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Santos 2 x 1 Peñarol

Data: 22/06/2011, quarta-feira, 21h50.
Competição: Copa Libertadores – Final – Jogo de volta
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 40.157 pessoas (37.984 pagantes e 2.173 não pagantes)
Renda: R$ 4.266.670,00
Árbitro: Sergio Pezzotta (ARG).
Auxiliares: Ricardo Casas e Hernán Maidana (ambos da ARG).
Cartões amarelos: Neymar e Zé Eduardo (S); González e Corujo (P).
Gols: Neymar (01-2), Danilo (23-2) e Durval (34-2, contra).

SANTOS
Rafael; Danilo, Edu Dracena, Durval e Léo (Alex Sandro); Adriano, Arouca, Elano e Paulo Henrique Ganso (Pará); Neymar e Zé Eduardo.
Técnico: Muricy Ramalho

PEÑAROL
Sosa; González (Albín), Valdéz, Guillermo Rodríguez e Darío Rodríguez; Corujo, Aguiar, Freitas e Mier (Urretaviscaya); Martinuccio e Olivera.
Técnico: Diego Aguirre



Santos novamente conquista a América: tricampeão

O torcedor santista por muitos anos foi rotulado de “viúva de Pelé” por torcidas rivais. A geração liderada por Neymar e Paulo Henrique Ganso provou mais uma vez nesta quarta-feira contra o Peñarol que a chacota não faz sentido e que o clube a quase uma década vai muito além de Pelé. Voltou a ser vencedor e conquistar muitos títulos. Com o Pacaembu lotado, o time alvinegro venceu por 2 a 1 em jogo dramático e conquistou o tricampeonato da Libertadores.

Logo depois do apito final, os jogadores dos dois times começaram uma pancadaria generalizada dentro de campo. Até mesmo o atacante Neymar entrou no quebra-quebra, recebendo e desferindo golpes contra os atletas do Peñarol.

Os gols aconteceram na segunda etapa. Neymar marcou em uma jogada que contou com lindo passe de letra de Ganso. Danilo completou a festa santista no Pacaembu. Durval, contra, fez o gol do Peñarol.

O feito consagra a atual geração dos Meninos da Vila, que já havia conquistado dois Paulistas e uma Copa do Brasil. O Santos voltou a faturar a Libertadores após 48 anos. As duas outras estrelas sobre o escudo santista foram obtidas na era Pelé. O ex-camisa 10, aliás, conferiu a decisão do camarote do Pacaembu.

O título credenciou o Santos ao Mundial de Clubes, que acontece em dezembro no Japão. O Barcelona, campeão europeu, também assegurou presença na competição.

De volta após mais de um mês ausente em virtude de uma grave lesão muscular, Ganso ditou o ritmo do time no primeiro tempo, mas tinha dificuldade para criar as jogadas.

Quando Ganso encontrava um santista se infiltrando, os uruguaios paravam com falta. E sobraram oportunidades para Elano nas bolas paradas na primeira etapa. Na principal delas, Sosa fez ótima defesa, espalmando para escanteio.

O Peñarol deixou claro sua intenção de jogo: três zagueiros, com marcação individual em Neymar e busca de contragolpes certeiros. Rafael foi pouco incomodado nos 45 min iniciais.

Léo perdeu a melhor chance do primeiro tempo. Dentro da área, o lateral chutou para fora.

O segundo tempo começou como o Santos queria. Logo com 1 min, Ganso encaixou lindo passe de letra para Arouca. O volante viu Neymar se aproximando. O camisa 11 chutou rasteiro, rente a trave. Gol do Santos!

Bem marcado na etapa inicial, Neymar chamou o jogo no segundo tempo. O camisa 11 fez gol, se soltou em campo, arriscando dribles e retornava para roubar a bola dos adversários.

Obrigado a sair depois do gol santista, o Peñarol sentia a falta de criatividade. Adriano colecionou desarmes. Já o Santos passou a investir em contra-ataques. Mas Zé Eduardo insistia em estragar contragolpes alvinegros no segundo tempo.

Em jogada individual, Danilo fez o segundo do Santos. O lateral driblou o marcador, invadiu a área e chutou de esquerda. Do camarote, Pelé e o presidente do clube, Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro comemoravam juntos.

O Peñarol descontou aos 34 min. Durval desviou erradamente cruzamento de Estoyanoff e fez contra.

A partida ficou dramática. O Santos recuou. O time uruguaio abusou do chuveirinho. Neymar quase fez o terceiro. Elano fez o possível para segurar o jogo e aguardar o apito do juiz.

Peñarol 0 x 0 Santos

Data: 15/06/2011, quarta-feira, 21h50.
Competição: Copa Libertadores – Final – Jogo de ida
Local: Estádio Centenário, em Montevidéu, Uruguai.
Público: 65.000 pessoas
Árbitro: Carlos Amarilla (PAR).
Auxiliares: Nicolas Yegros e Rodney Aquino (ambos do PAR).
Cartões amarelos: Martinuccio, Corujo (P); Neymar, Arouca (S).

PEÑAROL
Sosa, González, Valdéz, Guillermo Rodríguez e Darío Rodríguez; Corujo (Pacheco), Aguiar, Freitas e Mier (Estoyanoff); Martinuccio e Olivera (Alonso).
Técnico: Diego Aguirre.

SANTOS
Rafael, Pará, Bruno Rodrigo, Durval e Alex Sandro; Adriano, Arouca, Danilo e Elano (Alan Patrick); Neymar e Zé Eduardo (Bruno Aguiar).
Técnico: Muricy Ramalho.



Santos supera pressão da torcida, empata com Peñarol e fica perto do tri

O eco de mais de 55 mil vozes e nem mesmo a história do estádio Centenário e do Peñarol – cinco vezes campeão da Libertadores, abalaram o time do Santos. A equipe de Muricy Ramalho superou a pressão externa e segurou o time uruguaio nesta quarta, em Montevidéu. Um 0 a 0 com figuras de destaque apagadas, mas boas chances de gol.

O time uruguaio só não saiu com a vitória porque teve um gol anulado aos 41 minutos do segundo tempo, quando Alonso completou cruzamento na segunda trave em posição irregular. O resultado deixou o alvinegro a uma simples vitória do terceiro título da América.

Na próxima quarta, no estádio do Pacaembu, o Santos só precisa manter seu retrospecto em casa para levantar a Libertadores mais uma vez, depois dos títulos de 1962 e 1963, ainda com Pelé na equipe.

O clima da quarta por toda Montevidéu não deixava outra ideia senão a de uma verdadeira blitz do Peñarol em campo. Algo que só iria se finalizar com um gol, que poderia dar vantagem para o jogo da volta, no Brasil.

A pressão esmagadora que o ambiente do estádio Centenário indicava não ocorreu. O Peñarol se manteve igual ao dos outros jogos eliminatórios da Libertadores. Já o Santos, deu sinais de nervosismo. Custou a encaixar seu meio-campo. Mesmo assim, chutou mais cedo.

Muricy Ramalho deixou Adriano mais perto de Martinuccio – esperança da torcida uruguaia, e o Peñarol sentiu. Mesmo que a proposta dos donos da casa tenha como premissa esperar os espaços do adversário. E isso, o Santos não dava em Montevidéu.

Mesmo Neymar tentando puxar o Santos para frente, o ato não ocorria. Zé Eduardo, duas vezes, e Bruno Rodrigo acumularam as chances de gol na primeira etapa. E nenhuma foi clara, latente.

Com um futebol travado, ainda houve tempo para que um lance polêmico surgisse. Aos 22 minutos, Corujo adianta a bola e divide com um zagueiro santista. A massa amarela e preta pede pênalti, mas o árbitro manda seguir.

Do outro lado, a troca de passes que busca um canto para jogar. A falta de pressa que já tinha sido notada contra o Internacional, no Beira-Rio, e o Veléz Sarsfield. Assim, O Peñarol teve Darío Rodríguez em condições de marcar por duas vezes seguidas. Quase no final do primeiro. A primeira de cabeça. A segunda com o pé, tentando encobrir Rafael.

No segundo tempo, o Santos começou mais em cima. Zé Eduardo teve uma boa chance de marcar. Alex Sandro vencia o marcador com mais facilidade. E Diego Aguirre não ficou parado. Sacou Mier e colocou Estoyanoff. A troca deixou o meio-campo em linha, reduziu falhas. Mas não estancou as descidas pela esquerda.

Com 26 minutos, uma rara oportunidade. De novo pela esquerda, o Santos chegou e cruzou para área. Zé Eduardo saltou, mandou a bola para baixo, mas ela passou ao lado da trave direita de Sosa. Imediatamente a resposta: em escanteio fechado, um desvio só parou nas mãos de Rafael, no centro do gol.

Havia vontade redobrada, com o passar do tempo, nos comandados de Diego Aguirre. Também pela ansiedade da torcida. E com 28 minutos um lance bizarro. Após driblar um marcador, Olivera se chocou com um companheiro e o chute não saiu perfeito.

Depois disso, mais uma ou outra escapada de parte a parte. Erro de passes aqui e até que o Centenário explodiu. Alonso apareceu no meio da pequena área para desviar para o gol. Euforia que durou poucos minutos para os uruguaios. O jogador estava em posição avançada e a finalização foi anulada.

Bastidores – Santos TV:

Santos FC x CA Peñarol
Santos Futebol Clube x Club Atlético Peñarol


Retrospecto:

22 jogos
10 vitórias
05 empates
07 derrotas
36 gols pró
31 gols contra
05 saldo

Resultados:

28/07/1962 – Santos 2 x 1 Peñarol – Libertadores – Montevidéu
02/08/1962 – Santos 2 x 3 Peñarol – Libertadores – Vila Belmiro, Santos
30/08/1962 – Santos 3 x 0 Peñarol – Libertadores – Monumental, Buenos Aires
06/02/1964 – Santos 0 x 5 Peñarol – Amistoso – Montevidéu
25/03/1965 – Santos 5 x 4 Peñarol – Libertadores – Pacaembu, São Paulo
28/03/1965 – Santos 2 x 3 Peñarol – Libertadores – Montevidéu
31/03/1965 – Santos 1 x 2 Peñarol – Libertadores – Monumental, Buenos Aires
17/02/1967 – Santos 2 x 0 Peñarol – Torneio Hex. do Chile – Santiago
21/11/1968 – Santos 1 x 0 Peñarol – Recopa/68 – Maracanã
19/04/1969 – Santos 0 x 3 Peñarol – Recopa/68 – Centenário, Montevidéu
02/12/1969 – Santos 1 x 2 Peñarol – Recopa/69 – Montevidéu
11/12/1969 – Santos 2 x 0 Peñarol – Recopa/69 – Parque Antarctica
19/06/1981 – Santos 1 x 1 Peñarol – Mundialito – Milão, Itália
10/03/1983 – Santos 3 x 0 Peñarol – Vencedores da América – Centenário, Montevidéu
18/10/1990 – Santos 0 x 0 Peñarol – Supercopa Libertadores – Centenário, Montevidéu
07/11/1990 – Santos 2 x 2 Peñarol – 2 x 4 pênaltis – Supercopa Libertadores – Vila Belmiro
16/10/1991 – Santos 2 x 3 Peñarol – Supercopa Libertadores – Montevidéu
22/10/1991 – Santos 0 x 0 Peñarol – Supercopa Libertadores – Vila Belmiro
10/09/1996 – Santos 2 x 1 Peñarol – Supercopa Libertadores – Rivera
26/09/1996 – Santos 3 x 0 Peñarol – Supercopa Libertadores – Ibirapuera, São Paulo
15/06/2011 – Santos 0 x 0 Peñarol – Libertadores – Centenário, Montevidéu, Uruguai
22/06/2011 – Santos 2 x 1 Peñarol – Libertadores – Pacaembu, São Paulo

Galeria de fotos:
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Santos 3 x 0 Peñarol

Data: 26/09/1996, quinta-feira, 21h00.
Competição: Supercopa dos Campeões da Libertadores – Jogo de volta
Local: Estádio Ícaro de Castro Mello, Ibirapuera, em São Paulo, SP.
Público: 2.603 pagantes
Árbitro: Javier Castrilli (ARG)
Gols: Sandro (08-2), Vágner (19-2) e Alessandro (32-2).

SANTOS
Sérgio; Anderson, Sandro, Narciso (Jean) e Marcos Adriano; Marcos Assunção, Carlinhos, Vágner, Robert, Jamelli (Camanducaia) e Alessandro.
Técnico: José Teixeira

PEÑAROL
Navarro; Gutierrez, Henrique De Los Santos, Lima e Adinolfi; Tais, Pereira e Gonzalo De Los Santos; Bengoechea (Gonzales), Pacheco (Rodrigues) e Sosa (Rotundo).
Técnico: Jorge Forssati.



Créditos:
Vídeo: hugosantista. Indicado por Danilo Barbosa.
Ficha técnica: Giovanni Dantas de Carvalho Miranda.

Santos 2 x 1 Peñarol

Data: 10/09/1996, 21h00.
Competição: Supercopa dos Campeões da Libertadores – Jogo de ida
Local: Rivera, Uruguai.
Público: 16.670 pagantes
Árbitro: Daniel Gimenez (ARG)
Cartao vermelho: Aguirregaray (P)
Gols: Aguirregaray (45-1); Jamelli (12-2) e Robert (44-2).

PEÑAROL
Navarro; Oliveira, Aguirregaray, Lima e Adinolfi; Tais, Rotundo e Gonzales De Los Santos; Bengoechea, Pacheco e Sosa (Aguilera).
Técnico: Jorge Forssati

SANTOS
Sérgio; Anderson, Jean, Narciso e Marcos Adriano; Marcos Assunção, Carlinhos (Ronaldo), Baiano e Jamelli; Camanducaia e Alessandro (Robert).
Técnico: José Teixeira



Créditos:
Vídeo: hugosantista. Indicado por Danilo Barbosa.
Ficha técnica: Giovanni Dantas de Carvalho Miranda.