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Santos 4 x 1 Cruzeiro

Data: 07/07/2007
Competição: Campeonato Brasileiro
Local: Estádio da Vila Belmiro, em São Paulo, SP.
Renda: R$ 118.320,00
Público: 8.684 pagantes
Árbitro: Wágner Tardelli Azevedo (SC-FIFA)
Auxiliares: Alcides Zawaski Pazetto (SC) e Carlos Berkenbrock (SC)
Cartões amarelos: Alessandro, Rodrigo Tabata e Adriano (S); Charles, Hérick, Guilherme e Ramires (C).
Cartão vermelho: Charles (C)
Gols: Marcos Aurélio (07-1), Fernandinho (09-1), Rodrigo Tabata (30-1) e Pedrinho (45-1); Pedrinho (22-2).

SANTOS
Fábio Costa; Alessandro, Marcelo, Adaílton e Dionísio; Rodrigo Souto, Maldonado (Leonardo), Adriano (Adoniran) e Pedrinho; Rodrigo Tabata e Marcos Aurélio (Vitor Júnior).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

CRUZEIRO
Gatti, Mariano
(Léo Silva), Hérick, Thiago Heleno, Fernandinho, Renan (Guilherme), Ramires, Charles, Wagner, Araújo (Nenê) e Roni.
Técnico: Dorival Júnior



Santos contraria lógica, bate Cruzeiro e se afasta da “degola”

Até se encontrarem neste sábado na Vila Belmiro, pela décima rodada do Campeonato Brasileiro, o Santos ainda não tinha vencido em seu estádio na competição, enquanto o Cruzeiro era tido como visitante “indigesto” por ter bom aproveitamento fora de casa. No entanto, contrariando a lógica, a equipe alvinegra goleou o clube mineiro por 4 a 1 em um jogo bastante movimentado.

Foi a primeira vitória santista diante de sua torcida. Antes, a equipe comandada por Vanderlei Luxemburgo havia disputado quatro jogos no litoral paulista e conquistado apenas dois pontos em empates com Corinthians e Grêmio.

“Nós esperávamos fazer um bom resultado e conseguimos. Foi melhor porque fizemos um bom saldo de gols, o que é importante, porque não estamos bem neste quesito”, disse o meia Pedrinho.

O triunfo serviu também para tirar o Santos da zona de rebaixamento. O clube paulista atingiu 11 pontos, apenas dois a menos do que seu oponente mineiro, que perdeu a oportunidade de aproximar-se do G-4, e ocupa posição intermediária na tabela.

O Cruzeiro confirmou na partida a vulnerabilidade de seu sistema de marcação. A zaga celeste deixou muitos espaços ao ataque adversário por toda a partida. O time já sofreu 22 gols em dez jogos na competição nacional e terminou o confronto deste sábado ostentando o posto de pior defesa.

Depois da goleada sofrida para o Vasco durante a semana, Luxemburgo decidiu colocar em campo uma equipe mais experiente e no 4-4-2 para enfrentar o time celeste. Com isso, retornaram o meia Pedrinho e o atacante Marcos Aurélio, e foi sacada a jovem dupla de ataque formada por Moraes e Wesley. Também voltou o volante ex-cruzeirense Maldonado, recuperado de lesão.

As mudanças do treinador não demoraram a surtir efeito e o Santos abriu o marcador logo aos 7min da etapa inicial. Após cruzamento da direita, Pedrinho aplicou uma bicicleta e a bola sobrou para Marcos Aurélio completar para a rede. No entanto, a vantagem santista durou apenas dois minutos, já que, após passe de Araújo, Fernandinho, com um forte chute no ângulo da meta de Fábio Costa, empatou.

A partida seguiu em ritmo frenético, com as duas equipes criando boas chances para modificar o placar. Contudo, o Santos foi mais eficiente. Aos 31min, Marcos Aurélio fez bela jogada pela esquerda e cruzou na medida para Tabata apenas tocar para o gol.

Destaque da primeira etapa, Marcos Aurélio apareceu bem novamente nos minutos finais e, após boa arrancada, tocou para Pedrinho invadir a área e chutar com força, sem chances para Gatti. “Estamos tendo qualidade para tocar a bola e fazer os gols, isso é o mais importante”, disse o meia autor do terceiro gol.

No segundo tempo, o Cruzeiro voltou mais ofensivo, com a entrada de Guilherme no lugar de Renan, mas o Santos mostrou o mesmo ímpeto da etapa inicial e quase fez o quarto com cabeçada de Rodrigo Souto no travessão.

Melhor em campo, o time da Vila Belmiro seguiu apenas administrando o resultado e, aproveitando os espaços deixados pelo sistema defensivo do Cruzeiro, conseguiu ainda ampliar o marcador. Aos 22min, após cruzamento da esquerda, Pedrinho se antecipou, deixou Gatti no chão e concluiu para fazer um belíssimo gol, seu segundo na partida.

O Santos volta a campo no próximo sábado para enfrentar o líder Botafogo na Vila Belmiro, às 16h. No mesmo dia, às 20h, o Cruzeiro recebe o Goiás no Mineirão.

Sport Recife 4 x 1 Santos

Data: 13/05/2007, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 1ª rodada
Local: Estádio Ilha do Retiro, em Recife, PE.
Público: 24.736 pagantes
Renda: N/D
Árbitro: Antônio Hora Filho (SE).
Auxiliares: Almirdrovando da Silva Lima e Ivaney Alves de Lima (ambos de SE).
Cartões amarelos: Victor Júnior (SR); Vinícius, Leonardo, Roger e Carlinhos (S).
Cartão vermelho: Adaílton (S)
Gols: Pedrinho (02-1), Weldon (10-1), Fumagalli (36-1) e Durval (40-1); Washington (46-2).

SPORT RECIFE
Magrão; Osmar, Du Lopes, Durval e Bruno; Bia, Éverton, Fumagalli e Vítor Júnior (Diogo); Weldon (Luciano Henrique) e Carlinhos Bala (Washington).
Técnico: Giba

SANTOS
Roger; Dionísio, Domingos e Adaílton; Neto, Adriano, Vinícius (Hudson), Rodrigo Tabata e Carlinhos; Pedrinho (Fabinho) e Jonas (Moraes).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo



De virada e repleto de reservas, Santos cai diante do Sport

Com as atenções voltadas para a disputa da Copa Libertadores, o Santos mandou a camp, neste domingo, um time quase inteiro de reservas e foi goleado pelo Sport por 4 a 1, na estréia das equipes no Campeonato Brasileiro, na Ilha do Retiro, em Recife.

A fim de poupar os principais titulares de duas viagens desgastantes, o treinador Vanderlei Luxemburgo preferiu dividir o grupo em dois – o principal já seguiu para o México, onde enfrentará o América na próxima quarta-feira, pelas quartas-de-final da competição continental.

O que permaneceu no país e se deslocou ao Nordeste para enfrentar o atual campeão pernambucano encontrou muitas dificuldades. Com oito reservas em relação aos dois últimos jogos, o Santos não conseguiu repetir as atuações que o credenciaram como melhor time do Campeonato Paulista.

Apesar disso, a equipe da Baixada saiu na frente do marcador. E com gol de um dos jogadores mais experientes escalados por Luxemburgo. O meia Pedrinho, que atuou um pouco mais avançado, como um segundo atacante, acertou lindo chute em cobrança de falta logo aos 2min.

Mas a alegria dos visitantes durou pouco. Com muita vontade, o Sport passou a dominar a partida que marcou a sua volta à elite do futebol nacional após cinco anos – caiu em 2001. Aos 10min, o atacante Weldon, que teve passagem pela Vila Belmiro, vazou o goleiro Roger com um lindo toque de cobertura.

Motivado pela sua torcida, que compareceu em grande número no dia do aniversário de 102 anos de fundação do clube rubro-negro, e pela estréia do técnico Giba, o Sport alcançou a virada. Também em cobrança de falta, Fumagalli, outro que já atuou pelo time santista, virou o jogo, aos 36min.

A jogada que originou o segundo gol pernambucano foi alvo de muitas reclamações dos alvinegros. O técnico Vanderlei Luxemburgo considerou equivocada a marcação da falta no lance e cobrou bastante o quarto árbitro, além de queixar-se de faltas que teriam sido cometidas pelo adversário.

“É difícil jogar aqui contra o Sport. Mas as mesmas faltas que ele [árbitro] marcou para o Sport, aconteceram com o Santos. Eles têm um grande time, mas isso acaba minando nossa equipe muitas vezes”, reclamou Pedrinho, no intervalo.

Antes do término do primeiro tempo, Durval aumentou a vantagem dos anfitriões. O zagueiro aproveitou cruzamento de Victor Júnior, pela direita, e subiu mais do que toda a defesa santista para anotar o terceiro, de cabeça.

Na etapa final, depois da expulsão do zagueiro Adaílton, outro dos “experientes” que jogaram – a sua segunda seguida, já que havia sido advertido com o cartão vermelho diante dos venezuelanos do Caracas, pela Libertadores -, a situação se complicou ainda mais para o Santos. Nos acréscimos ao tempo regulamentar, Washington sacramentou o resultado.

Na próxima rodada do Brasileiro, após seu compromisso pela Libertadores, o Santos receberá o América-RN, no sábado, na Vila Belmiro, às 18h10. Já o Sport irá encarar o Vasco, no Rio de Janeiro, um dia depois, no mesmo

Santos 3 x 0 Deportivo Pasto

Data: 19/04/2007, quinta-feira, 21h30.
Competição: Copa Libertadores – Grupo 8 – 6ª rodada (última)
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Renda: R$ 44.1170,00
Público: 3.225 pagantes
Árbitro: Óscar Maldonado (BOL)
Auxiliares: Iván Gamboia e Juan Carlos Arroyo (ambos da BOL)
Cartões amarelos: Rebolledo (DP) e Jonas (S).
Gols: Carlinhos (07-1), Pedrinho (46-1) e Rodrigo Tiuí (42-2).

SANTOS
Fábio Costa; Denis, Leonardo, Marcelo e Carlinhos; Maldonado (Rodrigo Souto), Cléber Santana (Zé Roberto), Pedrinho e Rodrigo Tabata; Marcos Aurélio (Rodrigo Tiuí) e Jonas
Técnico: Wanderley Luxemburgo

DEPORTIVO PASTO
Carlos Barahona (Jamell Ramos); Viveros, Walden Vargas, Carlos Saa e Luis Lora; Juan Rebolledo, Jhonatan Rosero (Ferley Villamil), Luis Valencia e Rolan De la Cruz; Carlos Roda (Martínez) e Juan García
Técnico: Álvaro de Jesús Gómez



Santos vence e avança na Libertadores com 100% de aproveitamento

Time de melhor aproveitamento na Taça Libertadores-2007, o Santos se despediu da primeira fase do torneio com uma vitória sobre o Deportivo Pasto (Colômbia) por 3 a 0, nesta quinta-feira, na Vila Belmiro.

Com a vitória, o Santos chegou aos 18 pontos no Grupo 8 e avançou com 100% de aproveitamento –como prêmio, terá a vantagem de pegar o pior segundo colocado no cruzamento das oitavas-de-final.

Além disso, o time de Vanderlei Luxemburgo igualou uma façanha que até então havia sido alcançada apenas pelo Vasco. Desde 2000, ano em que a fase principal da Libertadores sofreu um “inchaço” e aumentou de 20 para 32 participantes, apenas o time de São Januário, na edição de 2001, conseguiu vencer todos os seus jogos na fase de grupos.

Naquele ano, dirigido por Joel Santana, o Vasco obteve oito vitórias seguidas, já que venceu nas oitavas-de-final duas vezes o Deportes Concepción, do Chile, depois perdeu os dois jogos das quartas-de-final para o Boca Juniors, da Argentina.

A série vascaína de oito triunfos consecutivos foi alcançada pelos santistas hoje se forem considerados os dois jogos que o time fez contra o Blooming, da Bolívia, pela fase preliminar.

Em campo, o Santos mostrou desde o início que a preocupação do momento é a partida decisiva de domingo contra o Bragantino, que vale vaga na decisão do Campeonato Paulista-2007.

Por isso, Luxemburgo iniciou a partida preservando jogadores importantes como o lateral Kléber, o zagueiro Antônio Carlos, o meio-campista Zé Roberto e o atacante Rodrigo Tiuí.

Classificado e diante de um adversário já eliminado, o Santos iniciou o jogo no campo de ataque e precisou de apenas sete minutos para abrir o placar. O lateral Carlinhos tabelou, recebeu passe na frente, se livrou do goleiro e bateu para o gol vazio, 1 a 0.

Aos 21min, o time da Baixada quase ampliou num chute de Rodrigo Tabata, que passou raspando o travessão colombiano. Aos 39min, Tabata bateu forte e o goleiro Barahona evitou o gol.

Já nos acréscimos, aos 47min, o Santos chegou ao segundo gol. Pedrinho escapou livre pelo lado direito do ataque e bateu colocado, de pé esquerdo, sem chance de defesa para o goleiro adversário.

Para a etapa final, Luxemburgo colocou em campo Rodrigo Souto e Zé Roberto, pois Maldonado e Cléber Santana foram poupados nos 45 minutos finais. Aos 17min, Rodrigo Tiuí entrou na vaga de Marcos Aurélio.

O Santos passou a maior parte do segundo tempo no ataque e chegou ao terceiro gol aos 42min da etapa final, com Rodrigo Tiuí, que pegou um rebote dentro da área e bateu cruzado para marcar.



Vídeos: (1) Globo Esporte e (2) Gols do Fantástico

Palmeiras 3 x 3 Santos

Data: 04/02/2007, domingo, 18h10
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 6ª rodada
Local: Estádio do Parque Antarctica, em São Paulo, SP.
Público: 18.676 pagantes
Renda: R$ 314.490,00
Árbitro: Wilson Luiz Seneme
Cartões amarelos: Dininho (P); Neto e Zé Roberto (S).
Cartão vermelho: Wendel (P).
Gols: Osmar (28-1) e Osmar (39-1); Pedrinho (08-2), Edmundo (24-2, de pênalti), Kléber (33-2) e Jonas (34-2).

PALMEIRAS
Marcos; Dininho, Pierre, Edmílson e Paulo Baier (Marcelo Costa); Francis, Wendel, Edmundo e Michael (Martinez); Cristiano e Osmar (Leandro).
Técnico: Caio Júnior

SANTOS
Fábio Costa; Neto (Rodrigo Tiuí), Antônio Carlos, Adaílton e Kléber; Maldonado, Rodrigo Souto (Rodrigo Tabata), Cléber Santana e Zé Roberto; Pedrinho e Marco Aurélio (Jonas).
Técnico: Vanderlei Luemburgo



Em jogo de 6 gols, Palmeiras e Santos empatam no 1º clássico do Paulista

Numa partida emocionante, marcada por uma grande atuação de Edmundo, pelo oportunismo de Osmar, que fez dois gols, e pela reação do adversário, que chegou a estar perdendo por 3 a 1, Palmeiras e Santos empataram por 3 a 3, neste domingo, no estádio do Parque Antarctica, no primeiro clássico do Campeonato Paulista-2007.

Ao resgatar o empate, o Santos, líder do Estadual com 16 pontos, manteve a invencibilidade na temporada –são seis vitórias, uma pela fase preliminar da Taça Libertadores, e o empate de hoje.

Já o Palmeiras, que vinha de derrota para a Ponte Preta, soma onze pontos.

No Palmeiras, o técnico Caio Júnior cumpriu o que havia prometido e colocou Edmundo no lugar do chileno Valdivia –que está machucado e cumpria suspensão– com a função de organizar o ataque, lançando os atacantes Osmar e Cristiano.

Pelo lado santista, o técnico Vanderlei Luxemburgo armou a equipe no 4-4-2, com Neto atuando no lugar do lateral-direito Pedro, suspenso. No ataque, optou por escalar o ex-palmeirense Pedrinho ao lado de Marcos Aurélio.

E o início da partida foi bastante disputado. Com 1min, Marcos evitou o gol do Santos num chute forte de Maldonado. Aos 6min, o Palmeiras respondeu: o zagueiro Edmílson cobrou falta com violência e acertou o travessão de Fábio Costa.

O Palmeiras, apoiado por sua torcida, tentava chegar ao ataque apostando na velocidade de Cristiano, que falhava nas finalizações. Já o Santos esperava os contra-ataques.

Aos 27min, o time da casa abriu o placar. Michael fez ótima pela esquerda e cruzou para Osmar, que cabeceou sem defesa para Fábio Costa, 1 a 0.

Quatro minutos depois, o Palmeiras ficou perto do segundo gol. Após cruzamento da esquerda, Osmar, novamente de cabeça, ganhou da zaga do Santos, mas Fábio Costa se esticou e evitou o gol.

Aos 39min, não teve jeito para o Santos. Edmundo lançou a bola dentro da área, Antônio Carlos tentou cortar e, no rebote, Osmar bateu sem chances de defesa para o goleiro adversário.

O Palmeiras quase ampliou aos 44min, quando Edmundo, que fez um ótimo primeiro tempo, acertou a trave de Fábio Costa.

Na etapa final, o Santos voltou com uma novidade –o atacante Rodrigo Tiuí no lugar do lateral Neto– e bem mais disposto. Com dois minutos, Cléber Santana cabeceou forte e Marcos defendeu.

Com mais força no ataque, o Santos diminuiu aos 9min. Após cobrança de escanteio e de um desvio, Pedrinho apareceu livre dentro da área e só completou para o gol.

O Santos continuou pressionando o adversário em busca do empate, mas parando nas defesas do goleiro Marcos.

O Palmeiras foi mais eficiente. Aos 24min, Antônio Carlos derrubou Edmundo dentro da área e o árbitro Wilson Luiz Seneme marcou a penalidade. O próprio Edmundo bateu e marcou, deslocando Fábio Costa.

Mas o Santos não desistiu do jogo. Aos 32min, numa cobrança de falta, Kléber diminuiu –a bola tocou na barreira e enganou Marcos.

Apenas dois minutos depois, aconteceu o empate. Após cruzamento da esquerda, Rodrigo Tiuí cabeceou na trave. No rebote, Jonas só precisou empurrar para o gol, 3 a 3.

Para piorar, no lance seguinte, Wendel, que já tinha cartão amarelo, foi expulso. Mas o placar