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Palmeiras 1 x 2 Santos – 5 x 3 pênaltis

Data: 27/03/2018, terça-feira, 20h30.
Competição: Campeonato Paulista – Semifinal – Jogo de volta
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 36.591 presentes (34.743 pagantes e 1.848 não pagantes)
Renda: R$ 1.327.610,00
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza
Auxiliares: Herman Brumel Vani e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa.
Cartões amarelos: Felipe Melo e Willian (P); David Braz, Lucas Veríssimo, Alison e Eduardo Sasha (S).
Gols: Eduardo Sasha (13-1), Bruno Henrique (16-1) e Rodrygo (39-1).
Pênaltis: Palmeiras: Dudu, Tchê Tchê, Victor Luis, Moisés e Guerra converteram. Santos: Gabriel, Artur Gomes e Jean Mota converteram. Diogo Vitor desperdiçou.

PALMEIRAS
Jailson; Tchê Tchê, Antônio Carlos, Thiago Martins e Victor Luis; Felipe Melo, Bruno Henrique e Lucas Lima (Guerra); Dudu, Keno e Willian (Deyverson).
Técnico: Roger Machado

SANTOS
Vanderlei; Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Dodô; Alison; Eduardo Sasha (Diogo Vitor), Renato (Leandro Donizete), Arthur Gomes e Rodrygo (Jean Mota); Gabriel.
Técnico: Jair Ventura



Jailson brilha, Palmeiras vence Santos nos pênaltis e vai à final

Com Jailson herói nas duas partidas contra o Santos, o Palmeiras está na final do Campeonato Paulista. O Verdão esteve longe de apresentar um grande futebol, mas mesmo assim, mostrou garra e buscou o resultado pelos mais 37 mil presentes no Pacaembu e todos os que acompanharam de longe a derrota por 2 a 1 no tempo normal e a classificação emocionante nas penalidades.

Como o Verdão havia vencido o primeiro jogo por 1 a 0, a decisão foi para os pênaltis. E aí brilhou a estrela de Jailson. O goleiro pegou a cobrança de Diogo Vitor, e o Palmeiras venceu a disputa por 5 a 3.

O jogo:

O Palmeiras começou o duelo decisivo marcando apenas a partir do meio-campo. Provavelmente, por um misto de cansaço físico da equipe, que não reuniu condições de treinar desde a primeira partida semifinal, e estratégia para administrar a vantagem.

A estratégia, inédita com Roger Machado este ano (tirando o segundo tempo do primeiro duelo contra o Santos), não surtiu efeito. Mesmo assim, o Verdão só alterou sua postura após ver o Peixe abrir o placar.

O Palmeiras voltou do intervalo ainda com apoio dos 36.591 presentes. Mas a atmosfera não chegava próxima do que a equipe encontra no Allianz Parque, e o nervosismo nas arquibancadas só foi crescendo e sendo refletido nos atletas em campo.

Quando o segundo tempo começou, o Santos se defendia como se tivesse a classificação assegurada (o resultado levaria para as penalidades). Já o Palmeiras atacava como se restasse apenas cinco minutos no marcador para balançar as redes, com absoluto desespero. Era como se o Verdão tentasse emplacar contra-ataques em todas as jogadas, mesmo com a defesa adversária bem postada.

Em dado momento, ficou difícil definir se o time transmitia nervosismo para a torcida, ou se era o contrário. Ao contrário do habitual, Roger não demorou a fazer mudanças e trocou Lucas Lima, apagado nas duas partidas contra o ex-time, e Willian por Guerra e Deyverson. Jair respondeu fechando ainda mais sua equipe: Rodrygo deixou o campo e Jean Mota entrou.

Palmeiras e Santos seguiram sem criar absolutamente nenhuma oportunidade no segundo tempo. A única celebração dos alviverdes foi quando Moisés foi chamado para entrar na vaga de Bruno Henrique. De novo, Jair respondeu rápido e, mais uma vez, de forma defensiva: Diogo Vitor e Leandro Donizete entraram para as saídas de Sasha e Renato.

Mas se faltou emoção na etapa final, sobrou nas penalidades. O Palmeiras converteu suas cinco cobranças, com Dudu, Tchê Tchê, Victor Luis, Moisés e Guerra, enquanto Diogo Vitor parou em Jailson. E assim, o Palmeiras está na final do Campeonato Paulista.

Veja as cobranças de pênaltis no vídeo abaixo:

Sem ‘mimimi’, Jair valoriza Santos após eliminação: “Fortalecidos”

Alinhado ao discurso do elenco, Jair tirou coisas positivas da eliminação do Santos para o Palmeiras na semifinal do Campeonato Paulista. O técnico acredita que o Peixe provou o seu valor ao vencer o rival por 2 a 1 no Pacaembu, nesta terça-feira, antes da derrota nos pênaltis.

“Mostramos poder de reação, mesmo sendo um time em formação. Ainda temos o Bruno Henrique para voltar e o Léo Cittadini, que foi uma baixa pelo grande momento. Hoje infelizmente bateu na trave, mas vencemos a forte equipe do Palmeiras, que tem o maior orçamento do Brasil, com praticamente três times”, afirmou o treinador.

Depois de elogiar o elenco do Palmeiras, Jair foi questionado sobre as deficiências do grupo santista, principalmente pela ausência de um meia após a saída de Lucas Lima. E o treinador não reclamou.

“Vou extrair máximo do meu elenco usando a base. Tenho outra opção? Vamos criar alternativas, usar sistemas diferentes. Vou trabalhar com o que tem. Não sou de mimimi, de ficar chorando. Vamos trabalhar dentro do elenco”, explicou, antes de despistar sobre reforços.

“O departamento de futebol está trabalhando, mas a gente trabalha de maneira interna”, completou.

Bastidores – Santos TV:

Diogo Vitor ganha apoio no Santos: “Responsabilidade não é dele”

Diogo Vitor foi o único santista a perder um pênalti na eliminação para o Palmeiras na semifinal do Campeonato Paulista. O atacante parou no goleiro Jailson. Depois de chorar ao sair do campo, o jovem recebeu o apoio de todos no Peixe.

“A gente ganha e perde junto. É bola para frente. Ele tem cabeça boa”, disse o técnico Jair Ventura.

“O Diogo deu a cara. Teve personalidade. Estamos com ele e vai superar”, afirmou Gabigol.

“Só quem está lá dentro sabe como é. Acertos e erros fazem parte da nossa vida. Temos que saber lidar. Tenho certeza que o Diogo vai dar muitas alegrias ao torcedor do Santos. Vamos ajudá-lo a superar. Responsabilidade não é dele”, explicou David Braz.

“Somos jovens, temos de erguer a cabeça. Falei para o Diogo que temos muitas decisões para disputar. Estamos no caminho certo”, concordou Rodrygo.

Diogo Vitor tem um dos melhores aproveitamentos do elenco em cobranças de pênalti e converteu nas quartas de final contra o São Bento. Ele entrou no segundo tempo da vitória por 2 a 1 sobre o Palmeiras, com a eliminação na sequência.

Jair ganha opção com Rodrygo e prevê novas formações no Santos

O Santos foi eliminado na semifinal do Campeonato Paulista, mas venceu o Palmeiras por 2 a 1, com o Pacaembu lotado de torcedores alviverdes na noite desta terça-feira. E o desempenho faz com que Jair Ventura projete coisas boas para o time na temporada.

Uma delas é a variação tática com quatro atacantes e um deles mais recuado, o caso de Rodrygo no clássico. A joia voltou um pouco para o meio-campo, enquanto Arthur Gomes, Eduardo Sasha e Gabigol trocaram de posição entre as pontas e o meio a todo momento. A movimentação confundiu a defesa do Palmeiras nos gols, de Sasha e Rodrygo.

“Vou extrajr o máximo do meu elenco, usando a base. Tenho outra opção? Vamos criar alternativas, usar sistemas diferentes. Vou trabalhar com o que tem. Não sou de mimimi, de ficar chorando. Vamos trabalhar dentro do elenco e encontrar opções, como fizemos hoje (terça)”, disse Jair.

Rodrygo atuou como meia nas categorias de base e a função não é novidade. No elenco, há falta de armadores. Sem Lucas Lima, Vecchio, Jean Mota, Diogo Vitor e Vitor Bueno foram testados, e sem sucesso.

“Acho uma boa, até porque fiz essa função na base, com muitos jogos como meia ou falso 9. É uma posição que o Jair pode me usar também, mas tudo depende dos treinamentos e de como ele quer escalar a equipe”, explicou Rodrygo.

O lateral-esquerdo Dodô, jogador com boa leitura tática, explica que a formação tática pode ser mantida, mas alterada a cada atleta escalado.

“Na verdade, essa formação a gente já usou no primeiro jogo, o 4-2-3-1, mas entrou o Rodrygo no lugar do Diogo e a interpretação do mesmo esquema tático é diferente de jogador para jogador. O Rodrygo tem um pouco mais de mobilidade. Essa questão dos externos a gente corrigiu pelo vídeo, vimos que eu estava deixando ele (Dudu ou Keno) receber a bola largo para depois diminuir espaço. Hoje eu já estava mais perto deles, jogando mais aberto e tentando antecipar ou diminuir espaço mais rápido. Eles são muito rápidos e complicaram bastante no primeiro jogo. Foi um correção do Jair e deu certo”, analisou.

Paulistão revive final entre grandes da capital após 15 anos

Qual foi a última vez que dois clubes do Trio de Ferro protagonizaram a final do Campeonato Paulista? Muita gente talvez não se lembre de primeira, mas, não é de se surpreender, afinal já são 15 anos desde o último clássico paulistano em uma decisão do Estadual mais concorrido do país.

O Santos foi o principal intruso nesse período, com 10 participações em finais de 14 possíveis. A edição de 2005 não é levada em consideração neste levantamento, pois, apesar de ter tido o São Paulo campeão e o Corinthians vice, a fórmula de disputa adotada se deu por pontos corridos.


Santos 0 x 1 Palmeiras

Data: 24/03/2018, sábado, 19h00.
Competição: Campeonato Paulista – Semifinal – Jogo de ida
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 19.546 presentes (16.916 pagantes e 2.630 não pagantes)
Renda: R$ 723.270,00
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza
Auxiliares: Danilo Ricardo Simon Manis e Tatiane Sacilotti dos Santos.
Cartões amarelos: Daniel Guedes e Alison (S); Thiago Santos e Dudu (P).
Gol: Willian (05-1).

SANTOS:
Vanderlei; Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Dodô; Alison; Eduardo Sasha, Renato (Vitor Bueno), Diogo Vitor (Rodrygo) e Arthur Gomes (Jean Mota); Gabriel.
Técnico: Jair Ventura

PALMEIRAS
Jailson; Marcos Rocha (Tche Tche), Antônio Carlos, Thiago Martins e Victor Luís; Felipe Melo (Thiago Santos), Bruno Henrique (Moises) e Lucas Lima; Dudu, Keno e Willian.
Técnico: Roger Machado



Palmeiras vence o Santos no Pacaembu e tem vantagem por vaga na final

O Palmeiras largou na frente do Santos na semifinal do Campeonato Paulista. No jogo de ida, no Pacaembu, o Peixe venceu por 1 a 0, com gol de Willian, aos cinco minutos do primeiro tempo.

Os 45 minutos iniciais foram de domínio alviverde. Nos instantes finais, o alvinegro assustou e obrigou o goleiro Jailson a fazer duas grandes defesas.

Na segunda etapa, o Santos melhorou, acuou o Palmeiras e teve boas chances para empatar e até virar, mas esbarrou em Jailson, nos erros de passes e na falta de pontaria.

O classificado para a semifinal será definido na terça-feira, às 20h30 (de Brasília), novamente no Pacaembu, dessa vez com torcida única do Palmeiras. Os visitantes terão a vantagem do empate para avançar à final. O Peixe precisará vencer por um gol para levar aos pênaltis e dois gols de diferença por vaga direta.

O jogo:

O Palmeiras dominou o Santos na maior parte do primeiro tempo. O Peixe só assustou nos minutos finais, quando o rival relaxou e passou a errar passes na defesa.

Nos primeiros 30 minutos, foi um passeio alviverde. O Verdão marcou com Willian, após linda jogada coletiva e falha geral da defesa santista logo aos 5’, e teve outras oportunidades para ampliar. O meio-campo foi dominado pelos visitantes no Pacaembu.

Na segunda metade dos primeiros 45 minutos, o alvinegro melhorou a marcação e adiantou as linhas. Jailson precisou fazer duas grandes defesas para evitar o empate. Gabigol, cara a cara, chutou em cima do goleiro. E no escanteio, Renato subiu bem, mas parou no palmeirense.

Com Lucas Lima hostilizado e apagado, Bruno Henrique e Felipe Melo ditaram o ritmo, Dudu e Keno levaram a melhor diante dos laterais e Willian foi decisivo. No Santos, Alison e Dodô foram os melhores. Daniel Guedes e Diogo Vitor, os piores.

Na segunda etapa, o cenário foi alterado. Nos primeiros lances, Victor Luis e Keno, ambos pelo lado esquerdo, tiveram boas chances para ampliar. O lateral parou em Vanderlei e o atacante finalizou para fora.

Só que o Santos, mesmo bagunçado, passou a criar mais chances e respondeu logo em seguida. Arthur Gomes arrancou e cruzou bem, Jailson deu rebote e Gabigol não honrou o apelido e isolou.

Aos 17 minutos, o Peixe quase empatou em bate-rebate na área. A bola ficou viva na pequena área, Gabigol tocou mal para Sasha, que não dominou. Segundos depois, Rodrygo acertou belo chute da entrada da área, para nova defesa de Jailson.

O Santos seguiu na pressão e, aos 29, Gabigol teve nova chance. Dessa vez, o atacante finalizou bonito de fora da área, e Jailson salvou outra vez. Três minutos depois, Gabriel deu ótimo cruzamento para Bueno, que cabeceou nas mãos do goleiro.

Santos perde jejum de cinco anos em derrota para o Palmeiras

O Santos perdeu um jejum de cinco anos ao ser derrotado por 1 a 0 para o Palmeiras neste sábado, pela ida da semifinal do Campeonato Paulista. O último revés como mandante, no Pacaembu, foi por 3 a 1 para o Paulista de Jundiaí em fevereiro de 2013.

De lá para cá, o Peixe foi derrotado por Ituano, na final do Campeonato Paulista de 2014, e São Paulo, no segundo turno do Brasileirão de 2018, mas como visitante.

E o fim de jejum pode custar caro. Para avançar à final do Paulistão, o Santos precisará vencer o Palmeiras na terça-feira, às 20h30 (de Brasília), novamente no Pacaembu, como visitante e com torcida única do rival. Uma vitória por um gol de diferença leva a decisão para os pênaltis. Para se classificar de forma direta, o Peixe precisa de dois gols de saldo.

Bastidores – Santos TV:

Jair cita Tite para explicar 1º tempo ruim do Santos em clássico

O Santos fez um primeiro tempo muito ruim na derrota por 1 a 0 para o Palmeiras neste sábado, no Pacaembu, pelo jogo de ida da semifinal do Campeonato Paulista. Na segunda etapa, a equipe melhorou, mas não conseguiu a virada. Em entrevista coletiva, o técnico Jair Ventura citou a seleção brasileira de Tite para explicar a irregularidade.

“Eu assisti o jogo da Seleção Brasileira. Cobramos muito a equipe do Tite pelo primeiro tempo. Não é combinado: ‘vamos fazer um primeiro tempo ruim, e melhor no segundo’. Temos que buscar um equilíbrio, porém temos do outro lado uma equipe qualificada. Não adianta fazer um segundo tempo como fizemos, se não botar a bolinha para dentro”, disse Jair.

O Peixe criou boas chances, mas esbarrou na falta de pontaria e em boa atuação do goleiro Jailson. Esse foi o terceiro jogo seguido sem marcar no Campeonato Paulista.

“Não fazer o gol, me incomodou. É mais mérito do Jaílson, do que demérito dos nossos atacantes. Fiquei incomodado pelo números de chances que criamos. Pelas oportunidades que foram apresentadas, infelizmente, não conseguimos vencer”, afirmou Jair.

“Pior que ele nem ia jogar. Mas realmente é um goleiro que vive um momento fantástico. Não só o goleiro, mas a equipe do Palmeiras tem valores individuais. Foi decisivo. Chances como Renato, Gabigol, que é um exímio marcador, ele foi bem. Dar parabéns a ele, mas que chega, né? Pelo amor de Deus”, completou.



Palmeiras 2 x 1 Santos

Data: 04/02/2018, domingo, 17h00.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 5ª rodada
Local: Allianz Parque, em São Paulo, SP.
Público: 37.867 pagantes
Renda: R$ 2.821.680,24
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (SP).
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho e Daniel Luis Marques (SP).
Cartões amarelos: Lucas Lima, Tchê Tchê, Felipe Melo e Victor Luis (P); Caju, Arthur Gomes, Alison e Copete (S).
Gols: Antônio Carlos (02-1), Borja (04-2) e Renato (17-2).

PALMEIRAS
Jailson; Marcos Rocha, Antônio Carlos, Thiago Martins e Victor Luis; Felipe Melo; Willian, Lucas Lima (Gustavo Scarpa), Tchê Tchê (Bruno Henrique) e Dudu (Keno); Borja.
Técnico: Roger Machado

SANTOS
Vanderlei, Daniel Guedes, Luiz Felipe (Robson Bambu), David Braz e Caju (Rodrygo); Alison; Copete, Renato, Vecchio e Arthur Gomes; Eduardo Sasha (Rodrigão).
Técnico: Jair Ventura



Palmeiras mantém 100% e Lucas Lima reencontra Santos com vitória

O Palmeiras manteve os 100% de aproveitamento no Campeonato Paulista durante a tarde deste domingo. Na partida que marcou o reencontro do meia Lucas Lima com o Santos, disputada no Estádio Palestra Itália, o time alviverde ganhou do rival praiano por 2 a 1.

Com 15 pontos em cinco jogos disputados, a equipe dirigida pelo técnico Roger Machado figura no primeiro lugar do Grupo C do Campeonato Paulista. O São Bento, com oito pontos, é o segundo colocado. No Grupo D, o Santos lidera com sete pontos, um a mais que Botafogo-SP e Red Bull.

O jogo:

Superior nos instantes iniciais, o Palmeiras investiu em subidas pela direita e, logo aos 2 minutos do primeiro tempo, conseguiu um escanteio. O atacante Dudu levantou a bola na área e o zagueiro Antônio Carlos cabeceou com sucesso para abrir o placar.

O Palmeiras manteve o domínio das ações logo após sair na frente e voltou a levar perigo ao gol defendido por Vanderlei em uma jogada de bola parada pela direita. Mesmo com pouco ângulo, Lucas Lima bateu falta direto para o gol e acertou a trave adversária.

O Santos assustou pela única vez na etapa inicial em um vacilo da zaga palmeirense na saída de bola. Arthur Gomes escapou pela direita e chutou para Jailson espalmar pela linha de fundo. Daniel Guedes cobrou o escanteio e Sasha cabeceou firme, mas parou no goleiro palestrino.

A exemplo do que fez no primeiro tempo, o Palmeiras iniciou a etapa complementar aceso e ampliou sua vantagem logo aos 4 minutos. Em jogada individual pelo meio, Willian passou por dois adversários e adiantou um pouco. Borja completou com um chute preciso, no canto esquerdo do goleiro Vanderlei.

Em um deus seus primeiros ataques no segundo tempo, o Santos diminuiu a vantagem. Aos 17 minutos, Daniel Guedes cruzou da esquerda e o veterano Renato desviou com um leve toque de cabeça, suficiente para matar o goleiro Jailson. A bola havia saído pela linha de fundo no lance que originou o gol, mas a arbitragem não marcou.

O Santos melhorou após o gol de Renato e equilibrou as ações no Allianz Parque, mas não conseguiu criar oportunidades para empatar o marcador. Nos minutos finais, Roger Machado ainda promoveu a estreia do meia Gustavo Scarpa ao colocá-lo no lugar de Lucas Lima.

Jair diz que derrota foi injusta e vê Santos no “caminho certo”

O Santos não mereceu perder por 2 a 1 para o Palmeiras na tarde deste domingo, no Palestra Itália, pela quinta rodada do Campeonato Paulista. A avaliação é do técnico Jair Ventura, para quem o time alvinegro está no “caminho certo”.

“Avaliando performance e resultado, não bate. Mas é início de temporada, terminamos o jogo com seis da base, e temos jogadores importantes que perdemos, como Bruno Henrique, que é uma referência técnica. Sofremos com isso, mas buscamos alternativas”, afirmou o treinador, em entrevista coletiva.

Apesar de lamentar os desfalques e as lesões de Luiz Felipe e Eduardo Sasha durante o clássico, Ventura elogiou a postura do Santos na casa do rival, principalmente após o gol sofrido aos dois minutos de jogo.

“Gol cedo mudou toda estratégia, mas o time não sentiu. Foi um bom primeiro tempo, com volume, mesmo perdendo. Vanderlei não fez defesa. Fiquei com mãos atadas por substituições por lesão, terceiro zagueiro que machuca. O Rodrygo entraria no intervalo, mas, pela lesão do Sasha, troquei 9 por outro e, depois, corri risco de ficar com um a menos”, analisou.

“Criamos, lutamos, mas não foi suficiente. Sempre difícil jogar fora de casa, mas a equipe lutou. Não vi Palmeiras com superioridade. É sempre muito ruim perder, principalmente para um rival, mas o Santos segue vivo. Também estamos tristes, mas temos jogo fora para vencer e classificar”, acrescentou.

Após a volta do intervalo, a situação pioraria aos cinco minutos da etapa final, quando Borja ampliou a vantagem para os mandantes. Aos 17, porém, Renato, de cabeça, recolocou o Peixe no jogo. A partir de então, o time alvinegro teve mais posse de bola, mas não conseguiu criar chances para empatar o confronto.

“A derrota nunca dá moral. Precisa separar resultado da performance. Mas time não sentiu, mesmo com gol cedo e sabendo da força do Palmeiras, e chegamos a nos sentir à vontade. Ter mais posse jogando na casa do adversário não é para menosprezar. Quando ganha e não joga bem, liga alerta. Quando perde jogando bem, sabe que é caminho certo”, concluiu.

Passadas cinco rodadas, o Santos lidera o Grupo D do Paulistão, com sete pontos ganhos, apenas um a mais que o Botafogo-SP, segundo colocado da chave. O próximo compromisso do Peixe é o duelo com a Ferroviária, marcado para as 16h30 (de Brasília) do sábado, na Fonte Luminosa, em Araraquara.

Vecchio minimiza revés em clássico: “O melhor está para acontecer”

O meia Emiliano Vecchio reiterou o técnico Jair Ventura ao dizer que o Santos não mereceu perder para o Palmeiras, na tarde deste domingo, no Palestra Itália. Apesar da derrota por 2 a 1, o argentino elogiou a atuação de seus companheiros e projetou um futuro vitorioso ao time alvinegro.

“Eles chutaram duas vezes e fizeram dois gols. Infelizmente perdemos um clássico que não merecíamos perder”, lamentou o meio-campista, na saída de campo. “Demonstramos que somos um time forte independentemente do resultado. O Santos tentou jogar, acho que só está começando, falta muito e o melhor está para acontecer”, previu, na zona mista da arena.

De acordo com os santistas, o time reagiu bem à desvantagem no placar e teve chances até de buscar a igualdade no fim. O Santos sofreu o primeiro gol logo aos dois minutos de jogo, em cabeçada de Antônio Carlos após cobrança de escanteio.

Aos cinco da etapa final, Borja ampliou em chute de fora da área. Pouco depois, Renato, de cabeça, diminuiu, mas o Peixe não conseguiu empatar o duelo. O zagueiro David Braz, que falhou no primeiro gol alviverde, também foi elogioso ao futebol do Santos no Palestra Itália.

“A gente não se entregou, brigamos até o final, conseguimos diminuir e tivemos chance de empatar. Criamos jogadas, colocamos a bola na área adversária, mas infelizmente não conseguimos empatar a partida”, avaliou.

A exemplo de Vecchio, o defensor discursou confiante. “É levantar a cabeça, tem muita coisa para acontecer. Vamos trabalhar para vencer a próxima partida”, avisou.

Jair explica ausência de Gabigol e comenta possível saída de Veríssimo

Após a derrota por 2 a 1 para o Palmeiras, neste domingo, no Palestra Itália, o técnico Jair Ventura, do Santos, explicou por que não relacionou o atacante Gabigol para o clássico. Durante a semana, havia a expectativa de o jogador estrear diante do rival, e o treinador manteve o mistério até a véspera do duelo, mas a comissão técnica optou por vetá-lo.

“Temos o planejamento, futebol é feito de paixão, mas também de profissionais. Nós temos que preservar a integridade física do atleta. Ele não fez pré-temporada, por isso não veio para o clássico. Já estava definido desde o início que ele não viria. Ele já sabia”, esclareceu o treinador, em entrevista coletiva.

“Pode ter afetado na derrota? Sim, mas devia fazer algumas observações. Venho perdendo muitos jogadores nesses cinco jogos. É hora de fazer testes. Temos que correr riscos para conhecer bem o elenco e usar a base”, acrescentou.

Durante a entrevista, Jair Ventura também comentou a situação de outro atleta: Lucas Veríssimo. Alvo do Spartak Moscou, da Rússia, o zagueiro pode estar de saída. Caso a venda se concretize, o treinador teria mais um desfalque na defesa, uma vez que Gustavo Henrique, Cléber Reis e Luiz Felipe têm problemas com lesões.

“Caso (a venda) aconteça será uma perda técnica. Ainda não sei da proposta, mas, se chegar a proposta, sendo bom para o clube e jogador, será difícil segurar”, resignou-se Jair. “Faz parte do mercado. Se perder, bola para frente. Temos Gustavo (Henrique) e (Robson) Bambu. Não pode se lamentar, já temos jogo no sábado”, avaliou.

Copete e Alison levam o terceiro amarelo e desfalcam o Santos

O Santos terá ao menos dois desfalques para a partida contra a Ferroviária, no próximo sábado, em Araraquara, pela sexta rodada do Campeonato Paulista. Durante a derrota por 2 a 1 para o Palmeiras, na tarde deste domingo, no Palestra Itália, o volante Alison e o atacante Jonathan Copete levaram o terceiro cartão amarelo e terão de cumprir suspensão automática no final de semana que vem.

Alison foi advertido por entrada dura em Dudu, aos 26 minutos da segunda etapa. Pouco depois, aos 34, Copete foi punido pelo árbitro Flávio Rodrigues de Souza por falta em Willian.

Para substituir o volante, o técnico Jair Ventura tem Matheus Jesus como opção. Com a suspensão de Copete, o garoto Rodrygo pode ser titular diante da Ferroviária. Ainda aprimorando a forma física e técnica, Gabigol também pode ficar à disposição do treinador.

Embora tenha a semana livre para preparar a equipe, Jair Ventura poderá ter mais problemas para montar time. Isso porque o zagueiro Luiz Felipe saiu com dores na coxa esquerda ainda no primeiro tempo, ao passo que o atacante Eduardo Sasha não voltou para a etapa complementar após uma pancada na cabeça.

Em entrevista coletiva concedida após a partida, Jair Ventura despistou ao ser indagado sobre os possíveis substitutos da dupla suspensa. “Posso mudar, treino variáveis, mas só vou revelar no próximo jogo. Os adversários nos escutam”, afirmou o treinador.




Palmeiras 0 x 1 Santos

Data: 30/09/2017, sábado, 19h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 26ª rodada
Local: Allianz Parque, em São Paulo, SP.
Renda: R$ 2.760.716,34
Público: 37.527 pagantes
Árbitro: Marcelo Aparecido R. de Souza (SP)
Auxiliares: Anderson José de Moraes Coelho e Bruno Salgado Rizo (ambos de SP).
Cartões amarelos: Luan, Mayke e Fernando Prass (P); Matheus Jesus, Jean Mota, Zeca, Alisson e Bruno Henrique (S).
Gol: Ricardo Oliveira (30-2).

PALMEIRAS
Fernando Prass; Mayke, Luan, Juninho e Zé Roberto (Thiago Santos); Tchê Tchê, Jean (Guerra), Moisés e Dudu; Willian (Borja) e Deyverson.
Técnico: Cuca

SANTOS
Vanderlei; Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Zeca; Alison, Matheus Jesus e Jean Mota (Serginho); Copete, Bruno Henrique e Ricardo Oliveira (Kayke).
Técnico: Levir Culpi



Com gol de Oliveira, Santos bate Palmeiras e mantém perseguição

O Santos defendeu a segunda posição do Campeonato Brasileiro com sucesso na noite deste sábado. No Estádio Palestra Itália, com um gol do centroavante Ricardo Oliveira, o time alvinegro ganhou do Palmeiras por 1 a 0, mantendo a perseguição ao líder Corinthians.

Com 47 pontos ganhos, o Santos encurta provisoriamente para sete a vantagem do Corinthians, que enfrenta o Cruzeiro às 16 horas (de Brasília) deste domingo, no Mineirão. Já o Palmeiras segue com os mesmos 43 pontos, no quarto lugar do Campeonato Brasileiro.

O jogo:

A chuva que castigou a região da arena palmeirense durante a noite deste sábado comprometeu a parte do gramado mais próxima aos bancos de reservas, na qual os atletas tinham dificuldades para conduzir a bola. O primeiro tempo do clássico foi disputado, mas com poucas chances de gol.

A melhor jogada de ataque do Palmeiras durante a etapa inicial diante do Santos foi um chute de longa distância. Após cobrança de escanteio de Dudu pela esquerda, a zaga alvinegra afastou. Jean aproveitou a sobra e bateu de fora da área, à direita da meta de Vanderlei.

Já o Santos levou perigo durante os acréscimos do primeiro tempo. Daniel Guedes invadiu a área pela direita e cruzou. Após vacilo de Luan e Jean, a bola sobrou para finalização de Ricardo Oliveira, mas o experiente Fernando Prass conseguiu salvar com o pé.

Durante o intervalo, funcionários da arena palmeirense usaram um equipamento para tentar melhorar as áreas do gramado mais comprometidas pelo acúmulo de água. A chuva continuou, e Cuca voltou para o segundo tempo com Thiago Santos no lugar de Zé Roberto, deslocando Tchê Tchê para a lateral esquerda.

Pouco depois de Guerra substituir Jean, Moisés recebeu pela direita e cruzou. Deyverson furou na primeira trave e Dudu também não conseguiu completar na segunda. O Palmeiras cresceu no jogo e, empurrado pela torcida, partiu em busca da vitória.

Jogando de maneira cirúrgica, o Santos aproveitou um de seus poucos ataques no segundo tempo para decidir o jogo. Aos 30 minutos, Bruno Henrique recebeu pela esquerda e cruzou para cabeçada certeira de Ricardo Oliveira. Desesperado em busca do empate, o Palmeiras perdeu sua última chance com Dudu após lançamento de Juninho.

Bastidores – Santos TV:

Levir exalta superação do Santos e evita fazer contas por título

O Santos venceu o Palmeiras por 1 a 0 na noite deste sábado e se colocou como principal candidato a maior perseguidor do líder Corinthians no Campeonato Brasileiro. Ainda assim, o técnico Levir Culpi prefere não fazer contas pelo título. O comandante santista, porém, traçou uma meta ousada para o time da Baixada: não perder até o fim do torneio.

Com o triunfo, o primeiro no reformado Palestra Itália, o Santos chegou aos 47 pontos, sete atrás do Corinthians, que enfrenta o Cruzeiro, neste domingo, no Mineirão. De quebra, o time de Levir abriu uma vantagem de quatro pontos para o quarto colocado Palmeiras.

“Não gosto de fazer contas. Tenho pavor disso, porque existe matemática, lógica. Mas se deve encarar os três próximos pontos. Acho possível um time como o Santos vencer todos os jogos. Coloquei uma meta aos jogadores, depois do jogo do Barcelona, de terminarmos a competição de forma invicta, porque garantimos a Libertadores do ano que vem e todos saem valorizados. (O título) é possível. Tudo pode acontecer na matemática. Por isso não faço contas”, explicou Levir, em entrevista coletiva, após a partida.

O treinador disse ainda não ter se surpreendido com a vitória, apesar dos desfalques de Lucas Lima, Renato, Gustavo Henrique e Victor Ferraz. Também elogiou a atuação defensiva do Santos e a superação com o gramado encharcado pela chuva que caiu incessantemente desde o início da tarde em São Paulo.

“Eu esperava (a vitória). Nunca deixei de citar a qualidade do elenco do Santos. Há pouco tempo, o meio de campo tinha Thiago Maia, Lucas Lima e Renato. Os três não jogaram hoje. É muito difícil você dar um padrão novamente com três ou quatro desfalques”, avaliou.

“Mas esses caras estão provando o contrário. Temos conseguido bons resultados com atuações convincentes. O time foi firme. Não tinha favorável nada para o Santos aqui, inclusive o gramado. Tivemos méritos, sim. Fiquei muito feliz com a atuação dentro dessas circunstancias”, comemorou.

Por fim, Levir Culpi lembrou das dificuldades encontradas após a eliminação na Copa Libertadores para o Barcelona-QUE e, em tom de desabafo, dedicou a inédita vitória a todos no Santos.

“A derrota na Libertadores magoou muito a gente. Logo depois tínhamos Atlético-PR e o time respondeu bem. Um empenho elogiável e digno de eu ficar orgulhoso de fazer parte desse grupo. Dedico essa vitória aos familiares dos jogadores, aos funcionários do Santos – foi a primeira vitória no Allianz Parque. Gostaria de dividir essa alegria, foi uma vitória muito marcante pelas dificuldades criadas”, encerrou.

Cuca reprova juiz, lamenta chances perdidas e considera revés injusto

No 1000º clássico de sua história, disputado na noite deste sábado, o Palmeiras acabou derrotado por 1 a 0 pelo Santos, no Estádio Palestra Itália. O técnico Cuca, além de reprovar a arbitragem, lamentou as chances perdidas por seu time e considerou o resultado injusto.

Com o gramado prejudicado pela chuva que atingiu a região do Estádio Palestra Itália, o primeiro tempo foi de poucas emoções. O Palmeiras dominou as ações durante a etapa complementar, mas não aproveitou as oportunidades criadas e acabou vazado por Ricardo Oliveira.

“O time encorpou no segundo tempo e colocou o Santos no campo de defesa. Jogamos muito bem em todos os sentidos, mas a bola não entrou. Perdemos gols incríveis, o Deyverson e o Dudu poderiam ter marcado na mesma jogada. E fomos penalizados na única chance do Santos, a meu ver injustamente”, analisou o treinador.

Os palmeirenses reclamaram intensamente da arbitragem de Marcelo Aparecido de Souza. Cuca não viu falta em Alejandro Guerra na jogada que originou o gol de Ricardo Oliveira, mas considerou pênalti sobre Miguel Borja nos minutos finais do confronto.

“Vi o lance. Quando o rapaz joga o corpo em cima do Borja, ele não tinha outra opção, a não ser cair. A arbitragem penalizou o Luan com o amarelo, mas o lateral direito deles fez cinco faltas no Dudu e não levou. Houve diferença de critérios. Foi o responsável pelo placar? Não, mas o critério dele nos prejudicou”, afirmou Cuca.

O lateral direito Mayke e o zagueiro Luan, advertidos com o terceiro cartão amarelo diante do Santos, são desfalques certos para o treinador no confronto com o Bahia. Por outro lado, o zagueiro Edu Dracena e o lateral esquerdo Egídio retornam após suspensão automática.


Santos 1 x 0 Palmeiras

Data: 14/06/2017, quarta-feira, 21h45.
Competição: Campeonato Brasileiro – 7ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 10.143 pagantes
Renda: R$ 406.970,00
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO)
Assistentes: Bruno Raphael Pires e Leone Carvalho Rocha (ambos de GO).
Cartões amarelos: Lucas Lima (S); Juninho e Tchê Tchê (P).
Gols: Kayke (05-2).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Jean Mota; Renato, Thiago Maia e Lucas Lima (Vladimir Hernández); Copete (Fábian Noguera), Bruno Henrique e Kayke (Leandro Donizete).
Técnico: Levir Culpi

PALMEIRAS
Fernando Prass; Mayke, Edu Dracena, Antônio Carlos e Juninho; Tchê Tchê (Jean), Thiago Santos (Raphael Veiga), Zé Roberto (Keno) e Guerra; Róger Guedes e Willian.
Técnico: Cuca


Vanderlei brilha de novo, Kayke marca e Santos bate o Palmeiras

Santos e Palmeiras fizeram um jogo que vem resumindo a temporada dos dois clubes até o momento. Considerados como dois dos melhores times do país, os rivais até começaram o clássico bem, mas mostraram pouco futebol durante grande parte dos 90 minutos. Porém, Vanderlei e Kayke fizeram a diferença e tiraram a morosidade do confronto. Enquanto o goleiro brilhou mais uma vez e salvou o alvinegro, o atacante deixou marca novamente, a terceira vez em dois jogos, e decretou a vitória santista por 1 a 0, na Vila Belmiro, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro.

Com o triunfo, o primeiro em clássicos no ano, o Peixe chegou aos 12 pontos e entrou no G6 da competição. O alviverde, por sua vez, estacionou nos 7 pontos e ocupa apenas a 15ª posição.

O jogo

O clássico começou em ritmo acelerado na Vila Belmiro. De técnico novo e com o retorno de Lucas Lima, o Santos foi quem iniciou partindo para cima. Logo aos três minutos, Copete lançou para Bruno Henrique dentro da área. Sozinho, o atacante se livrou da marcação, mas parou em Fernando Prass.

Mesmo adotando uma postura mais recuada, o Palmeiras respondeu quatro minutos depois, quando Tchê Tchê arriscou de longe, assustando Vanderlei.

Porém, após as duas oportunidades no início, o clássico caiu de produção. Nervosos, Peixe e Verdão cometeram erros de passe em excesso e pouco criaram durante boa parte do primeiro tempo. Tento que a melhor chance aconteceu somente aos 23 minutos, quando Róger Guedes arriscou de muito longe e acertou o travessão de Vanderlei, quase abrindo o placar para o alviverde.

Apostando nos contra-ataques, o Palmeiras quase fez 1 a 0 no último lance da primeira etapa. Após roubada de bola de Thiago Santos, Guerra avançou pelo lado direito e mandou para Willian cabecear forte, obrigando Vanderlei a fazer linda defesa e manter o marcador zerado na Vila.

Assim como o primeiro tempo, a volta do intervalo começou eletrizante no clássico, com o Santos partindo para cima e o Palmeiras buscando o contra-ataque. Mesmo assim, a oportunidade inicial do Verdão. Logo aos três minutos, Guerra soltou uma bomba de longe e Vanderlei salvou o Peixe mais uma vez.

Dois minutos depois, quem chegou foi o alvinegro. E foi fatal! Após belo lançamento de David Braz, Jean Mota avançou pela esquerda e cruzou para Kayke. O santista se enrolou com o palmeirense Edu Dracena, que ficou no chão. Livre, o atacante só teve o trabalho de empurrar para o fundo das redes, vencendo Fernando Prass e abrindo o placar para o Santos na Vila.

Após sofrer o tento, o técnico Cuca mudou a estratégia, sacando Zé Roberto e colocando Keno. Com isso, o Palmeiras ficou com três atacantes em campo e foi com tudo em busca do empate. Porém, a equipe alviverde parava em Vanderlei, que salvou o Peixe em diversas oportunidades.

Com a vantagem no marcador, o Santos recuou demais e praticamente convidou o Verdão a ficar com a bola em seu campo de defesa. Sofrendo com a pressão do rival, o técnico Levir Culpi resolveu dar mais segurança ao sistema defensivo e colocou Leandro Donizete em campo no lugar de Kayke.

Mesmo sendo arriscada, a mudança surtiu efeito, que o Peixe conseguiu aguentar a pressão do rival, muito graças a mais uma grande atuação de Vanderlei, e saiu de campo com a vitória, a primeira em clássicos em 2017.

Bastidores – Santos TV: