não pode ficar pensando no jogo contra o Palmeiras, que é só no dia 5. Tem que se concentrar também no Paulista.”

Já o volante Amaral atribuía o resultado aos méritos do Santos. “Eles ganharam porque foram muito bem no segundo tempo. Depois que entrou o Viola, foi mais difícil segurá-los.”

Hoje pela manhã, os corintianos continuam sua maratona, viajando para Caxias do Sul, onde pegam amanhã o Juventude pela Copa do Brasil. Na sexta, haverá o jogo de volta, no estádio do Pacaembu.

Os dois confrontos contra o time gaúcho são válidos pelas oitavas-de-final do torneio.

No domingo, menos de 48 horas depois de terem enfrentado o Juventude, os jogadores voltam a campo pelo Paulista para pegar o Mogi Mirim, no Canindé. Nesta partida, no entanto, todos os titulares devem ser poupados.



Santistas lutam por vantagem (Em 25/04/1999)

O Santos deflagra hoje contra o Corinthians o início de uma corrida pelos pontos. A sete rodadas do encerramento da segunda fase, o time tem como meta alcançar os dois primeiros do Grupo 3.

O objetivo é superar em pontos os rivais da outra chave, a fim de conquistar a vantagem de jogar pelo empate nas fases semifinal e final do Paulista.

Embora lidere o Grupo 4 com quatro pontos de vantagem sobre os segundos colocados, o Santos (17 pontos) está atrás de São Paulo (23) e de Palmeiras (19), primeiro e segundo colocados do Grupo 3.

Mesmo que na fase atual termine como líder do seu grupo, o Santos perderá a vantagem do empate na semifinal se o segundo colocado do outro grupo conseguir acumular mais pontos.

No clássico de hoje, os jogadores foram orientados a exercer uma marcação forte sobre o Corinthians, a fim de garantir a posse da bola pelo maior tempo possível. O técnico Emerson Leão quer ver em campo um time “”pegador”.

Segundo o zagueiro Argel, a equipe vai marcar a saída de bola do Corinthians a fim de reduzir os espaços do adversário e obrigar o goleiro a repor a bola em jogo com chutes para a frente.

“Se isso acontecer, vai facilitar. Eu, o Claudiomiro, o Ânderson, levaremos vantagem sobre os atacantes porque estaremos de frente para a jogada e, com o cabeceio, a bola voltará para a intermediária do Corinthians”, afirmou o atleta santista.