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Santos 3 x 0 Botafogo

Data: 14/07/2007, sábado, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 11ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 12.554 pagantes
Renda: R$ 142.315,00
Árbitro: Leonardo Gaciba da Silva (Fifa-RS)
Auxiliares: Altemir Hausmann e Paulo Conceição (ambos do RS).
Cartões amarelos: Túlio (B); Marcos Aurélio e Dionísio (S).
Cartão vermelho: Juninho (B)
Gols: Marcos Aurélio (15-2), Rodrigo Tabata (19-2) e Moraes (45-2).

SANTOS
Fábio Costa; Alessandro, Domingos, Marcelo e Carlinhos; Rodrigo Souto, Maldonado (Vítor Júnior), Dionísio e Pedrinho; Rodrigo Tabata (Adoniran) e Marcos Aurélio (Moraes).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

BOTAFOGO
Júlio César; Alex, Juninho e Luciano Almeida (Diguinho); Joilson, Leandro Guerreiro, Túlio, Lucio Flavio (Ricardinho), Zé Roberto e Jorge Henrique (Victor Castro); André Lima.
Técnico: Cuca



Santos tira a invencibilidade do Botafogo e deixa a zona de risco

Caiu o último invicto do Campeonato Brasileiro. Neste sábado, na Vila Belmiro, o Santos enfim engrenou e venceu o Botafogo por 3 a 0, resultado que tirou a equipe paulista da zona do rebaixamento. Apesar da derrota, o time carioca – que disputou sua primeira partida sem Dodô, suspenso preventivamente por doping – segue na liderança isolada da competição.

Após um primeiro tempo equilibrado, mas com raras chances de gol, o Santos voltou melhor para a etapa final e abriu o placar aos 15min, com Marcos Aurélio. Empolgado, o time da casa ampliou quatro minutos mais tarde com Rodrigo Tabata, em cobrança de falta.

Em desvantagem, o técnico Cuca mexeu no time e alterou o esquema tático com a entrada do volante Diguinho no lugar do zagueiro Luciano Almeida. Depois, Ricardinho entrou na vaga de Lucio Flavio e Victor Castro na de Jorge Henrique.

Porém, as alterações não surtiram o efeito desejado. Para piorar, o zagueiro Juninho foi expulso e deixou o Botafogo com um jogador a menos. Em vantagem numérica, o Santos ampliou o placar com Moraes, no último mintuto do tempo regulamentar.

Com a vitória, o Santos foi a 14 pontos e subiu da 17ª para a décima colocação. Assim, a equipe já aparece na zona de classificação para a Copa Sul-Americana e mostra que esboça uma reação. Neste sábado, o time conquistou sua segunda vitória seguida pela primeira vez no Campeonato Brasileiro.

“Foi uma vitória importante para nós. A gente necessitava dessa vitória agora, e graças a Deus consegui ajudar com um gol”, festejou o atacante Moraes.

Já o Botafogo permaneceu na primeira posição, com 24 pontos, mas como o Goiás foi derrotado pelo Cruzeiro e o São Paulo apenas empatou com o Corinthians, manteve cinco pontos de vantagem para o segundo colocado, o time goiano.

Além de ter sido a primeira derrota do Botafogo neste Campeonato Brasileiro, este foi apenas o quarto revés da equipe no ano. O time não perdia havia quase dois meses, já que o último resultado negativo aconteceu em 16 de maio, contra o Figueirense, em Florianópolis, pelo jogo de ida da semifinal da Copa do Brasil.

Ao todo, a derrota deste sábado encerrou uma invencibilidade de dez partidas do Botafogo na atual temporada. “O placar foi conseqüência de ter tomado um gol de lateral. No final, o terceiro foi por causa do jogador a menos e erro de posicionamento”, analisou o meia Lucio Flavio.

Agora, o Botafogo espera voltar a contar o mais rápido possível com Dodô, que foi suspenso preventivamente por 30 dias depois de confirmada a presença de uma substância proibida – femproporex – na sua urina, em exame antidoping realizado após o clássico contra o Vasco.

No entanto, neste sábado, a diretoria descobriu que a substância foi ingerida pelo atleta devido a um erro da farmácia de manipulação que fornece cápsulas de cafeína para o clube.

Após sofrer a primeira derrota neste Campeonato Brasileiro, o Botafogo busca a reabilitação no domingo que vem (22 de julho), contra o Sport, em Recife. Já o Santos vai tentar embalar na competição na próxima quinta-feira, quando disputa o clássico contra o Palmeiras, no Parque Antarctica.

Santos 4 x 1 Cruzeiro

Data: 07/07/2007
Competição: Campeonato Brasileiro
Local: Estádio da Vila Belmiro, em São Paulo, SP.
Renda: R$ 118.320,00
Público: 8.684 pagantes
Árbitro: Wágner Tardelli Azevedo (SC-FIFA)
Auxiliares: Alcides Zawaski Pazetto (SC) e Carlos Berkenbrock (SC)
Cartões amarelos: Alessandro, Rodrigo Tabata e Adriano (S); Charles, Hérick, Guilherme e Ramires (C).
Cartão vermelho: Charles (C)
Gols: Marcos Aurélio (07-1), Fernandinho (09-1), Rodrigo Tabata (30-1) e Pedrinho (45-1); Pedrinho (22-2).

SANTOS
Fábio Costa; Alessandro, Marcelo, Adaílton e Dionísio; Rodrigo Souto, Maldonado (Leonardo), Adriano (Adoniran) e Pedrinho; Rodrigo Tabata e Marcos Aurélio (Vitor Júnior).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

CRUZEIRO
Gatti, Mariano
(Léo Silva), Hérick, Thiago Heleno, Fernandinho, Renan (Guilherme), Ramires, Charles, Wagner, Araújo (Nenê) e Roni.
Técnico: Dorival Júnior



Santos contraria lógica, bate Cruzeiro e se afasta da “degola”

Até se encontrarem neste sábado na Vila Belmiro, pela décima rodada do Campeonato Brasileiro, o Santos ainda não tinha vencido em seu estádio na competição, enquanto o Cruzeiro era tido como visitante “indigesto” por ter bom aproveitamento fora de casa. No entanto, contrariando a lógica, a equipe alvinegra goleou o clube mineiro por 4 a 1 em um jogo bastante movimentado.

Foi a primeira vitória santista diante de sua torcida. Antes, a equipe comandada por Vanderlei Luxemburgo havia disputado quatro jogos no litoral paulista e conquistado apenas dois pontos em empates com Corinthians e Grêmio.

“Nós esperávamos fazer um bom resultado e conseguimos. Foi melhor porque fizemos um bom saldo de gols, o que é importante, porque não estamos bem neste quesito”, disse o meia Pedrinho.

O triunfo serviu também para tirar o Santos da zona de rebaixamento. O clube paulista atingiu 11 pontos, apenas dois a menos do que seu oponente mineiro, que perdeu a oportunidade de aproximar-se do G-4, e ocupa posição intermediária na tabela.

O Cruzeiro confirmou na partida a vulnerabilidade de seu sistema de marcação. A zaga celeste deixou muitos espaços ao ataque adversário por toda a partida. O time já sofreu 22 gols em dez jogos na competição nacional e terminou o confronto deste sábado ostentando o posto de pior defesa.

Depois da goleada sofrida para o Vasco durante a semana, Luxemburgo decidiu colocar em campo uma equipe mais experiente e no 4-4-2 para enfrentar o time celeste. Com isso, retornaram o meia Pedrinho e o atacante Marcos Aurélio, e foi sacada a jovem dupla de ataque formada por Moraes e Wesley. Também voltou o volante ex-cruzeirense Maldonado, recuperado de lesão.

As mudanças do treinador não demoraram a surtir efeito e o Santos abriu o marcador logo aos 7min da etapa inicial. Após cruzamento da direita, Pedrinho aplicou uma bicicleta e a bola sobrou para Marcos Aurélio completar para a rede. No entanto, a vantagem santista durou apenas dois minutos, já que, após passe de Araújo, Fernandinho, com um forte chute no ângulo da meta de Fábio Costa, empatou.

A partida seguiu em ritmo frenético, com as duas equipes criando boas chances para modificar o placar. Contudo, o Santos foi mais eficiente. Aos 31min, Marcos Aurélio fez bela jogada pela esquerda e cruzou na medida para Tabata apenas tocar para o gol.

Destaque da primeira etapa, Marcos Aurélio apareceu bem novamente nos minutos finais e, após boa arrancada, tocou para Pedrinho invadir a área e chutar com força, sem chances para Gatti. “Estamos tendo qualidade para tocar a bola e fazer os gols, isso é o mais importante”, disse o meia autor do terceiro gol.

No segundo tempo, o Cruzeiro voltou mais ofensivo, com a entrada de Guilherme no lugar de Renan, mas o Santos mostrou o mesmo ímpeto da etapa inicial e quase fez o quarto com cabeçada de Rodrigo Souto no travessão.

Melhor em campo, o time da Vila Belmiro seguiu apenas administrando o resultado e, aproveitando os espaços deixados pelo sistema defensivo do Cruzeiro, conseguiu ainda ampliar o marcador. Aos 22min, após cruzamento da esquerda, Pedrinho se antecipou, deixou Gatti no chão e concluiu para fazer um belíssimo gol, seu segundo na partida.

O Santos volta a campo no próximo sábado para enfrentar o líder Botafogo na Vila Belmiro, às 16h. No mesmo dia, às 20h, o Cruzeiro recebe o Goiás no Mineirão.

Atlético-PR 0 x 1 Santos

Data: 27/05/2007
Competição: Campeonato Brasileiro
Local: Estádio Arena da Baixada, Kyocera Arena, em Curitiba, PR.
Público: 11.368 pagantes
Renda: R$ 293.265,00
Árbitro: Wagner Tardelli Azevedo (SC)
Auxiliares: Alcides Zawaski Pazetto e Carlos Berkenbrock (ambos de SC)
Cartões amarelos: Alex Mineiro (A) e Cléber Santana (S).
Gol: Rodrigo Tabata (16-1).

ATLÉTICO-PR
Guilherme, Jancarlos (Netinho), Danilo, Marcão e Nei; Erandir, Alan Bahia, Evandro (Thiago) e Ferreira; Alex Mineiro e Dênis Marques (Pedro Oldoni).
Técnico: Osvaldo Alvarez

SANTOS
Roger; Alessandro, Adaílton, Marcelo e Carlinhos, Rodrigo Souto, Adriano, Cléber Santana e Rodrigo Tabata (Zé Roberto); Jonas (Pedrinho) e Marcos Aurélio (Moraes).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo



Com seis titulares, Santos vence a primeira no Brasileiro

O Santos precisou contar com a presença de seis titulares para vencer no Campeonato Brasileiro. Depois de tropeçar nas duas rodadas iniciais com um time quase reserva, a equipe da Vila Belmiro superou o Atlético-PR por 1 a 0, em Curitiba, e conquistou seus primeiros três pontos na tabela. Além disso, acabou com a invencibilidade do adversário na competição.

Com o resultado, o Santos chega à 17ª colocação e pode focar suas atenções apenas na disputa do primeiro jogo da semifinal da Copa Libertadores contra o Grêmio, que acontecerá na próxima quarta-feira, em Porto Alegre.

“Acho que a vitória hoje [domingo] foi importante. Vamos continuar na Libertadores que é nossa prioridade. Temos de somar pontos no Brasileiro para não ficarmos muito distante [dos líderes]”, disse o técnico Vanderlei Luxemburgo.

Já o Atlético-PR perdeu a chance de liderar a competição. Melhor do certame até o início da terceira rodada, o time do técnico Vadão permanece com seis pontos, mas cai para a sexta posição.

Preocupado com a disputa da Copa Libertadores, o Santos só utilizou dois titulares nos dois primeiros jogos: Jonas e Fábio Costa – este somente na segunda partida. O resultado foram derrotas para Sport (4 a 1 fora) e América-RN (3 a 2 em casa) e a presença na zona de rebaixamento sem nenhum ponto.

Preocupado com a situação da equipe na tabela, Vanderlei Luxemburgo resolveu poupar apenas meio time para chegar, enfim, à primeira vitória na competição. Fábio Costa, Ávalos, Kléber, Maldonado e Zé Roberto não começaram a partida contra o Atlético-PR.

Quem começou pressionando, no entanto, foi o Santos. Com 1min, Marcos Aurélio aproveitou passe de Carlinhos e bateu na saída de Guilherme, acertando a trave direita do goleiro.

O ímpeto ofensivo, porém, só deu resultado aos 16min. Marcos Aurélio recebeu passe de Cléber Santana e chutou com a direita, mas acertou mais uma vez a trave (desta vez a esquerda) de Guilherme. Na sobra, Rodrigo Tabata bateu para o gol vazio.

O placar permaneceu inalterado até o intervalo, apesar da melhora do Atlético-PR na partida. Com a vantagem, Luxemburgo voltou a pensar na Libertadores, e colocou o jovem Moraes na vaga de Marcos Aurélio.

A mudança não modificou a postura do Santos, mas o Atlético-PR, apoiado pela torcida, cresceu na partida e passou a dominar as ações. O novo panorama obrigou o treinador alvinegro a utilizar suas melhores opções. Pedrinho e Zé Roberto entraram em campo para equilibrar as ações.

O Atlético-PR, no entanto, continuava no ataque, trabalhando a bola pelo meio e assutando especialmente em bolas aéreas. O bom sistema defensivo da equipe paulista, porém, freou o ataque dos donos da casa, e a partida terminou mesmo no 1 a 0.

“Não conseguimos sair da marcação do Santos. Eles vieram com a proposta de jogar no nosso erro e não jogamos nada. É Muito pouco por estarmos em casa”, disse o zagueiro Danilo, capitão do Atlético-PR.

Na próxima rodada, o clube rubro-negro visita o Atlético-MG, no sábado, tentando se recuperar. Já o Santos tem tarefa ainda mais difícil. No meio do importante confronto com o Grêmio a equipe alvinegra receberá o arqui-rival Corinthians no próximo domingo.

Defensor Sporting 0 x 2 Santos

Data: 05/04/2007, quinta-feira, 19h00.
Competição: Copa Libertadores – Grupo 8 – 5ª rodada (penúltima)
Local: Estádio Centenário, em Montevidéu, Uruguai.
Público e renda: N/D
Árbitro: Antonio Arias (PAR)
Auxiliares: Emigdio Ruiz e Nicolás Yegros (ambos do PAR).
Cartões amarelos: Pedro e Rodrigo Souto (S).
Gols: Marcos Aurélio (23-2) e Rodrigo Tabata (38-2).

DEFENSOR SPORTING
Martín Silva; Ignacio Ithurralde, Williams Martínez, Martín Cáceres e Alvaro González; Fernando Fadeuille (Vindez), Carlos Díaz, Sebastián Ariosa (Maximiliano Pereira) e Diego de Souza; Carlos María Morales (Danilo Peinado) e Mauro Villa
Técnico: Jorge da Silva

SANTOS
Fábio Costa; Denis (Pedro), Adaílton, Marcelo e Kléber; Maldonado, Rodrigo Souto, Cléber Santana (Pedrinho) e Zé Roberto; Marcos Aurélio e Jonas (Rodrigo Tabata)
Técnico: Wanderley Luxemburgo



Santos vence Defensor e assegura 1º lugar em seu grupo na Libertadores

O Santos foi até o Uruguai e venceu o Defensor por 2 a 0, nesta quinta-feira, em Montevidéu, e assegurou a primeira colocação do Grupo 8 da Taça Libertadores da América.

Com a vitória, o time da Baixada chegou a 15 pontos e não pode ser ultrapassado pelo rival de hoje, que tem apenas nove –os dois times têm apenas mais um jogo a realizar.

O triunfo também manteve o time da Vila Belmiro como a única equipe brasileira com 100% de aproveitamento na competição sul-americana. Na fase de grupos são cinco vitórias em cinco jogos –mas o time já havia vencido duas partidas na fase preliminar.

O técnico Vanderlei Luxemburgo teve problemas para escalar a equipe nesta quinta-feira. O atacante Rodrigo Tiuí, com um edema na coxa esquerda, e o zagueiro Antônio Carlos, que se recupera de lesão muscular, nem sequer viajaram.

Assim, o treinador armou a zaga com Adaílton e o jovem Marcelo, surpresa, enquanto o ataque teve Jonas e Marcos Aurélio.

O jogo

O Santos começou o jogo acuado e dava muitos espaços ao time uruguaio, que deu um sufoco no início da partida. Mas apesar de ter a posse da bola, o Defensor não chegava a criar chances concretas.

Descontente com a postura de sua equipe, o técnico Vanderlei Luxemburgo passou a pedir que os santistas saíssem mais para o jogo.

Mais solto com o passar do tempo, o time brasileiro chegou pela primeira vez aos 20min, quando Kléber recebeu bom passe na esquerda, avançou na área e cruzou com perigo, mas a bola foi cortada pelo zagueiro. Um minuto depois, Zé Roberto arriscou de fora e assustou o goleiro Martín Silva.

Melhor postado em campo na segunda etapa, o Santos conseguiu seu primeiro gol. Aos 23min, Marcos Aurélio chutou de esquerda, colocado, de fora da área, no canto do goleiro Silva.

Mais tranqüilo para impor a sua qualidade técnica, o time brasileiro conseguiu definir a partida aos 39min. O meia Rodrigo Tabata, que havia entrado na segunda etapa, acertou belo chute de fora da área e decretou mais uma vitória santista.


Ponte Preta 2 x 4 Santos

Data: 01/04/2007, domingo, 18h10.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 17ª rodada
Local: Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas, SP.
Público: 8.992 pagantes
Renda: R$ 117.884,00
Árbitro: Milton Etsuo Bellerini
Auxiliares: Márcio Luiz Augusto e Alberto Poletto Masseira
Cartões amarelos: Roger, Aranha, João Marcos (P) e Adaílton (S)
Gols: Rodrigo Tabata (12-1) e Gabriel (40-1); Marcelo (14-2), Finazzi (21-2), Cléber Santana (35-2) e Moraes (42-2).

PONTE PRETA
Aranha; Gabriel, Anderson e Émerson; André Cunha, Ricardo Conceição, Pingo, João Marcos e Rafael Fusca (Castor); Finazzi e Roger.
Técnico: Nelsinho Baptista

SANTOS
Fábio Costa; Marcelo, Adaílton e Leonardo (Rodrigo Souto); Pedro, Adriano, Cléber Santana, Pedrinho (Marcos Aurélio), Rodrigo Tabata e Kléber; Jonas (Moraes).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo



Santos supera Ponte Preta e mantém vantagem sobre o São Paulo

O Santos segue na liderança isolada do Campeonato Paulista. Neste domingo, em Campinas, uma equipe mista comandada pelo técnico Vanderlei Luxemburgo fez 4 a 2 na Ponte Preta e manteve-se quatro pontos à frente do arqui-rival São Paulo, segundo colocado do certame.

“A vitória de hoje [domingo] foi difícil, apesar de termos ganhado de quatro. Mas ela foi muito importante para o cronograma que traçamos para os próximos jogos”, analisou o treinador alvinegro.

Além de assegurar a vantagem na ponta da tabela, o time da Baixada praticamente eliminou a equipe campineira da competição. Com o revés, a Ponte caiu para a oitava posição, com 26 pontos – seis a menos que o Bragantino, quarto colocado -, restando apenas duas rodadas para o fim da primeira fase do torneio.

Para esta partida, o Santos contou com os reforços de Kléber e Cléber Santana, que ficaram fora da vitória sobre o Corinthians, na última quarta-feira, por 2 a 1, na Vila Belmiro.

Em campo, o time santista mostrou força logo aos 12min do primeiro tempo. Rodrigo Tabata avançou pelo lado esquerdo da área da Ponte e, mesmo sem ângulo, acertou o canto do gol de Aranha, em chute cruzado, colocando os visitantes em vantagem no marcador.

Após o gol, a Ponte Preta lançou-se ao ataque, mas não conseguiu chegar ao empate em razão das boas defesas do goleiro Fábio Costa e da precisão de Pedro e Kléber. Os laterais tiraram, cada um deles, uma bola de cima da linha e impediram o gol da Ponte.

Aos 40min, no entanto, os donos da casa finalmente conseguiram superar Fábio Costa. Gabriel desviou cobrança de falta de Roger e igualou o placar no Moisés Lucarelli, resultado mantido até o final da primeira etapa.

No segundo tempo, a Ponte não conseguiu manter o ritmo forte, e a partida ficou equilibrada. Aos 14min, porém, o Santos recuperou a vantagem com Marcelo. O zagueiro aproveitou cruzamento de Rodrigo Tabata e cabeceou, para fazer seu primeiro gol como profissional.

A Ponte chegou a empatar novamente, com Finazzi, que aproveitou sobra de escanteio e fez seu 11° gol no Campeonato Paulista. Aos 35min, entretanto, Marcos Aurélio aproveitou falha da zaga adversária e foi derrubado pelo goleiro Aranha dentro da área. Cléber Santana cobrou o pênalti com perfeição e pôs o time da Baixada de novo na frente do placar. O Santos ainda ampliou aos 42min, quando Moraes cabeceou livre, dentro da área, sem chances de defesa. Assim como Marcelo, este foi seu primeiro gol como atleta profissional.