Navegando Posts marcados como Jamelli

Vasco 1 x 2 Santos

Data: 07/11/1996, quinta-feira, 21h15.
Competição: Campeonato Brasileiro – 1ª fase – turno único – 18ª rodada
Local: Estádio de São Januário, no Rio de Janeiro, RJ.
Público: 2.750 pagantes
Renda: R$ 29.740,00
Árbitro: Wilson de Souza Mendonça (PE).
Cartões amarelos: Marcos Assunção, Robert e Vágner (S); Edmundo e Nélson (V).
Cartão vermelho: Pimentel (V).
Gols: Alessandro (05-1); Jamelli (06-2) e Ranielli (11-2).

VASCO
Caetano; Pimentel, Tinho, João Luis e Felipe; Luisinho (Pedro Renato), Nelson, Juninho e Ramon; Edmundo e Macedo (Ranielli).
Técnico: Antonio Lopes

SANTOS
Edinho; Vágner, Sandro, Daniel e Robert; Marcos Assunção, Élder, Carlinhos e Jamelli (Cuca); Alessandro (Andradina) e Camanducaia.
Técnico: Orlando Lelé



Santos vence e foge do rebaixamento

O Santos venceu o Vasco por 2 a 1, chegou aos 21 pontos e praticamente assegurou a sua permanência na primeira divisão do Campeonato Brasileiro de 1997. A partida foi realizada no estádio de São Januário, do Vasco, no Rio de Janeiro, ontem à noite.

O Santos jogou com um uniforme multi-formi. Camisas listadas e calção quadriculado em preto e branco.

O resultado tornou quase impossível a classificação do Vasco para as quartas-de-final da competição. O time carioca tem 24 pontos. O oitavo colocado do campeonato, o último a se classificar, é a Portuguesa, com 30 pontos.

Faltam quatro rodadas para acabar a primeira fase. O Santos tem chances matematicamente desprezíveis de chegar à segunda fase.

O Santos surpreendeu o Vasco com velocidade e pressão no começo da partida. Nos primeiros dez minutos, o goleiro Caetano fez três defesas. Ele substituiu o titular Carlos Germano, que chegou a se aquecer, mas não jogou por causa de dores musculares.

Aos 6min, Alessandro, ex-jogador do Vasco, fez o primeiro gol do Santos. A equipe paulista teve vários contra-ataques no primeiro tempo.

Em contraste com a velocidade do adversário, o Vasco era lento, apesar de pressionar. O atacante Edmundo jogava “sozinho”, com poucas alternativas.

No fim do primeiro tempo, o técnico do Santos, Orlando Pereira, reclamou do recuo do time. “Não podemos recuar tanto porque corremos o risco de perder”, afirmou.

Aos 7min, Alessandro cruzou da direita para Jamelli fazer 2 a 0.

A tranquilidade santista durou pouco: aos 11min, após uma falha de Daniel, Ranielli marcou contra seu ex-clube.



Santos improvisa laterais contra o Vasco ( Em 07/11/1996 )

O técnico Orlando Pereira viajou irritado para o Rio de Janeiro, onde hoje à noite o Santos enfrenta o Vasco.

No treino da manhã, em Santos, o técnico reclamou de notícias de que a diretoria pretende reformular a comissão técnica e o grupo de jogadores no início do ano que vem, com vistas ao Campeonato Paulista. O treinador disse não acreditar que os diretores tenham feito qualquer declaração nesse sentido, o que, segundo ele, geraria intranquilidade.

Mas acabou revelando sua irritação. “Não é possível trabalhar assim. É falta de respeito um negócio desses”, declarou.

Na última segunda-feira, um dia após o empate em 2 a 2 com o Bragantino, em São Paulo, o diretor de Futebol José Paulo Fernandes dissera que a reformulação vai acontecer.

Anteontem, o presidente Samir Jorge Abdul-Hak afirmara que Cilinho, técnico atualmente desempregado, é um dos nomes cogitados para dirigir a equipe em 97.

Pereira assumiu o cargo no sábado. É a segunda vez neste ano que ele substitui treinadores dos quais era auxiliar. A primeira fora no Campeonato Paulista, após a saída de Candinho, hoje na Portuguesa.

No sábado, ele substituiu José Teixeira, demitido após a derrota de 2 a 1 para o Vélez Sarsfield, em Uberlândia, pela Supercopa dos Campeões da Libertadores.

A manutenção de Pereira no cargo depende da campanha no Brasileiro e na Supercopa, na qual o time ainda tem chance de chegar à final, se derrotar o Vélez, em Buenos Aires, na próxima semana.

Alas improvisados

Para o jogo de hoje contra o Vasco, Pereira voltou a modificar a equipe em relação ao time que enfrentou o Bragantino. Para suprir a ausência dos laterais titulares Ânderson e Marcos Adriano, ambos suspensos, ele improvisou os meias Vágner e Robert como alas (laterais ofensivos) e escalou três volantes (meias defensivos) no meio-campo.

Segundo Pereira, Vágner e Robert terão liberdade para subir ao ataque. Os volantes Carlinhos, pela direita, e Élder, pela esquerda, terão a missão de marcar os adversários que atuarem no espaço deixado na defesa pelos alas.

O ataque terá Alessandro e Camanducaia na frente e Jamelli com a função de criar jogadas.

Na zaga, o substituto de Narciso, suspenso, será Daniel, que vai atuar pela segunda vez no Brasileiro -a primeira foi contra o Criciúma (1 a 1). Edinho será mantido no gol porque Sérgio não se recuperou de contusão no tornozelo.

Vasco coloca Macedo contra seu ex-time

Até às 18h15 de ontem, o atacante Macedo achava que não enfrentaria hoje o Santos, seu ex-clube.

Ele havia perdido o lugar para o atacante Celso, recém-contratado ao América-MG. Mas, no fim do treino, Celso sofreu uma distensão muscular. “Lamento por ele, mas queria muito enfrentar o Santos”, disse Macedo.

O Vasco planeja vencer os últimos cinco jogos na primeira fase do Brasileiro para chegar a 39 pontos e ter chance de se classificar. A equipe venceu domingo o Botafogo por 2 a 1, de virada.

Ela ocorreu após o vice-presidente de Futebol, Eurico Miranda, invadir o campo e reclamar do árbitro Jorge Travassos.

O jogo de hoje será em São Januário porque o Vasco se recusou a entregar à administração do Maracanã cheque de R$ 40 mil como garantia de taxa mínima.



Créditos:
Vídeo: Wesley Miranda

Santos 2 x 0 Atlético Nacional-COL

Data: 16/10/1996, quarta-feira, 20h30.
Competição: Supercopa da Libertadores – Quartas de final – Jogo de ida
Local: Estádio Benedito Teixeira, em São José do Rio Preto, SP.
Público: 3.350 pagantes
Renda: R$ 30.350,00
Árbitro: Horacio Marcelo Elizondo (ARG).
Gols: Jean (26-1) e Jamelli (41-1).

SANTOS
Edinho; Ânderson Lima, Jean, Ronaldo Marconato e Marcos Adriano; Carlinhos, Marcos Assunção, Vágner (Robert) e Piá (Camanducaia); Jamelli e Alessandro.
Técnico: José Teixeira

ATLÉTICO NACIONAL (COL)
Tuberquia; Ospina, Perea, Forunda e Mosquera; Serna, Gaviria, Pedro Alvares (Arango) e Morantes; Angel e Trellez.
Técnico: Juan Lopes



Santos bate Nacional por 2 a 0 na Supercopa

A partida, válida pelas quartas-de-final do torneio, foi disputada anteontem em São José do Rio Preto. Os gols foram marcados por Jean e Jamelli.

As duas equipes voltam a se enfrentar na próxima quarta-feira, em Medellín, na Colômbia. Pelo Brasileiro, o Santos enfrenta o Flamengo amanhã.



Santos teme torcida ‘sem identidade’ (Em 16/10/1996)

O técnico do Santos, José Teixeira, diz temer “falta de identidade” com o público de São José do Rio Preto para o jogo de hoje contra o Nacional (COL), pela Supercopa. A partida acontece às 20h30, no estádio Benedito Teixeira, o Teixeirão, em São José do Rio Preto (451 km a noroeste de São Paulo).

Com a Vila Belmiro em reformas, o Santos já mandou jogos do Brasileiro em São Paulo, Bebedouro e São Bernardo do Campo.

“Como cada jogo acontece em um local, o time não cria identidade com a torcida”, disse o técnico José Teixeira, que não sabe se terá Jamelli, Marcos Adriano, Anderson e Narciso, contundidos.

O goleiro Higuita, a grande estrela do Nacional, não joga porque está contundido. O atleta também será desfalque no jogo de volta, na Colômbia, no dia 23. No lugar de Higuita, joga Hugo Tuberquia. O volante Alexis Garcia é outro desfalque para o jogo.


Santos 1 x 2 Internacional

Data: 28/09/1996, sábado, 15h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 1ª Fase
Local: Estádio Municipal Primeiro de Maio, “Vila Euclides”, em São Bernardo do Campo, SP.
Público: 8.900 pagantes
Renda: R$ 84.875,00
Árbitro: Cláudio Vinícius Cerdeira (RJ)
Cartões amarelos: Jean, Jamelli, Robert, Baiano e Anderson (S); Fernando, Marcelo, Paulo Isidoro (I).
Cartão vermelho: Arílson (14-2).
Gols: Fabinho (35-1); Leandro (26-2) e Jamelli (35-2).

SANTOS
Edinho; Ânderson, Jean (Andradina), Narciso e Gustavo Nery (Camanducaia); Baiano, Carlinhos, Vágner e Robert; Jamelli e Alessandro.
Técnico: José Teixeira

INTERNACIONAL
André; César Prates, Tonhão, Gamarra e Arílson; Fernando, Enciso, Marcelo e Paulo Isidoro (Luis Gustavo); Fabinho (Cleomir) e Leandro Machado (Ânderson Luís).
Técnico: Elias Figueroa



Time reclama do gramado

Com a Vila Belmiro em reformas e o Estádio do Ibirapuera recebendo festividades, o Santos teve que mandar o jogo no Estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo. O estado do gramado era lastimável e pior ainda o vestiário, onde várias torcedoras do Santos espiavam os jogadores se trocarem devido as frestas nas paredes.

A diretoria santista arrependeu-se de ter marcado o jogo em São Bernardo. “Não sabia que o gramado estava tão ruim e que não havia condições de trabalho para a imprensa”, disse o dirigente Clodoaldo Tavares Santana.

“Estou preparado para ser criticado por ter decidido jogar aqui.”

Os jogadores do Santos lamentaram os buracos no campo. “Fica difícil tocar a bola”, disse o meia Jamelli.

“O problema é que havia uma festividade no Ibirapuera e não podíamos enfrentar o Inter lá.” Clodoaldo explicou ainda que a diretoria decidiu não jogar no Morumbi com medo da pouca presença de público. “Em São Bernardo vieram mais torcedores.”

Após a derrota os torcedores do Santos pediram as saídas do técnico José Teixeira e do goleiro Edinho.

Dirigente critica o treinador do Santos

A diretoria santista fará hoje uma reunião com a comissão técnica para avaliar a crise que tomou conta do clube após a derrota de anteontem, 2 a 1 para o Inter-RS.

O técnico José Teixeira, criticado pelo vice-presidente Clodoaldo Tavares Santana no segundo tempo, corre o risco de perder o cargo. O dirigente achou que o meia Vágner estava “sem fôlego” e deveria ter sido substituído. No final do jogo, torcedores pediram a saída do técnico e do goleiro Edinho.

O treinador rebateu as críticas dizendo que o Santos jogou melhor e merecia ter vencido. “No primeiro tempo, o Inter deu um chute a gol e marcou.”

Ele aproveitou também para defender Edinho. “Quem diz que ele falhou no primeiro gol não fala que o lance começou numa falta desnecessária do Robert.”

O gol de Fabinho, cobrando falta, foi aos 35min da primeira etapa, quando o Santos dominava.

No segundo tempo, o Inter fez 2 a 0 com um jogador a menos, já que Arílson havia sido expulso. Leandro foi o autor do gol.

Jamelli, a dez minutos do final, fez o único do Santos.

A esperança

Apesar da situação delicada no torneio, 14 pontos em 11 jogos, Teixeira acredita na classificação.

“Temos que trabalhar. Não vou ficar parado reclamando que preciso de um matador”, afirmou, referindo-se ao técnico Valdyr Espinosa, demitido do Corinthians após criticar a diretoria por não contratar um atacante.



Santos teme desfalques na defesa em São Bernardo

O Santos enfrenta o Internacional hoje, às 15h30, em São Bernardo do Campo (SP), desfalcado de três jogadores de defesa.

O zagueiro Sandro, o lateral-esquerdo Marcos Adriano e o volante Marcos Assunção, todos suspensos, não jogam. É provável que entrem Jean na zaga, Gustavo na lateral, e Baiano no meio-campo.

“Desfalques preocupam, mas meu estilo sempre foi o de prestigiar os reservas. Nos treinos, todos têm demonstrado estar integrados ao estilo de jogo do Santos. Acho que não vai haver problemas”, disse o técnico José Teixeira.

A equipe deve manter uma forte marcação no meio-campo, provavelmente com três volantes. Isso não significa, segundo o treinador, que o time vai jogar na defesa.

“Quero ver os volantes fazendo a ligação rápida com o ataque. Temos de aproveitar a velocidade dos atacantes, principalmente do Alessandro, que está numa boa fase.”

O técnico gostou do gramado do estádio de São Bernardo. “A grama está curta e o piso é duro, fazendo com que a bola role bastante”, afirmou.
Teixeira disse ainda acreditar nas chances de classificação do time.

“Estamos quase na metade do campeonato. Agora é que a equipe vai começar a pegar entrosamento”, disse. O Santos tem 14 pontos em 10 jogos, ocupando a 14ª posição na tabela de classificação.

Para o jogo contra o Internacional, o técnico optou por escalar Edinho no gol, em lugar de Sérgio.

Foram colocados dez mil ingressos à venda para a partida.

Time pode priorizar Supercopa

Se não conseguir derrotar o Internacional, o Santos deve passar a priorizar a Supercopa, já que as chances de classificação da equipe no Campeonato Brasileiro ficarão remotas.

O time está na segunda fase do torneio sul-americano. Vai enfrentar o Atlético Nacional de Medellín (Colômbia) tentando um título inédito. Anteontem, o Santos bateu o Peñarol por 3 a 0, gols de Sandro, Vágner e Alessandro, eliminando o time uruguaio.

O atacante Alessandro, destaque da equipe na vitória sobre o Peñarol, disse que o trunfo do Santos “é o estilo operário.”

No Inter

O ex-zagueiro chileno Elias Figueroa será o técnico do Internacional no jogo contra o Santos. Ele substitui Nelsinho Batista, que pediu demissão na última terça-feira para treinar o Corinthians.

Figueroa poderá trocar o cargo de supervisor do Inter pelo de técnico, dependendo do desempenho da equipe a partir de hoje. Ele foi bicampeão brasileiro jogando pelo Inter, em 1975/76.

O chileno quer que sua equipe marque a saída de bola do Santos. O volante paraguaio Enciso atuará mais avançado. Fabinho, que estava na reserva, e Paulo Isidoro, que cumpriu suspensão, jogam hoje.

Figueroa disse que foi “até bom” o Santos ter vencido o Peñarol pela Supercopa. “Eles ficaram mais tranquilos, mais eufóricos.”


Santos 2 x 0 Portuguesa

Data: 18/09/1996, quarta-feira, 20h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – Turno único – 9ª rodada
Local: Estádio Ícaro de Castro Mello, o Ibirapuera, em São Paulo, SP.
Público: 3.232 pagantes
Renda: R$ 34.860,00
Árbitro: Marco Paulo Spironelli (SP).
Cartões amarelos: Gustavo Nery, Marcos Assunção e Jamelli (S); Carlos Roberto, Zé Roberto, Gallo e César (P).
Cartão vermelho: Marcelo Miguel (P, 32-1)
Gols: Jamelli (32-2) e Camanducaia (47-2).

SANTOS
Sérgio; Ânderson Lima, Sandro, Narciso e Gustavo Nery; Marcos Assunção, Carlinhos, Cuca (Robert) e Jamelli; Andradina (Camanducaia) e Alessandro (Alexandre).
Técnico: José Teixeira

PORTUGUESA
Marcio Defendi; Carlos Roberto, César, Marcelo Miguel e Zé Roberto; Capitão, Gallo (Fabrício), Caio e Zinho; Rodrigo Fabri (Tico) e Nélson Bertolazzi (Alex Alves).
Técnico: Candinho



Gols no final garantem vitória do Santos sobre a Portuguesa

O Santos bateu a Portuguesa por 2 a 0 e somou seu 14º ponto no Brasileiro. Os gols só foram marcados no segundo tempo.

O time do técnico José Teixeira já dominou as ações ofensivas nos 15 minutos iniciais da partida. A Portuguesa se limitou a tentar explorar os contra-ataques.

As duas maiores chances de gol do Santos no primeiro tempo surgiram com o zagueiro Sandro, em faltas aos 12min e 30min.

Dois minutos depois, o zagueiro Marcelo, da Portuguesa, foi expulso por jogo violento.

Com a vantagem de contar com um jogador a mais, o Santos voltou para o segundo tempo atacando. Logo aos 6min, Cuca acertou a trave da Portuguesa.

Aos 18min, Sandro escorou uma bola de cabeça e mandou a bola, de novo, na trave rival.

O primeiro gol foi marcado só aos 32min, com Jamelli chutando de fora da área. Camanducaia fechou o placar aos 43min.



Derrota pode provocar saída de Teixeira ( Em 18/09/1996 )

O técnico José Teixeira pode deixar o comando do Santos caso a equipe sofra nova derrota hoje. Ameaçado pela desclassificação, Teixeira tem sido vaiado pela torcida desde a derrota para o São Paulo, em 25 de agosto.

O time sofreu duas derrotas consecutivas no Brasileiro, para Palmeiras, por 2 a 1, e Goiás, por 2 a 0.

Teixeira está insatisfeito com a produção do ataque santista. O treinador ainda espera a contratação de um jogador “experiente, de maior porte” para o setor.

Com a expulsão de Edinho, o goleiro Sérgio será o titular contra a Portuguesa. “Voltei para o Santos sabendo que seria reserva, mas pretendo agarrar as oportunidades que surgirem”, disse o goleiro, que já defendeu a seleção.

Gustavo deve substituir Marcos Adriano, também suspenso.

Portuguesa testa meio-campo contra Santos

O clássico contra o Santos, às 20h30, no estádio do Ibirapuera, será um teste para o meio-campo da Portuguesa. “Se quisermos ficar entre os primeiros, não podemos amolecer no meio-campo”, disse o técnico Candinho. “Quero ver se o setor está preparado. Depois do Santos, teremos mais duas pedreiras, em que nossa marcação será muito exigida.”

O treinador da Portuguesa refere-se aos jogos contra Flamengo e Grêmio, ambos fora de casa.

Capitão, Gallo, Caio e Zinho formam o meio-campo da equipe. Além do retorno de Gallo, que estava suspenso, a novidade da Portuguesa será a entrada de Marcelo, formando a zaga com César.

As contas da Lusa

Candinho é o treinador de São Paulo que faz os cálculos mais otimistas para um time se classificar. “Com dez vitórias, cinco empates e oito derrotas ficamos com uma das vagas”, afirmou.

Nesta linha de raciocínio, a Portuguesa precisaria atingir 35 pontos. Para Wanderley Luxemburgo, do Palmeiras, uma equipe garante a classificação com 40 pontos. Para Valdyr Espinosa, do Corinthians, precisa de 38 pontos.

Portuguesa e Santos atravessam situações distintas. O time de Candinho é o quinto, com 16 pontos. O Santos, com 11, ocupa a 15ª posição. Classificam-se oito equipes para as quartas-de-final.

Os jogadores da Portuguesa esperam tirar proveito da má fase do adversário. “A torcida deles pressiona muito”, disse o volante Gallo, que já jogou no Santos.


Santos 2 x 1 Peñarol

Data: 10/09/1996, 21h00.
Competição: Supercopa dos Campeões da Libertadores – Jogo de ida
Local: Rivera, Uruguai.
Público: 16.670 pagantes
Árbitro: Daniel Gimenez (ARG)
Cartao vermelho: Aguirregaray (P)
Gols: Aguirregaray (45-1); Jamelli (12-2) e Robert (44-2).

PEÑAROL
Navarro; Oliveira, Aguirregaray, Lima e Adinolfi; Tais, Rotundo e Gonzales De Los Santos; Bengoechea, Pacheco e Sosa (Aguilera).
Técnico: Jorge Forssati

SANTOS
Sérgio; Anderson, Jean, Narciso e Marcos Adriano; Marcos Assunção, Carlinhos (Ronaldo), Baiano e Jamelli; Camanducaia e Alessandro (Robert).
Técnico: José Teixeira



Créditos:
Vídeo: hugosantista. Indicado por Danilo Barbosa.
Ficha técnica: Giovanni Dantas de Carvalho Miranda.