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Goiás 2 x 1 Santos

Data: 23/08/2009, domingo, 18h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 20ª rodada
Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia, GO.
Público:
Renda: R$
Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa/PR)
Auxiliares: Gilson Bento Coutinho (PR) e Márcia Bezerra Lopes Caetano (Fifa-RO)
Cartões amarelos: João Paulo e Rafael Tolói (G); Pará, Germano e Rodrigo Souto (S).
Cartão vermelho: João Paulo (G)
Gols: Vítor (19-1) e Kléber Pereira (30-1); Felipe (06-2).

GOIÁS
Harlei; Ernando, João Paulo e Rafael Tolói; Vitor, Ramalho (Everton), Amaral, Léo Lima (Fernandão) e Júlio César; Iarley e Felipe.
Técnico: Hélio dos Anjos

SANTOS
Felipe; George Lucas, Fabão, Eli Sabiá e Pará (Triguinho); Rodrigo Mancha (Emerson), Rodrigo Souto, Germano (Neymar) e Paulo Henrique Lima; Madson e Kléber Pereira.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo



Na reestreia de Fernandão, Goiás bate freguês Santos e sobe para 2º lugar

O Serra Dourada provoca pesadelos aos santistas, e a história se repetiu na noite deste domingo. Na partida que marcou a reestreia de Fernandão, o Goiás venceu por 2 a 1 e subiu para a vice-liderança do Campeonato Brasileiro com 38 pontos, dois a menos do que o Palmeiras.

Assim, o Santos segue como freguês da equipe esmeraldina. Em 16 confrontos na história do Brasileirão no Serra Dourada, o Goiás ganhou nove vezes e perdeu apenas uma, com seis empates. O novo revés breca a ascensão do time paulista, que defendia uma invencibilidade de cinco partidas e agora segue com 28 pontos, na 11ª posição, e um jogo a menos.

Vítor abriu o placar aos 19min do primeiro tempo, com um chute de fora da área. Kléber Pereira empatou aos 30min, depois de assistência de Paulo Henrique. O atacante Felipe garantiu o triunfo aos donos da casa aos 6min do segundo tempo, com um chute de fora da área.

Os torcedores deixaram o estádio gritando “o Fernandão voltou” e “o Santos é freguês”. “Valeu pelo gol da vitória, pelos três pontos e pela determinação de todos os jogadores”, celebrou o herói da noite, Felipe.

“Na rebatida a gente tomou o segundo gol. Mas o nosso time está bem, numa crescente. É manter a tranqüilidade no vestiário e pensar no próximo jogo”, considerou o capitão santista Fabão.

O jogo

A etapa inicial foi bastante movimentada. A primeira oportunidade de gol ocorreu pelo lado alvinegro, quando Madson fez bela finta e arriscou o chute de fora da área. O goleiro Harlei só observou, e a bola saiu rente à trave.

A partir dos 10 minutos, o Goiás passou a ter o domínio do duelo, e Iarley começou a fazer a diferença. Primeiro o veterano de 35 anos exigiu uma boa defesa de Felipe com um chute colocado.

Aos 19min, Iarley rolou de calcanhar, e Vítor apareceu de trás para chutar forte, sem chances de defesa para Felipe.

Com o time da Vila em desvantagem, quem começou a brilhar foi Paulo Henrique. Aos 30min, o camisa 11 alvinegro fez bela jogada pelo meio e deixou Kléber Pereira na cara de Harlei. O camisa 9 chutou rasteiro e igualou o placar.

O gol motivou os santistas, enquanto os goianos caíram de rendimento. Nos 15 minutos finais do primeiro tempo, o time visitante apertou o rival, e Kléber Pereira quase virou a partida em duas oportunidades.

“O jogo está difícil mesmo, não é fácil para comandar as ações”, apontou o técnico Hélio dos Anjos na saída para o intervalo. “Precisamos colocar um pouco mais a bola no chão. As duas equipes estão correndo demais”, opinou do outro lado o volante Rodrigo Mancha.

E quem retornou mais atento à etapa final foi a equipe esmeraldina. Aos 5min, Felipe realizou grande defesa e evitou mais um gol de Júlio César, que chutou forte de fora da área – houve um desvio no meio do caminho.

Um minuto depois, o atacante Felipe aproveitou uma sobra e chutou de fora da área, sem chances para o seu xará santista.

A partir de então, o goleiro Felipe foi bombardeado e deu conta do recado, com boas defesas. Além disso, Júlio César ainda carimbou a trave.

Vanderlei Luxemburgo apostou em Neymar, porém o conjunto litorâneo não conseguiu reagir, principalmente porque uma forte chuva prejudicou o gramado e a troca de passes.


Santos 2 x 2 Avaí

Data: 08/08/2009, sábado, 18h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 17ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 12.074 pagantes
Renda: R$ 201.840,00
Árbitro: Wallace Nascimento Valente (ES)
Auxiliares: Antonio Carlos de Oliveira e Adailson Alves Pereira (ambos do ES).
Cartões amarelos: Madson, Rodrigo Mancha e Fabão (S); William, Augusto, Léo Gago e Rafael (A).
Gols: Madson (09-1); Kléber Pereira (06-2), William (20-2) e Emerson (24-2).

SANTOS
Felipe; Pará, Fabão, Eli Sabiá e Léo; Rodrigo Mancha, Germano (Felipe Azevedo) (Tiago Luís), Rodrigo Souto, Madson e Paulo Henrique Lima (Neymar); Kléber Pereira.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

AVAÍ
Eduardo Martini; Rafael, Emerson e Augusto; Luís Ricardo, Léo Gago, Marcus Winícius, Marquinhos (Anderson) e Eltinho; Muriqui e William (Caio).
Técnico: Silas



Santos cede empate ao Avaí e perde embalo na Vila Belmiro

O Santos tinha tudo para manter a reação no Campeonato Brasileiro e sair da Vila Belmiro neste sábado com sua terceira vitória consecutiva. Porém, o time alvinegro abusou dos erros na marcação e precisou se contentar com um empate por 2 a 2 contra o Avaí. Com isso, perdeu a chance de encostar no G-4 e viu o rival catarinense manter a boa sequência no torneio.

“Faltou atenção. Estávamos bem e tivemos um vacilo que não pode acontecer”, lamentou o zagueiro Fabão. “Foi um descuido total, estava 2 a 0 e cedemos o empate. Conversamos no intervalo que não poderíamos bobear. Deixamos a desejar”, completou o atacante Kléber Pereira.

A igualdade deixou a equipe praiana com 24 pontos, na 11ª colocação do Nacional. Após duas vitórias fora de casa (contra Coritiba e Náutico), havia a expectativa que o embalo da equipe fosse mantido na Vila, o que não aconteceu.

O Avaí, por sua vez, ampliou a invencibilidade para oito partidas. A última vez que o time de Silas saiu de campo derrotado aconteceu no dia 11 de junho e desde então a equipe soma seis vitórias e dois empates. O time encerra a rodada com 27 pontos, agora na quinta posição.

“No começo não tínhamos entendido o Campeonato Brasileiro, mas agora sim. Todo mundo encarnou esse espírito do torneio. Estamos lutando muito e isso tem feito a diferença”, comemorou o atacante William.

Para a partida deste sábado, o técnico Vanderlei Luxemburgo preferiu uma escalação mais cautelosa, com três volantes e apenas Kléber Pereira no ataque. “O Avaí é um time que joga muito pelo meio e precisávamos dominar esse setor”, explicou o treinador.

E quando o duelo começou, o Santos realmente não teve muitos problemas para dominar as ações pelo meio. Após alguns momentos de pressão, o time da casa abriu o placar logo aos 9min com gol de Madson e acabou com a invencibilidade de pouco mais de 300 minutos do goleiro Eduardo Martini.

Depois do lance, o Avaí tentou se lançar ao ataque com mais intensidade e deixou a partida igual. Porém, perdeu chances e não fez o suficiente para empatar. “Eles tiveram oportunidades, mas nós também. Podíamos ter matado o jogo”, comentou o volante Rodrigo Souto no intervalo.

A etapa final começou de maneira semelhante ao primeiro tempo. Logo aos 6min, Kléber Pereira fez o segundo da equipe alvinegra e acabou com um jejum de gols que durava há quase um mês.

Mas quando parecia que os anfitriões estavam próximos do triunfo, veio a reação do clube catarinense. Em quatro minutos, o Avaí marcou com William e Emerson e voltou a preocupar o torcedor alvinegro. Depois disso, o time alvinegro ensaiou uma nova reação, mas não fez o suficiente para evitar a igualdade até o apito final.


Vitória 6 x 2 Santos

Data: 12/07/2009, domingo, 18h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 10ª rodada
Local: Estádio Manoel Barradas, Barradão, em Salvador, BA.
Público: 17.090 pagantes
Renda: R$ 346.920,00
Árbitro: Paulo Santos (RJ)
Auxiliares: Marco Aurélio dos Santos (RJ) e Ediney Macarenhas(RJ)
Cartão amarelo: Apodi e Willian (V); Kléber Pereira, Domingos, Molina e Pará (S).
Gols: Roger (03-1), Roger (15-1), Willian (23-1), Victor Ramos (27-1) e Kléber Pereira (45-1); Paulo Henrique Ganso (15-2), Leandro Domingues (28-2) e Jackson (33-2).

VITÓRIA
Viáfara; Wallace, Victor Ramos e Anderson Martins; Apodi, Magal, Uelliton (Carlos Alberto), Leandro Domingues (Elkeson) e Leandro; Willian (Jackson) e Roger.
Técnico: Paulo César Carpegiani

SANTOS
Douglas; Wagner Diniz (Luizinho), Fabão, Domingos, Pará; Paulo Henrique, Roberto Brum (Molina), Rodrigo Souto, Madson (Robson) e Paulo Henrique; Kléber Pereira.
Técnico: Vagner Mancini



Vitória se vinga de Mancini e humilha o Santos com goleada de 6 a 2

Cinco meses depois de ter deixado o Vítória por uma proposta irrecusável do Santos, o técnico Vágner Mancini provou do próprio veneno.

Com uma atuação irreconhecível de sua equipe, e outra irreparável de seu ex-clube, o treinador foi testemunha de um verdadeiro massacre no Barradão, onde o Vitória abriu 4 a 0 no placar em apenas 28 minutos de jogo.

Mesmo esboçando uma reação, o Santos não teve como impedir o triunfo por 6 a 2 do time comandado por Paulo César Carpegiani, o quinto em cinco partidas disputadas em seus domínios, resultado que levou a equipe rubro-negra de volta ao terceiro lugar do Campeonato Brasileiro, com 19 pontos ganhos. Já o Santos manteve-se com 13 pontos e caiu para o 10º lugar.

O Vitória volta a campo nesta quinta-feira, contra o Náutico, nos Aflitos. Na véspera, o Santos recebe o Grêmio Barueri na Vila Belmiro.

O massacre rubro-negro começou logo aos três minutos, graças a uma falha grosseira do goleiro Douglas, que espanou a tentativa de dar um chutão para frente e entregou a bola de presente a Roger. O atacante chutou fraco, mas o suficiente para pegar o goleiro no contrapé e fazer 1 a 0.

A partir daí o que se viou foi uma sucessão de trapalhadas da defesa santista. Aos 15min, Leandro Domingues lança Roger, a defesa do Santos parou pedindo impedimento e o atacante só teve o trabalho de bater na saída do goleiro e marcar o segundo gol dele no jogo, o sétimo no Brasileirão, igualando-se a Felipe, do Goiás, na artilharia da competição.

O Vitória ainda teve duas chances antes de marcar o terceiro, aos 23min, em contra-ataque fulminante puxado por Leandro, que tocou para Willian, bater no coanto esquerdo e sair para o abraço.

O quarto saiu aos 27min: Leandro Domingues cruzou da direita e o zagueiro Victor Ramos ganhou de Fabão para levar a torcida rubro-negra ao delírio e o técnico Vagner Mancini ao desepero.

O treinador resolveu tirar o volante Roberto Brum pelo meia Molina. Somente aos 33min o santos chegou com perigo pela primeira vez ao gol de Viáfara, em um chute cruzado de madson que passou à esquerda do gol.

E quando tudo se encaminhava para um primeiro tempo perfeito do Vitória, o zagueiro Victor Ramos cometeu um pênalti infantil no lateral Pará. Na cobrança , aos 46min, o atacante Kléber Pereira não desperdiçou e diminuiu o marcador.

O Santos voltou mais bem postado no segundo tempo e marcou o segundo gol aos 16min: Madson cobrou falta na área e Paulo Henrique Ganso fez de cabeça: 4 a 2.

Quando o Santos parecia que iria reagir, aos 28min o zagueiro Domingos derrubou Wallace na grande área. Pênalti que Leandro Domingues cobrou com perfeição e fez o quinto gol rubro-negro.

Aos 33min, o atacante Roger recebeu um passe alongado e acreditou. Após chegar à bola, o atacante cruzou para trás e o meia Jackson, de cabeça, tirou do goleiro e fechou o massacre: 6 a 2.


Santo André 3 x 3 Santos

Data: 04/06/2009, quinta-feira
Competição: Campeonato Brasileiro – 5ª rodada
Local: Estádio Bruno José Daniel, em Santo André, SP.
Público:
Renda:
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP)
Auxiliares: João Bourgalber Nobre Chaves e Marcelo Carvalho Van Gasse (SP).
Cartões amarelos: Elvis, Ricardo Conceição (SA), Léo, Luizinho, Rodrigo Souto, Roberto Brum, Madson (S)
Cartões vermelhos: Nunes (SA)
Gols: Kléber Pereira (07-1), Nunes (14-1), Madson (24-1) e Nunes (45-1); Fabão (20-2) e Elvis (27-2).

SANTO ANDRÉ
Neneca, Cicinho, Cesinha, Marcel e Gustavo Nery (Arthur); Fernando, Ricardo Conceição, Junior Dutra (Ricardo Goulart) e Élvis (Dionísio); Nunes e Antonio Flávio
Técnico: Sérgio Guedes

SANTOS
Fábio Costa; Luizinho (Pará), Fabão, Fabiano Eller e Léo; Rodrigo Souto, Roberto Brum, Molina (Neymar) e Paulo Henrique Ganso (Roni) e Madson; Kléber Pereira
Técnico: Vagner Mancini



Santos cede empate por 3 vezes e sai de Santo André com 1 ponto

Vagner Mancini havia pedido para o Santos tentar disparar em meio a preocupação de concorrentes com outras competições. O time da Vila bem que buscou a vitória, nesta quinta-feira, para encostar no topo do Brasileirão. No entanto, o Santo André demonstrou alto poder de reação no ABC, conseguiu igualar o marcador por três vezes, empatando o jogo por 3 a 3.

“O Santos não está acostumado a sofrer tantos gols em um jogo. Não fomos bem pelo alto. O resultado não foi bom. Mas vamos tentar corrigir isso nos treinos para que não ocorra novamente”, lamentou Fabão à rádio Globo

Com este resultado, o Santos segue invicto no Nacional, soma 9 pontos, e diminui a distância para o líder Internacional, que tem 12 pontos. Já o Santo André conquistou seu sexto ponto.

Apesar da noite fria no ABC, Santo André e Santos fizeram um jogo quente, com inúmeras oportunidades de gol para as duas equipes. No final do primeiro tempo, o placar já sinalizava 2 a 2.

Artilheiro do Santos no ano, Kléber Pereira concluiu com êxito sua primeira chance na partida, quando recebeu passe em profundidade de Rodrigo Souto, aos 7 min da etapa inicial.

A reação do Santo André foi rápida. Referência ofensiva do Santo André, sobretudo diante das ausências de Marcelinho Carioca e Pablo Escobar, o centroavante Nunes começou a incomodar a zaga santista. Ele igualou o marcador, aos 14 min.

Jogo de pouca falta no 1º tempo, as duas equipes apostaram em estratégias ofensivas. O Santos voltou ter vantagem no jogo aos 30 min. Madson aproveitou bola mal tirada pela zaga e marcou seu terceiro gol no Brasileirão.

Após o gol de Madson, o Santos reduziu volume no ataque, administrando a partida. Em desvantagem, o time da casa insistiu ofensivamente, misturando muita vontade, mas com pouca inspiração.

O recuo santista atraiu o Santo André, que novamente empatou pelo alto com Nunes. O jogador, aliás, foi oferecido pelo Bragantino (dono do “passe”) no início do ano ao Santos e Corinthians, mas foi rejeitado devido ao alto valor solicitado.

Apagados, Paulo Henrique Ganso e Molina não davam criatividade ao meio campo. A apatia foi percebida pela torcida do Santos, que pediu a entrada do atacante Neymar nos primeiros minutos do 2º tempo.

Mancini atendeu o público e colocou Neymar em campo durante a etapa complementar. De falta, Fabão colocou o Santos de novo à frente no placar.

Autor de dois gols, Nunes pediu pênalti que teria sido cometido pelo zagueiro Fabiano Eller. O árbitro Luiz Flávio de Oliveira mandou seguir a jogada. Minutos depois, o atacante novamente reclamou de uma suposta infração cometida pelo Santos. O juiz não tolerou e expulsou Nunes por reclamação.

Mesmo com um a menos, o Santo André foi buscar o empate pela terceira vez, desta vez com o meia Élvis, em cobrança de penalidade.

Já nos acréscimos, o Santos quase fez o quarto gol, mas a cabeceada de Pereira acertou a trave.

Fluminense 1 x 4 Santos

Data: 24/05/2009, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 3ª rodada
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, RJ.
Árbitro: Leandro Vuaden (Fifa-RS)
Auxiliares: José Franco Filho e Júlio César Santos (ambos do RS)
Cartões amarelos: Luiz Alberto (F); Léo e Molina (S).
Cartões vermelhos: Eduardo Ratinho e Dieguinho (F).
Gols: Mariano (09-1), Molina (37-1); Madson (06-2), Kléber Pereira (39-2) e Kléber Pereira (41-2).

FLUMINENSE
Fernando Henrique; Mariano (Eduardo Ratinho), Edcarlos, Luiz Alberto e Dieguinho; Wellington Monteiro, Marquinho (Maurício), Darío Conca e Thiago Neves; Maicon (Alan) e Fred.
Técnico: Carlos Alberto Parreira

SANTOS
Fábio Costa, Luizinho, Fabão, Domingos e Léo (Pará); Roberto Brum, Rodrigo Souto, Paulo Henrique Ganso (Paulo Henrique) e Madson; Molina (Neymar) e Kléber Pereira.
Técnico: Vagner Mancini



Trio ofensivo brilha e Santos goleia o Fluminense no Maracanã

O Fluminense não resistiu ao grande futebol apresentado por Molina e Madson, neste domingo, no Maracanã. Cada um deixou a sua marca na goleada, de virada, do Santos por 4 a 1 sobre o Tricolor das Laranjeiras pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro. Kleber Pereira, que não atuava bem, fez dois. O lateral-direito Mariano marcou para os donos da casa.

Com o resultado, o Peixe chegou a sua primeira vitória na competição nacional e alcançou os cinco pontos. Já a equipe comandada por Parreira conheceu a sua primeira derrota e se manteve com quatro.

Ambos voltam a campo no próximo domingo. Enquanto o Tricolor das Laranjeiras enfrentará o Náutico, às 16h, nos Aflitos, o Santos medirá forças com o Corinthians, no mesmo horário, na Vila Belmiro, pela quarta jornada da competição nacional.

A partida já mostrava que o primeiro tempo teria boas emoções. Logo no seu ataque inicial, o Santos quase abriu o placar com Paulo Henrique. A equipe paulista usava a velocidade do seu ataque para pressionar o time da casa e mostrava superioridade.

Porém, este panorama mudou. Logo na primeira chance real que teve, o Fluminense abriu o marcador com Mariano, aos nove. Um minuto depois, Fred quase ampliou. A partir daí, o equilíbrio imperou no confronto realizado no Maracanã.

O Peixe tentava ameaçar com Molina e Madson (Kleber Pereira era sequer notado em campo). Já o Tricolor apostava em Thiago Neves e Fred, que mais uma vez ficava isolado na frente uma vez que Maicon voltava muito para buscar o jogo.

Aos 37 minutos, o Santos igualou o marcador depois de uma falta cobrada pelo colombiano Molina. A partir daí, as duas equipes ‘esperavam’ o término do primeiro tempo.

Assim como no primeiro tempo, o Peixe quase marcou com Paulo Henrique, aos dois. Três minutos depois, não teve jeito. Molina deixou Madson de frente para Fernando Henrique. O meia driblou o goleiro e só empurrou. Com o gol sofrido, o Fluminense se perdeu em campo.

A torcida da casa pedia raça ao time e a situação do Tricolor ficaria ainda mais complicada com a expulsão do Dieguinho, que sequer tinha cartão amarelo, após uma falta em Madson. Tal decisão do árbitro seria fatal para o Fluminense mais à frente.

O lance gerou uma revolta intensa por parte dos jogadores cariocas. Com isso, o Santos pressionava em busca de mais gols e o Fluminense não tinha poder de reação. Eduardo Ratinho ainda foi expulso após entrada desleal em Neymar, que fez a sua estreia no Maracanã ao entrar na vaga de Molina. A partir daí, brilhou a estrela do até então apagado Kleber Pereira, que marcou dois e fechou a conta.