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Data: 22/05/1969
Competição: Supercopa Sul-Americana 1968
Local: Estádio Presidente Perón, em Avellaneda, Argentina.
Público: N/D
Renda: N/D
Árbitro: Armando César Coelho (Brasil)
Gols: Alfio Basile (12′ contra) e Machado da Silva (44′).

RACING CLUB
Rubén A. Guibaudo; Cardozo, Perfumo, Basile (Chabay 70′), Rubén Díaz, Aguirre, Marcos Zarich, Conrado Rabbito, Lamelza, Machado da Silva, Cárdenas.
Técnico: Juan José Pizzuti.

PEÑAROL
Mazurkiewicz; Forlán, Figueroa, Varela e Caetano; Matosas, Pedro Rocha, Nilo Acuña (Cortés 60′); F. Onega, Spencer e Joya.
Técnico: Ernesto Ledesma.

Peñarol 3 x 0 Santos

Data: 19/04/1969
Competição: Supercopa Sul-Americana 1968
Local: Estádio Centenario, em Montevidéu, Uruguai.
Público: 13.382
Renda: $ 2.818.340,00 pesos uruguayos
Árbitro: Guillermo Nimo (Argentina)
Gols: Ramos Delgado (contra), Rocha (11-2) e Rocha (25-2, de pênalti).

PEÑAROL
Mazurkiewicz; Figueroa, Roberto Matosas (Varela 34′), Forlán, Milton Viera; Caetano, Spencer, Rocha, Héctor Silva (Cortés 67′), Ermindo Onega e Joya.
Técnico: Ernesto Ledesma.

SANTOS
Claudio; Carlos Alberto, Ramos Delgado, Joel e Rildo; Clodoaldo (Mengálvio 63′) e Negreiros (Marçal 80′); Manoel Maria, Toninho, Douglas e Edu.
Técnico: Antonio Fernandes, “Antoninho”.


Santos confiou demais na vitória e perdeu

Santos peca por excesso de confiança e agora torce pelo Racing para ficar com o título da Supercopa

Segundo o técnico Antoninho, o Santos foi derrotado devido ao cansaço de seus jogadores e ao excesso de confiança no sábado à tarde em Montevidéu.

“Foi uma tarde negra para a gente. Nosso ataque perdeu muitos gols e a defesa apresentou algumas falhas, enquanto que para o Peñarol tudo dava certo. Mas o pior foi o excesso de confiança de nossos jogadores. O time esteve muito lento no começo da partida, do que se aproveitou o Peñarol para se armar e apresentar um bom esquema tático.

Além disso, nosso time vinha de uma viagem e estava cansado, e o campo estava pesado por causa das chuvas. Quando pensamos que poderíamos ir para cima do adversário, pois o Peñarol havia corrido muito no primeiro tempo, tomamos o segundo gol e não tivemos condições de reagir”, declarou o técnico santista ao desembarcar em Congonhas.

Apesar da derrota o supervisor Zito acredita que a supercopa será ainda do Santos.

“O Peñarol terá ainda que jogar em Buenos Aires contra o Racing, e precisará ganhar para disputar ainda uma terceira partida com o Santos. E não acredito que nosso time perca duas partidas consecutivas para os uruguaios. O Santos jogou muito mal em Montevidéu, mas foi uma partida regular na qual nada deu certo para a gente. Quando estava no time vi isso algumas vezes. Na revanche tenho certeza da vitória.”

Tranquilos

Os jogadores do Santos não estavam abatidos por causa da derrota, todos consideraram uma partida anormal para a equipe. Nem o zagueiro-central Ramos Delgado, que poderá sair do time, caso Djalma Dias acerte, estava triste pela derrota.

O capitão Carlos Alberto disse que poucas vezes viu o Peñarol jogar tão bem e com tanto entusiasmo e por isso achou justa a sua vitória.

Agora a torcida

Para o Santos resta agora torcer por um empate entre Peñarol e Racing em Buenos Aires, esta semana. Se o Peñarol perder ou empatar o Santos será proclamado campeão da Supercopa.

Se os uruguaios ganharem, haverá uma terceira partida entre Santos e Peñarol, em data ainda a ser marcada e em local neutro.

Vão disputar

O técnico Antoninho disse que não considera Ramos Delgado e Djalma Dias como titulares nem como reservas. “Ambos são jogadores de categoria internacional e vão disputar o posto. Jogará aquele que estiver melhor.”

Comentava-se ontem no aeroporto a possibilidade do aproveitamento de ambos, pois o técnico poderia lançar Djalma Dias como quarto-zagueiro e colocar Joel no meio-de-campo. Essa possibilidade pareceu mais evidente depois que Zito foi a Lima e não obteve sucesso na contratação do médio-volante Mifflin, do Sporting Cristal e da seleção peruana.

Racing Club 2 x 3 Santos

Data: 16/04/1969
Competição: Supercopa Sul-Americana 1968
Local: Estádio Presidente Perón (El Cilindro), em Avellaneda, Argentina.
Público e renda: N/D
Árbitro: Armando Pena Rocha (URU)
Cartões vermelhos: Rulli (R, 39-2) e Negreiros (S, 45-2).
Gols: Machado da Silva (10-1), Toninho (02-2), Toninho (07-2), Machado da Silva (42-2) e Negreiros (43-2).

RACING CLUB-ARG
Cejas, Raúl Cardozo, Perfumo, Alfio Basile e Chabay; Cominelli (Wolff), Rulli; Cárdenas (Juan C. Lamelza), Machado da Silva, Salomone e Miguel Adorno.
Técnico: Juan José Pizzuti.

SANTOS
Claudio; Carlos Alberto, Ramos Delgado, Joel e Rildo; Clodoaldo e Negreiros; Manoel Maria, Toninho Guerreiro, Douglas e Edu.
Técnico: Antonio Fernandes, “Antoninho”.


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Data: 21/11/1968
Competição: Supercopa Sul-Americana 1968
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, RJ.
Público: 20.858
Renda: N/D
Árbitro: Aurelio Bossolino (Argentina)
Gols: Clodoaldo (23-2).

SANTOS
Claudio; Carlos Alberto, Ramos Delgado, Marçal e Rildo; Clodoaldo e Negreiros (Lima); Edu, Toninho, Pelé e Abel.
Técnico: Antonio Fernandes, “Antoninho”.

PEÑAROL
Mazurkiewicz; Forlán, Figueroa, Varela e Caetano; Gonçalves, Rocha, Abbadie (Tabaré González) e Polo Carrera; Spencer e Joya.
Técnico: Rafael Milans.

Santos 2 x 0 Racing Club

Data: 19/11/1968
Competição: Supercopa Sul-Americana 1968
Local: Estádio Palestra Itália, em São Paulo, SP.
Público e Renda: N/D
Árbitro: Esteban Marino (URU).
Gols: Pelé (35-1) e Edu (12-2).

SANTOS
Claudio; Carlos Alberto, Ramos Delgado, Marçal e Rildo; Clodoaldo, Negreiros; Edu (80′ Manoel Maria), Pelé, Toninho e Abel.
Técnico: Antonio Fernandes, “Antoninho”.

RACING CLUB
Cejas; Chabay, Perfumo, Basile, Rubén Díaz; Marcos Cominelli (63′ Mori), Rulli, Maschio (46′ Wolff) e Chaldú; Cárdenas e Salomone.
Técnico: Juan José Pizzuti