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CSA 0 x 0 Santos

Data: 05/05/2019, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 3ª rodada
Local: Estádio Rei Pelé, em Maceió, AL.
Público: 10.313 pagantes
Renda: R$ 177.174,00
Árbitro: Rodolpho Toski Marques (PR)
Assistentes: Bruno Boschilia e Victor Hugo Imazu dos Santos (ambos do PR).
VAR: Rafael Traci (SC)
Cartões amarelos: Bruno Ramires (CSA); Jorge, Soteldo, Derlis González e Gustavo Henrique (S).

SANTOS
Vanderlei; Lucas Veríssimo (Jean Mota), Aguilar e Gustavo Henrique; Victor Ferraz, Jean Lucas, Diego Pituca e Jorge; Cueva (Soteldo); Rodrygo e Eduardo Sasha (Derlis González).
Treinador: Jorge Sampaoli

CSA
Jordi; Apodí, Luciano Castán, Gerson e Carlinhos (Armero); Naldo (Victor Paraiba), Bruno Ramires (Dawhan), Madson, Matheus Savio e Didira; Cassiano.
Treinador: Marcelo Cabo



Santos não joga bem e só empata com o CSA em Maceió

O Santos não jogou bem e empatou em 0 a 0 com o CSA na tarde deste sábado, no Estádio Rei Pelé, em Maceió, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe não demonstrou a intensidade habitual e teve muita dificuldade para criar chances diante da retranca do CSA em casa.

Com o resultado, o Alvinegro perdeu o 100% de aproveitamento, mas segue por ora na terceira colocação, com sete pontos. O CSA, ainda sem vencer no Brasileirão, agora tem dois pontos e está 16º lugar.

O jogo

É difícil escrever sobre o primeiro tempo de CSA x Santos. O resumo é o seguinte: Peixe inteiro no campo de ataque, até com os zagueiros, mas sem ser criativo.

O Peixe, com intensidade abaixo do habitual, só foi incisivo uma vez. Rodrygo bateu, Jordi espalmou. No rebote, da entrada da área, Jorge acertou a trave, aos 34 minutos.

O CSA só conseguiu um contra-ataque, na velocidade de Apodi. O lateral-direito atravessou o campo e bateu cruzado – Vanderlei espalmou no minuto 25.

O Santos voltou mais ligado para o segundo tempo, mas ainda com dificuldade para abrir espaços contra a retranca do CSA.

Aos 15, Sampaoli foi para o tudo ou nada. Tirou Cueva e Lucas Veríssimo para as entradas de Soteldo e Jean Mota, desfazendo a linha de três zagueiros e abrindo o time.

No minuto 19, Jean Mota teve a primeira boa participação em chute forte da entrada da área, para defesa segura de Jordi. Aos 28, Soteldo cruzou bem para Derlis, mas Gerson travou na hora certa.

Melhor em campo, o Santos ficou perto do gol novamente aos 31, quando Jorge cruzou no segundo pau para Rodrygo finalizar e Jordi defender de novo. No rebote, Derlis foi novamente travado.

No minuto 33, um susto. Didira encontrou Victor Paraiba sozinho na área depois de falha de Gustavo Henrique. O meio-campista driblou Vanderlei, mas chutou na rede pelo lado de fora. E aos 41, Paraíba recebeu sozinho de novo, mas dessa vez o goleiro santista saiu bem para defender.

Nos minutos finais, o Santos buscou a pressão, mas não conseguiu abrir o placar. Soteldo, aos 46, esteve perto em chute da entrada da área. O CSA seguiu se defendendo bem e garantiu mais um empate.

Sampaoli cita dificuldades e vê falta de “contundência” em CSA 0 x 0 Santos

O técnico Jorge Sampaoli viu a falta de contundência como principal defeito do Santos no empate em 0 a 0 com o CSA na tarde deste domingo, no Estádio Rei Pelé.

O argentino citou o calor de 30º em Maceió e o campo “lento” como dificuldades, não como justificativas para o tropeço na terceira rodada do Campeonato Brasileiro.

“No primeiro tempo, equipe foi muito superior. Não gerou tantas situações pelo domínio. Jogamos quase todo o tempo no campo deles. No segundo tempo, variamos e sofremos alguns contra-ataques pela vontade de ganhar. Faltou contundência em um jogo com muitas chances. Buscamos por todos os lados, com muita gente, e não concretizamos. Temos que seguir melhorando”, disse o técnico.

“Mesclar jogadores é colocar quem estão mais frescos e lúcidos em jogo de gramado lento, com muito calor. Jogamos há menos de 72 horas e com viagem larga. Será assim em todo o ano, depende da forma dos que terminam os jogos. Podemos fazer diferentes variações de nomes pensando no gol rival. Foi um ataque sustentado no campo rival, mas não completamos. Calor não é desculpa por não termos ganhado. Não ganhamos pois não concretizamos as chances. Levamos empate e buscamos a vitória. Calor e gramado não são justificativas”, completou.

O Santos volta de Maceió nesta segunda-feira, folga na terça e treina na quarta à tarde. A próxima partida será contra o Vasco, domingo, no Pacaembu, pela quarta rodada do Brasileirão.

Sampaoli vê “descanso mais importante que o trabalho” antes de Santos x Vasco

Após uma maratona de três jogos em uma semana, de Porto Alegre a Maceió, o Santos terá uma semana de preparação antes de enfrentar o Vasco, domingo, no Pacaembu, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe venceu o Grêmio no dia 28 de abril, o Fluminense no último dia 2 e empatou com o CSA neste domingo. O técnico Jorge Sampaoli vê o descanso como fundamental neste momento.

“O mais importante é o descanso. Que o jogador possa diminuir a adrenalina. Descanso será mais importante que o trabalho. Daremos um dia e meio para se recuperarem bem e depois trabalharemos duro para enfrentar o Vasco. Esperamos grande jogo contra uma equipe muito difícil.

O Santos volta de Maceió nesta segunda-feira, folga na terça e só volta a treinar na quarta à tarde. O Peixe não tem desfalques para enfrentar o Vasco.

Jorge Sampaoli tem rodado o elenco. Para enfrentar o CSA, por exemplo, Jean Lucas e Cueva foram as novidades.

“Escalamos quem pensamos que eram melhores para esse jogo. Uns são melhores em um jogo, outros em outro. Jogamos num cenário difícil. Uns foram melhores que o outro, normal”, concluiu o treinador.

Jean Mota cita erro principal do Santos contra o CSA, mas exalta “entrega”

Jean Mota viu a falta de “lateralidade” como principal problema do Santos no empate em 0 a 0 com o CSA na tarde deste domingo, no Rei Pelé, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro.

Para o meia, que foi poupado e entrou no segundo tempo, o Peixe mudou pouco de lado e teve dificuldade para furar a retranca do CSA.

“Pelo que críamos, não queríamos empatar. Era girar rápido, demoramos a girar e eles faziam a recomposição. Quando giramos, tivemos chances. Mas time está de parabéns pela entrega”, disse Jean Mota, ao Premiere.

Cueva volta a jogar mal pelo Santos e se irrita; veja números

Cueva foi escalado na sua função de origem, como meia armador e sem grande responsabilidade defensiva, em CSA 0 x 0 Santos. E decepcionou.

O meia chegou ao 12º jogo pelo Peixe, sem fazer gol ou dar uma assistência. Neste domingo, em Maceió, ele foi burocrático e acabou substituído aos 15 minutos do segundo tempo, para a entrada de Jean Mota.

De acordo com o relato do repórter Thiago Crespo, do Premiere, o peruano não gostou da substituição e discutiu com membros da comissão técnica. As imagens da TV mostraram o atleta conversando e gesticulando bastante com o preparador físico Pablo Fernández.

Os números do Footstats comprovam a atuação apagada de Cueva: ele não finalizou e nem deu uma assistência para finalização. De 42 passes, errou cinco. Uma falta foi cometida. O mapa de calor o mostra com maior movimentação pelo lado esquerdo.

O Santos pagará, a partir de 2020, R$ 26 milhões por Cueva, em quatro parcelas anuais, ao Krasnodar-RUS. O contrato irá até dezembro de 2022.

CSA 0 x 0 Santos

Data: 08/04/2009, quarta-feira, 21h50.
Competição: Copa do Brasil – 2ª Fase – Jogo de ida
Local: Estádio Rei Pelé, em Maceió, AL.
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS-FIFA)
Auxiliares: Luciano José Cruz (PE) e José Antonio Chaves Franco Filho (RS).
Cartões amarelos: Juninho (CSA); Triguinho (S) .

CSA
Jeferson; Juninho Caiçara, Carlos Diogo, Fábio Lima e Marciano; Anderson, Jean, Magno (Ricardo Miranda) e Júnior Amorim; Tiago Potiguar (Marco Brito) e Fábio Lopes (Esquerdinha).
Técnico: Julio Espinosa

SANTOS
Fábio Costa; Pará, Astorga, Fabão e Triguinho (Luizinho); Roberto Brum, Germano, Madson e Paulo Henrique Lima (Lucio Flavio); Neymar (Róbson) e Roni.
Técnico: Vagner Mancini



CSA estraga plano do Santos, empata em casa e faz 2º jogo na Vila

O Santos planejava “matar” o confronto diante do CSA já em Alagoas para aliviar a agenda já cheia de compromissos. A estratégia, porém, falhou. Visivelmente cansado, o time da Vila empatou com o CSA por 0 a 0, em Maceió, pela 2ª fase da Copa do Brasil, e terá de disputar o confronto de volta contra o time alagoano.

Vitória santista por mais de um gol de diferença evitaria uma nova partida entre as equipes, marcada para o dia 22, na Vila.

“Vamos decidir em casa agora. Seria bom fazer um gol, mas não foi possível. Vamos voltar a atenção para o Paulista. Estamos cansados, sentindo o reflexo do jogo contra a Ponte. É normal sofrer queda de rendimento”, disse o goleiro Fábio Costa.

Já neste sábado o Santos terá outro jogo decisivo: encara o Palmeiras, na Vila, na abertura das semifinais do Paulistão.

A surpresa no duelo em Maceió ficou por conta da ausência de Kleber Pereira, que sequer foi relacionado para o banco de reserva. Mancini justifica que o atacante tem idade avançada, 33 anos, e que precisa ser preservado de tantos jogos em série.

Sem um jogador de referência na área, o Santos explorou jogadas de velocidade, quase todas puxadas por Madson. Dos pés do baixinho saíram os melhores lances do Santos na 1ª etapa. Madson tocou para Roni, que acertou a bola na trave. Em outra jogada, Madson acertou belo chute, defendido por Jeferson.

Empurrado pela torcida, o CSA assustou Fábio Costa em jogadas de velocidade. Em uma delas, o goleiro santista precisou sair do gol, disputando a bola até a lateral. A inédita dupla de zaga santista, formada por Fabão e Astorga, demonstrou instabilidade.

Os santistas deixaram o campo no 1º tempo reclamando de um pênalti sobre Neymar.

Superior em campo, o time da Vila criava poucas jogadas. E nos raros momentos de boa articulação, o ataque pecava nas finalizações.

Para mudar o panorama do jogo, Vagner Mancini trocou duas peças do sistema ofensivo: tirou Neymar, figura apática em campo, e colocou Róbson. Já Lucio Flavio substituiu Paulo Henrique Lima.

Melhor atleta do CSA, o meia-atacante Fábio Lopes se cansou, tendo que deixar a partida aos 28 min da 2ª etapa. Apesar da saída do camisa 8 do CSA, o time da casa não reduziu o poderio ofensivo do time alagoano. Marco Brito e Júnior Amorim quase marcam.

Pouco inspirado, o Santos tratou de administrar o empate em Alagoas já pensado no clássico contra o Palmeiras. No final do jogo, Roni chegou a balançar a rede, mas a arbitragem assinalou impedimento.

Para avançar na Copa do Brasil, o Santos terá de vencer o CSA na Vila, dia 22. Empate sem gol levará a decisão para os pênaltis. Empate com gols classifica o CSA. O vencedor desse confronto da 2ª fase encara o ganhador do confronto entre Coritiba x Bahia

CRB 2 x 0 Santos

Data: 22/04/1992, quarta-feira
Competição: Amistoso
Local: Estádio Rei Pelé, em Maceió, AL.
Público: 5.000
Árbitro: Nilson de Carvalho
Cartões vermelhos: Paulinho McLaren, Bernardo e Pedro Paulo (S).
Gols: Hamilton (21-1) e Hamilton (22-2).

CRB-AL
Índio (Everaldo); Cleber (Lima), Genivaldo, César e Jailton (Sapatinho); Gerson Sodré, Romel e Hamilton; Ivanildo, Geronimo e Rildo (Mirandinha).
Técnico: Maurio Fernandes

SANTOS
Sérgio (Denilton); Dinho (Marcelo Veiga), Castro, Pedro Paulo e Gilson; Bernardo, Carlinhos e João Paulo (Marcelo Fernandes); Almir (Marcelo Passos), Paulinho McLaren e Cilinho (Guga).
Técnico: Geninho



Fontes:
– Almanaque do Santos FC – Guilherme Nascimento

CRB 0 x 0 Santos

Data: 14/03/1984, quarta-feira, 21h00.
Competição: Campeonato Brasileiro (Copa Brasil) – 2ª fase – 2ª rodada – Grupo K
Local: Estádio Rei Pelé, em Maceió, AL.
Público: 31.957 pagantes
Renda: Cr$ 31.342.200,00
Árbitro: Édson Alcântara do Amorim (MG).
Cartões amarelos: Reinaldo (CRB); Lino e Ronaldo Marques (S).
Cartão vermelho: Toninho Carlos (S, 33-1).

CRB-AL
Márcio Francisco; Melo, Beto, Saulo e Reinaldo; Ricardo, Coca e Márcio Ribeiro (Nau); Ivanildo, Joãozinho Paulista e Rubens.
Técnico: China

SANTOS
Rodolfo Rodríguez; Betão, Márcio Rossini, Toninho Carlos e Paulo Róbson; Lino, Paulo Isidoro e Pita; Camargo (Davi), Serginho Chulapa e Márcio Fernandes (Ronaldo Marques).
Técnico: Chico Formiga



Em Maceió, nem parecia que grande era o Santos

Fonte: Jornal Folha de SP