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Atlético-MG 0 x 0 Santos

Data: 15/05/2019, quarta-feira, 19h15.
Competição: Copa do Brasil – Oitavas-de-final – Jogo de ida
Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte, MG.
Público: 11.176 pagantes
Renda: R$ 178.476,00
Árbitro: Rodrigo D’alonso Pereira (SC)
Assistentes: Fabrício Vilarinho da Silva (GO) e Kleber Lucio Gil (SC).
VAR: Heber Roberto Lopes (SC)
Cartões amarelos: José Welison e Elias (A).

ATLÉTICO-MG
Victor; Guga, Réver, Igor Rabello e Fábio Santos (Patric); José Welison, Elias e Luan (Nathan); Geuvânio (Cazares), Chará e Ricardo Oliveira.
Técnico: Rodrigo Santana

SANTOS
Everson; Lucas Veríssimo, Aguilar e Gustavo Henrique; Victor Ferraz, Jean Lucas, Diego Pituca e Jorge; Rodrygo (Cueva), Derlis González (Soteldo) e Jean Mota (Eduardo Sasha).
Técnico: Jorge Desio



Atlético-MG e Santos empatam e decidirão em SP a vaga nas quartas

Atlético-MG e Santos empataram em a 0 a 0 na noite desta quarta-feira, no Estádio Independência, pela ida das oitavas de final da Copa do Brasil.

O Peixe foi melhor no primeiro tempo, o Galo no segundo. As equipes, porém, se anularam e criaram poucas chances de gol ao longo dos 90 minutos.

A decisão ocorrerá no dia 6 de junho, provavelmente na Vila Belmiro. Novo empate levaria a eliminatória para os pênaltis. Vitória simples garante classificação para as quartas.

O jogo

A pressão habitual do Atlético-MG no Horto não ocorreu. Quem dominou as ações desde o pontapé inicial foi o Santos, colocando os donos da casa no campo de defesa.

O Peixe, porém, pecou no último passe e sentiu demais a falta de um centroavante. A bola correu a área várias vezes sem ninguém finalizar. O Galo não teve chances claras.

No minuto 26, Victor Ferraz invadiu a área e chutou por cima. Aos 39, Jean Mota pedalou e bateu bonito, para Victor espalmar. No escanteio, Gustavo Henrique desviou e Guga interceptou antes de Derlis, sozinho, conseguir empurrar.

O ritmo caiu no segundo tempo. O Atlético-MG equilibrou as ações e melhorou com a entrada de Cazares na vaga de Geuvânio aos 15 minutos.

Aos 20, Cazares finalizou bem de fora da área, para Everson espalmar. No minuto 30, Elias chutou e a bola bateu no braço de Lucas Veríssimo. O VAR foi acionado, mas, como o zagueiro estava de costas, o pênalti não foi marcado.

Na metade final, quase nada ocorreu. Muita correria, pouca criatividade e um 0 a 0 justo de dois tempos distintos em Belo Horizonte.

Bastidores – Santos TV:

Auxiliar de Sampaoli valoriza empate do Santos: “Me parece justo”

Com Jorge Sampaoli expulso depois da expulsão diante do Vasco, em São Januário, o Santos foi comandado pelo auxiliar Jorge Desio no empate em 0 a 0 com o Atlético-MG na noite desta quarta-feira, no Estádio Independência, pela ida das oitavas de final da Copa do Brasil.

Desio avaliou a atuação do Peixe e admitiu a queda de produção na segunda etapa em Belo Horizonte.

“Resultado não é ruim, tendo em conta a qualidade do mandante, os jogadores da equipe contrária. Não é um resultado para lamentar. Tentamos a vitória, como sempre, mas por ser visitante, não é algo ruim e me parece justo o resultado”, disse Jorge Desio.

“No primeiro tempo, pudemos manifestar o que a gente veio buscar. Tivemos controle, faltou um pouco mais de chegada com gente na área para concluir. No segundo, não conseguimos. Tiveram mais posse, tocaram mais. E fomos bem na defesa”, completou.

Convocado, Rodrygo diz que não deve desfalcar o Santos em decisão

Rodrygo não deve desfalcar o Santos contra o Atlético-MG, dia 6, no Pacaembu, pelo jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil.

A pedido do Peixe, o atacante deve ser desconvocado da seleção olímpica para o Torneio de Toulon, na França. Como antecipado pela Gazeta Esportiva, o camisa 11 prefere atuar pelo Alvinegro para não adiantar a despedida antes do Real Madrid.

“Espero jogar. Acho que vou jogar, sim”, disse Rodrygo, sem jeito, ao Premiere, depois do empate em 0 a 0 com o Galo na noite desta quarta-feira, no Estádio Independência.

O camisa 11 também falou sobre a atuação do Alvinegro e relatou uma pancada sofrida ainda no primeiro tempo.

“No segundo tempo, Atlético-MG veio mais ligado, encaixou o estilo deles. Dominamos no primeiro e no segundo não. Não sofremos gol, conseguimos empate e creio que é um bom resultado”, afirmou.

“Tomei uma pancada ainda no primeiro tempo, inchou um pouco, mas não é nada grave. É tratar e recuperar”, concluiu.

Santos conversa com presidente da CBF para tentar atuar com selecionados

O Santos conversa diretamente com Rogério Caboclo, presidente da Confederação Brasileira de Futebol, para tentar antecipar a decisão contra o Atlético-MG, pelas oitavas de final da Copa do Brasil.

O duelo está marcado para 6 de junho, no Pacaembu. Além de pedir o mando de volta para a Vila Belmiro, o Peixe quer atuar neste mês, até o dia 30.

O objetivo do Alvinegro é ter os selecionados à disposição: Aguilar, Cueva, Derlis González e Soteldo foram pré-convocados na Colômbia, Peru, Paraguai e Venezuela para a Copa América. Sánchez também pode ser chamado pelo Uruguai.

O Santos alega que é o clube brasileiro mais prejudicado. E ceder os atletas engrandece a competição continental a ser realizada no país, a partir do dia 14 de junho.

O Peixe trabalha nos bastidores para conseguir a mudança, mas sabe da dificuldade. O técnico Jorge Sampaoli pensa em alternativas para a provável falta dos estrangeiros.


América-MG 2 x 1 Santos

Data: 18/11/2018, domingo, 17h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 36ª rodada
Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte, MG.
Público: 4.652 pagantes
Renda: R$ 31.955,00
Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva (PA)
Auxiliares: Kleber Lúcio Gil (SC) e Heronildo Freitas da Silva (PA).
Cartões amarelos: Norberto, Zé Ricardo, Rafael Moura e Christian (A); Bruno Henrique (S).
Gols: Rafael Moura (30-1) e Gabriel (45-1); Matheusinho (19-2).

AMÉRICA-MG
João Ricardo; Norberto, Messias, Matheus Ferraz e Carlinhos (Giovanni); Juninho, Zé Ricardo e Matheusinho (Christian); Ademir (Aylon), Luan e Rafael Moura.
Técnico: Givanildo Oliveira

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Alison, Gustavo Henrique e Dodô; Bruno Henrique (Arthur Gomes), Guilherme Nunes (Renato), Diego Pituca e Copete (Eduardo Sasha); Rodrygo e Gabriel.
Técnico: Cuca



Santos perde para o América-MG e fica longe da Libertadores

O Santos perdeu por 2 a 1 para o América-MG neste domingo, no Estádio Independência. O gol do Peixe foi marcado por Gabigol. Os donos da casa balançaram as redes com Rafael Moura e Matheusinho.

Com a quarta derrota consecutiva, o Alvinegro caiu para a 10ª colocação, com 46 pontos, sete atrás do Atlético-MG, primeiro no G6, a três rodadas do fim. Santos e Galo se enfrentarão na 37ª e última rodada do Campeonato Brasileiro.

O América subiu duas colocações e agora é o 17º, ainda na zona de rebaixamento, com 37 pontos. Chapecoense, a 18ª, e Ceará, o 16º, ainda jogarão na rodada.

O jogo

O Santos começou melhor o jogo e teve chances consecutivas com Gabigol e Copete para abrir o placar. Aos oito minutos, porém, o América-MG acertou o travessão do goleiro Vanderlei em chute forte de Ademir. E daí em diante, só deu os donos da casa.

Um minuto depois, Guilherme Nunes sentiu problema no quadril e deu lugar ao veterano Renato. A experiência do camisa 8 não surtiu efeito e o América seguiu em cima. Matheusinho chutou fraco aos 12 e Ademir tentou duas vezes aos 18 e aos 21.

Aos 30, a pressão surtiu efeito. Em falha coletiva do Santos, Dodô perdeu para o Luan caído no chão, Alison saiu errado, Gustavo Henrique furou após passe de Ademir e Diego Pituca foi facilmente driblado por Rafael Moura. O He-Man chutou bonito para vencer Vanderlei.

No minuto 37, Rafael Moura quase ampliou. Carlinhos cruzou, Gustavo Henrique falhou novamente e o centroavante chutou forte para ótima defesa do goleiro Vanderlei. E quando tudo indicava a vitória parcial do América-MG antes do intervalo, veio a surpresa.

Copete derrubou Ademir, mas a arbitragem não marcou falta. O colombiano inverteu o jogo e Bruno Henrique cruzou bonito para Gabigol, artilheiro do Campeonato Brasileiro, finalizar ainda mais bonito aos 45 minutos. Empate injusto antes do apito do juiz.

O gol “achado” no fim do primeiro tempo não serviu para o Santos acordar. A etapa final teve o América-MG novamente com mais iniciativa, mantendo a posse de bola e criando as principais oportunidades.

Sem espaço para entrar na área santista, o América apostou em finalizações de longe – e deu certo. Aos 19, Matheusinho recebeu na intermediária completamente sozinho. O jovem arriscou e contou com desvio em Gustavo Henrique para matar Vanderlei. 2 a 1 no placar.

Com a vantagem, o América-MG se fechou e deixou a bola com o Santos. Apático, o time não parecia desesperado para ainda sonhar com uma vaga na Libertadores da América em 2019. O Peixe não reagiu e não criou uma chance sequer de empatar novamente.

Enquanto isso, o América quase ampliou. Aos 38 minutos, Christian acertou a trave em cobrança de falta. Os donos da casa administraram nos instantes finais e conseguiram a importante vitória.

Cuca diz que Santos tem que dar graças a Deus por não cair

Após a derrota por 2 a 1 para o América-MG neste domingo, no Independência, Cuca valorizou a permanência do Santos na Série A do Campeonato Brasileiro.

O tropeço deixa o Peixe muito longe de uma vaga na Libertadores da América em 2019. Mesmo assim, o técnico acha o não rebaixamento precisa ser comemorado.

“Eu falo a verdade. Com tudo de ruim que está hoje, nós temos de dar graças a Deus que nós demos aquela arrancada fantástica e nos livramos da luta lá embaixo. Hoje, se estivéssemos nessa luta, seria difícil levantar o astral e partir para a recuperação. Agradeço a Deus pela arrancada que demos. Se estivéssemos nesse bolo, o risco seria grande”, disse Cuca, em entrevista coletiva.

Perguntado sobre as quatro derrotas consecutivas – Palmeiras, Chapecoense, Flamengo e América-MG -, Cuca não soube explicar os motivos.

“São quatro derrotas, começou contra o Palmeiras, perdemos naquele 3 a 2, depois tínhamos a Chapecoense, muitas baixas e perdemos por 1 a 0. Perdemos para o Flamengo também, jogo relativamente bem e hoje, complicado, América-MG jogou muito bem dentro da proposta, correram, lutaram. Jogamos muito mal o segundo tempo, diferentemente dos outros jogos. Foram quatro jogos com rendimento abaixo, infelizmente, e temos que assumir essa responsabilidade da culpa da derrota. Sou o comandante e quem responde é o comandante. Não sei dar um motivo de termos caído, de repente por ter chegado lá atrás, ter dado arrancado e chegado à luta, de repente achou que já tinha feito obrigação e não é assim. Futebol tem que provar todo dia, é roda gigante. Hoje já estamos em baixo. Perder quatro seguidas em time grande não é normal. Se bem que eu entendo que foram muitas baixas, principalmente no setor defensivo, a gente fica mais fragilizado, mesmo que venha a improvisar, perde-se alguma coisa. Hoje mesmo eu tinha menino de 17 anos (Kaique Rocha) para pôr, mas não vi um treino no profissional. Até acho bom não ter jogado. Se joga como os demais, iria queimar o menino. Dos males pelo menos isso, guardar ele para uma condição melhor. Ele tirou a clavícula do lugar, era temeroso colocar. As baixas mexeram muito contra a Chapecoense e hoje, zagueiros machucados e os que foram servir a seleção”, analisou.

Após longo papo com elenco e presidente, Cuca diz: “Não fomos merecedores de estar no Santos”

A comissão técnica do Santos, elenco e o presidente José Carlos Peres se reuniram por mais de uma hora no vestiário do Estádio Independência após a derrota por 2 a 1 para o América-MG, neste domingo.

Cuca diz que a permanência em 2019 não foi discutida e revelou parte da conversa. O técnico afirmou que eles não foram merecedores de estar no Peixe por conta da atuação em Belo Horizonte.

“Eu estou muito sentido com o jogo de hoje. Não esperava que a gente jogasse um segundo tempo como jogamos. O América mereceu vencer. Jogou melhor que nós. Agora tem de se pensar na quarta-feira (Botafogo). Não tem mais que ficar pensando no montante (de pontos para a Libertadores em 2019″. Nossa decepção é muito grande. Temos de ter a grandeza. Não fomos merecedores de estar no Santos. Hoje foi um jogo que deixamos uma dívida muito grande com o torcedor”, disse Cuca, em entrevista coletiva.

“Não foi uma reunião pensando em ficar ou sair. Foi uma reunião geral. Foi cobrado, foi posto. Ninguém está satisfeito, ninguém está feliz. A gente está em dívida com o torcedor. Eles têm mais de ouvir que falar. Temos de levar em consideração os desfalques. É muita mexida, mas não serve como desculpa. Foram quatro resultados ruins. Hoje o recado que a gente dá é aguentar a cobrança porque é assim. O trabalho não acabou. Temos de fazer o melhor até o fim”, completou.

A Gazeta Esportiva ouviu um dos membros da comissão técnica do Santos. O profissional garantiu a permanência de Cuca até pelo menos o fim do ano e elogiou o apoio do presidente José Carlos Peres no Estádio Independência.

Dodô desiste de Libertadores no Santos para “não enganar o torcedor”

O Santos tem chances matemáticas de se classificar para a Libertadores da América de 2019, mas Dodô prefere jogar a toalha para não enganar o torcedor depois da derrota por 2 a 1 para o América-MG, neste domingo, no Estádio Independência.

“É ser realista nesse momento (da briga pela Libertadores), terminar o ano com dignidade, não vamos conseguir essa vaga na Libertadores. Não estamos aqui para enganar o torcedor e nem nós mesmos. Podemos olhar no olho do torcedor e dizer que demos o máximo, saímos da décima oitava posição, num momento difícil para sonhar com a vaga”, disse o lateral-esquerdo, antes de citar a política do clube como um dos problemas na temporada.

“Demos nosso máximo para atingir o objetivo de não cair esse ano, um momento difícil de política, tudo que vivemos nos bastidores… Estamos felizes também por não estarmos em uma posição pior na tabela. Temos que olhar para o torcedor e dizer que estamos tristes pela vaga na Libertadores, mas futebol é assim. É erguer a cabeça e competir entre os melhores”, completou.


Atlético-MG 3 x 1 Santos

Data: 12/08/2018, domingo, 11h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 18ª rodada
Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte, MG.
Público: 22.062 pagantes
Renda: R$ 369.140,00
Árbitro: Rodrigo D’alonso Ferreira (SC).
Auxiliares: Helton Nunes e Thiaggo Americano Labes.
Cartões amarelos: Maidana, Elias (A).
Gols: Elias (09-1), Gabriel (25-1); Ricardo Oliveira (25-2) e Ricardo Oliveira (48-2).

ATLÉTICO-MG
Victor; Emerson, Léo Silva, Iago Maidana e Hulk; José Welison, Elias (Matheus Galdezani) e Nathan (Luan); Yimmi Chará, Tomás Andrade (Cazares) e Ricardo Oliveira
Técnico: Thiago Larghi

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Lucas Veríssimo e Dodô; Alison (Yuri Alberto), Jean Mota (Diego Pituca) e Léo Cittadini; Rodrygo, Bruno Henrique (Copete) e Gabriel.
Técnico: Cuca



Com lei do ex, Atlético-MG bate o Santos e volta a pontuar no Brasileirão

A “lei do ex” não tem falhado no futebol brasileiro. E assim foi na vitória do Atlético sobre o Santos, por 3 a 1, na manhã deste domingo, no Independência. O duelo pelo Campeonato Brasileiro teve sofrimento e bastante raça para o clube alvinegro conseguir o resultado que deixa a equipe na quarta colocação com 30 pontos anotados, já o Peixe segue colocado na zona de rebaixamento, com 18 tentos, na 16ª posição.

O jogo que marcou o reencontro do Atlético com o técnico Cuca – treinador que negociou com o clube mineiro em algum momento da temporada – foi bastante complicado para os dois lados. Além do forte calor, as duas equipes entraram em campo pressionadas. O Atlético foi mais eficiente, e conseguiu fazer o resultado. Já os santistas não curtiram o reencontro com o Ricardo Oliveira: ele marcou dois gols no triunfo e garantiu os três pontos para o Galo.

o jogo

O Atlético entrou em campo com alterações na equipe titular. O técnico Thiago Larghi fez testes durante a semana e a formação o agradou. O treinador atleticano tirou o volante Matheus Galdezani e escalou Nathan no lugar. Já Luan perdeu a vaga para Tomás Andrade.

A partida começou equilibrada. As disputas de meio campo eram intensas. Prova disso é que logo aos 2 minutos, dois jogadores já ficaram caídos no gramado.

Aos 9, o Galo chegou ao gol. No primeiro chute contra a meta de Vanderlei, Tomás Andrade recebeu na esquerda e tocou para Elias. O volante chutou forte, no cantinho e o goleiro santista não conseguiu alcançar.

O Galo, no entanto, recuou após o gol. O Santos aproveitava a situação para utilizar a velocidade e técnica de Rodrygo para buscar o ataque.

Aos 26, o Santos chegou ao empate. Com boa jogada de Rodrygo, na direita, a bola sobrou para Bruno Henrique, já dentro da área. Ele cruzou para Gabriel que mandou para o fundo das redes.

Mesmo com o gol santista, o Atlético não cresceu de rendimento. O Galo ficou travado no meio campo. Seu melhor jogador na etapa inicial, Tomás Andrade, não conseguia ter mais espaços e a armação de jogadas do Galo era inútil. Lá na frente, Ricardo Oliveira ficava ilhado.

Na volta para a etapa complementar, o técnico Thiago Larghi mandou Cazares na vaga de Tomás Andrade. A expectativa era ter um time com uma melhor armação de jogadas.

Não funcionou nos primeiros minutos. O jogo ficava bastante travado no meio campo, sem chances claras para os dois lados. O Atlético até conseguia segurar a bola, mas não fazia disso chances. O Santos também apostava na velocidade de Bruno Henrique, mas Emerson marcava bem o adversário.

Após os 20 minutos, com o calor que fazia em Belo Horizonte, os espaços começaram a aparecer. O Atlético soube aproveitar melhor essa situação.

Chará cresceu de rendimento e Elias aparecia bem no ataque. Com isso, o Atlético conseguiu criar mais chances. Primeiro com uma boa chegada de Chará, que chutou forte após tabela com Ricardo Oliveira.

Lances depois, aos 25, Cazares cruzou na medida para Ricardo Oliveira. O atacante desviou de cabeça e a bateu Vanderlei marcou o segundo gol atleticano.

No finalzinho, Ricardo Oliveira recebeu a bola na frente, em contra-ataque rápido, e fechou a contagem: 3 a 1 para o Galo.

Cuca reclama de pênalti, vê evolução e assume culpa por derrota do Santos

Cuca analisou a derrota do Santos por 3 a 1 para o Atlético-MG neste domingo, no Estádio Independência, em cima de três fatores: um pênalti não marcado, a evolução do time e a autocrítica após o resultado negativo.

O técnico viu penalidade máxima não assinalada em Gabigol no segundo tempo, depois de ser atingido por Leonardo Silva, gostou de alguns pontos da equipe e explicou as substituições: com as entradas de Léo Cittadini e Copete, o Peixe piorou.

“Vi a mesma coisa que você. Primeiro tempo muito bom, saímos atrás e desenhamos jogada, empatamos, tive posse de bola. Tivemos controle na maior parte, mesmo com um ou duas chances do Atlético. No segundo tempo, foi diferente. Atlético tomou iniciativa e veio pelo lado esquerdo da nossa defesa triangulando, sentimos isso e corrigimos isso com Copete e depois um meia no lugar do Jean Mota para criarmos mais. Tivemos chance do 2 a 1 com Rodrygo e Dodô, e um pênalti que tive cuidado de analisar. Conversei com Gabriel, um pênalti claro e que geralmente dão. Seria um lance que nos daria a vitória ou encaminharia como o segundo gol encaminhou para eles. Sentimos o jogo na segunda parte do segundo tempo, viagem… Terceiro gol pode pôr na minha conta para tirar um volante e tentar empatar. Culpa é do treinador que pôs o time, tenho que tirar o peso e cobrar internamente. Escorregamos no lance do terceiro gol, foi fatalidade, enfim. Vi coisas boas, principalmente no segundo tempo. Temos que trabalhar em cima disso para tentarmos vencer o Sport”, disse Cuca, em entrevista coletiva.

O alvinegro voltará a campo para enfrentar o Cruzeiro nesta quarta-feira, no Mineirão, pelo jogo de volta das quartas de final da Copa do Brasil. Depois de perder por 1 a 0 na Vila Belmiro, o Santos precisa vencer para avançar.

“Futebol é oportunidade diária para ser reversível. Temos que acreditar nisso. Quarta é outro jogo, competição diferente, e podemos muito bem ganhar. São duas equipes grandes em campo”, concluiu.

Técnico do Santos vê carências, mas não expõe: “Sem mandar recado pela imprensa”

Cuca analisou o elenco do Santos após a derrota por 3 a 1 sobre o Atlético-MG neste domingo, no Estádio Independência. O técnico vê carências no grupo, mas prefere não expor, e lamenta a chegada de três estrangeiros em meio ao segundo semestre: Carlos Sánchez, Bryan Ruiz e Derlis González.

“Estamos no meio de agosto e temos jogador praticamente por estrear, que jogou 15 minutos. Jogador sem entrosamento, conhecimento do futebol brasileiro. Ocorreram não sei se com aval do treinador ou não, mas mexem muito. Culpa é do treinador que pôs o time, tenho que tirar o peso e cobrar internamente. Sem mandar recado pela imprensa, cobrar lá dentro e fazer o melhor. Sabemos o que precisamos, já está falado para o Ricardo Gomes, sabe o que precisamos para sair da situação, mas não é na marra, tem que trabalhar e evoluir. Vi evolução hoje. Se tivermos esse nível e mais descansado, teremos chance maior de vencer”, disse Cuca, em entrevista coletiva.

A principal deficiência do atual elenco é um centroavante. O Santos negocia com Junior Brandão, do Atlético-GO, e corre contra o tempo para viabilizar a transação e poder inscrevê-lo até o prazo máximo, no dia 15.

O Peixe gostaria de ter mais um volante e um meia, porém, tem pouco tempo para conseguir. Diante desse cenário, Cuca deve buscar soluções caseira na base ou elenco sub-23, além de oferecer chances a jogadores pouco utilizados na temporada, como Guilherme Nunes e Gabriel Calabres.

Dodô vê Santos cansado e exalta Ricardo Oliveira após derrota

O lateral-esquerdo Dodô viu dois fatores fundamentais para a derrota do Santos por 3 a 1 para o Atlético-MG na manhã deste domingo, no Estádio Independência, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro: o cansaço e Ricardo Oliveira, autor de dois gols.

“Mais um dia infeliz. Tivemos primeiro tempo melhor que eles, buscamos empate e sentimos um pouco o calor. Ficou evidente que time sentiu fisicamente e acabou tomando o gol. Temos que estar mais atentos. Nos três gols a bola estava no nosso domínio. Eles têm o Ricardo Oliveira, conhecemos bem e é cirúrgico. Mostrou que com quase 40 ainda faz diferença”, disse o ala.

Com mais uma derrota, o Peixe cai para a 16ª colocação, com 18 pontos, e pode voltar para a zona do rebaixamento ao término da rodada. O alvinegro voltará a campo para enfrentar o Cruzeiro, quarta-feira, no Mineirão, pelo jogo de volta das quartas de final da Copa do Brasil. Na ida, a Raposa venceu por 1 a 0 e obteve a vantagem do empate.


Atlético-MG 0 x 1 Santos

Data: 12/07/2017, quarta-feira, 19h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 13ª rodada
Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte, MG.
Público: 12.949
Renda: R$ 333.473,00
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moises e Michael Correia (ambos do RJ).
Cartões amarelos: Vecchio e Daniel Guedes (S).
Gols: Daniel Guedes (48-2).

ATLÉTICO-MG
Victor; Marcos Rocha, Gabriel, Bremer e Fábio Santos; Yago (Valdívia), Rafael Carioca, Elias, Cazares e Marlone (Robinho); Fred (Rafael Moura).
Técnico: Roger

SANTOS
Vanderlei, Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz, Jean Mota, Leandro Donizete (Alison), Thiago Maia, Vecchio, Thiago Ribeiro (Vladimir), Bruno Henrique, Kayke (Serginho).
Técnico: Levir Culpi



Nos acréscimos, Santos faz golaço de falta e bate o Galo em BH

O empate já não era um bom resultado para o Atlético. A derrota, por 1 a 0, na noite desta quarta-feira, no Independência, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro, deve acarretar uma pesada crise, mais uma que Roger Machado terá de enfrentar no clube. Já Levir Culpi que não tem nada com isso, volta para São Paulo feliz da vida, com a permanência garantida no G4.

O Galo lutou bastante pelo resultado. Criou algumas chances, chegou com perigo em várias situações e teve um pênalti para conseguir fazer seu gol, mas nada disso foi possível. Os gritos ao término do jogo eram de “time sem vergonha”. O resultado é péssimo para o Atlético. A equipe que vinha em crescimento, fica na 10ª colocação, com 17 tentos somados. Já o Peixe alcança a vice-liderança, com 23 pontos.

O jogo

O duelo começou bastante animado na noite fria em Belo Horizonte. Com menos de cinco minutos, as duas equipes já tinham chegado com perigo contra as metas de Victor e Vanderlei.

Por jogar em casa, o Galo era mais forte em campo e tomava as principais ações. O Santos tinha a postura de se defender e depois sair em velocidade, aproveitando a capacidade de Thiago Maia e Bruno Henrique nas pontas.

Após os 10 minutos de jogo só deu Galo. O Santos se mostrava completamente recuado, esperando o contra-ataque enquanto o Atlético trocava passes na entrada da área santista tentando espaços.

O Galo, porém, não conseguia encontrar espaços para fazer seu gol. A melhor jogada atleticana aconteceu aos 25 minutos. Cazares recebeu a bola na área, encontrou Elias em ótimas condições que finalizou, mas parou em Vanderlei.

No contra-ataque, o Santos agrediu duramente o Atlético. Bruno Henrique recebeu na área, driblou Marcos Rocha e caiu na área. O árbitro Marcelo de Lima Henrique entendeu que o pênalti existiu e apontou a mão direita para a marca de penalidade. Na cobrança de Kayke, entretanto, Victor fez defesa firme e o empate seguiu.

O técnico Roger Machado reclamava bastante com o meia Cazares, pedindo mais profundidade do jogador, que ele ficasse mais aberto nas pontas. O Galo seguiu trocando passes em busca de espaços. O Peixe ainda com a estratégia do contra-ataque em velocidade. No fim do primeiro tempo, Bruno Henrique mandou uma bola na trave.

No finalzinho, o Galo teve uma chance de abrir o placar. Cazares saiu na frente e Leandro Donizete tropeçou no atleticano e o árbitro Marcelo de Lima Henrique entendeu que o pênalti existiu. Na cobrança, Fred mandou nas mãos de Vanderlei.

Na volta para a etapa final, o Santos voltou mais aberto, querendo atacar mais. Tanto que a primeira grande chance do segundo tempo foi de Kayke, mas Bremer ficou com a bola.

O Galo, quando atacava, ainda encontrava problemas, pois o Santos, nesta situação, se fechava. Ainda assim algumas chances foram criadas.

Mas a equipe da casa não conseguia abrir o placar. Por isso, Roger Machado mandou para o campo Robinho e Rafael Moura, na vaga de Marlone e Fred, nas mesmas posições, porém, jogadores descansados.

No finalzinho um banho de água fria. Em bela cobrança de falta, Daniel Guedes colocou no ângulo de Victor e saiu para o abraço.

Herói no Horto, Guedes desencanta e aproveita chance no Santos

Após quase sair do Santos no início do ano, Daniel Guedes vem recuperando seu espaço no clube. Com a saída de Dorival Júnior, o lateral-direito voltou a ser relacionado, ‘tomou’ de Matheus Ribeiro o posto de primeiro reserva e vem dando conta do recado quando é solicitado pelo técnico Levir Culpi.

Na noite desta quarta-feira, o jovem de 23 anos foi decisivo. Quando o duelo contra o Atlético-MG caminhava para o 0 a 0, Guedes acertou linda cobrança de falta e garantiu a vitória do Peixe no estádio Independência, em Belo Horizonte, em confronto válido pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. O tento foi o primeiro do atleta como profissional.

“Há muito tempo vinha pedindo a Deus para ter oportunidades, e hoje fiz o gol da vitória. É uma coisa que eu vinha buscando. Sabíamos que jogar aqui no Horto é muito difícil, eles colocam muita pressão. Sabíamos que tínhamos que fazer os gols nas poucas oportunidades que aparecessem. Perdemos algumas, mas fui feliz. Porém, a vitória é mais importante”, vibrou Daniel Guedes na saída do gramado.

O lateral-direito assumiu a titularidade contra o Galo após Victor Ferraz sentir dores no joelho e ser cortado pelo departamento médico. Caso o titular não esteja liberado nos próximos dias, Guedes seguirá no time contra o Vasco, no domingo, às 16h (de Brasília), no estádio Nilton Santos.

Levir ainda vê Santos ‘precisando melhorar’, mas diz: “Uma vitória dessas une”

Santos e Atlético-MG fizeram um jogo aberto no estádio Independência, nesta quarta-feira, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. As duas equipes criaram oportunidades e chegaram até a perder pênaltis (Fred parou em Vanderlei e Kayke não venceu Victor). Porém, quando a partida caminhava para o 0 a 0, Daniel Guedes acertou linda cobrança de falta e garantiu a vitória do Peixe no Horto.

O técnico Levir Culpi fez questão de elogiar o futebol apresentado pelos dois clubes em Belo Horizonte, lamentou o gol solitário e também reafirmou que o alvinegro ainda não está no ponto ideal.

“Foi um jogo muito aberto, com muitas possibilidades de gols.Vi duas equipes que jogam buscando a vitória. O Atlético tem um timaço. Nós fomos felizes na hora de botar a bola para dentro. A partida merecia um 4 a 3, pena que foi só 1 a 0. Os jogadores chegaram exaustos nos vestiários e isso é bom”.

“Uma vitória dessas une. A vitória tem efeito na questão emocional, assim como a derrota. Já vi vários times que nascem na vitória e vão embora (decolam). Vivemos muito em cima do emocional. Acho perfeitamente possível (deslanchar). Precisamos melhorar um pouco para ser campeão”, explicou o comandante santista.




América-MG 1 x 0 Santos

Data: 07/08/2016, domingo, 11h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 19ª rodada
Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte, MG.
Público: 2.893 pagantes
Renda: R$ 58.290,00
Árbitro: Pablo dos Santos Alves (PB)
Auxiliares: Luis Filipe Gonçalves e Oberto Santos da Silva (ambos da PB).
Cartões amarelos: Gilson e Leandro Guerreiro (A); Lucas Lima (S).
Cartão vermelho: Vanderlei (S)
Gol: Juninho (44-2).

AMÉRICA-MG
João Ricardo; Jonas, Sueliton, Alison e Gilson; Juninho, Leandro Guerreiro (Diego Lopes), Pablo e Matheusinho (Victor Rangel); Osman e Michael (Danilo Barcelos).
Técnico: Enderson Moreira

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, David Braz, Gustavo Henrique e Caju; Renato e Leo Cittadini; Lucas Lima (Jean Mota), Vitor Bueno (Vladimir) e Copete; Rodrigão (Joel).
Técnico: Dorival Junior



Vanderlei é expulso, Santos leva gol aos 44 e não retoma liderança

O Santos não conquistará o título simbólico do primeiro turno do Campeonato Brasileiro. Enfrentando o América-MG, lanterna do torneio, no estádio Independência, em Belo Horizonte, o Alvinegro sofreu com o forte calor, não conseguiu fazer uma boa apresentação, teve Vanderlei expulso e levou um gol aos 44 minutos do segundo tempo, sendo derrotado por 1 a 0, resultado que o deixou fora da ponta do Brasileirão.

Durante quase toda a partida, o Santos foi quem teve as melhores oportunidades de gol, mas após desperdiçar boas oportunidades, o Peixe teve Vanderlei expulso aos 35 minutos do segundo tempo. O goleiro era o último homem da defesa santista e fez falta em Victor Rangel fora da área.

Com um jogador a menos, o Alvinegro não teve forças para reagir e tentou apenas segurar o empate até o final do jogo. Aos 44 minutos, porém, Juninho abriu o placar para o Coelho e decretou a derrota santista. Com o resultado, o Peixe ficou estacionou nos 34 pontos, o que lhe deixou na segunda colocação do Brasileirão, atrás do Flamengo. O clube ainda pode ser ultrapassado por Palmeiras, Corinthians e Atlético-MG, em caso de empate dos paulistas e vitória da equipe mineira.

O América-MG, por sua vez, chegou aos 13 pontos e, após dois empates consecutivos, começa a mostrar sinais de melhora no Brasileiro. O Coelho ainda está há sete pontos do Figueirense, primeiro time fora da zona de rebaixamento, mas quebrou um jejum de seis jogos sem vitória.

Na próxima rodada, o Santos terá um duelo direto na disputa pelo título do Brasileirão. No próximo domingo (14), às 16h (de Brasília), o Peixe recebe o Atlético-MG na Vila Belmiro. Já o América-MG encara o Fluminense, às 11h (de Brasília), no estádio Kléber Andrade, em Cariacica, Espírito Santo.

O jogo

Mesmo fora de casa, o Santos começou o jogo pressionando o América em busca de uma vitória para se manter na liderança do campeonato. Aos seis minutos, Copete dominou pelo lado esquerdo e deu belo passe para Rodrigão, que ficou cara a cara com João Ricardo, mas desperdiçou a ótima oportunidade mandando a bola em cima do goleiro.

Com o forte calor em Belo Horizonte prejudicando o desempenho dos dois times, o jogo ficou morno no estádio Independência. Os únicos destaques no restante do primeiro tempo ficaram por conta do chapéu aplicado pelo volante santista Renato em cima de Michael, e pela resposta de Matheusinho, que deu belo drible em Caju. Aos 30 minutos, o juiz Pablo dos Santos Alves paralisou o confronto para hidratação dos times.

No segundo tempo, foi o América-MG quem começou pressionando o adversário. Em um rápido contra-ataque puxado por Pablo, Jonas recebeu do lado esquerdo e deu bela enfiada para Michael. O atacante ficou de frente para o gol, mas Vanderlei deixou a meta e abafou a finalização do jogador do Coelho.

O Santos teve nova boa chance aos 29 minutos, mas desperdiçou mais uma. Lucas Lima fez boa jogada com Caju pela esquerda e o lateral rolou para Vitor Bueno, que dominou sozinho, dentro da área, mas chutou fraco, em cima de João Ricardo.

O castigo veio no minuto seguinte, quando Victor Rangel, que havia acabado de entrar, recebeu ótimo lançamento e ficou sozinho na frente de Vanderlei. O goleiro mais uma vez saiu do gol para abafar o lance, mas acabou cometendo falta no atacante, pela qual foi punido com o cartão vermelho. Na sequência, Dorival Júnior tirou Vitor Bueno para a entrada do reserva Vladimir.

Com o Peixe se segurando no campo de defesa, o América-MG aproveitou para pressionar e foi coroado com o gol aos 44 minutos do segundo tempo. Victor Rangel avançou pela esquerda e rolou para trás. A bola ficou com Juninho que, livre, bateu firme para o gol, sem chance para Vladimir. Aos 48, Copete ainda perdeu chance de empatar após cruzamento de Joel.

Dorival reclama de expulsão e vê falta de critério por lance de corintiano

Com a derrota por 1 a 0 para o América-MG, o Santos desperdiçou a oportunidade de retomar a liderança do campeonato Brasileiro. Após o revés, o técnico Dorival Júnior culpou a expulsão do goleiro Vanderlei pelo resultado negativo, questionando a arbitragem e lembrando de um lance parecido envolvendo o goleiro Cássio, do Corinthians, (contra o Figueirense, em 23 de julho, quando o goleiro não foi expulso).

“Fui perguntar qual jogada está correta, aquela do Cássio na frente da área do Corinthians ou a do Vanderlei. De repente são duas maneiras de interpretar. Ficamos perdidos com as mudanças de regras no meio da competição. O bandeira me disse que o Vanderlei colocou a mão na bola fora da área, então vamos procurar a mão na bola do Vanderlei. Recebi a orientação que o cartão amarelo do Cássio foi correto. Não era para expulsão, mas isto precisa ficar claro”, protestou o técnico santista.

No lance citado por Dorival, Cássio era o último atleta do Corinthians e fez a falta sobre o meia Dodô, do Figueirense, fora da área, assim como ocorreu com Vanderelei neste domingo, em disputa com o atacante Victor Rangel. O corintiano, no entanto, foi advertido apenas com o cartão amarelo.

Por fim, o treinador deixou novamente claro que a expulsão foi decisiva na derrota santista. No entanto, o treinador também lamentou a falta de pontaria dos santistas, que desperdiçaram boas oportunidades durante os 90 minutos. “O que mudou o panorama da partida foi a expulsão, isso fez com que o América naturalmente ganhasse campo. Foram felizes. Não tivemos a mesma sorte nas oportunidades que tivemos”.

Além de Vanderlei, o Peixe não poderá contar com Lucas Lima diante do Atlético-MG, no domingo, às 16h, na Vila Belmiro. O meia-atacante está suspenso pelo terceiro cartão amarelo.

Victor Ferraz lamenta chances perdidas e projeta duelo contra o Galo

Quem não faz, toma. A frase é velha e batida, mas explica grande parte da derrota do Santos por 1 a 0 neste domingo, contra o lanterna América-MG. Durante os 90 minutos, o Santos teve diversas oportunidades de abrir o placar, mas perdeu boas chances e foi punido com o gol marcado pelo meia Juninho, após a expulsão do goleiro santista Vanderlei.

O lateral direito Victor Ferraz admitiu a falta de pontaria da equipe e lamentou as chances perdidas, mas ressaltou que “não está tudo errado” no Peixe. O atleta já mira o jogo contra o Atlético-MG, no próximo domingo, às 16h (de Brasília), na Vila Belmiro.

“A gente foi punido com esse gol, o empate seria o mais justo. Tivemos oportunidades perdidas que mudariam o rumo do jogo. Futebol tem dessas coisas, não vamos achar que está tudo errado. Temos confronto direto contra o Galo em casa, pedimos o apoio da torcida”, disse o lateral.

Mais uma vez, o Santos teve os desfalques do lateral Zeca, do volante Thiago Maia e do atacante Gabigol, todos na Seleção Brasileira olímpica. O centroavante Ricardo Oliveira, deveria voltar à equipe neste domingo, mas acabou cortado por conta de uma virose. Mesmo assim, Victor Ferraz não atribuiu a derrota às ausências do Peixe.

“Convivemos com a falta de jogadores há um certo tempo, não vai ser agora que vamos ficar lamentando. Quem entrar, vai entrar bem e fazer a gente voltar a vencer”, finalizou.