Navegando Posts marcados como Roni

São Paulo 2 x 1 Santos

Data: 19/07/2009, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 12ª rodada
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo, SP.
Público: 10.955 pessoas (10.913 pagantes)
Renda: R$ 247.895,00
Árbitro: José Henrique de Carvalho (SP)
Auxiliares: Ednilson Corona (Fifa-SP) e Everson Luis Luquesi Soares (SP).
Cartões amarelos: Junior Cesar, Dagoberto e Renato Silva (SP); Germano e Astorga (S).
Gols: Washington (44-1) e Roni (46-1); Washington (05-2).

SÃO PAULO
Bosco; André Dias, Renato Silva e Miranda; Jean, Richarlyson, Hernanes (Eduardo Costa), Marlos (Arouca) e Junior Cesar; Dagoberto (Oscar) e Washington.
Técnico: Ricardo Gomes

SANTOS
Douglas; Luizinho, Domingos, Astorga e Léo; Roberto Brum, Germano, Pará (Felipe Azevedo), Paulo Henrique Ganso (Neymar) e Madson; Roni (Tiago Luís).
Técnico: Serginho Chulapa (interino)



Washington desencanta, São Paulo vence e amplia crise no Santos

São Paulo e Santos entraram para o clássico no Morumbi dispostos a tentar amenizar a fase nebulosa que atormenta as equipes. A tarefa de reverter o mau momento coube a Washington, autor dos dois gols do êxito tricolor, 2 a 1, sobre os santistas, que completaram três jogos sem vencer no Campeonato Brasileiro.

Contestado pela torcida são-paulina, Washington não marcava havia oito rodadas. Neste período na “seca”, o atacante perdeu vaga no time titular após o segundo jogo de Ricardo Gomes à frente do São Paulo.

“Sabia que uma hora os gols iriam acontecer. Tinha certeza que seria natural. Hoje todo mundo foi companheiro na equipe. Saí satisfeito com o desempenho do time”, elogiou Washington.

O resultado serviu para afastar um pouco o São Paulo da zona de rebaixamento. A equipe de Ricardo Gomes agora tem os mesmos 14 pontos do Santos e está em 12º lugar. O rival aparece logo em seguida, mas vive fase pior. O time alvinegro tem sido alvo de duros protestos (com direito a ovadas) e conta com a chegada de Vanderlei Luxemburgo nesta segunda-feira para se reabilitar.

SANTOS
Neste domingo, o São Paulo começou o clássico investindo no ataque. Washington teve pelo menos duas boas oportunidades de gol, mas parou no goleiro Douglas. Sem Kléber Pereira, reprovado no teste físico minutos antes do clássico, o Santos atuou sem um centroavante fixo, tendo Roni com maior liberdade de movimentação no ataque.

Apesar da correria em campo, a má fase das duas equipes ficou evidente durante boa parte da primeira etapa. São Paulo e Santos abusaram nos erros de passe.

O Santos pouco incomodou a defesa adversária; São Paulo desperdiçava cruzamentos à área e arremates em gol, com Washington e Dagoberto.

A monotonia, porém, foi quebrada aos 44 min do primeiro tempo. Dagoberto encontrou Washington entrando na área. O camisa 9 tricolor resvalou a bola, no canto esquerdo de Douglas.

O clássico até então “gelado” esquentou no final da primeira etapa. O Santos conseguiu o empate nos acréscimos com Roni, que se atirou na bola, aproveitando cruzamento de Germano e tirando Bosco da jogada.

O São Paulo voltou na ter vantagem no marcador logo no começo do segundo tempo. E novamente com Washington, que aproveitou rebote de Douglas, chutando com o pé esquerdo, aos 5 min.

Na esperança de dar vida ao ataque santista, o técnico Serginho Chulapa colocou Neymar, Tiago Luís, além do meio-campista Felipe Azevedo, ex-Paulista de Jundiaí, que fez sua estreia no Santos.

As mudanças surtiram pouco efeito; o São Paulo seguia com maior controle de jogo, mas desperdiçava os arremates.

Inspirado, Washington reclamava com Marlos e Dagoberto, pedindo para ser acionado dentro da área.

O jogo caiu de rendimento nos 30 minutos finais de partida. Apagado em campo, Madson tentou o empate aos 43 min em um belo chute, mas Bosco defendeu. À frente no marcador, o São Paulo deixou Washington como um autêntico pivô. Ele segurava a bola no ataque, retendo o jogo, à espera do término.



Vídeos: (1) Melhores momentos e (2) Reportagem.

Santos 3 x 0 Mogi Mirim

Data: 15/03/2009, domingo, 19H10.
Competição: Campeonato Paulista – 14ª rodada
Local: estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 12.703 pagantes
Renda: R$ 276.820,00
Árbitro: Márcio Roberto Soares
Auxiliares: Jumar Nunes Santos e Fabio Aparecido Gomes Ribeiro
Cartões amarelos: Bolaños (S); Luís Henrique, Neguette, Giovanni (MM)
Gols: Ganso (12-1) e Roni (23-1); Neymar (27-2).

SANTOS
Fábio Costa; Luizinho, Fabão, Fabiano Eller e Triguinho; Pará, Germano, Lúcio Flávio e Paulo Henrique Lima (Molina); Roni (André) e Neymar (Bolaños).
Técnico: Vagner Mancini

MOGI MIRIM
Marcelo Cruz; Anderson, Neguette, Thiago Couto (William) e Júlio César; Luís Henrique, Luciano Sorriso, Joelson (Rick) e Giovanni; Marcelo Régis (André Luís) e João Sales.
Técnico: Paulo Campos



Em dia de festa, Neymar marca, Santos vence e volta ao G-4

Estreia de Neymar como titular, retorno de Lúcio Flávio após oito jogos e reencontro de Giovanni com o ex-time. O jogo contra o lanterna Mogi Mirim, na noite deste domingo, no Pacaembu, foi cheio de atrativos para a torcida santista. E a maior promessa da Vila, do alto de seus 17 anos, ofuscou o ídolo, marcando seu primeiro gol como profissional na fácil vitória por 3 a 0, no Pacaembu.

O resultado recolocou o time de Vagner Mancini no G-4 do Campeonato Paulista: chegou à quarta colocação, com os mesmos 27 pontos da Portuguesa, levando a melhor no saldo de gols (7 a 5).

Sem Rodrigo Souto, Roberto Brum e Madson, todos suspensos, Mancini surpreendeu ao escalar Paulo Henrique Lima na armação e deslocar o lateral-direito Pará para a cabeça-de-área, ao lado de Germano.

Apesar da falta de experiência, Neymar e Paulo Henrique Lima não decepcionaram e protagonizaram as principais chances do primeiro tempo. Entrosada desde as categorias de base, a dupla compensou a inibição de Lúcio Flávio, que, sem ritmo, pouco participou do jogo. Irritada com o futebol discreto do meia, a torcida gritou por Molina antes mesmo do fim do primeiro tempo.

Mancini insistiu com o camisa 10 e acertou. Lúcio Flávio voltou acordado para a etapa final e ajudou a equipe a acertar duas bolas na trave em pouco mais de cinco minutos.

A pressão surtiu resultado: aos 12min, Paulo Henrique Lima redimiu-se de uma chance perdida frente a frente com o gol no primeiro tempo e desviou um chute de Germano para a rede.

Com toques rápidos e muita movimentação, o Santos envolvia facilmente a zaga do Mogi. E pelo segundo jogo consecutivo Roni mostrou que, apesar do 1,71m, sabe resolver pelo alto. Como no empate com o Paulista, ele recebeu cruzamento, desta vez de Luizinho, entre os zagueiros e cabeceou com estilo, ampliando.

Ficou fácil demais. Aos 27min, mudou o lado, mas a jogada foi a mesma: Roni levantou da esquerda e Neymar mergulhou de cabeça para marcar. Era o que faltava para tornar completa a festa no Pacaembu.

O próximo compromisso da equipe de Mancini no Paulista será o clássico contra o Corinthians, domingo, novamente no Pacaembu. Antes disso, há o confronto com o Rio Branco-AC, quarta-feira, na Vila Belmiro, pela primeira fase da Copa do Brasil. Vencedor do primeiro jogo por 2 a 1, o Santos pode até perder por 1 a 0 que se classifica.

Torcida faz festa no Pacaembu para receber Giovanni

Jogador do Mogi Mirim que teve passagem brilhante pelo Santos é aplaudido pelo público no estádio

Nenhum jogador do Santos foi tão aplaudido pela torcida quanto o camisa dez do Mogi Mirim. Andando pelo gramado do Pacaembu, o palco da mítica vitória por 5 a 2 sobre o Fluminense, em 1995, Giovanni Silva de Oliveira, o “Messias” dos seguidores do time do litoral, olhava para as arquibancadas e via diversas demonstrações de reverência a seu talento.

Torcedores que se autointitulam “Testemunhas de Giovanni”, como Pablo Gorbon Lerner, de 46 anos, que estava no Pacaembu naquele 10 de dezembro de 1995 e levou neste domingo o filho Eduardo, de 19, para ver o ídolo. “Aquele jogo é inesquecível, indescritível”, disse Lerner. “Eu tinha cinco anos na época, mas sei da importância do Giovanni para nós, santistas”, emendou Eduardo.

Acima do portão principal do estádio via-se a faixa “10.12.95”. Ao lado, outra dizia “Giovanni, ídolo eterno”. A camisa dez era obviamente a mais popular e algumas carregavam o nome do “Messias” nas costas. “É o ídolo de uma geração que não viu o time ser campeão, mas percebeu nele a retomada da grandeza daquele Santos de antigamente”, disse Anílton Luiz Perão, de 50 anos, que também estava presente naquela semifinal de Brasileirão contra o Flu. “Eu me arrepio só de lembrar. E olha que eu estava vendo pela tevê”, completou Paulo Henrique Peres, de 39.

Os dois esperam que a diretoria organize um jogo de despedida para Giovanni. “Se fizeram para aquele careca que nunca fez nada pelo Santos e virou diretor do Corinthians, por que não fazer para o Giovanni?”, indagou Anílton, referindo-se ao ex-zagueiro Antonio Carlos.

Santos 1 x 1 Paulista

Data: 12/03/2009, quinta-feira, 21h30.
Competição: Campeonato Paulista – 13ª rodada
Local: Estádio Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 4.623 pagantes
Renda: R$ 64.290,00
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza
Auxiliares: Dante Mesquita Junior e Osny Silveira.
Cartões amarelos: Roberto Brum, Souto, Madson, Domingos e Fabão (S); Zé Carlos e Ramalho (P).
Gols: Zé Carlos (18-1) e Roni (39-2).

SANTOS
Fábio Costa; Domingos (Neymar), Fabiano Eller e Fabão; Pará, Roberto Brum (Germano), Rodrigo Souto, Molina (Robson), Madson e Triguinho; Roni
Técnico: Vagner Mancini

PAULISTA
André Luís; Marcelo Toscano (Freire), Marcelo Xavier, Eli Sabiá e Eduardo; Cléber Goiano, Romeu, Felipe Azevedo e Alex Oliveira (Ramalho); Léo (Enílton) e Zé Carlos
Técnico: Giba



Em estreia de Neymar na Vila, Santos empata contra o Paulista

O Santos exagerou nos erros de passe, abusou da violência e por pouco não teve sua invencibilidade quebrada. Roni, aos 39 do 2º tempo, evitou que o Santos saísse derrotado diante do Paulista na noite de quinta-feira, na Vila Belmiro, pelo Estadual, 1 a 1.

Estreante na Vila Belmiro, Neymar foi utilizado apenas no segundo tempo. Em pouco mais de 45 min, o jovem correspondeu às expectativas. Ele driblou, deu chapéu, serviu os companheiros e até marcou um gol, mas invalidado pela arbitragem, que assinalou impedimento.

“Valeu pela raça, empenho, mas agora fica para a próxima”, lamentou Neymar, em entrevista à Sportv.

O empate ampliou a invencibilidade de Vagner Mancini à frente do Santos. São seis jogos, com quatro vitórias e dois empates.

Melhor postado na primeira etapa, o Paulista bloqueou o ataque santista, investindo em jogadas rápidas no setor ofensivo. A defesa do Santos ajudava, falhando em lances com Fabão e Domingos.

Em um contragolpe, o Paulista abriu o placar. Zé Carlos arriscou chute despretensioso. A bola desviou em Léo, traindo Fábio Costa.

O gol do Paulista acordou o Santos, que passou a se arriscar mais no ataque. Porém, a ausência de Kléber Pereira foi sentida em diversos momentos. Sem um finalizador nato, o time da Vila criava, mas pecava nos arremates. Souto, Roni, Madson e Molina desperdiçaram boas chances na etapa inicial.

Nervoso em campo, o Santos excedeu na violência: os quatro cartões amarelos distribuídos nos 45 min iniciais foram para jogadores alvinegros. Brum, Souto, Madson (por simular pênalti) e Domingos.

Impaciente com o rendimento do Santos, a torcida alvinegra gritou em coro o nome de Neymar, ainda no primeiro tempo.

O pedido foi atendido por Vagner Mancini. Neymar entrou no lugar de Domingos após o intervalo.

Joia santista, Neymar deu outra dinâmica ao jogo. Mas o time continuou falhando nos chutes.

À frente no marcador, o Paulista se retraiu, resistindo aos ataques do Santos. Neymar balançou a rede rival, mas a arbitragem invalidou corretamente o gol, assinalando impedimento.

Na pressão, o Santos chegou ao empate faltando seis minutos para o fim. Pará cruzou e Roni cabeceou sem chance para André Luís. Nos minutos finais, o Santos sufocou o rival em cruzamentos perigosos.

Oeste 1 x 2 Santos

Data: 07/03/2009, sábado, 19h10.
Competição: Campeonato Paulista – 12ª rodada
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 21.918 pagantes
Renda: R$ 404.245,00
Árbitro: Marcelo Prieto Alfieri
Auxiliares: Sérvio Antonio Bucioli e Marcio D’Avila Tragante.
Cartões amarelos: Dionísio (O) e Roberto Brum (S).
Gols: Roni (19-2), Madson (44-2) e Dezinho (46-2).

OESTE
Weverton; Dedê, Dezinho, Adriano e Mazinho; Athos (Luizinho), Dionísio, Dias e Vander (Mirandinha); Caíque (Leandro Love) e Nei Paraíba.
Técnico: Luciano Dias

SANTOS
Fábio Costa; Adaílton (Germano), Fabiano Eller e Domingos; Luizinho (Pará), Roberto Brum, Rodrigo Souto, Madson, Molina (Neymar) e Triguinho; Roni.
Técnico: Vagner Mancini



Com Neymar, Santos “acorda” no 2º tempo e derrota o Oeste

Considerada a maior aposta no clube desde Robinho, o jovem Neymar, enfim, fez sua estreia na equipe principal do Santos. Ele não fez o gol da vitória sobre o Oeste por 2 a 1, mas sua entrada “acordou” a equipe da Vila Belmiro e evitou com que os mais de 20 mil torcedores que lotaram o Pacaembu ficassem decepcionados com um tropeço diante de um rival que briga para não ser rebaixado no Campeonato Paulista.

Desta forma, o técnico Vagner Mancini vê sua equipe manter 100% de aproveitamento no Pacaembu –venceu o amistoso contra a Portuguesa Santista e o Botafogo– e se consolidar no G-4 do Paulistão (hoje, atuou como visitante). Chega aos 23 pontos, mesma pontuação do São Paulo, que joga neste domingo diante do Mogi Mirim, e pode embalar na competição. Tem mais dois jogos como mandante (Paulista e Mogi Mirim). Já o Oeste tem apenas 11 pontos.

Mas isso se deve em parte ao “novo Robinho”, como Neymar é chamado. Apenas um dia após assinar um novo contrato com o clube até 2014 (sua multa rescisória é agora de aproximadamente R$ 90 milhões), ele deu uma nova cara a um time apático em campo. “Comecei com o pé direito. Deu tudo certo. Fiquei muito feliz com a minha estreia. Segui o que o professor [Vagner] Mancini pediu. Todos os jogadores me deram apoio e espero poder ajudar da melhor maneira o Santos”, comentou Neymar.

Até sua entrada, aos 14min do segundo tempo, o Santos pouco produziu. Começou num esquema com três zagueiros, mas mudou rapidamente por causa de uma contusão de Adaílton nos primeiros minutos do jogo. Nada disso adiantou para o time de Vagner Mancini. Sua defesa estava confusa e cometia alguns erros de marcação. E pior: o Oeste era mais perigoso. Criava chances e não espaços para os principais “articuladores” santistas, que seriam Molina e o baixinho Madson.

Impaciente, a torcida vaiou, e muito, o elenco santista. “É difícil jogar sozinho. Precisamos adiantar um pouco. Se não arrancar os passes, tenho certeza de que podemos vencer essa partida”, comentou Roni ao Sportv. Mas a conversa de vestiário não surtia resultado. Bastou alguns passes errados para que os torcedores pedissem pela entrada de Neymar.

O técnico Vagner Mancini ouviu o apelo e, aos 14min da etapa final, promoveu a estreia de Neymar. Logo em um de seus primeiros toques na bola, o jovem jogador tentou o cruzamento, mas a bola bateu no travessão e na trave. Foi o suficiente para agitar a torcida. Nesse embalo, chegou ao seu primeiro gol.

Aos 19min, Roni recebeu na entrada da área e bateu forte, sem defesa para Weverton. A partir daí, o Santos mandou na partida. E chegou ao seu segundo gol. Aos 44min, Madson arriscou de longa distância e acertou o ângulo do Weverton. 2 a 0. Nos acréscimos, Dezinho diminuiu para o Oeste, ao receber no meio da zaga santista dentro da área e tocar na saída do goleiro Fábio Costa.

Santos 1 x 1 Mirassol

Data: 29/01/2009, quinta-feira.
Competição: Campeonato Paulista – 3ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 8.793 pagantes
Renda: R$ 127.335,00
Árbitro: Paulo Roberto Ferreira (SP)
Auxiliares: Rafael Ferreira da Silva e Rogério Zanardo (SP)
Cartões amarelos: Roni (S); Luciano Sorriso e Acleisson (M).
Gols: Roni (38-1) e Wesley (47-2).

SANTOS
Fábio Costa; Luizinho, Fabão, Adaílton e Triguinho (Pará); Roberto Brum, Rodrigo Souto, Madson (Molina) e Lucio Flavio; Roni (Germano) e Kléber Pereira.
Técnico: Márcio Fernandes

MIRASSOL
Fabiano; Roger, Dão, Augusto e Anderson Paim (Leandro Fonseca); Acleisson, Júnior Maranhão, Luciano Sorriso e Eder (Rodriguinho); Wesley e Luís Ricardo (Finazzi).
Técnico: Roberval Davino



Santos naufraga no último lance

Time cede o empate ao Mirassol após falha do goleiro Fábio Costa, que se desculpou

O Santos jogou sem brilho nesta quinta-feira, viu seu goleador Kléber Pereira em noite pouco inspirada, e, pior, viu o Mirassol empatar a partida no último minuto de jogo, 1 a 1, na Vila Belmiro. O gol do time interiorano aconteceu após bobeada da defesa santista, que perdeu bola no meio-campo. Fábio Costa também falhou na jogada.

“Ele não tem que pedir desculpas. Já salvou a gente várias vezes. Nós que erramos muito ao recuar”, defendeu o atacante Kléber Pereira.

Fábio Costa admitiu erro e pediu desculpas à torcida. “Fico bem à vontade em dizer. A falha foi minha. Não tem o que esconder. Sei do meu potencial e sei que no final do torneio estaremos buscando o título”, disse o camisa 1.