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Santos Futebol Clube x Club Deportivo San José

Santos FC x CD San José






Retrospecto:

02 jogos
01 vitória
00 empate
01 derrota
08 gols pró
02 gols contra
06 saldo

Resultados:

19/03/2008 – Santos 1 x 2 San José – Libertadores – Jesus Bermudez, Oruro, Bolívia
01/04/2008 – Santos 7 x 0 San José – Libertadores – Vila Belmiro, Santos, Brasil

Santos 7 x 0 San José

Data: 01/04/2008
Competição: Copa Libertadores
Local: Estádio Vila Belmiro, em Santos, SP.
Árbitro: Líber Prudente (URU)
Auxiliares: Pablo Fandiño e Mauricio Espinoza (URU)
Cartões amarelos: Wesley (S); Coelho e Peña (SJ).
Cartão vermelho: Palacios (SJ)
Gols: Domingos (17-1), Molina (22-1), Molina (32-1); Molina (18-2) e Molina (41-2), Pereira (34-2) e Quiñonez (36-2).

SANTOS
Fábio Costa; Denis (Fabão), Betão, Domingos e Kléber; Marcinho Guerreiro, Rodrigo Souto, Rodrigo Tabata (Quiñonez) e Molina; Wesley (Tiago Luís) e Kléber Pereira
Técnico: Emerson Leão

SAN JOSÉ
Vaca; Parada, García, Palacios, De Castro e Alvarenga; Rivera, Coelho, Peña (Saucedo) e Cerutti (Morejón); Alex da Rosa (Palavicini)
Técnico: Marcos Ferrufino



Em show de Molina, Santos se vinga do San José e goleia por 7 a 0

O Santos havia prometido troco contra o San José após perder no jogo de ida a mais de 3700m de altitude. Com o jogo agora disputado no nível do mar, o time da Vila simplesmente humilhou o San José, goleando por 7 a 0, nesta terça, resultado que deixa o Santos próximo do líder Cúcuta pelo grupo 6 da Libertadores.

Estrela do jogo, o colombiano marcou quatro gols, tornando-se artilheiro do time na competição.

Ao contrário do futebol exibido em Oruro, o San José não apresentou qualquer iniciativa ofensiva, muito menos chutes de longa distância, como havia ocorrido anteriormente. A situação dos bolivianos piorou aos 32min (já com o placar favorável aos santistas por 3 a 0), quando Palácios foi expulso.

O Santos precisou de pouco mais de 30 min para “matar” o jogo. Domingos abriu o placar aos 17min após assistência de Kléber, que jogou na cabeça do zagueiro em cobrança de falta. Apático, o San José apenas via o Santos jogar. Desta vez foi o colombiano Molina quem marcou, em belo chute de fora da área. Na comemoração, o camisa 21 homenageou seu filho, que deverá nascer em julho.

O terceiro gol não demorou a acontecer, novamente com Molina, que contou com a contribuição da zaga do San José, que espirrou bola no pé do meia santista, aos 32 min.

A equipe santista começou a segunda etapa em ritmo de treino. Com completo domínio de jogo, o Santos marcou com Wesley, mas a arbitragem assinalou corretamente impedimento, invalidando gol.

Estrela da partida, Molina fez seu terceiro gol no jogo em lance de bate-pronto depois de outro passe do lateral Kleber. Assistindo ao duelo com tranqüilidade, Leão aproveitou a fragilidade do rival para fazer testes no time, colocando Tiago Luís, Fabão e Michael Jackson Quiñonez.

Em um dos jogos mais fáceis dos últimos tempos, o Santos aumentou a goleada com Kleber Pereira e Quiñonez. Molina fez mais um.

Com a vitória fácil na Vila, o Santos pulou para sete pontos, um a menos que o líder Cúcuta. San José aparece em 3º, com quatro pontos, seguido pelo Chivas, com três. O próximo compromisso santista pela competição sul-americana acontece no dia 9, contra o Chivas, no México.

San José 2 x 1 Santos

Data: 19/03/2008, 21h50
Competição: Copa Libertadores
Local: estádio Jesus Bermudez, em Oruro, Bolívia.
Árbitro: Samuel Haro (EQU)
Auxiliares: Daniel Salazar e Carlos Herrera (ambos do EQU)
Cartões amarelos: Domingos, Pereira, Salles (S), Palácios (SJ)
Gols: Kléber Pereira (07-1), Cerruti (11-1); Garcia (16-2).

SAN JOSÉ
Daniel Vaca; Enrique Parada, Luis Palacios, Carlos de Castro e Alvarenga; Garcia (Moreon),Coelho, Alex da Rosa, Peña (Saucedo) e Ribeiro; Cerruti (Rojas)
Técnico: Marcos Ferrufino

SANTOS
Fábio Costa; Adriano, Betão, Domingos e Kléber; Marcinho Guerreiro (Salles, depois entrou Tripodi), Rodrigo Souto e Molina, Kléber Pereira, Wesley e Sebastián Pinto (Evaldo)
Técnico: Emerson Leão



Santos se retrai e sofre virada do San José na Libertadores

O Santos começou melhor, abriu o marcador contra o San José e deu a impressão de que conseguiria vitória até de forma tranqüila, mas permitiu a virada do time boliviano, por 2 a 1, em Oruro, estacionando na vice-liderança do grupo 6 da Libertadores.

Dono das principais ações ofensivas no 1º tempo, o Santos, porém, teve seu posicionamento tático radicalmente modificado por Emerson Leão no segundo tempo. Saiu Sebastián Pinto e entrou o zagueiro Evaldo. A mudança reduziu drasticamente o poder ofensivo da equipe e permitiu avanços do San José.

Mesmo mais cauteloso na etapa final, o Santos reclamou de pênalti não marcado sobre Kléber Pereira.

Apesar da derrota, o Santos segue na vice-liderança da chave, tendo agora o mesmo de pontos que os rivais de Oruro, quatro pontos. O líder é o Cúcuta, com cinco pontos. O Chivas soma três pontos.

Equipe brasileira que mais vezes enfrentou times da Bolívia na história da Libertadores, o Santos não impôs seu ótimo retrospecto diante de clubes desse país, que era de sete vitórias e apenas uma derrota.

Acostumado a jogos nas alturas, o San José aproveitou o ar rarefeito para abusar de chutes de longa distância, dando trabalho para Fábio Costa em pelo menos três lances perigosos. Vendo a necessidade de poupar o ar em Oruro, o Santos também priorizou tabelas e tiros de fora da área.

O gol santista ocorreu no começo do jogo. Cruzamento de Sebastián Pinto na cabeça de Kléber Pereira, que se desvencilhou facilmente do zagueiro rival, aos 7 min.

Um minuto depois, o San José chegou a marcar, com De Casto, mas o árbitro equatoriano Samuel Haro assinalou falta em Rodrigo Souto. No entanto, o San José igualou placar em jogada de velocidade. Cerruti invadiu a área e finalizou no contrapé de Fábio Costa.

Uma cena atípica logo após o apito do árbitro nos 45 min iniciais. O médico do Santos, Jorge Merouço, distribuiu balões com oxigênio aos jogadores, que sentiram os 3.700m de altitude.

Com três zagueiros na etapa complementar, o time da Vila viu o San José criar mais oportunidades. Numa bobeada do zagueiro Domingos, que cedeu espaço para o meia García, o Santos levou a virada no marcador, aos 16 min.

Insatisfeito com a entrada de Salles no segundo tempo, Leão sacou o zagueiro/volante e colocou Tripodi, voltando ao esquema 4-3-3.

O Santos foi seriamente prejudicado pela arbitragem, que não assinalou pênalti em Kleber Pereira, puxado pela camisa dentro da área. Para piorar, o atacante santista ainda recebeu o amarelo por ter reclamado do lance.