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Atlético-PR 0 x 2 Santos

Data: 30/07/2003, quarta-feira, 20h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 14ª rodada (jogo atrasado)
Local: Arena da Baixada, em Curitiba, PR.
Público: 23.464 pagantes
Renda: R$ 311.336,00
Árbitro: Edilson Soares da Silva (RJ)
Auxiliares: Manoel do C. Ferreira Pires (RJ) e Carlos H. Alves de Lima (RJ)
Cartões amarelos: Alessandro, Adriano, Jadson, Ricardinho e Fernandinho (A); Pereira, Léo, Paulo Almeida e Reginaldo Araújo (S).
Gols: Nenê (07-2) e Renato (13-2).

ATLÉTICO-PR
Diego; Juliano (Fernandinho), Rogério e Igor; Alessandro, Leomar, Luciano Santos (Michel), Jadson (Ricardinho) e Fabrício; Adriano e Ilan
Técnico: Osvaldo Alvarez

SANTOS
Fábio Costa; Reginaldo Araújo, Pereira (Preto), Alex e Léo; Paulo Almeida, Renato, Elano e Diego (Daniel); Robinho (Nenê) e Fabiano
Técnico: Emerson Leão



Santos passa pelo Atlético-PR e é vice-líder do Brasileiro

Jogando de maneira inteligente e apostando nos contragolpes em velocidade, o Santos conquistou um importante resultado ao vencer o Atlético-PR por 2 a 0, nesta quarta-feira, na Arena da Baixada, em Curitiba, em partida adiada da 14ª rodada (dia 22 de junho) do Campeonato Brasileiro.

Com o resultado, o Santos assume a segunda colocação isolada do Brasileiro. A equipe alvinegra chega aos 44 pontos, deixando o São Paulo em terceiro, com 41. O Cruzeiro continua na liderança, com 46.

Já a equipe time paranaense segue sem vencer há três jogos (derrotas para o Guarani em Campinas e Santos em casa, além de um empate diante do Paysandu em Curitiba) e permanece com 26 pontos, na 17º colocação na tabela de classificação.

As duas equipes entraram em campo reforçadas. No Atlético, o zagueiro Rogério Corrêa e o atacante Ilan voltaram depois de cumprir suspensão, enquanto o meia Adriano retornou depois de renovar seu contrato com o clube.

No Santos, as novidades foram Diego, Robinho, Paulo Almeida e Alex, que estavam servindo a seleção brasileira, além de Fábio Costa e Fabiano, que já cumpriram os quatro jogos de suspensão impostos pelo STJD. Em compensação, a equipe alvinegra não pôde contar com Ricardo Oliveira, negociado com o futebol espanhol.

No primeiro tempo, o Atlético manteve mais a posse de bola, mas o Santos foi mais perigoso nos contra-ataques. Na segunda etapa, o time santista provou que não sentiu a ausência de Ricardo Oliveira e fez dois gols em 13min, matando o adversário e garantindo a vitória.

O Santos volta a campo no próximo sábado, contra o Grêmio, no estádio Olímpico, em Porto Alegre. Já o Atlético-PR busca a reabilitação contra o Vasco, domingo, em São Januário, às 18h, pela 23ª rodada, a última do primeiro turno do Brasileiro.

O jogo

O Atlético começou melhor e criou a primeira chance aos 9min. Jadson cruzou da direita e, depois de bate-rebate, a bola sobrou para Igor, que chutou rasteiro, mas Alex salvou o Santos no meio do caminho.

Mesmo mantendo a posse de bola, o Atlético afunilava as jogadas pelo meio da área e errava passes, dando o contragolpe ao Santos, que era perigoso nos seus avanços em velocidade.

Aos 21min, Diego fez um belo lançamento para Elano, que saiu na cara do goleiro Diego, mas o atleticano conseguiu fazer a defesa. Na seqüência da jogada, Elano dominou e cruzou para Fabiano, que subiu livre, mas cabeceou à direita do gol.

Quatro minutos depois, Fabiano recebeu com liberdade, pela esquerda da área, e mandou de canhota, mas o tiro saiu por cima do gol. Aos 39min, o Atlético, que não conseguia invadir a área santista, criou boa chance em chute de fora da área de Ilan. A bola pegou grande efeito e ia entrando no canto esquerdo, mas Fábio Costa conseguiu espalmar.

Ilan fez boa jogada aos 41min e foi derrubado na entrada da área. Fabrício cobrou a falta e a bola passou com perigo, à direita da trave alvinegra. Aos 43min, Alex soltou a bomba em cobrança de falta e Diego fez outra defesa importante.

O Santos abriu o placar logo aos 7min da segunda etapa. Nenê fez boa jogada pela esquerda e sofreu falta rente à linha de fundo. Na cobrança ensaiada, Elano rolou para o próprio Nenê, que bateu da marca de pênalti no ângulo esquerdo, sem chances de defesa.

O time da casa quase empatou aos 9min. Depois de bobeira da dupla Alex e Preto, a bola ficou com Ilan, que limpou a jogada e rolou para Jadson, livre, na pequena área. No entanto, o meia não entendeu e acabou não alcançando a bola.

O erro atleticano foi fatal. Aos 13min, o capitão Renato avançou em alta velocidade pela intermediária, tabelou com Fabiano e chutou forte de pé direito, rasteiro, no canto esquerdo de Diego, marcando o segundo gol santista.

Depois de fazer 2 a 0, o Santos se fechou e esperou o Atlético em seu campo. O time paranaense tentou o ataque de forma desordenada e deu espaços para os contragolpes santistas, como aos 25min, quando Fabiano perdeu bela oportunidade depois de cruzamento de Reginaldo Araújo.

A partir dos 35min, o panorama do jogo não se modificou, mas o ritmo da partida caiu. O resultado adverso gerou protestos da torcida atleticana, principalmente contra o técnico Oswaldo Alvarez, o Vadão.

Fluminense 1 x 4 Santos

Data: 19/07/2003
Competição: Campeonato Brasileiro
Local: Estádio Giulite Coutinho (Edson Passos), em Mesquita, RJ.
Público: 3.251 pessoas (2.586 pagantes e 665 não-pagantes)
Renda: R$ 29.545,00
Árbitro: Antônio Hora Filho (SE)
Cartões amarelos: Rodolfo, Kléber e Josafá (F); Elano e Daniel (S).
Cartões vermelhos: Josafá (F) e Daniel (S).
Gols: Elano (36-1), Romário (40-1) e Nenê (45-1); Ricardo Oliveira (18-2) e Jerri (47-2).

FLUMINENSE
Kléber; Johnathan, César, Rodolfo e Jadílson; Marcão, Marciel (Joãozinho), Zada (Sorato) e Lopres (França); Josafá e Romário
Técnico: Joel Santana

SANTOS
Júlio Sérgio; Wellington (Preto), André Luís, Pereira e Léo; Daniel, Alexandre (Jerri), Renato e Elano; Nenê (Rubens Cardoso) e Ricardo Oliveira
Técnico: Emerson Leão



Romário marca mas Fluminense perde de goleada para o Santos

O Santos conseguiu mais uma boa vitória na tarde deste sábado. Na estréia do técnico Joel Santana no comando do Fluminense, a equipe foi derrotada pelo Santos por 4 a 1. Santana na verdade ficou apenas na tribuna, fazendo anotações, enquanto no campo quem comandava mesmo era o interino Gílson Gênio.

Com a vitória, o Santos se firma na terceira posição, com 37 pontos ganhos, mas ainda ficará com um jogo a menos ao término da rodada deste final de semana. Na 18ª posição, com apenas 22 pontos, o Fluminense vê sua situação ainda mais agravada.

O Santos volta a jogar na próxima Quarta-feira contra o lanterna Goiás, na Vila Belmiro. O Fluminense entra em campo na Quinta-feira contra o São Caetano, no ABC Paulista.

O jogo

Antes mesmo do início da partida um fato inusitado aconteceu no campo do América-RJ, onde o Fluminense mandou o jogo para economizar dinheiro. O zagueiro santista Pareira teve uma indisposição gástrica e vomitou no campo. O zagueiro se recuperou rapidamente e disptou a partida. O imprevisto causou um atraso de seis minutos no início da partida.

Com a bola rolando o Santos começou melhor, arriscando mais, porém com falhas na finalização, Aos 5 min, a primeira oportunidade. Elano chutou de fora da área e goleiro Kléber colocou para escanteio. De cabeça, Renato chegou duas vezes ao gol, aos 9min e aos 16min, mas não levou perigo.

O Fluminense teve sua primeira oportunidade somente aos 20min. Até então, o time carioca havia passado apenas uma vez do meio campo. A primeira finalização do fluminense também foi a mais perigosa da partida até aquele momento. Romário recebeu na pequena área e chutou cruzado. A bola passou por toda a pequena área e saiu pela linha de fundo. Aos 25min. Cesar também perdeu boa oportunidade.

Depois de um período sem atacar, o Santos voltou a dar trabalho ao goleiro cleber aos 30min. Ricardo acertou um chute forte da meia lua, que contou com um desvio na zaga fluminense. O goleiro Kléber conseguiu colocar para escanteio.

Aos 36min, Elano abriu o placar para o Santos. Renato recebeu cruzamento na direita e passou para Elano no meio da área. O atacante santista chutou de primeira, sem chance para o goleiro Kléber.

A reação do Fluminense veio logo em seguida. Aos 39 min, após falha da defesa do santos, Romário, que não jogava desde 22 de junho, ficou sozinho dentro da área. Com tranqüilidade, o baixinho chutou por baixo do goleiro santista para empatar a partida

A zaga do fluminense também falhou e permitiu o segundo gol do Santos, aos 45min. Após um erro na saída de bola, Nenê roubou a bola e chutou cruzado, sem chance para reação do goleiro carioca.

No segundo tempo, a partida estava bem mais movimentada, com os times criando boas oportunidades de gol. A primeira boa chance foi do Fluminense. Josafá cabeceou com muito perigo, enganando a torcida tricolor, mas a bola sai pela linha de fundo.

Aos 18min, Léo invadiu a área e fui derrubado pelo goleiro Kléber. Mesmo no chão, conseguiu chutar para o gol. A bola entrou, mas o juiz preferiu marcar pênalti, que Ricardo Oliveira cobrou e ampliou a vantagem santista.

A situação para o Fluminense reagir ficou ainda pior aos 35min. Após cair dentro da área, o Juiz entendeu que Josafá simulou pênalti e expulsou o jogador. Aos 40min., o Santos também perdeu um jogador. Daniel foi expulso após fazer falta por trás.

Quando tudo parecia definido no Rio de Janeiro, Jerry, aos 47min, acertou um lindo chute da entrada da área e ampliar a goleada. A bola entrou no ângulo direito do Kléber, sem chance de defesa.

Corinthians 1 x 1 Santos

Data: 09/07/2003, quarta-feira, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo, SP.
Árbitro: Sálvio Spindola Fagundes Filho (SP)
Auxiliares: Valter José dos Reis (SP) e Ednílson Corona (SP)
Cartões amarelos: Fabrício, Fábio Luciano, Vinícius, Renato (C); Pereira, Fabiano, Fábio Costa, Elano, Alexandre (S)
Gols: Nenê (13-1) e Leandro Amaral (45-2).

CORINTHIANS
Doni; Rogério, Fábio Luciano, César e Vinícius; Fabinho, Fabrício (Leandro Amaral), Fumagalli e Jorge Wagner (Renato); Liedson e Gil
Técnico: Geninho

SANTOS
Fábio Costa; Elano (Reginaldo Araújo), André Luís, Pereira (Preto) e Léo; Alexandre, Renato, Jerri (Rubens Cardoso) e Fabiano; Ricardo Oliveira e Nenê
Técnico: Émerson Leão



Corinthians empata com o Santos no final e clássico acaba com confusão

No primeiro clássico entre Corinthians e Santos na temporada, a partida acabou empatada por 1 a 1. O time praiano vencia a partida até os 45min do segundo tempo, quando Leandro Amaral fez o gol.

Mesmo com esse vacilo no final, o Santos assumiu provisoriamente a liderança do Campeonato Brasileiro, com 31 pontos. O Corinthians, por sua vez, soma agora 24 pontos e está na oitava colocação.

Além do gol no final, o time de Parque São Jorge conseguiu acabar com uma série de cinco derrotas consecutivas contra os santistas. Todas essas partidas aconteceram no ano passado e duas delas valeram pela decisão do Brasileirão.

No final da partida, o goleiro santista Fábio Costa se desentendeu com o atacante Liedson e gerou uma confusão que durou mais de cinco minutos.

O espetáculo teve um público aquém das expectativas principalmente pelo excesso de desfalques. O Santos não pôde contar com Alex, Diego, Robinho e Paulo Almeida, todos na Seleção Brasileira Sub-23. No Corinthians, Geninho ficou sem Kléber e Pingo, contundidos, além de Ânderson, Moreno e Leandro, suspensos.

O jogo

A grande novidade para o time da Baixada Santista foi o retorno de Elano, que foi improvisado na lateral e criou as jogadas mais perigosas dos primeiros minutos.

Aos 3min, Elano lançou Nenê, que perdeu um gol incrível, mas o lance já estava paralisado porque o atacante estava impedido. Seis minutos mais tarde, ele cobrou escanteio na cabeça de André Luís, que mandou no meio do gol para fácil defesa de Doni.

No melhor lance do time de Parque São Jorge, o atacante Liédson aproveitou um cruzamento do lateral Vinícius e, da pequena área, cabeceou por cima do gol.

Mas o Santos estava melhor e conseguiu abrir o placar aos 13min: o atacante Nenê avançou pela esquerda e bateu cruzado para a bola ainda desviar em Fábio Luciano antes de entrar no cantinho.

Atrás no marcador, o Corinthians partiu para cima do adversário e passou a criar as chances mais perigosas. O goleiro Fábio Costa foi exigido em três lances seguidos e fez grandes defesas. Na mais importante delas, aos 29min, Gil aproveitou um bate-rebate e chutou da entrada da área para Fábio Costa operar um milagre.

O Santos se encolheu bastante e praticamente não teve mais nenhum lance. A única chance aconteceu em um cruzamento de Elano para Ricardo Oliveira acertar a trave, mas o atacante estava em posição irregular.

A última jogada da primeira etapa aconteceu aos 42min, quando o lateral do Corinthians Rogério desperdiçou uma grande oportunidade ao cobrar falta por cima do gol.

Os visitantes voltaram do intervalo com uma alteração do intervalo: o técnico Emerson Leão colocou o zagueiro Preto no lugar de Pereira, que já havia recebido um cartão amarelo no primeiro tempo.

Com o setor defensivo santista mais bem postado, o Santos equilibrou a partida, que ficou sem grandes lances de emoção no início da segunda etapa. Aos 8min, o corintiano Gil subiu mais que a zaga rival e cabeceou para fora depois de cobrança de escanteio.

Elano, que foi uma das principais peças na armação de jogadas, sentiu cansaço depois de 20 dias afastado dos gramados e foi substituído pelo lateral Reginaldo Araújo. Leão aproveitou e, aos 25min, colocou Rubens Cardoso no lugar do meia Jerri, que não esteve bem na partida.

Geninho resolveu colocar o Corinthians no ataque e fez duas alterações, colocando o meia Renato e o atacante Leandro Amaral nos lugares de Jorge Wagner e Fabrício. A torcida não poupou o treinador e o chamou de burro.

Até que, no último minutos, os dois jogadores salvaram seu comandante. Leandro Amaral empatou a partida depois de aproveitar o rebote de Fábio Costa em uma falta cobrada por Renato. Nos acréscimos, uma confusão generalizada tomou conta do gramado e interrompeu a partida por cinco minutos.

Santos 1 x 0 Independiente Medellín

Data: 04/06/2011
Competição: Copa Libertadores – Semifinal – Jogo de ida
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Árbitro: Carlos Amarilla (PAR)
Cartões amarelos: Diego (S); Molina, Montoya, Vasquez, Perea, Jaramillo (I)
Gol: Nenê (23-2).

SANTOS
Fábio Costa; Wellington (Nenê), Alex, Pereira e Léo; Paulo Almeida, Renato, Elano e Diego; Robinho e Fabiano
Técnico: Emerson Leão

INDEPENDIENTE MEDELLÍN
Gonzalles; Calle, Baloy e Perea; Vasquez, Restrepo, Jaramillo, Montoya (Alvarez) e Roberto Carlos Cortes; Moreno
Técnico: Victor Luna



Santos erra muito, mas vence na Vila e fica a um empate da final

A falta de pontaria do Santos quase frustrou os torcedores que compareceram à Vila Belmiro nesta quarta-feira. Mas o reserva Nenê conseguiu fazer o que nenhum titular foi capaz _o gol_ e garantiu a vitória por 1 a 0 sobre o Independiente de Medellín. Agora, para ir à final da Taça Libertadores depois de 40 anos, o atual campeão brasileiro precisa de um empate no próximo dia 18, na Colômbia.

A partida foi um verdadeiro sofrimento para a torcida santista, que ficou com o grito de gol entalado na garganta em várias oportunidades. No primeiro tempo o Santos criou diversas oportunidades, mas desperdiçou pelo menos cinco chances claríssimas de gol. Na segunda etapa os donos da casa encontraram mais dificuldades, mas conseguiram o gol da vitória com Nenê, que entrou no lugar do lateral Wellington.

As duas primeiras das inúmeras oportunidades perdidas estiveram nos pés de Robinho. Logo aos 2min, ele recebeu um belo passe de Léo e chutou com efeito, rasteiro. A bola saiu rente à trave esquerda do goleiro Gonzalles. Dois minutos depois, o camisa 7 errou uma cabeçada com o gol aberto. A bola acabou sobrando para Fabiano, mas o meia, que mais uma vez atuou improvisado no ataque, estava impedido, situação que se repetiu várias vezes durante o jogo.

Depois foi a vez do meia Renato. Ele aproveitou rebote da zaga do Independiente e chutou livre, mas para fora, perdendo uma chance incrível. Mas nos minutos iniciais foi o Independiente que teve a oportunidade mais clara. O zagueiro Alex errou na saída de bola, Molina chutou cruzado da esquerda e a bola sobrou para Moreno na área. Ele pegou de primeira, Fábio Costa defendeu com as pernas e a bola ainda tocou no travessão antes de sair.

Após o susto o Santos seguiu dominando a partida e pressionando os colombianos. Aos 27min, Pereira subiu mais que a zaga adversária, e o zagueiro Calle evitou o gol em cima da linha. No final do primeiro tempo, Elano conseguiu o que parecia impossível. Sozinho na pequena área, sem goleiro, o meio-campista bateu na bola com o joelho e perdeu o gol. Depois deste lance, o placar da primeira etapa não poderia ter sido outro: 0 a 0.

Na segunda etapa quem começou assustando foi o Independiente. Logo aos 2min, Molina chutou colocado de fora da área e obrigou Fábio Costa a espalmar para escanteio. Mas a partir daí só deu Santos novamente.

Como os colombianos pouco atacavam, o técnico Emerson Leão resolveu tirar o lateral-direito Wellington e colocou Nenê. O meia-atacante não demorou muito para fazer aquilo que seus companheiros não conseguiram em mais de uma hora. Aos 23min, 12 minutos depois de entrar, Nenê limpou uma jogada na área e chutou cruzado, rasteiro. Santos, enfim, 1 a 0.

Após o gol, o outro único bom momento esteve nos pés de Nenê novamente. Ele cobrou falta do setor esquerdo e acertou o travessão. E foi só. Uma vitória sofrida na Vila, como já vem se tornando comum pela Libertadores e também pelo Brasileiro.

“Tivemos no mínimo umas dez oportunidades criadas no primeiro tempo, e umas quatro no segundo. Um time que cria 14 oportunidades e faz só um está devendo”, afirmou o técnico Emerson Leão, em entrevista coletiva nos vestiários da Vila.

O meia Diego também não ficou satisfeito com o placar. “Por tudo o que fizemos no jogo, acabou sendo um resultado magro. Mas, se jogarmos da mesma forma como atuamos aqui, podemos sair com a classificação em Medellín.”

Santos 3 x 3 Goiás

Data: 23/07/2003, quarta-feira, 21h40.
Competição: Campeonato Brasileiro – 21ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 4.091 pagantes
Renda: R$ 44.576,00
Árbitro: Elvecio Zequetto (MS).
Auxliares: Ivanilton Bandeira da Silveira (MS) e Paulo César Ferreira de Freitas (MS).
Cartões amarelos: Júlio César, Pereira, Jerri e Léo (S); Thiago, Josué e Rodrigo Calaça (G).
Gols: Jerri (28-1), Nenê (36-1), Fabão (41-1) e Araújo (47-2); Ricardo Oliveira (15-2) e Dimba (23-2).

SANTOS
Júlio Sérgio; Reginaldo Araújo, Pereira, André Luís e Léo; Wellington, Renato, Jerri (Rubens Cardoso) e Nenê; Júlio César (Douglas) e Ricardo Oliveira.
Técnico: Leão

GOIÁS
Rodrigo Calaça; Michel (Wando), Fabão, Renato e Gustavo; Simão, Josué, Thiago (Gil Baiano) e Danilo (Pedro Paulo); Dimba e Araújo.
Técnico: Cuca



Desfalcado, Santos não passa de empate em casa com o Goiás

Com muito desfalques, o Santos não conseguiu segurar o ataque do Goiás e ficou num empate por 3 a 3, nesta quarta-feira à noite, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro. A partida foi disputada no estádio da Vila Belmiro, em Santos.

A equipe paulista jogou sem Diego, Robinho, Alex e Paulo Almeida, que estão na seleção brasileira. Além deles, Elano, Fábio Costa e Fabiano não jogaram por estarem suspensos. No ataque, o time santista mostrou bom futebol, principalmente com Nenê, mas na zaga o Santos sentiu os desfalques.

Bom para Araújo e Dimba, dupla de ataque do Goiás que fez uma ótima partida. Marcando o terceiro gol do time alviverde, Dimba chegou aos 16, liderando a artilharia do Brasileirão. Luís Fabiano, do São Paulo, tem 15 e joga nesta quinta-feira contra a Ponte Preta, no Morumbi.

O empate em casa foi péssimo para o Santos. Com a derrota do Cruzeiro para o Paysandu, o time alvinegro poderia diminuir a distância para o líder. O Santos soma agora 38 pontos, contra 43 do Cruzeiro. A equipe santista, porém, tem um jogo a menos.

Já o Goiás, apesar do bom futebol e do empate fora de casa, continua na lanterna e distante de seus adversários diretos. O alviverde goiano soma agora 16 pontos ganhos, três a menos que o Grêmio, que joga nesta quinta.

Gols

A partida começou aberta e logo aos 3min o Goiás perdeu uma ótima chance para marcar. Após tabelar com Dimba, Araújo ficou livre na área e bateu cruzado, para fora. Após o susto, o Santos tomou conta da partida, dominando seu adversário.

Bem em campo, o time santista desperdiçou uma oportunidade aos 9min. Júlio César fez boa jogada e cruzou para Jerri. O atacante, quase na pequena área, bateu para fora do gol. A pressão santista não parou e depois de outras chances perdidas, a equipe da Vila abriu o placar.

Aos 27min, Jerri recebeu bom passe e bateu bonito para o gol, não dando chance de defesa ao goleiro Rodrigo Calaça. Apenas um minuto depois, Nenê foi derrubado na área. O atacante Ricardo Oliveira cobrou a penalidade, mandando a bola por cima do gol.

Bem em campo, Nenê ampliou a vantagem santista aos 35min. Após cruzamento na área, o jogador do Santos foi mais rápido que a zaga e tocou de letra, marcando um belo gol na Vila Belmiro. O bom primeiro tempo santista, porém, foi desperdiçado nos últimos minutos.

Aos 41min, Fabão cobrou falta com força e descontou. E aos 45min, Gustavo fez ótima jogada e bateu para o gol. O goleiro Júlio Sérgio fez a defesa parcial, mas o atacante Araújo apareceu com velocidade no rebote e tocou para o gol.

A etapa final não foi menos movimentada. Aos 5min, Pereira chegou a marcar para o Santos, mas o gol foi anulado. O zagueiro, porém, estava em posição legal. Um minuto depois, o ataque do Goiás fez boa triangulação e Araújo bateu cruzado. Júlio Sérgio salvou o Santos.

Como no primeiro tempo, o Santos teve mais presença ofensiva, chegando sempre à área adversária. E depois de desperdiçar boas chances, a equipe paulista marcou o terceiro. Renato fez um ótimo lançamento para Ricardo Oliveira, que marcou na saída de Rodrigo Calaça, aos 15min.

O Goiás não desistiu. E contando com a boa atuação de sua dupla de ataque chegou novamente ao empate. Aos 22min, Araújo fez ótima jogada e foi derrubado perto da área. Dimba cobrou a falta com perfeição e acertou o ângulo direito de Júlio Sérgio.

O empate do Goiás abalou o Santos. A equipe alvinegra não conseguiu manter o mesmo futebol e só voltou a ameaçar o gol goiano aos 33min, numa cobrança de falta de Nenê, bem desviada para escanteio pelo goleiro Rodrigo Calaça.

O Goiás continuou assustando nos contra-ataques, chegando sempre com facilidade até a área do Santos. Mas o último grande lance da partida foi novamente do time paulista. Aos 43min, Nenê cobrou falta no travessão do Goiás.

No final da partida, o árbitro Elvecio Zequetto armou uma confusão. Aos 47min, Zequetto deu o segundo cartão amarelo para Léo. O próprio lateral confirmou ter recebido dois cartões, mas permanceu até o fim do jogo.