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Vélez Sarsfield 1 x 1 Santos

Data: 14/11/1996, quinta-feira, 22h10.
Competição: Supercopa dos Campeões da Libertadores – Semifinais – Jogo de volta
Local: Estádio José Amalfitani, em Buenos Aires, Argentina.
Árbitro: Oscar Velázquez (PAR).
Gols: Posse (25-1) e Robert (32-2).

VELEZ SARSFIELD-ARG
Chilavert; Guillermo Morigi, Víctor Hugo Sotomayor, Mauricio Pellegrino, Raúl Cardozo; Claudio Husáin, Marcelo Gómez, Christian Bassedas, Patricio Camps (Flavio Zandoná); Fernando Pandolfi (Omar Asad), Martín Posse (Sebastián Méndez).
Técnico: Osvaldo Piazza

SANTOS
Edinho; Ânderson Lima, Sandro (Ronaldo Marconato), Narciso e Marcos Adriano; Marcos Assunção, Carlinhos (Andradina), Vágner (Robert) e Jamelli; Camanducaia e Alessandro.
Técnico: Orlando Amarelo



Santos é eliminado pelo futuro campeão da Supercopa.

Fonte: Estadão

Santos 1 x 2 Vélez Sarsfield

Data: 30/10/1996, quarta-feira, 22h00.
Competição: Supercopa dos Campeões da Libertadores – Semifinais – Jogo de ida
Local: Estádio João Havelange, Parque dos Sabiás, Uberlândia, MG.
Público: 2.534 pagantes
Renda: R$ 17.561,00
Árbitro: José Luiz da Rosa (URU).
Gols: Posse (12-1) e Alessandro (22-1); Chilavert (45-2, de pênalti).

SANTOS
Edinho; Ânderson Lima, Jean, Narciso e Marcos Adriano (Carlinhos); Marcos Assunção, Vágner (Robert) e Piá; Alessandro, Camanducaia e Jamelli.
Técnico: José Teixeira

VÉLEZ SARSFIELD-ARG
Chilavert; Marcelo Herrera, Sebastián Méndez, Mauricio Pellegrino, Raúl Cardozo; Claudio Husáin, Marcelo Gómez (Flavio Zandoná), Guillermo Morigi, Christian Bassedas, Martín Posse, Patricio Camps.
Técnico: Osvaldo Piazza



Santos perde do Vélez com gol do goleiro Chilavert

Peixe não consegue conter o organizado Vélez Sarsfield e leva gol no último minuto do jogo

A semifinal da Supercopa dos Campeões da Libertadores da América não poderia ter tido um início pior para o Santos. Jogando em casa, o time santista perdeu o jogo diante dos argentinos. Na partida de volta, marcada para 14/11 o Peixe precisará vencer para levar a disputa para as cobranças de pênaltis, como já ocorreu diante do Nacional de Medellin na fase anterior. Se a vitória vier com mais de um gol de diferença, não haverá necessidade de cobranças de pênaltis, e o Santos passará, pela primeira vez em sua história, para a decisão desse certame.

O Peixe começou dominando mas aos 12′ fez o Vélez fez o primeiro gol através de Posse, que avançou pela direita, invadiu a área e quase sem ângulo, enganou o goleiro Edinho, conferindo o primeiro tento.

Dez minutos depois, Alessandro dividiu com o goleiro Chilavert dentro da área e ganhou, ficando sozinho diante do gol e só teve o trabalho de empurrar para a rede.

Na segunda etapa o jogo continuou equilibrado, mas o Vélez continuou melhor organizado e mais tranqüilo em campo. E apesar do equilíbrio, os argentinos conseguiram a vitória no último minuto com um pênalti cometido por jean e batido pelo goleiro Chilavert, que já havia cobrado três faltas durante a partida.


Atlético Nacional 3 x 1 Santos – 6 x 7 pênaltis

Data: 23/10/1996, quarta-feira, 23h30.
Competição: Supercopa dos Campeões da Libertadores – Quartas de final – Jogo de volta
Local: Estádio Atanásio Girardot, em Medelín, Colômbia.
Público: 33.730 pagantes
Cartão vermelho: Trelez (AN).
Gols: Gavíria (38-1); Trelez (09-2), Camanducaia (19-2) e Serna (21-2, de pênalti).
Pênaltis: Santos: Jamelli, Sandro, Marcos Assunção, Ânderson Lima, Edinho, Piá e Camanducaia converteram; Carlinhos perdeu.
Atlético Nacional: Serna, Aléxis Garcia, Perea, Mosquera, Morantes e Angel converteram; Ospina e Tuberquia perderam.

ATLÉTICO NACIONAL (COL)
Tuberquia; Ospina, Perea, Forunda e Mosquera; Serna, Gavíria, Pedro Alvares e Morantes (Aléxis Garcia); Angel e Trellez.
Técnico: Juan Lopes

SANTOS
Edinho; Ânderson Lima, Ronaldo Marconato (Camanducaia), Sandro, Jean e Marcos Adriano; Marcos Assunção, Carlinhos e Vágner (Piá); Jamelli e Alessandro.
Técnico: José Teixeira



Treinador santista depende de vitória (Em 23/10/1996)

A esperança de classificação para a semifinal da Supercopa é a única maneira de o Santos amenizar a crise no clube, motivada pela fraca campanha no Brasileiro-96. O time joga hoje às 23h30 (horário de Brasília) contra o Nacional, em Medellin (Colômbia). No primeiro jogo, o Santos venceu por 2 a 0 e estará classificado se perder por até 1 a 0.

A eventual eliminação complica a situação do técnico José Teixeira, que poderá deixar o clube. Se passar para a semifinal, o time enfrentará Vélez Sarsfield (Argentina) ou Olimpia (Paraguai).

O Santos não terá a zaga titular. Narciso nem viajou, e Sandro faz um teste para saber se poderá entrar em campo. O goleiro Sérgio, com torção no tornozelo, não joga.

O meio-campo deverá ter a volta de Piá, que não atuou na derrota por 2 a 1 para o Flamengo, pelo Campeonato Brasileiro.

A estratégia de Teixeira é reforçar a marcação no meio-campo para atuar nos contra-ataques, aproveitando a necessidade de vitória do time colombiano.

O atacante Edgar Baez viaja hoje para o Paraguai, a fim de regularizar sua situação no Brasil. No retorno, Baez entrará no país não mais como turista, mas com o visto de trabalho.

A previsão da diretoria é a de que o jogador jogue já no próximo domingo, contra o Corinthians.




Santos 2 x 0 Atlético Nacional-COL

Data: 16/10/1996, quarta-feira, 20h30.
Competição: Supercopa da Libertadores – Quartas de final – Jogo de ida
Local: Estádio Benedito Teixeira, em São José do Rio Preto, SP.
Público: 3.350 pagantes
Renda: R$ 30.350,00
Árbitro: Horacio Marcelo Elizondo (ARG).
Gols: Jean (26-1) e Jamelli (41-1).

SANTOS
Edinho; Ânderson Lima, Jean, Ronaldo Marconato e Marcos Adriano; Carlinhos, Marcos Assunção, Vágner (Robert) e Piá (Camanducaia); Jamelli e Alessandro.
Técnico: José Teixeira

ATLÉTICO NACIONAL (COL)
Tuberquia; Ospina, Perea, Forunda e Mosquera; Serna, Gaviria, Pedro Alvares (Arango) e Morantes; Angel e Trellez.
Técnico: Juan Lopes



Santos bate Nacional por 2 a 0 na Supercopa

A partida, válida pelas quartas-de-final do torneio, foi disputada anteontem em São José do Rio Preto. Os gols foram marcados por Jean e Jamelli.

As duas equipes voltam a se enfrentar na próxima quarta-feira, em Medellín, na Colômbia. Pelo Brasileiro, o Santos enfrenta o Flamengo amanhã.



Santos teme torcida ‘sem identidade’ (Em 16/10/1996)

O técnico do Santos, José Teixeira, diz temer “falta de identidade” com o público de São José do Rio Preto para o jogo de hoje contra o Nacional (COL), pela Supercopa. A partida acontece às 20h30, no estádio Benedito Teixeira, o Teixeirão, em São José do Rio Preto (451 km a noroeste de São Paulo).

Com a Vila Belmiro em reformas, o Santos já mandou jogos do Brasileiro em São Paulo, Bebedouro e São Bernardo do Campo.

“Como cada jogo acontece em um local, o time não cria identidade com a torcida”, disse o técnico José Teixeira, que não sabe se terá Jamelli, Marcos Adriano, Anderson e Narciso, contundidos.

O goleiro Higuita, a grande estrela do Nacional, não joga porque está contundido. O atleta também será desfalque no jogo de volta, na Colômbia, no dia 23. No lugar de Higuita, joga Hugo Tuberquia. O volante Alexis Garcia é outro desfalque para o jogo.


Santos 3 x 0 Peñarol

Data: 26/09/1996, quinta-feira, 20h30.
Competição: Supercopa dos Campeões da Libertadores – 1ª fase – Jogo de volta
Local: Estádio Ícaro de Castro Melo, o Ibirapuera, em São Paulo, SP.
Público: 2.603 pagantes
Renda: R$ 17.371,00
Árbitro: Javier Castrilli (ARG).
Cartão vermelho: Adinolfi (P).
Gols: Sandro (08-2), Vágner (19-2) e Alessandro (32-2).

SANTOS
Sérgio; Ânderson Lima, Sandro, Narciso (Jean) e Marcos Adriano; Marcos Assunção, Carlinhos, Vágner e Robert; Jamelli (Camanducaia) e Alessandro.
Técnico: José Teixeira

PEÑAROL
Navarro; Gutierrez, José Enrique De Los Santos, Lima e Adinolfi; Tais, Ruben Pereira e Gonzalo De Los Santos; Bengoechea (Gonzales), Pacheco (Rodrigues) e Sosa (Rotundo).
Técnico: Jorge Fossati


Fonte: Estadão