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Santos 3 x 4 São Paulo

Data: 25/10/2009, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 31ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 8.735 pagantes
Renda: R$ 217.640,00
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (Fifa-RS)
Auxiliares: Roberto Braatz (Fifa-PR) e Altemir Hausmann (Fifa-RS)
Cartões amarelos: Germano e Adaílton (S); André Dias, Jean e Miranda (SP).
Cartão vermelho: Rogério Ceni (SP).
Gols: André (06-1), Hernanes (12-1), Rodrigo Souto (26-1) e Washington (38-1); Jorge Wagner (15-2), Róbson (21-2) e Rogério Ceni (23-2).

SANTOS
Felipe; Pará, Astorga, Adaílton e Triguinho (Leo); Germano, Rodrigo Souto, Felipe Azevedo (Róbson), Paulo Henrique Lima e Madson (Jean); André
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

SÃO PAULO
Rogério Ceni; Renato Silva, André Dias e Miranda; Adrián González (Zé Luis), Jean, Hernanes, Jorge Wagner e Junior Cesar; Dagoberto (Borges) e Washington (Denis)
Técnico: Ricardo Gomes



Ceni marca, São Paulo supera ‘pane’ na defesa, vira na Vila e cola no topo

A melhor defesa do Campeonato Brasileiro sofreu uma ‘pane’ neste domingo e levou três gols. Mas Rogério Ceni entrou em cena, balançou a rede após 370 dias de jejum, e o São Paulo venceu o Santos por 4 a 3, em clássico eletrizante na Vila Belmiro.

Assim, o clube tricolor volta a vencer após três tropeços seguidos, chega a 52 pontos e fica a dois do líder Palmeiras. O time litorâneo segue com 41, sem ambições no certame.

Ceni ainda foi expulso após um choque com o atacante Jean. Para o árbitro Carlos Eugênio Simon, o capitão são-paulino impediu o gol com a infração e por isso foi expulso direto, sem o cartão amarelo. Mesmo com um atleta a menos nos minutos finais, a equipe da capital segurou o resultado.

“Só quero pedir para esse cidadão [Simon] não apitar mais jogos do São Paulo. Ele me persegue não sei por que. Sempre”, esbravejou o camisa 1.

O time de Vanderlei Luxemburgo abriu o placar com André. Hernanes empatou, Rodrigo Souto fez 2 a 1, e Washingon empatou novamente. No segundo tempo, Jorge Wagner virou, Robson fez 3 a 3, e Rogério Ceni fechou o placar com uma cobrança de falta aos 23min.

“A gente veio para cá em baixa, sem vencer nas últimas rodadas. Foi uma partida emocionante, com todas essas dificuldades, e estamos na briga de novo. O trabalho foi bem feito, e todos estão de parabéns”, celebrou Hernanes.

Do outro lado, Luxemburgo elogiou o conjunto alvinegro, criticou Simon e lamentou os gols sofridos nas faltas e escanteios. “O time está crescendo, mas erra muito, há uma falta de sintonia. Não podemos tomar tanto gol de bola parada. Mas a vida continua, o jogo serve de exemplo.”

O jogo

A bola parada fez a diferença logo no início do duelo. Aos 6min, Madson cruzou no primeiro pau, Rodrigo Souto desviou, e André ganhou no alto para superar Rogério Ceni.

Seis minutos depois, Hernanes arriscou o chute em uma cobrança de falta próxima à área e acertou o ângulo do gol de Felipe.

Aos 26min, Madson repetiu o escanteio no primeiro pau, Rodrigo Souto subiu sozinho e, dessa vez, cabeceou direto para o gol.

“Não tenho dúvidas de que foi falha nossa. Foram dois gols parecidos, com o Souto desviando no primeiro pau. Já tínhamos conversado no primeiro gol, mas acabamos levando o segundo”, lamentou André Dias, na saída para o intervalo.

A equipe visitante não se abateu, apesar dos vacilos na retaguarda, e se impôs em campo. Hernanes quase marcou o seu segundo gol na partida, mas esbarrou em Felipe, que mandou para escanteio uma finalização de dentro da área.

Aos 38min, o erro ocorreu no lado santista. Mais uma vez a bola no primeiro foi o caminho, Miranda desviou, e Washington completou com o pé esquerdo. Felipe ainda chegou até a bola, porém espalmou para dentro do gol.

“A bola parada é o forte deles, e tomamos dois gols assim. O Vanderlei pediu atenção pra gente não errar novamente”, declarou Rodrigo Souto na volta para a etapa final, em entrevista à TV Globo.

“Consegui dar um belo chute, mas vacilamos de novo e tomamos o segundo gol. Buscamos o empate e agora é lutar pelos três pontos”, disse Hernanes, citando o seu gol de falta.

E os gols continuaram a sair em falhas das defesas no segundo tempo. Aos 15min, Adrián González cruzou na área, Jorge Wagner se antecipou ao beque Astorga e bateu de primeiro, sem chances de defesa.

Aos 21min, Triguinho foi ao fundo, driblou González e colocou a bola na cabeça de Robson. Sozinho na pequena área, o santista cabeceou para as redes.

Dois minutos depois, Rogério Ceni fez o gol da vitória, em cobrança de falta.


Náutico 1 x 2 Santos

Data: 29/07/2009, quarta-feira, 19h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 15ª rodada
Local: Estádio dos Aflitos, no Recife, PE.
Público: 13.515
Renda: R$ 44.610,00
Árbitro: Jaílson Freitas (BA)
Auxiliares: Alexandre de Rocha Matos e Belmiro da Silva (ambos da BA).
Cartões amarelos: Gladstone, Derley e Carlinhos Bala (N); Felipe, Luizinho, Felipe Azevedo, Germano e Rodrigo Souto (S).
Cartão vermelho: Gladstone (N)
Gols: Neymar (22-2), Gilmar (32-2, de pênalti) e Rodrigo Souto (46-2).

NÁUTICO
Glédson; Vágner, Nilson e Gladstone; Galiardo, Johnny (Dudu Araxá) (Beto Costa), Aílton (Asprilla), Derley e A.Santana; Carlinhos Bala e Gilmar.
Técnico: Geninho

SANTOS
Felipe; Pará, Eli Sabiá, Fabão e Léo (Luizinho), Germano, Rodrigo Souto, Róbson (Neymar) e Paulo Henrique (Felipe Azevedo); Kléber Pereira e Madson.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo



Com um a mais no 2° tempo, Santos vence Náutico nos acréscimos

Com um gol de Rodrigo Souto aos 46 minutos do segundo tempo, o Santos venceu o Náutico por 2 a 1 nesta quarta-feira, nos Aflitos, no Recife. Todos os gols do jogo saíram no segundo tempo, quando o time da casa já estava com dez jogadores, pois Gladstone havia sido expulso nos minutos finais da primeira etapa.

Para o Santos, Neymar saiu do banco para abrir o placar de cabeça. Em cobrança de pênalti cometido pelo goleiro Felipe, Gilmar deixou tudo igual. Até que nos acréscimos Rodrigo Souto marcou de cabeça o gol da vitória alvinegra.

Com esse resultado, o time paulista foi a 20 pontos, em posição intermediária, enquanto que os donos da casa ficaram com 11, em último lugar. Os dois times também seguem com as piores defesas da competição nacional. A dos anfitriões é a mais vazada, com 33 gols, enquanto que a dos alvinegros sofreu 29.

Mesmo com o sistema defensivo vulnerável, o técnico Vanderlei Luxemburgo abdicou do esquema com três volantes e colocou o meia Róbson no lugar do suspenso Roberto Brum. No ataque, Kléber Pereira retornou após mais de dez dias afastado por causa de uma inflamação no joelho. O jogador voltou a desperdiçar boas chances de gol.

Do outro lado, o Náutico vinha de um empate por 3 a 3 no clássico com o Sport. Porém, precisava encerrar um jejum que agora chega a 12 jogos sem vencer. Cinco deles sob o comando do técnico Geninho, que empatou três vezes e perdeu duas.

O jogo

O Santos foi melhor no primeiro tempo e criou as principais chances de gol. Porém, o goleiro Glédson, que há pouco tempo era o terceiro goleiro do Náutico, foi se destacando fazendo boas defesas.

A melhor delas foi aos 25 minutos, em chute cruzado de Kléber Pereira. Aos 45, o zagueiro Gladstone fez falta em Madson, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso.

“O jogo está bom, mesmo com o campo pesado. Agora vamos ter um homem a mais e isso vai facilitar, mas temos que jogar. Temos jogadores velozes na frente e com tranquilidade o gol vai sair”, disse o atacante Kléber Pereira, em entrevista à Rádio Globo, no intervalo.

Os dois técnicos fizeram alterações para a etapa final. No Santos, Luxemburgo sacou o meia Paulo Henrique Ganso e colocou o atacante Felipe Azevedo. Já Geninho recompôs o sistema defensivo, colocando o zagueiro Asprilla na vaga do meia Aílton.

O Santos não conseguia pressionar, e Luxa colocou Neymar no lugar de Róbson, aos 13. Depois de ver Kléber Pereira perder outro gol, Neymar abriu o placar aos 22, ao completar cruzamento de cabeça. Porém, dez minutos depois, Felipe derrubou Gilmar na área. O próprio Gilmar bateu com paradinha e empatou. Quando todos esperavam pelo empate, Rodrigo Souto fez o gol da vitória, aos 46.

No próximo final de semana, o Santos vai folgar, pois o Internacional-RS, que seria seu adversário, excursiona no exterior. Com isso, o time da Vila Belmiro volta a jogar na outra quarta-feira, diante do Coritiba, fora de casa. Já o Timbu enfrenta o Flamengo, no Rio de Janeiro, no próximo domingo.


Santos 3 x 3 Goiás

Data: 17/05/2009, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 2ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 9.511
Renda: R$ 124.651,00
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa-MG)
Auxiliares: Márcio Eustáquio Santiago (Fifa-MG) e Jair Albano Feliz (MG)
Cartões amarelos: Fabiano Eller, Rodrigo Souto e Maikon Leite (S); Rafael Tolói e Amaral (G).
Gols: SANTOS – Kléber Pereira (08-1), Rodrigo Souto (11-1), Iarley (38-1); Rodrigo Souto (01-2), Ramalho (16-2) e Rafael Tolói (41-2).

SANTOS
Fábio Costa; Luizinho, Fabão, Fabiano Eller e Pará; Roberto Brum (Germano), Rodrigo Souto, Paulo Henrique Ganso e Madson; Neymar (Maykon Leite) e Kléber Pereira (André).
Técnico: Vagner Mancini

GOIÁS
Harlei; Ernando, Gomes e Rafael Tolói; Fábio Bahia (Felipe Menezes), Amaral, Ramalho, Zé Carlos (Everton Hora) e Júlio César; Felipe (Jael) e Iarley.
Técnico: Geninho



Santos vacila no fim, cede empate ao Goiás e amplia jejum na temporada

O Santos tinha tudo para se reabilitar e obter a primeira vitória no Campeonato Brasileiro. Porém, um gol de Rafael Tolói aos 42min do segundo tempo acabou com as pretensões alvinegras. Neste domingo, a equipe de Vagner Mancini falhou muito na marcação e cedeu um empate por 3 a 3 para o Goiás na Vila Belmiro. Desta forma, amplia para mais de um mês seu jejum de vitórias na temporada.

“O Santos teve o jogo na mão. A equipe teve a chance de matar o jogo e não matou. No Campeonato Brasileiro, as equipes são mais estruturadas e não se pode relaxar. Demos espaço, e o Goiás chegou ao empate que queria”, lamentou Mancini após o duelo.

A última vez que o time praiano saiu de campo vencedor aconteceu no dia 18 de abril, quando o Santos superou o Palmeiras por 2 a 1 ainda pela semifinal do Campeonato Paulista. De lá para cá foram cinco partidas sem vitórias, sendo três delas na Vila Belmiro.

Depois de empatar na primeira rodada com o Grêmio, o Santos chega aos dois pontos na tabela do Nacional. O Goiás, por sua vez, fica com a mesmo pontuação dos rivais após o resultado deste domingo, em nono lugar, um à frente dos donos da casa.

Quando o confronto começou, o Santos apresentou total domínio das ações ofensivas. O time da casa imprimiu forte pressão sobre o clube esmeraldino com boas jogadas pelas pontas. Até que aos 8min, a equipe aproveitou uma boa investida pela direita para abrir o placar com Kleber Pereira.

Apenas três minutos depois, o Santos conseguiu ampliar com Rodrigo Souto e ficou em situação bem tranquila na partida. Com dois gols de vantagem, o time de Vagner Mancini manteve o domínio da posse de bola no meio-campo e cedeu poucas chances ao Goiás.

Com a entrada de Everton no lugar de Zé Carlos, a equipe de Hélio dos Anjos igualou as ações no jogo até descontar aos 38min com Iarley e renovar os ânimos para o segundo tempo. “Temos que ter cuidado nessa saída deles, mas se acertamos os passes podemos fazer mais gols”, comentou Kleber Pereira no intervalo.

Assim como no primeiro tempo, o Santos começou a etapa complementar bem superior. Tanto, que ampliou aos 2min do segundo tempo com novo gol de cabeça de Rodrigo Souto.

Quando parecia que os anfitriões conseguiriam novamente manter a regularidade e segurar o placar sem problemas, o Goiás fez mais um gol Ramalho, aos 16min. Depois disso, a equipe esmeraldina tentou pressionar e conseguiu fechar o placar aos 42min com gol de Rafael Tolói. Após o apito final, Fábio Costa e Paulo Henrique ainda discutiram rispidamente ao entrar no vestiário, mas foram contidos pelos companheiros.

Fábio Costa e Paulo Henrique discutem, mas santistas amenizam briga

O empate no fim entre Santos e Goiás alterou os ânimos dos jogadores da Vila Belmiro. Após a igualdade por 3 a 3, o goleiro Fábio Costa e o meia Paulo Henrique discutiram rispidamente no caminho do vestiário e só foram contidos graças às ações dos companheiros alvinegros.

Depois de debater durante a partida, os dois jogadores se encontraram após o apito final e continuaram a discussão. Roberto Brum e Rodrigo Souto rapidamente interferiram e seguraram Paulo Henrique.

Segundo o técnico Vagner Mancini, os jogadores foram acalmados pelo restante do elenco no vestiário e pediram desculpas um ao outro. O treinador também tentou amenizar o ocorrido e disse que esse tipo de situação é normal pelas circunstâncias da partida.

“Foi uma discussão de jogo. É óbvio que os ânimos ficam mais exaltados, mas não houve mais nada no vestiário. Os dois sentaram e se desculparam. Todos os atletas viram o que aconteceu e agiram para conter o problema. No meu comando não tem briga no vestiário”, destacou Mancini.

O Santos fazia boa partida diante do Goiás e vencia o confronto na Vila Belmiro por 3 a 1 no segundo tempo. Entretanto, o time esmeraldino reagiu e conseguiu o empate aos 42min do segundo tempo, o que ampliou o jejum de triunfos santistas para mais de um mês.

“Pela maneira que o jogo terminou, os dois se alteraram. Mas o Paulo pediu desculpas, e o Fábio Costa também. Então está tudo tranquilo dentro do elenco”, ressaltou Rodrigo Souto.

Mancini defende Kléber Pereira e lamenta vaias da torcida

O atacante Kleber Pereira foi um dos jogadores mais criticados pela torcida alvinegra no empate com o Goiás por 3 a 3 neste domingo. Após a partida na Vila Belmiro, o técnico Vagner Mancini saiu em defesa do centroavante e lamentou as vaias oriundas das arquibancadas.

“É preciso ter um pouco de paciência. O torcedor quer ver o time ganhando assim como nós. Mas tem coisas que não dá para explicar no futebol. O Kléber está lutando. Ficamos chateados com a torcida, mas temos que aceitar”, destacou Mancini após a partida.

Kléber Pereira abriu o placar aos 8min do primeiro tempo, mas não foi o suficiente para cair nas graças dos torcedores novamente. O jogador foi substituído aos 33min da etapa complementar pelo novato André e foi bastante vaiado no momento em que deixou o gramado.

“Ele só poderá mudar essa situação se fizer gols. Hoje [domingo] ele fez. Se tivéssemos vencido, tenho certeza que ele sairia aplaudido. O Kléber é um cara que decide jogos”, concluiu Mancini.

Segundo dados do Datafolha, Kléber Pereira teve apenas três finalizações no jogo: uma na trave, uma fora e outra para o gol. Além disso, ele arriscou 18 passes no jogo, acertou 14 e errou os outros quatro.

Paulo Henrique minimiza briga com Fábio Costa e diz que já estão em paz

O meio-campista santista Paulo Henrique Lima confirmou, na manhã desta segunda-feira, que houve uma discussão com o goleiro Fábio Costa, na noite de domingo, logo após o empate de 3 a 3 do Santos com o Goiás pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. O clima esquentou no vestiário da Vila Belmiro, mas, segundo o Ganso, tudo ficou em paz depois.

“O Fábio Costa veio me cobrar por causa de uma bola que perdi no meio-campo que virou contra-ataque do Goiás. E isso não tem problema. Também falo para ele que deveria ter defendido melhor algumas bolas”, disse o meia à TV Globo.

A bronca do goleiro foi por conta de uma bola perdida pelo meio-campista, que gerou num gol do adversário. No fim do jogo, Fábio saiu em disparada para o vestiário. Prevendo que a Fera estava com os ânimos alterados, os volantes Rodrigo Souto e Roberto Brum pediram para Paulo Henrique aguardar alguns minutos no gramado.

“O Souto e o Brum até me seguraram no campo. Mas já está tudo bem” – minimizou.

“O Fábio Costa veio me cobrar por causa de uma bola que perdi no meio-campo que virou contra-ataque do Goiás. E isso não tem problema. Também falo para ele que deveria ter defendido melhor algumas bolas”, disse o meia à TV Globo.

Bragantino 2 x 2 Santos

Data: 26/02/2009, quinta-feira, 21h30.
Competição: Campeonato Paulista – 10ª rodada
Local: Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista, SP.
Público: 2.107 pagantes
Renda: R$ 50.250,00
Árbitro: Paulo Roberto Ferreira
Auxiliares: Rafael Ferreira da Silva e Rogerio Pablos Zanardo
Cartões amarelos: Malaquias e Somália (B); Triguinho (S).
Cartões vermelho: Thiago Almeida (B)
Gols: Malaquias (23-1), M. Goldri (39-1); Rodrigo Souto (13-2) e Molina (27-2).

BRAGANTINO
Gilvan; Gabriel, César Gaúcho e Marcelo Goldri; Thiago Almeida, Moradei, Adãozinho (Adriano), Somália e Pará; Malaquias (Da Silva) e Nunes (Bill).
Técnico: Marcelo Veiga

SANTOS
Fábio Costa; Luizinho (Pará), Fabiano Eller, Fabão e Triguinho (Domingos); Roberto Brum, Rodrigo Souto, Molina e Madson e Róbson; Kléber Pereira (Roni).
Técnico: Vagner Mancini



Santos acorda no 2º tempo e arranca empate em Bragança

No jogo em que Vagner Mancini havia pedido um Santos mais acelerado, o time continuou apresentando sonolência, sobretudo no 1º tempo, mas teve fôlego para correr e tirar desvantagem de 2 a 0, empatando o duelo do Bragantino por 2 a 2, em Bragança Paulista, pelo Estadual.

Eletrizante, a partida teve dois “donos”. O Bragantino mandou na primeira etapa. Já o Santos dominou completamente o adversário após o intervalo. O empate deixou o time da Vila fora do G-4. Já o time do interior segue ameaçado de rebaixamento.

“Ficamos em cima, e conseguimos empatar. Tivemos um gol no 1º tempo, mas estava impedido. Depois jogamos bem e quase ganhamos”, ilustrou Molina, em entrevista ao Sportv.

Foi o Bragantino quem botou velocidade ao jogo na primeira etapa, envolvendo facilmente a zaga santista, com jogadas criadas principalmente por Pará, Nunes e Malaquias. Já o Santos reverteu o jogo depois que Mancini avançou todo o time na segunda etapa.

Lento nos 45 min iniciais, o Santos acabou sobrecarregando Fábio Costa, que impediu o gol do time interiorano em vários lances. Mas o goleiro santista não evitou o gol de Malaquias, que, impedido, não teve dificuldade para penetrar na defesa alvinegra.

Para piorar a situação do Santos, Kléber Pereira sentiu fisgada na coxa e deixou o campo logo aos 22 minutos da etapa inicial. Ele dificilmente atua contra o São Paulo, domingo, na Vila.

Sobrando em campo, o Bragantino continuou ameaçando Fábio Costa, seja em cobranças de faltas, com Gabriel, seja em tabelas. O esquema 4-5-1 adotado por Mancini travou, evidenciado após saída de Pereira, contundido.

O Braga chegou ao segundo gol em jogada de escanteio. Marcelo Goldri invadiu a área e tocou para o gol. Fabio Costa reclamou de empurrão nele dentro da pequena área.

O Santos se lançou para o ataque no segundo tempo. Mancini adiantou os volantes Roberto Brum e Rodrigo Souto, liberando Molina para o ataque. Eller virou lateral-esquerdo. Em contrapartida, a zaga ganhou a proteção de Domingos.

No segundo tempo, time da Vila é quem teve o controle total de jogo, chegando ao gol com Rodrigo Souto.

Restou ao Bragantino explorar o contra-ataque. Thiago Almeida, expulso, fez o Bragantino ficar ainda mais recuado. O receio de se aventurar no ataque custou caro ao Bragantino. Molina empatou a partida ao aproveitar cruzamento de Fabão.

Faltando um minuto para o término de jogo, Pará por pouco não recolocou o Bragantino à frente no marcador. Cobrança de falta bateu no travessão de Fábio Costa.

Noroeste 1 x 2 Santos

Data: 25/01/2009, domingo.
Competição: Campeonato Paulista – 2ª rodada
Local: Estádio Dr. Alfredo de Castilho, em Bauru, SP.
Público: 5.041 pagantes
Renda: R$ 142.690,00
Árbitro: José Henrique de Carvalho
Auxiliares: Ednilson Corona (Fifa-SP) e Anderson José de Moraes Coelho
Cartões amarelos: Júlio Terceiro, Anderson Marques e Luciano Bebê (N); Lúcio Flávio, Domingos, Paulo Henrique e Roni (S).
Cartão vermelho: Anderson Marques (N).
Gols: Borebi (01-1); Rodrigo Souto (33-2) e Kléber Pereira (41-2, de pênalti).

NOROESTE
Fernando Vizzoto; Max Carrasco (Éder), Bonfim, Anderson Marques e Marcelo Santos; Júlio Terceiro, Júlio, João Marcos e Luciano Bebê (Marcinho); Léo Mineiro (Alessandro Cambalhota) e Borebi.
Técnico: Ruy Scarpino

SANTOS
Fábio Costa; Luizinho, Domingos (Paulo Henrique), Adaílton e Triguinho (Tiago Luís); Roberto Brum, Rodrigo Souto, Lúcio Flávio e Madson; Roni (Molina) e Kléber Pereira.
Técnico: Márcio Fernandes



Santos vira no fim e obtém segundo truinfo no Paulista

Em Bauru, equipe sai atrás do Noroeste e se recupera com gols de Rodrigo Souto, de cabeça e Kléber Pereira, de pênalti

O Santos venceu o Noroeste por 2 a 1 de virada neste domingo, em Bauru, pela segunda rodada do Campeonato Paulista e foi aos seis pontos, entre os líderes. O time da Vila Belmiro sofreu um gol logo no primeiro minuto, marcado por Borebi, mas reagiu depois do intervalo com gols de Rodrigo Souto, de cabeça, e Kléber Pereira, de pênalti. O time do interior segue sem somar ponto.

O meia Bolaños e o lateral-esquerdo Léo ainda não estrearam. O técnico Márcio Fernandes manteve o mesmo time da estréia, que venceu o Guaratinguetá. Porém, teve que fazer alterações para conseguir a virada. “Tive que mexer, porque o meio campo estava muito congestionado. Jogamos em velocidade pelas laterais e fomos felizes”, disse o comandante.

O Santos teve dificuldades nos primeiros 45 minutos. Já o Noroeste acabou com seu problema de falta de gols logo no primeiro minuto, com Borebi mostrando oportunismo e atenção ao aproveitar rebote oferecido por Fábio Costa.

Com um ataque leve, o time da casa dava trabalho à defesa santista. Já o setor ofensivo alvinegro não funcionava, uma vez que o meio de campo não conseguia furar a retranca anfitriã e fazer a bola chegar em Kléber Pereira.

“Na verdade, tomamos o gol muito cedo. O Noroeste está esperando nosso time e isso dificulta o meu trabalho e o do Madson, que é de fazer a bola chegar. Mesmo assim, criamos duas chances e vamos tentar acertar para o segundo tempo”, disse o meia Lucio Flavio, em entrevista ao Sportv.

No intervalo, a única mudança no Santos foi a saída do zagueiro Domingos, com um corte na perna, para entrada de Paulo Henrique. Com isso, a postura do time do litoral em campo não mudou. O comandante tentou então colocar o meia colombiano Molina no lugar do atacante Roni e pouco depois o atacante Tiago Luis no lugar do lateral-esquerdo Triguinho.

A equipe melhorou e com mais presença no ataque chegou ao empate em cabeçada de Rodrigo Souto, aos 35. Pouco depois, Madson cruzou, e a bola tocou na mão do zagueiro Anderson Marques: pênalti. Kléber Pereira teve que cobrar duas vezes para virar, aos 41.