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Santos 1 x 1 São Paulo

Data: 31/01/1998, sábado, 16h00.
Competição: Torneio Rio SP
Local: Estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto, SP.
Público: 16.886 pagantes
Renda: R$ 169.725,00
Árbitro: Álvaro Quelhas (RJ)
Cartões amarelos: Marcos Bazílio e Narciso (S); Carlos Miguel (SP).
Cartões vermelhos: Argel (S) e Reinaldo (SP)
Gols: Serginho (47-1, pênalti) e Macedo (36-2).

SANTOS
Zetti; Ânderson Lima, Argel, Ronaldão e Dutra; Marcos Bazílio (Élder), Narciso, Caíco (Arinélson) e Jorginho; Muller e Baez (Macedo).
Técnico: Emerson Leão

SÃO PAULO
Rogério Ceni; Zé Carlos, Edmílson, Márcio Santos e Serginho; Capitão, Gallo, Fabiano (Sidney) e Carlos Miguel; Adriano (Reinaldo) e França (Marco Antônio).
Técnico: Dario Pereyra



Sob 35°C, Santos obtém empate no final

A equipe santista teve dois gols anulados

Depois de um primeiro tempo em que mostrou um jogo ofensivo, mas perdeu chances, o São Paulo sucumbiu à reação do Santos e ao calor de Ribeirão Preto (370 km ao norte de São Paulo) e cedeu o empate em 1 a 1 no final.

A temperatura chegou aos 35ºC na hora da partida. “Com esse calor é impossível manter o ritmo durante toda partida. Os times estão em início de temporada”, afirmou Moraci Sant’Anna, o preparador físico do São Paulo.

Enquanto teve fôlego, o São Paulo dominou o jogo. A equipe perdeu várias chances de abrir o placar logo no início da partida.

Aos 8min, o atacante França deu bom passe para Adriano. Porém o jogador chutou em cima do goleiro Zetti.

Logo depois, aos 11min, Adriano perdeu outra chance. O meia, que está improvisado no ataque, completou um ótimo cruzamento do lateral Zé Carlos para fora.

O Santos teve um gol de Caíco injustamente anulado aos 33min. O zagueiro Edmílson dava condição de jogo ao meia santista.

Depois de duas oportunidades perdidas, Adriano foi o responsável pelo gol do São Paulo. O jogador foi derrubado na área santista por Ronaldão. Serginho bateu o pênalti e abriu o placar: 1 a 0.

O técnico Leão, do Santos, mudou três jogadores no intervalo de jogo para tentar reverter o placar. As alterações deram resultado e a equipe passou a pressionar.

Aos 25min, após passe de Muller, Macedo ficou livre na área do São Paulo, mas chutou nas pernas de Rogério. O ímpeto do Santos durou até os 25min, quando o zagueiro Argel foi expulso.

Aos 28min, a equipe santista teve outro gol anulado. Macedo tocou a mão na bola antes de finalizar. Os santistas alegaram que o toque não foi intencional, condição para caracterizar a falta.

Quando a partida parecia perdida, aos 36min, o atacante Macedo completou, de cabeça, escanteio cobrado por Ânderson: 1 a 1.



Santos busca classificação ( Em 31/01/1998 )

O Santos acredita que a vitória contra o São Paulo hoje garantirá antecipadamente ao time a classificação para a fase semifinal do Rio-São Paulo.

“Esse jogo define a classificação de um dos dois”, afirmou o técnico Emerson Leão. Santos e São Paulo dividem a liderança do Grupo 2, com quatro pontos. Os dois melhores de cada grupo passa à semifinal.

Apesar do bom desempenho na vitória de 2 a 0 sobre o Flamengo, no Maracanã, Leão afirma que o futebol do time ainda está muito longe daquilo que ele pretende. “Ainda não sabemos jogar taticamente. Mas, como o calendário não nos permite, temos de formar a equipe dentro da competição”, afirmou.

Leão vai repetir a mesma formação que bateu o Flamengo -à exceção do volante Marcos Assunção, convocado para a seleção brasileira. O substituto de Assunção será Marcos Basílio, 21. “Mas o posicionamento não muda”, disse Leão.


Villa Nova-MG 3 x 4 Santos

Data: 20/01/1998
Competição: Copa do Brasil – Fase Preliminar – Jogo de ida
Local: Estádio Municipal Castor Cifuentes, em Nova Lima, MG.
Público: 3.750 pagantes
Renda: R$ 36.875,00
Árbitro: Jamir Carlos Garcez (DF).
Cartões amarelos: Marcos Assunção e Ânderson Lima (S).
Gols: Müller (06-1), Kal Baiano (08-1), Sargento (13-1), Jorginho (15-1) e Adão (27-1); Jorginho (06-2) e Macedo (43-2).

VILLA NOVA-MG
Claudio; Wander, Sargento, Claudio Roberto e Carlão (Anderson); Alemão, Kal Baiano, Jean e Marquinhos (Waltinho); Adão (Sérgio Araújo) e Milton.
Técnico: João Francisco.

SANTOS
Zetti; Ânderson Lima, Argel, Ronaldão, Narciso e Dutra; Marcos Assunção, Caíco e Jorginho (Eduardo Marques); Caio (Macedo) e Müller.
Técnico: Emerson Leão


Santos 3 x 3 Palmeiras

Data: 23/11/1997
Competição: campeonato Brasileiro – 2ª fase – 2ª rodada
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo, SP.
Público: 33.795 pagantes
Renda: R$ 456.089,00
Árbitro: Francisco Dacildo Mourão (CE).
Cartões amarelos: Alexandre, Narciso e Dutra (S); Roque Junior e Pimentel (P).
Cartões vermelhos: Ronaldão (S) e Galeano (P).
Gols: Viola (04-1) e Narciso (45-1); Alexandre (01-2), Viola (11-2), Zinho (26-2) e Macedo (28-2).

SANTOS
Zetti; Anderson (Baiano), Ronaldão, Jean e Dutra; Marcos Assunção, Narciso, João Santos (Caíco) e Alexandre (Macedo); Muller e Caio.
Técnico: Wandeley Luxemburgo

PALMEIRAS
Velloso; Pimentel, Roque Junior, Cléber e Wágner; Amaral (Marquinhos), Galeano, Alex e Zinho; Euller (Oséas, depois Edmílson) e Viola.
Técnico: Luis Felipe Scolari


Santos 3 x 2 Racing Club

Data: 28/10/1997, terça-feira, 21h55.
Competição: Supercopa da Libertadores – Grupo 3 – 6ª rodada (última)
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 1.593 pagantes
Renda: R$ 7.425,00
Árbitro:
Cartões amarelos: Rogério Seves e Marco Assunção (S); Cáceres, Facciuto e Brusco (R).
Gols: Macedo (22-1); Vilallonga (10-2), Sandro (27-2), Marcos Assunção (28-2) e Delgado (29-2).

SANTOS
Edinho; Baiano, Jean, Sandro e Rogério Seves (Cássio); Marcos Assunção, Elder (Marcos Bazílio), Alexandre e Arinelson (Baez); Macedo e Muller.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

RACING CLUB (ARG)
Cáceres; Navas, Brusco, Arce e Macallister; Garcia (Centeno), Michelini, Facciuto e Cápria; Delgado e Vilallonga.
Técnico: Carlos Babington


Santos 2 x 1 São Paulo

Data: 17/09/1997, quarta-feira, 21h40.
Competição: Campeonato Brasileiro
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 19.048 pagantes
Renda: R$ 186.280,00
Árbitro: Ubiraci Damásio (RJ).
Cartões amarelos: Rogério Seves, Ânderson Lima, Baiano, Caíco e Marcos Bazílio (S); Alexandre, Edmílson, Cláudio, Luiz Carlos, Sídnei e Dodô (SP).
Gols: Jean (38-1); Macedo (10-2) e Aristizábal (45-2).

SANTOS
Zetti; Ânderson Lima, Jean, Ronaldão e Rogério Seves; Marcos Bazílio, Baiano e Caíco (Marcelo Passos); Muller (João Santos), Macedo e Caio (Baez).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

SÃO PAULO
Rogério Ceni; Cláudio, Rogério Pinheiro (Alexandre), Bordon e Serginho; Sídnei, Edmílson, Luiz Carlos (Marcelinho) e Reinaldo (Fabiano); Dodô e Aristizábal.
Técnico: Dario Pereyra



Santos, 100%, derrota São Paulo na Vila

O Santos derrotou o São Paulo por 2 a 1, ontem, na Vila Belmiro, mantendo um aproveitamento de 100% nos jogos disputados em casa no Campeonato Brasileiro.

Foram seis jogos e seis vitórias. O time chegou a 23 pontos, alcançando a sétima posição, ao lado do Paraná. Se o torneio terminasse hoje, a equipe, que pega o Palmeiras domingo, estaria classificada.

A situação do São Paulo é oposta. O time completou quatro jogos sem vitória -três derrotas e um empate- e entrou definitivamente na zona de rebaixamento. O São Paulo ocupa a 20ª posição, com 17 pontos. Em pontos perdidos, o São Paulo é o 23º.

O treinador Vanderlei Luxemburgo dedicou a vitória à torcida que lotou a Vila Belmiro. “A torcida é o meu principal artilheiro. Foi dela o primeiro gol, antes do do Jean”, disse.

Os dois técnicos resolveram modificar as escalações das equipes momentos antes da partida.

No São Paulo, o técnico Dario Pereyra desistiu da idéia de improvisar o lateral Cláudio no meio-campo, para dar mais experiência ao time, e manteve Edmílson na posição.

No Santos, com a recuperação de Muller, Vanderlei Luxemburgo optou por escalar três atacantes -Muller, Macedo e Caio.

Na Vila Belmiro lotada, o time da casa tomou a iniciativa do jogo, mas esbarrou na forte marcação são-paulina.

O jogo logo se transformou numa sucessão de faltas e jogadas violentas. O Santos tentou explorar as bolas paradas com as cobranças de falta do lateral Ânderson, mas pouco conseguiu.

Aos 29min, o santista baiano deu uma entrada desleal no joelho direito de Rogério Pinheiro, que precisou ser substituído. O técnico Dario Pereyra colocou o volante Alexandre, deslocando Edmílson para a zaga.

O time piorou e, no momento em que estava com dez homens em campo -Reinaldo estava sendo atendido pelos médicos do lado de fora-, tomou o gol.

Só poderia ser por meio de uma bola parada. Ânderson cobrou falta, a defesa parou, e Jean subiu livre para marcar de cabeça. Mais uma vez, como nos dois jogos anteriores, a zaga são-paulina mostrou-se falha nas bolas altas.

No segundo tempo, o São Paulo se abriu e virou uma presa fácil. O Santos fez o segundo logo aos 10min. Novamente, o gol foi originado após uma falha da defesa do São Paulo em bola alta na área.

Caio chutou no travessão, e, na sobra, Muller rolou para Macedo, que bateu cruzado, vencendo o goleiro Rogério.

Logo em seguida, Luxemburgo retirou Muller, que jogou fora das melhores condições. O são-paulino Dario Pereyra colocou Fabiano e Marcelinho, em vão.

O time só conseguiu descontar aos 45min, com Aristizábal, e não teve tempo de tentar o empate.



Santos aposta em ex-rivais ( Em 17/09/1997 )

O Santos tem em seu elenco seis jogadores que já defenderam o São Paulo -Zetti, Ronaldão, Muller, Alexandre, Caio e Macedo.

O goleiro Zetti lembra que o São Paulo é a chamada “asa negra” do Santos. “Desde os tempos em que eu estava lá, o Santos jogava melhor, mas a vitória era nossa.”

“Mudei de lado, mas parece que a escrita permanece. Nos últimos jogos, não merecíamos perder. Chegou a hora de dar um basta na situação”, afirmou Zetti.

Hoje à noite, Caio enfrenta pela primeira vez seu ex-time. “Defendendo o São Paulo, nunca perdi para o Santos, mesmo quando jogava na Vila Belmiro. Hoje, começo um novo tabu”, disse o atacante.

Caio garante que “o inferno astral passou” e promete gol no clássico. “Não marquei gol contra Atlético-MG e Coritiba, mas hoje deixo minha marca e vou comemorar junto com as pessoas que acreditam no meu potencial.”

Caio referiu-se aos companheiros e ao treinador da equipe santista. “O professor Vanderlei tem conversado muito comigo e transmitido tranquilidade e confiança.”