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Vídeos: (1) Melhores momentos e (2) reportagem.

Santos 2 x 1 Cúcuta Deportivo

Data: 16/04/2008
Competiçao: Copa Libertadores
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 9.386 pagantes
Renda: R$ 147.620,00
Árbitro: Jorge Larrionda (URU)
Auxiliares: Walter Rial e Álvaro Diaz (ambos do URU)
Cartões amarelos: Marcinho Guerreiro, Kleber (S)
Cartões vermelhos: Domingos (S) e Henry (CD).
Gols: Henry (22-1); Pereira (22-2) e Tripodi (44-2).

SANTOS
Fábio Costa; Betão, Domingos, Fabão e Kléber; Rodrigo Souto, Marcinho Guerreiro, Molina e Tabata (Trípodi); Wesley e Kléber Pereira
Técnico: Emerson Leão

CÚCUTA
Castellanos; Garcia, Portocarrero, Córdoba e Gonzalez; Rivas (Castro), Henry, Charles Castro, William Zapata e Macnelly Torres; Vargas (Urbano).
Técnico: Pedro Sarmiento



Santos vira no sufoco contra Cúcuta na Vila e alcança oitavas

O Santos entrou contra o Cúcuta precisando apenas de suas forças para chegar às oitavas da Libertadores. E conseguiu, mas com altas doses de emoção. De virada, aos 44 min, o argentino Trípodi marcou o gol da vitória santista, 2 a 1, na Vila, êxito que pôs o time alvinegro nas oitavas do torneio.

O drama aumentou após o Chivas vencer com facilidade o San José, na Bolívia, 3 a 0. Só a vitória interessava ao Santos.

“Todos foram heróis!”, bradou Trípodi, que negou o rótulo de salvador.

Com a vitória, o Santos ampliou seqüência positiva na competição. Em dez participações na Libertadores, o time da Vila chegou nove vezes à fase de mata-mata.

O Cúcuta terminou a fase de grupos com 11 pontos, seguido pelo Santos, com 10 pontos. O Chivas somou nove, à frente do San José, com quatro.

Visivelmente torto diante da ausência de um lateral-direito de origem, o Santos insistiu em jogadas pela esquerda e pelo meio. Sem cacoete como ala, Betão demonstrou empenho no setor direito, mas não conseguia evoluir quando acionado na lateral.

Sem sua principal estrela, o atacante Urbano, o Cúcuta atuou fechado na defesa, limitando-se a aproveitar os contra-ataques. Em um dos avanços, o time colombiano foi certeiro. De falta, Henry bateu com perfeição, no ângulo de Fábio Costa.

Atabalhoado depois de sofrer o gol, a equipe da Vila congestionou ainda mais o meio-campo com o deslocamento do lateral Kléber para o centro. Num dos raros momentos de ataque, Pereira chutou por cima do gol, aos 37 min.

“Jogamos em cima deles, e eles em uma falta fizeram. O Cúcuta só rebate. Não adianta levantar bola, porque só consagraremos o zagueiro deles. É o gato e o rato que está acontecendo. Temos que insistir pelas laterais”, cobrou Leão.

O Santos voltou na segunda etapa apresentando os mesmos defeitos, finalizando sem direção, atuando excessivamente pelo meio, e mantendo Betão como opção ofensiva.

Embaralhado coletivamente, o Santos apostou no individualismo. E numa linda jogada de Wesley pela linha de fundo, a equipe chegou ao empate. Wesley tocou para Kleber Pereira, que arrematou com precisão. Minutos depois de igualar o placar, o Santos perdeu Domingos e Leão, expulsos após entrevero na lateral.

A necessidade da vitória fez com que o Santos explorasse os “chuveirinhos”. Na raça, a equipe conseguiu a virada. Kléber Pereira acertou cruzamento na trave. No rebote, o apagado Trípodi aproveitou e colocou o Santos nas oitavas.

Santos 7 x 0 San José

Data: 01/04/2008
Competição: Copa Libertadores
Local: Estádio Vila Belmiro, em Santos, SP.
Árbitro: Líber Prudente (URU)
Auxiliares: Pablo Fandiño e Mauricio Espinoza (URU)
Cartões amarelos: Wesley (S); Coelho e Peña (SJ).
Cartão vermelho: Palacios (SJ)
Gols: Domingos (17-1), Molina (22-1), Molina (32-1); Molina (18-2) e Molina (41-2), Pereira (34-2) e Quiñonez (36-2).

SANTOS
Fábio Costa; Denis (Fabão), Betão, Domingos e Kléber; Marcinho Guerreiro, Rodrigo Souto, Rodrigo Tabata (Quiñonez) e Molina; Wesley (Tiago Luís) e Kléber Pereira
Técnico: Emerson Leão

SAN JOSÉ
Vaca; Parada, García, Palacios, De Castro e Alvarenga; Rivera, Coelho, Peña (Saucedo) e Cerutti (Morejón); Alex da Rosa (Palavicini)
Técnico: Marcos Ferrufino



Em show de Molina, Santos se vinga do San José e goleia por 7 a 0

O Santos havia prometido troco contra o San José após perder no jogo de ida a mais de 3700m de altitude. Com o jogo agora disputado no nível do mar, o time da Vila simplesmente humilhou o San José, goleando por 7 a 0, nesta terça, resultado que deixa o Santos próximo do líder Cúcuta pelo grupo 6 da Libertadores.

Estrela do jogo, o colombiano marcou quatro gols, tornando-se artilheiro do time na competição.

Ao contrário do futebol exibido em Oruro, o San José não apresentou qualquer iniciativa ofensiva, muito menos chutes de longa distância, como havia ocorrido anteriormente. A situação dos bolivianos piorou aos 32min (já com o placar favorável aos santistas por 3 a 0), quando Palácios foi expulso.

O Santos precisou de pouco mais de 30 min para “matar” o jogo. Domingos abriu o placar aos 17min após assistência de Kléber, que jogou na cabeça do zagueiro em cobrança de falta. Apático, o San José apenas via o Santos jogar. Desta vez foi o colombiano Molina quem marcou, em belo chute de fora da área. Na comemoração, o camisa 21 homenageou seu filho, que deverá nascer em julho.

O terceiro gol não demorou a acontecer, novamente com Molina, que contou com a contribuição da zaga do San José, que espirrou bola no pé do meia santista, aos 32 min.

A equipe santista começou a segunda etapa em ritmo de treino. Com completo domínio de jogo, o Santos marcou com Wesley, mas a arbitragem assinalou corretamente impedimento, invalidando gol.

Estrela da partida, Molina fez seu terceiro gol no jogo em lance de bate-pronto depois de outro passe do lateral Kleber. Assistindo ao duelo com tranqüilidade, Leão aproveitou a fragilidade do rival para fazer testes no time, colocando Tiago Luís, Fabão e Michael Jackson Quiñonez.

Em um dos jogos mais fáceis dos últimos tempos, o Santos aumentou a goleada com Kleber Pereira e Quiñonez. Molina fez mais um.

Com a vitória fácil na Vila, o Santos pulou para sete pontos, um a menos que o líder Cúcuta. San José aparece em 3º, com quatro pontos, seguido pelo Chivas, com três. O próximo compromisso santista pela competição sul-americana acontece no dia 9, contra o Chivas, no México.

Data: 19/05/2004
Competição: Copa Libertadores – Jogo de ida
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 12.855
Renda: R$ 168.996,00
Árbitro: Cláudio Martin (ARG)
Cartões amarelos: Vanegas, Cataño, Arango e Agudelo (OC).
Cartão vermelho: Léo (S)
Gols: Basílio (39-2) e Valentierra (43-2).

SANTOS
Júlio Sérgio; Paulo César (Basílio), André Luis, Pereira e Léo; Paulo Almeida, Renato, Elano e Diego (Claiton); Robinho e Deivid (Marco Aurélio).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

ONCE CALDAS
Henao; Rojas, Vanegas, Cataño e Velásquez; García, Arango (Marín), Viáfora e Soto; Valentierra e Agudelo.
Técnico: Luís del Once



Santos empata na Vila Belmiro e se complica na Libertadores

O Santos complicou sua situação na Taça Libertadores-2004 ao empatar por 1 a 1 com o Once Caldas, da Colômbia, nesta quarta-feira, na Vila Belmiro. Agora, para chegar às semifinais, o time precisa vencer o jogo de volta –um novo empate leva a partida para os pênaltis.

O poderoso ataque do Santos, o melhor desta Libertadores, com 20 gols nos oito jogos que havia disputado até então, entrou em campo com a obrigação de funcionar para conseguir uma vitória, se possível com uma boa diferença de gols, para dar certa tranqüilidade no jogo de volta, dia 27.

Para complicar, os santistas terão que superar o bom desempenho do Once Caldas quando atua diante de sua torcida, na cidade de Manizales. Na atual edição da Libertadores, nos quatro jogos que disputou em seus domínios, a equipe colombiana está invicta: foram três vitórias e um empate.

O Santos não poupou esforços para atingir o seu objetivo na primeira etapa, criando boas chances para marcar em chutes de longa distância, principalmente com Elano. A melhor chance, no entanto, foi numa cabeçada de Deivid, que tocou na trave e correu em cima da linha até ser defendida pelo goleiro Henao.

Logo no começo do segundo tempo, o Santos levou um susto. O colombiano Arango chutou de fora, a bola desviou em um defensor e acabou tocando na trave de Júlio Sérgio.

O Santos continuou pressionando e só não marcou numa cabeçada de Renato porque o goleiro Henao fez grande defesa. Aos 38min, Basílio abriu o placar. O problema é que o Santos não conseguiu segurar a vitória e levou o empate aos 43min, num chute de Valentierra.

Antes de viajar para a Colômbia, no entanto, o Santos teve uma partida difícil pelo Campeonato Brasileiro, no domingo, na Vila Belmiro, quando receberá o Palmeiras, no clássico paulista da rodada. O Santos ocupa a 17ª posição, com seis pontos.

Goiás 3 x 0 Santos

Data: 29/11/2003, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 44ª rodada
Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia, GO.
Público: 26.511 pagantes
Renda: R$ 241.887,50
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (RS).
Cartões amarelos: Danilo e Rodrigo (G); André Luís, Daniel, Elano e Fabiano (S).
Gols: Grafite (38-1); Pereira (08-2, contra), Dimba (40-2, de pênalti).

GOIÁS
Rodrigo; Gustavo, Cléber, Pedro Paulo e Esquerdinha (Michel); Josué, Simão, Marabá e Danilo (Thiago); Grafite e Dimba.
Técnico: Cuca

SANTOS
Júlio Sérgio; Reginaldo Araújo, André Luís (Pereira), Alex e Léo; Daniel (Alexandre), Renato, Elano e Diego; Jerri (Wellington) e Fabiano.
Técnico: Emerson Leão



Santos perde do Goiás e dá adeus ao bicampeonato

O sonho do bicampeonato brasileiro terminou para o Santos neste domingo. A derrota para o Goiás, por 3 a 0, no Serra Dourada, em Goiânia, eliminou as chances matemáticas da equipe paulista. Além disso, o Cruzeiro derrotou o Paysandu por 2 a 1, no Mineirão e garantiu o título matematicamente.

Dimba finalmente bateu o recorde de gols em uma só edição, que pertencia a Edmundo desde 1997. Ele agora é o artilheiro do campeonato, com 30, após marcar o terceiro do Goiás, de pênalti. Os outros gols do time goiano foram marcados por Grafite e Pereira, contra.

A próxima semana promete ser decisiva para o futuro do Santos no próximo ano, que tentará novamente o título da Taça Libertadores da América. No sábado, 6 de dezembro, acontecerá a eleição presidencial do clube. A permanência do técnico Emerson Leão, e de alguns atletas, depende do resultado do pleito, especialmente da reeleição de Marcelo Teixeira.

O jogo

Preocupado com o jogo do Cruzeiro, o Santos iniciou a partida permitindo que o Goiás o sufocasse sem piedade. A sorte é que o time goiano mostrava desorganização e apenas em chutes de fora da área levou algum perigo ao gol de Júlio Sérgio.

Após os 6min, a equipe paulista começou a tocar mais a bola e equilibrou a partida. Nos contra-ataques puxados por Jerri, o Santos teve duas boas chances de abrir o marcador. Aos 8min, Reginaldo Araújo recebeu de Jerri e deu passe para Léo, que entrava em velocidade pelo lado esquerdo da área. Rodrigo, corajosamente, saiu nos pés do jogador e fez a defesa.

Após uma dividida com Diego, Esquerdinha acabou deixando o gramado com uma lesão no tornozelo. O lateral-direito Michel entrou em seu lugar e Gustavo foi deslocado para a esquerda.

Se no começo do jogo o Santos estava sendo sufocado, o panorama mudou totalmente após os 15min. Talvez por saber que naquele instante, o Cruzeiro já estava vencendo o Paysandu por 1 a 0, gol de Zinho. Tocando bem a bola, a equipe paulista criava boas jogadas, mas sem levar muito perigo ao gol do adversário. Aos 18min, Jerri cobrou escanteio com muito efeito e a bola quase engana o goleiro Rodrigo, que espalmou para fora.

Mesmo acuado, o Goiás quase abriu o placar aos 26min. Grafite cruzou da direita e a zaga santista cortou. Após um bate-rebate na área, a bola sobrou para o próprio Grafite, que chutou no travessão. Para não ficar atrás, o Santos também teve uma bola chutada no travessão. Aos 33min, Léo tocou para Fabiano, que de primeira acertou a trave de Rodrigo.

Mais uma vez, o panorama da partida mudou e o Goiás voltou a dominar. Aos 34min, Dimba teve boa chance de marcar, mas o artilheiro do Campeonato Brasileiro pegou mal na bola e desperdiçou. Porém, logo depois, a torcida goiana pôde finalmente comemorar.

Aos 38min, Gustavo cruzou bem da direita, Grafite subiu mais que a zaga do Santos e cabeceou à meia altura, sem chances para Júlio Sérgio.

O Goiás poderia ter ampliado o placar aos 44min. Marabá, cara a cara com o goleiro do Santos, chutou a bola por cima do travessão.

Para tentar acertar a marcação de seu time, o técnico Emerson Leão fez duas substituições no intervalo: tirou André Luís e Daniel e colocou Pereira e Alexandre. “Espero que os espaços para os atacantes do Goiás diminuam”, disse o treinador, na volta para o segundo tempo.

Mas, pelo menos no início da etapa final, o Santos não melhorou defensivamente. Os erros na marcação continuavam e o Goiás continuava a pressionar. Em uma bola mal atrasada, Pereira quase deixa Dimba na cara do gol de Júlio Sérgio para fazer o segundo dos donos da casa.

E o dia não era de Pereira. Após um cruzamento de Marabá da direita, aos 8min, o zagueiro santista tentou tirar a bola, mas pegou mal e fez o segundo gol do Goiás. O sonho do bicampeonato ficava mais distante ainda.

Completamente entregue, o Santos viu o time goiano dominar completamente a partida e perder inúmeras chances de gols.

Aos 33min, Motta, no Mineirão, fez o segundo do Cruzeiro. As chances de ser campeão acabaram quando, aos 38min, Alex fez pênalti em Grafite. Dimba cobrou, fez e se tornou artilheiro do torneio com 30 gols, além de bater o recorde de gols em um só campeonato, que pertencia a Edmundo desde 1997.


Vídeos: (1) Melhores momentos e (2) Reportagem Globo Esporte.

Santos 3 x 1 Corinthians

Data: 02/11/2003, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 40ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 19.881 pagantes
Renda: R$ 267.285,00
Árbitro: Paulo César de Oliveira (SP).
Auxiliares: Everson Luis Luquesi Soares (SP) e Emerson Augusto de Carvalho (SP).
Cartões amarelos: Reginaldo Araújo, Léo e Diego (S); Coelho e Fabinho (C).
Gols: Fabinho (30-1) e Robinho (40-1); Pereira (15-2) e Fabiano (27-2).

SANTOS
Fábio Costa; Neném (Reginaldo Araújo), Alex, Pereira e Léo; Paulo Almeida (Daniel), Renato, Elano e Diego; Robinho e Fabiano (William).
Técnico: Emerson Leão

CORINTHIANS
Doni; Coelho, Betão, Marcus Vinícius e Vinícius; Fabinho, Fabrício (André Luiz), Rogério e Robert (Renato); Gil e Wilson (Abuda).
Técnico: Juninho.



Envolvente, Santos vence o Corinthians por 3 a 1, de virada

O Santos não tomou conhecimento do Corinthians na tarde deste domingo e venceu o rival na Vila Belmiro por 3 a 1, de virada. A vitória manteve o tabu dos santistas, que não perdem para o Corinthians há quase dois anos. O Santos foi para 76 pontos e o Corinthians ficou com 52.

A primeira etapa foi equilibrada, hora com o Santos no domínio, hora com o Corinthians. Por jogar em casa e motivado por ainda ter chances de lutar pelo bicampeonato, o Santos começou a partida dando a impressão de que construiria um placar elástico ainda no primeiro tempo.

A equipe, porém, encontrava muita dificuldade em furar a forte retranca corintiana. Após a pressão inicial, que durou exatos dezenove minutos, o Santos parou de jogar. Errando muitos passes e dando espaço para o adversário, o Santos permitiu que o Corinthians crescesse na partida.

Depois de uma série de lambanças da defesa santista, Fabrício acertou um belo chute e fez um golaço, aos 30min. O gol acordou os santistas, que chegaram ao empate dez minutos depois, com um golaço de Robinho.

Diferentemente do primeiro tempo, o Santos dominou amplamente o segundo tempo. O time voltou para a etapa final disposto a conseguir os três pontos. Envolvendo o adversário com bom toque de bola, os santistas viraram o jogo, com gol de cabeça do zagueiro Pereira, que aproveitou cobrança de escanteio da direita, e chegou ao terceiro aos 26min, com Fabiano, de cabeça.

As duas equipes voltam a campo na próxima quarta-feira. O Santos enfrenta o Vitória na Vila Belmiro. Diego levou o terceiro cartão amarelo e desfalca o time. Já o Corinthians joga contra o Coritiba, no Paraná.

O jogo

Logo aos 2min, Fabiano aproveitou cobrança de escanteio da direita e cabeceou próximo ao travessão, assustando a torcida corintiana.

Quatro minutos depois, Diego cobrou falta fechada da esquerda e Doni saiu do gol para, de soco, afastar a bola para longe da grande área.

O Corinthians só chegou com perigo aos 11min. Aproveitando falha de Paulo Almeida, Gil ficou com a bola na esquerda e, da entrada da área, chutou cruzado. A bola saiu fraca, mas passou próxima à trave esquerda de Fábio Costa.

Aos 19min, Fabinho arriscou de fora da área e Fábio Costa espalmou. Os corintianos ficaram com o rebote e depois de de diversas tentativas, Gil dominou a bola na esquerda, dentro da área, fez o giro e chutou forte. A bola passou à direita do gol santista.

Mais Corinthians aos 23min. Gil cruzou da esquerda, Wilson se antecipou à defesa santista e colocou o pé no meio do caminho. Fábio Costa, no reflexo, fez a defesa.

O Santos não jogava bem, mas conseguiu uma boa oportunidade aos 25min. Após cobrança de falta em dois lances, Alex arriscou de fora da área, mas a bola passou à direita de Doni, sem perigo para o goleiro corintiano.

O gol corintiano saiu aos 30min. Depois de aproveitar rebote de Fábio Costa, Fabrício arriscou de fora da área e acertou o ângulo esquerdo do goleiro santista: 1 a 0.

Com o gol do rival, o Santos ganhou novo ânimo e acordou na partida. Aos 38min, Elano arriscou da intermediária e a bola passou à esquerda de Doni, próxima à trave do gol corintiano.

Aos 40min – Diego fez boa jogada pela direita, abriu para Robinho que, da entrada da área, chutou rasteiro no canto direito. Doni se esticou e mandou a bola para escanteio, evitando o gol de empate. Mas, na cobrança de escanteio, Robinho ficou com a bola na entrada da área, pela esquerda, e fez um golaço. Ele dominou e chutou colocado, no canto oposto de Doni, sem chances para o goleiro corintiano: 1 a 1.

O Santos ainda quase virou a partida antes do intervalo. Aos 44min, Neném cobrou falta com violência pela direita e Doni fez boa defesa.

A etapa final começou como a primeira, com o Santos no ataque. Aos 8min, Alex cobrou falta da intermediária com muita força, Doni espalmou e, no rebote, Robinho, sozinho na pequena área pela esquerda, desperdiçou chance de colocar o Santos na frente ao chutar em cima do goleiro corintiano. O lance já estava paralisado pela arbitragem, que marcava impedimento.

Aos 14min, Fabiano desperdiçou grande oportunidade de fazer o segundo do Santos. Após receber passe de Robinho e ficar de frente para Doni, o atacante improvisado chutou em cima do goleiro corintiano, que saiu do gol para fechar o ângulo do santista. No rebote, a zaga mandou a bola para escanteio.

Após a cobrança da direita, o zagueiro Pereira subiu mais do que a defesa do Corinthians e cabeceou no canto direito de Doni para virar a partida para os donos da casa: 2 a 1.

Mesmo com o gol, o Santos continuou a madar na partida. Aos 17min, Diego chutou de fora da área e Doni caiu para fazer nova defesa. Dois minutos depois, numa das poucas descidas do Corinthians, a equipe teve grande oportunidade para empatar em cobrança de falta de Coelho pela esquerda, que Fábio Costa defendeu.

Aos 24min, Neném em cobrança de falta da direita, levantou para a grande área e Robinho, sem marcação, cabeceou com perigo contra a meta corintiana. A bola passou próxima ao travessão.

Estava fácil. Superior em campo, o Santos chegou ao terceiro gol aos 26min. Depois de Elano acertar o travessão em um belo chute de fora da área, Fabiano aproveitou o rebote e, de cabeça, ampliou para os santistas. Os corintianos reclamaram de uma possível falta de Fabiano em Marcus Vinícius no lance.

Aos 33min, depois de contra-ataque rápido dos santistas, Robinho chutou cruzado da esquerda, da entrada da área, e a bola passou perto da trave de Doni, assustando os corintianos.

Elano, aos 40min, tentou encobrir Doni, mas o goleiro corintiano mandou a bola para escanteio. Aos 42min, Betão errou na frente de Fabiano, na entrada da pequena área, mas o santista mandou a bola por cima do travessão.

O Santos perdeu a chance incrível de fazer o quarto gol com William, que havia acabado de entrar no lugar de Fabiano. Aos 46min, ele saiu sozinho na frente do gol corintiano, driblou Doni, mas chutou errado.