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Fluminense 1 x 4 Santos

Data: 24/05/2009, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 3ª rodada
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, RJ.
Árbitro: Leandro Vuaden (Fifa-RS)
Auxiliares: José Franco Filho e Júlio César Santos (ambos do RS)
Cartões amarelos: Luiz Alberto (F); Léo e Molina (S).
Cartões vermelhos: Eduardo Ratinho e Dieguinho (F).
Gols: Mariano (09-1), Molina (37-1); Madson (06-2), Kléber Pereira (39-2) e Kléber Pereira (41-2).

FLUMINENSE
Fernando Henrique; Mariano (Eduardo Ratinho), Edcarlos, Luiz Alberto e Dieguinho; Wellington Monteiro, Marquinho (Maurício), Darío Conca e Thiago Neves; Maicon (Alan) e Fred.
Técnico: Carlos Alberto Parreira

SANTOS
Fábio Costa, Luizinho, Fabão, Domingos e Léo (Pará); Roberto Brum, Rodrigo Souto, Paulo Henrique Ganso (Paulo Henrique) e Madson; Molina (Neymar) e Kléber Pereira.
Técnico: Vagner Mancini



Trio ofensivo brilha e Santos goleia o Fluminense no Maracanã

O Fluminense não resistiu ao grande futebol apresentado por Molina e Madson, neste domingo, no Maracanã. Cada um deixou a sua marca na goleada, de virada, do Santos por 4 a 1 sobre o Tricolor das Laranjeiras pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro. Kleber Pereira, que não atuava bem, fez dois. O lateral-direito Mariano marcou para os donos da casa.

Com o resultado, o Peixe chegou a sua primeira vitória na competição nacional e alcançou os cinco pontos. Já a equipe comandada por Parreira conheceu a sua primeira derrota e se manteve com quatro.

Ambos voltam a campo no próximo domingo. Enquanto o Tricolor das Laranjeiras enfrentará o Náutico, às 16h, nos Aflitos, o Santos medirá forças com o Corinthians, no mesmo horário, na Vila Belmiro, pela quarta jornada da competição nacional.

A partida já mostrava que o primeiro tempo teria boas emoções. Logo no seu ataque inicial, o Santos quase abriu o placar com Paulo Henrique. A equipe paulista usava a velocidade do seu ataque para pressionar o time da casa e mostrava superioridade.

Porém, este panorama mudou. Logo na primeira chance real que teve, o Fluminense abriu o marcador com Mariano, aos nove. Um minuto depois, Fred quase ampliou. A partir daí, o equilíbrio imperou no confronto realizado no Maracanã.

O Peixe tentava ameaçar com Molina e Madson (Kleber Pereira era sequer notado em campo). Já o Tricolor apostava em Thiago Neves e Fred, que mais uma vez ficava isolado na frente uma vez que Maicon voltava muito para buscar o jogo.

Aos 37 minutos, o Santos igualou o marcador depois de uma falta cobrada pelo colombiano Molina. A partir daí, as duas equipes ‘esperavam’ o término do primeiro tempo.

Assim como no primeiro tempo, o Peixe quase marcou com Paulo Henrique, aos dois. Três minutos depois, não teve jeito. Molina deixou Madson de frente para Fernando Henrique. O meia driblou o goleiro e só empurrou. Com o gol sofrido, o Fluminense se perdeu em campo.

A torcida da casa pedia raça ao time e a situação do Tricolor ficaria ainda mais complicada com a expulsão do Dieguinho, que sequer tinha cartão amarelo, após uma falta em Madson. Tal decisão do árbitro seria fatal para o Fluminense mais à frente.

O lance gerou uma revolta intensa por parte dos jogadores cariocas. Com isso, o Santos pressionava em busca de mais gols e o Fluminense não tinha poder de reação. Eduardo Ratinho ainda foi expulso após entrada desleal em Neymar, que fez a sua estreia no Maracanã ao entrar na vaga de Molina. A partir daí, brilhou a estrela do até então apagado Kleber Pereira, que marcou dois e fechou a conta.

Grêmio 1 x 1 Santos

Data: 10/05/2009, domingo, 18h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 1ª rodada
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre, RS.
Público: 44.548
Renda: R$ 487.644,00
Árbitro: Alício Pena Júnior (MG)
Auxiliares: Marcio Eustaquio Santiago e Helberth Costa Andrade (ambos de MG).
Cartões amarelos: Rafael Marques, Réver, Alex Mineiro e Ruy (G); Luizinho, Fabão, Neymar e Paulo Henrique Ganso (S).
Gols: Réver (31-2) e Molina (40-2).

GRÊMIO
Victor; Léo, Réver e Rafael Marques; Ruy, Adilson, Tcheco (Douglas Costa), Souza e Fábio Santos; Jonas (Túlio) e Maxi López (Alex Mineiro).
Técnico: Marcelo Rospide

SANTOS
Douglas; Luizinho, Fabão, Fabiano Eller e Triguinho (Pará); Roberto Brum, Germano, Paulo Henrique Ganso (Maikon Leite) e Madson; Neymar (Molina) e Kléber Pereira.
Técnico: Vágner Mancini



No fim, Santos arranca empate com Grêmio na estreia do Brasileirão

Com um gol do meia Molina aos 40min do segundo tempo no estádio Olímpico, o Santos foi buscar a igualdade contra o Grêmio e empatou por 1 a 1 na estreia das duas equipes no Campeonato Brasileiro, neste domingo. Réver, aos 31min da segunda etapa, havia aberto o placar para o time da casa, que acabou não conseguindo segurar a vantagem até o final do jogo.

Com o empate, os dois times conquistam um ponto na classificação e ficam estacionados na parte intermediária da tabela do Nacional. Agora, na segunda rodada do Brasileiro, o Santos joga pela primeira vez na Vila Belmiro e recebe o Goiás no próximo domingo, às 16h.

O Grêmio atua no sábado e vai até Belo Horizonte pegar o Atlético-MG às 18h30, no reencontro com o técnico Celso Roth. Antes, porém, recebe o San Martín na próxima quarta-feira, pelo jogo de volta das oitavas-de-final da Copa Libertadores.

“Entrei bem no jogo e saiu um gol muito importante para o nosso time. Desde o ano passado se fala da possibilidade de eu jogar no Grêmio, mas não sei de nada. Hoje meu amor está em Santos e mostrei profissionalismo ao entrar e marcar o gol do nosso empate”, afirmou Molina ao SporTV, na saída do gramado.

O jogo

Em um primeiro tempo equilibrado, Grêmio e Santos repetiram o que as suas torcidas estão acostumadas a ver na temporada: Maxi López ameaçando o gol adversário, Souza arriscando de longe da área e o atacante Kléber Pereira perdendo oportunidades criadas pelo time santista.

Como era esperado pelo técnico Vagner Mancini, que já teve passagem pelo clube gaúcho, o Grêmio partiu para cima do Santos no início e tentou sufocar a equipe da Vila Belmiro com chutes de longa distância e cruzamentos, principalmente com Fábio Santos, que levantou para a Maxi López acertar a trave de Douglas aos 19min.

Antes, Paulo Henrique já havia sido brecado pelo goleiro Victor, mas a principal chance santista começou nos pés do mesmo meia, que lançou o já não tão artilheiro Kléber Pereira no meio da zaga. O atacante dominou bem, deixou seus marcadores para trás, mas acabou fazendo o mais difícil, batendo para fora e desperdiçando a grande chance santista do primeiro tempo.

Após o susto, apesar das diversas tentativas, o Grêmio não conseguiu ameaçar de forma concreta o goleiro Douglas, que substituiu um gripado Fábio Costa. Ainda na primeira etapa, Triguinho sentiu lesão e deixou o gramado do Olímpico, dando lugar para o polivalente Pará, que segurou Ruy na lateral gremista.

Na volta para o segundo tempo, as duas equipes retornaram com as mesmas formações e o mesmo estilo de jogo. O Grêmio pressionando a saída de bola e o Santos apostando na velocidade de Madson e nos passes de Paulo Henrique. E, aos 7min, em mais uma bola cruzada, Réver cabeceou e Douglas salvou o Santos em bela defesa.

Com as duas equipes arriscando menos, o técnico Vagner Mancini resolveu sacar Neymar e colocou Molina em campo. Do outro lado, o treinador Marcelo Rospide tirou Jonas e Maxi López e apostou em Túlio e Alex Mineiro, respectivamente. E, justamente quando o Santos era melhor, o Grêmio abriu o placar.

Após tentativa santista pela direita, o time gaúcho saiu em contra-ataque e com o lateral-direito Luizinho mal posicionado, Réver recebeu livre na esquerda. Após dominar, tirou a marcação e bateu forte de perna direita para fazer o único gol do Grêmio na estreia do Campeonato Brasileiro.

Quando o resultado parecia definido, uma aposta do técnico Mancini deu resultado. Em batida de falta da intermediária, o meia colombiano Molina pegou com precisão na bola e colocou no ângulo esquerdo de Victor, que nada pôde fazer para impedir o gol santista, que fechou o placar no Olímpico.

Santos 1 x 0 São Paulo

Data: 01/03/2009, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Paulista – 11ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 9.299 pagantes
Renda: R$ 281.535,00
Árbitro: Wilson Luiz Seneme.
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho e Everson Luquesi Soares.
Cartões amarelos: Fabiano Eller, Molina, Domingos, Fabão, Roberto Brum (S); Dagoberto, Washington (SP).
Gol: Molina (40-1).

SANTOS
Fábio Costa, Fabão, Fabiano Eller e Domingos (Róbson); Luizinho, Roberto Brum, Rodrigo Souto, Molina (Germano), Madson e Leo (Pará); Roni.
Técnico: Vágner Mancini

SÃO PAULO
Rogério Ceni, Andre Dias, Renato Silva e Rodrigo (Arouca); Wagner Diniz (Zé Luís), Jean, Hernanes, Hugo (Júnior César) e Jorge Wagner; Dagoberto e Washington.
Técnico: Muricy Ramalho



Com gol de Molina, Santos vence São Paulo na Vila e finda tabus

Um gol do colombiano Molina na tarde deste domingo na Vila Belmiro foi suficiente para o Santos encerrar dois tabus. A equipe alvinegra venceu o rival São Paulo após sete jogos – 1 a 0 – e voltou a ganhar um clássico após um ano de jejum – a última vez aconteceu em março de 2008, 2 a 1 sobre o Corinthians.

Com o triunfo em casa, o clube alvinegro vai a 20 pontos e sobe para a quarta colocação na tabela. Já o tricolor segue em terceiro, com 23.

“Esse é um time que está se remontando. Vai oscilar ainda, mas no clássico foi mais consistente, aproveitou melhor as chances que criou. Jogamos como time grande e fomos premiados com uma vitória”, discursou o capitão santista Fábio Costa.

Do outro lado, Rogério Ceni lamentou os erros de finalização. “O São Paulo foi melhor. Tivemos uma desatenção no gol deles, melhores no segundo tempo, criamos, mas não conseguimos marcar”, opinou.

O gol saiu aos 40min do primeiro tempo. Roni cruzou na área de voleio e Molina pegou de primeira. Rogério Ceni bateu na bola, mas não conseguiu evitar que ela balançasse a rede.

Os dois treinadores optaram pelo esquema com três zagueiros. Os donos da casa foram a campo com apenas um atacante, Roni, enquanto os visitantes apostaram na dupla Dagoberto e Washington.

O jogo começou truncado, com faltas duras para os dois lados – foram cinco cartões amarelos na etapa inicial. As duas equipes não encontravam uma forma de chegar aos gols de Rogério Ceni e Fábio Costa e arriscavam chutes de longe, sem perigo.

Aos 22min, Washington recebeu na área de costas, protegeu de Fabão com o corpo e caiu. O árbitro mostrou cartão amarelo por simulação. No intervalo, ao camisa 9 tricolor reclamou. “Ele [Fabão] me puxou e perdi o equilíbrio. Foi pênalti e o árbitro não marcou.”

Quatro minutos depois, Washington protagonizou a melhor chance de gol da equipe da capital. Após cobrança de escanteio, ele cabeceou para o chão, a bola passou por Fábio Costa, porém Léo tirou com a barriga, em cima da linha.

O Santos respondeu aos 40min, com o gol. “É uma partida muito importante, e a gente tem que manter o ritmo. São mais 45 minutos contra um time muito forte. Se puder ir pra cima e matar o jogo, melhor, senão é manter”, discursou Molina na saída para o vestiário.

“Nosso time está bem e tivemos chances. Mas é preciso jogar mais perto, jogamos muito longe uns dos outros”, respondeu Dagoberto.

Na etapa final, Muricy trocou seus dois alas. Voltou com Zé Luiz no lugar de Wagner Diniz e, aos 10min, sacou Hugo, deslocou Jorge Wagner para o meio e colocou Junior Cesar para atuar pelo lado esquerdo.

O time da capital cresceu e passou a ter domínio do duelo, até porque a equipe do litoral recuou.

Foram pelo menos quatro chances claras de gol, porém os são-paulinos pecaram no arremate. Os santistas chegaram com perigo uma vez ao gol de Rogério: Luizinho cruzou na área, André Dias tentou afastar e quase fez contra, carimbando o travessão.

A insistência do conjunto do técnico Muricy Ramalho não surtiu efeito, e a equipe de Vagner Mancini conseguiu segurar a vitória, para festa dos quase 10 mil torcedores que foram à Vila.

Bragantino 2 x 2 Santos

Data: 26/02/2009, quinta-feira, 21h30.
Competição: Campeonato Paulista – 10ª rodada
Local: Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista, SP.
Público: 2.107 pagantes
Renda: R$ 50.250,00
Árbitro: Paulo Roberto Ferreira
Auxiliares: Rafael Ferreira da Silva e Rogerio Pablos Zanardo
Cartões amarelos: Malaquias e Somália (B); Triguinho (S).
Cartões vermelho: Thiago Almeida (B)
Gols: Malaquias (23-1), M. Goldri (39-1); Rodrigo Souto (13-2) e Molina (27-2).

BRAGANTINO
Gilvan; Gabriel, César Gaúcho e Marcelo Goldri; Thiago Almeida, Moradei, Adãozinho (Adriano), Somália e Pará; Malaquias (Da Silva) e Nunes (Bill).
Técnico: Marcelo Veiga

SANTOS
Fábio Costa; Luizinho (Pará), Fabiano Eller, Fabão e Triguinho (Domingos); Roberto Brum, Rodrigo Souto, Molina e Madson e Róbson; Kléber Pereira (Roni).
Técnico: Vagner Mancini



Santos acorda no 2º tempo e arranca empate em Bragança

No jogo em que Vagner Mancini havia pedido um Santos mais acelerado, o time continuou apresentando sonolência, sobretudo no 1º tempo, mas teve fôlego para correr e tirar desvantagem de 2 a 0, empatando o duelo do Bragantino por 2 a 2, em Bragança Paulista, pelo Estadual.

Eletrizante, a partida teve dois “donos”. O Bragantino mandou na primeira etapa. Já o Santos dominou completamente o adversário após o intervalo. O empate deixou o time da Vila fora do G-4. Já o time do interior segue ameaçado de rebaixamento.

“Ficamos em cima, e conseguimos empatar. Tivemos um gol no 1º tempo, mas estava impedido. Depois jogamos bem e quase ganhamos”, ilustrou Molina, em entrevista ao Sportv.

Foi o Bragantino quem botou velocidade ao jogo na primeira etapa, envolvendo facilmente a zaga santista, com jogadas criadas principalmente por Pará, Nunes e Malaquias. Já o Santos reverteu o jogo depois que Mancini avançou todo o time na segunda etapa.

Lento nos 45 min iniciais, o Santos acabou sobrecarregando Fábio Costa, que impediu o gol do time interiorano em vários lances. Mas o goleiro santista não evitou o gol de Malaquias, que, impedido, não teve dificuldade para penetrar na defesa alvinegra.

Para piorar a situação do Santos, Kléber Pereira sentiu fisgada na coxa e deixou o campo logo aos 22 minutos da etapa inicial. Ele dificilmente atua contra o São Paulo, domingo, na Vila.

Sobrando em campo, o Bragantino continuou ameaçando Fábio Costa, seja em cobranças de faltas, com Gabriel, seja em tabelas. O esquema 4-5-1 adotado por Mancini travou, evidenciado após saída de Pereira, contundido.

O Braga chegou ao segundo gol em jogada de escanteio. Marcelo Goldri invadiu a área e tocou para o gol. Fabio Costa reclamou de empurrão nele dentro da pequena área.

O Santos se lançou para o ataque no segundo tempo. Mancini adiantou os volantes Roberto Brum e Rodrigo Souto, liberando Molina para o ataque. Eller virou lateral-esquerdo. Em contrapartida, a zaga ganhou a proteção de Domingos.

No segundo tempo, time da Vila é quem teve o controle total de jogo, chegando ao gol com Rodrigo Souto.

Restou ao Bragantino explorar o contra-ataque. Thiago Almeida, expulso, fez o Bragantino ficar ainda mais recuado. O receio de se aventurar no ataque custou caro ao Bragantino. Molina empatou a partida ao aproveitar cruzamento de Fabão.

Faltando um minuto para o término de jogo, Pará por pouco não recolocou o Bragantino à frente no marcador. Cobrança de falta bateu no travessão de Fábio Costa.

Coritiba 5 x 1 Santos

Data: 22/11/2008, sábado, 18h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 36ª rodada
Local: Estádio Couto Pereira, em Curitiba, PR.
Árbitro: Giuliano Bozzano (DF)
Auxiliares: Renato Miguel Vieira (DF) e João Patrício Araújo (GO)
Cartões amarelos: Marlos e Bernardi (C); Molina (S).
Gols: Keirrison (26-1); Keirrison (02-2), Molina (10-2), Ariel (24-2), Keirrison (31-2) e Keirrison (35-2).

CORITIBA
Vanderlei, Tiago Bernardi, Rodrigo Mancha e Felipe; Arílton, Alê, Carlinhos Paraíba, Marlos e Ricardinho; Ariel (Guaru) e Keirrison (Henrique Dias).
Técnico: Dorival Júnior

SANTOS
Fábio Costa; Wendel (Pará), Adaílton, Domingos e Kleber; Rodrigo Souto, Brum, Bida (Cuevas) e Molina; Miachel (Adriano) e Kléber Pereira.
Técnico: Márcio Fernandes



Com 4 gols de Keirrison, Coritiba atropela Santos por 5 a 1

Com quatro gols de Keirrison, o Coritiba goleou o Santos por 5 a 1, neste sábado, no Couto Pereira, pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o Alviverde garantiu matematicamente sua classificação para a Copa Sul-Americana. O Santos, que sonha com uma vaga no torneio continental, continuou fora da zona de classificação e ainda não conseguiu espantar de vez o risco de rebaixamento.

O artilheiro Keirrison, que não marcava há sete jogos, mostrou que é o “carrasco” do Peixe. Foi seu sétimo gol contra o time paulista, somente neste Brasileiro. No primeiro turno, na Vila Belmiro, ele marcou os três da vitória por 3 a 1.

Com o resultado, o Coxa voltou a vencer após três partidas e atingiu o sexto lugar, com 53 pontos. Na próxima rodada, o time volta a jogar em casa, domingo (30), às 16h, contra o Vasco.

O Santos não conseguiu evoluir na tabela e segue em 13º, com 43 pontos. Também no domingo (30) joga no Mineirão, diante do Atlético-MG, às 16h.

O jogo

O Santos começou fechado, jogando em seu campo de defesa, dificultando bastante o jogo do Coritiba, que tinha mais posse de bola e tentava pressionar.

O Peixe se defendia, mas quando atacava o fazia com perigo. Em duas jogadas seguidas, o time praiano só não abriu o placar porque o goleiro Vanderlei não permitiu. Aos 14 minutos, após um cruzamento, Felipe desviou contra, mas o goleiro fez a defesa. Dois minutos depois, o arqueiro fez duas defesas em seqüência. A primeira num chute de Rodrigo Souto e depois no rebote, nos pés de Kléber Pereira.

Numa jogada rápida, porém, o Coritiba abriu o placar. Marlos escapou pela direita e cruzou para Keirrison, que se antecipou à zaga e desviou de primeira, no canto direito de Fábio Costa.

O Coritiba não deu chance para o Santos reagir no segundo tempo. Aos 2 minutos, o jovem ala Arilton avançou pela direita e cruzou para Keirrison completar e ampliar o placar. Sem se abater, o Santos se soltou em busca do gol e diminuiu aos 10 minutos. Molina tabelou na entrada da área invadiu e bateu de bico. A bola bateu na trave esquerda e entrou.

O Santos partiu com tudo para buscar o empate e abriu espaços para o contra-ataque do Coxa. Aos 24 minutos, novamente Marlos avançou e rolou para Ariel completar e fazer o terceiro.

Ficou fácil. Aos 28 minutos, Arilton invadiu a área e foi derrubado por Adaílton. Pênalti, que Keirrison cobrou e ampliou para 4 a 1.

Em grande noite, o artilheiro coxa-branca ainda fez mais um, seu quarto gol na partida. Ricardinho invadiu a área e cruzou para Keirrison, sozinho, empurrar e fechar a goleada histórica. Foi 20º gol do atacante, que encostou em Kléber Pereira, artilheiro do Brasileiro, com 21 gols.

O grande destaque do jogo, deixou a partida antes do final, por sentir um contusão. “Acho que fui iluminado. O Santos tem títulos, o melhor do mundo jogou lá. Graças a Deus eu tive esta felicidade de fazer quatro gols”, comentou.