Navegando Posts marcados como Maikon Leite

Data: 17/04/2011
Competição: Campeonato Paulista – 19ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 4.263 pagantes
Renda: R$ 99.268,73
Árbitro: Luiz Vanderlei Martinucho.
Auxiliares: Bruno Salgado Rizo e Risser Jarussi Corrêa.
Cartões amarelos: Róbsone Moisés (S); Fabiano e Guigov (J).
Gols: Keirrison (01-1) e Alan Patrick (02-1); Maikon Leite (34-2).

SANTOS
Vladimir, Pará, Bruno Aguiar, Vinícius e Alex Sandro; Adriano, Danilo, Alan Patrick (Dimba) e Robson (Moisés); Maikon Leite e Keirrison (Emerson).
Técnico: Muricy Ramalho

PAULISTA
Cristiano, Weldinho, Eli Sabiá, Henrique e Guigov; Baiano, João Paulo (Formigone), Fabio Gomes, Barboza; Fabiano (Carlão) e Mike (Juninho).
Técnico: Wagner Lopes



Maikon Leite desequilibra, Santos elimina o Paulista e termina 1ª fase em quarto

Com uma atuação de gala do atacante Maikon Leite, o Santos derrotou o Paulista por 3 a 0 neste domingo na Vila Belmiro, eliminou o time do interior, mas não conseguiu ultrapassar o Corinthians na tabela de classificação.

Com uma atuação de gala do atacante Maikon Leite, o Santos derrotou o Paulista por 3 a 0 neste domingo na Vila Belmiro, eliminou o time do interior, mas não conseguiu ultrapassar o Corinthians na tabela de classificação.

O Santos pulou para 38 pontos, o mesmo do Corinthians (que venceu o Santo André por 2 a 0), mas não conseguiu superar o rival no saldo de gols (21 a 20). Nas quartas de final, o adversário agora será a Ponte Preta, que terminou em quinto. O Paulista, que brigava para terminar entre os oito primeiros, agora está matematicamente eliminado.

O técnico Muricy Ramalho aproveitou a partida contra o Paulista para conhecer todo o elenco. Apenas os volantes Adriano e Danilo, do time considerado titular, entraram em campo.

O Santos começou a partida com um ritmo fulminante, com destaque para a boa atuação do atacante Maikon Leite. Logo a 1min, ele chutou e Keirrison completou para as redes. Com 2min, cruzamento dele e gol de Alan Patrick: 2 a 0 e meio caminho para a vitória percorrido.

Assustado, o Paulista demorou para ‘entrar no jogo’, e só o fez após uma cobrança de falta do veterano Baiano, que obrigou Wladimir a fazer uma bela defesa. O goleiro do Santos também trabalhou bem em outra oportunidade.

Mas o primeiro tempo era mesmo de Maikon Leite, que perdeu grande chance de gol ao chutar para fora na frente de Cristiano, e em outra oportunidade fez o goleiro do Paulista espalmar para fora.

Depois do início muito veloz, o Santos acalmou a partida, que terminou mesmo 2 a 0 na primeira etapa. Maikon Leite celebrou o placar elástico na saída para o intervalo. “O importante é que a bola entrou. Enquanto a bola tiver chegando vamos correr”.

O Santos continuou ‘sobrando’ na partida contra o Paulista, que precisava vencer para manter chances de classificação para a segunda fase da competição. As chances de gol foram surgindo com naturalidade.

O time da casa, porém, abusou de perder gols: o primeiro com Alan Patrick, o segundo com Bruno Aguiar e o terceiro com Maikon Leite, todos ainda no primeiro terço da etapa.

Com o Santos soberano na partida, Muricy começou a fazer testes com o banco de reservas ao sacar Robson e colocar Moises no seu lugar. Depois disso, a equipe começou a cadenciar o jogo, como se gostasse do resultado. Sem forças, o Paulista não oferecia perigo.

Para ser coroado o melhor em campo só faltava o gol. E ele veio. Aos 34min, Maikon Leite, mais uma vez em jogada individual, coroou sua bela atuação com um bonito gol e fechou a fatura: 3 a 0.

Cerro Porteño 1 x 2 Santos

Data: 14/04/2011, quinta-feira, 20h30.
Competição: Copa Libertadores – 5ª rodada
Local: Estádio General Pablo Rojas (La Olla Azulgrana), em Assunção, Paraguai.
Público e renda: Não divulgados
Árbitro: Martín Vázquez (URU)
Auxiliares: Carlos Pastorino e William Casavieja (ambos do URU).
Cartões amarelos: Burgos e Cardozo (CP); Adriano e Arouca (S).
Gols: Danilo (11-1); Maikon Leite (03-2) e Benitez (48-2).

CERRO PORTEÑO
Barreto, Piris, Cardozo, Benítez e Formica (Iturbe); Burgos, Villarreal, Rojas (Nuñez) e Torres (Lucero); Fabbro e Nanni.
Técnico: Leonardo Astrada.

SANTOS
Rafael, Jonathan, Edu Dracena, Durval e Léo; Adriano, Arouca (Pará), Danilo e Paulo Henrique Ganso; Diogo (Maikon Leite) e Keirrison (Alex Sandro).
Técnico: Muricy Ramalho.



Santos domina jogo no Paraguai, vence Cerro por 2 a 1 e muda panorama na Libertadores

O Santos entrou em campo na noite desta quinta-feira, no Paraguai, em situação crítica na Libertadores, e saiu dele bem próximo da vaga às oitavas-de-final. Isso porque a equipe controlou o jogo diante do Cerro Porteño, venceu por 2 a 1, e precisa de um novo triunfo diante do já eliminado Deportivo Táchira –VEN na última rodada do grupo cinco para selar a classificação.

O duelo diante do Táchira ocorre na próxima quarta-feira, no Pacaembu. O Santos também pode se classificar com um empate no jogo, desde que haja um vencedor no confronto entre Colo-Colo e Cerro Porteño, em Santiago, no Chile.

Diante do Cerro, Danilo e Maikon Leite garantiram o triunfo do Santos com um gol em cada tempo. A equipe não demonstrou sentir o peso das ausências de Elano, Neymar e Zé Eduardo, e passeou em campo sob o comando de Paulo Henrique Ganso. Pedro Benitez diminuiu para o Cerro no minuto final.

Essa foi a primeira partida de Muricy Ramalho comandando o Santos na Libertadores. O alvinegro fecha a quinta rodada do grupo na terceira colocação, com oito pontos. O Cerro tem a mesma pontuação, porém, com um saldo de gols maior (4 contra 1). O líder é o Colo-Colo, com nove. O Táchira tem apenas dois.

Muricy optou por levar a campo os três jogadores recém liberados pelo departamento médico. Jonathan, Arouca e Diogo iniciaram o jogo como titulares mesmo sem entrosamento com o restante da equipe.

A falta de treinamentos coletivos sob o comando de Muricy foi compensada com uma aplicação tática incrível. Keirrison auxiliava a marcação seguindo os alas, Arouca era utilizado como meia pela direita quando o time estava com a bola, e Ganso ditava o ritimo com a tradicional calma.

O Santos não teve trabalho no primeiro tempo, criou as melhores chances, e marcou o primeiro gol em uma bela jogada individual de Danilo, aos 11 minutos. O versátil jogador limpou dos adversários e marcou um golaço em chute de longe.

O alvinegro seguiu ditando o ritmo de jogo, e ainda contou com a entrada do velocista Maikon Leite aos 30 minutos do primeiro tempo – Diogo pediu para sair por conta de dores na região lombar -.

O novo atacante desperdiçou uma chance incrível aos 38 minutos ao driblar o goleiro Diego Barreto e finalizar nas pernas do zagueiro Piris. O gol perdido fez o Santos levar o drama de apenas um gol de vantagem para o segundo tempo.

Insatisfeito, o treinador do Cerro Porteño, Leonardo Astrada, realizou duas modificações após o intervalo. No entanto, o Santos não deixou nem testar o efeito das alterações, e aumentou a vantagem logo aos dois minutos com Maikon Leite.

O Santos ganhou uma grande tranquilidade para seguir no comando da partida, e controlou a posse de bola esperando o tempo passar. A equipe foi pouco pressionada pelo adversário, e só sofreu o gol de Pedro Benitez no minuto final do jogo.

No dia 14 de abril, o Santos completou 99 anos de fundação, e deu de presente para o torcedor uma importante vitória no Paraguai. O alvinegro evitou a eliminação, e de quebra se aproximou da próxima fase.

Data: 15/2/2011 – 19h30
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 1ª rodada
Local: Estádio Gilberto Siqueira Lopes, em Lins, SP.
Público e Renda: N/D
Árbitro: Rodrigo Braghetto.
Assistentes: Mario Nogueira da Cruz e Carlos Augusto Nogueira Junior.
Cartões amarelos: Durval, Robinho, Pará, Felipe Anderson (Santos), André Turatto (Linense).
Gols: Maikon Leite, aos 8, Zé Eduardo, 33, Keirrison, 40 do primeiro tempo; Maikon Leite, aos 21, Fausto, aos 43 minutos do segundo tempo.

LINENSE
Paulo Musse; Eric (Marcus Vinícius), Samuel, André Turatto e Tarracha (Éder); André Bilinha (André Luiz), Vagner, Gilsinho e Rodrigo Guarú; Fausto e Pedrão.
Técnico: Vilson Tadei

SANTOS
Rafael, Pará, Edu Dracena, Durval e Léo; Adriano, Possebon (Bruno Rodrigo) e Robinho (Felipe Anderson); Maikon Leite, Keirrison e Zé Eduardo (Rodriguinho).
Técnico: Adilson Batista



Santos estréia no Paulistão goleando Linense

Dois já estão quase fora do clube (Zé Eduardo e Maikon Leite) e o outro (Keirrison) ainda não havia engrenado no Santos. Mesmo assim, o trio ofensivo escolhido pelo estreante Adilson Batista para a abertura do Campeonato Paulista deu certo e foi protagonista da goleada diante do Linense por 4 a 1, na noite deste sábado, em Lins.

O time da Vila Belmiro entrou em campo com uma equipe bem distante daquela que deverá ser a base na temporada. Alex Sandro, Danilo, Alan Patrick e Neymar, servindo à seleção brasileira sub-20, Arouca, Charles, Jonathan e Ganso, vetados pelo departamento médico, e Elano, por questões burocráticas, não atuaram.

Mas isso não atrapalhou o desempenho dos visitantes. Adilson Batista escalou o time com seu esquema tático preferido, o 4-3-3. No ataque, dois jogadores que estão próximos de deixar o time –Maikon Leite, que tem um pré-contrato assinado com o Palmeiras, e Zé Eduardo, que deve atuar na Europa. Além disso, escalou Keirrison.

E o trio acabou sendo decisivo. O Linense demonstrou muita fragilidade durante o primeiro tempo. E o Santos não perdoou a apatia do recém-promovido rival. Logo aos 8min, Zé Eduardo fez bela jogada pela esquerda e cruzou para Maikon Leite, livre, cabecear e fazer o primeiro gol da competição.

O gol foi suficiente para que os visitantes encontrassem mais espaços. Aos 33min, Zé Eduardo, um dos melhores em campo, recebeu na esquerda e tocou com categoria por cima de Paulo Musse. O goleiro ainda tocou na bola, mas não evitou o segundo. Depois, aos 40min, Keirrison sofreu pênalti. O próprio atacante cobrou e fez 3 a 0.

“Meu pensamento é apenas no Santos. Estamos deixando o jogo ficar fácil, trocando passes bem rápidos e marcando os gols”, comentou o atacante Maikon Leite. “Não conseguimos jogar. Nossa equipe criou pouco. Precisamos melhorar bastante no segundo tempo”, lamentou Tarracha.

Diante disso, o Linense precisava mudar de postura na etapa final. Voltou melhor e até teve chances para diminuir o marcador. Logo aos 7min, Fausto viu o goleiro Rafael defender uma cobrança de pênalti e, no minuto seguinte, acertou uma bola na trave.

Data: 02/02/2011 – 19h30
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 6ª rodada
Local: Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas, SP.
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira.
Auxiliares: David Botelho Barbosa e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo.
Cartões amarelos: Rodrigo Possebon, Elano (S), Valber, Eduardo Arroz, Renatinho (PP)
Cartão vermelho: Rafael (S)
Gols: Rômulo (23-1), Elano (40-1); Renatinho (12-2) e Maikon Leite (40-2).

PONTE PRETA
Bruno; Eduardo Arroz, Leandro Silva, Ferron e Uendel (Renan); Mancuso, Gil, Renatinho (Ricardinho), Válber e Gerson; Rômulo.
Técnico: Gilson Kleina

SANTOS
Rafael, Bruno Aguiar (Felipe Anderson), Bruno Rodrigo, Durval e Pará, Possebon, Anderson Carvalho (Vladimir), Elano e Robson; Maikon Leite e Keirrison (Tiago Alves).
Técnico: Adilson Batista



Adilson radicaliza, mas artilheiros garantem 2 a 2 do Santos contra a Ponte

Adilson Batista fez mistério, e realmente optou por radicalizar. O treinador modificou o esquema, poupou titulares, e foi salvo pelos artilheiros santistas, Elano e Maikon Leite. Os goleadores garantiram a igualdade por 2 a 2 contra a Ponte Preta, no Moisés Lucarelli, em Campinas, em partida válida pela sexta rodada do Campeonato Paulista.

O alvinegro foi inferior em grande parte do jogo e ainda sofreu com um homem a menos desde os 10 minutos do segundo tempo. O goleiro Rafael foi expulso ao cometer o pênalti que originou o segundo gol da Ponte, marcado por Renatinho. Antes, no primeiro tempo. Rômulo, para o time campineiro, e Elano, haviam marcado.

O empate santista só foi assegurado aos 40 minutos com o gol Maikon Leite. Ele e Elano dividem a artilharia da competição, com seis gols cada.

Com o empate, o Santos caiu para a segunda colocação da competição, com 14 pontos. O líder agora é o Palmeiras, com 16. Já a Ponte Preta está na oitava colocação, com oito pontos.

Na sétima rodada, o Santos encara o Santo André, sábado, às 19h30, no Bruno José Daniel, no ABC. Já a Ponte Preta volta a atuar somente na próxima quarta-feira, quando recebe o Linense.

Além dos desfalques comuns de Ganso, Neymar, Arouca e Jonathan, o Santos ainda entrou em campo sem Edu Dracena, Léo e Adriano, poupados.

Com alterações radicais promovidas por Adilson Batista, o Santos bateu cabeça no começo do jogo. O esquema com três zagueiros foi utilizado pela primeira vez na temporada pelo treinador, e a Ponte Preta se aproveitou do desentrosamento santista e dominou boa parte do primeiro tempo.

O jovem volante Anderson Carvalho foi improvisado na lateral-direita, enquanto Pará atuou na esquerda. A lentidão defensiva do Santos atrapalhou o time, e o adversário foi aumentando a pressão com o passar do tempo.

O primeiro gol da Ponte foi marcado aos 23 minutos por Rômulo. O atacante se aproveitou do “carma” santista no início do ano, as bolas aéreas, e cabeceou firme após aparecer livre na área.

O domínio do time mandante continuou mesmo após o gol, e quatro minutos depois, Gil quase ampliou o placar ao chutar a bola no travessão.

O poderio ofensivo do Santos não foi demonstrado por Robson, Maikon Leite e Keirrison. Coube a Elano resolver sozinho o problema empatando o jogo em uma esperta cobrança de falta aos 40 minutos. O duelo foi para o intervalo com o placar em 1 a 1, e uma sensação de injustiça para os torcedores da Ponte.

Sem modificações na segunda etapa, o panorama do jogo também não foi alterado. A Ponte Preta iniciou impondo pressão e voltou à frente no placar na cobrança de pênalti de Renantinho, aos 12 minutos.

Com Rafael expulso pela penalidade cometida, o Santos pouco ameaçou. Só que em uma das poucas jogadas perigosas, Maikon Leite empatou o jogo, e novamente, deixou a torcida da Ponte Preta com a sensação de injustiça.

Data: 30/01/2011 – às 17h00
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 5ª rodada
Local: Arena Barueri, em Barueri, SP.
Público: 9.334 pagantes
Renda: R$ 213.960,00
Árbitro: Salvio Spinola Fagundes Filho
Auxiliares: Emerson de Carvalho e Anderson Jose de Moraes
Gols: Elano (10-1), Maikon Leite (28-2).

SANTOS
Rafael; Pará, Edu Dracena, Durval e Léo; Adriano (Bruno Rodrigo, 23-2), Rodrigo Possebon (Anderson Carvalho,30-2), Elano e Róbson (Felipe Anderson, 35-2); Maikon Leite e Keirrison.
Técnico: Adilson Batista

SÃO PAULO
Rogério Ceni; Jean, Xandão, Miranda e Juan (Luiz Eduardo, 34-2); Rodrigo Souto, Zé Vítor (Marlos, 09-2), Carlinhos Paraíba e Fernandinho; Dagoberto (Marcelinho Paraíba, 30-2) e Fernandão.
Técnico: Paulo César Carpegiani



Santos vira defensivo, faz 2 a 0 e mantém rotina de vitórias sobre o São Paulo

Equipe que há mais de um ano faz sucesso no Brasil por ser ofensiva, o Santos mudou de estratégia neste domingo, atuou de forma cautelosa e venceu o São Paulo por 2 a 0, na Arena Barueri, gols de Elano e Maikon Leite.

Assim, o clube litorâneo mantém a rotina de vitórias sobre o rival da capital no Campeonato Paulista. Em 2009, ganhou um jogo, em 2010 foram três vitórias e agora completou a quina pelo Estadual. No Brasileiro passado, o São Paulo ganhou por 4 a 3, em outubro, e no primeiro turno perdeu por 1 a 0.

O Santos soma 13 pontos e segue na liderança do Paulista, à frente do Palmeiras no saldo de gols. Já o São Paulo perdeu a segunda no certame e continua com 9 pontos.

“Eles tiveram posse de bola, mas aproveitamos as chances, e futebol é bola na rede”, opinou Maikon Leite, que já anotou cinco gols em 2011.

“A bola do Jean poderia ter mudado o jogo. Tivemos várias oportunidades, mas eles fizeram o gol”, analisou o capitão Rogério Ceni, citando um chute de Jean na trave três minutos antes do segundo gol do rival.

Apesar de a torcida alvinegra ter gritado “olé” nos minutos finais, a vitória santista esteve sob risco até os 28min do segundo tempo, quando o time tricolor encurralou o adversário, porém pecou no arremate final.

O quarteto ofensivo santista começou a dar trabalho à retaguarda são-paulina logo no início da partida, principalmente com bolas em profundidade para Maikon Leite, pela direita, e com a chegada de Elano e Robson pelo meio.

Logo aos 10min, Robson dominou pela direita, se livrou da marcação e colocou a bola na cabeça de Elano, que só teve o trabalho de tirar de Rogério Ceni e marcar o seu quinto gol neste retorno à Vila Belmiro.

A equipe do Morumbi apostou na velocidade de Fernandinho e Dagoberto, com Fernandão como meia e chegou com perigo ao gol de Rafael por três vezes no primeiro tempo.

Após abrir o placar, os santistas recuaram, enquanto os são-paulinos tiveram mais posse de bola. Dagoberto, Jean e Zé Victor quase empataram.

O time alvinegro ainda teve a melhor oportunidade de marcar. Rogério Ceni realizou uma grande defesa após cabeçada de Rodrigo Possebon.

“Estamos criando bastante, e o Santos foi lá e fez o gol em uma jogada”, comentou Fernandinho na saída para o intervalo. “Precisamos de tranquilidade no último passe para sair o gol”, endossou Dagoberto.

A pressão são-paulina permaneceu na etapa final, enquanto a equipe da Baixada atuou de forma defensiva, com a estratégia de explorar o contra-ataque.

Paulo César Carpegiani ousou ao sacar o volante Zé Victor para a entrada do meia-atacante Marlos. Já Adilson Batista tirou o volante Adriano para a entrada do zagueiro Bruno Rodrigo e passou a adotar o 3-5-2.

O São Paulo foi para cima e teve a sua melhor oportunidade nos pés de Jean, que acertou a trave de Rafael. O castigo veio aos 28min, quando Maikon Leite aproveitou rebote de Rogério Ceni, após chute de Elano, e fez 2 a 0.