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Santos 3 x 0 Santos-AP

Data: 28/04/2016, quinta-feira, 21h30.
Competição: Copa do Brasil – 1ª fase – Jogo de volta
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Renda: R$ 58.000,95
Público: 5.140 pagantes
Árbitro: William Machado Steffen.
Auxiliares: Gabriel Conti Viana e Diogo Carvalho Silva.
Cartões amarelos: Elano, Lucas Veríssimo e Alison (S); Lessandro, Rafinha, Cavalo, Otavio Pretão (SAP).
Cartões vermelhos: Alison (S) e Lessandro (SAP).
Gols: Luiz Felipe (46-1); Ronaldo Mendes (21-2) e Joel (37-2).

SANTOS
Vanderlei; Igor, Lucas Veríssimo, Luiz Felipe e Caju; Alison, Ronaldo Mendes, Elano (Lucas Crispim) e Rafael Longuine (Fernando Medeiros); Paulinho (Maxi Rolón) e Joel.
Técnico: Dorival Junior

SANTOS-AP
Zé Maria; Cavalo, Dedé, Jari e Batata(Marabaixo); Otavio Pretão (Michel), Lessandro, Fabinho e Rafinha; Renatinho e Armando (Esquerdinha).
Técnico: Romeu Figueira



Em jogo morno na Vila, Santos elimina xará e avança na Copa do Brasil

O Santos esteve longe de dar uma grande exibição na noite desta quinta-feira, mas cumpriu sua obrigação. Com gols de Luiz Felipe, Ronaldo Mendes e Joel, os reservas de Dorival Júnior venceram o Peixe do Amapá por 3 a 0 e garantiram vaga na segunda fase da Copa do Brasil. Agora, o alvinegro praiano encara o Galvez, do Acre, que eliminou o Rio Branco-AC. Os jogos da próxima fase têm as datas de 4, 11 e 18 de maio reservadas.

Sem ter usado nenhum titular, com exceção ao goleiro Vanderlei, o Santos mais famoso agora se concentra totalmente nas finais do Campeonato Paulista, que se iniciam neste domingo, em Osasco, contra o Audax.

O jogo

Os poucos torcedores que foram à Vila Belmiro na noite desta quinta-feira esperavam ver a equipe partindo para cima e colocando em prática a disparidade técnica desde os primeiros minutos de jogo. Mas, acabaram assistindo uma pressão inicial do outro Santos, aquele que veio do Amapá.

Até os 8 minutos, o Peixe da Amazônia ignorou o fato de ser visitante e partiu para o ataque, criando muito perigo com a dupla Fabinho e Rafinha. Só depois disso que a equipe de Dorival Júnior acordou e tentou se impor diante no seu estádio.

O lance mais perigoso, porém, veio aos 18 minutos, quando Fabinho fez linda jogada pela esquerda, entrou na área e rolou para atrás. Rafinha finalizou por cima do gol. Nesse momento, já era possível ouvir as primeiras reclamações das arquibancadas.

Aos 27 e aos 29, o Santos mais famoso respondeu com um chute de fora de área e Ronaldo Mendes e uma oportunidade com Joel, que acabou travado ao sair cara a cara com o goleiro Zé Maria.

O jogo era mais equilibrado do que se esperava, mas, um lance de sorte, ou azar, dependendo do ponto de vista, acabou sendo crucial. 46 minutos e Elano colocou a bola na área. Luiz Felipe, um dos mais criticados até então, cabeceou. A bola ainda desviou no zagueiro adversário antes de encobrir o goleiro Zé Maria e balançar as redes.

As equipes voltaram para o segundo tempo sem alterações e o jogo seguiu igual, com o Santos-AP buscando forças para se manter vivo na briga, enquanto o alvinegro praiano tentava, mas não conseguia dominar o jogo de forma mais ampla.

Com o passar do tempo, o Santos-AP foi sentindo o cansaço e o ímpeto caiu. Com isso, o Peixe passou a ter mais tranquilidade e jogar sem pressa. O time dominava, mas não criava qualquer perigo ou dava impressão que não marcaria mais um gol.

Mas, aos 21 minutos, Ronaldo Mendes, um dos poucos que se salvavam na partida, recebeu bola na direita e percebeu o goleiro adiantado. Bateu colocado, por cobertura, abrindo a vantagem em grande estilo.

Em seguida, Alison, que já tinha arrumado confusão na primeira etapa, deu uma cotovelada no adversário e esquentou o clima. O volante acabou expulso. Lessandro também acabou levando o cartão vermelho sem muita explicação.

Dai para frente o jogo tomou um novo rumo. Principalmente depois que Pretão atrasou mal para o goleiro Zé Maria e deu a bola de presente para Joel, que driblou o goleiro e pôs números finais ao jogo: 3 a 0.

Com gritos de “não é mole, não. Quero ver no Paulistão”, o Santos da Baixada fez o dever de casa e garantiu sua vaga na segunda fase da Copa do Brasil, antes de iniciar as finais do Estadual contra o Audax.

Bastidores – Santos TV:

Dorival admite atuação ruim de reservas e valoriza próximo adversário

Mesmo depois de um empate frustrante na primeira partida contra o Santos-AP, Dorival Júnior voltou a repetir a escolha de preservar seus titulares para as finais do Campeonato Paulista e deu a responsabilidade de conseguir a vaga na segunda fase da Copa do Brasil aos reservas, desta vez na Vila Belmiro. No fim, objetivo alcançado, mas a vitória por 3 a 0 não se desenrolou como treinador esperava.

“Não é uma situação fácil. Cria uma ansiedade muito grande. Deu para sentir na primeira partida, como aqui. Primeiro tempo muito abaixo, pouca troca de passe, muita movimentação em momentos que ainda não estávamos preparados para que elas acontecessem. Estávamos atropelando algumas antecipações”, explicou, com ressalvas até mesmo depois dos três gols marcados.

“No segundo tempo, aos poucos, a equipe foi se encaixando um pouco mais, começamos a criar algumas opções. Melhoramos muito, mas ainda assim não foi o que eu esperávamos que acontecesse. Era uma equipe que poderia se comportar de outra forma”, admitiu.

Agora, ainda com data indefinida, o Peixe terá de ir ao Acre para encarar o Galvez, que eliminou o Rio Branco, equipe do mesmo Estado. Quando questionado se mandaria reservas de novo, já que o jogo pode acontecer entre as finais com o Audax, Dorival pediu mais respeito ao adversário.

“Muito relativo essa fragilidade que você coloca. Nessa primeira rodada, algumas grandes equipes já ficaram pelo caminho. Temos uma noção muito clara do qeu é uma Copa do Brasil. Tenho certeza que respeitaremos da mesma maneira que enfrentamos o Santos do Amapá. É uma equipe complicada, perigosa… será respeitada e vamos com a melhor formação possível”, avisou, despistando sobre a questão da escalação.

Joel faz crítica pessoal e Ronaldo Mendes se empolga com mais um gol

O Santos não deu mole para a zebra e eliminou o xará do Amapá na noite desta quinta-feira. Mesmo sem jogar uma partida vistoso, o Peixe fez 3 a 0 com seus reservas e avançou à segunda fase da Copa do Brasil para pegar o Galvez do Acre agora. Assim, o alvinegro praiano ampliou sua invencibilidade em casa na competição nacional para 22 jogos, com 19 vitórias e três empates. A última derrota aconteceu há sete anos, em abril de 2009, quando o CSA venceu por 1 a 0 na Vila.

Joel, que marcou o terceiro gol santista no jogo comentou a vitória. “Fico muito feliz pelo desempenho da equipe. Sabíamos que iam vir fechados, mas o mais importante foi ter alcançado o objetivo, que era passar (de fase)”, disse, explicando o motivo de não ter comemorado quando foi às redes. “Não estou muito satisfeito com a minha atuação. Acabei fazendo o gol, mas não estou muito satisfeito”, admitiu o atacante camaronês, à Espn

Ronaldo Mendes, ao contrário, não conseguia segurar a empolgação. Depois de mais uma bela partida individual e outro gol no estádio Urbano Caldeira, o meio-campista enalteceu a chance dada pelo técnico do Peixe.
“Exatamente. A Copa do Brasil serviu para isso. O primeiro jogo foi muito pegado, campo ruim, viagem longa. Hoje, colocamos a bola no chão, mantemos a calma e fizemos os gols. Serviu como oportunidade para quem não vinha jogando. Esse jogo serviu para isso”, comentou.

Vanderlei, único titular que foi a campo nesta quinta, não reclamou de jogar e quer cabeça voltada para as finais do Campeonato Paulista. “Quero sempre jogar, sempre estar ajudando. Agora é descansar e pensar no Audax”, concluiu o camisa 1.

Dorival aprova estratégia de usar reservas e manda recado ao elenco

Mesmo depois de ficar no 1 a 1 no Amapá e fazer um primeiro tempo muito ruim em casa contra o xará do norte do país, Dorival Júnior não colocou um titular sequer na linha, mantendo apenas Vanderlei como único jogador do time principal a participar dos confrontos com o Santos-AP. A vitória por 3 a 0 não convenceu, mas bastou para o time avançar na Copa do Brasil e ter suas estrelas descansadas para as finais do Campeonato Paulista.

“Eu estou seguro daquilo eu a gente vinha fazendo, só que não poderia arriscar, em uma final de competição, perder um ou dois jogadores. A seriedade é frequente e você tem que evitar uma situação como essa. Acredito que a decisão tomada tenha sido correta. Vamos aguardar e ver a resposta da equipe no domingo”, comentou o treinador, negando que tenha corrido algum risco em excesso.

E com essa escolha de aproveitar tantos suplentes, Dorival também teve a chance de analisar alguns jogadores individualmente. Ronaldo Mendes foi um dos poucos que agradou depois de criar as principais jogadas na partida e marcar um belo gol.

“Cada um vai dando seu recado, vai buscando seu espaço de uma maneira natural. O Ronaldo Mendes vem aparecendo. Jogador tem de estar preparado para esses momentos. É assim que estamos trabalhando”, avisou o treinador.
E ao falar sobre o fato de Joel ter admitido que não comemorou seu gol, o terceiro da equipe, por entender que não estava bem na partida, Dorival concordou. “Ele tem razão. Acho que é importante jogador que tenha essa consciência. Não só o Joel”, disse o técnico.

Mas, o momento que o comandante do Peixe teve mais dificuldade em analisar foi quando questionado sobre a expulsão de Alison, no segundo tempo. O volante só jogou porque Leandrinho contraiu uma virose e, depois de uma cotovelada no adversário, acabou recebendo o cartão vermelho mesmo com o confronto já definido.

“Ainda não conversei com ele. Eu vejo é que a própria expulsão não foi em relação a jogada violenta. Pelo que eu vi de longe foi uma discussão. Natural que você tenha que ter cuidado. Estaríamos correndo um risco muito grande com um atleta a menos”, minimizou o treinador.

Santos-AP 1 x 1 Santos

Data: 21/04/2016, quinta-feira, 21h30.
Competição: Copa do Brasil – 1ª fase – Jogo de ida
Local: Estádio Olímpico Zerão, em Macapá, AP.
Público e Renda: N/D
Árbitro: Joelson Nazareno Ferreira Cardoso.
Auxiliares: Marcio Gleidson Correia Dias e Lucio Ipojucan Ribeiro da Silva de Mattos.
Cartões amarelos: Armando, Cavalo e Fabinho (SAP); Luiz Felipe, Paulinho e Alison (S).
Gols: Rafinha (44-1); Joel (33-2).

SANTOS-AP
Zé Maria; Cavalo, Jari, Dedé e Batata (Raí); Pretão, Lessandro, Renatinho e Armando; Fabinho e Rafinha.
Técnico: Romeu Figueira

SANTOS
Vladimir; Alison, Lucas Veríssimo, Luiz Felipe e Caju; Léo Cittadini, Leandrinho (Igor), Serginho (Ronaldo Mandes) e Rafael Longuine (Maxi Rolón); Paulinho e Joel.
Técnico: Lucas Silvestre (auxiliar)



Santos do Amapá arranca empate com o Peixe e “ganha” segundo jogo

Com uma folha mensal de R$ 70 mil por mês e o histórico de nunca ter avançado além da primeira fase na Copa do Brasil, o Santos do Amapá fez história na noite desta quinta-feira ao arrancar um empate por 1 a 1 com o Peixe Da Vila Belmiro. Fundado em 1973 justamente para homenagear a equipe de Pelé e companhia, os alvinegros do extremo norte do país chegaram a sair na frente com Rafinha. Joel descontou na segunda etapa. A partida ainda teve uma paralisação de 30 minutos por causa de um temporal que tornou o jogo impraticável.

Com a igualdade no modesto estádio Olímpico Zerão, em Macapá, as duas equipes voltam a se enfrentar no segundo jogo, por ora marcado para a Vila Belmiro, dia 28, na próxima quinta-feira. Só a viagem já foi motivo para muita comemoração dos nortistas.

Antes, Santos e Palmeiras fazem clássico na Vila Belmiro às 16 horas deste domingo pelas semifinais do Campeonato Paulista. O confronto é encarado como prioridade pelo clube da Baixada e, por isso, os principais jogadores ficaram no CT Rei Pelé treinando com Dorival Júnior, enquanto Lucas Silvestre comandou os reservas nesta quinta.

O jogo

A decisão de Dorival Júnior em mandar uma equipe repleta de reservas e meninos da base para a estreia na Copa do Brasil não diminuiu a responsabilidade do clube em conseguir um resultado positivo diante de um adversário que beira a condição de amador no futebol nacional.

Mas, Lucas Silvestre, que viajou ao norte do país para comandar a equipe, não conseguiu fazer com que os atletas correspondessem em campo. O time da Vila Belmiro finalizou apenas duas vezes na primeira etapa, ambas com Rafael Longuine. Na primeira, o chute de longe foi facilmente defendido pelo goleiro Zé Maria, de 37 anos. Em seguida, uma cobrança de falta que apenas assustou.

A equipe mandante, que claramente não se incomodava com o perde e ganha no meio de campo e com as poucas finalizações, chegou uma única vez ao gol de Vladimir. E bastou. Alison falhou no posicionamento pela direita e Rafinha recebeu a bola livre de marcação.

Dentro da área, o camisa 10 fuzilou. O goleiro do Peixe chegou a tocar na bola e Caju tentou evitar o gol. Apesar de toda a dificuldade do lance, o auxiliar confirmou que a bola passou totalmente da linha e o estádio Olímpico Zerão foi ao delírio, com direito a invasão do banco de reservas para comemorar o tento histórico.

“Não tenho dúvida nenhuma. Bola entrou realmente. É só felicidade. Sabemos da grandeza do Santos, impomos uma estratégia de jogo para fazer o gol em uma bola, mesmo jogando em casa, e estamos conseguindo”, comentou o autor da façanha, na saída para o intervalo.

Em busca de uma mudança de atitude, Lucas Silvestre sacou Serginho e Leandrinho para colocar Ronaldo Mendes e Igor, respectivamente. A equipe até voltou ligeiramente melhor, mas, logo aos 10 minutos, uma chuva torrencial, acompanhada de muito vento, obrigou o árbitro Joelson Nazareno Ferreira Cardoso a paralisar o jogo. Com o gramado encharcado, os dois elencos e a arbitragem foram para os vestiários para aguardar a situação melhorar.

Depois de 30 minutos, já sem chuva, mas com o campo ainda em péssimas condições, a partida foi reiniciada. E logo nas primeiras jogadas ficou claro que a bola aérea se transformaria na principal arma das duas equipes, pois a bola não rolava como deveria.

E assim, depois de muitas jogadas ríspidas e infinitas disputas pelo alto, o Santos da Baixada chegou ao empate aos 33 minutos. Em uma das dezenas bolas alçadas na área, Joel cabeceou, Zé Maria e falhou e a bola entrou. Tudo igual. E assim ficou até o apito final, obrigando o segundo confronto, dia 28, na Vila Belmiro.

Bastidores – Santos TV:

Joel marca de novo, mas lamenta jogo de volta com Santos do Amapá

O Santos apostou nos reservas e nos famosos meninos da Vila para a estreia na Copa do Brasil de 2016 contra o modesto Santos do Amapá, que disputa a Série D do Campeonato Brasileiro e nunca avançou além da primeira fase na competição nacional por mata-mata. Mas, em um jogo muito ruim tecnicamente e que ainda teve o agravante de um temporal que chegou a paralisar a partida na segunda etapa, o empate por 1 a 1 garantiu a necessidade de um segundo confronto, na próxima quinta-feira.

“No primeiro tempo, deixamos a desejar, mas a equipe está de parabéns. Lutamos até o final. Não queríamos levar o jogo para a Vila Belmiro, mas a equipe está de parabéns e, na Vila Belmiro, podemos passar de fase”, analisou Joel, em entrevista à Espn.

O camaronês era um dos principais destaques da equipe da Baixada, já que os titulares ficaram no CT Rei Pelé com Dorival Júnior focados na preparação para a semifinal do Campeonato Paulista, contra o Palmeiras, no domingo. E apesar de ter marcado seu quarto gol com a camisa santista e ter evitado a derrota, Joel não escondeu o ar de decepção.

“Eu pude dar o meu melhor. Não ajudei a sair com a vitória, mas a equipe está de parabéns. O Resultado não foi o que a gente queria, mas evitamos a derrota”, concluiu, sem sorriso no rosto.

Agora, a delegação alvinegra tem voo de volta marcado para às 5 horas desta sexta-feira. O planejamento prevê a sexta-feira de folga para o grupo que esteve no norte do país nesta quinta e um trabalho diferenciado no sábado, para que Dorival possa contar com todos no domingo, caso precise, durante o clássico decisivo com o Palmeiras.

Peixe lamenta jogo da Copa do Brasil em meio a finais do Paulista

Os reservas do Santos não conseguiram cumprir o papel esperado pela comissão técnico alvinegra com o empate por 1 a 1 na noite desta quinta-feira diante do Santos do Amapá. A ideia de matar o jogo de volta e focar totalmente em uma eventual final de Campeonato Paulista foi por água abaixo com a obrigatoriedade de fazer o segundo jogo contra o xará do norte na próxima quinta-feira. “O resultado não foi bom pelas circunstâncias do jogo. Tínhamos que ter vencido aqui e ter levado outro resultado para a Vila Belmiro”, admitiu Lucas Silvestre, auxiliar que substituiu o técnico Dorival Júnior em Macapá.

Neste domingo, às 16 horas, o Peixe enfrenta o Palmeiras em duelo único pelas semifinais do Estadual. Caso avance para a grande decisão, três dias antes do primeiro confronto frente ao vencedor de Corinthians e Osasco Audax, o alvinegro terá a missão de espantar a zebra na Copa do Brasil.

“São muitas competições, muitos jogos. Aí o jogador acaba acostumando. Claro que se tivéssemos só um jogo por semana seria o ideal. Jogando duas vezes por semana você não tem tempo para se recuperar e descansar. Seria interessante, mas, pelo número de competições, fica complicado”, disse, conformado, o zagueiro Gustavo Henrique.

Mas o Peixe não tem muito do que reclamar. Foi o único grande de São Paulo que não precisou dividir suas atenções em mais de uma competição até agora. Dorival Júnior tenta ignorar o fato do clube ter ficado de fora da Copa Libertadores durante todo este período, mas isso lhe garantiu semanas livres para recuperar atletas e treinamentos, bem diferente da rotina de seus rivais.

Até por isso, Dorival tem repetido mais suas escalações do que Corinthians, Palmeiras e São Paulo. Mesmo assim, Lucas Silvestre garantiu que os atletas que viajaram para o Amapá estarão prontos para o clássico do fim de semana, caso o técnico recorra ao banco de reservas. “Creio que para domingo esses jogadores vão poder ajudar a gente”, vislumbrou o auxiliar e filho do comandante santista.

Ao menos Dorival Júnior não tem problemas com seu time principal. O treinador passou toda a semana realizando trabalhos fechados à imprensa no CT Rei Pelé, preparando os titulares para a semifinal. “A expectativa é de um grande jogo. Sabemos da qualidade do Palmeiras. Eles vêm para ganhar. Vamos tentar fazer nosso melhor para colocarmos o Santos mais uma vez em uma final”, avisou o zagueiro Gustavo Henrique, um dos atletas poupados na Copa do Brasil, empolgado com o momento do time.