hat-trick - Acervo Santista

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Santos 5 x 2 Vitória

Data: 03/06/2018, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 9ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 3.887 pagantes
Renda: R$ 82.830,00
Árbitro: Sávio Pereira Sampaio (DF)
Auxiliares: Daniel Henrique da Silva Andrade (DF) e Ciro Chaban Junqueira (DF).
Cartões amarelos: Rodrigo Andrade, Wallyson, Lucas Marques e Kanu (V).
Gols: Rodrygo (22-1), Rodrygo (25-1), Rodrygo (30-1) e Renato (44-1); Neilton (17-2), Gabriel (28-2) e Ramon (38-2).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo (Gustavo Henrique), David Braz e Dodô; Diego Pituca, Renato e Jean Mota; Gabriel, Rodrygo (Copete) e Eduardo Sasha (Léo Cittadini).
Técnico: Jair Ventura

VITÓRIA
Elias; Lucas, Kanu, Aderllan e Pedro Botelho; Rodrigo Andrade (Ramon), Uillian Correia (Lucas Marques) e Neilton; Lucas Fernandes (André Lima), Rhayner e Wallyson.
Técnico: Vagner Mancini



O técnico agradece! Com show de Rodrygo, Santos goleia o Vitória

Pressionado, o técnico Jair Ventura precisava dos três pontos para permanecer no Santos. E a sobrevida veio em grande estilo: 5 a 2 sobre o Vitória neste domingo, na Vila Belmiro, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe construiu a goleada já no primeiro tempo, com o hat-trick do inspirado Rodrygo e o cabeceio certeiro do experiente Renato. Os donos da casa amassaram o Leão e poderiam até ter feito mais gols. Foram, certamente, os melhores 45 minutos na temporada.

Na segunda etapa, o alvinegro veio para administrar o resultado, o Vitória fez o primeiro, quase o segundo, mas Gabigol marcou o quinto e garantiu os três pontos para Jair agradecer. Ainda deu tempo para Ramon marcar o segundo da equipe baiana.

O jogo

O Santos não pareceu o time que não vencia há cinco jogos, com protestos da torcida durante a semana e o técnico Jair Ventura pressionado. O Peixe amassou o Vitória no primeiro tempo.

A equipe esteve bem organizada, linhas adiantadas, triangulações e objetividade no ataque. O 4 a 0 nos primeiros 45 minutos foi pouco diante do volume de jogo.

Depois de martelar, colocar bola na trave e ter gol anulado, Rodrygo começou o seu show. Fez o primeiro, o segundo e o terceiro aos 22, 25 e 30. Renato ainda teve tempo de fazer o quarto, de cabeça, antes da ida ao intervalo.

Além do destaque óbvio para Rodrygo, o Santos teve defesa segura, Diego Pituca e Jean Mota bem no meio-campo e Eduardo Sasha e Gabigol voluntariosos no ataque. O goleiro Vanderlei não trabalhou. E o Vitória só torceu pelo apito antes da ida ao intervalo.

O Santos voltou para o segundo tempo disposto a administrar o resultado, com outra intensidade. O problema é que o Vitória não tinha desistido da partida na Vila.

O Leão assustou e marcou o primeiro com Neilton, em falha de David Braz, aos 17 minutos. E aos 28, os visitantes poderiam ter diminuído mais, mas Vanderlei fez linda defesa e puxou o contra-ataque. Rodrygo deu assistência para Gabigol, o maior alvo em protestos das torcidas organizadas, marcar e confirmar a vitória.

Nos minutos finais, o Vitória ainda marcou o segundo gol, com Ramon, aos 38 minutos. E a reação parou por aí. O Santos ainda se deu ao luxo de preservar Rodrygo, Eduardo Sasha e Lucas Veríssimo, substituídos. No apito final, as vaias viraram aplausos. E o seguinte grito foi entoado: “Não é mole não, jogando com vontade ninguém ganha do Peixão”.

Bastidores – Santos TV:

Após goleada, Jair minimiza pressão no Santos: “Me preparei para isso”

Jair Ventura precisava vencer o Vitória para se manter como técnico do Santos. E a goleada por 5 a 2 neste domingo, na Vila Belmiro, o credencia a permanecer. O treinador, porém, minimiza a pressão sofrida pela torcida e por parte da diretoria.

Jair explica como se preparou para ser treinador e diz que, pela primeira vez, se viu em risco à frente de um clube de futebol. No Botafogo, as boas campanhas renderam quase que uma lua de mel com a torcida.

“Eu me preparei 11 anos para ser treinador. Em 2005 fiz meu primeiro curso. Trabalhei nove anos como assessor, três na base da seleção, interino em 2010, 2015 e efetivado em 2016. Quando me preparei e fui efetivado, encontrei o Botafogo na 17ª colocação faltando 19 jogos. Terminamos em quinto. E a realidade do treinador é ser pressionado a todo tempo. 99 jogos e alcançamos boas coisas. Sem título, mas campanha maravilhosa na Libertadores, semifinal na Copa do Brasil… Vida do treinador não é de bons momentos a todo tempo, mas vivia dois anos sem pressão. E chegou agora. Eu me preparei para isso. Não me preparei não só para as coisas boas. Vejo com naturalidade. Não me tornei treinador do dia para a noite. Minha carreira está apenas começando. Viverei as coisas boas e as ruins”, disse Jair, em entrevista coletiva.

“No futebol, são diversos fatores extracampo. E nós profissionais procuramos fazer o melhor pela camisa que vestimos. E temos que nos preocupar com campo e bola. Voltamos a vencer depois de cinco jogos quando vínhamos criando. E parecia desculpinha. Não fizemos gol nos últimos quatro e fizemos cinco hoje. Poderíamos ter dividido para estarmos em um melhor lugar na tabela… Agora é descansar porque saímos muito desgastados nesse jogo para fazer um grande clássico. Esperamos voltar aos trilhos e continuar nessa série de vitórias que é importante para todos nós”, completou.

Rodrygo comenta hat-trick e pede para Santos não “desligar” mais

Rodrygo perdeu as contas das vezes em que fez três gols em um único jogo nas categorias de base, mas, como profissional, conseguiu o primeiro hat-trick neste domingo, na goleada do Santos por 5 a 2 sobre o Vitória, na Vila Belmiro.

Em entrevista à Santos TV, o raio comentou sobre os gols marcados e pediu para o Peixe manter a concentração. Depois de abrir 4 a 0 no primeiro tempo, o alvinegro caiu de rendimento, fez um e sofreu dois gols na segunda etapa.

“O jogo começou meio truncado, meio difícil. Tínhamos espaço, mas não concluímos em gol até que sobrou a bola na cabeçada do Dodô, depois fiz o segundo numa jogada individual e acho que ali abriu a porteira. No final desligamos um pouquinho, é uma coisa normal, mas não pode acontecer. O que importa é a vitória”, disse Rodrygo.

“Estou muito feliz e espero que venha muito mais. Esse ano ainda! Na base, perdi as contas. No profissional é o primeiro e mais especial”, completou.

Gabigol vê sorte determinante em goleada do Santos: “Esteve do nosso lado”

Pressionado, o Santos voltou a vencer e a jogar bem em goleada por 5 a 2 sobre o Vitória na tarde deste domingo, na Vila Belmiro, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro. Para Gabigol, a sorte foi determinante.

O camisa 10 entende que o time vinha bem antes deste domingo, mas as oportunidades aproveitadas fizeram a diferença. O atacante ainda elogiou o técnico Jair Ventura e Rodrygo, autor de três gols.

“Foi um jogo muito bom coletivamente. Hoje a sorte esteve do nosso lado e os gols saíram. O Jair é um cara excepcional. E o Rodrygo, um cara muito trabalhador”, disse Gabigol.

Além dos gols: estatísticas provam melhora do Santos em goleada

A maior prova da melhora do Santos diante do Vitória é o placar de 5 a 2 na Vila Belmiro, mas as estatísticas ajudam a entender o bom desempenho do Peixe depois de quatro partidas sem vencer.

O Peixe era quem menos acertava finalizações no Campeonato Brasileiro, com média de três na direção do gol. Contra o Vitória, foram 11 certas em um total de 20. Os números são do Footstats.

O alvinegro ainda bateu um recorde: foi quem mais teve finalizações certas em um tempo na competição: nove, com direito a três gols de Rodrygo. Nos sete jogos anteriores, o melhor desempenho foi de seis chutes corretos. Seis em 90 minutos.

Outro dado interessante é o de cruzamentos. Com maior volume de jogo, o Santos levantou a bola 25 vezes na área do Vitória, com nove acertos. No empate em 0 a 0 com o Real Garcilaso, por exemplo, foram 50 cruzamentos e o mesmo número de tentativas certeiras.

As estatísticas comprovam a mudança de postura do Santos. Pressionado, o time pressionou desde os primeiros minutos e mostrou linhas adiantadas, compactação, triangulações pelas pontas e objetividade no ataque. Os três pontos fizeram o técnico Jair Ventura ser mantido no cargo.

Santos ganha novos desfalques e sofre para completar banco

O Santos tem sofrido não apenas com a escalação, mas também na composição do banco de reservas. Com a possibilidade de 12 suplentes, o Peixe teve apenas nove contra o Vitória e oito diante do Atlético-PR.

À frente de um elenco com 29 jogadores, o técnico Jair Ventura tem sofrido com desfalques. No último domingo, na goleada por 5 a 2 sobre o Vitória, na Vila Belmiro, o alvinegro não contou com Bruno Henrique (trauma no quadril), Daniel Guedes (conjuntivite) e Yuri Alberto (luxação no ombro direito).

No departamento médico, além do trio, estão Alison (lesão no joelho direito), Vitor Bueno e Arthur Gomes (entorse no tornozelo esquerdo) e Vecchio (dores no joelho direito). Caju, negociado com o Apoel-CHI, só treina no CT Rei Pelé para manter o condicionamento físico.

O único atleta que deve retornar na próxima rodada é Bruno Henrique. A tendência é que o atacante fique no banco de reservas no clássico contra o Corinthians, quarta-feira, às 21h (de Brasília), na arena do rival, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro. O camisa 11 ainda sente dores após se chocar na trave na derrota por 1 a 0 para o Cruzeiro, no Pacaembu.

Jair pode repetir a escalação das partidas contra Atlético-PR e Vitória na quarta: Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Dodô; Diego Pituca, Renato e Jean Mota; Eduardo Sasha, Rodrygo e Gabigol.

O Peixe é o 15º colocado do Campeonato Brasileiro, com nove pontos e uma rodada a menos. O alvinegro enfrentará o Vasco em jogo adiado da rodada 3. A partida será em julho, depois da Copa do Mundo na Rússia, no Pacaembu.

Em alta, Pituca tem contrato longo e um dos menores salários do Santos

Quando Alison sofreu lesão no joelho direito, imaginava-se que Yuri e Guilherme Nunes brigariam pela vaga em aberto no meio-campo do Santos. Mas foi Diego Pituca quem se firmou e tem sido destaque no time de Jair Ventura.

Armador de origem e com preferência em ser segundo volante, Pituca tem feito bem a “cabeça de área”, como dizem os mais velhos. O jogador de 25 anos marca bem, ajuda na saída de bola e chega bem no ataque, como no último domingo, quando deu duas assistências nos 5 a 2 sobre o Vitória, na Vila Belmiro.

“Foi mais um grande jogo do Pituca. Jogador que eu pincei (do time B) e hoje ele é importantíssimo na ausência do Alison. Vem ajudando demais o time. Muitos treinadores me ligaram para perguntar dele e nós seguramos”, disse o técnico Jair Ventura, em coletiva de imprensa.

Destaque no Botafogo-SP, Diego Pituca chegou ao Santos B em maio de 2017 e foi promovido por Jair na pré-temporada deste ano. No sub-23, assinou um bom contrato para os moldes da categoria, de quatro temporadas e salário de 32 mil. Hoje, é um dos menores vencimentos entre os profissionais.

Herdeiro do apelido do pai e nascido em Mogi Guaçu-SP, Pituca começou a carreira no Mineiros-GO e passou por Brasilis, Guaçuano, Matonense e Botafogo, todos de São Paulo, antes de chegar ao Santos. Polivalente, o atleta já atuou como lateral-esquerdo, volante, meia e ponta.


Santos 5 x 1 Luverdense-MT

Data: 10/05/2018, quinta-feira, 21h45.
Competição: Copa do Brasil – Oitavas de Final – Jogo de ida
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 3.590 pagantes
Renda: R$ 90.725,00
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Auxiliares: Michael Correia e Thiago Henrique Neto Correa Farinha (ambos do RJ).
Cartões amarelos: Gabriel e Alison (S); Paulinho, Rafael Silva e Moisés (L).
Gols: Itaqui (11-1), Gabriel (24-1); Gustavo Henrique (13-2), Gabriel (17-2), Gabriel (22-2) e Yuri Alberto (40-2).

SANTOS
Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Gustavo Henrique e Dodô; Alison (Yuri), Jean Mota e Vitor Bueno; Gabigol, Rodrygo e Eduardo Sasha (Yuri Alberto).
Técnico: Jair Ventura

LUVERDENSE
Diogo Silva; Itaqui, Kaique, André Ribeiro e Paulinho; Diogo Sodré, Moisés e Elton (Rubinho); Lucas Braga (Adriano), Rafael Silva e Paulo Renê (Ariel).
Técnico: Luizinho Vieira



Gabigol brilha e Santos goleia o Luverdense na Vila

Depois de ser goleado para o Grêmio, foi o Santos quem goleou. O início da redenção veio em um mesmo 5 a 1 diante do Luverdense nesta quinta-feira, na Vila Belmiro, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil.

Gabigol foi o destaque santista, com três gols marcados. O camisa 10 não começou bem a partida, foi vaiado por várias vezes, mas se redimiu. Gustavo Henrique, substituto de David Braz na defesa, e Yuri Alberto, no fim, também marcaram. Itaqui fez o de honra do Luverdense.

O primeiro tempo do alvinegro não foi bom, terminou em 1 a 1 e poderia ter sido até de derrota parcial. Na segunda etapa, porém, a postura mudou. Com estratégia menos conservadora, os donos da casa fizeram valer a superioridade técnica.

O jogo de volta das oitavas da competição nacional será na próxima quinta-feira, às 19h15, em Lucas do Rio Verde. A tendência é que o Santos poupe titulares. O Luverdense precisa vencer por 4 a 0 ou cinco gols de diferença para avançar.

O jogo

O Santos, um dos gigantes do futebol brasileiro, na Vila Belmiro, contra o Luverdense, oitavo colocado de seu grupo na Série C do Campeonato Brasileiro. Vida fácil? Que nada.

O Peixe, diferentemente do esperado, não adiantou suas linhas de marcação diante do LEC. E nos primeiros minutos, foram os visitantes quem criaram as melhores ações.

Aos 11′, veio o castigo. Itaqui cobrou falta na área, a bola passou por todo mundo e contou com a colaboração do goleiro Vanderlei para morrer no fundo da rede. 1 a 0. O alvinegro, mesmo longe de estar inspirado, não demorou para reagir. E a jogada veio com os dois mais contestados pela torcida: Victor Ferraz e Gabigol. O lateral deu um cruzamento perfeito para o camisa 10 cabecear e empatar o jogo.

Na segunda metade do primeiro tempo, o Santos tentou controlar, mas não conseguiu. O Luverdense seguiu perigoso e a partida ficou aberta. Vanderlei se redimiu em bela defesa nos instantes finais da etapa inicial.

No segundo tempo, o Santos fez o placar ter lógica. A equipe voltou com uma postura diferente, mais adiantado e fez valer a diferença técnica para o Luverdense.

Os gols saíram naturalmente. O segundo veio com Gustavo Henrique, aos 13, depois de boa cobrança de falta de Vitor Bueno. O zagueiro teve boas chances no primeiro tempo e, depois de muito tentar, conseguiu. Ele substituiu David Braz, poupado por conta de dor muscular na panturrilha.

Com a vantagem, os espaços apareceram e a goleada foi construída. Gabigol lavou a alma e aproveitou rebote de Rodrygo para marcar aos 17. E aos 22, o camisa 10 alcançou seu hat-trick depois da segunda assistência de Victor Ferraz. O camisa 4 foi bem no seu retorno ao time titular.

Na segunda metade da etapa final, o Santos continuou em cima, buscando mais gols. Rodrygo tentou de todas as formas seu primeiro na Vila Belmiro, mas não conseguiu. E foi seu parceiro de base quem marcou. Yuri Alberto recebeu assistência de Arthur Gomes e fechou o placar. 5 a 1. E alma lavada na Vila Belmiro.

Bastidores – Santos TV:

Gabigol alcança hat-trick e valoriza reação do Santos: “Vida é assim”

Criticado por parte da torcida pelo desempenho recente abaixo do esperado, Gabigol brilhou na goleada santista por 5 a 1 sobre o Luverdense nesta quinta-feira, na Vila Belmiro. O resultado encaminhou a classificação às quartas de final da Copa do Brasil.

O camisa 10 errou quase tudo nos primeiros minutos, mas não se escondeu e foi recompensado com um gol no primeiro tempo e outros dois na segunda etapa. Gabriel valoriza a reação do time após os 5 a 1 sofridos para o Grêmio, domingo, em Porto Alegre.

“Muito feliz. Eu acho que conseguimos fazer um bom jogo, conseguimos criar bons lances. Hoje conseguimos fazer um bom jogo. Acho que o ano é muio longo, temos que fazer muita coisa. Sabemos que a torcida não gostou (da derrota para o Grêmio), é normal. A gente não tinha tomado mais de dois gols no ano e acabamos levando cinco, e hoje fizemos cinco. O futebol é assim, a vida é assim”, afirmou o atacante à Fox Sports.

Com os três gols, Gabigol se isolou como maior artilheiro da história do Santos na Copa do Brasil. São 19 em sua carreira, quatro a mais que Neymar. Ele foi artilheiro em duas edições e briga por mais um prêmio individual.

Após goleada, Vanderlei diz que se resolveu com Alison: “É normal”

Em goleada de 5 a 1 sofrida para o Grêmio no último domingo, em Porto Alegre, o Santos viu Vanderlei e Alison discutirem calorosamente em campo. E nesta quinta-feira, com a situação resolvida, foi o Peixe quem goleou pelo mesmo resultado diante do Luverdense, na Vila Belmiro, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil.

O goleiro do alvinegro minimiza o entrevero com o companheiro e alerta para as surpresas na competição continental. Ele acredita que a vantagem não decide nada. O Santos pode perder por até três gols de diferença na próxima quinta-feira, às 19h15 (de Brasília), em Lucas do Rio Verde.

“Fizemos um bom placar, poderíamos ter feito até mais. A gente resolve as coisas internamente, é normal. Não tem nada com o Alison. Não tem nada decidido, tem jogadores rápidos, bons na bola parada. Copa do Brasil é importante para nós e vamos com força máxima. A gente ficou muito chateado por tomar cinco gols do Grêmio, tudo deu errado para nós. Tivemos tranquilidade hoje para suportar a pressão”, disse Vanderlei à Fox Sports.

Em um jogo no Santos, Ferraz chega à metade das assistências de 2017

Victor Ferraz fez as suas primeiras assistências em 2018 nesta quinta-feira, na vitória do Santos por 5 a 1 sobre o Luverdense, na Vila Belmiro. O lateral-direito deu dois passes para dois dos três gols de Gabriel Barbosa.

Depois de ter luxação no ombro direito e perder a posição para Daniel Guedes, Ferraz recuperou seu lugar e atuou como em 2015 e 2016, quando chegou a ser cotado para a seleção brasileira. No ano passado, seu rendimento foi abaixo do esperado.

As duas assistências em 95 minutos fizeram Victor Ferraz chegar à metade dos passes para gols em 2017 inteiro (quatro). Na última temporada, o camisa 4 entrou em campo 48 vezes, um total de 4348 minutos.

“Eu trabalhei muito. Eu esperei voltar, voltei há cinco ou seis jogos no banco de reservas. Voltei bem, fazendo o que mais gosto, dando assistências, marcando forte e Santos vencendo. Santos tem que voltar a ser respeitado”, disse Victor Ferraz, à Rádio Bandeirantes.

Depois da boa atuação, Ferraz deve se manter como titular no domingo contra o Paraná, às 19h (de Brasília), na Vila Belmiro, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. O lateral, líder do elenco, tem 30 anos, 178 partidas pelo Santos e seis gols marcados. Seu contrato vai até dezembro de 2020.

Rodrygo destaca goleada, mas lamenta perda de chance: “Era gol meu”

Rodrygo tentou e tentou muito, mas não conseguiu marcar seu primeiro gol pelo Santos na Vila Belmiro, em goleada por 5 a 1 contra o Luverdense nesta quinta-feira, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil.

A joia teve boas oportunidades, mas não conseguiu marcar. Em uma delas, errou a finalização e Gabigol aproveitou o rebote para marcar o terceiro do Peixe.

“Abrimos uma boa vantagem. Temos que manter a concentração desse jogo para sair classificado. Era gol meu, né? Eu errei na hora de virar o pé e a bola saiu mais para o meio, aí Gabigol aproveitou o rebote e marcou. A gente quer fazer o gol, né? Mas fica feliz pelo resultado, também, é claro”, disse Rodrygo, à Fox Sports.

“Iritado, não… Meu time ganhou de 5 a 1. Eu saio tranquilo e feliz com a vitória”, completou, ao minimizar mais uma falta na escola: “Vou passar de ano”.

Gabigol muda posicionamento e alcança primeiro hat-trick da carreira

Desde que foi contratado, no início deste ano, Gabigol passou a ser o centroavante do Santos. Em sua visão e na do técnico Jair Ventura, é nessa função onde pode render mais. Nesta quinta-feira, porém, o camisa 10 brilhou em uma nova posição, a mesma de sua primeira passagem pelo Peixe.

Depois de atuações ruins, Gabriel foi escalado pelo lado direito do ataque, com liberdade para se movimentar e Eduardo Sasha centralizado. A opção deu certo: três gols na vitória por 5 a 1 sobre o Luverdense, na Vila Belmiro, e o primeiro hat-trick de sua carreira profissional.

Em entrevista depois da goleada, Gabigol confirmou a mudança em seu jeito de jogar. Jair Ventura minimizou as críticas do torcedor. Antes de marcar seus gols, o Menino da Vila era o mais cornetado pelos santistas.

“Hoje eu joguei mais aberto pelo lado do campo, pela direita, me movimentei bastante, criamos, isso é muito importante”, afirmou Gabigol.

“Os gols foram importantes. Gabigol, pelo investimento, vai ser sempre cobrado. É a vida que nós escolhemos. Mas o Gabriel é muito bom. Não só ele, como todo o grupo. Hoje mostramos isso”, disse o treinador.

Jair destaca Yuri Alberto e explica veto do Santos à seleção sub-20

Yuri Alberto foi convocado para período de treinamentos e amistosos com a seleção brasileiro sub-20, porém, a pedido do técnico Jair Ventura, o Santos vetou a ida de seu atacante. A decisão, a princípio, não fazia muito sentido, já que o garoto não atuava há dois meses. A explicação veio nesta quinta-feira.

Yuri entrou no segundo tempo e fechou a goleada do Peixe por 5 a 1 contra o Luverdense, na Vila Belmiro, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. Jair explica decisão e prevê mais oportunidades ao Menino da Vila.

“Yuri Alberto foi pedido meu para não ir. Treinador da seleção (Carlos Amadeu) me ligou, eu disse que contava, eles convocaram mesmo assim e desconvocamos. Peço desculpa para a seleção, trabalhei três anos na base da seleção, sei da importância, ficava chateado com alguns nãos que recebia, mas Yuri tem importância e hoje provou isso. É nosso único centroavante de origem e usaremos quando precisarmos”, disse o comandante.

Yuri Alberto tem cinco jogos pelo Santos em 2018. E em 211 minutos em campo, já são dois gols na temporada. Antes, ele marcou em derrota diante do Novorizontino, pela primeira fase do Campeonato Paulista.

Yuri foi promovido junto com Rodrygo no fim de 2017, pelo técnico Elano. Artilheiro nas categorias de base, o jovem ainda não teve muitas chances por causa da concorrência de Gabigol, titular da posição, e Eduardo Sasha, que também pode desempenhar a função de centroavante.

Com público baixo, Santos paga para jogar contra o Luverdense

O Santos pagou para jogar nos 5 a 1 sobre o Luverdense nesta quinta-feira, na Vila Belmiro, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. O público total de 3480 não foi suficiente para deixar a bilheteria no azul.

A renda foi de R$ 90.725,00. Com altos custos, como cerca de R$ 30 mil em “despesas diversas” e R$ 17 mil para funcionários, o prejuízo foi de R$ 28.479,77 na Vila.

Contra o Luverdense, o Alvinegro recebeu seu pior público na temporada. Antes, 3816 foram à Vila Belmiro para ver a derrota por 3 a 1 para o São Bento, no Campeonato Paulista.

Com logística complicada, Santos deve poupar titulares contra o Luverdense

Depois de vencer por 5 a 1 o jogo de ida, na Vila Belmiro, o Santos deve poupar seus titulares para enfrentar o Luverdense pela partida de volta das oitavas de final da Copa do Brasil, quinta-feira, às 19h15 (de Brasília), em Lucas do Rio Verde.

Além da enorme chance de classificação às quartas e a possibilidade de perder por até três gols de diferença no Mato Grosso, o Peixe se preocupa com a logística para a viagem. O alvinegro, a princípio, não fretará um voo.

“Estamos por alguns detalhes, mas acho que não vamos precisar de voo fretado, não”, disse o técnico Jair Ventura, em coletiva de imprensa nesta quinta-feira.

A tendência é que o Santos faça dois voos na terça-feira: um para Cuiabá e outro para Sinop. E depois de voar, o resto da viagem seria num ônibus para Lucas do Rio Verde. A distância final é de 150 km, porém, a qualidade das estradas não é boa e o traslado demora mais. No total, a “odisseia” pode durar um dia todo desde a saída da Baixada Santista.

O voo fretado para Sorriso, a 67 km de Lucas do Rio Verde, duraria 5h30. O Peixe, porém, deve optar pela economia da viagem convencional. A logística completa será divulgada nesta semana.


Santos 3 x 0 Bahia

Data: 23/07/2017, domingo, 11h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 16ª rodada
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 35.769 presentes (32.869 pagantes e 2.900 não pagantes)
Renda: R$ 1.282.430,00
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhaes (RJ)
Auxiliares: Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa e Thiago Henrique Neto Correa Farinha (ambos do RJ).
Cartões amarelos: Eduardo (B) e Daniel Guedes (S).
Gols: Bruno Henrique (28-1), Bruno Henrique (45-1) e Bruno Henrique (30-2).

SANTOS
Vanderlei; Daniel Guedes, Fabián Noguera, David Braz e Jean Mota; Yuri, Vecchio (Rafael Longuine) e Lucas Lima; Copete (Alison), Bruno Henrique e Kayke (Thiago Ribeiro).
Técnico: Levir Culpi

BAHIA
Jean; Eduardo (Éder), Tiago, Lucas Fonseca e Matheus Reis; Renê Júnior, Juninho, Vinicius e Allione (Júnior Brumado); Zé Rafael e João Paulo (Mendoza).
Técnico: Jorginho



Com três de Bruno Henrique, Santos vence e ganha moral para decisão

O Santos está se firmando cada vez mais no G4 do Campeonato Brasileiro. Empurrado por um lotado Pacaembu nesta ensolarada manhã de domingo, o Peixe derrotou o Bahia, por 3 a 0, em duelo válido pela 16ª rodada do torneio nacional. Foi a quarta vitória nos últimos seis jogos da equipe da Baixada, que mantém os líderes Corinthians e Grêmio no radar da tabela de classificação.

Com três gols de Bruno Henrique, o Santos recuperou o terceiro lugar, perdido no sábado com a vitória do Flamengo, ao alcançar os 30 pontos ganhos, um a menos que o Grêmio e a dez do Corinthians. Os gaúchos, porém, ainda jogam contra o São Paulo no encerramento da rodada. O Bahia, por sua vez, caiu para a 13ª posição, com 19 pontos.

Antes de pensar no Brasileirão, o time comandado por Levir Culpi se preocupará com um mata-mata. Às 21h45 (de Brasília) da próxima quarta-feira, o Peixe, embalado e com moral pela boa vitória conquistada neste domingo, receberá o Flamengo na Vila Belmiro, precisando reverter uma desvantagem de 2 a 0 para avançar às semifinais da Copa do Brasil.

O jogo:

Bem marcado pelo Bahia, o Santos começou cometendo falhas na defesa e, em uma delas, por pouco não saiu atrás no placar. Aos cinco minutos, David Braz saiu mal pela esquerda e perdeu a bola para o atacante Zé Rafael, que bateu forte e cruzado, exigindo grande defesa de Vanderlei. O time da casa não demorou a responder. Aos 13, Jean Mota roubou a bola pela esquerda e fez ótimo passe para Copete, que invadiu a área e bateu forte, mas na rede pelo lado de fora.

Dez minutos depois, polêmica: após boa triangulação santista, Lucas Lima entrou na área e caiu em dividida com o zagueiro Tiago. O árbitro Wagner do Nascimento Magalhães apontou a marca da cal, mas logo em seguida voltou atrás na decisão depois de conversar com o auxiliar de linha de fundo e sinalizou apenas escanteio.

A ira de torcida e jogadores alvinegros em função da marcação do juiz durou pouco, no entanto. Aos 28 minutos, Copete foi acionado na direita e tocou para Kayke, que bateu forte e cruzado. O goleiro Jean não agarrou e, no rebote, o até então apagado Bruno Henrique apareceu sozinho na esquerda e só teve o trabalho de empurrar para a rede, colocando o Peixe à frente no marcador.

Já mais à vontade em campo, após sofrer no início com o estilo cadenciado do Bahia, o Santos ainda aumentou a sua vantagem antes do intervalo. E foi com um golaço. Aos 45, Vecchio, com um belo chapéu no meio-campo, puxou o contra-ataque e passou para Lucas Lima, que deu uma ‘caneta’ no lateral direito Eduardo e finalizou para defesa parcial de Jean. No rebote, mais uma vez, Bruno Henrique marcou o seu segundo tento na partida, tendo o nome gritado pela torcida em seguida.

Precisando voltar para o jogo, o Bahia se lançou ao ataque no começo da etapa final. E a estratégia quase deu certo aos oito minutos, quando o ex-Corinthians Mendoza recebeu na esquerda, se livrou de três marcadores e rasteiro na área para Vinicius girar e bater. O meia, porém, não contava com mais uma ótima defesa de Vanderlei, que saltou no canto esquerdo para salvar.

Mais agressivo, o Tricolor baiano chegou perigosamente de novo quatro minutos depois: Vinicius ganhou de Noguera na dividida e arriscou de fora da área. A bola passou tirando tinta da trave de Vanderlei. Aos 21, o arqueiro alvinegro voltou a trabalhar ao mandar para escanteio uma pancada do volante Juninho em cobrança de falta.

Apesar da atuação mais apagada no segundo tempo, o Santos liquidou a partida aos 30 minutos. De novo com Bruno Henrique, que aproveitou cruzamento de Daniel Guedes e sobra em dividida de Noguera com o zagueiro do Bahia para finalizar livre de marcação e marcar o seu terceiro gol no jogo.

No fim, o Santos ainda se safou de levar ao menos um gol nas boas chances que o Bahia criou na base do abafa. No entanto, a equipe da Baixada conseguiu administrar o placar trocando passes, com direito a “olé” da torcida, que deixou contente o Pacaembu.

Bastidores – Santos TV:

David Braz põe Santos “na briga” pelo título e promete secar líderes

O Santos entrou de vez na briga pelo título do Campeonato Brasileiro 2017. Feita após a vitória por 3 a 0 sobre o Bahia, neste domingo, no Pacaembu, a declaração é do zagueiro David Braz, que ainda promete secar pelos tropeços dos rivais e líderes Corinthians e Grêmio.

Com o triunfo sobre os baianos, o Santos chegou aos 30 pontos ganhos, mantendo os dois primeiros colocados à sua vista na tabela de classificação.

“Estamos na briga. Agora é torcer pelo tropeço do Grêmio para ficarmos mais próximos do que nunca dos primeiros colocados. Fizemos o dever de casa contra o Bahia. É ficar na torcida para os dois tropeçarem para ficarmos na briga pelo título”, afirmou o defensor.

Quem também está confiante na conquista do título é Levir Culpi. Mas, para isso, o comandante alvinegro pede união entre todos os envolvidos. “Queremos ganhar tudo. O objetivo é o título, mas para ganhar tem que estar fechado, a torcida empurrando, os jogadores brilhando e em boa forma física. São vários os fatores que precisam caminhar para o mesmo lugar”, avaliou.

União é o que não falta no elenco santista, garante o meia Lucas Lima. “Nosso grupo é muito fechado, muito alegre. O ambiente é o melhor possível. Quando fora tem alegria, dentro também tem. Temos muito a crescer ainda, é manter os pés no chão que vamos longe”, projetou o camisa 10.

Elogiado por Levir Culpi após a partida, o meia argentino Vecchio aprovou a atuação do Santos neste domingo. “Sabíamos que seria um jogo muito difícil, contra um time que venceu os últimos jogos fora. Fizemos um primeiro tempo muito sólido e depois no segundo manejamos o jogo”, analisou.

Levir brinca com aplausos a Vecchio e vê Bruno Henrique como um dos piores

Protagonista de várias coletivas de imprensa bem-humoradas, o técnico Levir Culpi voltou a arrancar risadas dos jornalistas neste domingo, dia em que o Santos venceu o Bahia por 3 a 0, no Pacaembu. Questionado sobre os dois destaques de sua equipe na partida, o treinador surpreendeu nas respostas.

Autor dos três gols do Peixe, Bruno Henrique foi eleito “um dos piores em campo” pelo comandante alvinegro, que ressaltou a necessidade de o atacante evoluir taticamente, apesar de ter elogiado o poder de decisão do artilheiro santista na temporada, com dez tentos.

“Hoje ele foi decisivo, mas foi um dos piores em campo. Acredita nisso (risos)?”, indagou, antes de ponderar. “Fez três gols e com categoria. Ele pode ser um dos melhores atacantes do futebol brasileiro, tem muita qualidade técnica, mas precisa aprender muitas coisas, como foi com o Neymar quando foi para a Espanha”, exemplificou.

O tom brincalhão de Levir continuou ao comentar a atuação do meia Vecchio. O argentino, que iniciou a jogada do segundo gol ao dar um ‘chapéu’ no marcador no meio-campo, foi substituído por Rafael Longuine no segundo tempo e deixou o gramado ovacionado pelos mais de 30 mil santistas presentes no Pacaembu.

“Até estranhei. Nunca vi 34 mil brasileiros aplaudirem um argentino. É uma decepção incrível (risos). Mas ele realmente está muito bem. Ele sentiu a falta de jogo. Tem o passe ótimo e está sendo muito importante no campeonato. Fiquei feliz por ele”, brincou o técnico.

Questionado sobre a atuação de sua equipe, Levir Culpi mais uma vez foi sincero e atribuiu a si a culpa pelo Bahia ter crescido na reta final do confronto – ele promoveu as entradas de Rafael Longuine e Alison nos lugares de Vecchio e Copete, respectivamente.

“O jogo não mereceu o 3 a 0. O Bahia também esteve muito perto do gol. Escapamos de tomá-los. Poderia ter sido 2 a 2, 3 a 3. Foi um jogo equilibrado. É automático cuidar mais da defesa depois de abrir 3 a 0, mas aí o Bahia começou a criar chances. A mexida não foi legal, queria mexer na parte física, mas a gente sempre erra”, resignou-se.

O certo é que, com a vitória, o Santos chegou aos 30 pontos ganhos e manteve-se no terceiro lugar do Campeonato Brasileiro. Antes de enfrentar o Grêmio no próximo domingo pelo torneio de pontos corridos, o time comandado por Levir Culpi receberá na quarta-feira o Flamengo, na Vila Belmiro, precisando reverter uma desvantagem de 2 a 0 para avançar às semifinais da Copa do Brasil.


Santos 3 x 2 São Paulo

Data: 09/07/2017, domingo, 19h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 12ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 10.322 pagantes
Renda: R$ 422.935,00
Árbitro: Sandro Meira Ricci (SC)
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho e Marcelo Carvalho Van Gasse (ambos de SP).
Cartões amarelos: Copete, David Braz e Lucas Lima (S); Lucas Pratto, Lucas Fernandes e Júnior Tavares (SP).
Gols: Copete (43-1); Copete (08-2), Copete (21-2), Shaylon (30-2) e Robert Arboleda (41-2).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, David Braz, Lucas Veríssimo e Jean Mota; Thiago Maia, Renato (Leandro Donizete) e Lucas Lima; Thiago Ribeiro (Arthur Gomes), Copete (Vladimir Hernández) e Kayke.
Técnico: Levir Culpi

SÃO PAULO: Renan Ribeiro; Buffarini (Wesley), Arboleda, Rodrigo Caio e Júnior Tavares; Jucilei, Petros e Jonatan Gomez; Marcinho (Shaylon), Lucas Pratto e Denilson (Lucas Fernandes).
Técnico: Pintado (interino)



Com três de Copete, Santos entra no G4 e São Paulo vira vice-lanterna

Em clássico de dois times em lados opostos na tabela, o Santos se saiu melhor que o São Paulo, que chegou ao sétimo jogo seguido sem vitórias – cinco derrotas e dois empates. Na noite deste domingo, o time alvinegro fez valer o apoio da Vila Belmiro para vencer por 3 a 2 e entrar no G4 do Campeonato Brasileiro, mantendo o Tricolor na famigerada zona do rebaixamento.

Com três gols do colombiano Jonathan Copete, o Santos ultrapassou o Palmeiras e assumiu o quarto lugar, com 20 pontos ganhos. Já o São Paulo, que teve seus tentos anotados por Shaylon e pelo estreante Arboleda, perdeu duas posições e caiu para o 19º e penúltimo lugar, com míseros 11 pontos.

O jogo

Pressionando a saída de bola adversária, o Santos começou melhor e teve duas chances de abrir o placar logo aos nove minutos. Primeiro, Lucas Lima recebeu na esquerda e cruzou rasteiro para Thiago Maia chutar. A bola desviou e saiu em escanteio. Na cobrança, Lucas Veríssimo subiu sozinho e testou perigosamente, mas acima do gol de Renan Ribeiro.

Ligeiramente melhor na partida, o Santos desperdiçou, aos 37 minutos, uma chance incrível abrir 1 a 0: após boa trama de Lucas Lima e Thiago Maia na esquerda, a bola sobrou para Copete, livre na pequena área, isolar por cima do gol. O Tricolor respondeu pouco depois, com Denilson, que cortou o zagueiro na esquerda e arriscou de longe, exigindo boa defesa de Vanderlei.

Seis minutos depois, o atacante colombiano se redimiu diante da torcida alvinegra. Pela direita, Copete iniciou a jogada e passou para Kayke, que chutou de fora da área. A bola saiu sem tanta força, mas Renan Ribeiro espalmou para frente e o camisa 36 só teve o trabalho de empurrar para o fundo do gol, levando o Peixe em vantagem para o segundo tempo.

O Santos voltou para a etapa final em cima e não demorou a marcar o segundo gol. Aos oito minutos, em rápido contra-ataque, Thiago Ribeiro roubou a bola no campo de defesa, Thiago Maia driblou o marcador e passou para Kayke, que cruzou na medida para Copete, em grande noite, testar no contrapé de Renan Ribeiro, anotando o seu segundo tento no San-São.

Buscando reagir na partida, o São Paulo adiantou a marcação e esboçou uma pressão sobre o time da casa, mas continuou errando no último passe. E quem fez o terceiro gol da noite foi mais uma vez Copete. Após fazer ótima jogada individual na esquerda, Jean Mota cruzou para o colombiano, que bateu com uma espécie de voleio, sem chances para o arqueiro tricolor.

Logo em seguida, o time do Morumbi teve a oportunidade que queria para voltar para o jogo. Em jogada individual, Pratto invadiu a área e sofreu falta de David Braz. Na cobrança, o próprio argentino bateu, deslocou Vanderlei, mas mandou na trave esquerda. Cinco minutos depois, aos 30, o São Paulo finalmente diminuiu graças a dois jogadores que haviam acabado de entrar. Lucas Fernandes recebeu na esquerda e chutou forte. No rebote de Vanderlei, Shaylou tocou para a rede.

No apagar das luzes, aos 41 minutos, a bola ficou respingando na área do Santos após cobrança de falta e caiu nos pés de Arboleda, que fuzilou no ângulo esquerdo de Vanderlei. Os jogadores alvinegros reclamaram bastante de toque na mão de Petros, mas o juiz validou o gol que não evitou a derrota tricolor.

Bastidores – Santos TV:

Com queimadura na barriga, Copete celebra “noite dos sonhos” na Vila

O Santos teve no colombiano Jonathan Copete a sua grande figura na noite deste domingo, no clássico contra o São Paulo, na Vila Belmiro. Autor dos três gols na vitória por 3 a 2 do Peixe, um no primeiro e dois no segundo tempo, o jogador fez questão de mostrar uma queimadura na barriga, sofrida em um acidente doméstico, mostrando que jogava sem as melhores condições.

“Estou machucado, mas queria jogar, fazer as coisas bem. Agora é descansar”, disse o jogador, que explicou ter se lesionado ao cozinhar dentro de casa, com uma panela de pressão. “Foi um acidente que eu sofri, mas é algo que eu tenho que superar para jogar”, continuou.

A “revelação” do machucado foi na celebração do primeiro tento, quando tirou a camisa do Santos e uma segunda pele branca, que estava manchada de sangue. Ao levantar a vestimenta, mostrou uma grande marca de queimadura.

“A oportunidade foi muito boa de marcar três gols, o mais importante é que o time lutou até o final e conseguiu essa vitória”, explicou o atleta, bastante exaltado até pelos companheiros ao conseguir ser tão importante mesmo com os claros impeditivos no seu corpo.

“Foi a noite dele, tem nem o que falar, jogador que nos ajuda bastante, muito feliz por ele. Não falou para ninguém do machucado, jogou os dois jogos, a gente vê a raça e a disposição dele nessas horas”, concluiu.

Levir elogia clássico, vê vitória justa e diz que o Peixe vai melhorar

O técnico Levir Culpi deixou o gramado da Vila Belmiro contente com a vitória do Santos por 3 a 2 sobre o São Paulo, na noite deste domingo, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. Sorridente ao comentar o “justo” triunfo, na sua opinião, ele reconheceu, porém, que a equipe podia ter uma atitude melhor ao abrir três gols de vantagem frente a um rival.

“Jogo muito equilibrado, um meio campo com muito combate. Foi muito bacana de assistir. Sofremos um pouco por alguns erros que cometemos. São Paulo também. Mas o time fica ligado e agora joga todo para cima”, comentou o treinador, pedindo uma atuação mais linear dos seus comandados.

“Falta estabilidade nos 90 minutos. Eu acho que é o entendimento dos jogadores na questão tática. Precisamos chamar o torcedor e ter mais vibração. O Santos terá muita disputa. No conjunto podemos crescer tecnicamente e taticamente. Estamos estudando com vídeos e conhecendo um pouco de cada um. Temos tudo para crescer”, observou Levir.

Outro ponto que mereceu atenção de Levir foi o público de 10.322 torcedores que esteve nas arquibancadas da Vila. Triste por achar que o embate merecia mais pessoas no estádio, ele reconheceu que, talvez, o maior culpado seja o próprio Peixe.

“Acho pouca gente para um jogo dessa magnitude. É clássico. Talvez tenha sido problema com o time. Talvez o time não esteja jogando dentro do que a torcida espero. Mas sei que os jogadores se sentem muito melhor com a presença do torcedor. Com o torcedor causa pressão. A conta não fechou direito, mas apesar do pouco tempo, acho que é questão de chamar o torcedor e mostrar que queremos resultados”, disse, confiante na boa influência dos santistas sobre o elenco.

“A torcida tem uma força extra e pode levar o time à vitória. É muito importante e não tem graça jogar clássico com pouca torcida. Espero estarmos juntos. A caminhada é difícil e sem a torcida até podemos ganhar, mas não tem graça”, concluiu Levir.

Lucas Lima e Copete levam terceiro cartão e não encaram o Atlético-MG

O Santos celebrou uma vitória por 3 a 2 sobre o São Paulo na noite deste domingo, na Vila Belmiro, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro, mas já sabe que não poderá com dois importantes figuras no meio de semana. Por terem levado o terceiro cartão amarelo, o colombiano Jonathan Copete e o meia Lucas Lima não poderão enfrentar o Atlético-MG, na quarta-feira, às 19h30 (de Brasília), no Independência.

O primeiro amarelado foi o artilheiro do clássico, com três gols, justamente na celebração do seu primeiro tento. Incomodado com uma queimadura grande na sua barriga, Copete fez questão de tirar sua camisa e uma segunda pele branca, com manchas de sangue, para mostrar o machucado com o qual tinha de lidar enquanto jogava.

Lucas, por sua vez, acabou sendo advertido já no segundo tempo, ao fazer falta no zagueiro equatoriano Arboleda, em dividida que estava claramente mais para o defensor do que para ele, no campo de ataque. Questionado sobre o assunto, o técnico Levir Culpi lamentou as baixas.

“Estou feliz com algumas coisas que ele está fazendo e triste com algumas coisas que ele está fazendo. Tirar a camisa é uma delas”, disse o treinador com relação a Copete. “Ele é especial, tem qualidades diferentes. É um cara que joga bem na bola aérea. É um cara muito interessante”, concluiu o comandante.

Sem os dois, Levir terá dois dias de treinamento para definir os jogadores que irá utilizar em Belo Horizonte. A expectativa, porém, é que o atacante Bruno Henrique, cortado do clássico, retorne à formação inicial frente aos atleticanos.

Pintado divide culpa por crise e crê em reação de Cueva com Dorival

A crise está, definitivamente, instalada no Morumbi. Com a derrota por 3 a 2 para o Santos, neste domingo, na Vila Belmiro, o São Paulo caiu para a vice-lanterna do Campeonato Brasileiro, com meros 11 pontos, e chegou ao sétimo jogo seguido sem vitórias. Para Pintado, que comandou o time de forma interina no clássico, a responsabilidade pela má fase do clube tem que ser compartilhada com todos.

A declaração do auxiliar, dada após a partida, contradiz o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, que afirmou na última terça-feira, um dia depois da demissão de Rogério Ceni, que a diretoria não tinha responsabilidade pelo mau momento da equipe.

“O presidente é a autoridade máxima do clube. Todos nós temos responsabilidade aqui dentro, ninguém pode fugir, escapar ou se esconder. Não dá para carregar em uma pessoa só. Todos nós temos de carregar porque todos estamos trabalhando, estamos incomodados e queremos sair dessa situação. E vamos sair. Não precisamos criar mais problemas, precisamos sair dessa situação e a solução é no campo”, bradou Pintado, no gramado do estádio santista.

Indagado sobre os motivos pelos quais nem sequer relacionou Cueva para o San-São, Pintado disse que tomou a decisão de forma unilateral, com o respaldo da diretoria, que estaria à espera de uma oferta da Turquia pelo peruano. “Foi uma decisão técnica, uma decisão minha. Ele não iria iniciar a partida”, garantiu.

Assegurou ainda não haver problemas entre ele e Cueva, apostando em uma reação do camisa 10 sob o comando de Dorival Júnior, que assumirá a equipe nesta segunda-feira. “Ninguém dentro do São Paulo tem melhor relacionamento com ele do que eu. A gente se conhece desde o México, sempre conversamos. É óbvio que, quando o conjunto tem dificuldade, o jogador que é responsável por criar, ser o melhor e aparecer também tem dificuldade. Com certeza, ele terá uma reação, se quiser, para crescer junto, porque o São Paulo vai reagir”, afirmou.

“O Dorival conhece muito bem a qualidade dele, o que ele pode dar ao São Paulo. Vamos fazer tudo juntos, o time não pode depender só de um, dois ou três. O São Paulo precisa reagir junto. Dois não podem carregar dez, mas dez podem carregar dois ou três. Isso que é importante”, exclamou.

Sobre a indefinição na escalação de Rodrigo Caio, o auxiliar da comissão técnica fixa garantiu que isso não pesou no rendimento da equipe na Vila Belmiro. O zagueiro, que tem uma proposta de 18 milhões de euros (R$ 67,8 milhões) do Zenit, da Rússia, não desceu a serra com a delegação tricolor no último sábado. Neste domingo, porém, se junto ao grupo, já que os europeus ainda não se definiram em relação ao pagamento, que deve acontecer nesta semana.

“Não me atrapalhou porque trabalhamos com e sem o Rodrigo. Em nenhum momento foi descartado, tanto que treinou normalmente. Quando foi liberado para jogar, se incorporou normalmente”, encerrou.

No 19º e penúltimo lugar do Brasileiro, o São Paulo volta a campo nesta quinta-feira, às 19h30 (de Brasília), para enfrentar o lanterna Atlético-GO, no Morumbi. Será a estreia de Dorival Júnior, que será apresentado nesta segunda-feira, às 12h30, no CCT da Barra Funda.




São Bernardo 1 x 4 Santos

Data: 12/03/2017, domingo, 18h30.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 8ª rodada
Local: Estádio Primeiro de Maio, em São Bernardo, SP.
Público: 5.702 pagantes
Renda: R$ 157.735,00
Árbitro: Vinicius Furlan
Auxiliares: Marcelo Carvalho Van Gasse e Evandro de Melo Lima.
Cartões amarelos: Marcinho e Patrick Vieira (SB); Yuri (S).
Gols: Geandro (36-1); Bruno Henrique (24-1) e Bruno Henrique (46-1); Bruno Henrique (02-2) e Rafael Longuine (30-2).

SÃO BERNARDO
Daniel; Braga (Rafael Costa), Edimar, João Francisco e Eduardo; Geandro (Rodolfo), Vinicíus Kiss e Fellipe Mateus; Marcinho (Patrick Vieira), Walterson e Edno.
Técnico: Sérgio Vieira

SANTOS
Vladimir; Matheus Ribeiro, Lucas Veríssimo, David Braz e Jean Mota (Zeca); Leandro Donizete, Yuri e Rafael Longuine; Vladimir Hernández (Thiago Ribeiro), Bruno Henrique (Rodrigão) e Kayke.
Técnico: Dorival Junior



Bruno Henrique brilha, Santos goleia Bernô com reservas e segue vivo no Paulista

Se a coisa estava difícil com os titulares, o Santos precisou contar com os reservas para se reabilitar no Campeonato Paulista. Pensando na Libertadores, o técnico Dorival Júnior poupou os principais jogadores para o duelo contra o São Bernardo, neste domingo, no ABC. Motivo para os torcedores se preocuparem? Nada disso. Contando com a inspiração de Bruno Henrique, que marcou três vezes, e também do colombiano Vladimir Hernández, o Peixe fez 4 a 1 no Bernô, voltou a vencer após duas partidas e segue vivo na disputa para avançar às quartas de final da competição.

Com a vitória, o Santos voltou a respirar no Campeonato Paulista. Chegando aos 13 pontos, a equipe comandada por Dorival Júnior alcançou a segunda colocação do grupo D, liderado pela Ponte Preta, com 15. Porém, para manter-se no posto, os santistas precisam torcer por uma derrota do Mirassol, que encara o Ituano, nesta segunda-feira.

O jogo

Apesar de estar com os reservas, o Santos começou ligeiramente melhor que o São Bernardo e teve a primeira boa chance com o Vladimir Hernández. Estreando no Paulistão, o colombiano avançou pela direita e bateu cruzado. Porém, a bola saiu fraca e o goleiro Daniel pegou sem fazer esforço.

Após o ataque santista, o São Bernardo respondeu aos 15 minutos. Felipe Mateus cruzou na área. O volante Geandro subiu mais que todo mundo, mas não alcançou a bola. O jogo ficou aberto no ABC. No lance seguinte, Rafael Longuine acertou bom passe para Hernández. O colombiano, porém, foi travado na hora do chute e não abriu o placar para o Peixe.

O Bernô respondeu três minutos depois com o ex-santista Walterson. O atacante aproveitou a lentidão defensiva do alvinegro, avançou sozinho dentro da área e soltou uma bomba na trave de Vladimir. Ofensivos, os dois times continuaram atacando e a partida ficou frenética em São Bernardo.

Aos 23 minutos, os donos da casa chegaram novamente em contra-ataque. Completamente livre, Marcinho saiu na cara de Vladimir, escolheu o canto, mas acertou a trave. E como o futebol não tolera desaforo, a equipe do ABC viu o Santos abrir o placar na jogada seguinte.

Com uma blitz na área adversária, o Peixe chegou ao gol após chute forte de Rafael Longuine. A bola bateu na trave e no rebote, Bruno Henrique só teve o trabalho de empurrar para o fundo das redes e fazer o primeiro dele com a camisa santista.

Apesar da abertura do marcador, as equipes não diminuíram o ritmo e o duelo continuou aberto no ABC. Tanto que o Bernô empatou aos 36 minutos. Após cobrança de escanteio, Geandro subiu mais que Matheus Ribeiro e venceu Vladimir.

O duelo teve uma queda de qualidade após a igualdade e parecia que o placar terminaria igual no primeiro tempo. Porém, aos 44 minutos, Leandro Donizete, fazendo ótima partida, acertou um lançamento primoroso para Bruno Henrique. Inspirado, o atacante avançou para dentro da área e foi derrubado por Vinícius Kiss. Pênalti.

O próprio Bruno Henrique foi para a cobrança e parou no goleiro Daniel. O arqueiro, porém, soltou o rebote nos pés do santista. Com tranquilidade, ele apenas empurrou para deixar o Peixe em vantagem no intervalo.

Apesar de correria na etapa inicial, as duas equipes não diminuíram o ímpeto e voltaram na mesma toada para o segundo tempo. Atrás no marcador, o São Bernardo precisou se expor mais e viu o Santos ampliar. Aos 2 minutos, Vladimir Hernández avançou pela direita e cruzou rasteiro. A bola passou por toda a área e caiu nos pés de Bruno Henrique. O atacante dominou e bateu no canto para marcar o terceiro no jogo.

Se pelo lado santista a inspiração estava com Bruno Henrique, o Bernô tinha Walterson como sua principal arma. Rápido, o atacante deu trabalho para a defesa do Peixe e quase diminuiu aos 11 minutos. O jovem avançou pela direita e bateu cruzado. Porém, ele estava sem a mesma sorte do santista e a bola bateu no travessão.

Após a chance desperdiçada, o São Bernardo começou a sentir a desvantagem e se mandou para o ataque de forma desordenada. Esperto, o alvinegro aproveitou-se dos contra-ataques e matou o jogo. Aos 30 minutos, o também inspirado Vladimir Hernández deu mais uma assistência, desta vez para Rafael Longuine. Sozinho, o meia só teve o trabalho de empurrar para o fundo das redes e confirmar a goleada santista.

Bastidores – Santos TV:

Longuine vibra após segundo gol no ano e já pensa na Libertadores

O técnico Dorival Júnior surpreendeu os torcedores ao poupar os principais jogadores contra o São Bernardo, neste domingo, no ABC, pela oitava rodada do Campeonato Paulista. Porém, o Peixe contou com a inspiração dos reservas para fazer 4 a 1 e voltar a vencer após dois jogos na temporada. Apesar do brilho maior ficar com Bruno Henrique, que marcou três vezes, Rafael Longuine também chamou a atenção ao atuar como armador da equipe.

Se movimentando muito bem e achando várias opções de passe, o meia fez os santistas nem sentirem falta de Lucas Lima, que ficou no banco de reservas. Além disso, ele também apareceu como um centroavante dentro da área e apenas escorou cruzamento de Vladimir Hernández para marcar o quarto do Peixe no ABC e decretar o triunfo santista. Foi o segundo tento marcado pelo atleta, que também deixou o seu diante do Botafogo-SP, no último dia 25 de fevereiro, na Vila.

Feliz com a recuperação do Santos no Paulistão, Longuine já está com os olhares para a próxima quinta-feira, quando o Peixe encara o The Strongest, às 21h45 (de Brasília), na Vila Belmiro, pela segunda rodada da Libertadores.

“Foi um jogo importante. Sabíamos da importância desse jogo já que não vínhamos na colocação que merecemos. Agora é dar sequência. Sofremos um pouco, mas fizemos um jogo muito bom. Agora é descansar para o jogo da Libertadores”, explicou o meia, na saída do gramado.

Apesar da boa atuação, Longuine voltará ao banco de reservas para o embate diante dos bolivianos. O poupado Lucas Lima retoma a posição.

Bruno Henrique comemora hat-trick, mas afirma: “Poderia ser quatro”

Bruno Henrique foi o nome da goleada do Santos por 4 a 1 sobre o São Bernardo, neste domingo, no ABC, pela oitava rodada do Campeonato Paulista. Apesar das boas atuações de Vladimir Hernández, Donizete e Rafael Longuine, o reforço de R$ 13,5 milhões marcou três vezes e teve a principal atuação entre os reservas que entraram em campo. Porém, mesmo anotando um hat-trick, o atacante afirmou que queria mais.

“Fico feliz. Poderia ter sido quatro gols, mas foram três. Saímos com a vitória, isso que importa. Deus me honrou e pude fazer três gols. Ajudei a equipe, que está de parabéns. A gente tem que contar com a sorte também, né. No pênalti ali o goleiro pegou, mas a bola voltou no meu pé e fui feliz. Já o terceiro saiu de uma jogada que sempre fazemos nos treinamentos. Por isso esse foi o meu preferido. “, explicou Bruno Henrique na saída do gramado.

Com a vitória, o Santos voltou a respirar no Paulistão. Chegando aos 13 pontos, a equipe comandada por Dorival Júnior alcançou a segunda colocação do grupo D, liderado pela Ponte Preta, com 15. Porém, para manter-se no posto, os santistas precisam torcer por uma derrota do Mirassol, que encara o Ituano, nesta segunda-feira.

Agora, o Peixe ‘vira a chavinha’ novamente e pega o The Strongest, na Vila Belmiro, na próxima quinta-feira, às 21h45 (de Brasília), pelo segundo jogo da fase de grupos da Libertadores. Para o duelo diante dos bolivianos, Dorival terá o retorno dos principais jogadores. Porém, após as boas atuações dos reservas, principalmente de Bruno Henrique, o comandante terá uma ‘dor de cabeça boa’ para escalar a equipe.

“A gente que jogou pouco pôde mostrar que o Santos não é só formado por 11 jogadores e pode contar com todos. Pudemos corresponder e sair com essa bela vitória”, concluiu o atacante.

Dorival dedica goleada a Modesto e destaca força do elenco santista

Após o vice do Brasileirão e a preparação durante a pré-temporada, poucos poderiam imaginar que o técnico Dorival Júnior seria o mais pressionado entre os principais clubes de São Paulo. Porém, após uma sequência negativa de resultado, o treinador viu seu trabalho ser questionado por parte da torcida e até por alguns dirigentes. O comandante, porém, afirma que vem recebendo um voto de confiança do presidente Modesto Roma Júnior. Por conta disso, ele dedicou ao mandatário a goleada de 4 a 1 sobre o São Bernardo, neste domingo, no ABC, pela oitava rodada do Campeonato Paulista.

“O presidente tem consciência do trabalho do trabalho que está sendo feito. Se tem uma pessoa que tem crédito na manutenção desse trabalho é o presidente Modesto, que está de parabéns. Esse vitória tem um significado especial para ele, pela postura de homem que vem tendo. Ele sempre me passou tranquilidade. A pressão sempre existe. Tem aqui e também com o Eduardo no Palmeiras, o Carrile no Corinthians e o Rogério no São Paulo. Muitos analisam só o resultado. Vou fazer meu trabalho até onde o presidente tiver confiança em mim. Até o momento ele tem sido muito correto, como eu também sou com o Santos. Da minha parte eu jamais vou deixar aquilo que assumi”, explicou Dorival, em entrevista coletiva após o duelo deste domingo.

Na goleada, inclusive, o comandante poupou os principais jogadores, pensando na segunda rodada da fase de grupos da Libertadores, contra o The Strongest, na próxima quinta-feira, às 21h45 (de Brasília), na Vila Belmiro. Após o ótimo resultado, que contou com o brilho dos reservas Vladimir Hernández, Bruno Henrique e Rafael Longuine, o treinador comemorou as opções no elenco santista.

“Isso mostra a força do nosso grupo. O Santos começa a dar sinais de vida na competição. Logicamente que temos que tirar um atraso ainda. Nosso grupo no Paulista é o mais disputado e na Libertadores também é. São resultados que amadurecem e que fazem com que a equipe encorpe”, concluiu Dorival.

Boa atuação de reservas do Santos coloca ‘dor de cabeça’ em Dorival

Após acumular uma sequência com apenas uma vitória nos últimos cinco jogos de Campeonato Paulista, o Santos contou com brilho dos reservas para golear o São Bernardo por 4 a 1, neste domingo, no ABC, pela oitava rodada do Estadual.

Com apenas três dias de recuperação após o empate em 1 a 1 com o Sporting Cristal, no Peru, pela estreia na Libertadores, o técnico Dorival Júnior decidiu poupar os principais atletas para o duelo diante do Bernô, pensando no segundo compromisso pelo torneio continental, na próxima quinta-feira, às 21h45 (de Brasília), contra o The Strongest, na Vila Belmiro.

Porém, após as boas atuações dos reservas, principalmente de Bruno Henrique e Vladimir Hernández, o comandante ganhou uma ‘dor de cabeça boa’ para montar a equipe titular diante dos bolivianos.

“Não vieram aqui por acaso. De modo geral, a equipe teve atuação boa. Vladimir Hernández estreou na quinta, daqui a pouco terá melhores condições. Tudo é questão de tempo”, disse Dorival, que também aproveitou para explicar que a exaustante volta do Peru foi o principal motivo para poupar os titulares.

“Jantamos 2h30 da manhã na sexta-feira. Para acordar às 5h. Chegamos em Santos 21h30. O dia todo viajando. Esses jogadores só conseguiriam jogar o primeiro tempo. Não dá para correr esse risco. Só dois poderiam jogar. Para jogar dois, preferimos usar o time que ficou trabalhando na semana. Acho que isso é ponto positivo desse grupo. Mas temos a consciência que precisamos de muito na competição”, concluiu o treinador.