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Gols e melhores momentos

Paysandu 1 x 3 Santos

Data: 10/05/2017, quarta-feira, 21h45.
Competição: Copa do Brasil – Oitavas de final – Jogo de volta
Local: Estádio do Mangueirão, em Belém, no Pará.
Público: 13.548
Renda: R$ 251.370,00
Árbitro: Andre Luiz de Freitas Castro
Auxiliares: Cristhian Passos Sorence e Leone Carvalho Rocha
Cartões amarelos: Cleber Reis (S).
Gols: Bruno Henrique (26-1); Diogo Oliveira (03-2), Bruno Henrique (15-2) e Kayke (33-2).

PAYSANDU
Emerson; Ayrton, Gilvan, Perema e Hayner; Augusto Recife, Wesley (Alfredo), Rodrigo Andrade e Diogo Oliveira; Leandro Carvalho e Bérgson (Wil).
Técnico: Marcelo Chamusca

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Cleber Reis e Jean Mota; Renato (Leandro Donizete), Thiago Maia e Lucas Lima; Vitor Bueno, Bruno Henrique (Thiago Ribeiro) e Ricardo Oliveira (Kayke).
Técnico: Dorival Junior



Santos ‘mata’ Paysandu no início e avança na Copa do Brasil

O Santos vê em Ricardo Oliveira sua grande fonte de gols desde 2015. O centroavante, porém, foi discreto e passou em branco na noite desta quarta-feira, no duelo contra o Paysandu. Coube aos outros atacantes da equipe brilharem e garantirem a vitória por 3 a 1, no estádio do Mangueirão, em Belém, no Pará, fazendo o Peixe avançar com facilidade para as quartas de final da Copa do Brasil. Bruno Henrique, com dois gols, e Vitor Bueno, com duas assistências, foram os grandes destaques. Na reta final, ainda sobrou tempo para Kayke, substituto do camisa 9, decretar o triunfo santista.

Com a classificação, o Santos agora vai ter um ‘descanso’ da Copa do Brasil. A equipe comandada por Dorival Júnior assistirá de camarote a definição dos outros confrontos das oitavas de final e só voltará a se preocupar com a competição no início de junho, quando acontece o sorteio das quartas.

Apesar disso, o Peixe segue uma maratona durante esta semana. Após o duelo contra o Papão em Belém, o alvinegro terá pela frente o Fluminense, no próximo domingo, às 11h (de Brasília), no Rio de Janeiro, na estreia do Campeonato Brasileiro. Três dias depois, os santistas viajam até La Paz, onde encaram o The Strongest, pela quinta rodada da fase de grupos da Libertadores.

O jogo

Jogando com a vantagem debaixo do braço, o Santos começou o primeiro tempo esperando o Paysandu. Podendo perder por até um gol de diferença, o Peixe não arriscou nos minutos iniciais e apenas esperava o momento certo para dar o ‘bote’.

O Papão, por sua vez, apostava na velocidade para chegar na defesa santista e tentar igualar o placar agregado do duelo. A primeira boa oportunidade surgiu aos 15 minutos, quando Diogo Oliveira entortou Lucas Veríssimo e bateu forte, obrigando Vanderlei a fazer bela defesa.

Dez minutos depois, foi a vez de Cleber ser entortado por Wesley. Mas após passar pelo defensor, o volante bicolor não conseguiu vencer o arqueiro do Peixe, que foi buscar no cantinho e salvou a equipe comandada por Dorival Júnior mais uma vez.

E aquela famosa frase “quem não faz, toma” deu o ar da graça no Mangueirão. Depois de desperdiçar as duas ótimas oportunidades, o Paysandu viu o Santos abrir o placar aos 26 minutos. Lucas Lima dominou a bola no meio de campo e fez lançamento primoroso para Vitor Bueno. O camisa 7 tocou de primeira para Bruno Henrique. Livre dentro da área, o atacante apenas empurrou para o fundo das redes e ampliou a vantagem do alvinegro.

Com o tento santista, o Papão deu uma ‘murchada’ no jogo, afinal, a equipe de Belém agora precisava de quatro gols para avançar. Com isso, o Peixe controlou os últimos minutos da primeira etapa com facilidade.

Precisando de um ‘milagre’ para avançar, o Paysandu voltou de forma arrasadora após o intervalo. Logo aos 3 minutos, Rodrigo Andrade avançou com tranquilidade pelo lado direito e cruzou para Diogo Oliveira pegar de primeira e deixar tudo igual no Mangueirão.

O gol logo no início deixou o duelo aberto em Belém. Ainda necessitante de mais três tentos para ficar com a vaga na quartas de final, o Papão seguiu em cima do Santos. Por conta disso, a equipe comandada por Marcelo Chamusca deixava a defesa aberta para o Peixe chegar nos contra-ataques.

E foi justamente em uma jogada de velocidade que o alvinegro matou de vez o confronto. Aos 15 minutos, a dupla Vitor Bueno e Bruno Henrique funcionou mais uma vez. O camisa 7 driblou Hayner com facilidade no lado esquerdo e rolou para o atacante, que teve tempo de dominar e escolher o canto para colocar a equipe santista novamente em vantagem.

Com a classificação praticamente definida, já que o Paysandu precisaria fazer quatro gols para avançar, o técnico Dorival Júnior pensou na maratona de jogos e sacou Ricardo Oliveira, Renato e Bruno Henrique do time. Kayke, Leandro Donizete e Thiago Ribeiro entraram na reta final do confronto.

O Papão, por sua vez, viu que não conseguiria mais operar o ‘milagre’ e diminuiu completamente o ritmo. Tanto que ainda sobrou tempo para o Santos ampliar o marcador. Aos 33 minutos, Jean Mota deu lindo cruzamento da esquerda para Kayke. O atacante chutou de primeira para fazer 3 a 1 e definir de vez a classificação santista.

Bastidores – Santos TV:

Bruno Henrique vibra com ‘parceria’ de Bueno: “Treinamos essa jogada”

O Santos novamente teve Bruno Henrique como seu principal destaque. Contra o Paysandu, na noite desta quarta-feira, o atacante marcou duas vezes e foi decisivo na vitória do Peixe por 3 a 1, no Mangueirão, em Belém, no Pará, pelas oitavas de final da Copa do Brasil.

Desta vez, porém, Bruno Henrique não foi a ‘estrela solitária’ do alvinegro. Isso porque Vitor Bueno superou a má fase e foi fundamental no triunfo sobre o Papão, que garantiu a equipe santista nas quartas do torneio mata-mata. Com duas assistências, o camisa 7 foi muito elogiado pelo artilheiro da partida.

“Agradeço ao Bueno pelos dois passes. O professor (Dorival) sempre frisa e nós treinamos muito essa jogada, com a bola atravessada. E recebi outro bom passe do Vitor no segundo gol. Pude ser feliz no lance. Fico feliz pelos dois gols. Quando a gente estava vindo para o estádio, minha esposa disse que eu faria um gol. Pude fazer dois e dedico à ela”, comemorou Bruno Henrique na saída do gramado.

Com a classificação, o Santos agora vai ter um ‘descanso’ da Copa do Brasil. A equipe comandada por Dorival Júnior assistirá de camarote a definição dos outros confrontos das oitavas de final e só voltará a se preocupar com a competição no início de junho, quando acontece o sorteio das quartas.

Dorival elogia tranquilidade do Santos e critica gramado do Mangueirão

O Santos passou com facilidade pelo Paysandu, na noite desta quarta-feira, no Mangueirão, em Belém, no Pará, e avançou sem grandes problemas para as quartas de final da Copa do Brasil. Com a vantagem de ter vencido por 2 a 0 no duelo de ida, o Peixe conseguiu suportar a pressão do Papão no início e praticamente ‘matou’ o confronto aos 26 minutos do primeiro tempo, com o gol de Bruno Henrique.

Após o intervalo, o alvinegro viu o time bicolor empatar a partida. Porém, segundo o técnico Dorival Júnior, seus comandados souberam administrar o jogo com tranquilidade mesmo após sofrer o gol.

“Destaco o crescimento da equipe. Principalmente porque tivemos dois jogos distintos. Lá em Santos tivemos de propor a partida. As penetrações foram poucas, mas nós conseguimos administrar a partida e fazer um resultado importante. Aqui, trabalhamos com a marcação mais adiantada deles, esperando. Tivemos tranquilidade para trabalhar a bola, conseguimos triangulações. Foi um resultado fundamental. Até nos encontrarmos, o Vanderlei foi muito feliz. O Paysandu se aproveitou da nossa ansiedade. Era uma armadilha preparada. A partir do momento que conseguimos sair para o jogo, trabalhar mais a bola, conseguimos furar a primeira linha de marcação”, destacou Dorival Júnior, em entrevista coletiva logo após o duelo no Mangueirão.

O gramado do estádio de Belém, inclusive, foi alvo de críticas do comandante santista. “Acho que os jogadores souberam administrar as dificuldades de um gramado ruim, horrível para se jogar. Procuramos trabalhar a bola e conseguimos fazer com condições. Conseguimos penetrações para que as triangulações acontecessem pelos lados”, concluiu o treinador.

Artilheiro, Bruno Henrique é elogiado por Dorival: “Pode crescer”

Contratação mais cara da gestão Modesto Roma, Bruno Henrique vem justificando os R$ 14 milhões pagos pelo Santos ao Wolfsburg, da Alemanha. Após um começo de temporada discreto, o atacante assumiu o posto de protagonista e assumiu a artilharia da equipe comandada por Dorival Júnior, com seis gols marcados.

Na noite da última quarta-feira, no Mangueirão, Bruno Henrique brilhou mais uma vez, anotou dois tentos e foi fundamental para o triunfo santista por 3 a 1 sobre o Paysandu, que garantiu a classificação para as quartas de final da Copa do Brasil.

Após a boa atuação, o camisa 27 foi elogiado pelo técnico Dorival Júnior. O comandante, porém, acredita que o atacante pode render ainda mais com a camisa do Peixe.

“Ele não vinha atuando com sequência lá fora e até readquirir o ritmo demora um pouco. É um grande jogador, ainda tem muito pra evoluir e amadurecer. Se ele mantiver o interesse, o crescimento será gradativo ao longo do ano e que tenhamos em 2018 um jogador mais completo, maduro e em condições de fazer grandes jogos no nível que possa manter”, comentou o técnico.

Após gentilezas, Santos estuda troca de atletas com o Paysandu

O clima de cordialidade entre Santos e Paysandu não acabou com a classificação da equipe paulista às quartas de final da Copa do Brasil. Após as gentilezas que marcaram o confronto, os clubes estudam trocar jogadores para a sequência da temporada.

“O Marcelo (Chamusca, treinador do Paysandu) me conhece. Estamos à disposição. Caso precise de um ou outro atleta que o Santos possa disponibilizar, não tenho dúvidas de que acontecerá”, avisou Dorival Júnior, técnico santista.

O comandante do Santos chegou ainda a destacar os jogadores do Paysandu que conseguiram aproveitar as derrotas por 2 a 0, na Vila Belmiro, e por 3 a 1, Mangueirão, como vitrine.

“O volante (Rodrigo Andrade) me chamou a atenção. É muito bom jogador esse menino de 20 anos. O atacante que jogou pelo lado direito (Leandro Carvalho) também é um jogador de potencial. E o Bergson, que vive outro momento na carreira. O Paysandu tem um grande time. Com certeza, veremos brigando com uma possibilidade real de subida”, elogiou Dorival, referindo-se ao fato de o clube paraense estar na Série B do Campeonato Brasileiro.

Para reforçar o Paysandu, o Santos poderia ceder o goleiro Gabriel Gasparotto, o volante Alison e o atacante Lucas Crispim, que retornaram de empréstimos e não deverão ter espaço no time da Vila Belmiro. O meia Serginho, que também seria cotado a fazer parte da parceria com o Paysandu, já acertou com o Figueirense, enquanto o volante Fernando Medeiros está próximo do Vila Nova.

Santos e Paysandu estreitaram os laços mesmo na condição de adversários na Copa do Brasil. O time paulista abriu as portas do CT Rei Pelé para treinar ao lado do paraense no jogo de ida e foi muito bem recepcionado na partida de volta.

“Gostaria de fazer um agradecimento especial à diretoria do Paysandu e à torcida, que nos recebeu muito bem em Belém. O futebol é isso. Temos que ressaltar esse lado. É uma satisfação poder viver um momento como esse”, discursou Dorival Júnior.



Vídeos: (1) Melhores momentos e (2) Reportagem do Globo Esporte.

Remo 0 x 4 Santos

Data: 18/03/2010, quinta-feira, 21h00.
Competição: Copa do Brasil – Segunda Fase – Jogo de ida
Local: Estádio do Mangueirão, em Belém, PA.
Público: 19.445 pagantes
Renda: R$ 549.945,00
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa-MG)
Auxiliares: Márcio Eustáquio Sousa Santiago (Fifa-MG) e Francisco Pereira de Lima Júnior (PI).
Cartões amarelos: Pedro Paulo, Raúl e Gian (R); Marquinhos, Durval e Rodrigo Mancha (S).
Gols: Neymar (21-1) e André (42-1); André (03-2) e Neymar (36-2).

REMO
Adriano; Índio, Pedro Paulo, Raul e Paulinho; Danilo, Fabrício Carvalho (Otacílio), Ramón e Samir; Helliton (Gian) e Marciano.
Técnico: Sinomar Naves.

SANTOS
Felipe; Wesley, Edu Dracena, Durval, Pará; Rodrigo Mancha, Arouca, Marquinhos (Rodriguinho) e Paulo Henrique Ganso (Maikon Leite); Neymar e André (Madson).
Técnico: Dorival Júnior.



Neymar e André garantem goleada do Santos contra o Remo e classificação antecipada

Novamente, Robinho não fez falta. Com ótima atuação da dupla de ataque Neymar e André, o Santos garantiu a classificação antecipada às oitavas-de-final da Copa do Brasil ao vencer o Remo, por 4 a 0, no Mangueirão, em Belém-PA, na noite desta quinta-feira.

Assim como no clássico contra o Corinthians, dia 28 de fevereiro, na Vila Belmiro, a última ausência de Robinho até então, Neymar foi o encarregado de vestir a camisa 7. O jovem marcou dois gols, e deu o passe para os outros dois, feitos pelo parceiro André.

O próximo adversário santista sai do confronto entre Fortaleza e Guarani. Na primeira partida, jogando dentro de casa, a equipe cearense venceu por 2 a 0. O jogo da volta será dia 31 de março, em Campinas.

O Remo começou a partida de forma dominante, porém, a equipe pouco ameaçava o adversário. Nervoso em campo, o Santos teve dois jogadores, Durval e Marquinhos, punidos com o cartão amarelo com menos de dez minutos de jogo. Aos poucos, o time comandando por Dorival Júnior dava sinais de reação.

Como ocupava o setor ofensivo com diversos jogadores, a equipe paraaense sofria com a ameaça de contra-ataques. Em um deles, aos 21 minutos, o Santos encaixou uma bela linha de passes e abriu o placar. Arouca roubou a bola e tocou para Ganso. O meia ainda rolou para Marquinhos, que de primeira, encontrou Neymar livre na área para marcar.

O gol esfriou a empolgação do time mandante. Já o Santos seguia explorando a velocidade de seus atacantes. Em uma jogada de extrema rapidez, aos 42 minutos, Neymar entrou na área, driblou o goleiro e tocou de lado para André ampliar o placar.

“Dei um drible de salão no goleiro. Puxei a bola e já saí dominando. Depois foi só rolar para o André” relatou Neymar, no intervalo do jogo.

“O nosso time está bem melhor. Não é justo isso que está acontecendo. Precisamos voltar com o mesmo ímpeto e garantir o jogo da volta” disse o volante do Remo, Fabrício Carvalho.

Na volta para o segundo tempo, o treinador do Remo, Sinomar Naves, fez duas alterações em busca, ao menos, de um gol para garantir a partida da volta. Gian e Otacílio entraram em campo, mas antes mesmo de tocarem na bola, o Santos ampliou o placar. Aos 3 minutos, Neymar tabelou com Arouca e encontrou André livre na entrada da área. O centroavante tocou por cima do goleiro Adriano para marcar.

Para reanimar a torcida paraense, o Remo teve pênalti, cometido por Edu Dracena em Gian, a seu favor. Só que na cobrança, Marciano carimbou o travessão. Erro que custou, inclusive, o direito de sonhar com uma reviravolta no placar.

Sem sofrer ameaças, o Santos passou a tocar a bola esperando o tempo passar. A equipe ainda foi contemplada com um pênalti aos 36 minutos. Neymar converteu a cobrança e fechou o placar.

Paysandu 2 x 3 Santos

Data: 24/08/2005, quarta-feira, 21h45.
Competição: Campeonato Brasileiro – 22ª rodada
Local: Estádio Mangueirão, Belém, PA.
Público: 31.338 pagantes
Renda: N/D
Árbitro: Wagner Tardelli Azevedo(Fifa-RJ)
Auxiliares: Aristeu Leonardo Tavares (Fifa-RJ) e Hilton Moutinho Rodrigues (Fifa-RJ)
Cartões amarelos: Marquinhos, Vânderson, Felipe Saad, Marco Aurélio e Luiz Augusto (P); Zé Elias, Bóvio, Halisson, Giovanni, Élton e Wendel (S).
Cartão vermelho: Felipe Saad (P)
Gols: Róbson (32-1), Marco Aurélio (38-1) e Giovanni (44-1); Geílson (05-2) e Zé Elias (27-2).

PAYSANDU
Alexandre Fávaro; Marco Aurélio, Marquinhos, Felipe Saad e Cléber (Leandro Eugênio); Vânderson, Marabá, Carlos Alberto (Gian) e Luiz Augusto e Rodrigo (Balão); Róbson.
Técnico: Gílson Kleina

SANTOS
Saulo; Bóvio, Ávalos (Halisson), Luiz Alberto e Wendel; Zé Elias, Élton, Ricardinho e Giovanni (Flávio); Robinho e Diego (Geílson).
Técnico: Gallo



Robinho cumpre promessa e Santos encosta no líder

“Espero poder deixar o Santos na liderança do Brasileiro”. Robinho se despediu do Santos da forma com que prometeu: perto da liderança. Mesmo com atuação apagada do atacante, o clube paulista venceu o Paysandu por 3 a 2, de virada, no Mangueirão, depois de estar perdendo por dois gols, e agora divide a primeira colocação do Campeonato Brasileiro com o Corinthians.

A frase, dita pelo craque em julho, não foi seguida à risca, mas a equipe do técnico Gallo já aparece com a mesma pontuação do rival, 39, perdendo apenas no número de vitórias (12 contra 11).

Já o Paysandu permanece em situação deliciada e não consegue sequer deixar a zona do rebaixamento. O clube de Belém segue com 16 pontos e não sai da lanterna do Nacional-05.

Ao contrário de sua despedida da Vila Belmiro, quando marcou dois gols, Robinho não balançou as redes, mas contribui para a virada obtida com gols de Giovanni, Geílson e Zé Elias – dois deles no segundo tempo.

A segunda promessa da noite, porém, não pôde ser cumprida. No intervalo, Robinho garantiu que faria “o seu” na etapa completamentar. Ele chegou a esboçar algumas “pedaladas”, contudo, foi contido pela forte marcação do volante Marabá.

“Ficaria triste se fizesse um gol e o Santos não saísse vitorioso. Agora é torcer para os companheiros continuarem bem aqui. Quero agradecer esse torcedor, que sempre me aplaudiu”, acrescentou.

Ambos os times voltam a campo no próximo domingo. O Paysandu enfrenta o Fluminense, às 18h10, no Rio de Janeiro. O Santos recebe o Coritiba, no mesmo horário, na Vila Belmiro.

O jogo

Com a obrigação de vencer em casa, o Paysandu começou a partida encurralando o Santos no campo de defesa. Atuando pelas laterais, o time de Belém chegava com muito perigo ao ataque e só não abriu o placar pelas boas defesas do goleiro Saulo.

A melhor delas surgiu aos 17min. Marabá ficou com a sobra da defesa na direita e chutou cruzado. O camisa 1 paulista, bem colocado, conseguiu espalmar pela linha de fundo e evitar o primeiro gol do confronto.

Até aos 22min, o Santos já havia perdido o zagueiro Ávalos e o atacante Diego, ambos machucados. Assim, o time bicolor voltou a assustar aos 24min. Após cobrança de escanteio, Róbson desviou de cabeça e Saulo fez ótima defesa.

Aos 32min, porém, o Paysandu abriu o placar. Depois de falta pela direita, Róbson subiu mais que o zagueiro Luiz Alberto e cabeceou no canto esquerdo de Saulo. Seis minutos mais tarde, o clube paraense ampliou, quando Marco Aurélio recebeu bola da esquerda, dominou e chutou rasteiro.

Quando o primeiro tempo caminhava para o final, o Santos conseguiu descontar. Aos 44min, Geílson deu belo passe para Giovanni, que, livre de marcação, apenas desviou na saída de Alexandre Fávaro.

“A marcação sobre mim está muito forte, mas é bastante leal. Vou tentar me movimentar mais no segundo tempo para escapar deles. Vai sair um [gol] meu agora”, afirmou Robinho, que passou toda a etapa inicial sem concluir contra o gol.

Na volta do intervalo, o Santos retornou mais ligado. Assim como prometeu, Robinho passou a se movimentar mais no ataque e abriu espaços para Giovanni e Ricardinho encostarem.

Assim, o time não demorou a empatar. Aos 5min, Élton avançou pelo meio e serviu Geílson na área. O atacante bateu forte e acertou o canto direito da meta, sem chance de defesa. Aos 12min, o Paysandu quase fez o terceiro. Cléber avançou pela esquerda, invadiu a área e soltou a bomba para bela defesa de Saulo.

O gol da virada santista aconteceu aos 27min, quando a bola sobrou para Zé Elias na esquerda chutar no ângulo direito da meta para garantir a vitória do time da Vila Belmiro.

Robinho se despede com dever cumprido

Atacante fez sete jogos em sua volta ao Santos e leva equipe para à vice-liderança do Brasileiro.

A vontade de Robinho em encerrar sua participação no Santos recolocando a equipe no topo da tabela foi, enfim, alcançada. Sofrendo forte marcação individual, o atacante não fez gol, mas contribuiu para a vitória sobre o Paysandu, por 3 x 2, de virada, em Belém.

Com isso, o time da Vila assumiu a liderança do Brasileiro ao lado do Corinthians, com 39 pontos, porém, o Santos segue em desvantagem em número de vitórias, 12 a 11. Para Robinho, sua festa de despedida poderia ter sido completada com pelo menos um gol.

“O mais importante é que o Santos saiu com a vitória. Claro que eu poderia ter feito um ‘golzinho’ no final, mas não tem problema. Para mim, foi uma honra ter jogado no Santos”, declarou o atleta.

Encerrando seu vínculo no clube paulista, iniciado na equipe profissional em abril de 2002, diante do Guarani, Robinho afirma que continuará tentando ajudar o elenco alvinegro, desta vez como torcedor.

Desde a volta do camisa 7, sob a condição de contratado do Real Madrid, o Santos não perdeu mais no Brasileiro, completando seu sétimo jogo invicto, com quatro vitórias e três empates.

“Irei para o Real Madrid, mas é claro que estarei torcendo pelo Santos. Espero que o Santos seja campeão desse ano”, informou o atacante, que fez 190 partidas com a camisa alvinegra, com 81 gols.

Robinho segue para o Rio de Janeiro nesta quinta-feira às 7 horas, embarcando para Madri às 15 horas. A apresentação do craque em seu novo clube acontece na sexta-feira.

Vitória traz prejuízo para time santista

Peixe perde seis atletas para segunda partida do returno, ante Coritiba, no domingo; time continua favorito mesmo sem Robinho, crê Gallo.

A vitória de virada do Santos diante do Paysandu, na estréia do returno do Brasileiro-05, representou o salto da equipe alvinegra em três posições. Porém, nem tudo foi festa. O jogo em Belém terminou com um saldo de seis baixas para o próximo jogo do clube, contra o Coritiba, domingo, na Vila.

A mais sentida delas – e já prevista desde julho – é do atacante Robinho, que realizou seu último compromisso pelo Santos. Além disso, a equipe não terá os meio-campistas Bóvio, Giovanni e Zé Elias, advertidos com o terceiro cartão amarelo, e com os jogadores Ávalos e Diego, que saíram de campo contundidos.

Se não bastasse, o Santos segue sem Paulo César, Fabinho e Basílio, lesionados. Com tantas perdas, o técnico Gallo já começa a pensar na remontagem do Santos para a segunda rodada do 2º turno.

“Fica complicadíssimo querer definir antecipadamente o Santos com tantos problemas, mas estamos aqui justamente para resolver essas situações”, lamentou o treinador.

Gallo entende que o time da Vila continua sendo candidato ao título nacional, mesmo sem a presença da maior revelação do clube pós-Pelé. Em 12 jogos pela competição nacional deste ano, Robinho perdeu apenas uma vez, diante do Flamengo, pela 4ª rodada.

“O Robinho segue sua vida lá no Real Madrid, e o Santos segue por aqui. O Santos não vai parar sem o Robinho. É lógico que eu fico triste em não poder contar com ele, mas não é por isso que a equipe deixará de ser forte. Estamos preparados para buscar o título”, espera.

“O trabalho continua. Temos que nos adaptar sem o Robinho e procurar manter o mesmo nível do time”, complementou Zé Elias.

Paysandu 1 x 1 Santos

Data: 28/11/2004
Competição: Campeonato Brasileiro – 2º turno – 43ª rodada
Local: Estádio do Mangueirão, em Belém, PA.
Público: 24.385
Renda: R$ 284.174,00
Árbitro: Wilson de Souza Mendonça (PE)
Cartões amarelos: Alexandre Fávaro, Lecheva, Alexandre, Ernani e Leonardo (P); Ávalos, Antonio Carlos e André Luiz (S).
Gols: Alonso (07-1); William (35-2).

PAYSANDU
Alexandre Fávaro; Maurinho, Alex Pinho, Flávio Tanajura e Alonso; Lecheva, Sandro, Alexandre e Ernani (Luis Fernando); Zé Augusto e Leonardo (Balão)
Técnico: Vágner Benazzi

SANTOS
Mauro; Ávalos, Antônio Carlos (Marcinho) e André Luiz; Flávio, Fabinho (William), Zé Elias (Paulo César), Ricardinho e Léo; Deivid e Basílio
Técnico: Vanderlei Luxemburgo



Santos empata com o Paysandu, mas segue próximo do Atlético-PR

O Santos “apenas” empatou por 1 a 1 com o Paysandu, neste domingo, no estádio Mangueirão, em Belém (PA), e perdeu a chance de assumir a liderança do Campeonato Brasileiro. O time paulista saiu atrás no placar, mas o atacante William, aos 35min do segundo tempo, igualou.

A equipe de Vanderlei Luxemburgo, no entanto, foi favorecida pelo empate do líder Atlético-PR, que ficou no 3 a 3 com o Grêmio, em Erechim (RS), após estar vencendo a partida por 3 a 0. Se tivesse vencido, o Santos seria líder, pois superaria o Atlético-PR no número de vitórias.

Antes de chegar à igualdade, o Santos desperdiçou um pênalti e teve dois gols anulados. Com o resultado, o Santos permanece na vice-liderança, com 80 pontos –dois a menos do que o Atlético-PR.

Restando três rodadas para o fim da competição, o Santos não poderá mais contar com o apoio integral de sua torcida, já que foi punido pelo STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) com a perda de mandos de campo e terá de jogar seus jogos restantes longe da Vila Belmiro.

No próximo domingo (dia 5 de dezembro), os santistas irão enfrentar o Grêmio, em São José do Rio Preto (SP), no estádio Benedito Teixeira, o Teixeirão. No dia 12, pegam o São Caetano, no ABC, e no dia 19 encerram sua participação contra o Vasco em local ainda a definir.

Com a partida deste domingo, o Santos completou 43 dias sem atuar na Vila Belmiro. A última partida em casa foi no dia 16 de outubro, quando venceu a Ponte Preta por 4 a 0.

Já o Paysandu, que agora não ganha há seis rodadas, chegou aos 49 pontos e não afastou o fantasma da zona de rebaixamento. Os paraenses recebem o desesperado Guarani no dia 5.

O jogo

Dentro de campo, os problemas de Luxemburgo começaram pelas ausências do atacante Robinho, com problemas pessoais, e dos meias Preto Casagrande, suspenso, e Elano, machucado. Os desfalques foram sentidos logo no início do primeiro tempo.

Aos 7min, após uma bela jogada pela direita, com direito até a “drible da vaca” sobre seu marcador, o atacante Leonardo cruzou na medida para o lateral Alonso, já dentro da área, marcar de cabeça: 1 a 0.

Um minuto depois, Basílio deu o troco, também de cabeça, após cruzamento da esquerda, mas o juiz anulou o gol, aceitando a marcação de impedimento do auxiliar.

A melhor chance do Santos chegar ao empate aconteceu aos 14min, quando Alexandre Fávaro derrubou o atacante Deivid dentro a área e o árbitro assinalou pênalti. O goleiro paraense ainda levou cartão amarelo pela falta.

Alexandre Fávaro defendeu a primeira cobrança de Deivid, caindo no canto direito. O santista ainda pegou o rebote e marcou, mas o juiz mandou voltar, alegando invasão dos jogadores do Paysandu. Ai foi a vez do goleiro paraense voltar a brilhar na segunda cobrança, dessa vez no canto esquerdo.

No segundo tempo, o Santos voltou a errar nas finalizações. E quando marcava não valia. Assim como na etapa inicial o juiz anulou um gol, dessa vez de William, alegando impedimento, aos 18min.

Mas aos 35min, o insistente William mudou a história ao aproveitar, agora em condição legal, o cruzamento da esquerda do meia Ricardinho: 1 a 1.


Paysandu 2 x 1 Santos

Data: 09/04/2003, quarta-feira, 21h40.
Competição: Campeonato Brasileiro – 4ª rodada (* jogo adiantado)
Local: Estádio Mangueirão, em Belém, PA.
Público: 24.905
Árbitro: Luciano Augusto Almeida (DF)
Cartões amarelos: Sandro, Jorginho, Robson e Vânderson (P); Léo, Elano, Diego, Ricardo Oliveira e Alex (S).
Gols: Robinho (38-1); Welber (02-2) e Welber (31-2).

PAYSANDU
Marcão, Rodrigo (Gino), Jorginho, Sérgio e Luís Fernando; Sandro (Lecheva), Vânderson, Bruno e Iarley; Robson e Welber (Magnum).
Técnico: Darío Pereyra

SANTOS
Fábio Costa, Reginaldo Araújo (William), Alex, André Luís e Léo (Rubens Cardoso); Paulo Almeida, Renato, Diego e Elano (Fabiano); Robinho e Ricardo Oliveira.
Técnico: Emerson Leão

* O jogo foi antecipado para evitar conflito com a tabela da Libertadores.



Sensação da Libertadores, Santos perde em Belém e continua sem vencer no Brasileiro-2003

Com dois gols do artilheiro Vélber, o Paysandu quebrou o jejum de vitórias no Campeonato Brasileiro e venceu o Santos por 2 a 1, de virada, no estádio Mangueirão, em Belém.

A partida desta quarta-feira foi antecipada da quarta rodada, já que as duas equipes estão envolvidas na disputa da Copa Libertadores da América.

Foi a primeira vitória do Paysandu no Brasileiro. A equipe, que chega agora a quatro pontos, vinha de um empate por 2 a 2 com o Goiás, fora de casa, e de uma derrota por 2 a 1 para o Vitória, em casa.

Já o Santos, atual campeão brasileiro, continua sem vencer e permanece com dois pontos ganhos. A equipe santista empatou os dois jogos que disputou anteriormente, por 2 a 2, com o Paraná, em casa, e em seguida com o Atlético-MG, por 0 a 0, fora.

As duas equipes voltam a campo no sábado, pela terceira rodada do Brasileiro. O Santos buscará a reabilitação diante do Figueirense, às 16h, na Vila Belmiro, em Santos. Já o Paysandu terá pela frente o Corinthians, às 18h, no Pacaembu, em São Paulo.

O jogo

A partida começou equilibrada, mas o Santos procurou mais o ataque, principalmente na velocidade da dupla Diego e Robinho.

Aos 9min, o time santista quase marcou. Diego cobrou escanteio e a zaga afastou. No rebote, Renato dominou e bateu com violência, mas a bola saiu à direita do gol defendido por Marcão.

Em contra-ataque rápido, aos 17min, Elano ficou cara a cara com Marcão, mas não conseguiu dominar e a bola sobrou limpa para o goleiro.

Aos 25min, mais uma boa jogada do Santos. Diego recebeu na entrada da área e, mesmo com Ricardo Oliveira sozinho, bateu para o gol. O chute saiu fraco, em cima de Marcão.

A primeira boa chance do Paysandu aconteceu aos 27min. O perigoso meia Iarley foi lançado dentro da área, pela direita, mas foi travado por Léo e bateu pela linha de fundo.

De tanto pressionar, o Santos abriu o placar aos 38min. Reginaldo Araújo tabelou com Ricardo Oliveira e foi derrubado dentro da área. A bola sobrou para Robinho, livre, tocar para o gol e marcar pela segunda vez no Brasileiro.

O Paysandu quase empatou aos 42min. Sandro cobrou falta com violência, no canto esquerdo. Fábio Costa se esticou e conseguiu fazer a defesa, desviando para escanteio, na última chance de gol do primeiro tempo.

Apoiado pela sua torcida, o Paysandu empatou logo no primeiro minuto do segundo tempo. Rodrigo fez boa jogada pela direita e cruzou. Robson errou na primeira, mas na segunda conseguiu tocar para Vélber, que desviou para as redes.

Depois do gol, a partida ficou feia, truncada, com muitas divididas e faltas violentas. O Santos se perdeu em campo, errando muitos passes, enquanto o Paysandu se mostrou tímido no ataque.

O reflexo disso foi que, em apenas 16min, o árbitro Luciano Augusto Almeida mostrou cinco cartões amarelos (três para o Santos e dois para o Paysandu). Em todo o primeiro tempo, foram distribuídos apenas três cartões, dois para o Paysandu e um para o Santos.

Aos 21min, o Paysandu, mais acertado em campo, criou boa chance. Robson invadiu a área pela esquerda e bateu cruzado. Fábio Costa espalmou para escanteio.

O Santos quase marcou aos 30min. Ricardo Oliveira cobrou falta, a bola desviou na barreira e saiu pela linha de fundo. Marcão ficou “vendido” no lance.

Mas depois da cobrança de escanteio, saiu o gol da virada paraense. Em contra-ataque rápido, pela esquerda, Vélber recebeu na entrada da área. O meia chutou rasteiro, no canto esquerdo, por baixo de Fábio Costa, marcando seu quarto gol no Brasileiro e assumindo a artilharia isolada da competição.

Aos 36min, o time da casa perdeu grande oportunidade de ampliar. Depois de cruzamento, Robson ficou livre para cabecear, mas tocou pela linha de fundo.

Mesmo em desvantagem no placar, o Santos não conseguiu chegar ao ataque. Aos 41min, a equipe santista criou boa chance, mas Robinho chutou fraco, em cima de Marcão, que fez a defesa e garantiu a primeira vitória do Paysandu no Brasileiro.