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Santos 6 x 0 Bolívar

Data: 11/05/2005, quarta-feira, 19h30.
Competição: Copa Libertadores – Grupo 2 – 6ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP, Brasil.
Público: 17.906 pagantes
Renda: R$ 220.276,00
Árbitro: Jorge Larrionda (URU)
Auxiliares: Edgardo Acosta e Marcelo Gadea (ambos do URU).
Cartões amarelos: Halisson e Léo (S).
Gols: Bóvio (02-1), Ávalos (13-1) e Paulo César (42-1); Ricardinho (13-2), Basílio (25-2) e Deivid (30-2).

SANTOS
Henao, Paulo César (Flávio), Ávalos, Hallisson e Léo; Fabinho, Bóvio (Basílio); Zé Elias e Ricardinho; Deivid e Robinho.
Técnico: Gallo

BOLÍVAR
Caballero; Sánchez (Peña), Torrico, Ferreira e Pachi; Galindo, Ângulo, Reyes e Zermatten; Fischer (Cabrera) e Gutiérrez.
Técnico: Vladimir Soria



Santos massacra Bolívar e se classifica em primeiro

O Santos se classificou para a segunda fase e ainda ratificou nesta quarta-feira a primeira posição do Grupo 2 da Copa Libertadores. Jogando na Vila Belmiro, o time da casa aproveitou o momento conturbado do Bolívar e goleou o adversário por 6 a 0.

O curioso é que esta é apenas a quarta vez nesta temporada em que o Santos faz mais de três gols. Antes disso, o time da Vila Belmiro havia superado esta marca contra Portuguesa (5 a 1), Mogi Mirim (4 a 2) e Paysandu (4 a 1).

A goleada desta quarta-feira ainda confirma a excelente campanha de Gallo como técnico do Santos. Ele dirigiu a equipe em 11 oportunidades. Neste período, conquistou oito vitórias e três empates.

O último placar negativo do Santos aconteceu no dia 23 de março, quando a equipe foi comandada pelo interino Serginho Chulapa. Jogando contra o Santo André, fora de casa, o clube do litoral perdeu por 3 a 2.

Nesta quarta-feira, chamou atenção a ausência de Robinho na lista dos goleadores do Santos. Balançaram as redes o volante Bóvio, o zagueiro Ávalos, o lateral-direito Paulo César, o meia Ricardinho e os atacantes Basílio e Deivid.

Contudo, nem mesmo a falta de gols criou um ambiente ruim para o camisa 7. O atacante foi muito aplaudido pela torcida do Santos, que pediu a permanência dele no clube. “Fica Robinho”, gritaram os torcedores.

O excelente momento de Robinho, porém, não é compartilhado pelo Bolívar. O time boliviano vive um período de crise financeira e ameaçou até não disputar o confronto com o Santos.

Descontentes com o não recebimento de US$ 90 mil que a diretoria lhes devia, os atletas do Bolívar, como forma de protesto, boicotaram o vôo da manhã de terça-feira, se ausentando do embarque no aeroporto de El Alto.

Para convencer os atletas a seguirem viagem, a diretoria do Bolívar prometeu saldar parte da quantia pendente. Com isso, o Bolívar chegou ao Brasil nesta quarta-feira. “Foi muito complicado. Viemos na correria e nem concentramos direito”, confessou o zagueiro brasileiro Ferreira.

Com isso, o Bolívar termina a primeira fase na lanterna do Grupo 2 da Libertadores. E o Santos, que ficou com a liderança, aguarda agora o complemento da última rodada para conhecer seu adversário nas oitavas-de-final.

Antes disso, porém, o Santos precisa se preocupar com o Campeonato Brasileiro. O time da Vila Belmiro entra em campo pela competição nacional no próximo domingo, às 18h10, fora de casa. O adversário será o Flamengo, que somou quatro pontos nas três primeiras rodadas do torneio.

O jogo

Em casa, contra um adversário desfigurado, o Santos não demorou para mostrar imensa superioridade técnica. Logo aos 2min, Robinho lançou na esquerda para Léo e o lateral cruzou de primeira. Bóvio apareceu dentro da pequena área e completou de pé direito, no ângulo direito do goleiro Caballero.

O gol deu ainda mais tranqüilidade ao Santos, que apenas trocou passes na intermediária até encontrar espaços na defesa do Bolívar. Isso aconteceu aos 13min, quando Paulo César cobrou falta da esquerda e Ávalos, livre de marcação, cabeceou para ampliar a vantagem dos donos da casa.

Assustado, o Bolívar só conseguiu ameaçar o gol do Santos em bolas paradas. Aos 18min, por exemplo, Zermatten cobrou falta da intermediária e o chute passou perto da trave esquerda de Henao.

Com a bola rolando, porém, o Santos foi muito superior. O time da casa tocou a bola na zona intermediária, mas faltou criatividade ao meio-campo da equipe brasileira. Com isso, o time da Vila Belmiro só conseguiu chegar ao terceiro gol em um lance de pura sorte.

Aos 42min, Paulo César recebeu na direita e cruzou para a área. Caballero saiu mal do gol e não conseguiu cortar. Com isso, a bola entrou no ângulo direito do camisa 12 do Bolívar. “Eu não tentei chutar para o gol. Fiz o lançamento, mas dei sorte e ela entrou”, confessou o ala do Santos.

No segundo tempo, devido à ampla vantagem do Santos, o Bolívar resolveu sair mais para o ataque. Com isso, deu espaços para o contra-golpe da equipe da casa, que conseguiu construir a goleada.

Aos 13min, Ricardinho tabelou com Deivid e chutou de primeira, de pé esquerdo. A bola foi no canto direito baixo de Caballero, que cometeu uma falha incrível e permitiu o terceiro gol do Santos.

Quando o técnico Gallo trocou o volante Bóvio pelo atacante Basílio, o Santos aumentou a goleada. Logo aos 25min, o camisa 18 aproveitou um cruzamento de Flávio para marcar de cabeça. E Deivid completou a vitória aos 30min, ao arrematar de pé direito um cruzamento rasteiro de Robinho da direita.

Pior Santos, melhor ataque

A campanha do Santos na primeira fase da Copa Libertadores 2005 é a pior das últimas três temporadas. O clube brasileiro somou 12 pontos no período de classificação deste ano contra 16 de 2004 e 14 de 2003.

No entanto, este é o melhor ataque do Santos na Libertadores nas últimas três temporadas. A equipe 2005 marcou 18 vezes na primeira fase e superou os dois anos anteriores, quando marcou 16 gols na classificação.


Santos 2 x 1 Guarani

Data: 26/06/2004
Competição: Campeonato Brasileiro
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Árbitro: Paulo César de Oliveira (SP)
Assistentes: Ana Paula da Silva Oliveira (SP) e Aline Lopes Lambert (SP)
Cartões amarelos: André Luís (S), Simão e Netinho (G).
Gols: Deivid (25-1); Netinho (38-2) e Paulo César (43-2).

SANTOS
Tapia; Paulo César, Domingos, André Luís e Léo; Claiton, Preto Casagrande (Lello), Ricardinho e Elano (Marcinho); Robinho e Deivid (Basílio).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

GUARANI
Jean; Dida, Paulo André, Juninho e Adílio (Patrick); Roberto, Sidney, Alexandre e Simão (Netinho); Jonatas (Valdir Papel) e Viola.
Técnico: Zetti



Em ascensão, Santos bate o Guarani e conquista a 3ª vitória seguida no Nacional

Em ascensão, o Santos venceu o Guarani por 2 a 1, neste sábado, no estádio do Pacaembu, e conquistou sua terceira vitória consecutiva no Brasileiro-2004. Os santistas, que estavam desacreditados no início da competição, quando amargaram as últimas colocações, não perdem há quatro rodadas, e já venceram cinco dos 11 jogos que disputaram.

O time do técnico Vanderlei Luxemburgo, que preferiu trocar o mando de campo da Vila Belmiro pelo Pacaembu –na tentativa de privilegiar os torcedores santistas da capital e atrair mais público (22.807 pessoas foram ao estádio)–, chegou aos 16 pontos. Depois da derrota, o Guarani, que estava invicto há três jogos, permanece com 12 pontos.

Antes de bater o time de Campinas, o Santos já vinha embalado por conta de duas vitórias seguidas: contra o Vitória (2 a 1), em Salvador e, mais recentemente, diante do Internacional (3 a 0), na Vila Belmiro.

Dentro de campo, o Santos entrou com duas novidades: o goleiro Tapia, titular da seleção do Chile, com 37 anos e 1,82m, que estreou no clube, e Preto Casagrande, que substituiu o meia Diego, suspenso. Com isso, Elano jogou mais avançado. Já o Guarani, do técnico Zetti, teve o retorno do centroavante Viola após suspensão.

Mesmo jogando longe de casa, o Santos mostrou tranqüilidade no Pacaembu. O goleiro Tapia praticamente não foi exigido no primeiro tempo e o Santos não teve dificuldades para impor seu ritmo de jogo desde o início. Aos 3min, Ricardinho perdeu uma boa chance de abrir o placar, depois de receber passe de Robinho.

De tanto pressionar, o Santos chegou ao gol as 25min. Primeiro, Léo cruzou da esquerda para Robinho, que cabeceou na trave. No rebote, Léo cruzou novamente para a área e, dessa vez, Deivid chutou no canto do goleiro Jean: 1 a 0.

No segundo tempo, Luxemburgo sacou Preto Casagrande para a entrada de Lelo. Com isso, o Santos preferiu jogar mais recuado saindo nos contra-golpes.

Aos 30min, Luxemburgo tirou Deivid e Elano, colocando, respectivamente, Basílio e o meia-atacante Marcinho, 23, que estava no CRB-AL e, assim como Tapia, também fez sua estréia.

A postura tática do Santos, porém, custou o gol de empate do Guarani, anotado por Netinho, que entrou no segundo tempo, aos 38min, sem chances para Tapia: 1 a 1.

Quando a torcida santista já deixava o estádio, Paulo César colocou novamente o Santos a frente do placar ao bater de longe, aos 43min: 2 a 1.

Santos 8 x 3 União São João

Data: 15/02/2004
Competição: Campeonato Paulista – Primeira Fase – Grupo B – 6ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 5 223 pagantes.
Renda: R$ 71 590,00.
Árbitro: Romildo Correia (SP).
Cartões amarelos: André Luís (S); Marcelinho, Luís Henrique e Osmar (U).
Gols: Basílio (04-1), Basílio (20-1), Paulo César (25-1), André Luís (31-1), Alex (35-1), Osmar (39-1), Marcelinho (46-1); Robinho (06-2), Róbgol (11-2), João Paulo (32-2) e Renato (42-2).

SANTOS
Doni; Paulo César, Alex, André Luís, Léo; Claiton, Renato, Diego (Paulo Almeida); Basílio, Robinho (Luís Augusto) e Róbson (Lopes).
Técnico: Emerson Leão.

UNIÃO SÃO JOÃO
Gilvan; Vágner (Roger), Diguinho, Félix, Eduardo (Luís Henrique); Lico, Wilson Matias, Gérson Lente, Marcelinho; Osmar e João Paulo.
Técnico: Arnaldo Lira.



Em jogo de onze gols, Santos faz oito e goleia o União São João

Até Robson marcou. Numa maratona de gols, o Santos goleou o União São João por 8 a 3, neste domingo à tarde, na Vila Belmiro. O resultado mantém o time santista na liderança do grupo 2 do Campeonato Paulista.

Esta foi a sétima partida de Robson com a camisa do Santos. O jogador, que foi contratado para resolver a ausência de um matador no ataque santista, não vinha conseguindo marcar, apesar de ter seu futebol constantemente elogiado pelo técnico Emerson Leão.

Neste domingo, as dificuldades de Robson continuaram até os 11min do segundo tempo. Quando o placar já apontava 6 a 2 para os donos da casa, o Santos teve um pênalti a seu favor. O camisa nove cobrou bem e acabou com sua maré de azar.

Com o resultado, o Santos chegou aos 14 pontos, um de vantagem para o Paulista, vice-líder. Já o União, que sofreu sua quinta derrota em cinco jogos, segue sem pontos e só não está mais ameaçado de rebaixamento devido aos pontos perdidos pelo Oeste.

Muitos gols

O show de gols do primeiro tempo começou logo aos 4min. Robinho lançou Renato pela direita. Sem deixar a bola tocar no chão, o meia cruzou de primeira para Basílio, livre, tocar para o fundo do gol.

Bem no ataque, o Santos deu muito espaço para o ataque do União. E, aos 15min, a equipe de Araras quase empatou. Wilson recebeu dentro da área, pelo lado esquerdo e, quase sem ângulo, bateu forte. Doni salvou o time da Vila.

Depois desse lance o Santos começou seu passeio. Aos 20min, após boa troca de passes, Robinho lançou Paulo César. O lateral cruzou rasteiro, para trás, e Basílio, de primeira, marcou seu segundo gol na partida, ampliando a vantagem santista.

A equipe de Araras voltou a ameaçar aos 22min. Marcelinho chutou de fora da área e acertou o travessão de Doni. Três minutos depois, o Santos marcou o terceiro. Paulo César cobrou falta pela direita, direto para o gol, enganando o goleiro Gilvan.

Aos 31min, o Santos fez o quarto gol. Diego deu linda assistência para Claiton. O meia bateu de virada e Gilvan mandou para escanteio. Após a cobrança, a bola foi desviada para o segundo pau e André Luís marcou.

Com tanta facilidade, faltava o primeiro gol de Robson com a camisa do Santos. Aos 35min, a bola foi cruzada da esquerda, o camisa nove desviou de cabeça e Gilvan defendeu. O goleiro, porém, falhou e largou nos pés de André, que fez o quinto santista.

No final, o União reagiu e marcou seus dois primeiros gols. Aos 39min, com a zaga do Santos ainda dando espaços, Osmar foi lançado livre, driblou o goleiro Doni, já fora da grande área, e tocou para o fundo do gol.

O Santos ainda teve boa chance, aos 43min, num chute de Robinho defendido por Gilvan. E, aos 46min, saiu o segundo gol da equipe de Araras. Marcelinho cobrou falta, Doni ainda tocou na bola, mas não evitou o gol.

Se o Santos se desligou nos minutos finais do primeiro tempo, o intervalo voltou a ligar a equipe da Vila Belmiro. E, aos 6min, Diego deu linda assistência para Robinho, que tirou um marcador da jogada com categoria e marcou um golaço.

O sétimo gol não demorou para sair. Aos 10min, Basílio foi lançado na área, pela direita e acabou empurrado por um marcador do União. A cobrança ficou com Robson. Aos 11min, o atacante bateu rasteiro, tirando Gilvan da bola, e fez mais um para o Santos.

Após o gol de Robson, o Santos tirou o pé do acelerador. E o União conseguiu chegar ao terceiro gol. Aos 32min, o veterano João Paulo aproveitou-se da moleza da zaga santista, recebeu livre, driblou Doni e marcou o seu.

O Santos voltou a chegar com perigo aos 39min. Basílio recebeu livre e, na saída do goleiro Gilvan, tocou por cobertura. A bola saiu por pouco. E, aos 42min, Renato fez o seu. O meia recebeu na direita, driblou um zagueiro do União e chutou forte, fazendo outro belo gol.



Créditos:
Ficha técnica: Fernando Ribeiro