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Santos 1 x 1 Santo André

Data: 22/07/2020, quarta-feira, 19h15.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 11ª rodada (penúltima)
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: fechado devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Thiago Luis Scarascati.
Auxiliares: Herman Brumel Vani e Vitor Carmona Metestaine
Cartões amarelos: Alison (S); Marlon e Baggio (SA).
Cartão vermelho: Carlos Sánchez (S).
Gols: Rodrigo (18-1) e Soteldo (47-1).

SANTOS
Everson; Pará (Madson), Lucas Veríssimo, Luan Peres e Felipe Jonatan; Alison, Diego Pituca e Carlos Sánchez; Arthur Gomes (Raniel) (Tailson), Soteldo e Kaio Jorge (Marinho).
Técnico: Jesualdo Ferreira

SANTO ANDRÉ
Ivan; Ricardo Luz, Willian Goiano, Rodrigo e Marlon (Julinho); Nando Carandina, Vitinho, Rondinelly (Vitinho Mesquita) e Branquinho (Garré); Douglas Baggio e Ramon (Rafhael Lucas).
Técnico: Paulo Roberto Santos



Santos arranca empate com o Santo André após expulsão de Sánchez

O Santos empatou com o Santo André em 1 a 1 na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro, pela 11ª rodada do Campeonato Paulista. O Ramalhão abriu o placar com Rodrigo. O Peixe empatou com o Soteldo. Foi o primeiro jogo desde março por causa da paralisação no futebol em função do novo coronavírus.

O resultado classifica o Santo André para as quartas de final do Paulistão com uma rodada de antecedência. O Peixe é o líder do Grupo A, com 16 pontos, e ainda necessita de um ponto para depender apenas de si mesmo ou de Oeste e Água Santa não vencerem. O Ramalhão é o primeiro no Grupo B, com 20.

O Peixe precisou superar a expulsão de Carlos Sánchez, aos 42 minutos da etapa inicial, para arrancar o empate em casa. O Alvinegro também mostrou poder de reação após processos de Everson e Eduardo Sasha na Justiça do Trabalho e protestos contra o presidente José Carlos Peres.

O Santos volta a campo para enfrentar o Novorizontino no domingo, às 16h (de Brasília), na Arena Corinthians. O Santo André receberá o Ituano no mesmo dia e horário no Canindé.

O jogo

O Santos iniciou bem a partida e dominou as ações. As chances criadas esbarraram em Arthur Gomes. O atacante perdeu pelo menos três oportunidades e acabou substituído no intervalo.

Na primeira chegada do Santo André, Rodrigo marcou. Willian Goiano, livre, cabeceou na trave. O zagueiro da equipe visitante estava ligado no lance e só empurrou.

O gol esfriou o Peixe, que passou a tocar a bola sem muita objetividade. Aos 42 minutos, Carlos Sánchez recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. E nos acréscimos, Soteldo empatou em bonita jogada individual.

O Santos se reorganizou para o segundo tempo e pouco sofreu. O Peixe, inclusive, esteve mais tempo no campo de ataque adversário.

O cansaço bateu depois da longa inatividade e os últimos minutos foram de poucas ações e nenhuma oportunidade clara de gol.

Jesualdo, do Santos, vê expulsão exagerada de Sánchez: “Bom senso é importante”

O técnico Jesualdo Ferreira vê a expulsão de Carlos Sánchez exagerada no empate do Santos em 1 a 1 com o Santo André na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro.

Sánchez levou dois cartões amarelos em lances semelhantes ainda no primeiro tempo. O Peixe também teve Jobson expulso na última partida antes da pausa em função do novo coronavírus, contra o São Paulo, no Morumbi.

“Foram dois momentos diferentes, mas dois momentos de importância no jogo e provavelmente nos resultados. Hoje, particularmente, árbitro foi demasiado exigente na forma como mostrou segundo cartão amarelo. Em jogo de início do ciclo. Seria difícil para qualquer equipe jogar com um a menos por quase uma hora. Ele sabe disso. Foi exigente. Eu jamais daria o segundo cartão amarelo. Não houve nada durante o jogo que desse origem a isso. Cumpriu a lei, mas na minha opinião o bom senso é importante”, disse Jesualdo.

O treinador português também avaliou o empate.

“Não precisamos achar que tudo foi bom no primeiro jogo. Digo que nada vai ser como antes. Recuperar estilo e hábitos. Bom não esquecer que jogamos contra a equipe com mais pontos. Santo André é uma boa equipe”, concluiu.

Bastidores – Santos TV:

Jesualdo se preocupa com bola parada do Santos: “Arma muito forte”

O técnico Jesualdo Ferreira está preocupado com a bola parada defensiva do Santos. O time sofreu gol pelo alto no empate em 1 a 1 com o Santo André na última quarta-feira, na Vila Belmiro.

O cenário se repetiu na derrota por 2 a 1 para o São Paulo, no Morumbi, antes da paralisação em função do novo coronavírus.

“Temos trabalhado. Bola parada é arma muito forte. Santo André é muito forte nas bolas paradas. Fizeram dois ou gols três por baixo e o resto por bola parada. Foi mais infelicidade nossa que mérito deles. Bola bate na trave e rebote foi praticamente de quem cabeceou. Vamos ter atenção, continuar trabalhando. Até o jogo contra o São Paulo tínhamos sofrido um, do Defensa y Justicia. E no Morumbi jogamos com 10”, disse Jesualdo.

Jesualdo explica Marinho reserva do Santos: “Segurança física e emocional”

O técnico Jesualdo Ferreira, do Santos, explicou a opção por deixar Marinho no banco de reservas no empate em 1 a 1 com o Santo André na última quarta-feira, na Vila Belmiro.

Arthur Gomes foi titular e foi substituído no intervalo. Marinho entrou aos 15 minutos da etapa final.

“Marinho teve uma lesão grave. Seis ou sete meses sem jogar e precisa ir gradativamente para o jogo para garantir segurança física e estabilidade emocional”, disse o treinador.

Marinho fraturou o pé esquerdo na primeira rodada do Paulistão, contra o Red Bull Bragantino. Ele pode voltar a ser titular diante do Novorizontino, domingo, na Arena Corinthians, pela última rodada da primeira fase do Estadual.

Jesualdo, sobre processos de Everson e Sasha: “Santos é real, outros projetos ainda não”

O técnico Jesualdo Ferreira, do Santos, comentou sobre os processos de Everson e Eduardo Sasha na Justiça do Trabalho em busca da rescisão unilateral do contrato.

O técnico português contou como conversou com o restante do elenco depois desse fato. E valorizou o projeto do Peixe.

“Cada pessoa é livre para tomar suas responsabilidades. A única coisa que fizemos foi falar de união, dizer que muito da carreira dos jogadores está em jogo. Que é antes refletir antes de qualquer decisão. Falamos do projeto Santos, Santos sempre foi muito mais importante que essas reuniões. Vivo Santos, é um projeto real, eu existo. Outros projetos não são reais ainda e podem ser só no futuro. É juntar força e ânimo para equipe fazer cinco bons jogos para poder ganhar o título. Vamos brigar por ele”, disse Jesualdo.

Jesualdo Ferreira também foi questionado sobre pensar em desistir. A resposta foi direta.

“Nunca pensei. Estou aqui para ganhar o Paulistão”, concluiu.

O Santos acredita que não haverá outras ações. Na visão do Peixe, os casos de Everson e Sasha são específicos em função do Atlético-MG.


Santos 2 x 0 Santo André

Data: 25/02/2018, domingo, 19h30.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 9ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 6.687 pagantes
Renda: R$ 135.240,00
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza
Auxiliares: Miguel Cataneo Ribeiro da Costa e Gustavo Rodrigues de Oliveira.
Cartões amarelos: Léo Cittadini, Gabriel e Alison (S); Domingos e Flávio (SA).
Gols: Gabriel (28-2) e Eduardo Sasha (42-2).

SANTOS
Vanderlei; Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Jean Mota; Alison; Eduardo Sasha, Vecchio (Vitor Bueno), Léo Cittadini (Matheus Jesus) e Arthur Gomes; Gabriel (Rodrygo).
Técnico: Jair Ventura

SANTO ANDRÉ
Neneca; Dudu Vieira, Sueliton, Domingos e Heilton; Flavio, Garré (Paulinho) e Tinga (Joãozinho); Hugo Cabral, Walterson (João Lucas) e Lincom.
Técnico: Sérgio Soares



Santos vence Santo André, mas perde Gabigol para clássico

O Santos venceu o Santo André por 2 a 0 na noite deste domingo, na Vila Belmiro, pela nona rodada do Campeonato Paulista. O resultado deixou o torcedor totalmente feliz? Não.

Gabigol fez o primeiro gol, mas, logo na sequência, finalizou após estar impedido e recebeu o terceiro cartão amarelo. Ele desfalcará o Peixe no clássico contra o Corinthians, no próximo domingo, no Pacaembu. Em bela atuação, Eduardo Sasha fez o segundo gol do alvinegro na Vila.

O Santos dominou o jogo desde os primeiros minutos, mas só abriu o placar na segunda metade da etapa final. O Peixe martelou, teve paciência para abrir espaços e construiu a vitória, que poderia até ter sido maior nos minutos finais, com boas chances para Vitor Bueno e Rodrygo.

Na rodada 10, o Peixe enfrentará o Corinthians. Antes, porém, estreará na Libertadores contra o Real Garcilaso, na quinta-feira, em Cuzco, no Peru.

O jogo:

O Santos pressionou o Santo André nos primeiros minutos, principalmente com bons passes de Eduardo Sasha. Arthur Gomes não aproveitou ótimo cruzamento de Daniel Guedes aos oito minutos. A partida apresentou bom duelo entre Gabigol e o zagueiro Domingos. Foram três carrinhos e um cartão amarelo em 14 minutos.

O domínio era do Santos, mas as chances claras de gol não vinham. E a melhor oportunidade veio com o Santo André, aos 32 minutos. Garré chutou, a bola desviou e no, reflexo, Vanderlei conseguiu espalmar.

Aos 40 minutos, o alvinegro teve a melhor chance de marcar. Léo Cittadini roubou a bola no campo de ataque, fez fila e rolou para Gabigol, perto da marca do pênalti, isolar. O Santos ensaiou uma pressão nos instantes finais, mas não assustou mais o goleiro Neneca.

Pressão nos primeiros minutos, como na etapa inicial. Três cruzamentos em sequência, nenhum aproveitado. Aos 4′, Gabigol arriscou de muito longe e Neneca espalmou de “manchete”. Dois minutos depois, David Braz também tentou da intermediária. A bola desviou e passou com perigo por cima do travessão.

Aos 13 minutos de jogo, o Santos quase saiu na frente. Jean Mota cruzou, Domingos afastou mal e Gabigol chutou forte, para grande defesa do goleiro Neneca. Sasha, na sequência, tentou de bicicleta para fora.

A pressão continuou. Quando o placar marcava 18, Sasha apareceu no segundo pau após bate-rebate e chutou fraco. Neneca, na segurança, desviou para escanteio.

Na base do abafa, mas sem espaços e grande criatividade, o Santos seguiu tentando até marcar. Aos 28 minutos, Eduardo Sasha chutou cruzado, Neneca falhou e Gabigol, sozinho, só teve o trabalho de empurrar. Quatro gols em quatro jogos para o camisa 10.

Segundos depois, porém, a alegria virou raiva. Gabigol recebeu, impedido, driblou Neneca e balançou as redes, desrespeitando a arbitragem. Recebeu o terceiro cartão amarelo e não enfrentará o Corinthians, no próximo domingo, no Pacaembu.

Aos 35 minutos, Vitor Bueno recebeu da entrada da área e bateu bonito, colocado. A bola beijou a trave esquerda de Neneca. E aos 42′, o Santos matou o jogo. Domingos falhou, Sasha dominou e saiu cara a cara com Neneca antes de deslocar o goleiro.

Nos minutos finais, Rodrygo quase deu a goleada ao Santos. E Vanderlei, no último lance, fez grande defesa para manter a invencibilidade da defesa.

Bastidores – Santos TV:

Jair exalta evolução do Santos antes de Libertadores: “Muitas coisas boas”

Após a vitória o técnico Jair Ventura destacou a evolução do Peixe antes do início da competição continental.

“Equipe está em formação, com coisas boas. É muito cedo para falar como estamos, mas não sofremos gols em três jogos. Campeonato Paulista é muito equilibrado, difícil. Falamos do ataque, mas temos que exaltar a defesa. Mudamos a linha de quatro e conseguimos manter padrão, organização. Santos não vai perder ofensividade, mas não deixará de marcar bem, com jogo coletivo forte, muita posse, com muitos gols e sem sofrer gols”, explicou Jair.

De forma mais específica, o treinador analisou a vitória do Peixe sobre o Santo André. O time melhorou no segundo tempo “avassalador”, na visão de Jair.

“Primeiro tempo foi um pouco afoito, depois avassalador no segundo tempo. Muitas oportunidades, jogando dentro da área do adversário. Valorizamos a posse, somos uma das equipes que mais têm posse no campeonato, e consegue reverter em gols. Temos muitas coisas boas para falar dessa noite”, completou.

O Santos se reapresenta na tarde desta segunda-feira, no CT Rei Pelé, para iniciar a preparação da estreia na Libertadores, contra o Real Garcilaso, quinta-feira, às 19h15 (de Brasília), na altitude de 3.400 metros em Cuzco, no Peru.

Muito triste, Gabigol lamenta suspensão: “Para violência, não dão cartão”

Gabigol explicou o terceiro cartão amarelo recebido, que o suspende para o clássico contra o Corinthians, no próximo domingo, às 17h (de Brasília), no Pacaembu, pela décima rodada do Campeonato Paulista. O camisa 10 finalizou após a arbitragem assinalar impedimento e foi advertido no segundo tempo da vitória do Santos por 2 a 0 sobre o Santo André, neste domingo.

“Estou muito triste. O estádio está lotado atrás, colocou a bola para mim e fiz o gol. É difícil fazer o gol. Eu posso ser punido, é difícil falar, mas vocês viram como me bateram e ele não dá cartão. O Neneca demora 20 horas para bater tiro de meta e ele me dá cartão e me tira do jogo. É difícil falar no Brasil, porque pode ser punido, mas vocês têm câmeras para ver que eu não fiz nada. Está ficando chato, muito chato, porque para violência ele (árbitro)não dá cartão, mas para jogadas que o cara não escuta, sem querer, ele acabou me dando cartão e me tirou do clássico”, desabafou o camisa 10.

O técnico Jair Ventura, em coletiva de imprensa, defendeu Gabigol e disse que o jogador justificou no vestiário que não ouviu mesmo o apito do juiz.

“Ele fez quatro gols em quatro jogos e nós vamos exaltar o cartão amarelo recebido? Eu não posso desconfiar do meu jogador. Ele diz que não ouviu o apito. E os três pontos de hoje são os mesmos do jogo contra o Corinthians. Temos coisas boas para falar nessa noite”, analisou.

Gabriel fez o primeiro gol do Peixe na Vila Belmiro, antes de receber o cartão segundos depois. Ele recebeu lançamento, deu chapéu em Neneca e empurrou de cabeça para o fundo das redes. O setor do placar, na trave onde Gabigol marcou, era o mais lotado do estádio.

Sem o camisa 10, o Santos deve enfrentar o Corinthians com o retorno de Copete. O colombiano foi desfalque neste domingo por conta de dores musculares na coxa direita.

Titular após cinco meses, Cittadini é elogiado no Santos: “Dinâmico”

Léo Cittadini foi a novidade do Santos na vitória por 2 a 0 sobre o Santo André, neste domingo, na Vila Belmiro. O meio-campista substituiu Renato, poupado, com qualidade e acabou elogiado pelo técnico Jair Ventura.

Cittadini não era titular desde o dia 16 de setembro, em derrota por 2 a 0 para o Botafogo, no Campeonato Brasileiro. Ele passou por cirurgia no ombro esquerdo, se recuperou e voltou a ganhar minutos no Peixe com o técnico Jair Ventura no Paulistão.

“Foi dinâmico. Levou cartão (no primeiro tempo) e eu pensei em tirá-lo, mas estava bem, mesmo com muito tempo sem jogar como titular. Primeira vez comigo, deu mobilidade, dinâmica, chegou na frente, marcou como volante e armou como meia. Quem ganha é o Santos. Temos encontrado soluções caseiras sem Lucas Lima, grande responsável pela armação do Santos no ano passado”, explicou o treinador.

Léo tem chamado a atenção de Jair nos treinamentos. Revelado nas categorias de base do alvinegro, ele é meia de origem, mas mostra características para atuar como “médio” no esquema 4-1-4-1 do Santos, à frente de Alison e ao lado de Renato ou Vecchio.

Em 2017, Cittadini atuou em 15 partidas. Nessa temporada, são três jogos, diante de Ferroviária, São Paulo e Santo André. Recentemente, ele foi procurado pelo São Paulo. Seu contrato vai apenas até o fim de 2018.

Regra faz Santos se preocupar com logística para a Libertadores

O Santos está preocupado com a logística para enfrentar o Real Garcilaso nesta quinta-feira, às 19h15 (de Brasília), em Cuzco, no Peru, pela estreia na Libertadores. O Peixe teme pelos efeitos da altitude de 3.400 metros após uma regra imposta pela Conmebol.

A confederação agora exige que as equipes cheguem no local do jogo com antecedência de pelo menos um dia. A ideia do alvinegro era voar até Cuzco horas antes da bola rolar, como foi feito no empate de 1 a 1 com o The Strongest, em La Paz, na edição de 2017.

O departamento médico santista entende que os efeitos da altitude começam a ser sentidos a partir de seis horas. Chegar em Cuzco “em cima da hora”, então, seria a solução. Com a regra da Conmebol, porém, o Peixe chegará na quarta-feira e tem a chance de sofrer mais do que o esperado.

Diante do The Strongest, o Santos, no geral, aguentou bem. A exceção foi Ricardo Oliveira, que, mesmo com a estratégia de pousar na data da partida, passou mal já no aquecimento, mas conseguiu atuar.

“Dificulta muito (a regra da Conmebol). Isso é muito ruim para quem enfrentará a altitude porque, realmente, o efeito é maior (com a antecedência na chegada). Lamentamos, mas temos que nos adaptar. Isso está acima de todos nós. Vamos sofrer mais, mas espero que não seja suficiente para não atrapalhar nosso objetivo, que é a vitória na estreia”, disse o técnico Jair Ventura.


Santo André 0 x 1 Santos

Data: 25/03/2017, sábado, 15h00.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 11ª rodada (penúltima)
Local: Estádio Bruno José Daniel, em Santo André, SP.
Público: 9.286 total
Renda: R$ 273.780,00
Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araujo
Auxiliares: Mauro André de Freitas e Alberto Poletto Masseira
Cartões amarelos: Tiago Ulisses (SA, 2).
Cartão vermelho: Tiago Ulisses (SA).
Gol: Copete (29-2).

SANTO ANDRÉ
Zé Carlos; Cicinho Vieira, Leonardo, Reniê (Diogo Borges) e Aelson (Paulinho); Renato, Tiago Ulisses, Garré e Serginho (Deivid); Henan e Claudinho.
Técnico: Sérgio Soares

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz (Cléber) e Jean Mota; Renato, Thiago Maia e Lucas Lima; Bruno Henrique (Copete), Vitor Bueno (Hernández) e Ricardo Oliveira.
Técnico: Dorival Junior



Copete entra, marca e garante o Santos na próxima fase do Paulistão

Depois de temer ficar de fora das quartas de final do Campeonato Paulista, o Santos conseguiu mudar esse cenário nas últimas rodadas e agora vive uma situação tranquila. Na tarde deste sábado, o Peixe mais uma vez jogou para o gasto, mas fez o suficiente para derrotar o Santo André no estádio Bruno José Daniel, na região do ABC Paulista, pela 11ª e penúltima rodada do Estadual. O nome do jogo foi Jonathan Copete, que entrou no segundo tempo a pedido dos torcedores e marcou o único gol do confronto.

Agora, com 19 pontos, o Santos já está classificado, graças aos seus concorrentes. O Mirassol, que iniciou a rodada com com 14 pontos, apenas empatou com o Novo Horizontino fora de casa. Com isso, o Peixe não pode mais ser superado pela equipe que iniciou a competição com a grande sensação do Estadual. A briga agora é entre Mirassol e Ponte Preta. A Macaca, com 16 pontos, visitará o São Bento também às 18h30, mas nesse domingo. Por outro lado, o Santo André estacionou nos 11 pontos deu adeus ao sonho de jogar as quartas de final.

o jogo

Com Jean Mota na vaga de Zeca, poupado por precaução, mas com os retornos de Vanderlei e Ricardo Oliveira, o Santos entrou em campo com o objetivo de fazer sua parte para garantir a classificação às quartas de final ainda nesse fim de semana. Apesar disso, os comandados de Dorival Júnior não conseguiram mostrar em campo a gana pelos três pontos que o torcedor esperava no ABC Paulista.

A primeira etapa foi marcada por muito perde e ganha na região central do gramado, os erros de passes foram muitos das duas equipes e a lentidão do Peixe chegou a irritar os torcedores em alguns momentos.

Mesmo assim, o Alvinegro Praiano teve duas chances claras de balançar as redes. Primeiro com Vitor Bueno, já aos 39 minutos, mas o meia acabou carimbando o goleiro Zé Carlos. Na última jogada antes do intervalo, foi a vez de Ricardo Oliveira falhar de frente para a meta do Ramalhão. Desequilibrado, o camisa 9 isolou de dentro da pequena área.

Na segunda etapa, tanto Sergio Soares quando Dorival Júnior buscaram dar mais velocidades aos seus times. Deivid entrou na vaga de Serginho pelo Santo André e Vladimir Hernández substituiu Vitor Bueno no Santos.

A partida seguiu muito equilibrada, correndo até com um certo marasmo e cada vez mais foi ficando marcada por uma tarde ruim de Ricardo Oliveira. O centroavante santista teve três oportunidades de estufar as redes no segundo tempo, aos 14, aos 20 e aos 27, de cabeça, no miolo da área e pela direita, mas em todas acabou errando o alvo, para desespero dos visitantes.

Quem apareceu, então, para decidir o jogo foi Jonathan Copete. A torcida pediu sua entrada e Dorival atendeu. Dez minutos depois, aos 29, o colombiano apareceu livre pela esquerda, em contra-ataque do Peixe, e não falhou após cruzamento milimétrico de Lucas Lima.

O Santos esteve longe do futebol arte que tanto venera, mas fez o suficiente para derrotar o Ramalhão no Bruno José Daniel.

Bastidores – Santos TV:

Dorival valoriza superação física do Santos para vencer mais uma

O Santos não fez uma grande partida nesse sábado. Apenas o suficiente para vencer o Santo André por 1 a 0. De qualquer forma, foi a segunda vitória seguida da equipe no Campeonato Paulista e, depois de passar por apuros, agora vê a classificação às quartas de final muito perto, com o time na liderança do Grupo D. E após o confronto no Bruno José Daniel, Dorival Júnior fez questão de valorizar muito o resultado por causa de um fator em especial: sua equipe teve menos tempo de recuperação que seus últimos três adversários.

“Acho que nós temos que ficar satisfeitos, porque nessas últimas três rodadas, desde o jogo contra o Palmeiras, jogamos sempre com a defasagem de um dia (de descanso em relação aos adversários). E agora, sábado, 15 horas, num sol que… Isso ai acaba tirando um pouco da velocidade do espetáculo, tanto de um lado quanto de outro. Sentimos mais pela falta de recuperação”, ressaltou o treinador santista logo em sua primeira resposta na entrevista coletiva concedida no vestiário.

E Dorival tem razão sobre sua reclamação. Antes de fazer o clássico com o Palmeiras no domingo passado, o Peixe atuou pela Libertadores na quinta, enquanto o rival alviverde jogou no dia anterior. Na rodada seguinte, o desafio foi contra o São Bento na quarta, mas a equipe de Sorocaba teve um dia a mais de recuperação por ter jogado no sábado. E diante do Santo André, os comandados de Dorival encararam um rival que entrou em campo pela última vez na terça-feira passada.

“Mesmo com a derrota para o Palmeiras, vejo o time crescendo de produção, amadurecendo, e espero um bom final de competição”, ponderou o técnico do Peixe, valorizando a superação de seus atletas. Nem mesmo as diversas oportunidades de gol desperdiçadas frente ao Ramalhão, que por pouco não complicaram o objetivo da equipe, foram motivo para uma crítica mais acentuada de Dorival Júnior.

“Um fato natural, vai acontecer e daqui a pouco vamos voltar a fazer gols dentro da normalidade que a equipe sempre fez. Talvez me preocupasse mais se a equipe não estivesse conseguindo criar, isso, sim, traria uma preocupação maior. São jogadores que sabem fazer gols e que têm a nossa confiança”, disse, se referindo principalmente a Ricardo Oliveira, que nesse sábado perdeu pelo menos quatro chances claras.

Reservas entram bem e disputa por posição empolga Dorival Júnior

Em uma tarde em que Vitor Bueno e Bruno Henrique não conseguiram fazer em campo o que o técnico Dorival Júnior esperava de ambos, Vladimir Hernández e Jonathan Copete saíram do banco de reservas para dar mais velocidade e eficiência ao time do Santos. Após as duas substituições, o Peixe conseguiu criar oportunidades ofensivas e chegou ao gol da vitória sobre o Santo André no estádio Bruno José Daniel. E essa demonstração de força do elenco, para o técnico santista, foi mais relevante do que as decepções com seus titulares nesse sábado.

“O que nós queremos é isso, todo mundo preparado dentro da necessidade, entrando e dando uma reposta. Isso é elenco. Todo mundo focado e se respeitando, as coisas acontecem. Eu falei para ele (Copete) ‘você vai entrar e ser decisivo’. E graças a Deus deu certo”, comentou Dorival depois do jogo que encaminhou a classificação do Santos para as quartas de final do Campeonato Paulista.

Jonathan Copete, aliás, perdeu a vaga de titular para Bruno Henrique e agora corre atrás para retomar seu espaço. Nesse sábado, diante do empate sem gols, o colombiano viu a torcida pedir sua entrada em coro. O atacante, então, entrou aos 19 minutos do segundo tempo. Dez minutos depois, marcou o gol da vitória do Santos.

“Fico muito agradecido com meus companheiros e pelos torcedores, que me ajudaram hoje. A equipe do Santo André joga muito bem, com jogadores muito rápidos, mas nós marcamos o gol e conseguimos a vitória”, disse o jogador.

“Aparecendo uma condição, eles estão entrando. O Copete vinha como titular, o Bruno apareceu em numa crescente, não posso tirar isso do jogador. De repetente, o Bruno cansou (nesse sábado), sai e entra o Copete. Essa é uma resposta muito boa e tem feito com que a nossa equipe cresça. Esse foi o maior ganho para o Santos esse ano”, comemorou Dorival Júnior.

Copete prega compromisso do Peixe em ir às quartas em primeiro lugar

Autor do gol da vitória santista sobre o Santo André no último sábado, fora de casa, Jonathan Copete começou essa nova semana em alta. Entrando na vaga de Bruno Henrique, o colombiano aproveitou a oportunidade para assegurar mais três pontos à sua equipe, que vai para a última rodada, contra o Novorizontino, na Vila Belmiro, confiante em encerrar a primeira fase na primeira colocação do Grupo D.

Empatado com a Ponte Preta com 19 pontos, o Peixe quer confirmar seu favoritismo diante do próximo rival para ir às quartas de final no topo da tabela e ter o direito de decidir o jogo das quartas na Vila Belmiro. E será justamente a Ponte a adversária do Santos na próxima fase do Paulistão.

“Sabemos que ficar em primeiro lugar dá um pouco de tranquilidade. Nos dá a possibilidade de jogarmos com a nossa torcida e isso é melhor para nós. O primeiro lugar é o nosso objetivo”, disse Copete, sinalizando que o Santos deve entrar com o time titular nesta quarta-feira.

Disputando diretamente contra o adversário que terá nas quartas de final a primeira colocação do Grupo D, o Peixe ligou o alerta para não acabar vacilando na última rodada e ceder o mando de campo do jogo de volta à Ponte Preta, time que, segundo Copete, merece cuidados.

“A Ponte Preta tem um bom time, rápido, de qualidade, então temos que ter muita paciência para igualar as jogadas e lutar dentro de campo para cumprir o objetivo”, comentou o atacante.

Se antes o Santos foi alvo de duras críticas da torcida, que chegou a pichar os muros da Vila Belmiro após a derrota no clássico contra o Palmeiras, agora o time do técnico Dorival Jr parece, enfim, ter encontrado seu equilíbrio em campo. Vindo de duas vitórias consecutivas no Paulistão, o clube planeja contar com a força da torcida na próxima fase do campeonato, mas sabe que para isso precisa demonstrar um bom futebol.

“No futebol a gente vive de resultados. Às vezes, quando tudo não vai bem, acontecem muitas coisas. Mas sabemos do nosso trabalho, da entrega. Isso dá sentido para tudo o que fazemos. As pessoas pensam o que quiser, mas nós trabalhamos”, finalizou Copete.

Copete não desanima com reserva no Santos e vê ‘competição saudável’

Assim que foi contratado, em julho de 2016, Jonathan Copete assumiu a titularidade do Santos e se tornou um dos principais destaques da equipe comandada por Dorival Júnior. Porém, o colombiano acabou perdendo espaço para Bruno Henrique nos últimos anos. Mesmo assim, o camisa 36 não mostrou chateação e diz até que já esperava a mudança.

“Não surpreendeu. Respeitamos o professor e trabalhamos para seguir ajudando. Não fiquei mal quando saí. Uns jogam, outros descansam, é uma das coisas que acontecem. O que sempre joga vai poder fazer as coisas da melhor forma, mas é uma competição saudável, que todos precisamos e certamente vai ser assim até o final do ano”, disse Copete, em entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira, no CT Rei Pelé.

O colombiano perdeu a vaga para Bruno Henrique no duelo diante do The Strongest, pela Libertadores. Desde então, Copete tem entrado apenas no decorrer das partidas. E foi justamente assim que ele anotou o gol da vitória sobre o Santo André, no último sábado, no ABC.

“Não sou artilheiro, entrego mais em campo do que faço gols. É bom fazer gols e dar assistências, mas é preciso ter tranquilidade para trabalhar, dar tudo nos treinos para acontecer as coisas no jogo. Fiquei tranquilo porque dou meu máximo”, concluiu.

Apesar do tento decisivo, Copete sabe que dificilmente voltará para o time principal. Isso porque o técnico Dorival Júnior acredita que Bruno Henrique vive uma fase melhor. O comandante, inclusive, não pretende poupar os titulares diante do Novorizontino, nesta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), na Vila Belmiro, pela última rodada da fase de grupos da Libertadores.


Santos FC x EC Santo André
Santos Futebol Clube x Esporte Clube Santo André


Retrospecto:

37 jogos
17 vitórias
12 empates
08 derrotas
53 gols pró
32 gols contra
21 saldo

Resultados:

21/01/1976 – Santos 0 x 0 Santo André – Amistoso – Jaçatuba
07/02/1980 – Santos 2 x 1 Santo André – Amistoso – Bruno José Daniel
09/07/1982 – Santos 0 x 0 Santo André – Paulista – Bruno José Daniel
16/10/1982 – Santos 2 x 0 Santo André – Paulista – Vila Belmiro
19/07/1983 – Santos 1 x 1 Santo André – Paulista – Bruno José Daniel
03/09/1983 – Santos 1 x 2 Santo André – Paulista – Vila Belmiro
29/08/1984 – Santos 2 x 0 Santo André – Paulista – Vila Belmiro
23/09/1984 – Santos 0 x 1 Santo André – Paulista – Bruno José Daniel
04/05/1985 – Santos 1 x 0 Santo André – Paulista – Lauro Gomes
18/09/1985 – Santos 1 x 0 Santo André – Paulista – Vila Belmiro
23/02/1986 – Santos 4 x 0 Santo André – Paulista – Vila Belmiro
31/05/1986 – Santos 1 x 2 Santo André – Paulista – Bruno José Daniel
15/03/1987 – Santos 0 x 1 Santo André – Paulista – Bruno José Daniel
12/08/1987 – Santos 0 x 0 Santo André – Paulista – Vila Belmiro
09/04/1988 – Santos 0 x 1 Santo André – Paulista – Bruno José Daniel
24/04/1988 – Santos 1 x 1 Santo André – Amistoso – Vila Belmiro
30/04/1989 – Santos 0 x 0 Santo André – 4 x 5 pênaltis – Paulista – Vila Belmiro
04/02/1990 – Santos 1 x 0 Santo André – Paulista – Bruno José Daniel
01/08/1992 – Santos 1 x 1 Santo André – Paulista – Bruno José Daniel
31/10/1992 – Santos 2 x 2 Santo André – Paulista – Vila Belmiro
06/02/1994 – Santos 0 x 1 Santo André – Paulista – Bruno José Daniel
24/03/1994 – Santos 2 x 0 Santo André – Paulista – Vila Belmiro
25/01/2003 – Santos 2 x 2 Santo André – Paulista – Bruno José Daniel
08/02/2004 – Santos 3 x 1 Santo André – Paulista – Bruno José Daniel
23/03/2005 – Santos 2 x 3 Santo André – Paulista – Bruno José Daniel
02/02/2006 – Santos 3 x 0 Santo André – Paulista – Vila Belmiro
11/02/2007 – Santos 2 x 1 Santo André – Paulista – Bruno José Daniel
25/03/2009 – Santos 3 x 0 Santo André – Paulista – Vila Belmiro
04/06/2009 – Santos 3 x 3 Santo André – Brasileiro – Bruno José Daniel
13/09/2009 – Santos 1 x 0 Santo André – Brasileiro – Vila Belmiro
04/02/2010 – Santos 2 x 1 Santo André – Paulista – Bruno José Daniel
25/04/2010 – Santos 3 x 2 Santo André – Paulista – Pacaembu
02/05/2010 – Santos 2 x 3 Santo André – Paulista – Pacaembu
05/02/2011 – Santos 1 x 1 Santo André – Paulista – Pacaembu
25/03/2017 – Santos 1 x 0 Santo André – Paulista – Bruno José Daniel
25/02/2018 – Santos 2 x 0 Santo André – Paulista – Vila Belmiro
22/07/2020 – Santos 1 x 1 Santo André – Paulista – Vila Belmiro


Data: 05/02/2011
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 7ª rodada
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 8.310 pagantes
Renda: R$226.770,00.
Árbitro: Aurélio Sant’anna Martins.
Auxiliares: Reinaldo Rodrigues dos Santos e Osny Antonio Silveira.
Cartões amarelos: Léo (S) e Mário Jara (SA).
Gols: Marcelo Godri (05-1) e Rodrigo Possebon (45-1).

SANTO ANDRÉ
Neneca, Sandoval, Marcelo Godri e Anderson; Iran, Alex Silva (Valmir), Magno, Aloísio (Juan Felipe) e Romário; Rychely e Nunes (Mário Jara).
Técnico: Pintado.

SANTOS
Vladimir, Pará, Bruno Rodrigo, Edu Dracena e Léo; Adriano, Possebon, Felipe Anderson e Róbson (Crystian); Maikon Leite (Keirrison) e Diogo (Moisés).
Técnico: Adilson Batista.



Desfigurado, Santos só empata com o Santo André no Pacaembu

Sem Elano, Rafael e Durval, Peixe fica no 1 a 1 com o Ramalhão e perde a chance de tomar a liderança do Campeonato Paulista

Na reedição da final do Campeonato Paulista do ano passado, Santo André e Santos ficaram no 1 a 1, na noite deste sábado, no Pacaembu. Com muitas alterações na equipe, o Peixe sofreu com a falta de entrosamento e os erros nas conclusões. Como punição, perdeu a chance de passar a frente do Palmeiras e reassumir a liderança do estadual – é o segundo colocado, com 15 pontos. O Alviverde, ponteiro do campeonato, joga o clássico com o Corinthians, às 17h deste domingo, também no Pacaembu.

Sem Elano, suspenso, o time de Adilson Batista mostrou-se acéfalo. Róbson, que já tem um pré-contrato com o Avaí e ouviu vaias quando foi substituído na segunda etapa, teve dificuldades para armar as jogadas. O time alvinegro também não teve Rafael, suspenso por ter sido expulso contra a Ponte Preta, e Durval, poupado da disputa.

O Santos volta a jogar pelo Campeonato Paulista na próxima sexta-feira, na Vila Belmiro, contra o Noroeste. No sábado, a equipe viaja para a Venezuela, onde na outra terça-feira (15) começa a disputa da Taça Libertadores contra o Deportivo Tachira, pela primeira rodada do Grupo 5.

O empate também não foi um grande negócio para o Santo André. Com o resultado no Pacaembu, o time de Pintado tem seis pontos, na 14ª colocação e sem uma vitória no torneio. Na próxima rodada, Ramalhão visita o Botafogo-SP, no sábado.

Desfigurado, o Santos demorou para se encontrar em campo. E sofreu um baque logo nos primeiros minutos de jogo. Aos 5, Marcelo Godri aproveitou a sobra de uma cobrança de falta e contou com a sorte. Disparou um chute, que desviou em Rychely e acabou enganando o goleiro Vladmir. A reação santista levou tempo.

O primeiro chute contra Neneca ocorreu somente aos 16 minutos. Maikon Leite desceu com liberdade pelo lado direito, mas o goleiro do Ramalhão defendeu com tranquilidade. Depois, o atacante voltou a chegar bem perto do arqueiro do Santo André. Driblou dois defensores pelo lado esquerdo, mas seu chute acertou a rede, mas pelo lado de fora.

Com o passar do tempo e os erros nas conclusões, a torcida santista começou a ficar irritada nas arquibancadas. O Peixe, que teve Diogo se movimentando bem no ataque, mas ainda se mostrava fora de forma, chegava com certa facilidade na área do Santo André, mas pecava na hora do último arremate. Até que um volante, com elegância, empatou a partida, aos 45 minutos.

Depois de cobrança de escanteio, Neneca afastou mal e acabou buscando a bola no fundo da sua rede. O desvio errado do goleiro do Ramalhão parou no pé esquerdo de Rodrigo Possebon. Sem deixar a bola cair, ele dominou e de primeira mandou no ângulo direito para fazer 1 a 1 e acalmar os ânimos no Pacaembu.

Na segunda etapa o Peixe seguiu a tônica do primeiro tempo. Pressionava, pressionava, mas errava na conclusão. Fora da sua posição original, Diogo apresentava dificuldades para fazer o papel de pivô na área do Ramalhão. Percebendo isso, Adilson Batista aproveitou a chance para dar uma folguinha ao atacante Maikon Leite, que fez todas as partidas deste estadual, e colocou Keirrison para atuar mais no comando do ataque.

No Santo André, as entradas de Juan Felipe e Valmir melhoraram a defesa e tornaram a equipe mais arisca nas poucas vezes em que chegava na área santista. Nunes, principal opção no ataque, porém, não conseguia se desvencilhar da marcação do sistema defensivo alvinegro.

A partida seguia dominada pelo Santos, que não conseguia tirar a igualdade do placar. Nos contragolpes, o Peixe quase foi punido pelos erros que cometeu na frente. Aos 39, Juan Felipe teve ótima oportunidade pela esquerda, avançou sozinho, mas chutou para fora.