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Santos 3 x 0 Flamengo

Data: 26/10/2002, sábado, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 1ª fase – 21ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 14.325
Renda: R$ 137.910,00
Árbitro: Wilson de Souza Mendonça (PE)
Cartões amarelos: Preto, Elano, Léo e Robinho (S); Athirson, Anderson e Felipe Mello (F).
Cartões vermelhos: André Dias e Valnei (F).
Gols: William (25-1), Robert (32-1) e Robinho (39-1).

SANTOS
Júlio Sérgio, Maurinho, Preto (Bernardi), André Luís e Léo; Paulo Almeida, Renato, Elano (Wellington) e Robert; Robinho e Willian (Bruno).
Técnico: Emerson Leão

FLAMENGO
Diego, Alessandro, André Dias, Valney e Athirson; André Gomes, Evandro, Iranildo (Anderson Gills) e Felipe Mello; Zé Carlos e Liédson (Anderson)
Técnico: Evaristo de Macedo


Santos vence fácil o Flamengo na Vila Belmiro

O Santos manteve o tabu de não perder para o Flamengo na Vila Belmiro há vinte e seis anos ao derrotar na tarde de hoje o clube carioca por 3 a 0. A equipe comanda pelo técnico Leão liquidou a partida logo no primeiro tempo, com gols de William, Robert e Robinho.

Com a vitória, o Santos reagiu na competição e praticamente garantiu a sua vaga para a segunda fase do Campeonato Brasileiro. O time paulista soma agora 35 pontos e assumiu a quarta colocação.

O jogo começou com as duas equipes tocando muito a bola no meio-campo, sem levar perigo ao gol adversário. Mas o panorama da partida começou a mudar aos 22min, quando o zagueiro flamenguista André Paraná foi expulso por ter entrado com violência no atacante Robinho.

Com um jogador a mais em campo o Santos abriu o placar aos 26min. William recebeu passe de Robinho no meio da área e chutou no canto esquerdo do gol de Diego.

Após o gol o Santos seguiu pressionando o Flamengo e aos 33min ampliou a vantagem. Robert cobrou falta na meia-direita e a bola desviou na barreira, enganando o goleiro Diego.

Quatro minutos depois Léo fez boa jogada pela lateral esquerda e tocou a bola para Robinho, que estava livre no meio da área e só teve o trabalho de empurrar para o fundo das redes.

Após o intervalo a situação do Flamengo ficou ainda pior. Logo aos 12min Valnei colocou a mão na área e o árbitro pernambucano Wilson Mendonça marcou pênalti. Para aumentar o drama do clube carioca, o zagueiro flamenguista recebeu o cartão vermelho depois de ter esbravejado com árbitro.

Na cobrança da penalidade Elano desperdiçou a chutar a bola com força no travessão do goleiro Diego.

Com uma ampla vantagem no placar, o Santos começou a tocar a bola e envolver o time do Flamengo, que nada vazia para reagir.

Aos 36min Santos quase chegou ao quarto gol. Robinho recebeu um passe na entrada da área e tocou na saída de Diego, mas bola bateu na trave e no rebote a zaga flamenguista afastou o perigo.

Fontes: Folha de São Paulo e Revista Lance.


Vídeos: (1) Melhores momentos e (2) Diego pisando no escudo do São Paulo.

São Paulo 3 x 2 Santos

Data: 16/10/2002, quarta-feira, 20h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 1ª fase – 18ª rodada
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo, SP.
Público: 54.023
Renda: R$ 535.995,00
Árbitro: Cleber Wellington Abade (SP)
Cartões amarelos: Maldonado, Luís Fabiano e Rogério Ceni (SP); André Luís e Júlio Sérgio (S).
Cartões vermelhos: Paulo Almeida (S); Ameli e Kaká (SP).
Gols: Luís Fabiano (12-2), Reinaldo (14-2), Robert (26-2), Diego (38-2, de pênalti) e Ricardinho (44-2, de pênalti).

SÃO PAULO
Rogério Ceni; Gabriel, Ameli, Jean e Jorginho Paulista; Maldonado, Fábio Simplício, Kaká e Ricardinho; Luís Fabiano (Júlio Santos) e Reinaldo
Técnico: Oswaldo de Oliveira

SANTOS
Júlio Sérgio; Maurinho (Robert), André Luís, Alex (Pereira) e Léo; Paulo Almeida, Renato, Elano (William) e Diego; Robinho e Alberto
Técnico: Émerson Leão


Em jogo dramático, São Paulo vence o Santos e assume a liderança

O clássico paulista entre São Paulo e Santos sugeria um jogo cheio de gols. E foi. A badalação que envolvia o confronto entre os dois times mais ofensivos do país apontava uma noite emocionante. E foi mais do que isso. Além da chuva de gols, a partida teve a dramaticidade que caracteriza os grandes clássicos e terminou em polêmica.

Diante de um Morumbi lotado, o São Paulo derrotou o Santos por 3 a 2, ultrapassou o rival na tabela de classificação e assumiu a liderança do Campeonato Brasileiro, com 34 pontos, dois a mais do que o adversário, que tem o mesmo número que o São Caetano. O time do ABC joga nesta quinta contra o Atlético-MG, em Belo Horizonte.

Luis Fabiano e Ricardinho, ambos de pênalti, e Reinaldo marcaram os gols para os anfitriões. Robert, em chute de primeira da entrada da área, e Diego, também de pênalti, fizeram para os visitantes.

No duelo das reveleções, os santistas foram melhor no primeiro tempo. Diego e Robinho infernizaram a defesa são-paulina, mas não consegiram reverter em gols as boas jogadas.

No segundo tempo, foi a vez de o São Paulo dominar, comandado por Kaká. O meia-atacante sofreu o pênalti batido por Luis Fabiano e, em seguida, deu o passe para Reinaldo marcar.

Mas, assim como destacou-se positivamente, a maior revelação são-paulina dos últimos anos também se sobressaiu negativamente. Kaká fez o pênalti que levou o Santos ao empate e, logo depois, foi expulso de campo. O argentino Ameli e o santista Paulo Almeida também receberam o cartão vermelho.

O jogo

No primeiro tempo só deu Santos. A equipe da Baixada Santista desperdiçou pelo menos uma chamce clara de gol aos 22min, quando Robinho ganhou na velocidade da zaga são-paulina, ficou cara a cara com Rogério Ceni, mas chutou à esquerda do goleiro.

A etapa final foi tão movimentada quanto a primeira, mas repleta de gols. O São Paulo abriu o placar aos 14min do segundo tempo. Reinaldo lançou Kaká na entrada da área; o meia entrou em velocidade e driblou o goleiro Júlio Sérgio, que o derrubou. O árbitro Cleber Wellington Abade marcou pênalti, que Luis Fabiano converteu no canto esquerdo alto do goleiro.

O gol desestruturou o time da cidade litorânea, e os anfitriões marcaram o segundo dois minutos depois. Kaká fez boa jogada pelo meio e enfiou para Reinaldo na esquerda, que bateu cruzado, na saída de Júlio Sérgio; a bola ainda tocou na trave esquerda do goleiro antes de entrar.

Aos 19min, o volante Paulo Almeida foi expulso após cometer falta em Kaká.

Mas a festa são-paulina durou pouco. Aos 26min, o Santos empatou em uma jogada pela esquerda de Léo, que Robert completou no ângulo direito de Rogério.

Era o começo da reação santista e a vez do São Paulo se desestabilizar. No lance seguinte, novamente em uma arrancada de Léo pela esquerda, o argentino Ameli foi expulso após um carrinho violento.

Aos 33min, Kaká, que havia recebido um amarelo dez minutos antes, cometeu falta em Léo na área e também foi expulso. O juiz marcou pênalti, e teve início uma grande polêmica.

“Fiz um pênalti infantil, na hora que não precisava”, lamentou o principal astro são-paulino.

O garoto Diego, de 17 anos, principal revelação do time santista, cobrou, Rogério se adiantou e defendeu. O árbitro, atendendo marcação do bandeirinha, mandou voltar a cobrança. O goleiro são-paulino, capitão da equipe, chegou a empurrar o juiz, mas levou apenas o amarelo. Desta vez Diego bateu forte, no canto esquerdo do goleiro são-paulino e empatou o jogo.

Enquanto os donos da casa reclamavam com a arbitragem, Diego tirou a
camisa e foi comemorar o gol sambando em cima do símbolo do São Paulo, que fica na beira do gramado. A atitude do meia revoltou a torcida e os jogadores rivais. Santistas e são-paulinos trocaram tapas e empurrões e retardaram o reinício da partida em cinco minutos.

Aos 44min, inflamado pela torcida, o São Paulo chegou ao gol da vitória novamente de pênalti, cometido por Léo em Reinaldo, na entrada da área.

Ricardinho cobrou no canto esquerdo rasteiro do goleiro Júlio Sérgio. Na comemoração, o meia, principal contratação do clube nos últimos anos, ajoelhou-se sobre o mesmo símbolo que Diego festejou o gol, e saudou sua torcida.

Diego samba no escudo tricolor causando a fúria dos adversários e o delírio da torcida santista














Fontes:
– Jornal Folha de SP – http://acervo.folha.com.br/fsp/2002/10/17/20//66990
– Revista Lance.

Bangu 1 x 1 Santos

Data: 14/04/2002
Competição: Torneio Rio SP
Local: estádio Proletário Guilherme Silveira, em Moça Bonita, RJ.
Público e renda: N/D
Árbitro: Héber Roberto Lopes (PR)
Gols: Renatinho (12-1) e Robert (23-1).
Cartões amarelos: Rogério, Zada e Odvan

BANGU
Eduardo; Wellington, Cléberson, Rogério e Marquinhos; Hélder, Bruno Lazaroni, Renatinho e Zada; Bruno Suzano e Jefferson
Técnico: Miguel Ferreira

SANTOS
Fábio Costa; Odvan, André Luís e Preto; Valdir, Marcelo Silva, Renato, Diego (Willian) e Leandro (Esquerdinha); Robert e Douglas (Robinho)
Técnico: Celso Roth



Santos empata com o Bangu e fica sem presente de aniversário

No dia em que completou 90 anos de existência, o Santos não poderia ter um domingo mais melancólico. A equipe da Baixada ficou no 1 a 1 com o Bangu, em Moça Bonita, não conseguiu a classificação para as semifinais do Torneio Rio-São Paulo e nem sequer a vaga para a Copa dos Campeões.

O time comandado por Celso Roth terminou o interestadual na modesta nona colocação, com 23 pontos em 15 jogos. Se vencesse hoje, estaria garantido na competição que garante ao vencedor vaga na Taça Libertadores. Os cariocas terminaram em penúltimo, com oito, e ficaram à frente apenas do rebaixado América, que acabou com sete pontos.

O Bangu abriu o placar na tarde de hoje logo aos 12min, com um belo gol de Renatinho. Aos 23min, Robert perdeu um pênalti, mas aproveitou o rebote do goleiro Eduardo e empatou.

Agora o Santos só volta a disputar uma competição no segundo semestre, quando participará do Campeonato Brasileiro, com início em agosto. A permanência de Celso Roth não está definida. O trabalho do técnico não está agradando a torcida.

Roth creditou a desclassifição ao fao de a equipe ter deixado de vencer algumas partidas, levando gols nos minutos finais. foi assim contra o Vasco, no Rio, quando sofreu o empate nos acréscimos.

O técnico considera que seu trabalho teve proveito, principalmente pelo lançamento de atletas como Diego, William e Douglas.

O clube corre o risco de perder alguns jogadores. O lateral Léo, por exemplo, terá seu contrato encerrado em julho e poderá se transferir para o futebol europeu, e Diego já disperta o interesse do Milan.

Santos 2 x 0 Guarani

Data: 24/03/2002
Competição: Torneio Rio SP
Local: estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 1.099 pagantes
Renda: R$ 7.515
Árbitro: Anselmo da Costa (SP)
Cartões amarelos: Robert, Preto, Diego e Valdir (S); Guilherme, Sangaletti e Edu Dracena (G).
Gols: Robert (18-1) e Robert (32-2).

SANTOS
Fábio Costa; Valdir (Esquerdinha), André Luís, Odvan e Léo; Marcelo Silva, Renato, Wellington (Preto) e Diego; Robert (Robinho) e Douglas.
Técnico: Celso Roth

GUARANI
César; Gustavo, Edu Dracena e Aderaldo; Luciano, Sangaletti, Alexandre (Guilherme), Dudu e Jadílson; Rafael Silva e Zé Afonso (Léo).
Técnico: Zé Mário



Vitória sobre o Guarani dá sobrevida ao Santos e a Celso Roth

Depois de exato um mês, o Santos reencontrou-se neste domingo com a vitória. A equipe da Baixada derrotou o Guarani, por 2 a 0, na Vila Belmiro, resultado que manteve as chances matemáticas de classificação às semifinais do Torneio Rio-São Paulo e deu sobrevida também ao técnico Celso Roth.

Apesar de ter jogado um futebol bem longe do ideal, a equipe litorânea conquistou os três pontos graças ao talento de Robert, que marcou dois belos gols. Quando a diferença ainda era pela contagem mínima, os visitantes pressionaram bastante, mas não alcançaram o empate e se complicaram no interestadual.

Com a vitória, o Santos chegou aos 18 pontos, dois a menos que Botafogo, Vasco e Etti Jundiaí, que dividem a quarta posição (apenas os quatro primeiros avançam à próxima fase. O Guarani se manteve com 16 pontos e caiu da oitava para a 11ª colocação).

O primeiro gol saiu logo aos 18min. Robert chutou forte da entrada da área e a bola entrou no ângulo direito do goleiro César. O meia voltou a marcar na segunda etapa. Ele recebeu passe de Diego e bateu colocado, fazendo outro belo gol.

O Santos volta a jogar no próximo sábado, contra o Vasco, em São Januário. Depois, a equipe enfrenta o São Paulo, em local ainda não definido, e encerra a participação na primeira fase contra o Bangu, no Rio. Segundo os cálculos de Roth, o time precisa vencer todos esses próximos compromissos para chegar aos 27 pontos e sonhar com a quarta vaga.

Santos 3 x 3 Botafogo

Data: 10/03/2002
Local: Estádio da Vila Belmiro, Santos, SP.
Público e Renda: N/D
Árbitro: Luciano Augusto Almeida (DF)
Cartões amarelos: Taílson e Carlos Alberto (B)
Gols: Robert (16-1), Dodô (17-1), Taílson (05-2), Robert (15-2), Dodô (33-2) e Diego (46-2).

SANTOS
Fábio Costa; Preto (Esquerdinha), Cléber e Odvan; Michel, Marcelo Silva, Renato, Robert e Léo; Elano (Diego) e Oséas (Willian)
Técnico: Celso Roth

BOTAFOGO
Kléeber; Fabiano, Sandro e Valdson; Cicinho (Rodrigo Fernandes), Carlos Alberto, Carlinhos (Almir), Alexandre e Léo Inácio; Taílson e Dodô
Técnico: Abel Braga



Novato salva o Santos de derrota para o Botafogo no último minuto

O meia Diego pode ter evitado hoje a queda do técnico Celso Roth. O novato, de 17 anos, marcou o último gol do Santos no empate de 3 a 3 com o Botafogo, aos 48min do segundo tempo, nesta tarde, na Vila Belmiro, pelo Torneio Rio-São Paulo.

O resultado, entretanto, não foi o ideal e nem abafou a crise que vem rondando o clube da Baixada. Durante o jogo, os torcedores xingaram novamente o técnico Celso Roth de burro e, no final, pediram contratações.

O meia Robert marcou, de cabeça, os outros dois gols do time paulista. O atacante Dodô, que reencontrou-se com a torcida santista pela primeira vez, também fez dois. Seu companheiro de setor, Taílson, fez o outro do Botafogo.

O empate mantém o Santos longe dos líderes do regional. Caiu para nono lugar, com 14 pontos. O Botafogo, que estava em terceiro até o início da rodada, também perdeu posições. Agora é o quinto, com 16.

O jogo
A partida começou bastante movimentado. O Santos abriu o placar logo aos 16min. Léo alcançou uma bola quase perdida na esquerda, cruzou e Robert desviou de cabeça, no canto direito do goleiro Kléber.

A torcida ainda comemorava quando o Botafogo empatou. Os cariocas saíram rápido do meio de campo, Léo Inácio levantou para a área e Dodô igualou.

Os dois times tiveram chance de marcar ainda no primeiro tempo, mas a bola de do zagueiro Cléber bateu na trave, e a falta cobrada por Sandro parou na grande defesa do goleiro Fábio Costa.

O Santos voltou do intervalo com duas alterações. Saíram Oséas, que teve uma atuação muito fraca, e Elano, para as entradas de Willian e Diego, respectivamente.

Mas foi o Botafogo quem iniciou a fase final surpreendendo. Taílson recebeu passe de Alexandre na área e chutou rasteiro para marcar. O gol fez Roth fazer outra mudança logo depois. Tirou o zagueiro Preto para colocar o meia Esquerdinha.

A alteração surtiu efeito logo depois. Aos 14min, Willian cruzou da direita e Robert, novamente de cabeça, que não é sua especialidade, empatou. Os donos da casa tiveram boa oportunidade para virar, mas Willian, depois de grande jogada individual, chutou para fora.

Aos 32min, Dodô não desperdiçou e colocou o Botafogo novamente à frente no placar. A partir dali o jogo ficou emocionante e Esquerdinha, quatro minutos depois, acertou o travessão.

Diego tentou aos 41min, mas falhou na conclusão. O teen não desanimou e, no último minuto, fez o gol de empate. O Santos quase virou nos acréscimos, com um chute de Esquerdinha no ângulo esquerdo de Kléber, mas o goleiro do Botafogo salvou.