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Vídeos: (1) Melhores momentos, (2) Reportagem do Globo Esporte e (3) do Fantástico.

Santo André 2 x 3 Santos

Data: 25/04/2010, domingo.
Competição: Campeonato Paulista – Final – Jogo de ida
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público total: 33.354
Renda: R$ 1.770.150,00
Árbitro: Paulo César de Oliveira (SP)
Auxiliares: Ednilson Corona e Alberto Poletto Masseira.
Cartões amarelos: Rômulo e Toninho (SA); Wesley (S).
Cartão vermelho: Toninho (SA)
Gols: Bruno César (35-1); André (13-2), Wesley (17-2), Wesley (25-2) e Rodriguinho (38-2).

SANTO ANDRÉ
Júlio César; Cicinho, Cesinha, Toninho e Rômulo; Alê, Gil, Branquinho (Pio) e Bruno César; Rodriguinho e Nunes
Técnico: Sérgio Soares.

SANTOS
Felipe; Pará (Madson), Edu Dracena, Durval e Léo; Wesley, Arouca, Marquinhos e Paulo Henrique (Zé Eduardo); Neymar (André) e Robinho.
Técnico: Dorival Júnior



Sem Neymar, Santos acorda, vira sobre o Santo André e amplia vantagem

Com 45 minutos de bom futebol no Pacaembu, na tarde deste domingo, o Santos aumentou a vantagem sobre o Santo André na disputa pelo título do Campeonato Paulista. Depois de um primeiro tempo irreconhecível, no qual sucumbiu diante da forte marcação adversária e sofreu um gol, a equipe da Baixada Santista acordou na etapa final e virou o placar para 3 a 2.

Neymar, uma das principais estrelas dos Meninos da Vila, saiu machucado no intervalo. André o substituiu, e o time de Dorival Júnior mudou o panorama da partida. Com o resultado, o Santos pode até perder por um gol de diferença no próximo domingo, no mesmo Pacaembu, que levantará a taça do Paulistão pela 18ª vez na sua história.

Bruno César abriu o placar aos 35min do primeiro tempo, André empatou aos 13min e Wesley virou com dois gols, aos 17min e aos 25min. O Ramalhão diminuiu, mesmo com um homem a menos, aos 38min, com Rodriguinho.

“Tínhamos uma vantagem, aumentamos, mas o Santo André provou ser forte”, comentou o lateral-esquerdo Léo, na saída do gramado. “Jogamos mal no primeiro tempo e levamos uma bronca do Dorival. Vocês [jornalistas] não imaginam o que escutamos. Com o Pacaembu todo nosso, não pode acontecer. Voltamos melhor, com movimentação, e viramos.”

“Perdemos muitos gols. Falaram que iriam golear fácil durante a semana, mas suaram para ganhar da gente. Marcamos forte, e tomamos gols em contra-ataques. Eu avisei que não podia dar espaço no contra-ataque”, respondeu o goleiro Júlio César, do outro lado.

“No segundo tempo, o Santos foi a cara de todo o campeonato. Se terminasse 3 a 1, seria muito melhor. Nossa equipe tem de aprender a cadenciar o jogo, não só ir para o ataque. Fica o aprendizado para o segundo jogo”, analisou Edu Dracena, criticando os alvinegros pelo gol sofrido no final.

O jogo

Com menos de cinco minutos, Santos e Santo André já tiveram três boas chances de abrir o placar. A primeira foi da equipe alvinegra. Neymar passou pelo marcador e tocou para Robinho. O camisa 7 rolou, Wesley invadiu a área e chutou forte. Júlio César espalmou.

O time do ABC respondeu em uma cobrança de escanteio. Felipe saiu mal do gol, e Toninho cabeceou por cima. Um minuto depois, Rodriguinho invadiu a área e bateu. O camisa 1 santista mandou pela linha de fundo.

O Santos passou a errar muitos passes no ataque, e o Santo André demonstrou mais eficiência para chegar ao gol de Felipe. O goleiro do time alvinegro realizou importantes defesas – a principal delas em um chute cruzado de Branquinho pelo lado direito do ataque.

Aos 29min, Neymar invadiu a área e caiu após disputa com o zagueiro do ABC. Depois de ser atendido fora de campo, voltou e os adversários pediram um amarelo por simulação. O árbitro Paulo César de Oliveira preferiu advertir o zagueiro Toninho por reclamação.

Na sequência do lance, Edu Dracena cometeu falta perto da área. Bruno César bateu no canto de Felipe. O goleiro do Santos pulou, mas não alcançou: 1 a 0.

A equipe do técnico Sérgio Soares continuou melhor, e Nunes desperdiçou a melhor chance de ampliar aos 45min. O camisa 9 recebeu na cara de Felipe e chutou para fora.

“Fomos superiores, mas não podemos vacilar. Precisamos voltar mais focados. Se terminar assim, está bom! Vamos seguir explorando a nossa velocidade”, comentou Branquinho na saída para o intervalo.

“Eles estão marcando muito forte, e a gente precisa se desvencilhar dessa marcação. É uma final, com os dois melhores times da competição. Temos condições de reverter a situação”, opinou o zagueiro Edu Dracena.

“O time se comportou bem, fechou o espaço e não deu espaço para o Santos criar. Se eles criaram, foi pouco, e tivemos mais chances”, opinou Sergio Soares. Entretanto, a história foi outra na etapa final.

Com um problema no olho, que atrapalhava sua visão, Neymar foi substituído no retorno para o segundo tempo por André. E o Santos despertou.

Apoiado pela torcida, o conjunto da Baixada Santista passou a pressionar. Ganso passou a buscar mais o jogo e comandou a linha ofensiva.

Aos 13min, o camisa 10 recebeu na área, foi ao fundo e cruzou no segundo pau. André apareceu sozinho e cabeceou para as redes.

Quatro minutos depois, André iniciou contra-ataque com um passe de calcanhar para Wesley. O camisa 9 tocou para Robinho, recebeu na frente, invadiu a área e bateu no canto direito de Julio Cesar: 2 a 1.

Aos 25min, Pará fez a assistência nas costas de Rômulo. Novamente Wesley invadiu a área e chutou cruzado. Júlio César ainda tocou na bola, mas não evitou o terceiro gol santista.

Aos 29min, Toninho foi expulso após falta em André. Apesar da vantagem no placar e numérica em campo, o Santos recuou e viu o time andreense crescer.

Aos 38min, Rômulo foi ao fundo e cruzou para trás. Gil pegou de primeira e acertou a trave. No rebote, Rodriguinho diminuiu: 3 a 2.


Vídeos: (1) Melhores momentos e (2) Reportagem do Globo Esporte.

Santo André 1 x 2 Santos

Data: 04/02/2010, quinta-feira, 21h00.
Competição: Campeonato Paulista – Primeira Fase – 6ª rodada
Local: Estádio Bruno José Daniel, em Santo André
Árbitro: Salvio Spinola Fagundes Filho
Auxiliares: Luiz Alexandre Nilsen e Daniel Paulo Ziolli (SP)
Cartões amarelos: Ricardo Conceição, Toninho e Ramazotti (SA); Arouca e Ganso (S).
Gols: Neymar (25-1) e Rodriguinho (39-1); Ganso (19-2).

SANTO ANDRÉ
Júlio César; Rômulo, Halisson, Toninho e Carlinhos; Ricardo Conceição (Ramazotti), Pio, Gil e Bruno César; Rodriguinho e Rafael Silva (Bruno Moraes).
Técnico: Sérgio Soares

SANTOS
Felipe; Pará, Edu Dracena, Durval e Léo (Bruno Aguiar); Rodrigo Mancha, Arouca, Wesley e Paulo Henrique (Germano); Neymar e André (Zé Eduardo).
Técnico: Dorival Júnior



Neymar dá show, Santos vence Santo André e assume a liderança

Neymar e Paulo Henrique armaram um belo cenário para a estreia de Robinho. Os dois garantiram a vitória do Santos contra o Santo André, na noite desta quinta-feira, no Bruno José Daniel, por 2 a 1. Desta forma, o Rei das pedaladas, que deve encarar o São Paulo, no próximo domingo, encontra o time da Vila na primeira colocação do Paulistão.

A condição de líder foi conquistada, após seis rodadas, devido ao saldo de gols (11), já que o Botafogo-SP tem a mesma pontuação, 13, porém saldo de sete gols pró. O Santo André caiu para a oitava colocação, com nove pontos.

O triunfo santista se deve principalmente a uma bela atuação de Neymar. O fã de Robinho abusou das jogadas individuais e além de marcar o primeiro, participou da jogada que resultou no gol da vitória, marcado por Ganso.

O time do ABC entrou em campo impondo pressão. Tanto que logo no primeiro lance, Gil quase abriu o placar. Porém, aos poucos, Neymar foi tomando conta do jogo. O atacante começou a levar perigo em jogadas individuais, e numa delas marcou um golaço, aos 25 minutos.

“Na verdade só conclui um contra-ataque rápido que começou lá no nosso campo de defesa. Divido os méritos com toda a equipe” demonstrou imensa humildade, o atacante que completa 18 anos nesta sexta-feira.

O time visitante, que contava com a maioria da torcida presente no estádio, não conseguiu aproveitar o bom momento para ampliar o marcador, e ainda no primeiro tempo, aos 39 minutos, sofreu o empate, após gol de cabeça de Rodriguinho.

Sem alterações as equipes voltaram para o segundo tempo. O que também não mudou foi a performance de Neymar. O jovem seguiu abusando dos dribles, e auxiliando na marcação. O bom rendimento só caiu nos minutos finais da partida.

Os demais jogadores do Santos não estavam em uma noite tão feliz. Sendo assim, a primeira alteração de Dorival Júnior aconteceu logo aos 10 minutos, com a saída de André para a entrada de Zé Eduardo. A mudança deu maior ímpeto ofensivo ao visitante, e aos 25 minutos, Ganso recolocou o Santos na frente concluindo outro rápido contra-ataque.

No trecho final do jogo, o Santos suportou a pressão da equipe mandante, que chegou a acertar a trave de Felipe em chute forte, de fora da área, do meia Bruno. Dorival utilizou as duas últimas alterações para reforçar a defesa, e com isso, o time da Vila garantiu a vitória e a condição de líder.

Na próxima rodada, a sétima, o Santo André encara o Rio Branco, em Santa Bárbara do Oeste, às 19h30min. Já o clássico entre Santos e São Paulo ocorre no mesmo dia, às 17h, na Arena Barueri.

Santos 1 x 0 Santo André

Data: 13/09/2009, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 24ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 7.790 pagantes
Renda: R$ 118.190,00
Árbitro: Paulo Cesar Oliveira (SP/FIFA)
Auxiliares: Ednilson Corona e Emerson Augusto de Carvalho (ambos de SP/FIFA)
Cartões amarelos: George Lucas (S); Vinícius e Gustavo Nery (SA).
Gols: Germano (39-1).

SANTOS
Felipe; George Lucas, Fabão, Eli Sabiá e Léo; Emerson (Rodrigo Mancha), Rodrigo Souto (Astorga), Germano e Madson (Alan Patrick); Neymar e Kleber Pereira
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

SANTO ANDRÉ
Neneca; Vinícius (Eduardo Ratinho), Marcel, Gustavo Nery e Arthur; Fernando, Sidney (Pablo Escobar), Marcelinho Carioca e Junior Dutra; Rômulo e Osny (Rodrigo Fabri)
Técnico: Sergio Soares



“Paciente”, Santos vence o Santo André e volta a sonhar com o G-4

Desde sua chegada ao Santos, Vanderlei Luxemburgo não se cansa de afirmar ser necessário fazer a “lição de casa” para ainda sonhar com uma vaga na Copa Libertadores. Após o revés para o Corinthians, no Pacaembu, exigia duas vitórias seguidas. A primeira foi alcançada. Mesmo sem jogar bem e sentindo a ausência do meia Paulo Henrique, o elenco santista teve paciência para superar o ameaçado Santo André por 1 a 0, na tarde deste domingo.

Apesar disso, a meta dos comandados de Luxemburgo ainda é complicada. Com o triunfo, subiu para 35 pontos, cinco a menos que o Atlético-MG, que derrotou o Atlético-PR e assumiu a quarta colocação. Para se manter vivo na briga, pretende explorar o desespero de outro adversário. Daqui a sete dias, terá pela frente o Botafogo, novamente na Vila Belmiro.

“Não tivemos um futebol vistoso, mas eficiente. A equipe está de parabéns mostrou muita força de vontade e conseguiu três importantíssimos pontos. Agora é manter a mesma pegada para crescer ainda mais na classificação”, comentou o zagueiro Fabão.

Por outro lado, o Santo André continua se complicando na Série A. Na estreia do técnico Sérgio Soares, conheceu sua terceira derrota consecutiva e a permanência na zona de rebaixamento. Soma 24 pontos. Para piorar, seu próximo adversário será o São Paulo, que está na luta pelo tetracampeonato nacional, em Ribeirão Preto, no dia 20 de setembro.

Apesar do desespero do rival, aconteceu o que Luxemburgo temia. O Santos sentiu a ausência de Paulo Henrique, convocado para a disputa do Mundial sub-20 e considerado como referência do meio-campo. A equipe não criava e não explorava as laterais, principalmente com George Lucas, que vinha sendo uma das principais alternativas do elenco nas últimas rodadas.

Não bastasse isso, o Santo André entrou mais atento. Marcava com eficiência e explorava os contra-ataques. Liderados pelo experiente Marcelinho Carioca, o elenco do ABC paulista teve boas chances. Junior Dutra, por exemplo, falhou em duas finalizações. Se não fazia uma partida, o Santos demonstrava paciência para encontrar espaços. E foi assim que chegou ao primeiro gol.

Figurada apagada na etapa inicial, Neymar, que voltou a ser titular do Santos, mostrou sua qualidade. Aos 39min, o jovem atacante cruzou com perfeição para Germano cabecear e fazer 1 a 0. “Tivemos paciência. Isso foi nossa qualidade no primeiro tempo. Precisamos manter a mesma determinação para ampliar o marcador”, disse o volante, autor do único gol.

Diante da derrota, o Santo André não tinha alternativa: precisa partir para cima do Santos. Até tentou, mas faltava qualidade para a equipe treinada por Sérgio Soares. Marcelinho Carioca, que foi um dos bons nomes na etapa inicial, caiu de produção. Já o Santos manteve a mesma paciência. Tentou encaixar um contra-ataque para definir o resultado. Não conseguiu, mas teve traquilidade para segurar uma importante vitória.


Santo André 3 x 3 Santos

Data: 04/06/2009, quinta-feira
Competição: Campeonato Brasileiro – 5ª rodada
Local: Estádio Bruno José Daniel, em Santo André, SP.
Público:
Renda:
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP)
Auxiliares: João Bourgalber Nobre Chaves e Marcelo Carvalho Van Gasse (SP).
Cartões amarelos: Elvis, Ricardo Conceição (SA), Léo, Luizinho, Rodrigo Souto, Roberto Brum, Madson (S)
Cartões vermelhos: Nunes (SA)
Gols: Kléber Pereira (07-1), Nunes (14-1), Madson (24-1) e Nunes (45-1); Fabão (20-2) e Elvis (27-2).

SANTO ANDRÉ
Neneca, Cicinho, Cesinha, Marcel e Gustavo Nery (Arthur); Fernando, Ricardo Conceição, Junior Dutra (Ricardo Goulart) e Élvis (Dionísio); Nunes e Antonio Flávio
Técnico: Sérgio Guedes

SANTOS
Fábio Costa; Luizinho (Pará), Fabão, Fabiano Eller e Léo; Rodrigo Souto, Roberto Brum, Molina (Neymar) e Paulo Henrique Ganso (Roni) e Madson; Kléber Pereira
Técnico: Vagner Mancini



Santos cede empate por 3 vezes e sai de Santo André com 1 ponto

Vagner Mancini havia pedido para o Santos tentar disparar em meio a preocupação de concorrentes com outras competições. O time da Vila bem que buscou a vitória, nesta quinta-feira, para encostar no topo do Brasileirão. No entanto, o Santo André demonstrou alto poder de reação no ABC, conseguiu igualar o marcador por três vezes, empatando o jogo por 3 a 3.

“O Santos não está acostumado a sofrer tantos gols em um jogo. Não fomos bem pelo alto. O resultado não foi bom. Mas vamos tentar corrigir isso nos treinos para que não ocorra novamente”, lamentou Fabão à rádio Globo

Com este resultado, o Santos segue invicto no Nacional, soma 9 pontos, e diminui a distância para o líder Internacional, que tem 12 pontos. Já o Santo André conquistou seu sexto ponto.

Apesar da noite fria no ABC, Santo André e Santos fizeram um jogo quente, com inúmeras oportunidades de gol para as duas equipes. No final do primeiro tempo, o placar já sinalizava 2 a 2.

Artilheiro do Santos no ano, Kléber Pereira concluiu com êxito sua primeira chance na partida, quando recebeu passe em profundidade de Rodrigo Souto, aos 7 min da etapa inicial.

A reação do Santo André foi rápida. Referência ofensiva do Santo André, sobretudo diante das ausências de Marcelinho Carioca e Pablo Escobar, o centroavante Nunes começou a incomodar a zaga santista. Ele igualou o marcador, aos 14 min.

Jogo de pouca falta no 1º tempo, as duas equipes apostaram em estratégias ofensivas. O Santos voltou ter vantagem no jogo aos 30 min. Madson aproveitou bola mal tirada pela zaga e marcou seu terceiro gol no Brasileirão.

Após o gol de Madson, o Santos reduziu volume no ataque, administrando a partida. Em desvantagem, o time da casa insistiu ofensivamente, misturando muita vontade, mas com pouca inspiração.

O recuo santista atraiu o Santo André, que novamente empatou pelo alto com Nunes. O jogador, aliás, foi oferecido pelo Bragantino (dono do “passe”) no início do ano ao Santos e Corinthians, mas foi rejeitado devido ao alto valor solicitado.

Apagados, Paulo Henrique Ganso e Molina não davam criatividade ao meio campo. A apatia foi percebida pela torcida do Santos, que pediu a entrada do atacante Neymar nos primeiros minutos do 2º tempo.

Mancini atendeu o público e colocou Neymar em campo durante a etapa complementar. De falta, Fabão colocou o Santos de novo à frente no placar.

Autor de dois gols, Nunes pediu pênalti que teria sido cometido pelo zagueiro Fabiano Eller. O árbitro Luiz Flávio de Oliveira mandou seguir a jogada. Minutos depois, o atacante novamente reclamou de uma suposta infração cometida pelo Santos. O juiz não tolerou e expulsou Nunes por reclamação.

Mesmo com um a menos, o Santo André foi buscar o empate pela terceira vez, desta vez com o meia Élvis, em cobrança de penalidade.

Já nos acréscimos, o Santos quase fez o quarto gol, mas a cabeceada de Pereira acertou a trave.


Vídeos: (1) Melhores momentos e (2) Reportagem.

Santos 3 x 0 Santo André

Data: 25/03/2011, quarta-feira, 19h30.
Competição: Campeonato Paulista – 16ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 9.572
Renda: R$ 106.205,00 (promoção)
Árbitro: Salvio Spinola Fagundes Filho
Auxiliares: Vicente Romano Neto e Giovani Cesar Canzian
Cartões amarelos: Fabão, Brum, Triguinho (S); Moraes, Ricardo Conceição, Marcelinho Carioca (SA).
Gols: Madson (18-1) e Triguinho (39-1); Neymar (39-2).

SANTOS
Fábio Costa; Luizinho, Fabiano Eller, Fabão e Triguinho (Domingos); Roberto Brum, Rodrigo Souto e Madson e Paulo Henrique (Roni); Neymar (Pará) e Kléber Pereira.
Técnico: Vagner Mancini

SANTO ANDRÉ
Neneca; Cicinho (Ricardo Goulart), Cesinha, Marcel e Élvis; Fernando, Ricardo Conceição, Dirceu e Marcelinho Carioca; Antônio Flavio (Clodoaldo) e Júnior Dutra (Moraes).
Técnico: Sérgio Guedes



Santos vence o Santo André, se aproxima do G-4, e ‘segura’ Neymar

O Santos avisou que não entregará Neymar para a seleção sub17 enquanto seguir com chance de classificação às semifinais do Estadual. E a “joia” alvinegra contribuiu para o clube continuar pressionando a CBF. Neymar brilhou na vitória do Santos sobre o Santo André, nesta quarta, por 3 a 0, na Vila, êxito que deixou o time alvinegro próximo do G-4.

O time da Baixada torcia por uma derrota da Portuguesa contra o Mirassol, mas a Lusa empatou o jogo nos minutos finais, 2 a 2, no Canindé, permanecendo no G-4.

“Independente se é sub17 ou não, é muito importante a seleção brasileira. Fico muito feliz com a convocação”, declarou Neymar, em entrevista ao Sportv.

Apagado contra o Corinthians, Neymar foi outro diante do Santo André. O camisa 7 marcou um gol, deu assistência a Madson, trocou passes com Paulo Henrique, quase marca em chute dentro da área e deixou Kleber Pereira na cara do gol.

A estratégia adotada por Mancini para o duelo na Baixada, de retomar esquema 4-4-2, surtiu efeito. Com dois armadores (Madson e Paulo Henrique), o Santos apresentou maior volume em campo, sobretudo na meia, diferentemente do que ocorreu no clássico contra o Corinthians, quando teve apenas Lucio Flavio no setor.

“O Santos foi outro contra o Santo André”, completou o camisa 7.

Advertido por Mancini na véspera da partida por não “agredir” os zagueiros, Madson assimilou a bronca. Na primeira oportunidade que teve no jogo, Madson partiu para cima da zaga, finalizando com perigo.

No segundo lance, o Baixinho foi preciso. Após lindo drible de Neymar, Madson recebeu passe da “joia santista” e desferiu potente chute de fora da área, abrindo o placar, aos 18 min do 1º tempo.

Organizado em campo, o time da Vila distribuiu passes com rapidez, envolvendo o Santo André. A vantagem alvinegra ficou maior aos 39 min, com Triguinho, após belo passe de Pereira.

O Santo André criava boas jogadas, mas pecava na finalização no 1º tempo. Marcelinho Carioca reclamou de não ter recebido passes para finalização.

A boa vantagem no placar trouxe tranquilidade ao Santos na segunda etapa. O time manteve a postura dos 45 min iniciais, trocando passes e acionando o trio Madson, Neymar e Paulo Henrique.

O terceiro gol era questão de tempo. Veloz, Madson retribuiu passe dado por Neymar no 1º tempo e deixou o camisa 7 na cara do gol, que não teve dificuldade em aumentar o marcador.

Uma lesão no tornozelo brecou Neymar, substituído quando o placar apontava 3 a 0. Sem o camisa 7, o Santos administrou a vantagem.