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Santos 0 x 0 Olimpia-PAR

Data: 15/09/2020, terça-feira, 21h30.
Competição: Copa Libertadores – Grupo G – 3ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: fechado devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Leodán Gonzalez (URU)
Auxiliares: Nicolas Taran e Richard Trinidad (ambos do URU).
Cartões amarelos: Marinho (S); Candia e De La Cruz (O).
Cartões vermelhos: Rodrigo Rojas (O).

SANTOS
João Paulo; Pará (Madson), Lucas Veríssimo, Luan Peres e Felipe Jonatan (Jean Mota); Alison (Lucas Lourenço), Diego Pituca e Carlos Sánchez; Marinho, Soteldo e Raniel (Marcos Leonardo).
Técnico: Cuca

OLIMPIA (PAR)
Azcona; Otálvaro, Leguizamón, Alcaraz e Torres; Ortiz, Rodrigo Rojas, Candia (De La Cruz) e Alejandro Silva (Derlis González); Camacho (Caballero) e Roque Santa Cruz (Pitta).
Técnico: Daniel Garnero



Santos pressiona Olimpia, mas não consegue sair do 0 a 0 no retorno da Libertadores

O Santos não conseguiu vencer o Olimpia, nesta terça-feira na Vila Belmiro, pela retomada da Libertadores. Defendendo a liderança do grupo, o Peixe pressionou os paraguaios, mas saiu com empate por 0 a 0.

Em jogo travado com muitas faltas dos visitantes, a equipe de Cuca atuou por boa parte do segundo tempo com um homem a mais, mas não conseguiu tirar proveito da superioridade numérica para furar o bloqueio do adversário.

Com o resultado, o Peixe manteve a liderança do grupo G, mas perdeu o aproveitamento de 100%. Os santistas têm sete pontos, após duas vitórias e um empate, contra cinco do Olimpia, que aparece na segunda colocação.

O jogo

Com pouca criação no início, o Santos viu o Olimpia criar a primeira chance de gol da partida. Aos nove minutos, Ortiz finalizou de fora da área para boa defesa de João Paulo.

O Peixe só conseguiu chegar aos 24 minutos. Marinho fez belo lançamento para Soteldo na ponta esquerda, o venezuelano cruzou para trás e encontrou Diego Pituca após corta-luz de Raniel. O volante pegou de primeira, mas o chute saiu no meio do gol, para defesa fácil de Azcona.

Em seguida, aos 26, o Olimpia recebeu com pancada de Pitta do bico da área, para mais uma intervenção de João Paulo.

A principal chance santista veio aos 37 minutos. Soteldo recebeu na ponta esquerda, deixou com Raniel e correu para receber a devolução dentro da área. O venezuelano bateu na saída do goleiro mas a bola pegou no pé direito da trave e por pouco não entrou.

De volta do intervalo, o Santos se postou no campo de ataque e passou a pressionar o Olimpia em busca do gol. A maior parte da criação surgiu pelas pontas, com Marinho pela direita e Soteldo pela esquerda.

Aos dez minutos, o venezuelano escapou pela lateral da área e cruzou na segunda trave para Sánchez, que ajeitou com o peito para Raniel. O atacante não conseguiu alcançar a bola e perdeu boa chance de marcar.

Aos 20, Rodrigo Rojas fez falta dura, por trás, em Marinho na entrada da área, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso de campo. Na cobrança, Sánchez acertou a barreira e desperdiçou outra boa oportunidade.

Com um homem a mais, o Peixe não conseguiu transformar a superioridade em chances para marcar. Os paraguaios esfriaram o jogo com faltas e a equipe de Cuca não encontrou os espaços.

Na parte final, entraram Lucas Lourenço, Marcos Leonardo e Jean Mota para reforçar o ataque, mas o Peixe não chegou mais nenhuma vez com perigo à meta paraguaia.

Nos minutos finais, Jean Mota cobrou falta com perigo aos 40, Pituca arriscou chute de fora da área aos 43 e Madson tentou batida cruzada já nos acréscimos, mas nada surtiu efeito. 0 a 0 na Vila Belmiro.

Confrontos – Santos TV:

Santos apela para cruzamentos e só acerta dois: “Era o que sobrava”, diz Cuca

Diante da forte marcação do Olimpia (PAR), o Santos apelou para os cruzamentos na Vila Belmiro. E a estratégia não funcionou no empate em 0 a 0, pela terceira rodada da fase de grupos da Libertadores da América.

O Peixe cruzou 28 vezes na área. E acertou duas delas, de acordo com o Sofascore. Apenas Marinho (um de oito) e Pará (um de três) foram corretos no fundamento.

“Era o que sobrava, cruzamento. Por dentro estavam fechados. Queriam que afunilássemos. Jogo é diferente. Até entender a arbitragem se fica nervoso, o pau come. Para lá e para cá, é preciso entrar no espírito da Libertadores. Olimpia não perde nada aos grandes times que vão disputar competição a nível de ganhar. Time de tradição, forte, equipe muito boa”, disse o técnico Cuca, em entrevista coletiva.

“Tenho três lances na cabeça. O primeiro que fizemos a parede, a única certa. Jogo estava pedindo essa jogada, lado de campo estava fechado e por dentro tínhamos tabela. Quando aconteceu com Raniel e Soteldo, bola bateu na trave. E no segundo tempo duas chances, uma que Sánchez ajeitou e Raniel não definiu e uma última com Madson, com Marcos Leonardo livre e na hora de cruzar erra o cruzamento. Pecamos nesse passe final, três chance claríssimas. Se acertássemos uma delas, teríamos ganhado”, completou.

Cuca vê desequilíbrio no elenco do Santos e lamenta noite ruim do meio-campo

Cuca avaliou o empate do Santos em 0 a 0 com o Olimpia na noite desta terça-feira, na Vila Belmiro, pela terceira rodada da fase de grupos da Libertadores da América.

O técnico destacou o desequilíbrio no elenco para encontrar variações táticas e lamentou o jogo ruim do meio-campo diante dos paraguaios.

“Difícil. Quando se tem opções para mudar taticamente a equipe, dois centroavantes ou dois armadores (…). Temos dificuldades. Bom plantel, mas sem equilíbrio em alguns setores. Não preciso dizer, vocês sabem. Buscamos criar essas oportunidades”, disse Cuca, em entrevista coletiva.

“Conseguimos chegar nesse jogo com a equipe principal. Raniel ficou 10 dias parado (em quarentena em função do novo coronavírus), há uma queda física e técnica. Mas tecnicamente não fizemos grande jogo no meio-campo, na criação, na individualidade. Nos faltou isso”, completou.

Madson e Lucas Lourenço? Cuca explica titularidade para Pará e Alison no Santos

Parte da torcida do Santos pede por Madson e Lucas Lourenço no time titular, com Pará e Alison no banco de reservas e Diego Pituca como primeiro volante. Cuca, neste momento, discorda.

O técnico valoriza Pará e Alison, capitães do elenco. Ambos foram substituídos no segundo tempo do empate em 0 a 0 com o Olimpia.

“Discordo que Madson seja mais ofensivo. Madson tem fundo melhor, Pará entra muito bem na diagonal e por dentro, por termos um ponta aberto. Aproveita mais esse espaço que Madson. Motivo de ter jogado é esse. Saiu machucado e era titular, questão de coerência e confiança no jogador”, disse Cuca, antes de falar sobre Alison.

“Depende da maneira que se joga. Se jogar com poucos atacantes, não tem problema. Mas pela maneira com que se joga, time fica vulnerável sem um defensor no meio-campo. Nós tiramos o Alison durante o jogo. Melhorou depois que ele saiu? Quantas chances tivemos a mais? Não se trata de culpar um jogador”, completou.

Líder do Grupo G da Libertadores da América com sete pontos, o Santos voltará a campo para enfrentar o Botafogo, domingo, no Engenhão, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Soteldo vê bom jogo do Santos contra o Olimpia: “Esse é o caminho”

Yeferson Soteldo gostou da atuação do Santos no empate em 0 a 0 com o Olimpia na noite desta terça-feira, na Vila Belmiro, pela terceira rodada da fase de grupos da Libertadores da América.

O Peixe teve um a mais na metade final do segundo tempo e, mesmo assim, não conseguiu vencer. O Alvinegro segue líder do Grupo G, agora com sete pontos.

“No começo não estávamos ligados. Sabemos que a Libertadores não é como o Brasileiro, é mais difícil, o árbitro não apita tudo. Depois a gente entendeu, começou a jogar, eles passaram dos 30 minutos do 1º tempo até o fim com todo mundo atrás.
Não foi suficiente, mas a gente tentou, jogou bem. Todos os caras hoje jogaram muito bem, fiquei contente, no segundo tempo mais que tudo. Hoje não deu certo, mas esse é o caminho”, à Conmebol TV.


Olimpia-PAR 2 x 3 Santos

Data: 01/09/2020, quinta-feira, 19h00.
Competição: Copa Libertadores – Grupo G – 5ª rodada (penúltima)
Estádio: Estádio Manuel Ferreira, em Assunção, Paraguai.
Árbitro: Nestor Pitana (ARG).
Auxiliares: Martin Soppi e Carlos Barreiro (URU).
Cartões amarelos: Recalde, Azcona e Leguizamon (O); Alex, Jobson e Raniel (S).
Gols: Carlos Sánchez (14-1), Recalde (21-1) e Recalde (33-1) e Marinho (38-1); Kaio Jorge (12-2).

OLIMPIA (PAR)
Azcona; Benítez (De La Cruz), Leguizamon, Alcaraz e Arias; Silva (Montenegro), Rojas, Domingo e Recalde (Otalvaro); Camacho (Roque Santa Cruz) e Pitta (Rojas).
Técnico: Daniel Garnero

SANTOS
João Paulo; Madson, Pará, Jobson (Ivonei), Alex Nascimento e Felipe Jonatan; Diego Pituca, Carlos Sánchez (Alison); Marinho, Soteldo (Lucas Braga) e Kaio Jorge (Raniel).
Técnico: Cuca



Dupla desencanta, Santos vence o Olimpia e se classifica em 1º na Libertadores

O Santos venceu o Olimpia por 3 a 2 na noite desta quinta-feira, em calor de quase 40º em Assunção, no Paraguai, e se classificou para as oitavas de final da Libertadores da América como primeiro colocado do Grupo G, com 13 pontos.

Os gols do Peixe foram marcados por Carlos Sánchez, Marinho e Kaio Jorge. A vitória garante a vaga do Alvinegro com uma rodada de antecedência. Os santistas fecham a fase de grupos diante do Defensa y Justicia (ARG), na Vila Belmiro. O Olimpia pode ser eliminado se o Defensa vencer o Delfin, no Equador, no madrugada de sexta.

O resultado positivo do Santos contou com o fim de um jejum duplo. Carlos Sánchez e Kaio Jorge não marcavam há 23 e 15 jogos, respectivamente. O goleiro João Paulo fez defesas decisivas.

O jogo

O Olimpia foi melhor durante a maior parte dos primeiros 45 minutos, mas o Santos se mostrou efetivo a cada oportunidade no ataque.

Depois de uma pressão inicial do Olimpia, o Peixe abriu o placar aos 14 minutos. Felipe Jonatan cruzou, Madson se antecipou e sofreu pênalti de Recalde (guarde esse nome). Carlos Sánchez converteu e acabou com jejum de 23 partidas.

O Olimpia seguiu em cima do Alvinegro e empatou com… Recalde. Madson, importante no gol do Santos, vacilou na marcação pelo alto aos 21 minutos.

Aos 33, Recalde apareceu de novo. O paraguaio aproveitou espaço deixado em bote de Jobson, recebeu entre Pará e Madson e girou para bater no canto de João Paulo e virar.

O técnico Cuca mudou o esquema tático e abdicou da linha de cinco defensiva – Madson foi para a zaga e Jobson para o meio. Dessa forma, os santistas melhoraram. E o empate veio com Marinho, sempre ele, aos 38 jogados. O camisa 11 bateu falta na área, a bola passou por todo mundo e entrou.

A primeira chance da etapa final foi do Olimpia. Pitta finalizou bem e o goleiro João Paulo salvou com o pé aos seis minutos. Aos 8, Soteldo, sim, Soteldo, cabeceou bem e Azcona defendeu no canto.

E no minuto 12, o Santos virou. Marinho cruzou, Carlos Sánchez recebeu sozinho e rolou para Kaio Jorge. O Menino da Vila driblou o goleiro e marcou após 15 partidas.

Quando o placar marcava 24′, o goleiro João Paulo fez outra grande defesa em uma espécie de bicicleta de Leguizamón depois de cobrança de escanteio.

O Olimpia insistiu e João salvou novamente aos 33, quando Montenegro ganhou no alto de Alison e cabeceou forte. O goleiro santista buscou de mão trocada. No minuto 40, Recalde teve um gol anulado. Seria o terceiro dele.

Nos minutos finais, o Santos se segurou como deu e conseguiu a vitória e a classificação antecipada na Libertadores da América.

Bastidores – Santos TV:

Cuca exalta classificação do Santos em semana turbulenta: “Estou muito feliz com esses meninos”

Cuca exaltou a classificação do Santos às oitavas de final da Libertadores da América em meio a uma semana turbulenta no clube da Vila Belmiro.

O presidente José Carlos Peres foi afastado enquanto responde a processo de impeachment. O vice Orlando Rollo assumiu de forma interina horas antes da viagem ao Paraguai, onde o Peixe venceu o Olimpia por 3 a 2 nesta quinta-feira e se classificou com uma rodada de antecedência e como primeiro do Grupo G.

“Sim, é uma semana turbulenta. Perdemos presidente e diretores, Matheus e Doria. Veio um novo presidente, o Rollo, outro diretor (Felipe Ximenes), outro comando. Temos que ficar alheios. Nós somos o Santos. Eles não são do Santos, eles são o Santos. Falo isso para os jogadores. Não é estádio ou diretoria, alegria e tristeza vêm dos jogadores. Estou muito feliz com esses meninos. Vamos perder, claro, mas vamos vender caro. São nove jogos sem perder, sem se queixar. E vamos seguir fazendo nosso melhor”, disse Cuca, em entrevista coletiva.

Sem Lucas Veríssimo e Luan Peres, suspensos, Cuca optou por uma linha de cinco com Madson, Pará, Jobson, Alex e Felipe Jonatan. Quando o Olimpia virou, o treinador mexeu para a linha de quatro com Pará, Madson, Alex e Felipe Jonatan, com Jobson no meio.

“Eu quis dar uma consistência maior para a defesa. Alex é menino da base, não tínhamos outro pela direita. Pusemos o Jobson com a sobra e Pará na contenção. Até começamos bem, mas ideia era ter saída de jogo, que não ocorreu. Tomamos o gol e fomos para o Plano B, com Madson como zagueiro e Jobson no meio. Ali o time se sentiu melhor”, explicou.

“Deu certo no começo, mas sofremos a virada e temos que mudar. Temos que enaltecer esses jogadores. Fizemos tudo isso sem treinar, não há tempo e eu não fico chorando. Estamos indo para o pau sem reclamar. Meninos estão evoluindo como profissionais dentro de uma competição dessa. Teve jogo jogado, aéreo, guerra. Típico de Libertadores. Somos a melhor equipe do campeonato junto com o Palmeiras”, concluiu.

Kaio Jorge minimiza jejum e diz: “Santos significa família”

Kaio Jorge minimizou o fim do jejum de 15 gols no Santos nesta quinta-feira, na vitória por 3 a 2 sobre o Olimpia, no Paraguai, pela quinta rodada da fase de grupos da Libertadores da América.

O centroavante marcou o gol da classificação antecipada às oitavas de final com o primeiro lugar do Grupo G.

“Essa questão de marcar um gol ou não é normal, mas vinha fazendo bons jogos e sabia que meu gol viria uma hora ou outra. Fico mais feliz de ajudar meus companheiros”, disse Kaio, antes de falar sobre a concorrência com Raniel.

“Todo mundo é titular, está para ajudar. É uma briga sadia, Cuca vai saber optar por quem colocar ali. Darei meu melhor para continuar jogando, completou.

Kaio também valorizou a raça do Santos sob calor de quase 40º em Assunção.

“Santos significa família. Jogamos desde o primeiro minuto com aquela união, vontade. Calor dificultou muito, mas somos o Santos e temos que ir para ganhar onde for”, afirmou.

Temos crescido jogo a jogo. Se estivéssemos desligados, poderíamos perder. Mas entramos focados desde o primeiro minuto e saímos com a vitória”, concluiu.




Santos Futebol Clube x Club Olimpia


Retrospecto:

04 jogos
01 vitória
03 empates
00 derrota
05 gols pró
04 gols contra
01 saldo

Resultados:

14/05/1965 – Santos 2 x 2 Club Olimpia – Amistoso – Assunción
15/05/1967 – Santos 0 x 0 Club Olimpia – Amistoso – Assunción
15/09/2020 – Santos 0 x 0 Club Olimpia – Libertadores – Vila Belmiro
01/10/2020 – Santos 3 x 2 Club Olimpia – Libertadores – Manuel Ferreira