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Santos 3 x 4 Palmeiras

Data: 14/03/2010, domingo, 17h00.
Competição: Campeonato Paulista
Local: Estádio Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 11.452 pagantes
Renda: R$ 543.940,00
Árbitro: Antonio Rogério Batista do Prado
Auxiliares: Dante Mesquita Júnior e Rogério Pablos Zanardo
Cartões amarelos: Robinho (S); Marcos, Diego Souza, Eduardo, Edinho e Léo (P).
Cartões vermelhos: Neymar (S) e Léo (P).
Gols: Pará (10-1), Neymar (30-1), Robert (40-1) e Robert (42-1); Diego Souza (11-2), Madson (34-2) e Robert (41-2).

SANTOS
Felipe; Wesley (Madson), Edu Dracena, Durval e Pará; Arouca, Marquinhos (Maranhão) e Paulo Henrique; Neymar, André (Zé Eduardo) e Robinho.
Técnico: Dorival Júnior

PALMEIRAS
Marcos; Eduardo (Márcio Araújo), Léo, Danilo e Armero; Pierre, Edinho (Ivo), Cleiton Xavier e Diego Souza; Ewerthon (Lincoln) e Robert
Técnico: Antônio Carlos Zago



Palmeiras derruba “favorito” Santos na Vila

Jogando em casa, Santos abriu dois a zero, mas não conseguiu segurar o resultado e acabou derrotado por 4 a 3

O Palmeiras deu mais uma prova de que em clássico realmente não há favorito. Com um futebol bem diferente ao das rodadas anteriores, o Palmeiras surpreendeu o badalado Santos e deixou neste domingo a Vila Belmiro com uma vitória por 4 a 3, em compromisso válido pela 14ª rodada do Campeonato Paulista.

Aos palmeirenses mais antigos, foi a volta dos confrontos dos anos 60, quando o Santos era visto o time da moda, mas sempre encontrava dificuldades contra o rival de Palestra Itália. Neste domingo, Pará e Neymar abriram vantagem para os donos da casa, mas Robert (2) e Diego Souza viraram para o Palmeiras. No fim, Madson igualou novamente o placar, mas Robert definiu a vitória alviverde.

O Santos segue tranquilo no Campeonato Paulista, com 32 pontos, mas vê o fim de uma invencibilidade de 12 partidas. Já o Palmeiras chega a 22 pontos e ganha ânimo para lutar pela vaga nas semifinais.

O jogo

O Palmeiras começou a partida na Vila Belmiro com a intenção de evitar o tradicional abafa do Santos nos minutos iniciais. Em alguns momentos, o time de Antônio Carlos exagerava na força em sua marcação, tanto que Edinho levou cartão amarelo com apenas três minutos por falta em Neymar.

Só que a fase do Santos é mágica. Aos dez minutos, os donos da casa abriram o placar com um golaço de um coadjuvante. Na lateral esquerda da área, Pará recebeu passe de Robinho, cortou Eduardo e, de perna direita, ousou bater por cobertura. A bola entrou no ângulo de Marcos, que ficou paralisado na jogada.

O gol trouxe nervosismo aos palmeirenses. Em um contra-ataque santista, Léo aplicou uma tesoura violenta em Neymar. Os donos da casa exigiram a expulsão, mas o árbitro Antonio Rogério Batista do Prado optou por mais um cartão amarelo.

Na base da movimentação de seu setor ofensivo, o Santos conseguiu superar novamente a marcação palmeirense somente aos 30 minutos, porém foi mortal para chegar ao segundo gol. Paulo Henrique acertou lindo passe para Neymar nas costas da zaga. Com a frieza de um veterano, o craque deu um leve toque por cima de Marcos e saiu para a comemoração.

Pouco depois, Neymar ainda teve a chance de ampliar o placar. Na cara do gol, ele finalizou em cima de Marcos. Quando a torcida já esfregava as mãos e sonhava com uma goleada, o Santos dormiu em campo e levou o empate rapidamente. Aos 40 minutos, Robert fez de cabeça, após falta batida por Cleiton Xavier na direita. Logo em seguida, o camisa 20 marcou mais um ao completar de perna esquerda o preciso cruzamento de Armero. O etapa inicial terminou com o placar de 2 a 2.

No segundo tempo, o clássico continuou emocionante. Em quatro minutos, uma chance para cada lado. Primeiro, foi a vez de Marcos salvar o Palmeiras no chute de Paulo Henrique. Na sequência, Ewerthon desarmou Wesley, invadiu a área e finalizou para fora.

Em nova falha da zaga santista, o Palmeiras fez o que muitos pareciam impossível: virou o placar. Aos 11 minutos, Cleiton Xavier fez o levantamento, Léo cabeceou na trave e Diego Souza completou para as redes.

Ciente de que seu time perdeu a força ofensiva, Dorival Júnior mudou o esquema de jogo. Maranhão entrou na lateral direita e Wesley passou a atuar no meio-campo. Marquinhos foi sacado. Além disso, Zé Eduardo substituiu o apagado André na frente.

As alterações surtiram efeito, o Santos passou a pressionar e acordou sua torcida. Aos 34 minutos, veio o empate. Paulo Henrique foi o autor da assistência para a conclusão de Madson na saída de Marcos.

No fim, Neymar acabou expulso por falta em Pierre e deu nova vida ao Palmeiras. Inspirado, Robert roubou bola no campo de ataque e mandou uma bomba para vencer Felipe. Final: 4 a 3.

Santos 1 x 2 Flamengo

Data: 26/07/2009, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 13ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 10.633 pagantes
Renda: R$ 252.850,00
Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa-PR)
Auxiliares: Altemir Haussmann (FIFA-RS) e Ivan Carlos Bohn (PR)
Cartões amarelos: Germano e Roberto Brum (S); Toró e Williams (F).
Gols: Róbson (24-2), Adriano (32-2) e Pará (43-2).

SANTOS
Felipe; Pará, Domingos (Astorga), Fabão e Léo; Roberto Brum (Róbson), Germano, Rodrigo Souto e Madson; Paulo Henrique e Neymar (Tiago Luís).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

FLAMENGO
Bruno; Aílton, Wellington e Ronaldo Angelim; Leonardo Moura, Toró (Bruno Paulo), Williams, Kléberson e Éverton; Emerson (Fierro) e Adriano.
Técnico: Andrade (interino)



Flamengo vira sobre o Santos no final e acaba com jejum na Vila Belmiro

Foi bastante sofrido, mas, em seu milésimo jogo pelo Campeonato Brasileiro, o Flamengo quebrou um jejum de nunca ter vencido o Santos em um jogo oficial na Vila Belmiro ao bater o rival por 2 a 1, de virada, neste domingo, pela 14ª rodada.

Com o resultado, os cariocas, que não ganhavam há quatro rodadas, subiram para a nona posição, com 20 pontos, três a mais que os paulistas, que caíram para o 11º lugar.

A partida também marcou a primeira derrota do Santos desde o retorno do técnico Vanderlei Luxemburgo. O treinador reassumiu o time na rodada passada, na vitória sobre o Atlético-PR. Já o Flamengo venceu no primeiro jogo depois da demissão do técnico Cuca. Neste domingo, quem comandou o time foi o interino Andrade.

O Santos começou à toda e deu a impressão que não teria dificuldade para vencer. Criou a primeira boa chance de gol logo aos 23s, quando Ganso recebeu na área e bateu cruzado para bela defesa de Bruno.

O que se viu depois, no entanto, foi um show de trombadas e passes errados. As emoções ficaram restritas a duas cobranças de falta de Adriano; na segunda delas, Felipe fez grande defesa e evitou o primeiro gol rubro-negro.

Apagado durante a maior parte do tempo, Neymar levantou a torcida santista com um chute bem defendido por Bruno nos acréscimos da primeira etapa.

Ressentido de uma referência na área, o Santos só assistiu ao Flamengo jogar no segundo tempo. E livrou-se de sair em desvantagem graças ao goleiro Felipe, que salvou um desvio à queima-roupa de Adriano após cobrança de escanteio.

Vanderlei Luxemburgo tentou acabar com a apatia de sua equipe trocando Roberto Brum e Neymar por Róbson e Thiago Luís, respectivamente. As alterações não poderiam dar melhor resultado: aos 24min, Róbson arriscou de fora da área e acertou o canto esquerdo de Bruno.

Só que Adriano, em outra jogada individual, tratou de devolveu a igualdade ao placar. Da intermediária, o Imperador experimentou um chute cheio de curva, que enganou Felipe.

O jogo caminhava para o empate insosso até que, a dois minutos do fim, Pará desviou cruzamento contra as próprias redes e decretou o fim da invencibilidade santista contra o Flamengo em casa.


Goiás 4 x 1 Santos

Data: 20/09/2008, sábado, 18h20.
Competição: Campeonato Brasileiro – 26ª rodada
Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia, GO.
Público: 9.469 pagantes
Renda: R$ 150.420,00
Árbitro: Leonardo Gaciba/RS (Fifa)
Auxiliares: Altemir Hausmann/RS (Fifa) e Marcelo Bertanha Barison/RS
Cartões amarelos: Vitor e Henrique (G); Fabiano Eller (S).
Gols: Paulo Baier (01-1), Anderson Gomes (03-1) e Iarley (14-1); Rafael Marques (08-2) e Pará (30-2).

GOIÁS
Harlei;, Ernando, Henrique e Rafael Marques; Vitor (Fábio Bahia), Fahel, Ramalho, Paulo Baier (Fernando) e Júlio César; Anderson Gomes (Lima) e Iarley.
Técnico: Hélio dos Anjos

SANTOS
Douglas; Wendel, Fabão (Pará), Fabiano Eller e Kleber; Rodrigo Souto, Roberto Brum, Bida e Michael (Lima); Cuevas (Wesley) e Kléber Pereira.
Técnico: Márcio Fernandes



Santos é goleado pelo Goiás, melhor do returno, e volta à realidade

A vitória sobre o Fluminense e a conseqüente saída da zona de rebaixamento da Série A mudaram o discurso santista. Os jogadores passaram a vislumbrar uma vaga às competições sul-americanas. Mas bastou um início avassalador do Goiás para que o time da Vila Belmiro voltasse à realidade. Irreconhecível, foi goleado pelo melhor time do returno por 4 a 1, no Serra Dourada, e não conseguiu se desgarrar definitivamente da zona da degola.

Essa era o objetivo santista, que vinha em ascensão no Nacional-08. O time treinado por Márcio Fernandes ainda não havia perdido nesse returno. Eram três vitórias e três empates. Com o fim da invencibilidade no segundo turno, pára nos 29 pontos, apenas três a mais do que o Vasco, o primeiro do grupo dos quatro piores.

Esse reencontro com o fantasma do rebaixamento se deve em grande parte ao fraco desempenho fora de casa, algo que o elenco prometia colocar ponto final nesta rodada. Mas ainda não aconteceu. Com o resultado de hoje, soma apenas uma vitória como visitante (Internacional), quatro empates e oito derrotas.

Já o Goiás, que viu o goleiro Harley atingir a marca de 550 jogos com a camisa do clube, continua embalado. Uma semana após alcançar uma surpreendente vitória diante do líder Grêmio, em pleno Olímpico, “atropelou” o rival paulista. Para se ter idéia, vencia por 3 a 0 com apenas 14min do primeiro tempo.

Desta forma, o elenco goiano reafirma sua posição de melhor time do segundo turno do Nacional. Em sete jogos, venceu cinco, empatou um e sofreu apenas um revés. Assim, sobe para 39 pontos e se aproxima do G-4. No próximo sábado, pega o Vitória, novamente em casa. Um dia depois, o Santos duela diante da ameaçada Portuguesa, na Vila Belmiro.

O jogo

O Goiás esteve irresistível no início. Com apenas 1min, iniciava sua tranqüila vitória. Após belo cruzamento de Júlio César, Paulo Baier, de cabeça, fez o primeiro. O Santos teve pouco tempo para digerir esse tento. Dois minutos mais tarde, Anderson Gomes aproveitou um rápido contra-ataque e tocou na saída de Douglas. 2 a 0.

Após isso, o Santos se mostrou um time nervoso. Sequer acertava passes. Bem marcado, o artilheiro Kléber Pereira quase não tocava na bola. Para piorar, o zagueiro Fabão derrubou Julio César dentro da área. O árbitro Leonardo Gaciba marcou pênalti. Aos 14min, Iarley cobrou e praticamente selou a vitória goiana.

A disparidade entre as duas equipes era grande. O Goiás trocava passes com tranqüilidade. Já o rival era facilmente marcado e demonstrava enormes para chegar ao gol de Harley.

Essa fragilidade ofensiva irritou o técnico Márcio Fernandes, que decidiu mudar a equipe ainda na etapa inicia. Aos 34min, sacou Fabão e colocou Pará. Assim, ficou com apenas um zagueiro –Fabiano Eller– de origem em campo. Rodrigo Souto foi recuado para a posição. Mas não surtiu efeito.

O Goiás continuou mandando no jogo. Não dava espaços para o adversário, principalmente para o atacante Kléber Pereira. Além disso, era eficiente em suas chances. Aos 8min, por exemplo, Rafael Marques completou cruzamento de Vitor e fez o quarto dos donos da casa.

Mesmo em vantagem, continuou pressionando. Não fosse o goleiro Douglas, poderia ter ampliado. O Goiás só deu uma relaxada após metade do segundo tempo. Os santistas aproveitaram e fizeram o gol de honra, com Pará, aos 30min.


Paysandu 2 x 1 Santos

Data: 23/10/2002, quarta-feira, 20h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 1ª fase – 20ª rodada
Local: Estádio do Mangueirão, em Belém, PA.
Público: 34.023
Renda: N/D
Árbitro: Antonio Pereira da Silva (GO)
Cartões amarelos: Sandro, Márcio e Jóbson (P); Alberto e Robert (S).
Cartão vermelho: Diego (S).
Gols: Zé Augusto (11-1) e Elano (13-1); Vandick (42-2).

SANTOS
Júlio Sérgio; Maurinho (Pereira), Preto, André Luis e Léo; Paulo Almeida, Renato, Elano (Wellington) e Robert (Bernardi); Diego e Alberto.
Técnico: Emerson Leão

PAYSANDU
Marcão; Marcos, Gino, Márcio e Souza; Sandro (Vandick), Vânderson, Jóbson e Wélber (Valdomiro); Zé Augusto e Balão (Albertinho)
Técnico: Hélio dos Anjos


Em jogo tumultuado, Santos perde do Paysandu em Belém

Em uma partida que terminou de forma tumultuada, o Paysandu venceu o Santos por 2 a 1, hoje, estádio Mangueirão, em Belém do Pará, pelo Campeonato Brasileiro. Foi a terceira derrota consecutiva do Santos, que tem 32 pontos. O Paysandu, que briga para sair do rebaixamento, tem 22.

A confusão começou aos 42min do segundo tempo, quando Jóbson lançou Vandick, que marcou o segundo gol do Paysandu. Os jogadores reclamaram muito de impedimento -que não existiu- e partiram para cima do auxiliar.

Os policiais correram para protegê-lo. Na confusão, o zagueiro Preto levou uma forte pancada na cabeça, caiu sangrando em campo e precisou ser levado de ambulância para fora do estádio. O técnico Émerson Leão foi atingido por gás de pimenta nos olhos. A partida ficou interrompida por 28 minutos.

O começo do primeiro tempo foi muito movimentado. Logo a 1min, o lateral-esquerdo Léo derrubou Balão dentro da área e o árbitro goiano Antonio Pereira da Silva marcou a penalidade.

Para sorte do Santos, Jóbson cobrou muito fraco, no canto esquerdo de Júlio Sérgio, que defendeu com facilidade.

Apesar da chance desperdiçada, o Paysandu não desanimou e continuou buscando o primeiro gol da partida. Aos 11min, o lateral-direito Marcos cruzou da direita, Júlio Sérgio não conseguiu afastar e a bola sobrou para Zé Augusto, que completou de pé esquerdo com o gol vazio.

Mas o Santos não demorou muito para chegar ao empate. Dois minutos depois, Robert, que substituiu o suspenso Robinho, cruzou na cabeça de Preto, que ajeitou para Elano, completamente livre, tocar de cabeça.

O Paysandu foi perigoso no primeiro tempo, mas os erros de passe impediram a equipe paraense de chegar com mais frequência ao ataque.

Aos 38min, o Santos perdeu Diego. Ele revidou uma entrada de Sandro com um pontapé. O árbitro viu e colocou o meio-campista santista para fora da partida.

Com um jogador a menos, o Santos passou o segundo tempo inteiro se defendendo. O Paysandu, apesar de dominar a partida, errava muito os passes e não conseguia chegar na área do adversário.

Aos 42min, o Paysandu fez o gol que que lhe garantiu os três pontos -e criou todo o tumulto.



Fontes: Folha de São Paulo e Revista Lance.