Navegando Posts marcados como Paraná

Santos FC x Paraná C
Santos Futebol Clube x Paraná Clube


Retrospecto:

22 jogos
11 vitórias
05 empates
06 derrotas
31 gols pró
22 gols contra
09 saldo

Resultados:

30/10/1994 – Santos 1 x 0 Paraná – Brasileiro – Vila Belmiro
12/11/1995 – Santos 0 x 0 Paraná – Brasileiro – Durival de Britto
20/11/1996 – Santos 0 x 3 Paraná – Brasileiro – Palestra Itália
12/07/1997 – Santos 0 x 2 Paraná – Brasileiro – Durival de Britto
05/05/1998 – Santos 1 x 0 Paraná – Copa do Brasil – Vila Belmiro
14/05/1998 – Santos 1 x 0 Paraná – Copa do Brasil – Durival de Britto
24/10/1998 – Santos 1 x 2 Paraná – Brasileiro – Vila Belmiro
25/07/1999 – Santos 2 x 0 Paraná – Brasileiro – Erton Coelho Queiroz
29/09/2001 – Santos 0 x 1 Paraná – Brasileiro – Durival de Britto
28/08/2002 – Santos 2 x 1 Paraná – Brasileiro – Vila Belmiro
30/03/2003 – Santos 2 x 2 Paraná – Brasileiro – Vila Belmiro
09/08/2003 – Santos 2 x 1 Paraná – Brasileiro – Couto Pereira
21/04/2004 – Santos 2 x 3 Paraná – Brasileiro – Pinheirão
15/08/2004 – Santos 5 x 1 Paraná – Brasileiro – Vila Belmiro
25/08/2004 – Santos 1 x 2 Paraná – Copa Sul-Americana – Pinheirão
04/09/2004 – Santos 3 x 0 Paraná – Copa Sul-Americana – Vila Belmiro
07/08/2005 – Santos 1 x 1 Paraná – Brasileiro – Willie Davies
16/11/2005 – Santos 0 x 0 Paraná – Brasileiro – Pacaembu
13/08/2006 – Santos 1 x 1 Paraná – Brasileiro – Pinheirão
11/11/2006 – Santos 1 x 0 Paraná – Brasileiro – Vila Belmiro
09/08/2007 – Santos 2 x 0 Paraná – Brasileiro – Vila Belmiro
25/11/2007 – Santos 3 x 2 Paraná – Brasileiro – Durival de Britto

Paraná 2 x 3 Santos

Data: 25/11/2007, domingo, 18h10.
Competição: Campeonato Brasileiro – 37ª rodada
Local: Estádio Durival Britto e Silva, Vila Capanema, em Curitiba, PR.
Árbitro: Alicio Pena Junior (MG/ Fifa)
Auxiliares: Marco Antônio Gomes e Márcio Eustáquio S. Santiago (MG)
Cartões amarelos: Jumar, Léo Matos, Daniel Marque e Vandinho (Paraná); Marcelo (Santos)
Gol: Jumar (30-1); Paulo Rodrigues (25-2), Kléber Pereira (28-2), Kléber Pereira (36-2) e Kléber Pereira (38-2).

PARANÁ
Gabriel, Léo Matos, Daniel Marques, Neguette e Paulo Rodrigues; Goiano, Jumar (Jumar), Giuliano e Vandinho (Jefferson); Josiel e Lima (Adriano).
Técnico: Saulo de Freitas

SANTOS
Fábio Costa; Alessandro, Adaílton, Marcelo (Carlinhos) e Kléber; Maldonado, Rodrigo Souto, Vítor Júnior (Renatinho) e Rodrigo Tabata; Marcos Aurélio (Petkovic) e Kléber Pereira.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo



Kléber Pereira faz 3, Santos vira e assegura vaga na Libertadores 2008

Depois de desperdiçar duas oportunidades de garantir a classificação à Copa Libertadores da América 2008, o Santos enfim conseguiu o seu objetivo ao vencer, no sufoco, o Paraná por 3 a 2, na noite deste domingo, no estádio Vila Capanema. A equipe de Vanderlei Luxemburgo chegou a ficar dois gols atrás no placar no confronto em Curitiba, mas foi salva pelo atacante Kléber Pereira, que fez três gols num intervalo de 10 minutos.

O Santos alcançou os 62 pontos e segue na segunda colocação da tabela. Como falta apenas uma rodada para o término do Nacional, o time da Baixada Santista não pode mais ser ultrapassado por Palmeiras (58), Grêmio (57) e Cruzeiro (57), que também lutam por uma das vagas na competição continental – o Flamengo também conseguiu o feito ao bater o Atlético-PR por 2 a 0, no Maracanã.

Já o Paraná praticamente caiu para a Série B. O time curitibano ocupa a 18ª colocação com 41 pontos e precisa torcer por tropeços do Corinthians e Goiás, que enfrentam na quarta-feira o Vasco e o Atlético-MG, respectivamente. Somado a isso, a equipe dirigida por Saulo de Freitas ainda terá que ganhar dos vascaínos no próximo domingo e voltar a secar os adversários diretos.

Precisando vencer para seguir na elite do futebol brasileiro na próxima temporada, o Paraná contou com o apoio de quase 16 mil torcedores e tratou de pressionar o Santos desde o apito inicial. Com mais ritmo de jogo, o time paranaense saiu na frente aos 30 minutos do primeiro tempo.

Numa cobrança de falta despretensiosa na lateral esquerda, o volante Jumar surpreendeu ao chutar direto em vez de alçar na área. Apesar de a bola ter saído sem muita velocidade e ter sido levemente desviada, o goleiro Fábio Costa falhou ao não conseguir fazer a defesa. Nos momentos iniciais do duelo, o camisa 1 santista quase havia entregue o ouro ao sair errado da pequena área, mas Giuliano desperdiçou o favor ao cabecear para fora.

Depois de começar a partida com uma formação mais recuada – Maldonado, Vítor Júnior e Rodrigo Souto tentaram formar uma barreira no meio-campo -, o treinador Vanderlei Luxemburgo decidiu partir para cima ao mandar a campo um terceiro atacante, colocando Renatinho na vaga de Vítor Júnior aos 36min. E logo em seguida o Santos quase empatou, mas Kléber Pereira concluiu errado, de cabeça, um cruzamento de Kléber.

Sem criatividade e apoio nas jogadas pela lateral, Luxemburgo colocou no começo da etapa complementar o sérvio Petkovic e Carlinhos para dar mais mobilidade ao time. Mas o Paraná, que chegou a sofrer pressão, voltou a marcar em nova cobrança de falta. Aos 25 min, Paulo Rodrigues bateu fechado e encobriu o goleiro Fábio Costa para fazer 2 a 0.

Três minutos depois começou a reação do Santos, com três gols de Kléber Pereira num intervalo de 10 minutos. O primeiro foi de cabeça após cruzamento de Petkovic. O atacante empatou em seguida ao receber um longo cruzamento e dar um toque de cabeça para tirar o goleiro Gabriel da jogada. O centroavante só teve o trabalho de empurrar para o gol vazio. A virada saiu depois de um cruzamento de Renatinho, que Kléber Pereira completou – ele é o artilheiro da equipe no Brasileirão com 16 gols.

Santos 2 x 0 Paraná

Data: 09/08/2007
Competiçao: Campeonato Brasileiro
Local: Estádio Vila Belmiro, em Santos, SP.
Árbitro: Gutemberg de Paula Fonseca (RJ)
Auxiliares: Marcos Tadeu Peniche Nunes e Wagner de Almeida Santos (RJ)
Cartões amarelos: Kléber (S), Adriano (P), Josiel (P), Daniel Marques (P), Everton (P) e Joélson (P)
Gols: Marcos Aurélio, aos 43min do primeiro tempo; Kléber Pereira (S), aos 47min do segundo tempo.

SANTOS
Fábio Costa; Baiano, Domingos, Adaílton e Carlinhos; Dionísio (Adriano), Rodrigo Souto, Kléber e Pedrinho (Petkovic); Marcos Aurélio (Rodrigo Tabata) e Kléber Pereira.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

PARANÁ
Flávio; Daniel Marques, Nem (Everton) e Luís Henrique; Léo Mattos, Adriano (Joélson), Beto, Vandinho e Serginho (Márcio Careca); Vinícius Pacheco e Josiel
Técnico: Gilson Kleina



Santos conquista ‘trinca’ e deixa Paraná perto da zona de risco

Depois de bater o Atlético-MG e o Flamengo, o Santos conquistou sua terceira vitória consecutiva e encostou no G-4 do Campeonato Brasileiro. Desta vez, a “vítima” foi o Paraná, que com a derrota por 2 a 0 nesta quinta-feira à noite, na Vila Belmiro, manteve sua derrocada e já começa a se preocupar com o rebaixamento.

Com o placar, o time comandado por Vanderlei Luxemburgo atingiu os 27 pontos e tem agora apenas dois de desvantagem para o Cruzeiro, quarto colocado. A equipe alvinegra termina a 18ª rodada no sétimo lugar.

Já o Paraná conheceu seu quinto confronto seguido sem triunfo na competição nacional. A última vitória do clube curitibano foi sobre o Palmeiras, por 1 a 0, na Vila Capanema. A equipe de Gilson Kleina manteve os 23 pontos e no momento está a somente três do primeiro da “degola”, na 12ª posição.

O resultado da noite desta quinta-feira ainda mantém um tabu que já dura sete jogos, número de confrontos que o Paraná não bate a equipe praiana na Baixada. Foram cinco vitórias santistas e duas igualdades.

Nesta noite, o Santos teve muitas dificuldades no primeiro tempo para furar o bloqueio defensivo adversário. Retraído, o Paraná ainda levou perigo nos minutos iniciais em lances de contra-ataque.

No entanto, uma falha individual foi fundamental para a equipe da Vila abrir o marcador, apesar da fraca atuação. Serginho tentou afastar de calcanhar e deixou a bola nos pés de Rodrigo Souto. O volante tocou para Baiano, que na partida reestreou com a camisa alvinegra, cruzar para Marcos Aurélio completar.

No segundo tempo, o Paraná saiu mais para o jogo, mas pouco conseguiu criar. Os anfitriões passaram a tocar mais a bola e tentar administrar o resultado. Aos 15min, Luxemburgo sacou Pedrinho e promoveu a estréia do meia sérvio Petkovic. A mudança não surtiu efeito, os visitantes melhoraram e começaram a pressionar. Contudo, a equipe praiana foi mais eficiente e ampliou aos 47min com belo gol de Kléber Pereira. “O placar estava perigoso, mas tive um pouco de sorte e a felicidade de poder colocar para dentro”, falou o avante.

“A gente começou bem, e em uma bobeira eles [Santos] aproveitaram e fizeram o gol. E depois, tendo que sair para o jogo, tudo fica mais complicado. Criamos algumas chances, mas não para quem quer sair de uma situação difícil, como nós”, afirmou o atacante paranista Josiel.

Santos e Paraná voltam a campo pelo Brasileiro neste domingo, às 18h10. A equipe do litoral paulista visita o Fluminense no Maracanã, enquanto o clube tricolor recebe o Vasco na Vila Capanema, em Curitiba.

Santos 1 x 0 Paraná

Data: 11/11/2006, sábado, 18h10.
Competição: Campeonato Brasileiro
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 8.234 pagantes
Renda: R$ 71.684,00
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (Fifa-RS)
Assistentes: José Javel Silveira e José Otávio Dias Bitencourt (ambos de RS)
Cartões amarelos: Adriano (S); Beto, Batista e Edmilson (P)
Cartão vermelho: Adriano (S)
Gol: Rodrigo Tabata (44-1).

SANTOS
Fábio Costa; Luiz Alberto, Ávalos (Fabinho) e Ronaldo; André, Heleno, Cléber Santana, Rodrigo Tabata (Adriano) e Kléber; Reinaldo e Wellington Paulista (Manzur).
Técnico: Wanderley Luxemburgo

PARANÁ
Flávio; Alex (Peter), Edmílson, Gustavo e Edinho (Maicossuel); Pierre, Batista, Beto e Sandro; Cristiano (Gérson) e Leonardo.
Técnico: Caio Júnior



Santos encerra série negativa e vence ‘decisão’ contra Paraná

Três rodadas sem vencer (duas derrotas e um empate) mudaram o astral do Santos. Antes candidato ao título, o time alvinegro viu ameaçada a classificação para a Copa Libertadores de 2007. Mas se recuperou neste sábado, com um triunfo sobre um rival direto. Jogando na Vila Belmiro, a equipe mandante superou o Paraná por 1 a 0 e se manteve no grupo que garante vaga no torneio continental.

“Como diz aquela frase repetida tantas vezes, o jogo contra o Paraná valia seis pontos. Não só por se tratar de um rival direto, mas exatamente porque abrimos seis pontos de vantagem para eles [o time paranaense é o melhor entre os que não estão na zona de classificação para a Libertadores]. A três rodadas do fim, essa é uma vantagem importante”, enalteceu o treinador santista Vanderlei Luxemburgo.

O êxito deste sábado levou o Santos a 59 pontos ganhos no Campeonato Brasileiro. Com isso, o placar projetou a equipe alvinegra para a terceira colocação da tabela (um ponto à frente do Grêmio, que tem uma partida a menos). O Paraná ficou estagnado nos 53 pontos, foi ultrapassado pelo Vasco e caiu da quinta para a sexta posição.

“Estamos em uma fase decisiva do campeonato e o espírito dos jogadores está bom. Perdemos dois jogos decisivos na seqüência [o Paraná havia sido superado pelo Vasco na rodada passada] e isso é complicado. Mas vamos seguir em busca desse sonho enquanto tivermos chance e precisamos trabalhar muito para isso”, cobrou o treinador Caio Júnior, do Paraná.

As duas derrotas consecutivas no Campeonato Brasileiro, ambas como visitante, confirmaram o momento ruim que o Paraná vive longe de seus domínios. O time tricolor não vence fora de casa desde o dia 8 de outubro, quando fez 3 a 1 sobre o Santa Cruz. Desde então, visitou quatro rivais e angariou três derrotas e um empate.

Mal fora de casa, o Paraná contrasta com o rendimento do Santos como mandante. O time alvinegro sofreu apenas duas derrotas em sua casa neste Campeonato Brasileiro (para o Vasco e para o São Paulo). Nas outras partidas, somou 13 vitórias e dois empates.

As duas equipes voltarão a campo apenas no domingo, dia 19 de novembro. O Paraná receberá o vice-líder Internacional no estádio Durival de Brito, em Curitiba, às 16h. Mais tarde, às 18h10, o Santos visitará o Cruzeiro no Mineirão, em Belo Horizonte.

O jogo

Pressionado por ter passado três jogos sem triunfar, o técnico Vanderlei Luxemburgo optou por uma formação cautelosa para o Santos neste sábado. Escalado com três zagueiros, o time paulista teve pouca participação ofensiva de seus laterais e abusou de lançamentos longos para os atacantes Reinaldo e Wellington Paulista.

“Foi até por causa da velocidade deles que eu optei por essa dupla. Na partida anterior, quando precisávamos segurar um pouco mais a bola na frente, coloquei o Jonas como titular”, lembrou o técnico alvinegro.

Só que os lançamentos longos do Santos ainda foram mais do que o Paraná fez no primeiro tempo. O time visitante foi montado por Caio Júnior no 4-4-2, mas o volante Pierre recuou para compor o sistema defensivo.

A idéia da equipe tricolor era conter os avanços alvinegros, sobretudo pelas laterais. Mas o que realmente aconteceu foi uma pressão dos mandantes, que tiveram muito espaço para trocar passes.

Prova disso é que o Santos teve quatro oportunidades claras para marcar na etapa inicial. A primeira aconteceu logo aos 6min, em jogada individual de Cléber Santana que o goleiro Flávio defendeu. Aos 14min, Wellington Paulista foi lançado na direita, invadiu a área e chutou à direita.

O lance mais trabalhado pela equipe mandante aconteceu aos 38min, quando Rodrigo Tabata e Fabinho tabelaram pela esquerda. O camisa 16 cruzou rasteiro para trás, Reinaldo chutou de pé direito e um desvio no meio do caminho quase matou Flávio, que havia pulado para o canto esquerdo. Dois minutos depois, Kléber desceu pela esquerda e cruzou para Wellington Paulista, que girou o corpo e acertou a trave esquerda.

A insistência do Santos em jogadas trabalhadas foi premiada em um lance inusitado. Rodrigo Tabata cobrou falta da esquerda para a área aos 43min do primeiro tempo, Cléber Santana não conseguiu alcançar de cabeça e Flávio cometeu uma falha incrível, deixando a bola passar ao lado de sua mão esquerda.

“Eu tentei cruzar e fui feliz”, comemorou o santista. “Além de o Cléber Santana não ter desviado, eu fui enganado quando a bola bateu no chão”, admitiu Flávio, cabisbaixo depois do erro.

Em desvantagem, o técnico Caio Júnior resolveu mudar o Paraná. Durante o intervalo, ele tirou o atacante Cristiano (que estava acompanhando demais os volantes do Santos) e colocou Gerson em campo. “O Luxemburgo escalou uma equipe cautelosa e com muita movimentação no meio. A idéia foi preencher um pouco mais esse setor”, explicou o comandante tricolor.

Com mais gente no meio-campo, o Paraná interrompeu a pressão que o Santos havia exercido no primeiro tempo. Contudo, o time tricolor não conseguiu aproveitar isso para atacar e derrubou o nível técnico da partida na Vila Belmiro. “As duas equipes estavam muito concentradas na marcação e em não errar”, contou o zagueiro paranista Edmílson.

Depois de alguns minutos de equilíbrio, porém, o Santos voltou a pressionar. Os dois melhores lances foram protagonizados pelo centroavante Reinaldo, aos 36min (quando ele recebeu toque de cabeça de Wellington Paulista e chutou forte, exigindo grande defesa de Flávio) e aos 38min (quando ele invadiu a área com liberdade pela esquerda e chutou à direita do goleiro).

Contudo, o bom momento do Santos no segundo tempo ruiu aos 37min. O volante Adriano, que havia entrado no lugar de Rodrigo Tabata, levou seu segundo amarelo e foi expulso. Com isso, o técnico Vanderlei Luxemburgo foi obrigado a trocar Wellington Paulista pelo zagueiro Manzur. E assim, o Paraná cresceu e dominou o jogo nos minutos finais, mas sem eficiência para chegar ao empate.

Paraná 1 x 1 Santos

Data: 13/08/2006, domingo, 18h10.
Competição: Campeonato Brasileiro – 16ª rodada
Local: Estádio Pinheirão, em Curitiba, PR.
Público: 16.851 pagantes
Renda: R$ 193.490,00
Árbitro: Antônio Hora Filho (SE)
Auxiliares: Antônio da Cruz dos Santos e Ivaney Alves de Lima (ambos do SE)
Cartões amarelos: Edmilson (P); Leandro (S).
Gols: Wellington Paulista (05-1) e Maicossuel (13-1).

PARANÁ
Marcos Leandro; Gustavo, Edmilson (Neguete) e Emerson; Ângelo, Pierre (João Victor), Felipe Alves, Maicossuel e Edinho; Sandro (Zumbi) e Leonardo.
Técnico: Caio Júnior

SANTOS
Fábio Costa; Manzur, Luiz Alberto e Ronaldo Guiaro (Rodrigo Tiuí); Dênis, Wendel, Cléber Santana, André (Rodrigo Tabata) e Kléber; Wellington Paulista (Leandro) e Jonas.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo



Santos e Paraná empatam no Pinheirão e descem na tabela

A rodada não foi o que Santos e Paraná esperavam. Se antes dela, ambos almejavam a liderança da Série A, ao seu término os dois times viram o líder São Paulo abrir cinco pontos de diferença e se isolar ainda mais na liderança, após empate no Pinheirão por 1 a 1, neste domingo.

Além da distância do líder, Paraná e Santos foram ultrapassado na tabela pelo Internacional (que venceu o Fortaleza de virada por 2 a 1, no Castelão), que assume a vice-liderança da competição, com 29 pontos. Além disso, o Fluminense também triunfou (diante do Cruzeiro, por 3 a 2, no Mineirão) e empatou em número de pontos com as equipes (ficando atrás por saldo de gols).

O resultado mantém as equipes na terceira e quarta posição na tabela de classificação, com 28 pontos. O São Paulo venceu o Goiás por 2 a 1 e assumiu a liderança isolada da Série A, com 33 pontos.

Com o empate, a equipe de Vanderlei Luxemburgo quebrou uma seqüência de três vitórias consecutivas, e com o empate, não igualou a marca obtida no início da competição, quando completou quatro partidas seguidas com triunfos (Atlético-PR, Palmeiras, Fortaleza e Ponte Preta).

Apesar do resultado não planejado, o zagueiro Luiz Alberto preferiu ver o lado positivo do empate. “O Paraná tem um time muito rápido, mas nós marcamos com eficiência. Foi um jogo taticamente muito disputado e isso valorizou o resultado. O mais importante é que nós nos mantivemos entre os primeiros colocados do Campeonato Brasileiro”, afirmou.

Com os gols da partida, Santos e Paraná mantém a melhor defesa e ataque do campeonato, respectivamente. A equipe santista passa a ter 14 gols sofridos, enquanto os anfitriões deste domingo sobem para 30 gols, garantindo ainda o melhor ataque da competição.

Paraná e Santos retornam aos gramados em datas diferentes. Enquanto o time da Vila Belmiro enfrenta o Cruzeiro, em casa, na próxima quinta-feira, a equipe paranaense folga no meio da semana (a partida foi adiada, já que seu adversário seria o Internacional, que disputa a final da Copa Libertadores com o São Paulo na quarta-feira) e joga contra o São Caetano, domingo, novamente no Pinheirão.

O jogo

O confronto no Pinheirão começou como se esperava. Bastante movimentação de ambos os times e busca ao ataque. Porém, com o apoio de sua torcida, o time da casa abusou da ofensividade e foi surpreendido logo aos 5min.

Em rápido contra-ataque, o atacante Wellington Paulista recebeu lançamento livre pela direita, invadiu a área e bateu cruzado, marcando seu primeiro gol no Santos. Na equipe adversária, o atacante disputou os últimos dois Campeonatos Brasileiros, e não marcou em nenhum deles.

A vantagem santista poderia ter sido ampliado momentos depois, aos 10min. Após falha do goleiro Marcos Leandro (que substituiu Flávio, suspenso), a bola escapou de suas mãos, mas Wellington Paulista não aproveitou e bateu para fora.

Apesar desse lance isolado, o gol não abalou os anfitriões, que mantiveram o ritmo e não demoraram para igualar o resultado do jogo e derrubar a defesa menos vazada do campeonato. Em linda tabela com Edinho, Maicossuel invadiu a área do Santos e tocou na saída de Fábio Costa, aos 13min.

Mesmo com três zagueiros, os visitantes ofereciam espaços ao Paraná, que dominou a primeira metade da etapa inicial. O time alvinegro apenas voltou a assustar no fim da primeira etapa, porém, não com muito perigo.

“Tomamos o gol no inicio em uma jogada que nós já imaginávamos que poderia acontecer, já que o forte deles é o contra-ataque, mas as grandes chances, sem dúvida, foram do Paraná”, resumiu o técnico Caio Júnior, ao fim da primeira etapa.

A empolgação do início do primeiro tempo não se repetiu no segundo. A ida para os vestiários parece ter esfriado o jogo, que seguiu com poucas chances de perigo. As únicas foram paralisadas pelos assistentes, que erraram em suas marcações de impedimento. Wellington Paulista e Maicossuel chegaram a ficar sozinhos com seus goleiros adversários (o segundo chegou até a marcar), mas suas conclusões não valeram.

Com os gritos dos torcedores, o Paraná ameaçou superioridade diante do Santos, na metade do segundo tempo. Mas nada que assustasse o goleiro Fábio Costa, que praticamente não trabalhou na partida. Luxemburgo ainda tentou buscar mais o ataque, mudando o esquema do time para o 4-4-2, tirando um zagueiro (Ronaldo Guiaro) e colocando um atacante (Rodrigo Tiuí). Porém, nada foi suficiente para que a partida tivesse mais um gol.