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Data: 29/03/2006
Competição: Campeonato Paulista – 17ª jogo – antepenúltima rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Árbitro: Antônio Rogério Batista do Prado
Cartões amarelos: Glauco, Thiago Almeida, Thiago Vieira (BRA)
Público: 13.423 pagantes
Renda: R$ 156.637,00
Gols: Davi, aos 26 minutos, Manzur, aos 35 minutos e Magnum, aos 45 minutos do primeiro tempo; Magnum, aos 30 minutos do segundo tempo.

SANTOS
Fábio Costa, Manzur, Ronaldo (Magnum) e Luiz Alberto; Fabinho, Maldonado, Cléber Santana, Léo Lima e Kléber; Rodrigo Tabata (Wendel) e Reinaldo (Renatinho).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

BRAGANTINO
Felipe, Eduardo, Glauco e Thiago Vieira; Fabiano (Alex Afonso), Thiago Almeida, Nilton (Danilo), Davi e André; Dinélson e Marcos Aurélio.
Técnico: Marcelo Veiga



Santos vence e transforma clássico em decisão

O Campeonato Paulista é disputado, há duas temporadas, no sistema de pontos corridos. No entanto, no próximo domingo, Santos e São Paulo vão reeditar a “final” do ano passado. O time alvinegro venceu o Bragantino por 3 a 1 nesta quarta-feira, de virada, e precisa apenas de um empate diante do rival tricolor para faturar o título que não vence desde 1984.

Com o triunfo diante do Bragantino, o Santos chegou a 40 pontos e manteve quatro de vantagem sobre o São Paulo, segundo colocado do Paulistão. Com apenas mais seis pontos em disputa e o confronto direto entre as duas equipes no próximo domingo, um empate seria suficiente para selar a conquista alvinegra.

“Estamos muito perto, mas não ganhamos nada ainda. A nossa situação na tabela mostra que o trabalho vem sendo bem feito desde o início do ano. Por isso, não podemos mudar nada no clássico contra o São Paulo. Vamos jogar da mesma maneira que temos nos apresentado”, prometeu o técnico santista Vanderlei Luxemburgo.

A situação é exatamente o inverso do que aconteceu no ano passado. Em 2005, o São Paulo chegou ao clássico contra o Santos precisando apenas de um empate para se sagrar campeão. As duas equipes empataram por 0 a 0 e o time tricolor levantou a taça.

Neste ano, a situação confortável do Santos no Campeonato Paulista foi garantida graças à estrela do meia Magnum. O jogador saiu do banco de reservas, entrou aos 22min da etapa inicial e marcou dois gols na virada do time alvinegro, que saiu perdendo para o Bragantino em casa.

“Eu tive uma noite muito feliz. Entrei para compor o meio-campo, para dar mais criatividade à equipe. Com isso, o Tabata e o Léo Lima apareceram mais. Acho que deu tudo certo para nós”, comemorou Magnum.

Os gols de Magnum mantêm o Bragantino na décima colocação do Campeonato Paulista. O time dirigido por Marcelo Veiga tem 23 pontos somados até aqui e perdeu nesta quarta-feira uma invencibilidade de três partidas no Estadual (um empate e duas derrotas).

Na próxima rodada do Campeonato Paulista, o Bragantino jogará no sábado. O time do interior paulista visitará o Noroeste, às 18h10, em Bauru. No dia seguinte, às 16h, o Santos enfrentará o São Paulo no Morumbi e será campeão se obtiver ao menos um empate.

O jogo
Devido a uma queda no sistema de iluminação, o confronto entre Santos e América começou com 28 minutos de atraso. Nem tanto pelo tempo de paralisação, mas sobretudo pelo gramado pesado na Vila Belmiro (resultado da chuva que atingiu a cidade litorânea durante todo o dia), as duas equipes apresentaram ritmo lento e só assustaram o adversário em chutes de longa distância.

A falta de criatividade fez com que o técnico Vanderlei Luxemburgo resolvesse mudar o Santos logo aos 22min. O comandante alvinegro abandonou o 3-5-2 e trocou o zagueiro Ronaldo Guiaro pelo meia Magnum.

Só que a iniciativa de Luxemburgo foi rapidamente frustrada. Quatro minutos depois da alteração, Manzur carregou a bola pela direita e tocou na frente para Léo Lima. De costas para o gol, o meia foi desarmado por Glauco. No contra-golpe, o Bragantino explorou a ausência de Manzur (que estava no campo de ataque) e encontrou Davi. O atacante recebeu na esquerda, driblou Fábio Costa e tocou de pé esquerdo. A bola ainda tocou na trave antes de entrar.

O gol parecia ter desmontado o novo sistema tático proposto por Luxemburgo. No entanto, o time da casa seguiu com mais posse de bola e conseguiu empatar aos 35min. Após cruzamento rasteiro do lado canhoto, Cléber Santana concluiu para o gol e foi travado. A sobra ficou com Manzur, que dominou e chutou de pé esquerdo, perto da trave esquerda de Felipe.

Animado pelo empate, o Santos seguiu superior em campo. E com isso, conseguiu a virada antes do intervalo. Cléber Santana roubou a bola na direita, driblou um marcador para o meio e cruzou rasteiro. Fabinho deixou passar para Magnum, que chutou de primeira e acertou o canto esquerdo de Felipe aos 46min.

“Começamos bem, mas vacilamos demais. Não podemos ter duas faltas de atenção tão grandes em um confronto com o Santos, que tem muita qualidade e é líder do Campeonato Paulista”, reclamou o meia Dinelson, do Bragantino.

Após sofrer a virada, o Bragantino mudou completamente sua postura na etapa final. Primeiro, o time do interior passou a cometer mais faltas sobre os jogadores do Santos. Depois, a partir da entrada do centroavante Alex Afonso, passou a chegar mais ao campo de ataque.

A mudança de postura do Bragantino ainda foi auxiliada pela queda de produção do Santos, que sentiu cansaço e não conseguiu reeditar o ritmo imposto na primeira etapa. A situação só mudou quando o técnico Vanderlei Luxemburgo trocou o meia Tabata, apagado, por Wendell.

Com mais um armador no meio-campo, o Santos cresceu e liquidou o placar. Aos 30min, Reinaldo arrancou pela direita e cruzou rasteiro. Glauco afastou para o meio da área e Magnum bateu de primeira para fazer o terceiro do time da casa.

O gol de Magnum foi seguido por uma série de oportunidades desperdiçadas pelo time da Vila Belmiro. Com espaço, o Santos ameaçou o rival nos contra-golpes e quase marcou com Reinaldo e Luiz Alberto. No entanto, as conclusões foram erradas e não alteraram o placar.

Santos 3 x 0 Sergipe

Data: 22/02/2006, quarta-feira, 21h45.
Competição: Copa do Brasil – 1ª fase – Jogo de volta
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 6.564 pagantes
Renda: R$ 34.455,00
Árbitro: Luis Carlos da Silva (MG)
Cartões amarelos: Cléber Santana (S); Chicão e Márcio (SER).
Gols: Cléber Santana (10-1) e Magnum (45-1); Léo Lima (15-2).

SANTOS
Fábio Costa; Fabinho, Manzur, Luís Alberto, Kléber; Maldonado, Léo Lima, Cléber Santana (Wendel), Rodrigo Tabata (Galvão); Magnum e Geílson.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

SERGIPE
Genílson; Cesco, Toninho, Daniel (Felipe) e Flávio; Chicão, Márcio, Harley e Mica; Alex Paulista, Fabinho (Rafael).
Técnico: V. Saldanha



Santos vence o Sergipe e avança à 2ª fase da Copa do Brasil

O Santos venceu o Sergipe por 3 a 0, nesta quarta-feira, no estádio da Vila Belmiro, na partida de volta da primeira fase da Copa do Brasil-2006, e garantiu a classificação para a próxima etapa da competição.

Na partida de ida, os santistas haviam empatado por 0 a 0. Na próxima fase, a equipe de Vanderlei Luxemburgo enfrenta o URT-MG, que eliminou o Londrina-PR após uma vitória (3 a 2) e um empate (1 a 1).

O Santos abriu o placar logo aos 6min do primeiro tempo em chute do meia Cléber Santana. Aos 46min, o atacante Magnum recebeu lançamento na área e chutou no canto esquerdo para ampliar: 2 a 0.

O time paulista definiu a vitória em cobrança de pênalti aos 15min. O meia Léo Lima foi derrubado na área, e o árbitro Luiz Carlos da Silva marcou pênalti. O próprio Léo Lima chutou e fechou o placar: 3 a 0.

Apesar da derrota, o Sergipe vai tentar a vaga na Justiça esportiva, pois alega que o zagueiro Domingos não poderia ter atuado na partida de ida, pois foi punido, no ano passado, com dois jogos de suspensão.

Na época, Domingos estava no Grêmio disputando a Série B. Como a segunda suspensão teria ficado pendente, ele não poderia jogar na estréia na Copa do Brasil, competição diferente, mas também organizada pela CBF.

O clube da Vila Belmiro alega que recebeu documento da CBF confirmando que o jogador tinha condições para atuar naquela partida. No entanto Luxemburgo não usou o zagueiro Domingos nesta quarta.

Com a vaga garantida na próxima fase da competição nacional, o time de Luxemburgo volta agora suas atenções para o Campeonato Paulista. No sábado, joga contra o Rio Branco, na Vila Belmiro, pela 11ª rodada.

Santos 3 x 0 Santo André

Data: 02/02/2006
Competição: Campeonato Paulista – 6ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Árbitro: Kléber José de Melo
Auxiliares: Dante Mesquita Júnior e Maurício Machado Ferronato
Cartões amarelos: Maldonado, Manzur, Kléber, Fabinho e Gilmar (S).
Cartão vermelho: Makelele (SA)
Gols: Léo Lima (25-2), Jonas (35-1) e Magnum (41-2).

SANTOS
Fábio Costa; Fabinho, Julio Manzur, Luiz Alberto e Kléber; Maldonado (Magnum), Rodrigo Tabata, Wendell (Léo Lima) e Cléber Santana; Jonas e Galvão (Gilmar)
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

SANTO ANDRÉ
Júlio César; Diego Padilha, Da Guia (André Luiz) e Gabriel; Túlio, Ramalho, Makelele, Edson Ramalho (Makanaki) e Pará; Leandrinho e Juninho Cearense (Ronaldo)
Técnico: Roberto Fernandes



Santos vence 3ª seguida e encosta no Palmeiras

Três vitórias seguidas, todas com três gols a favor. Com essa seqüência, o Santos vê o topo da tabela do Campeonato Paulista cada vez mais próximo. O time alvinegro bateu o Santo André por 3 a 0 nesta quinta-feira, na Vila Belmiro, e diminuiu para apenas dois pontos a desvantagem para o líder Palmeiras (que tem um jogo a menos).

O Santos soma agora 13 pontos e ocupa a terceira colocação do Campeonato Paulista. O time dirigido por Vanderlei Luxemburgo está atrás apenas de Palmeiras e Noroeste, ambos com 15 pontos (o time do interior, por ter pior saldo de gols, fica com a segunda colocação).

“Agora estamos chegando no nosso lugar. O professor [Vanderlei] Luxemburgo sempre falou para nós que as outras equipes que precisam correr atrás do Santos e não o Santos que precisa correr atrás dos outros”, comemorou o meia Magnum, que fez seu primeiro gol com a camisa da equipe da Vila Belmiro.

Além de diminuir a desvantagem do Santos para os líderes do Campeonato Paulista, o triunfo desta quinta-feira tem um significado psicológico para o time alvinegro. “Ganhamos moral, é claro. O lado emocional é fundamental. Vencemos a terceira seguida e embalamos”, avisou o goleiro Fábio Costa, que defendeu uma penalidade cobrada por Túlio.

Seguindo o planejamento do técnico Vanderlei Luxemburgo, ainda, o Santos venceu uma decisão nesta quinta-feira. O comandante alvinegro considera fundamentais os confrontos com equipes com remotas chances de conquistar o título, ainda mais quando sua equipe atuar dentro de casa.

Nesta temporada, aliás, o Santos tem 100% de aproveitamento nas partidas que fez como mandante. O time alvinegro recebeu três rivais em sua casa e venceu todos os duelos (2 a 0 sobre o Mogi Mirim, 3 a 2 diante do Marília e 3 a 0 contra o Santo André).

Enquanto o Santos curte fase positiva, o Santo André faz campanha irregular. O time do ABC somou apenas seis pontos no Campeonato Paulista até aqui. Com isso, permanece no 13º posto da tabela de classificação.

No próximo domingo, Santos e Santo André atuarão como visitantes na sétima rodada do Campeonato Paulista. Curiosamente, porém, nenhum deles vai jogar na casa de seu rival. O time alvinegro fará o clássico do litoral contra a Portuguesa Santista, no estádio Anacleto Campanella (em São Caetano do Sul). O Santo André terá pela frente outra Portuguesa, a da capital, mas no Parque Antarctica (o Canindé ainda está em fase final de reforma em seu gramado).

O jogo
“O Santos é um grande time e vamos atuar fora de casa. Por isso, sabemos que precisamos esperar o adversário no nosso campo, defender com qualidade e acertar os contra-golpes”, avisou o atacante Leandrinho, do Santo André, antes do início do confronto desta quinta-feira.

Realmente, o que se viu em campo foi o Santo André com postura extremamente cautelosa. Com forte marcação sobre os homens de criação do Santos e alto número de faltas na intermediária, o time do ABC procurou impedir os avanços da equipe alvinegra e sequer ameaçou nos contra-ataques.

“Eles vieram muito fechados e nós não tivemos paciência. Forçamos demais os passes e acabamos errando demais na criação. A bola chegou pouco aos nossos homens de frente, e assim foi complicado concluir”, admitiu o meia Rodrigo Tabata, do Santos.

Com forte marcação sobre os homens de criação do Santos, o time da casa só ameaçou o gol do Santo André quando seus laterais funcionaram. Foi assim aos 7min da etapa inicial, quando Kléber cruzou na cabeça de Galvão e o camisa 9 desviou no travessão de Júlio César.

Só que os alas santistas foram pouco acionados durante a etapa inicial e deram tom moroso ao confronto com o Santo André. A situação só começou a mudar no segundo tempo, quando Makelele cometeu duas faltas duras (uma sobre Rodrigo Tabata e outra em Jonas) e foi expulso de campo.

“A gente sabia que ia acabar sendo assim. Era só questão de forçar. O juiz estava deixando o jogo rolar no primeiro tempo e ignorou muitas faltas, mas eles [Santo André] pararam o jogo toda hora”, ponderou o goleiro Fábio Costa.

Com um homem a menos, o Santo André não conseguiu manter a forte marcação no meio-campo. E com isso, ofereceu espaço para o Santos abrir o placar. Aos 25min, Kléber cruzou da esquerda e Léo Lima, que havia acabado de entrar, tocou de cabeça para vencer Júlio César.

Aos 30min, porém, o Santos quase jogou sua vantagem fora em um lance confuso. Pará invadiu a área pela direita e chutou cruzado. Fabinho tentou dominar na coxa, se enrolou e tocou com o braço na bola. Túlio cobrou no canto esquerdo de Fábio Costa, que praticou a defesa.

O pênalti perdido acabou com o ímpeto do Santo André. O Santos teve duas oportunidades para marcar, ambas desperdiçadas por Gilmar, e ampliou sua vantagem aos 35min. Jonas recebeu dentro da grande área, girou o corpo e concluiu de esquerda. A bola encobriu Júlio César e entrou.

E aos 41min, quando Gilmar acertou sua primeira jogada, o Santos deu números finais à vitória. O atacante invadiu a área pela direita e rolou para Magnum, que tocou de primeira para sentenciar a vitória alvinegra.