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Santos 2 x 0 Paraná

Data: 09/08/2007
Competiçao: Campeonato Brasileiro
Local: Estádio Vila Belmiro, em Santos, SP.
Árbitro: Gutemberg de Paula Fonseca (RJ)
Auxiliares: Marcos Tadeu Peniche Nunes e Wagner de Almeida Santos (RJ)
Cartões amarelos: Kléber (S), Adriano (P), Josiel (P), Daniel Marques (P), Everton (P) e Joélson (P)
Gols: Marcos Aurélio, aos 43min do primeiro tempo; Kléber Pereira (S), aos 47min do segundo tempo.

SANTOS
Fábio Costa; Baiano, Domingos, Adaílton e Carlinhos; Dionísio (Adriano), Rodrigo Souto, Kléber e Pedrinho (Petkovic); Marcos Aurélio (Rodrigo Tabata) e Kléber Pereira.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

PARANÁ
Flávio; Daniel Marques, Nem (Everton) e Luís Henrique; Léo Mattos, Adriano (Joélson), Beto, Vandinho e Serginho (Márcio Careca); Vinícius Pacheco e Josiel
Técnico: Gilson Kleina



Santos conquista ‘trinca’ e deixa Paraná perto da zona de risco

Depois de bater o Atlético-MG e o Flamengo, o Santos conquistou sua terceira vitória consecutiva e encostou no G-4 do Campeonato Brasileiro. Desta vez, a “vítima” foi o Paraná, que com a derrota por 2 a 0 nesta quinta-feira à noite, na Vila Belmiro, manteve sua derrocada e já começa a se preocupar com o rebaixamento.

Com o placar, o time comandado por Vanderlei Luxemburgo atingiu os 27 pontos e tem agora apenas dois de desvantagem para o Cruzeiro, quarto colocado. A equipe alvinegra termina a 18ª rodada no sétimo lugar.

Já o Paraná conheceu seu quinto confronto seguido sem triunfo na competição nacional. A última vitória do clube curitibano foi sobre o Palmeiras, por 1 a 0, na Vila Capanema. A equipe de Gilson Kleina manteve os 23 pontos e no momento está a somente três do primeiro da “degola”, na 12ª posição.

O resultado da noite desta quinta-feira ainda mantém um tabu que já dura sete jogos, número de confrontos que o Paraná não bate a equipe praiana na Baixada. Foram cinco vitórias santistas e duas igualdades.

Nesta noite, o Santos teve muitas dificuldades no primeiro tempo para furar o bloqueio defensivo adversário. Retraído, o Paraná ainda levou perigo nos minutos iniciais em lances de contra-ataque.

No entanto, uma falha individual foi fundamental para a equipe da Vila abrir o marcador, apesar da fraca atuação. Serginho tentou afastar de calcanhar e deixou a bola nos pés de Rodrigo Souto. O volante tocou para Baiano, que na partida reestreou com a camisa alvinegra, cruzar para Marcos Aurélio completar.

No segundo tempo, o Paraná saiu mais para o jogo, mas pouco conseguiu criar. Os anfitriões passaram a tocar mais a bola e tentar administrar o resultado. Aos 15min, Luxemburgo sacou Pedrinho e promoveu a estréia do meia sérvio Petkovic. A mudança não surtiu efeito, os visitantes melhoraram e começaram a pressionar. Contudo, a equipe praiana foi mais eficiente e ampliou aos 47min com belo gol de Kléber Pereira. “O placar estava perigoso, mas tive um pouco de sorte e a felicidade de poder colocar para dentro”, falou o avante.

“A gente começou bem, e em uma bobeira eles [Santos] aproveitaram e fizeram o gol. E depois, tendo que sair para o jogo, tudo fica mais complicado. Criamos algumas chances, mas não para quem quer sair de uma situação difícil, como nós”, afirmou o atacante paranista Josiel.

Santos e Paraná voltam a campo pelo Brasileiro neste domingo, às 18h10. A equipe do litoral paulista visita o Fluminense no Maracanã, enquanto o clube tricolor recebe o Vasco na Vila Capanema, em Curitiba.

Santos 3 x 0 Flamengo

Data: 05/08/2007, domingo.
Competição: Campeonato Brasileiro
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 6.673 pagantes
Renda: R$ 87.912,00
Árbitro: Evandro Rogério Roman (PR)
Auxiliares: Roberto Braatz e Rogério Carlos Rolim (ambos do PR)
Cartões amarelos: Roger (F) e Dionísio (S).
Gols: Pedrinho (21-1) e Marcos Aurélio (32-1); Kléber (05-2).

SANTOS
Fábio Costa; Adaílton, Domingos e Marcelo; Alessandro, Adoniran, Kléber, Pedrinho (Adriano) e Dionísio (Rodrigo Tabata); Marcos Aurélio (Vítor Júnior) e Kléber Pereira.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

FLAMENGO
Bruno; Leonardo Moura, Irineu, Ronaldo Angelim e Juan; Jaílton (Paulo Sérgio), Cristian, Ibson, Renato Augusto e Roger (Maxi Biancucchi); Obina.
Técnico: Joel Santana



Santos vence Flamengo por 3 a 0 e afunda o rival

Apesar de não possuir um bom aproveitamento na Vila Belmiro no Campeonato Brasileiro, o Santos fez valer a força de atuar em seu território neste domingo. Com bom rendimento ofensivo, o time paulista derrotou o Flamengo em casa por 3 a 0, e estragou a estréia do técnico Joel Santana à frente da equipe rubro-negra.

“Uma vitória assim mexe com o astral de todos os jogadores. Precisávamos ganhar em casa dessa forma para passar confiança para a nossa torcida. Agora vamos manter a média até o fim do primeiro turno”, comemorou o lateral-direito Alessandro, um dos destaques do duelo.

Esse foi o quarto triunfo do clube da Baixada em seu estádio na Série A (o time perdeu outros três jogos e empatou dois) e foi suficiente para deixar o Santos com 24 pontos, em nono lugar.

Já o Flamengo manteve os 12 pontos, na penúltima colocação. “Eu sei que ninguém quer ver o Flamengo assim. Só podemos pedir paciência para a torcida para podermos sair dessa situação”, lamentou o volante Ibson.

Para a partida deste domingo, o técnico Vanderlei Luxemburgo manteve o esquema 3-5-2, com Kléber atuando na armação das jogadas no meio-campo durante boa parte do jogo. Joel Santana, por sua vez, escalou o time no 4-5-1, e colocou Obina isolado na frente. Ele também promoveu a estréia de Ibson, além de colocar Roger pela primeira vez como titular.

O confronto começou bastante disputado e os visitantes adotaram uma postura mais ofensiva que o rival. Entretanto, o Santos se aproveitou de jogada pela esquerda para sair na frente aos 21min, com Pedrinho. Depois do gol, o time alvinegro saiu mais para os contra-ataques até ampliar aos 32min, com Marcos Aurélio.

A equipe da casa conseguiu fazer o terceiro logo aos 5min do segundo tempo, em cobrança de falta de Kléber, e ganhou tranqüilidade para o restante do jogo. Joel Santana ainda promoveu a entrada de Maxi Biancucchi (primo de Lionel Messi, do Barcelona) no lugar de Roger, mas não foi o suficiente para balançar a rede adversária.

Com o resultado, o Santos também manteve o tabu de jamais ter sido derrotado em seus territórios pelo time rubro-negro em uma partida oficial. Nas 15 vezes em que as equipes se enfrentaram no estádio alvinegro, os paulistas venceram 12 e empataram três.

Na próxima rodada do Campeonato Brasileiro o Flamengo enfrenta o Atlético-PR na Arena da Baixada, nesta quarta-feira, às 21h45. Já o Santos volta a campo no dia seguinte contra o Paraná Clube, na Vila Belmiro, às 20h30.

Atlético-MG 1 x 2 Santos

Data: 01/08/2007, quarta-feira.
Competição: Campeonato Brasileiro
Local: Estádio Mineirão, em Belo Horizonte, MG.
Público: 22.038 pagantes
Renda: R$ 281.931,00
Árbitro: Luis Antônio Silva Santos (RJ)
Auxiliares: Aristeu Leonardo Tavares (Fifa-RJ) e Ediney Guerreiro Mascarenhas (RJ)
Cartões amarelos: Carlinhos, Kléber, Rodrigo Souto, Rodrigo Tabata e Adaílton (S); Lúcio (A).
Gols: Marcos Aurélio (33-1); Kléber Pereira (14-2) e Danilinho (26-2).

ATLÉTICO-MG
Edson; Coelho, Marcos, Leandro Almeida e Thiago Feltri; Rafael Miranda (Bilu) (Vanderlei), Xaves, Marcinho e Danilinho; Éder Luís (Lúcio) e Paulo Henrique
Técnico: Leão

SANTOS
Fábio Costa; Adaílton, Domingos e Marcelo; Alessandro, Dionísio, Rodrigo Souto, Kléber e Carlinhos; Marcos Aurélio (Rodrigo Tabata) e Kléber Pereira.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo



Santos, de Luxa, quebra jejum, ao vencer o Atlético, de Leão

No duelo entre os times treinados por Leão e Vanderlei Luxemburgo, o Santos levou a melhor, ao vencer o Atlético-MG, por 2 a 1, na noite desta quarta-feira, no Mineirão, recuperando-se das duas derrotas seguidas para Goiás e Náutico. O alvinegro mineiro, por sua vez, teve interrompida a seqüência de dois triunfos, desde que houve a troca de técnico, com a saída de Zetti.

Luxemburgo optou por deixar Rodrigo Tabata no banco, promovendo a entrada de Carlinhos na lateral esquerda, deslocando Kléber para o meio. E essa alternativa, acabou se mostrando como uma jogada de mestre, já que Kléber foi o responsável direto pelos dois gols santistas, dando uma qualidade ao meio-campo do seu time, que faltou à equipe de Leão.

Em ascensão no Brasileiro, ao contrário do adversário, o Atlético-MG era apontado como favorito, mas, com a bola rolando não conseguiu confirmar essa condição e também o mando de campo. Uma vitória atleticana levaria o time de Leão a se aproximar do G-4, objetivo não alcançado. Já o Santos conseguiu se afastar da zona de risco.

Com a vitória como visitante o Santos chegou aos 21 pontos em 48 possíveis (aproveitamento de 43,75%), reduzindo de quatro para apenas um ponto a sua diferença em relação ao seu adversário desta quarta-feira. O Atlético se manteve com 22 pontos em 16 jogos (rendimento de 45,83%).

O frio da Pampulha, região onde está localizado o Mineirão, em torno de 16 graus, parece ter contagiado os jogadores em campo. O primeiro tempo foi monótono e praticamente sem ação. A não ser pelo contra-ataque santista, que resultou no gol, aos 33min, Rodrigo Souto recuperou a bola, passou a Kléber, que deixou Marcos Aurélio livre para bater de perna esquerda e vencer o goleiro Edson.

O Atlético, que havia perdido Rafael Miranda, aos 30min da primeira etapa, por contusão, voltou mudado para o segundo tempo. Leão trocou Éder Luís por Lúcio, numa tentativa de organizar melhor as jogadas ofensivas, mas foi o Santos, que quase marcou. Aos 4min, Marcos Aurélio, livre à frente do goleiro Edson, desperdiçou a chance de ampliar.

O Santos, de Luxemburgo, não modificava a sua forma de atuar. Esperava o Atlético, fechado no seu campo, mas chegava com velocidade no contra-ataque, principalmente por intermédio do toque de qualidade de Kléber. Aos 14min, o camisa 10 santista colocou a bola por cima da zaga adversária e Kléber Pereira marcou de letra.

Na base da raça, o Atlético partiu para tentar a reação. Leão tirou Bilu, que havia substituído Rafael Miranda, colocando o atacante Vanderlei. O Atlético diminuiu, aos 26min, quando Danilinho aproveitou rebote de Fábio Costa e marcou de cabeça. Com o apoio da sua torcida, o time mineiro tentou o empate, expondo-se aos perigosos contra-ataques santistas, tornando a partida emocionante.

Após perder em casa, o que aconteceu pela 3ª vez no atual Brasileiro, o Atlético-MG vai tentar a recuperação em Caxias do Sul, no próximo domingo, diante do Juventude. Já o Santos recebe o Flamengo, no mesmo dia, na Vila Belmiro.

Santos 3 x 0 Botafogo

Data: 14/07/2007, sábado, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 11ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 12.554 pagantes
Renda: R$ 142.315,00
Árbitro: Leonardo Gaciba da Silva (Fifa-RS)
Auxiliares: Altemir Hausmann e Paulo Conceição (ambos do RS).
Cartões amarelos: Túlio (B); Marcos Aurélio e Dionísio (S).
Cartão vermelho: Juninho (B)
Gols: Marcos Aurélio (15-2), Rodrigo Tabata (19-2) e Moraes (45-2).

SANTOS
Fábio Costa; Alessandro, Domingos, Marcelo e Carlinhos; Rodrigo Souto, Maldonado (Vítor Júnior), Dionísio e Pedrinho; Rodrigo Tabata (Adoniran) e Marcos Aurélio (Moraes).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

BOTAFOGO
Júlio César; Alex, Juninho e Luciano Almeida (Diguinho); Joilson, Leandro Guerreiro, Túlio, Lucio Flavio (Ricardinho), Zé Roberto e Jorge Henrique (Victor Castro); André Lima.
Técnico: Cuca



Santos tira a invencibilidade do Botafogo e deixa a zona de risco

Caiu o último invicto do Campeonato Brasileiro. Neste sábado, na Vila Belmiro, o Santos enfim engrenou e venceu o Botafogo por 3 a 0, resultado que tirou a equipe paulista da zona do rebaixamento. Apesar da derrota, o time carioca – que disputou sua primeira partida sem Dodô, suspenso preventivamente por doping – segue na liderança isolada da competição.

Após um primeiro tempo equilibrado, mas com raras chances de gol, o Santos voltou melhor para a etapa final e abriu o placar aos 15min, com Marcos Aurélio. Empolgado, o time da casa ampliou quatro minutos mais tarde com Rodrigo Tabata, em cobrança de falta.

Em desvantagem, o técnico Cuca mexeu no time e alterou o esquema tático com a entrada do volante Diguinho no lugar do zagueiro Luciano Almeida. Depois, Ricardinho entrou na vaga de Lucio Flavio e Victor Castro na de Jorge Henrique.

Porém, as alterações não surtiram o efeito desejado. Para piorar, o zagueiro Juninho foi expulso e deixou o Botafogo com um jogador a menos. Em vantagem numérica, o Santos ampliou o placar com Moraes, no último mintuto do tempo regulamentar.

Com a vitória, o Santos foi a 14 pontos e subiu da 17ª para a décima colocação. Assim, a equipe já aparece na zona de classificação para a Copa Sul-Americana e mostra que esboça uma reação. Neste sábado, o time conquistou sua segunda vitória seguida pela primeira vez no Campeonato Brasileiro.

“Foi uma vitória importante para nós. A gente necessitava dessa vitória agora, e graças a Deus consegui ajudar com um gol”, festejou o atacante Moraes.

Já o Botafogo permaneceu na primeira posição, com 24 pontos, mas como o Goiás foi derrotado pelo Cruzeiro e o São Paulo apenas empatou com o Corinthians, manteve cinco pontos de vantagem para o segundo colocado, o time goiano.

Além de ter sido a primeira derrota do Botafogo neste Campeonato Brasileiro, este foi apenas o quarto revés da equipe no ano. O time não perdia havia quase dois meses, já que o último resultado negativo aconteceu em 16 de maio, contra o Figueirense, em Florianópolis, pelo jogo de ida da semifinal da Copa do Brasil.

Ao todo, a derrota deste sábado encerrou uma invencibilidade de dez partidas do Botafogo na atual temporada. “O placar foi conseqüência de ter tomado um gol de lateral. No final, o terceiro foi por causa do jogador a menos e erro de posicionamento”, analisou o meia Lucio Flavio.

Agora, o Botafogo espera voltar a contar o mais rápido possível com Dodô, que foi suspenso preventivamente por 30 dias depois de confirmada a presença de uma substância proibida – femproporex – na sua urina, em exame antidoping realizado após o clássico contra o Vasco.

No entanto, neste sábado, a diretoria descobriu que a substância foi ingerida pelo atleta devido a um erro da farmácia de manipulação que fornece cápsulas de cafeína para o clube.

Após sofrer a primeira derrota neste Campeonato Brasileiro, o Botafogo busca a reabilitação no domingo que vem (22 de julho), contra o Sport, em Recife. Já o Santos vai tentar embalar na competição na próxima quinta-feira, quando disputa o clássico contra o Palmeiras, no Parque Antarctica.

Santos 4 x 1 Cruzeiro

Data: 07/07/2007
Competição: Campeonato Brasileiro
Local: Estádio da Vila Belmiro, em São Paulo, SP.
Renda: R$ 118.320,00
Público: 8.684 pagantes
Árbitro: Wágner Tardelli Azevedo (SC-FIFA)
Auxiliares: Alcides Zawaski Pazetto (SC) e Carlos Berkenbrock (SC)
Cartões amarelos: Alessandro, Rodrigo Tabata e Adriano (S); Charles, Hérick, Guilherme e Ramires (C).
Cartão vermelho: Charles (C)
Gols: Marcos Aurélio (07-1), Fernandinho (09-1), Rodrigo Tabata (30-1) e Pedrinho (45-1); Pedrinho (22-2).

SANTOS
Fábio Costa; Alessandro, Marcelo, Adaílton e Dionísio; Rodrigo Souto, Maldonado (Leonardo), Adriano (Adoniran) e Pedrinho; Rodrigo Tabata e Marcos Aurélio (Vitor Júnior).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

CRUZEIRO
Gatti, Mariano
(Léo Silva), Hérick, Thiago Heleno, Fernandinho, Renan (Guilherme), Ramires, Charles, Wagner, Araújo (Nenê) e Roni.
Técnico: Dorival Júnior



Santos contraria lógica, bate Cruzeiro e se afasta da “degola”

Até se encontrarem neste sábado na Vila Belmiro, pela décima rodada do Campeonato Brasileiro, o Santos ainda não tinha vencido em seu estádio na competição, enquanto o Cruzeiro era tido como visitante “indigesto” por ter bom aproveitamento fora de casa. No entanto, contrariando a lógica, a equipe alvinegra goleou o clube mineiro por 4 a 1 em um jogo bastante movimentado.

Foi a primeira vitória santista diante de sua torcida. Antes, a equipe comandada por Vanderlei Luxemburgo havia disputado quatro jogos no litoral paulista e conquistado apenas dois pontos em empates com Corinthians e Grêmio.

“Nós esperávamos fazer um bom resultado e conseguimos. Foi melhor porque fizemos um bom saldo de gols, o que é importante, porque não estamos bem neste quesito”, disse o meia Pedrinho.

O triunfo serviu também para tirar o Santos da zona de rebaixamento. O clube paulista atingiu 11 pontos, apenas dois a menos do que seu oponente mineiro, que perdeu a oportunidade de aproximar-se do G-4, e ocupa posição intermediária na tabela.

O Cruzeiro confirmou na partida a vulnerabilidade de seu sistema de marcação. A zaga celeste deixou muitos espaços ao ataque adversário por toda a partida. O time já sofreu 22 gols em dez jogos na competição nacional e terminou o confronto deste sábado ostentando o posto de pior defesa.

Depois da goleada sofrida para o Vasco durante a semana, Luxemburgo decidiu colocar em campo uma equipe mais experiente e no 4-4-2 para enfrentar o time celeste. Com isso, retornaram o meia Pedrinho e o atacante Marcos Aurélio, e foi sacada a jovem dupla de ataque formada por Moraes e Wesley. Também voltou o volante ex-cruzeirense Maldonado, recuperado de lesão.

As mudanças do treinador não demoraram a surtir efeito e o Santos abriu o marcador logo aos 7min da etapa inicial. Após cruzamento da direita, Pedrinho aplicou uma bicicleta e a bola sobrou para Marcos Aurélio completar para a rede. No entanto, a vantagem santista durou apenas dois minutos, já que, após passe de Araújo, Fernandinho, com um forte chute no ângulo da meta de Fábio Costa, empatou.

A partida seguiu em ritmo frenético, com as duas equipes criando boas chances para modificar o placar. Contudo, o Santos foi mais eficiente. Aos 31min, Marcos Aurélio fez bela jogada pela esquerda e cruzou na medida para Tabata apenas tocar para o gol.

Destaque da primeira etapa, Marcos Aurélio apareceu bem novamente nos minutos finais e, após boa arrancada, tocou para Pedrinho invadir a área e chutar com força, sem chances para Gatti. “Estamos tendo qualidade para tocar a bola e fazer os gols, isso é o mais importante”, disse o meia autor do terceiro gol.

No segundo tempo, o Cruzeiro voltou mais ofensivo, com a entrada de Guilherme no lugar de Renan, mas o Santos mostrou o mesmo ímpeto da etapa inicial e quase fez o quarto com cabeçada de Rodrigo Souto no travessão.

Melhor em campo, o time da Vila Belmiro seguiu apenas administrando o resultado e, aproveitando os espaços deixados pelo sistema defensivo do Cruzeiro, conseguiu ainda ampliar o marcador. Aos 22min, após cruzamento da esquerda, Pedrinho se antecipou, deixou Gatti no chão e concluiu para fazer um belíssimo gol, seu segundo na partida.

O Santos volta a campo no próximo sábado para enfrentar o líder Botafogo na Vila Belmiro, às 16h. No mesmo dia, às 20h, o Cruzeiro recebe o Goiás no Mineirão.