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Santos 2 x 0 Feyenoord

Data: 28/06/1981, domingo, 14h00 de Brasília.
Competição: Supercopa Mundial de Clubes (Mundialito) – 4ª rodada (última)
Local: Estádio Giuseppe Meazza, em Milão, Itália.
Árbitro: Paolo Bergamo
Gols: Gilson (33-1) e João Paulo (11-2).

SANTOS
Marolla; Suemar, Joãozinho, Amaral e Washington; Toninho Vieira, Pita e Claudinho (Gilberto Costa); Gilson, Elói e João Paulo.
Técnico: Sérgio Clerici

FEYENOORD (HOL)
Hiele; Ivan Nielsen, Ben Wijnstekers (Sjaak Troost), Hans Groenendijk e Stanley Brard; Haan, Jeliazkov e André Stafleu; Peters (Wim van Til), Pierre Vermeulen e Carlo de Leeuw.
Técnico:



Santos derrota Feyenoord e é vice-campeão da Supercopa

Só um milagre poderia dar o título ao Santos. Além de precisar vencer os holandeses por 5 gols de diferença, ainda precisava torcer por uma derrota da favorita Inter contra o Milan.

Com a vitória da Internazionale por 3 a 1, o Santos ficou com o vice, que rendeu US$ 40 mil ao clube.

Fonte: Jornal Folha de SP

Internazionale Milano 4 x 1 Santos

Data: 26/06/1981
Competição: Supercopa Mundial de Clubes (Mundialito) – 3ª rodada (penúltima)
Local: Estádio Giuseppe Meazza, em Milão, Itália.
Árbitro: Gino Meneguti
Gols: Bini (24-1), Orialli (26-1), Toninho Vieira (32-1) e Autobelli (34-1); Muraro (32-2).

INTERNAZIONALE MILANO
Cipolini; Bergomi, Baresi, Pasinato e Bini; Canuti, Prohaska e Bacalosi (Muraro); Orialli, Autobelli e Marini (Caso).
Técnico:

SANTOS
Marolla; Suemar, Joãozinho, Amaral e Washington; Gilberto Costa (Roberto Biônico), Toninho Vieira e Pita; Gilson (Claudinho), Elói e João Paulo.
Técnico: Sérgio Clerici



Só um milagre pode dar título ao Santos

Com remotíssimas possibilidades de ser campeão o Santos enfrentará o Feyenoord (dia 28/06 as 14h de Brasília) em Milão, na última rodada da Supercopa Mundial de Clubes. É que para conquistá-la, precisará vencer o time holandês por cinco gols de diferença e contar ainda com uma derrota da líder e favorita Internazionale para o Milan.

Milan 1 x 2 Santos

Data: 23/06/1981, terça-feira, 21h00 (16h00 de Brasília).
Competição: Supercopa Mundial de Clubes (Mundialito) – 2ª rodada
Local: Estádio Giuseppe Meazza, em Milão, Itália.
Árbitro: Massimo Giulli
Gols: Batistini (11-1); Elói (17-2) e Elói (25-2).

AC MILAN
Pioti; Batistini, Icardi, Tarsotti e Maldena (Minola); Baresi, Novelino (Carotti) e Burlani; Romano, Antoneli e Moro.
Técnico:

SANTOS
Marolla; Suemar, Joãozinho, Amaral e Washington; Gilberto Costa (Gilson), Toninho Vieira e Pita; Claudinho (Roberto Biônico), Elói e João Paulo.
Técnico: Sérgio Clerici



De virada, Santos virada vence o Milan na Supercopa

Com dois gols de Elói, o melhor jogador em campo, ganhou por 2 a 1 e também passou a liderar o torneio

Presidente do Santos não aceitou o pedido de demissão de Clerici antes da partida contra o Milan.

Classificação após a rodada ficou assim:

1) Santos, Feyenoord e Internazionale: 3 pontos;
4) Peñarol: 2 pontos;
5) Milan: 1 ponto.

Próximos jogos:
26/06 – Santos x Internazionale, Milan x Peñarol;
28/06 – Santos x Feyenoord e Internazionale x Milan.

O desabafo de Sérgio Clérice

Na Itália, muitos elogios ao Santos

Fonte: Jornal Folha de SP – 24/06 e 25/06

Peñarol 1 x 1 Santos

Data: 19/06/1981, sexta-feira, 14h00 de Brasília.
Competição: Supercopa Mundial de Clubes (Mundialito) – 1ª rodada
Local: Estádio Giuseppe Meazza, em Milão, Itália.
Árbitro: Pietro Delli di Salerno
Gols: Pita (12-1) e Abaldi (33-2).

SANTOS
Marolla; Suemar, Joãozinho, Amaral e Washington; Gilberto Costa, Toninho Vieira (Mococa) e Pita; Claudinho (Roberto Biônico), Elói e João Paulo.
Técnico: Sérgio Clerici

PEÑAROL (URU)
Alvez; Mercenaro, Diogo, Clavijo e Plaza (Jownson); Fallero, Ortiz e Ruben Paz; Vargas, Morena e Saralegui (Abalde).
Técnico:



Em Milão, Santos estreia empatando com o Penãrol

Estreia do Santos na Supercopa Mundial de Clubes. Na outra partida a Internazionale venceu o Feyenoord por 2 a 1.

Reservas: Oca, Márcio Rossini, Paulinho, Mococa e Elói.

Quintas garante Clérice

Fonte: Jornal Folha de SP

Jogos inesquecíveis


Internazionale Milano 0 x 1 Santos

Data: 24/06/1969, terça-feira, 16h00 de Brasília.
Competição: Recopa Mundial Interclubes 68
Local: Estádio San Siro, em Milão, Itália.
Público: 44.774
Renda: estimada em 200 mil dólares (NCr$ 800 mil)
Árbitro: Ortiz de Mendivil (ESP).
Gol: Toninho (11-2).

FC INTERNAZIONALE MILANO
Ivano Bordon; Tarcisio Burgnich, Aristide Guarnieri, Giancarlo Cella e Cesare Poli; Gianfranco Bedin e Sandro Mazzola; Jair da Costa, Angelo Domenghini, Mario Corso e Giovanni Vastola.
Técnico: Maino Neri

SANTOS FC
Cláudio (Laércio 14′), Carlos Alberto, Ramos Delgado, Djalma Dias e Rildo; Clodoaldo e Negreiros; Edu, Pelé, Toninho Guerreiro e Abel.
Técnico: Antoninho



Santos vence a Inter em San Siro

O Santos precisou jogar apenas meio tempo para superar por apenas 1 a 0, porém, de maneira incontestável, a Internazionale em seus domínios, em Milão. O time brasileiro fez o gol da vitória aos 11′, quando o goleiro italiano Borbon não conseguiu segurar potente chute de Pelé em cobrança de falta e soltou a bola para o oportunista Toninho concluir.

As duas equipes fizeram um jogo trancado e praticamente idêntico na primeira etapa, jogando com apenas dois atacantes efetivos. Pelo Santos, somente Edu e Pelé é que tentaram realmente atacar. Toninho, neutralizado plos adversários no meio-de-campo, não conseguiu jogar de forma eficiente naquele setor. E como Clodoaldo e Negreiros tiveram preocupações defensivas, nada restou a Pelé e Edu senão se baterem, inutilmente, contra a defesa adversária.

Como não poderia deixar de ser, Pelé foi o mais marcado, dificilmente conseguiu escapar do esquema armado pelos italianos para contê-lo: primeiro o médio Bedin, que lhe deu combate inicial e depois a cobertura do marcador eventual “líbero” Cella.

A Inter enfrentava os mesmos problemas que os santistas e procurou explorar mais os contra-ataques, afim de aproveitar a velocidade de Jair e Domenghini, pois, a exemplo dos brasileiros, os demais atacantes tratavam de guarnecer o meio de campo. Disso tudo resultou apenas a impressão de um jogo mais eficiente do Santos, porém menos perigoso que os contra-ataques italianos. Num deles Mazzola chocou-se com Djalma Dias, aos 20 minutos e Vastola apanhoua a rebatida e atirou no poste. Enfim, o primeiro tempo terminou equilibrado e não se pode prever como se desenvolveria o segundo.

A segunda etapa

O Santos melhorou desde o início da segunda etapa, quando Pelé deslocou-se para o lado direito a fim de evitar a marcação de Bedin; Toninho avançou com decisão e marcou o gol; Abel e Edu alternaram-se nas duas pontas e aí surgiu o melhor período do jogo.

Aos 13′, dois minutos após abrir o marcador, o Santos foi prejudicado pelo juiz, quando Pelé, o condutor da reação santista, foi derrubado na área poor Cella, sem que se marcasse o penal.

O Santos dominou a partida e se impôs até os 30′ da segunda etapa, quando passou a prender a bola e correu alguns riscos, porque a Internazionale, para tentar empatar, copiou o seu esquema: avançou com os seus quatro atacantes e até com Bedin e outros defensores. Os italianos porém não se livraram dos contra-ataques santistas. Mas quem perdeu mesmo a grande oportunidade foi o time italiano, faltando um minuto para o fim da partida. Bedin e Mazzola tramaram até que a bola fosse a Burgnich, que com um forte chute atigiu a trave.

Laércio e todos os zagueiros na defesa; Clodoaldo no meio de campo e Toninho e Edu foram os melhores jogadores santistas; e pelo trabalho na segunda etapa Pelé foi o melhor da partida. No time italiano destacaram-se Bordon, Guarnieri, Bedin, Mazzola, Jair e Corso.

Desempate

Esta foi a sétima vez em que Santos e Inter se enfrentaram. Nos embates anteriores cada um vencera três vezes.

Pelé não sai

Pelé disse antes do jogo de ontem que por enquanto não pensa em deixar o Santos e o futebol brasileiro para jogar no exterior. O jogador admitiu, porém, que recebera realmente uma oferta de um milionário mexicano. O empresário Gerardo Sanella, dias antes, garantira que Pelé poderia jogar na Itália em defesa do Milan, Juventus ou Internazionale, na próxima temporada.

Pelé adiantou que “se quisesse abandonar o futebol brasileiro, o teria feito há três ou quatro anos, quando clubes italianos e o Real Madrid me fizeram boas propostas. No momento não estou pensando em sair do Brasil, muito embora as propostas sejam tentadoras.”



Vídeo: Wesley Miranda.