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Santos 3 x 0 Flamengo

Data: 26/10/2002, sábado, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 1ª fase – 21ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 14.325
Renda: R$ 137.910,00
Árbitro: Wilson de Souza Mendonça (PE)
Cartões amarelos: Preto, Elano, Léo e Robinho (S); Athirson, Anderson e Felipe Mello (F).
Cartões vermelhos: André Dias e Valnei (F).
Gols: William (25-1), Robert (32-1) e Robinho (39-1).

SANTOS
Júlio Sérgio, Maurinho, Preto (Bernardi), André Luís e Léo; Paulo Almeida, Renato, Elano (Wellington) e Robert; Robinho e Willian (Bruno).
Técnico: Emerson Leão

FLAMENGO
Diego, Alessandro, André Dias, Valney e Athirson; André Gomes, Evandro, Iranildo (Anderson Gills) e Felipe Mello; Zé Carlos e Liédson (Anderson)
Técnico: Evaristo de Macedo


Santos vence fácil o Flamengo na Vila Belmiro

O Santos manteve o tabu de não perder para o Flamengo na Vila Belmiro há vinte e seis anos ao derrotar na tarde de hoje o clube carioca por 3 a 0. A equipe comanda pelo técnico Leão liquidou a partida logo no primeiro tempo, com gols de William, Robert e Robinho.

Com a vitória, o Santos reagiu na competição e praticamente garantiu a sua vaga para a segunda fase do Campeonato Brasileiro. O time paulista soma agora 35 pontos e assumiu a quarta colocação.

O jogo começou com as duas equipes tocando muito a bola no meio-campo, sem levar perigo ao gol adversário. Mas o panorama da partida começou a mudar aos 22min, quando o zagueiro flamenguista André Paraná foi expulso por ter entrado com violência no atacante Robinho.

Com um jogador a mais em campo o Santos abriu o placar aos 26min. William recebeu passe de Robinho no meio da área e chutou no canto esquerdo do gol de Diego.

Após o gol o Santos seguiu pressionando o Flamengo e aos 33min ampliou a vantagem. Robert cobrou falta na meia-direita e a bola desviou na barreira, enganando o goleiro Diego.

Quatro minutos depois Léo fez boa jogada pela lateral esquerda e tocou a bola para Robinho, que estava livre no meio da área e só teve o trabalho de empurrar para o fundo das redes.

Após o intervalo a situação do Flamengo ficou ainda pior. Logo aos 12min Valnei colocou a mão na área e o árbitro pernambucano Wilson Mendonça marcou pênalti. Para aumentar o drama do clube carioca, o zagueiro flamenguista recebeu o cartão vermelho depois de ter esbravejado com árbitro.

Na cobrança da penalidade Elano desperdiçou a chutar a bola com força no travessão do goleiro Diego.

Com uma ampla vantagem no placar, o Santos começou a tocar a bola e envolver o time do Flamengo, que nada vazia para reagir.

Aos 36min Santos quase chegou ao quarto gol. Robinho recebeu um passe na entrada da área e tocou na saída de Diego, mas bola bateu na trave e no rebote a zaga flamenguista afastou o perigo.

Fontes: Folha de São Paulo e Revista Lance.


Vídeos: (1) Melhores momentos e (2) Diego pisando no escudo do São Paulo.

São Paulo 3 x 2 Santos

Data: 16/10/2002, quarta-feira, 20h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 1ª fase – 18ª rodada
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo, SP.
Público: 54.023
Renda: R$ 535.995,00
Árbitro: Cleber Wellington Abade (SP)
Cartões amarelos: Maldonado, Luís Fabiano e Rogério Ceni (SP); André Luís e Júlio Sérgio (S).
Cartões vermelhos: Paulo Almeida (S); Ameli e Kaká (SP).
Gols: Luís Fabiano (12-2), Reinaldo (14-2), Robert (26-2), Diego (38-2, de pênalti) e Ricardinho (44-2, de pênalti).

SÃO PAULO
Rogério Ceni; Gabriel, Ameli, Jean e Jorginho Paulista; Maldonado, Fábio Simplício, Kaká e Ricardinho; Luís Fabiano (Júlio Santos) e Reinaldo
Técnico: Oswaldo de Oliveira

SANTOS
Júlio Sérgio; Maurinho (Robert), André Luís, Alex (Pereira) e Léo; Paulo Almeida, Renato, Elano (William) e Diego; Robinho e Alberto
Técnico: Émerson Leão


Em jogo dramático, São Paulo vence o Santos e assume a liderança

O clássico paulista entre São Paulo e Santos sugeria um jogo cheio de gols. E foi. A badalação que envolvia o confronto entre os dois times mais ofensivos do país apontava uma noite emocionante. E foi mais do que isso. Além da chuva de gols, a partida teve a dramaticidade que caracteriza os grandes clássicos e terminou em polêmica.

Diante de um Morumbi lotado, o São Paulo derrotou o Santos por 3 a 2, ultrapassou o rival na tabela de classificação e assumiu a liderança do Campeonato Brasileiro, com 34 pontos, dois a mais do que o adversário, que tem o mesmo número que o São Caetano. O time do ABC joga nesta quinta contra o Atlético-MG, em Belo Horizonte.

Luis Fabiano e Ricardinho, ambos de pênalti, e Reinaldo marcaram os gols para os anfitriões. Robert, em chute de primeira da entrada da área, e Diego, também de pênalti, fizeram para os visitantes.

No duelo das reveleções, os santistas foram melhor no primeiro tempo. Diego e Robinho infernizaram a defesa são-paulina, mas não consegiram reverter em gols as boas jogadas.

No segundo tempo, foi a vez de o São Paulo dominar, comandado por Kaká. O meia-atacante sofreu o pênalti batido por Luis Fabiano e, em seguida, deu o passe para Reinaldo marcar.

Mas, assim como destacou-se positivamente, a maior revelação são-paulina dos últimos anos também se sobressaiu negativamente. Kaká fez o pênalti que levou o Santos ao empate e, logo depois, foi expulso de campo. O argentino Ameli e o santista Paulo Almeida também receberam o cartão vermelho.

O jogo

No primeiro tempo só deu Santos. A equipe da Baixada Santista desperdiçou pelo menos uma chamce clara de gol aos 22min, quando Robinho ganhou na velocidade da zaga são-paulina, ficou cara a cara com Rogério Ceni, mas chutou à esquerda do goleiro.

A etapa final foi tão movimentada quanto a primeira, mas repleta de gols. O São Paulo abriu o placar aos 14min do segundo tempo. Reinaldo lançou Kaká na entrada da área; o meia entrou em velocidade e driblou o goleiro Júlio Sérgio, que o derrubou. O árbitro Cleber Wellington Abade marcou pênalti, que Luis Fabiano converteu no canto esquerdo alto do goleiro.

O gol desestruturou o time da cidade litorânea, e os anfitriões marcaram o segundo dois minutos depois. Kaká fez boa jogada pelo meio e enfiou para Reinaldo na esquerda, que bateu cruzado, na saída de Júlio Sérgio; a bola ainda tocou na trave esquerda do goleiro antes de entrar.

Aos 19min, o volante Paulo Almeida foi expulso após cometer falta em Kaká.

Mas a festa são-paulina durou pouco. Aos 26min, o Santos empatou em uma jogada pela esquerda de Léo, que Robert completou no ângulo direito de Rogério.

Era o começo da reação santista e a vez do São Paulo se desestabilizar. No lance seguinte, novamente em uma arrancada de Léo pela esquerda, o argentino Ameli foi expulso após um carrinho violento.

Aos 33min, Kaká, que havia recebido um amarelo dez minutos antes, cometeu falta em Léo na área e também foi expulso. O juiz marcou pênalti, e teve início uma grande polêmica.

“Fiz um pênalti infantil, na hora que não precisava”, lamentou o principal astro são-paulino.

O garoto Diego, de 17 anos, principal revelação do time santista, cobrou, Rogério se adiantou e defendeu. O árbitro, atendendo marcação do bandeirinha, mandou voltar a cobrança. O goleiro são-paulino, capitão da equipe, chegou a empurrar o juiz, mas levou apenas o amarelo. Desta vez Diego bateu forte, no canto esquerdo do goleiro são-paulino e empatou o jogo.

Enquanto os donos da casa reclamavam com a arbitragem, Diego tirou a
camisa e foi comemorar o gol sambando em cima do símbolo do São Paulo, que fica na beira do gramado. A atitude do meia revoltou a torcida e os jogadores rivais. Santistas e são-paulinos trocaram tapas e empurrões e retardaram o reinício da partida em cinco minutos.

Aos 44min, inflamado pela torcida, o São Paulo chegou ao gol da vitória novamente de pênalti, cometido por Léo em Reinaldo, na entrada da área.

Ricardinho cobrou no canto esquerdo rasteiro do goleiro Júlio Sérgio. Na comemoração, o meia, principal contratação do clube nos últimos anos, ajoelhou-se sobre o mesmo símbolo que Diego festejou o gol, e saudou sua torcida.

Diego samba no escudo tricolor causando a fúria dos adversários e o delírio da torcida santista














Fontes:
– Jornal Folha de SP – http://acervo.folha.com.br/fsp/2002/10/17/20//66990
– Revista Lance.

Santos é campeão brasileiro de 2002

Elenco de 2002 antes da primeira final contra o Corinthians (2x0)

Em pé: Fábio Costa, Alexandre, Marcão, Pereira, Alex, Rafael, Renato, Preto e Paulo Almeida; Agachados: Douglas, Alberto, Michel, Robinho, William, Diego, Léo, Robert e Elano.

Com um time basicamente de adolescentes, o Santos reviveu no Brasileiro de 2002 a história dos Meninos da Vila (1978) e saiu da fila após 18 anos. O último título “de expressão” era o Campeonato Paulista de 1984.

O primeiro semestre de 2002 foi triste para o Santos. A participação pífia no Torneio Rio São Paulo fez com que o clube ficasse três meses sem atividade. Foi aí que o técnico Émerson Leão teve tempo de sobra para avaliar os jogadores que tinha em mãos. Apesar de não haver dinheiro no caixa do Clube, o Presidente Marcelo Teixeira ofereceu para o técnico Leão 2 ou 3 reforços, daqueles chamados de “medalhões”, receoso que o jovem time fizesse feio no Nacional. Leão bancou a molecada e o que o Brasil todo viu foi um Santos rápido, ofensivo e obediente taticamente.

Como qualquer equipe com muitos jovens, houve momentos em que o time foi irregular, oscilou bastante. Basta lembrar que após a vitória contra o Guarani, na antepenúltima rodada da fase de classificação, o Santos estava com a mão numa das oito vagas para as Quartas-de-finais. O que a torcida santista não contava era com as duas derrotas nas últimas rodadas. O Santos, que figurou entre os oito melhores desde a 13ª rodada, obteve a milagrosa classificação graças ao Gama, que goleou o Coritiba no DF, ficando o Peixe então em 8º com a última vaga.

Arrasador:
Nas três fases do mata-mata o Santos liqüidou o adversário na partida de ida. Como foi o 8º colocado na primeira fase, o Santos sempre teve que enfrentar os adversários em desvantagem. Sabendo disso, partiu para cima de São Paulo (3×1) e Grêmio (3×0) na Vila e do Corinthians na primeira partida da final (2×0 no Morumbi).

Troféu Fair Play:
Todos os titulares do Santos receberam ao menos um cartão amarelo na competição, até mesmo o goleiro Fábio Costa que só entrou na fase dos mata-matas. Todos, menos o volante Renato. O camisa 8 bem que merecia o Troféu Fair Play do Brasileiro pela conduta exemplar. Renato participou de todos os jogos do Santos na competição, sendo substituído apenas uma vez. E não pense que ele aliviava o pé, que fugia de divididas ou se escondia em campo. Muito pelo contrário, com um fôlego incansável ele sempre chegava primeiro na maioria das jogadas. Com todo o gás ele deu um pique no penúltimo minuto da final contra o Corinthians para fazer o 2×0.

Base mantida:
Dos 11 jogadores que entraram em campo para a primeira partida do Brasileiro contra o Botafogo, apenas o goleiro Julio Sérgio e o zagueiro Preto não chegaram à final como titulares. Leão manteve a coerência apostando na base de garotos que foi se lapidando a cada rodada. E aumentou a segurança na defesa com as entradas do zagueiro Alex, a partir da terceira rodada e do goleiro Fábio Costa, que entrou nas quartas-de-final. Entrosamento total.

Molecagem:
Diego, de 17 anos, aprontou de tudo neste Brasileiro. Liderou o rime na goleada de 4×1 sobre o Cruzeiro em pleno Mineirão. Sambou em cima do símbolo do São Paulo no duelo da primeira fase e acabou eliminando o tricolor, considerado favorito ao título, nas quartas-de-final, fazendo gols nos dois jogos. Contra o Grêmio , junto com o amigo Robinho, tirou o goleiro Danrlei do sério. No primeiro jogo da final, revoltou os corintianos, que o acusaram de insultar o lateral esquerdo Kléber com provocações racistas. Diego tirou tudo de letra: fugiu das polêmicas mas continuou aprontando das suas.

Goleiros:
O Santos teve três goleiros neste Brasileirão. Júlio Sérgio fez 22 jogos e sofreu 31 gols. Machucou-se no jogo contra a Ponte e não voltou mais. Rafael, seu substituto, fez 4 jogos e levou 6 gols. Para a fase decisiva, leão escalou Fábio Costa, recuperado de contusão. Ele entrou nas Quartas-de-final, fez 6 jogos e levou 5 gols.

Leão manso:
O técnico Émerson Leão precisou mudar o seu estilo para que o jovem time funcionasse. Leão foi se ajustando as brincadeiras dos garotos, soube dividir os méritos com seus meninos e no final conseguiu o que mais perseguia: o reconhecimento nacional de que era mesmo um técnico de ponta, apesar da passagem rápida e fugaz pela seleção brasileira.

Bola de Prata:
A Revista Placar premiou os seguintes santistas na competição: Alex e Robinho. Quase conseguiram o troféu também: Julio Sérgio e Léo (ficaram em 2º lugar), Renato e Alberto (ficaram em 3º).


O vídeo da direita acima é exibido no Memorial das Conquistas, o museu do Santos FC.

Regulamento:

O regulamento do Campeonato Brasileiro de 2002 é bastante parecido com o do torneio disputado no ano anterior.

O número de clubes na primeira divisão caiu para 26. Na primeira fase, todos jogam contra todos, em turno único. Os oito primeiros colocados se classificam para as quartas-de-final.

Em caso de empate em pontos ganhos entre duas ou mais equipes ao final da primeira fase, o desempate será efetuado observando-se os critérios abaixo, considerando-se todas as partidas realizadas na fase:
1 – maior número de vitórias;
2 – melhor saldo de gols;
3 – maior número de gols pró;
4 – confronto direto (empate entre dois times);
5 – sorteio.

Nas quartas-de-final, os oito clubes classificados são emparceirados em quatro confrontos: A (1º x 8º), B (2º x 7º), C (3º x 6º) e D (4º x 5º). Os times jogam duas partidas, e quem fizer o maior número de pontos se classifica. Os times de melhor campanha disputam a partida de volta em casa.

Na fase semifinal, que será disputada nos moldes das quartas-de-final, o vencedor do confronto A enfrenta o vencedor do confronto D, e o vencedor do B pega o vencedor do C. As duas equipes ganhadoras se classificam para a decisão.

Para as partidas de quartas-de-final e semifinais, os estádios deverão ter a capacidade mínima de 20.000 espectadores. Para as partidas da final, os estádios deverão ter a capacidade mínima de 30.000 espectadores.

Os dois finalistas estarão automaticamente classificados para a Copa Libertadores da América 2003. Os quatro clubes de pior campanha na primeira fase serão rebaixados para a Série B.

Elenco:
Clique aqui e conheça o elenco que foi campeão do Campeonato Brasileiro de 2002.

Campanha:

Fase de Classificação
# Data Ficha Técnica Local
Vídeo
1 10/08/2002 Santos 2 x 1 Botafogo Vila Belmiro
2 18/08/2002 Juventude 2 x 1 Santos Alfredo Jaconi
3 21/08/2008 Santos 3 x 0 Figueirense Vila Belmiro
4 25/08/2002 Fluminense 1 x 1 Santos Maracanã
5 28/08/2002 Santos 2 x 1 Paraná Vila Belmiro
6 31/08/2002 Internacional 3 x 0 Santos Beira-Rio
7 05/09/2002 Santos 3 x 0 Vitória Vila Belmiro
8 08/09/2002 Santos 2 x 2 Atlético-PR Vila Belmiro
9 11/09/2002 Coritiba 4 x 2 Santos Couto Pereira
10 14/09/2002 Santos 2 x 0 Grêmio Vila Belmiro
11 18/09/2002 Vasco 1 x 2 Santos São Januário
12 21/09/2002 Santos 1 x 1 Goiás Vila Belmiro
13 26/09/2002 Gama 0 x 0 Santos Bezerrão
N/D
14 29/09/2002 Santos 1 x 1 Palmeiras Vila Belmiro
15 03/10/2002 Corinthians 2 x 4 Santos Pacaembu
16 09/10/2002 Santos 3 x 2 Atlético-MG Vila Belmiro
17 13/10/2002 Cruzeiro 1 x 4 Santos Mineirão
18 16/10/2002 São Paulo 3 x 2 Santos Morumbi
19 19/10/2002 Santos 1 x 2 Portuguesa Vila Belmiro
20 23/10/2002 Paysandu 2 x 1 Santos Mangueirão
21 26/10/2002 Santos 3 x 0 Flamengo Vila Belmiro
22 30/10/2002 Bahia 1 x 1 Santos Fonte Nova
23 02/11/2002 Guarani 0 x 2 Santos Jaime Cintra
24 09/11/2002 Santos 1 x 3 Ponte Preta Vila Belmiro
25 17/11/2002 São Caetano 3 x 2 Santos A. Campanella


Quartas-de-final
#   Ficha Técnica Local
Vídeo
1 24/11/2002 Santos 3 x 1 São Paulo Vila Belmiro
2 28/11/2002 São Paulo 1 x 2 Santos Morumbi


Semifinais
#   Ficha Técnica Local
Vídeo
1 01/12/2002 Santos 3 x 0 Grêmio Vila Belmiro
2 04/12//2002 Grêmio 1 x 0 Santos Olímpico


Finais
#   Ficha Técnica Local
Vídeo
1 08/12/2002 Santos 2 x 0 Corinthians Morumbi
2 15/12//2002 Corinthians 2 x 3 Santos Morumbi



Classificação da 1ª Fase:

Classificação Geral – 1ª Fase
Pos.
PG
J
V
E
D
GP
GC
SG
%
1 São Paulo
52
25
16
4
5
57
35
22
69.3
2 São Caetano
47
25
14
5
6
42
28
14
62,7
3 Corinthians
43
25
12
7
6
37
35
2
57.3
4 Juventude
41
25
12
5
8
34
30
4
54.7
5 Grêmio
41
25
11
8
6
39
29
10
54.7
6 Atlético-MG
40
25
12
4
9
49
43
6
53.3
7 Fluminense
40
25
12
4
9
43
46
-3
53.3
8 Santos
39
25
11
6
8
46
36
10
52
9 Cruzeiro
39
25
11
6
8
40
39
1
52
10 Vitória
37
25
11
4
10
46
42
4
49.3
11 Coritiba
36
25
11
3
11
34
34
0
48
12 Goiás
36
25
10
6
9
42
39
3
48
13 Ponte Preta
34
25
10
4
11
35
34
1
45.3
14 Atlético-PR
34
25
9
7
9
39
33
6
45.3
15 Vasco
33
25
10
3
12
37
38
-1
44
16 Guarani
33
25
9
6
10
32
35
-3
44
17 Figueirense
31
25
9
4
12
34
43
-9
41.3
18 Flamengo
30
25
8
6
11
38
39
-1
40
19 Bahia
30
25
8
6
11
35
38
-3
40
20 Paysandu
29
25
9
2
14
35
46
-11
38.7
21 Internacional
29
25
7
8
10
36
37
-1
38.7
22 Paraná
28
25
8
4
13
37
42
-5
37.3
23 Portuguesa
27
25
7
6
12
26
40
-14
36
24 Palmeiras
27
25
6
9
10
37
46
-9
36
25 Gama
25
25
7
4
14
30
39
-9
33.3
26 Botafogo
25
25
6
7
12
24
39
-15
33.3


  Zona de classificação para Quartas-de-final
  Rebaixados para Série B 2003



Classificação Geral Final:


Classificação Geral Final
Pos.
PG
J
V
E
D
GP
GC
SG
%
1 Santos
54
31
16
6
9
59
41
18
58.1
2 Corinthians
52
31
15
7
9
50
46
4
55.9
3 Grêmio
48
29
13
9
7
41
32
9
55.2
4 Fluminense
46
29
14
4
11
49
51
-2
52.9
5 São Paulo
52
27
16
4
7
59
40
19
64.2
6 São Caetano
50
27
15
5
7
44
31
13
61.7
7 Juventude
42
27
12
6
9
34
31
3
51.9
8 Atlético-MG
40
27
12
4
11
52
51
1
49.4
9 Cruzeiro
39
25
11
6
8
40
39
1
52
10 Vitória
37
25
11
4
10
46
42
4
49.3
11 Coritiba
36
25
11
3
11
34
34
0
48
12 Goiás
36
25
10
6
9
42
39
3
48
13 Ponte Preta
34
25
10
4
11
35
34
1
45.3
14 Atlético-PR
34
25
9
7
9
39
33
6
45.3
15 Vasco
33
25
10
3
12
37
38
-1
44
16 Guarani
33
25
9
6
10
32
35
-3
44
17 Figueirense
31
25
9
4
12
34
43
-9
41.3
18 Flamengo
30
25
8
6
11
38
39
-1
40
19 Bahia
30
25
8
6
11
35
38
-3
40
20 Paysandu
29
25
9
2
14
35
46
-11
38.7
21 Internacional
29
25
7
8
10
36
37
-1
38.7
22 Paraná
28
25
8
4
13
37
42
-5
37.3
23 Portuguesa
27
25
7
6
12
26
40
-14
36
24 Palmeiras
27
25
6
9
10
37
46
-9
36
25 Gama
25
25
7
4
14
30
39
-9
33.3
26 Botafogo
25
25
6
7
12
24
39
-15
33.3


  Finalistas e clasificados à Copa Libertadores
  Eliminado nas Semifinais e classificado à Copa Libertadores
  Eliminado nas Semifinais
  Eliminados nas Quartas de final
  Eliminados na Primeira Fase
  Zona de rebaixamento



Artilheiros do Campeonato:
19 gols – Luis Fabiano (São Paulo) e Rodrigo Fabri (Grêmio)
17 gols – Dimba (Gama)
16 gols – Romário (Fluminense)
15 gols – Mancini (Atlético-MG) e Ramón (Vasco)
14 gols – Liédson (Corinthians) e Maurílio (Paraná)
13 gols – Guilherme e Deivid (Corinthians)
12 gols – Alberto (Santos), Fábio Júnior (Cruzeiro), Magno Alves (Fluminense), Sérgio Alves (Guarani), Márcio (Paraná) e Reinaldo (São Paulo)



Artilheiros do Santos:
12 gols – Alberto
10 gols – Robinho e Diego
09 gols – Elano
06 gols – Léo
03 gols – Alex e William
02 gols – Renato e Robert
01 gol – André Luis e Douglas



Galeria de fotos:
Para mais fotos vire as páginas que estão abaixo da galeria.

Áudio da Rádio Globo:
Ouça na janela abaixo a campanha completa do Santos na conquista do título de campeão Brasileiro de 2002. O arquivo em mp3 está hospedado no 4shared.

Bangu 1 x 1 Santos

Data: 14/04/2002
Competição: Torneio Rio SP
Local: estádio Proletário Guilherme Silveira, em Moça Bonita, RJ.
Público e renda: N/D
Árbitro: Héber Roberto Lopes (PR)
Gols: Renatinho (12-1) e Robert (23-1).
Cartões amarelos: Rogério, Zada e Odvan

BANGU
Eduardo; Wellington, Cléberson, Rogério e Marquinhos; Hélder, Bruno Lazaroni, Renatinho e Zada; Bruno Suzano e Jefferson
Técnico: Miguel Ferreira

SANTOS
Fábio Costa; Odvan, André Luís e Preto; Valdir, Marcelo Silva, Renato, Diego (Willian) e Leandro (Esquerdinha); Robert e Douglas (Robinho)
Técnico: Celso Roth



Santos empata com o Bangu e fica sem presente de aniversário

No dia em que completou 90 anos de existência, o Santos não poderia ter um domingo mais melancólico. A equipe da Baixada ficou no 1 a 1 com o Bangu, em Moça Bonita, não conseguiu a classificação para as semifinais do Torneio Rio-São Paulo e nem sequer a vaga para a Copa dos Campeões.

O time comandado por Celso Roth terminou o interestadual na modesta nona colocação, com 23 pontos em 15 jogos. Se vencesse hoje, estaria garantido na competição que garante ao vencedor vaga na Taça Libertadores. Os cariocas terminaram em penúltimo, com oito, e ficaram à frente apenas do rebaixado América, que acabou com sete pontos.

O Bangu abriu o placar na tarde de hoje logo aos 12min, com um belo gol de Renatinho. Aos 23min, Robert perdeu um pênalti, mas aproveitou o rebote do goleiro Eduardo e empatou.

Agora o Santos só volta a disputar uma competição no segundo semestre, quando participará do Campeonato Brasileiro, com início em agosto. A permanência de Celso Roth não está definida. O trabalho do técnico não está agradando a torcida.

Roth creditou a desclassifição ao fao de a equipe ter deixado de vencer algumas partidas, levando gols nos minutos finais. foi assim contra o Vasco, no Rio, quando sofreu o empate nos acréscimos.

O técnico considera que seu trabalho teve proveito, principalmente pelo lançamento de atletas como Diego, William e Douglas.

O clube corre o risco de perder alguns jogadores. O lateral Léo, por exemplo, terá seu contrato encerrado em julho e poderá se transferir para o futebol europeu, e Diego já disperta o interesse do Milan.

Santos 2 x 0 Guarani

Data: 24/03/2002
Competição: Torneio Rio SP
Local: estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 1.099 pagantes
Renda: R$ 7.515
Árbitro: Anselmo da Costa (SP)
Cartões amarelos: Robert, Preto, Diego e Valdir (S); Guilherme, Sangaletti e Edu Dracena (G).
Gols: Robert (18-1) e Robert (32-2).

SANTOS
Fábio Costa; Valdir (Esquerdinha), André Luís, Odvan e Léo; Marcelo Silva, Renato, Wellington (Preto) e Diego; Robert (Robinho) e Douglas.
Técnico: Celso Roth

GUARANI
César; Gustavo, Edu Dracena e Aderaldo; Luciano, Sangaletti, Alexandre (Guilherme), Dudu e Jadílson; Rafael Silva e Zé Afonso (Léo).
Técnico: Zé Mário



Vitória sobre o Guarani dá sobrevida ao Santos e a Celso Roth

Depois de exato um mês, o Santos reencontrou-se neste domingo com a vitória. A equipe da Baixada derrotou o Guarani, por 2 a 0, na Vila Belmiro, resultado que manteve as chances matemáticas de classificação às semifinais do Torneio Rio-São Paulo e deu sobrevida também ao técnico Celso Roth.

Apesar de ter jogado um futebol bem longe do ideal, a equipe litorânea conquistou os três pontos graças ao talento de Robert, que marcou dois belos gols. Quando a diferença ainda era pela contagem mínima, os visitantes pressionaram bastante, mas não alcançaram o empate e se complicaram no interestadual.

Com a vitória, o Santos chegou aos 18 pontos, dois a menos que Botafogo, Vasco e Etti Jundiaí, que dividem a quarta posição (apenas os quatro primeiros avançam à próxima fase. O Guarani se manteve com 16 pontos e caiu da oitava para a 11ª colocação).

O primeiro gol saiu logo aos 18min. Robert chutou forte da entrada da área e a bola entrou no ângulo direito do goleiro César. O meia voltou a marcar na segunda etapa. Ele recebeu passe de Diego e bateu colocado, fazendo outro belo gol.

O Santos volta a jogar no próximo sábado, contra o Vasco, em São Januário. Depois, a equipe enfrenta o São Paulo, em local ainda não definido, e encerra a participação na primeira fase contra o Bangu, no Rio. Segundo os cálculos de Roth, o time precisa vencer todos esses próximos compromissos para chegar aos 27 pontos e sonhar com a quarta vaga.