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Paulista 1 x 1 Santos

Data: 29/01/2012, domingo, 17h30.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 3ª rodada
Local: Estádio Jayme Cintra, em Jundiaí, SP.
Público: 3.029 pagantes
Renda: R$
Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araújo
Auxiliares: Alexandre Basilio Vasconcellos e Rodrigo Soares Aragão
Adicionais: Márcio Roberto Soares e Fábio de Jesus Volpato Mendes
Cartões amarelos: Anderson Carvalho (S).
Cartão vermelho: Júnior Alves (P).
Gols: Renan Marques (08-1); Alan Kardec (30-2).

PAULISTA
Vagner; Samuel Xavier, Júnior Alves, Diego Ivo e Reinaldo; Wellington (Bruno Octávio), Madson (Fabrizzyo), Dener e Danilo Gomes; Ricardinho (Rychely) e Renan Marques.
Técnico: Sérgio Baresi

SANTOS
Aranha; Maranhão, Bruno Rodrigo, Vinícius Simon e Emerson Palmieri; Anderson Carvalho, Ibson e Felipe Anderson; Tiago Alves (Breitner), Alan Kardec e Renteria (Dimba).
Técnico: Muricy Ramalho.



Alan Kardec salva reservas do Santos de derrota para o Paulista

Artilheiro do Paulistão 2012 com quatro gols, centroavante marca na segunda etapa e ajuda equipe a sair de Jundiaí com um ponto

Mais uma vez, o atacante Alan Kardec salvou o Santos no Campeonato Paulista. Artilheiro da competição, com quatro gols, o centroavante santista marcou o gol do empate com o Paulista de Jundiaí, em 1 a 1, na noite deste domingo, no Estádio Jayme Cintra. Renan Marques anotou o tento dos donos da casa.

O empate fez o Paulista descer uma posição na tabela do Estadual, ocupando o terceiro lugar, com sete pontos. Já o Santos está em quinto no Paulistão, com cinco pontos ganhos.

Na próxima rodada, o Santos terá o retorno de seus titulares para enfrentar o Oeste de Itápolis, na próxima quinta-feira, às 21 horas (horário de Brasília), na Arena Barueri. Um dia antes, o Paulista visita o Mirassol, no José Maria de Campos Maia.

O jogo

Jogando em casa, com o apoio de sua torcida, o Paulista começou a partida em ritmo forte, em busca de um gol logo nos primeiros minutos do duelo. Aos cinco minutos, Samuel Xavier lançou Ricardinho pela direita. O atacante entrou na grande área, levando a melhor na velocidade sobre a zaga do Santos, mas o seu chute não saiu certeiro e a bola saiu ao lado da meta defendida por Aranha.

Logo na chance seguinte, o Pauliata balançou as redes do Santos. Aos oito, o centroavante Renan Marques recebeu na entrada da área e, após proteger a bola de Maranhão, soltou a bomba no canto esquerdo de Aranha, que nada pôde fazer para evitar o gol.

Em desvantagem, os santistas tentaram a resposta imediata. Aos 10, a defesa do Paulista bobeou, a bola sobrou para Alan Kardec, só que o centroavante foi travado no momento do chute.

Com pouca criatividade e sem conseguir utilizar as laterais do campo, o Santos tentava obter sucesso em alguma jogada pelo meio, explorando Alan Kardec na função de pivô. Em um destes lances, aos 32, a bola sobrou para Ibson experimentar um arremate de fora da área. No entanto, o volante não levou sorte, já que a bola desviou no zagueiro e caiu sobre o gol de Vagner, assustando a torcida dos donos da casa.

Melhor em campo, controlando durante a maior parte do tempo o jogo no meio-campo, o Paulista chegou com perigo, mais uma vez, aos 35. E foi em um lance inusitado. Danilo Gomes cobrou escanteio fechado, despretensioso, e quase surpreendeu Aranha. Atento, o camisa 1 do Peixe espalmou a bola, evitando que o Paulista ampliasse a sua vantagem antes do intervalo.

Irritado com a atuação de sua equipe nos primeiros 45 minutos, o técnico Muricy Ramalho deu uma bronca no time durante o intervalo. As palavras do treinador pareceram ter surtido efeito quando, em menos de cinco minutos da etapa complementar, os santistas já tinham criado duas boas chances de gol.

A primeira foi logo no primeiro minuto, quando o volante Anderson Carvalho fez boa jogada individual e bateu para boa defesa de Vagner. Dois minutos depois, foi a vez de Renteria fazer um belo lance individual e dar trabalho ao goleiro Vagner, que preciso utilizar os pés para evitar o gol do colombiano.

Mesmo com a pequena melhora no início do segundo tempo, Muricy resolveu alterar a sua equipe, com a entrada do meia Breitner no lugar do atacante Tiago Alves, aos 12.

Apostando nos contra-ataques, o Paulista quase ampliou com Renan Marques, aos 27. Mas após boa troca de passes do ataque, o centroavante pegou mal na bola, com pouco perigo para Aranha.

E se o Paulista não aproveitou a sua oportunidade, o Santos não desperdiçou a que lhe surgiu. Aos 30, após bate-rebate dentro de grande área, por conta de uma cobrança de escanteio, a bola caiu nos pés de Alan Kardec. O camisa 10 emendou um chute forte, Vagner tentou defender, mas se atrapalhou e a bola foi parar no fundo das redes: 1 a 1.

Com o gol, Muricy Ramalho promoveu mais uma substituição, ao sacar Renteria para a entrada do jovem Dimba, em busca da vitória. O Paulista, que já tinha Bruno Octávio e Rychely nos lugares de Wellington e Ricardinho, respectivamente, ainda viu o técnico Sérgio Baresi trocar Madson por Fabrizzyo, nos minutos finais do confronto.

Logo após as substituições, o zagueiro Júnior Alves, que estava pendurado, fez falta dura no lateral Emerson Palmieri e acabou sendo expulso.

Apesar disso, o Santos teve apenas mais uma chance de gol. Aos 45, Ibson lançou Maranhão, que tentou a finalização, porém, o arremate passou ao lado do gol de Vagner, sem muito perigo.

Santos 3 x 2 Paulista

Data: 04/03/2010, quinta-feira, 21h00.
Competição: Campeonato Paulista
Local: Estádio Dr. Jayme Cintra, em Jundiaí, SP.
Público: 8.033 pagantes
Árbitro: Wilson Luiz Seneme
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho e Herman Brumel Vani
Cartões amarelos: Willian Rocha e Bruno Formigone (P)
Gols: Barboza (02-1) e Wesley (26-1); Ganso (07-2), Julinho (11-2) e Robinho (24-2).

PAULISTA
Vinicius; Lucas, Eli Sabiá, William Rocha e Julinho (Rafael Martinho); Bruno Formigone, Rai, Baiano (Carlão) e Emerson (Marquinhos); Felipe Azevedo e Barboza
Técnico: Wagner Lopes

SANTOS
Felipe; Roberto Brum (Rodrigo Mancha), Edu Dracena, Durval e Léo (Madson); Arouca, Wesley, Marquinhos e Paulo Henrique; Neymar (Robinho) e André
Técnico: Dorival Júnior



Em partida difícil, Robinho desequilibra e Santos bate Paulista

Líder do Paulistão saiu atrás, foi pressionado mas conseguiu a nona vitória seguida no torneio graças ao camisa 7

Em uma partida equilibrada, o Santos conseguiu a sua nona vitória consecutiva no Campeonato Paulista – a décima no total na temporada. Mesmo com dificuldades, o Peixe contou com a atuação decisiva de Robinho, que começou a partida contra o Paulista de Jundiaí, nesta quinta-feira, no Estádio Jayme Cintra, no banco de reservas. O atacante entrou em campo na parte final do jogo e desequilibrou, marcando o gol do triunfo de 3 a 2 sobre o Galo da Japi.

Com mais uma vitória na competição, os santistas seguem líderes absolutos do Paulistão.

O jogo

O Paulista de Jundiaí começou a partida tentando surpreender os visitantes. E com bastante velocidade, principalmente na troca de bolas, conseguiu o seu objetivo para o início do jogo: abrir o placar.

Logo aos dois minutos, após um passe vindo da direita para Felipe Azevedo, a zaga do Santos vacilou e a bola sobrou para Barboza. Com tranquilidade, o avante tocou na saída do goleiro Felipe, inaugurando o marcador para o Galo da Japi.

Animado com a vantagem no placar, o Paulista quase ampliou. Após levantamento da esquerda, novamente Barboza apareceu frente a frente com Felipe, mas acabou errando a bola e desperdiçando a oportunidade de anotar o segundo gol de sua equipe.

Procurando reagir, o Peixe assustou aos 10 minutos. Wesley desceu pela direita, cortou a marcação, só que na hora da finalização, o arremate foi desviado pela zaga jundiaiense, saindo pela linha de fundo. Mas se na primeira Wesley não marcou, na segunda chance, o meia não perdoou. Outra vez em boa jogada pela direita, Wesley recebeu a bola, limpou o zagueiro rival e bateu com perfeição, no canto direito de Vinícius, deixando tudo igual no Jayme Cintra: 1 a 1.

Depois do gol de empate dos santistas, o Paulista ainda teve duas oportunidades para ir ao intervalo em vantagem. Na primeira, aos 37, o lateral direito Lucas soltou a bomba de fora da área e quase surpreendeu Felipe. Na segunda, aos 44, Emerson puxou um rápido contra-ataque e serviu o zagueiro Eli Sabiá. O defensor, ex-Santos, chutou a bola na rede, mas pelo lado de fora, quase marcando o segundo gol dos jundiaienses.

Sem apresentar o futebol de jogos anteriores, o Alvinegro Praiano voltou diferente para o segundo tempo. Com mais consistência em campo, o Santos conseguiu a virada, logo no começo da etapa complementar. Na última de uma sequência de três escanteios, aos sete, Paulo Henrique se antecipou ao arqueiro Vinícius e de cabeça, mandou a bola para o fundo das redes, marcando o segundo gol do time da Vila Belmiro. Este foi o quinto tento de Ganso no Paulistão.

No entanto, quando parecia que o Peixe teria mais tranquilidade para jogar, com a vantagem no marcador, o Galo da Japi não desistiu e foi buscar o empate. Aos 11, depois de uma cobrança de escanteio, a zaga santista afastou parcialmente e, no bate-rebate, a bola sobrou para Julinho empatar o confronto.

Robinho desequilibra – Se a partida estava difícil, com o Paulista em cima dos visitantes e buscando o terceiro gol, o técnico Dorival Júnior resolveu ousar. O treinador sacou o jovem Neymar e promoveu a entrada de Robinho, que começou o duelo no banco de reservas, pois chegou ao Brasil apenas nesta quinta, pela manhã, após participar da vitória da seleção brasileira sobre a Irlanda, por 2 a 0, na última terça, em Londres.

A substituição do artilheiro alvinegro no Estadual deixou alguns torcedores insatisfeitos, mas na prática, a alteração deu resultado. Como Neymar não conseguiu repetir diante do Galo da Japi a exibição de jogos anteriores, coube ao ‘Rei das Pedaladas’ resolver a disputa.

E ele o fez, aos 24 minutos. Robinho recebeu um passe de costas para Willian Rocha, fez o rodopio, gingou duas vezes na frente do defensor e chutou. Antes de entrar, a bola bateu no travessão: 3 a 2 para o Santos em Jundiaí. Este foi o quarto gol do camisa 7 no Campeonato Paulista.

Inspirado, Robinho quase deixou a sua marca mais uma vez. Aos 32, depois de um cruzamento vindo da direita, o atacante tentou completar para o gol, porém, levou azar e a bola acabou explodindo no travessão.

O Peixe ainda teve uma boa chance para balançar as redes rivais com o zagueiro Durval, mas um zagueiro do Galo da Japi evitou o gol. Desta forma, com o ‘Rei das Pedaladas’ segurando o ímpeto adversário, os santistas garantiram mais uma vitória e a liderança isolada do Estadual.

Paulista 1 x 1 Santos

Data: 03/02/2008, domingo, 18h10.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 6ª rodada
Local: Estádio Jayme Cintra, em Jundiaí, SP.
Público: 5.720 pagantes
Renda: R$ 82.000,00
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza
Auxiliares: Osny Antonio Silveira e Marco Antonio de Andrade Motta Júnior
Cartões amarelos: Domingos (S) e Dema (P).
Cartão vermelho: Domingos (S)
Gols: Alemão (33-1) e Thiago Tremonte (37-1).

PAULISTA
Adinam; Bruno Ribeiro, Dema, Diego Padilha e Eduardo; Réver, Jairo, Ricardinho e Marco Aurélio (Devas); Marcelo Toscano (Júlio César) e Thiago Tremonte.
Técnico: Giba

SANTOS
Fábio Costa; Betão, Domingos e Adaílton; Filipi, Marcinho Guerreiro, Rodrigo Souto, Luiz Henrique (Rodrigo Tabata) e Carleto; Tiago Luís (Moraes) e Alemão (Renatinho).
Técnico: Emerson Leão



Paulista e Santos empatam e mantêm agonia na tabela

Paulista e Santos continuam em situação complicada no Campeonato Paulista. Na noite deste domingo, no estádio Jaime Cintra, em Jundiaí, as duas equipes apenas empataram por 1 a 1 e seguem na zona de rebaixamento da competição. O time da Baixada Santista com cinco pontos e o do interior com quatro.

O resultado aumenta a pressão sobre o técnico Emerson Leão no Santos. Afinal, até o momento, em seis rodadas, o time conquistou apenas uma vitória (outros dois empates e três derrotas). O treinador, porém, conta com o apoio do presidente Marcelo Teixeira, o que não evita o clima complicado para o comandante.

Do lado do Paulista, o técnico Giba fez a sua estréia no comando da equipe. Se não conseguiu melhorar a situação do time na tabela de classificação, ao menos manteve invencibilidade contra os grandes times do estado atuando em casa. A última derrota aconteceu em 30 de abril de 1986, por 2 a 0, para o São Paulo.

O início da partida em Jundiaí deixou claro o motivo de as duas equipes estarem em situação complicada na tabela de classificação. Fraco tecnicamente, o começo do primeiro tempo foi marcado pelos excessivos chutões e pouca criatividade.

Aos poucos, no entanto, Paulista e Santos conseguiram criar algumas chances de perigo. E quem saiu na frente foi a equipe da Baixada Santista. Aos 33min, Rodrigo Souto fez boa jogada pela esquerda e cruzou na cabeça do jovem Alemão, 18 anos, que marcou seu primeiro gol pelo time profissional.

Mas a alegria santista não durou muito tempo. Aos 37min, Bruno Ribeiro fez bom cruzamento da direita, a zaga santista não cortou e a bola sobrou para o atacante Thiago Tremonte. Sem marcação, o jogador dominou e tocou na saída do goleiro Fábio Costa, que minutos depois evitou o gol da virada.

O ritmo eletrizante do final da primeira etapa não continuou no segundo tempo. As duas equipes voltaram sem alterações e sem a mesma força. Independentemente disso, o Paulista teve as melhores chances. Uma com Thiago Tremonte, de dentro da área, e outra em chute de Eduardo de longa distância. Aos 32min, o goleiro Fábio Costa ainda salvou o time da derrota ao defender chute de Júlio César.

Na próxima rodada do Campeonato Paulista, o Santos joga em casa. O time da Baixada Santista recebe o Marília na Vila Belmiro, na quinta-feira, às 20h30. No dia anterior, às 19h30, o Paulista atua mais uma vez no estádio Jaime Cintra, em Jundiaí. O adversário da vez será a Portuguesa.

Paulista 3 x 1 Santos

Data: 19/01/2006
Competição: Campeonato Paulista – 3ª Rodada
Local: Estádio Jayme Cintra, em Jundiaí, SP.
Público: 8.584 pagantes
Árbitro: Carlos Roberto dos Santos
Auxiliares: César Augusto Ferro e Marcos Joel Alves
Cartões amarelos: Abraão, Luiz Fernando e Amaral (P); Fabinho e Gilmar (S).
Gols: Wilson (30-1) e Fabinho (42-1); Luiz Fernando (16-2) e Abraão (49-2, de pênalti).

PAULISTA
Rafael; Bosco, Dema, Réver e Fabio Vidal; Gleydson, Amaral, Wilson (Jean Carlo) e Luiz Fernando (Lucas); Abraão e Jaílson (Wesley)
Técnico: Vagner Mancini

SANTOS
Fábio Costa; Neto (Cleber Santana), Julio Manzur, Luiz Alberto e Kléber; Fabinho, Maldonado, Wendel e Luciano Henrique (Rodrigo Tabata); Geílson (Gilmar) e Jonas
Técnico: Vanderlei Luxemburgo


Santos perde pênalti e a primeira partida do ano

O Santos sofreu na noite desta quinta-feira sua primeira derrota no Campeonato Paulista 2006 e a primeira desde o retorno de Vanderlei Luxemburgo. Pela terceira rodada, a equipe do litoral foi até Jundiaí para somar mais três pontos, mas acabou surpreendida pelo Paulista, que triunfou por 3 a 1 no estádio Jayme Cintra.

Como irá realizar seu primeiro clássico no Estadual apenas na nona rodada, quando enfrentará o Corinthians dia 12 de fevereiro, no Pacaembu, o time alvinegro traçou como meta aproveitar os confrontos contra adversários de menos tradição para acumular pontos antes de encarar os favoritos ao título.

O projeto alvinegro, porém, já sofreu abalos. Isso porque o Santos desperdiçou dois pontos na estréia, ao empatar com o São Bento por 1 a 1 na casa do adversário, além de tropeçar nesta noite diante do Paulista.

Para o volante Fabinho, autor do único gol santista, a equipe já melhorou em relação às rodadas anteriores, mas ainda não chegou ao estágio ideal. “O time tem comprometimento, mas precisamos trabalhar muito ainda. É preciso aprender a usufruir as chances que tivermos para não sermos surpreendidos depois”, alertou o camisa 5.

Tentando encerrar o jejum de conquistas no Paulista, que já dura 22 anos, os visitantes até tiveram oportunidades de vencer pela segunda vez na competição, mas não aproveitaram. Na melhor delas, o atacante Jonas perdeu um pênalti no primeiro tempo, quando o jogo ainda estava 0 a 0.

Com o resultado desta quinta-feira, o time de Vanderlei Luxemburgo permanece com quatro pontos na classificação geral e é passado pelo próprio Paulista. O clube de Jundiaí se recuperou da derrota na rodada anterior, diante do Rio Branco, e agora soma seis pontos.

Na próxima rodada, os dois times voltam a campo no domingo e jogam como anfitriões. Às 16h, o Santos recebe o Marília, na Vila Belmiro, na Baixada. O Paulista, por sua vez, volta a atuar no Jaime Cintra, em Jundiaí, mas diante do Juventus, às 17h.

O jogo
Com posturas ofensivas, as duas equipes fizeram um início de partida bastante movimentado e aberto. Santos e Paulista usaram as laterais do campo para chegar à meta contrária. O time do litoral foi o primeiro a oferecer perigo, em cabeçada para fora de Geílson, com cinco minutos de bola rolando.

Os anfitriões deram o troco aos 11min. Jaílson recebeu em velocidade pelo meio, invadiu a área, mas foi prensado no momento do chute, conseguindo apenas um escanteio. A equipe de Luxemburgo voltou a assustar com Geílson, mas o camisa 9 furou feio após chute cruzado de Wendel.

Jonas, em disparo de fora da área, e Luciano Henrique, batendo com força pela esquerda, também chegaram perto de superar o goleiro Rafael, que se destacou ainda mais aos 23min. Bastante exigido, o camisa 1 brilhou ao defender pênalti batido por Jonas. O atacante chutou fraco, no canto direito, e Rafael encaixou a bola.

Sete minutos depois, o prejuízo santista se tornou ainda maior. Após cruzamento da esquerda, Wilson aproveitou sobra em bate-rebate dentro da área e tocou à direita de Fábio Costa para estufar as redes e inaugurar o marcador para os anfitriões.

Fabinho, no entanto, salvou o primeiro tempo do Santos com um belo gol aos 42min. Contratado nesta temporada, o volante acertou um forte chute de fora da área e mandou a bola no ângulo direito de Rafael, que nada pôde fazer para impedir a igualdade.

Depois do intervalo, as equipes voltaram com um ritmo mais lento em relação à etapa inicial. Por isso, a primeira chance de gol aconteceu apenas aos 16min. E o Paulista não a desperdiçou. Luiz Fernando carregou pelo meio e disparou com força, à esquerda de Fábio Costa, para recolocar os anfitriões em vantagem.

O gol mudou o panorama da partida. Luxemburgo fez todas suas alterações e tentou colocar a equipe mais à frente. Vagner Mancini, por sua vez, apostou nos contra-ataques em busca do terceiro para fechar a contagem.

O estreante Cleber Santana e Fabinho fizeram Rafael trabalhar, mas o goleiro mostrou segurança. No ataque, o Paulista se esforçou para marcar mais um e atingiu seu objetivo já nos acréscimos, quando Jean Carlo sofreu pênalti. Abraão bateu firme e fechou a contagem em 3 a 1.

Paulista 4 x 0 Santos

Data: 25/02/2004
Competição: Campeonato Paulista – 1ª Fase – Grupo B – 8ª rodada
Local: Estádio Jaime Cintra, em Jundiaí, SP.
Renda e Público: N/D.
Árbitro: Paulo César Oliveira (SP).
Cartões amarelos: Aílton, Canindé (P), André Luís, Elano, Robinho, Pereira, Diego (S).
Gols: Humberto (01-1), João Paulo (17-1), Canindé (35-1) e Izaías (33-2).

PAULISTA
Rafael; Lucas, Danilo, Asprilla, Galego; Umberto, Aílton (Tiago), Alemão (Tiago Almeida), Canindé; Izaías e João Paulo (Davi).
Técnico: Zetti.

SANTOS
Doni; Paulo César (Basílio), Alex, André Luís (Pereira), Léo; Claiton, Renato, Elano, Diego; Robinho e Róbson.
Técnico: Emerson Leão.