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Santos 3 x 2 Danubio

Data: 03/03/2005, quinta-feira, 19h15.
Competição: Copa Libertadores – Grupo 2 – 2ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 7.270 pagantes
Renda: R$ 89.801,00
Árbitro: Gabriel Brazenas (ARG)
Auxiliares: Oscar Sequeira e Claudio Rossi (ambos da ARG).
Cartões amarelos: Flávio, Basílio e Deivid (S); Cafu, Melo, Lima e Pouso (D).
Gols: González (16s) e Léo (38-1); Robinho (26-2), Vieira (42-2) e Ricardinho (44-2).

SANTOS
Mauro; Paulo César (Flávio), Domingos, Ávalos e Léo; Bóvio, Tcheco (Basílio), Ricardinho e Fabio Baiano (Fernando Diniz); Deivid e Robinho.
Técnico: Oswaldo de Oliveira

DANUBIO
Barbat; Cafu, Vieira, Melo e Lima; Pellejero (Silva), Pouso, Gargano e González; Risso e Salgueiro (Ortiz).
Técnico: Gerardo Peluzzo



De virada, Santos vence e mantém tabu da Vila

O Santos recebeu o Danúbio, do Uruguai, nesta quinta-feira, na Vila Belmiro, e após um susto logo aos dezesseis segundos de jogo, conseguiu a virada, que garantiu à equipe a primeira vitória na Copa Libertadores 2005, por 3 a 2.

Com a vitória, o Santos foi a três pontos e empatou com o próprio Danúbio e com o Bolívar, da Bolívia, na liderança do grupo 2 da competição. O time boliviano, no entanto, realizou apenas uma partida até agora. Na próxima terça-feira, enfrenta a LDU, do Equador.

O resultado garantiu ao Santos a manutenção de um tabu que se iniciou em 2003, ano da primeira participação do clube na Libertadores no século XXI. Desde que voltou à competição internacional, o Santos jamais foi derrotado jogando na Vila Belmiro.

Na noite desta quinta-feira, mais uma vez o herói santista foi o atacante Robinho. No primeiro tempo, além de dar muita criatividade ao setor ofensivo da equipe, ele foi o responsável pelas melhores chances criadas antes do gol de empate. No segundo tempo, quando o jogo ainda estava 1 a 1, foi Robinho que marcou o gol de empate.

Contudo, já no final da partida, um outro herói da torcida santista também mostrou ser predestinado. Após o segundo gol do Danúbio, Basílio criou o lance do gol decisivo, ao sofrer pênalti, depois convertido por Ricardinho.

Apesar de sofrida, a vitória sobre o Danúbio pode dar um novo ânimo ao time comandado por Oswaldo de Oliveira, que havia sido derrotado pelo Bolívar por 4 a 3 na estréia da Libertadores, e, após alguns resultados inesperados, ficou a quatro pontos de distância do São Paulo no Campeonato Paulista.

O próximo jogo do Santos na Libertadores acontece no dia dezessete de março, no Equador, contra a LDU. Neste domingo, o time do técnico Oswaldo de Oliveira volta a campo pelo Campeonato Paulista, no clássico contra o Palmeiras.

O jogo

Contrariando a expectativa de que o Danúbio fosse jogar de forma cautelosa contra o campeão brasileiro, o time uruguaio foi para cima do Santos logo no primeiro lance. E com menos de vinte segundos de jogo, os visitantes conseguiram abrir o placar na Vila.

Na saída de bola, o Danúbio avançou tocando a bola pelo centro do campo de ataque e a bola acabou dominada pelo meia Gonzalez, na entrada da área santista. Ele driblou o lateral Paulo César e carregou para a esquerda, de onde chutou cruzado para marcar.

Somente aos 3min o Santos conseguiu se aproximar do gol uruguaio. Ricardinho cobrou falta pela esquerda do ataque, alcançando Domingos, dentro da área. O zagueiro, no entanto, cabeceou para fora.

Quatro minutos depois foi a vez de o Danúbio atacar também em cobrança de falta. De frente para o gol de Mauro, o lateral Lima chutou forte, mas a bola foi para fora, à esquerda do gol. No lance seguinte, o Santos finalmente ameaçou com perigo. O atacante Deivid chutou bem de fora da área, mas o goleiro defendeu com segurança no canto direito.

Aos 10min, Robinho começou a aparecer na partida. Ele recebeu passe de Paulo César e invadiu a área uruguaia, mas, na hora do chute, a bola desviou na defesa e saiu para escanteio.

Com a desvantagem no placar, o Santos se lançou ao ataque e passou a pressionar insistentemente a defesa adversária. No entanto, os chutes dos jogadores brasileiros acabaram todos na defesa dos visitantes ou nas mãos do goleiro Barbat.

Contudo, apesar do domínio santista, o Danúbio não abdicou do ataque, e seguiu criando chances, principalmente em chutes de longa distância e bolas alçadas na área. Aos 22min, Robinho perdeu grande chance de empatar a partida. Depois de bate rebate na área, ele chutou da marca do pênalti, mas a bola subiu muito, saindo sem perigo.

Dois minutos depois, os donos da casa tiveram suas duas melhores oportunidades na mesma jogada. Robinho avançou pelo meio, se livrando dos marcadores do Danúbio e, depois de invadir a área, chutou em cima do goleiro. No rebote, Léo cruzou para Deivid, que cabeceou para defesa do goleiro uruguaio.

Aos 31min, novamente com Deivid, o Santos voltou a ficar perto do gol. O atacante recebeu a bola na esquerda do ataque, cortou para dentro e chutou no canto esquerdo de Barbat. O goleiro espalmou e a bola ainda triscou na trave antes de sair para escanteio.

A sete minutos do fim do primeiro tempo, o Santos finalmente conseguiu igualar o marcador, em grande jogada iniciada por Ricardinho. Da esquerda do ataque santista, o meia fez passe para Tcheco, do lado direito. Ele lançou Fábio Baiano, que cruzou para Léo, no segundo pau. O lateral cabeceou sem muita força e fez o gol santista.

Na segunda etapa, o jogo voltou mais equilibrado. Apesar da pressão santista, o Danúbio continuou acreditando na vitória e seguiu atacando, com menos volume que o Santos, mas sem se preocupar exlucisvamente em defender.

Aos 4min, Gonzalez, autor do primeiro gol, bateu de fora da área. O chute, no entanto, saiu fraco e Mauro defendeu com facilidade. Dois minutos depois, o Santos ameaçou com Fábio Baiano, que cabeceou de dentro da área, mas a bola saiu por cima do gol.

Ainda antes de completados os dez primeiros minutos, o Danúbio voltou a chegar com perigo. Depois de cruzamento da direita, o lateral Lima pegou de primeira e exigiu grande defesa de Mauro. O goleiro do Santos espalmou para o meio da área e a zaga afastou.

Dez minutos depois, os uruguaios voltaram a assustar. Da risca da grande área, Salgueiro chutou e Mauro se esticou para fazer mais uma boa defesa. No rebote, o atacante do Danúbio chutou em cima do zagueiro Ávalos.

Após os vinte minutos da segunda etapa, o Santos voltou a atacar com força, em busca do gol da vitória. As principais tentativas aconteceram em lances de bola aérea e em cobranças de faltas e escanteios.

E foi justamente em um lance desses que o time brasileiro chegou ao gol da virada. Aos 25min, após cobrança de escanteio, a bola sobrou para Robinho, que dominou sozinho dentro da área e chutou no ângulo direito do Danúbio.

Aos 41min, veio a última tentativa do Danúbio. Após cobrança de falta na área, o zagueiro brasileiro Vieira cabeceou bola indefensável para o goleiro Mauro.

No minuto seguinte ao gol de empate, quando o empate parecia ser o resultado final, o Santos ainda conseguiu reagir. Depois de invadir a área, Robinho foi derrubado pelo goleiro Barbat e o juiz argentino Gabriel Brazenas marcou o pênalti. Na cobrança, Ricardinho marcou o terceiro.


Santos 3 x 0 Corinthians

Data: 13/02/2005, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Paulista – Turno único – 7ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 18.712 pagantes
Renda: R$ 298.930,00
Árbitro: Edílson Pereira de Carvalho
Auxiliares: Ana Paula da Silva Oliveira e Maria Eliza Correia Barbosa
Cartões amarelos: Betão e Marinho (C).
Gols: Léo (07-1); Robinho (01-2) e Robinho (10-2).

SANTOS
Mauro; Paulo César, Domingos, Ávalos (Halisson) e Léo; Fabinho, Tcheco (Flávio), Bóvio e Basílio (Rossini); Robinho e Deivid
Técnico: Oswaldo de Oliveira

CORINTHIANS
Fábio Costa; Edson (Marcelo Mattos), Ânderson, Betão e Fininho (Renato); Wendell, Rosinei, Dinélson (Marinho) e Gil; Jô e Tevez
Técnico: Tite



Robinho dá show e Santos atropela Corinthians

No clássico em que ambas as equipes buscavam o equilíbrio no Campeonato Paulista, o que houve foi um evidente desequilíbrio. Comandado por Robinho, que marcou dois gols, o Santos bateu o arqui-rival Corinthians por 3 a 0, na tarde deste domingo, na Vila Belmiro, e voltou à vice-liderança, agora com 17 pontos, dois a menos do que o líder São Paulo.

Com a derrota, a terceira do alvinegro do Parque São Jorge na competição, o clube encerrou uma ótima sequência de quatro vitórias consecutivas. O Corinthians segue com pontos e pode perder posições ao final desta rodada.

Além de terem de assistir ao show de Robinho, os corintianos não conseguiram acabar com um tabu indesejável. A equipe não vence o rival Santos há três anos. Agora são dez confrontos, com oito vitórias dos santistas e dois empates.

Na partida desta tarde, enquanto o time do técnico Oswaldo de Oliveira mostrou uma grande força ofensiva, a equipe de Tite bateu cabeça na defesa e teve pouca criatividade. Tanto que o goleiro Mauro pouco foi acionado.

Na próxima rodada do Campeonato Paulista, o Santos enfrenta o Ituano, no estádio Novelli Junior, em Itu, às 18h. O Corinthians, por sua vez, encara o Paulista, no Jaime Cintra, em Jundiaí, às 16h. Ambas as partidas serão no domingo, dia 20.

Antes disso, porém, os alvinegros têm duelos por outras competições. O time da Vila Belmiro encara o Bolívar-BOL, fora de casa, na quarta-feira, pela primeira rodada da Copa Libertadores da América. No mesmo dia, só que no Pacembu, o clube do Parque São Jorge recebe o Sampaio Correa, pela partida de volta da fase inicial da Copa do Brasil.

Robinho x Tevez
Um abraço amigável antes do começo do clássico marcou o início do duelo entre Robinho e Tevez. Durante a semana, o confronto entres os dois craques ganhou enorme destaque nas manchetes dos jornais. De um lado, o principal jogador brasileiro atuando no país e do outro o galáctico argentino, que foi contratado a preço de ouro.

Com a bola rolando, porém, aquele gesto simpático que antecedeu o apito do árbitro foi encoberto pela histórica rivalidade entre Santos e Corinthians. Melhor para o torcedor, que viu um primeiro tempo eletrizante. Mais para o atacante do time da Vila Belmiro.

Robinho foi determinante para a vitória parcial do time santista. Além de dar uma assistência perfeita para Léo marcar o gol, o atacante deu sete dribles, seis passes certos, foi acionado 16 vezes e deu duas finalizações na etapa inicial. O único ponto negativo foram três passes errados.

Enquanto isso, Tevez, o jogador do Corinthians que mais se movimentou no primeiro tempo, recebeu a bola dez vezes, deu apenas dois dribles, três passes certos e finalizou apenas uma vez.

Na etapa complementar, o santista simplesmente deu uma goleada no seu “rival” argentino. E não foram precisos muitos minutos para que isso fosse sacramentado: em dez minutos, Robinho marcou dois belos gols e garantiu a vitória do Santos.

Com moral, o atacante do time da Vila Belmiro passou a desfilar seu futebol com muito mais desenvoltura. Tanto que até o final da partida ele foi acionado 13 vezes, deu mais seis finalizações e sete passes certos.

Apagado, o corintiano Tevez tentou ajudar o seu time, mas a deficiência técnica dos seus companheiros não permitiu uma reação. Carlitos, como é conhecido na Argentina, finalizou apenas uma vez na etapa final e recebeu a bola só em seis oportunidades.

O jogo
Com a Vila Belmiro lotada, Santos e Corinthians começaram o clássico em ritmo alucinante. Tocando bastante (e rápido) a bola, ambas as equipes conseguiram chegar à área adversária, mas a forte marcação das defesas evitou as finalizações.

Este panorama, porém, durou apenas até os 5min. Depois disso, a equipe da Baixada Santista passou a dominar as ações do jogo e logo chegou ao primeiro gol. Aos 7min, o atacante Robinho gingou na frente de Edson e lançou para Léo, que se infiltrou na área pela esquerda e chutou por entre as pernas do goleiro Fábio Costa.

O clube do Parque São Jorge sentiu o gol sofrido e começou a errar muitos passes, além de dar mais espaço para que o rival criasse suas jogadas. O time de Tite conseguiu sua primeira finalização apenas aos 12min, quando Dinélson tocou para o lateral Fininho, que chutou de fora da área e obrigou Mauro a espalmar para escanteio.

Um minuto depois, o alvinegro da Vila respondeu com Robinho. O jogador recebeu bom cruzamento de Basílio da esquerda, subiu mais do que os zagueiros e cabeceou à direita do goleiro corintiano.

E foi o próprio Fábio Costa que salvou o Corinthians de levar o segundo gol aos 15min. O volante Fabinho recebeu a bola na entrada da área e soltou uma bomba. Atento, o camisa 1 da equipe da capital fez excelente defesa.

Aos poucos, o Santos diminuiu seu ímpeto ofensivo, enquanto o Corinthians, mal em campo, não conseguiu melhorar a criação de jogadas e parou no bloqueio do rival.

A equipe do técnico Oswaldo de Oliveira voltou a levar perigo aos 34min, quando Paulo César cruzou para o atacante Deivid, que cabeceou por cima do gol.

Sentindo que sua equipe estava com problemas de marcação, o técnico Tite sacou o meia Dinélson e colocou o zagueiro Marinho, voltando a atuar no 3-5-2, preterido na última partida, contra o Rio Branco.

Três minutos depois, o Corinthians perdeu uma excelente oportunidade de empatar a partida. O argentino Tevez recebeu a bola na área, girou em cima de um zagueiro e cruzou para Gil. O atacante, sem marcação, chutou em cima do goleiro Mauro.

O lance, no entanto, empolgou o alvinegro do Parque São Jorge. Aos 38min, Tevez driblou Domingos e chutou. Mauro defendeu. No rebote, o atacante Jô soltou uma bomba e o camisa 1 do Santos fez mais uma boa defesa.

No segundo tempo, ambas as equipes voltaram com a mesma formação que terminaram a etapa inicial. Em desvantagem no placar, o Corinthians foi logo para cima, mas sofreu um contra-ataque fulminante.

A 1min, Deivid recebeu belo lançamento de Paulo César e ajeitou para Robinho, que entrou na área pelo meio da zaga adversária e chutou na saída do goleiro Fábio Costa, que nada pôde fazer.

Os santistas ainda comemoravam o segundo gol quando o goleiro Mauro foi atingido por uma pedra, que foi atirada pela torcida rival, posicionada atrás do gol defendido pelo camisa 1 do Santos no primeiro tempo.

Após 5min de paralisação, o Santos voltou com força total e ampliou. Aos 10min, o atacante Robinho fez uma linda tabela com Paulo César, passou por Betão e marcou seu segundo gol no jogo.

Em situação complicada, o técnico Tite sacou o lateral-esquerdo Fininho e colocou Renato. Um fato curioso aconteceu no momento da substituição: o substituído teve seu nome gritado pela torcida do Santos. O motivo: ele perdeu a bola no lance do terceiro gol do time da Vila Belmiro.

Com ampla vantagem no placar, o Santos manteve sua superioridade durante o resto da partida, enquanto o Corinthians tentou, sem sucesso algum, reagir e evitar um vexame maior.

Santos 5 x 1 Paraná

Data: 15/08/2004
Competição: Campeonato Brasileiro – 2º turno – 24ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 9.156
Renda: R$ 111.059,00
Árbitro: Edílson Soares da Silva (RJ)
Auxiliares: João Luís Ribeiro Magalhães e Marco Venício B. Sá Freire (ambos do RJ)
Cartões amarelos: André Luis, Antonio Carlos, Paulo César, Bóvio, Luis Augusto e Ricardinho (S). Flávio, Fernando Lombardi e Marcel (P).
Cartão vermelho: Beto (P)
Gols: Robinho (02-1), Léo (31-1) e Basílio (41-1); Basílio (17-2), Cristian (29-2) e Basílio (46-2).

SANTOS: Tápia, Paulo César, André Luis, Antonio Carlos e Léo; Fabinho (Luis Augusto), Elano (Bóvio), Ricardinho e Basílio; Deivid (Marcinho) e Robinho.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

PARANÁ: Flávio, Cláudio (Marcel), Fernando Lombardi, João Paulo e Edinho; Beto, Fernando Marchiori, William (Maranhão), Cristian e Canindé; Sinval (Galvão).
Técnico: Gilson Kleina



No duelo entre o líder e o lanterna, Santos goleia o Paraná

No duelo entre o líder e o último colocado, entre o melhor ataque e a pior defesa, o Santos goleou o Paraná por 5 a 1, em partida realizada neste domingo, pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro, no estádio da Vila Belmiro.

Com o resultado positivo, a equipe comandada pelo técnico Vanderlei Luxemburgo manteve a liderança da competição. O time da Baixada soma 44 pontos e tem um a mais do que o Palmeiras, que ocupa a vice-liderança. O Paraná é o lanterna, com apenas 20 pontos.

O primeiro gol saiu logo aos 2min, com Robinho. Superior desde o princípio, o Santos continuou atacando e ampliou o resultado com o lateral Léo, aos 31min. Dez minutos depois, Basílio marcou, fechando o resultado do primeiro tempo.

No segundo tempo, houve mais gols e pouca resistência por parte dos paranaenses. Aos 17min, Basílio tabelou com Robinho, que completou com perfeição para aumentar a goleada.

O gol de honra dos paranaenses aconteceu após boa jogada individual, aos 29min. Cristian bateu rasteiro e fez o único de sua equipe na partida.

Basílio encerrou a goleada santista com mais um gol, seu segundo na partida, nos acréscimos.


Paraná 3 x 2 Santos

Data: 21/04/2004
Competição: Campeonato Brasileiro – 1º turno – 1ª rodada
Local: Estádio do Pinheirão, em Curitiba, PR.
Público: 6.744
Renda: R$ 98.848,00
Árbitro: Giulliano
Cartões amarelos: Cláudio, Axel, Beto, Fernando Marchiori, Jean Carlo e Adriano Magrão (PR). Alex e Paulo César (S).
Cartão vermelho: André Luís (S).
Gols: Galvão (13 s), Léo (26-1), Carlinhos (43-1); Chokito (33-2) e Robinho (38-2).

PARANÁ
Flávio, Wesley, Nelinho, Carlinhos e Cláudio; Axel, Beto, Fernando Marchiori (Lombardi) e Jean Carlo; Adriano Magrão (Goiano) e Galvão (Chokito).
Técnico: Paulo Campos

SANTOS
Júlio Sérgio, Paulo César (Basílio), André Luís, Alex e Léo; Claiton, Renato, Diego e Elano (Alcídes); Leandro Machado (Lopes) e Robinho.
Técnico: Émerson Leão.



O jogo

Mesmo antes do já preocupante êxodo de jogadores, o Santos foi derrotado nesta noite em sua estréia no Campeonato Brasileiro-2004. Apontado como um dos favoritos ao título, o time do técnico Emerson Leão caiu por 3 a 2 diante do Paraná, no estádio Pinheirão, em Curitiba.

O primeiro gol da equipe paranaense saiu logo aos 13 segundos de jogo. O atacante Galvão chutou forte, de dentro da área, e venceu o goleiro Júlio Sérgio.

O empate santista veio aos 26min, com Léo. O lateral-esquerdo recebeu passe de Elano, driblou o goleiro Flávio e marcou.

Ainda no primeiro tempo, aos 43min, o zagueiro Carlinhos colocou o Paraná mais uma vez à frente, completando de cabeça um escanteio.

Na segunda etapa, aos 33min, Chokito fez o terceiro da equipe da casa, completando um cruzamento da direita. Robinho, aos 38min, recebeu na esquerda e chutou na saída de Flávio para diminuir.

Antes da partida, Leão admitiu que o time deve perder pelo menos três jogadores para a Europa no meio do ano. O zagueiro Alex vai para o PSV (Holanda), e o zagueiro Alcides e o volante Paulo Almeida devem ir para o Benfica (Portugal).

Também há rumores de que o zagueiro André Luís, o volante Renato e o meia Diego poderiam deixar a Vila Belmiro.

Santos 1 x 0 União Barbarense

Data: 20/03/2004
Competição: Campeonato Paulista – Quartas de Final – Jogo Único
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Renda e Público: N/D.
Árbitro: Eduardo Coronado Coelho (SP).
Cartões amarelos: Carlinhos, Iomísio, Marcos Alexandre (U).
Gol: Léo (03-2).

SANTOS
Doni; Elano (Marco Aurélio), Alex, André Luís, Léo; Claiton, Renato, Diego; Basílio (Luís Augusto), Robinho e Róbson (Lopes).
Técnico: Emerson Leão.

UNIÃO BARBARENSE
Wilson Júnior; Iomísio, Marcone, Carlinhos, Jorginho (João Marcelo); Marcos Alexandre, Cléber Orleans (Luís Carlos), Fernando, Marcel; Benítez e Chico Marcelo (Wesley Brasília).
Técnico: Sérgio Farias.



Gol de Léo garante classificação do Santos às semifinais

A classificação do Santos para as semifinais do Campeonato Paulista-04 foi conquistada com um gol solitário. Foi necessária a presença do lateral-esquerdo Léo, no começo da segunda etapa, para garantir a vitória por 1 a 0 sobre o União Barbarense, neste sábado, na Vila Belmiro.

O adversário do Santos na semifinal será o vencedor do confronto entre São Paulo e São Caetano, que se enfrentam neste domingo, no Morumbi.

Depois de interromper um prolongado jejum de títulos, com o triunfo no Campeonato Brasileiro-02, o Santos agora busca a hegemonia estadual que não alcança desde 1984, quando derrotou o Corinthians na final.

O técnico Emerson Leão manteve o mistério na escalação até o início da partida. O treinador, então, optou por uma equipe ofensiva, com três atacantes: Basílio, Robson e Robinho. O meia Elano foi improvisado na lateral-direita na vaga de Paulo César, machucado.

O primeiro tempo foi marcado por uma forte marcação do Barbarense, que pouco se aventurou ao ataque. Sem muita inspiração e com Robinho mais recuado do que de costume, o Santos criou poucas chances interessantes na primeira etapa.

Aos 20min, o zagueiro Alex ganhou da zaga adversária e cabeceou com perigo. Aos 37min, numa boa combinação ofensiva, Claiton deixou Diego em boa situação para marcar, mas o chute foi para fora.

A melhor chance santista, no entanto, aconteceu já nos acréscimos. Basílio escapou livre pela direita e cruzou para Léo, já dentro da área. O lateral santista se atrapalhou na hora de finalizar e acabou desperdiçando a ótima oportunidade.

O começo da segunda etapa foi ótimo para o Santos. Logo aos 3min, após uma falha na saída de bola do Barbarense, Léo recebeu a bola dentro da área e acertou um forte chute cruzado, abrindo o placar.

Aos 7min, o Barbarense teve boa chance para empatar. O zagueiro Carlinhos subiu mais do que a defesa santista e cabeceou forte. Doni fez grande defesa.

Apesar do susto, o Santos manteve o domínio no resto do segundo tempo, embora não tenha sido eficiente nas finalizações para ampliar o resultado.



Créditos:
Ficha técnica: Fernando Ribeiro