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Santos 1 x 0 Ferroviária

Data: 19/01/2019, sábado, 17h00.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 8.616 pagantes
Renda: R$ 252.135,00
Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araujo
Assistentes: Anderson José de Moraes Coelho e Bruno Salgado Rizo
Cartões amarelos: Diego Pituca, Alison e Felippe Cardoso (S); Elton, Rodrigão (F).
Gol: Jean Mota (34-2).

SANTOS
Vanderlei, Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Orinho; Alison, Diego Pituca (Copete), Carlos Sánchez e Jean Mota (Yuri); Yuri Alberto (Arthur Gomes) e Felippe Cardoso
Técnico: Jorge Sampaoli

FERROVIÁRIA
Tadeu; Diogo Mateus, Elton, Rayan (Rodrigão) e Julinho (Arthur Henrique); PH, Tony, Maurinho, Fellipe Mateus e Felipe Ferreira (Uilliam); Lúcio Flávio.
Técnico: Vinicius Munhoz



Santos derrota a Ferroviária e começa com vitória a era Sampaoli

O Santos fez bom primeiro tempo, caiu de rendimento na etapa final e parecia abrir seu ano sem conseguir vazar a defesa adversária. Um bom pivô de Felippe Cardoso e um chute firme de Jean Mota, duas das apostas de Jorge Sampaoli para a temporada, porém, mudaram o rumo da partida e decretaram a vitória por 1 a 0 sobre a Ferroviária, na tarde deste sábado, na Vila Belmiro.

O resultado, que teve ainda o primeiro gol da atual edição do Campeonato Paulista, ameniza os problemas internos no Santos, que viu o treinador reclamar da falta de investimentos na equipe durante a semana. Sem Bruno Henrique, que se negou a jogar, o argentino achou um jeito diferente de atuar, com dois centroavantes, e conseguiu sair vitorioso.

O jogo

O Santos começou o seu ano apostando na base de 2018 e na força da Vila Belmiro para encurralar a Ferroviária, mas demorou a ter o domínio do jogo. Com uma posse de bola muitas vezes sem grande perigo para o adversário, o time de Sampaoli mais uma vez só começou a ameaçar o adversário quando Jean Mota teve faltas e escanteios para bater na área, sempre com perigo.

O próprio meia chamou a responsabilidade e ficou perto de abrir o placar quando recebeu bola na entrada da área, deixou quicar e chutou forte, parando em boa defesa de Tadeu. Na cobrança do escanteio, a redonda correu por toda a pequena área sem ser afastada, caiu nos pés de Felippe Cardoso e tinha boas chances de entrar, mas parou em uma barreira montada pela defesa.

Mota seguiu chamando a responsabilidade no meio-campo e quase deixou o Peixe à frente do placar antes do intervalo. Em cobrança de falta da intermediária, bateu no ângulo de Tadeu, que desviou e viu a bola bater no travessão antes de sair. A pressão, ainda que sem tanto futebol, conseguira construir a melhor chance para os donos da casa àquela altura.

Os anfitriões voltaram do intervalo com Arthur Gomes na vaga de Yuri Alberto, aparentemente para dar mais velocidade à equipe. Em começo de temporada e com um forte sol na Vila Belmiro, porém, praticamente nada aconteceu até a parada para hidratação dos atletas, na metade da segunda etapa. Um bom chute de Pituca, defendido com facilidade por Tadeu, foi o principal destaque.

Preocupado em aumentar o ritmo da equipe, visivelmente prejudicado pelo calor, Sampaoli mandou a campo o colombiano Copete, bem mais ofensivo que o volante Pituca. E foi dele que saiu o cruzamento para Felippe Cardoso ajeitar e Jean Mota, de primeira, mandar no canto de Tadeu. Aos 34 minutos do segundo tempo, a torcida podia, enfim, comemorar.

Os minutos finais foram de uma Ferroviária buscando o gol, mas claramente sem as armas técnicas para conseguir vencer a defesa santista. Sampaoli reforçou sua marcação ao colocar Yuri na vaga de Mota, diminuindo as chances de sofrimento e confirmando o triunfo.

Bastidores – Santos TV:

Mota celebra gol decisivo e quer construir “nova história” em 2019

O meia Jean Mota começou bem a temporada 2019. Depois de ser uma das boas notícias do amistoso contra o Corinthians, na semana passada, o armador mostrou por que Jorge Sampaoli apostou nele para este começo de ano. Com bons passes e chutes precisos, um dos quais acabou dentro do gol da Ferroviária, o canhoto foi o melhor jogador em campo na vitória do Santos sobre a Ferroviária, na tarde deste sábado, na Vila Belmiro.

“Começamos com o pé direito, vitória dentro da nossa casa, com a nossa torcida, era o que a gente almejava”, comentou o jogador, bastante aplaudido pela galera ao ser substituído já na parte final da partida, cena que ocorreu poucas vezes anteriormente.

“Tivemos muitas chances no primeiro tempo, mas não conseguimos fazer. Ainda bem que conseguimos no segundo. Representa muito para mim esse carinho da torcida, quero fazer uma nova história em 2019. Gratificante, fruto do trabalho”, avaliou, sem reclamar das vaias de 2018.

“Vamos ser cobrados, futebol é assim, estamos em um time grande, precisamos responder dentro de campo”, concluiu o jogador, que desponta como um dos pilares de Sampaoli neste começo de trabalho.

O resultado, que teve ainda o primeiro gol da atual edição do Campeonato Paulista, ameniza os problemas internos no Santos, que viu o treinador reclamar da falta de investimentos na equipe durante a semana. Sem Bruno Henrique, que se negou a jogar, o argentino achou um jeito diferente de atuar, com dois centroavantes, e conseguiu sair vitorioso.

Torcida do Santos “compra briga” e aplaude jogo de Vanderlei com os pés

A torcida do Santos tomou partido de uma disputa recente no clube alvinegro. Na tarde deste sábado, durante a vitória por 1 a 0 contra a Ferroviária, pela estreia do Campeonato Paulista, os santistas fizeram questão de aplaudir todo e qualquer toque do goleiro Vanderlei com os pés na bola. Uma clara resposta aos pedidos do técnico Jorge Sampaoli por um goleiro que saiba jogar mais bem quando receber a bola na construção das jogadas. O treinador, porém, também recebeu aplausos.

“A explicação tem a ver com sistema e estilo de jogo. Se podemos somar a capacidade de Vanderlei com seu jogo com os pés, para que a construção de início de jogo com o goleiro, que é fundamental, bem-vindo seja. Se não der certo, temos que ter alternativa com quem nos dá essa chance”, explicou o treinador um dia antes, motivando os santistas a festejar seu arqueiro.

“Ele é muito mais ídolo do que eu”, reconheceu Sampaoli após o duelo. O treinador quer um goleiro com boa qualidade nos pés como alternativa para Vanderlei. A ideia, porém, é potencializar o jogo do camisa 1. Para os oito mil presentes à Vila, porém, o atleta já é bom o bastante no setor. Além dos festejos iniciais, Vanderlei ouviu seu nome ser gritado quando a equipe voltou do vestiário, agradecendo o apoio.

Com Vanderlei mantido e Vladimir à espera de um empréstimo, o Santos espera a contratação de Everson nos próximos dias. A diferença entre o oferecido e o pedido é R$ 1 milhão.

O resultado, que teve ainda o primeiro gol da atual edição do Campeonato Paulista, ameniza os problemas internos no Santos, que viu o treinador reclamar da falta de investimentos na equipe durante a semana. Sem Bruno Henrique, que se negou a jogar, o argentino achou um jeito diferente de atuar, com dois centroavantes, e conseguiu sair vitorioso.

Sampaoli reclama do calor e confia no Santos como protagonista

O técnico Jorge Sampaoli gostou do que viu do seu time na tarde deste sábado, contra a Ferroviária, na Vila Belmiro, pela estreia da equipe no Campeonato Paulista. Apontando o calor como um fator de dificuldade, já que os termômetros bateram os 35ºC durante a partida, ele explicou que a intensidade dos seus comandados esteve no limite do aceitável.

“É muito difícil suportar um nível alto com esse calor. Pesa muito, se faz muito difícil ter um ritmo alto e intenso”, avaliou o treinador, que seguiu com o discurso de, independentemente dos reforços, tentar ser protagonista nas partidas que joga.

“Nós tentamos ter a bola, se defender com a bola, ter mais tempo com ela para não ter que nos defender tanto. Não podemos ser ultradefensivos tendo a bola. Por ter tanto domínio, e não ser tão claro, o primeiro tempo poderia ter terminado 2 a 0. Mas tivemos um rival que se defendeu bem”, observou, confiante em seu trabalho.

“O jogo foi favorável, como foi contra o Corinthians. No posicionamento, na quantidade de passes no campo rival. mas faltou contundência, tivemos aproveitamento baixo nas chances de gol. O rival estava muito bem ordenado em campo. Esse é o primeiro jogo oficial, claro que tinha que ser protagonista. Contente pelo esforço dos jogadores que mereceram ganhar. Ainda falta muito para um rendimento ótimo”, concluiu.

Sampaoli diz que contava com Bruno Henrique e critica empresários

O técnico Jorge Sampaoli não escondeu sua insatisfação com a situação do atacante Bruno Henrique, que não apareceu na concentração do Santos para a partida contra a Ferroviária, neste sábado, na Vila Belmiro. Instruído pelos seus empresários a não jogar, nas palavras do próprio treinador, o jogador seria titular da equipe alvinegra neste início de ano.

“A única coisa que posso falar do Bruno Henrique é que ele não se apresentou na concentração. Tentei falar com a diretoria. Iria jogar como titular. Sempre manifestei desde o dia que cheguei que contaria com ele. Isso é com ele e com a diretoria”, comentou o comandante.

Sampaoli já havia deixado claro que contava com o atleta, titular durante toda a temporada de 2017 e que passou por um problema no olho esquerdo no começo do ano passado, dificultando seu aproveitamento. Para o argentino, a atitude de Bruno Henrique foi só mais um exemplo da ingerência dos empresários no futebol.

“Nesse tipo de situação que o jogador vai ganhar mais dinheiro em outro lugar, não posso falar especificamente do caso de Bruno. Quem manda são os empresários, dizem para não se apresentar e ele não vem”, concluiu o técnico.


O Santos pediu à Federação Paulista de Futebol (FPF) a transferência de seus jogos para o Pacaembu por dois meses a partir da estreia no Campeonato Paulista contra a Ferroviária, no dia 19, confirmada para a Vila Belmiro.

O Peixe não conseguiu fazer toda a reforma durante as férias do elenco e quer tempo para viabilizar outras mudanças. Veja a nota oficial abaixo.

“O Santos Futebol Clube está solicitando à Federação Paulista de Futebol (FPF) a transferência de seus jogos como mandante para o Pacaembu por período de 60 dias após a estreia contra a Ferroviária, marcada para o dia 19 de janeiro. A solicitação ocorre por conta de haver a necessidade da realização de manutenções de maior porte em determinados setores da Vila Belmiro, como a cobertura dos camarotes e revestimento da marquise, bem como algumas melhorias no entorno do gramado, especialmente atrás do gol da arquibancada do placar”.

Se a FPF aprovar, o Santos jogará quase toda a primeira fase do Paulistão e o início da Sul-Americana no Pacaembu. O presidente José Carlos Peres disse que o Peixe atuaria 60% dos seus compromissos na capital paulista.


Santos 3 x 2 Atlético-MG

Data: 24/11/2018, sábado, 20h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 37ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)
Auxiliares: Rafael da Silva Alves e Jorge Eduardo Bernardi.
Cartão amarelo: Gabriel, Dodô, Alison e Diego Pituca (S); Cazares (A).
Cartão vermelho: Carlos Sanchéz (S).
Gols: Carlos Sánchez (01-1), Ricardo Oliveira (16-1), Felippe Cardoso (33-1) e Gabriel (36-1); Ricardo Oliveira (07-2).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Dodô; Alison, Diego Pituca e Carlos Sánchez; Gabriel (Renato), Derlis González (Jonathan Copete) e Felippe Cardoso (Rodrygo).
Técnico: Cuca

ATLÉTICO-MG
Victor; Emerson, Léo Silva, Gabriel e Fábio Santos; Galdezani (Alerrandro), Elias e Cazares; Luan (Lucas Cândido), Chará (Terans) e Ricardo Oliveira.
Técnico: Levir Culpi


Santos 1 x 1 Botafogo

Data: 21/11/2018, quarta-feira, 21h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 36ª rodada (antepenúltima)
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 3.620 pagantes
Renda: R$ 64.715,50
Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)
Auxiliares: Henrique Neu Ribeiro e Eder Alexandre (SC)
Cartões amarelos: Gabriel e Luiz Felipe (S); Marcinho (B).
Gols: Rodrygo (35-1) e Brenner (14-2).

SANTOS
Vladimir; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Dodô; Arthur Gomes (Copete), Alison, Diego Pituca e Rodrygo (Anderson Ceará); Gabriel e Felippe Cardoso (Eduardo Sasha).
Técnico: Cuca

BOTAFOGO
Gatito Fernandez; Marcinho, Marcelo Benevenuto, Igor Rabello e Moisés; Rodrigo Lindoso, Matheus Fernandes, Léo Valencia (Renatinho) e Luiz Fernando; Erik (Rodrigo Pimpão) e Brenner (Kieza).
Técnico: Zé Ricardo



Sem chance de Libertadores, Santos e Botafogo empatam na Vila

Santos e Botafogo empataram em 1 a 1 na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro, pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols foram marcados por Rodrygo e Brenner.

Durante a partida, Peixe e Fogo souberam do fim das chances matemáticas de classificação para a Libertadores da América em 2019. O Atlético-MG venceu o Internacional no Beira-Rio e não pode mais ser alcançado no G6.

Paulistas e cariocas agora precisam vencer um dos dois jogos finais do Brasileirão para sacramentar a presença na Sul-Americana da próxima temporada.

O jogo

Os primeiros minutos de Santos e Botafogo foram tão sem emoção quanto as arquibancadas vazias da Vila Belmiro.

O Fogão ficou com a posse de bola na primeira parte e assustou parcialmente o Peixe aos seis minutos, em chute travado de Moisés na área. Aos 15, Gabriel chutou e a bola tocou na zaga antes de ir para escanteio.

O torcedor só levantou aos 34′, quando Felippe Cardoso recebeu de Gabigol, fez fila e acertou o travessão. Segundos depois, saiu o gol santista.

Rodrygo quebrou jejum de três meses ao receber de Victor Ferraz na pequena área, ter o primeiro chute defendido por Gatito e aproveitar com oportunismo o rebote. Antes do intervalo, o Santos, já melhor postado, administrou o resultado parcial com tranquilidade.

O Botafogo voltou melhor para o segundo tempo e quase empatou em seis minutos, em cabeceio de Erik na trave direita de Vanderlei. Aos 9, o Santos respondeu com finalização de fora da área de Alison.

Aos 14, a pressão dos visitantes surtiu efeito e o Peixe novamente sucumbiu pelo alto. Valencia cobrou falta na área, Diego Pituca vacilou na marcação e a bola sobrou para Brenner empatar. E três minutos depois, quase veio a virada. Moisés recebeu cruzamento no segundo pau e cabeceou forte para excelente defesa de Vladimir.

Quando o placar marcava 22, a arbitragem protagonizou uma lambança. Gabigol acertou o rosto de Valencia ao proteger a bola e Heber Roberto Lopes o expulsou. Na sequência, consultou o bandeirinha, anulou a marcação e aplicou cartão amarelo.

Com o empate no placar, Santos e Botafogo não tiveram forças e criaram pouquíssimas chances na Vila. Na melhor do Bota, Pimpão demorou para chutar quase na pequena área e foi travado por Copete aos 41. No minuto 44, Victor Ferraz finalizou para boa defesa de Gatito.

Na base do abafa, o Santos quase empatou no fim. Aos 46, Gabigol foi deslocado na área, mas Heber não deu pênalti. No minuto 47, a bola bateu na mão de Marcelo na área e a penalidade também não foi marcada. E no último lance, ainda deu tempo de Gustavo Henrique cabecear, a bola bater em Gatito e tocar na trave.

No fim das contas, ponto melancólico para ambos os times e ausência na Libertadores da América em 2019.

Susto no Santos e histórico familiar fazem Cuca decidir por cirurgia

O técnico Cuca, do Santos, passará uma cirurgia cardíaca no final deste ano. A notícia surpreendeu a todos na noite desta quarta-feira e deixou funcionários e torcedores preocupados.

Pessoas próximas ao treinador, porém, afirmam que não há motivo para alarde. A decisão de Cuca passa mais por precaução do que por urgência médica.

Cuca sofreu o susto em 23 de setembro, na derrota do Peixe por 2 a 1 para o Cruzeiro, no Mineirão. O profissional sentiu dor e dormência no vestiário depois da partida. No dia seguinte, ele foi convencido pelo ex-médico Jorge Merouço a passar por exames.

No hospital, Cuca soube que quase enfartou. Outros testes foram feitos posteriormente e os resultados apontaram uma obstrução na artéria coronária. Para liberar o fluxo sanguíneo, um stent – uma espécie de tubo feito de metal –, será colocado na intervenção cirúrgica.

A cautela aumenta por conta do histórico familiar. O pai de Cuca morreu devido a problemas cardíacos e Cuquinha, irmão e auxiliar, teve que ser submetido a uma cirurgia no coração durante a passagem pelo Shandong Luneng-CHI, em 2015.

O planejamento de Cuca ainda não está totalmente definido, mas, a princípio, será de descanso por alguns meses após a cirurgia. O técnico não se preservou desde que soube do problema e trabalhou normalmente na rotina do CT Rei Pelé, inclusive com participação nos rachões do elenco profissional.

Cuca tentou guardar a situação em segredo até o fim do Campeonato Brasileiro, porém, o presidente José Carlos Peres atrapalhou ao citar um suposto problema de saúde em entrevista ao Bandsports. Ao ser questionado sobre o assunto, o técnico preferiu não mentir e admitiu para a imprensa

Cuca já pensava em deixar o Santos antes mesmo de saber sobre a necessidade da cirurgia. O treinador teve desavenças com o presidente e dificilmente permaneceria. O contrato vai até dezembro de 2019, mas não prevê multa rescisória.


Santos 3 x 0 Fluminense

Data: 27/10/2018, sábado, 16h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 31ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 8.680 pagantes
Renda: R$ 165.563,50
Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)
Auxiliares: Henrique Neu Ribeiro e Eder Alexandre (ambos de SC).
Cartões amarelos: Robson Bambu e Gabigol (S); Airton, Fernando Neto e Marlon (F).
Gols: Gabriel (38-2, de pênalti), Victor Ferraz (42-2) e Carlos Sánchez (43-2).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Robson Bambu e Dodô; Alison (Bryan Ruíz), Carlos Sánchez e Diego Pituca; Rodrygo (Copete), Gabriel e Bruno Henrique (Derlis González).
Técnico: Cuca

FLUMINENSE
Rodolfo; Igor Julião, Frazan (Alex), Paulo Ricardo e Marlon; Aírton (Mateus Norton), Dodi, Fernando Neto e Daniel (Cabezas); Marcos Júnior e Júnior Dutra.
Técnico: Marcelo Oliveira



Santos desencanta no fim, derrota o Flu e cola no G6 do Brasileiro

O Santos colou no G6 do Campeonato Brasileiro na tarde deste sábado. Jogando na Vila Belmiro, em duelo direto entre duas equipes que almejam uma vaga na Copa Libertadores, o Peixe não fez um bom primeiro tempo, mas acordou na etapa final e venceu o time alternativo do Fluminense por 3 a 0, com gols de Gabriel, Victor Ferraz e Carlos Sánchez, todos anotados nos últimos minutos da partida.

Com o resultado, a equipe dirigida por Cuca chegou aos 46 pontos, empatando com o sexto colocado Atlético-MG, que está à frente por ter uma vitória a mais – o Galo só entra em campo na segunda-feira, contra o Ceará, na Arena Castelão. O Fluminense, por sua vez, ficou no nono lugar, com 40 pontos, mas pode perder posições até o final do dia.

O jogo

O primeiro tempo foi disputado em ritmo lento, com ambos os times criando poucas chances de gol. O Santos, porém, começou pressionando nos minutos iniciais explorando as jogadas de linha de fundo. A zaga carioca, bem postada, suportou os ataques alvinegros.

Aos oito minutos, o Fluminense assustou. Após cobrança de escanteio, Fernando Neto pegou o rebote e arriscou de fora da área, exigindo grande defesa de Vanderlei. O lance, contudo, já havia sido paralisado por impedimento.

Apesar de ter o domínio da posse de bola, o Santos errava muitos passes e tinha dificuldades de entrar na defesa tricolor. O Fluminense, por sua vez, conseguiu chegar com algum perigo por meio da bola aérea, mas também pouco ameaçou a meta de Vanderlei na primeira parte do jogo.

Para tornar o Peixe mais criativo, Cuca voltou com Derlis González no lugar do apagado Bruno Henrique. Com o paraguaio, o time da casa precisou de pouco tempo para mostrar outra postura. Aos três minutos, Lucas Veríssimo cabeceou no canto, fazendo o goleiro do Fluminense trabalhar.

Pouco depois, Rodrygo subiu livre e testou com força, mas Rodolfo conseguiu espalmar a bola para o travessão. Aos 11 minutos, Gabigol perdeu chance incrível de abrir o placar. Em grande jogada individual pela esquerda, Rodrygo foi até a linha de fundo e cruzou rasteiro. A bola desviou e sobrou limpa para o camisa 10, que isolou por cima.

O Santos teimava em fazer o goleiro do Fluminense trabalhar. Aos 17 minutos, após mais um levantamento na área, Rodrygo bateu de primeira, mas Rodolfo evitou o gol da equipe mandante. Aos 28, Victor Ferraz cruzou na medida para Carlos Sánchez, que testou na direção do gol. Frazan, contudo, salvou quase em cima da linha.

De tanto insistir, o Santos finalmente abriu o placar na Vila Bemiro. Aos 36 minutos, Gabriel foi derrubado por Alex na área. Na cobrança do pênalti, o artilheiro do Brasileirão bateu forte, no alto, desta vez sem chances de defesa para Rodolfo. O gol abriu a defesa carioca, que ainda seria vazada mais duas vezes: primeiro por Victor Ferraz, depois por Carlos Sánchez.

Bastidores – Santos TV:

Gabriel marca o gol de número 12.500 da história do Santos

Gabriel Barbosa escreveu mais um importante capítulo da história do Santos na tarde deste sábado. Ao abrir o placar em cobrança de pênalti na vitória por 3 a 0 sobre o Fluminense, na Vila Belmiro, o atacante anotou o gol de número 12.500 da história do clube paulista.

O Menino da Vila já havia marcado o tento de número 12 mil em fevereiro de 2014, quando tinha apenas 17 anos, em goleada por 5 a 1 sobre o Botafogo-SP, na Vila Belmiro, pelo Campeonato Paulista. Quatro anos depois, o camisa 10 volta a ser orgulhar de mais uma marca importante em sua carreira.

“Muito contente por mais uma placa. Se eu ganhar, né (risos). Mas estou muito feliz. Fiz o gol 12.000, agora o 12.500. Deus está me abençoando bastante. Glorifico esse momento não só meu, mas também da equipe”, celebrou à TV Globo, na saída de campo.

Apesar do placar elástico, o Santos encontrou dificuldades diante do Fluminense. Tanto que só abriu o marcador aos 38 minutos, com Gabigol, que converteu o pênalti sofrido por ele mesmo. Depois, aos 42 e 43, respectivamente, Victor Ferraz e Carlos Sánchez deram números finais à partida.

“A gente sabia que seria muito complicado. O Fluminense não veio com o time titular, mas tinha muita qualidade. A gente sabia disso. O primeiro tempo foi complicado, mas sabíamos que quando fizéssemos o primeiro gol as coisas poderiam abrir, como abriu”, completou.

Com o resultado, o Santos chegou aos 46 pontos e colou de vez no G6 do Campeonato Brasileiro. O Atlético-MG, que entra em campo somente na segunda-feira, é o sexto colocado, com a mesma pontuação, mas tem uma vitória a mais.

Cuca revela bronca no intervalo e celebra momento do Santos

Após um primeiro tempo sonolento, o Santos acordou na etapa complementar e venceu o Fluminense por 3 a 0 na tarde deste sábado, na Vila Belmiro. Após a partida, o técnico Cuca revelou ter dado uma bronca para mexer com o brio dos jogadores no intervalo.

“Eu gosto desses meninos como filhos. Faço tudo o que posso por eles, mas tem dias que você tem de pegar um pouquinho mais pesado. É bom dar uma chacoalhada de vez em quando. Eles responderam muito bem. No geral, temos feito dois tempos equilibrados”, declarou o treinador.

Depois de um primeiro tempo em que correu riscos na bola aérea do Fluminense, o Santos voltou para a segunda etapa com Derlis González no lugar de Bruno Henrique. Com a entrada do paraguaio, Rodrygo e Gabigol cresceram de produção.

“A gente mexe o lugar do Rodrygo para ter uma condição melhor. Hoje, no segundo tempo, ele achou o espaço dele. Participou do segundo gol, cabeceou uma bola na trave, jobou bem. Depois saiu para a entrada do Copete, que veio para fortalecer o jogo aéreo”, explicou Cuca.

Depois de tanto insistir, o Santos abriu o placar aos 38 minutos com Gabigol, de pênalti, sofrido por ele mesmo. O Fluminense, então, se abriu e acabou levando outros dois, anotados por Victor Ferraz e Carlos Sánchez, aos 42 e 43, respectivamente.

Com a vitória, a quarta em cinco jogos, o Santos chegou aos 46 pontos e colou de vez no G6 do Campeonato Brasileiro. O Atlético-MG, que entra em campo somente na segunda-feira, é o sexto colocado, com a mesma pontuação, mas tem uma vitória a mais.

“A gente vem em uma recuperação muito boa. Estamos jogando um bom futebol. Não é sempre, mas na maioria temos jogado bem. Isso é devido aos treinamentos. Faltando sete jogos, a gente tem uma ambição, que é chegar na Libertadores. Temos de fazer o melhor. Sábado tem o Palmeiras, um jogo duríssimo, temos que nos preparar bem”, concluiu.

Dodô reitera desejo de ficar no Santos, mas foca em classificação

O lateral esquerdo Dodô reiterou o desejo de permanecer no Santos em 2019. O clube, que também tem interesse na sequência da parceria, disputa uma vaga na Copa Libertadores por meio do Campeonato Brasileiro, após o qual a renovação deverá ser sacramentada.

“Eu gostaria de ficar. Já falei disso no começo do ano. Tem que sentar quando acabar o campeonato e ver a melhor maneira para eu conseguir ficar”, disse, à Rádio Globo, após a vitória por 3 a 0 sobre o Fluminense, no último sábado, na Vila Belmiro.

Embora Dodô negue publicamente o início das conversas, o Peixe já abriu as negociações com o estafe do jogador, emprestado pela Sampdoria-ITA até o dia 31 de dezembro deste ano.

A tendência é que a diretoria encabeçada por José Carlos Peres pague a multa no valor de 1,5 milhão de euros (cerca de R$ 6,2 milhões na cotação atual) para ter o atleta em definitivo.

“Mais importante que a renovação é o Santos chegar na Libertadores. É o foco do momento. Quero pensar no grupo, na vaga que ainda é possível. Quando a situação tiver definida, a gente pensa na renovação. Vamos continuar sonhando”, declarou.

A sete rodadas do fim do Brasileirão, o Santos ocupa o sétimo lugar com 46 pontos, ficando atrás do Atlético-MG por ter uma vitória a menos. O quinto e sexto colocados avançam para a pré-Libertadores.

Satisfeito com a atuação do time no triunfo de sábado, Dodô já projetou o clássico contra o Palmeiras, no próximo sábado, no Allianz Parque. “O importante é que a bola entrou no segundo tempo. Concretizamos nosso domínio nos 90 minutos. Merecemos o placar”, avaliou.

“São três pontos na nossa luta. O time está de parabéns. Temos uma semana para descansar e preparar para esse jogo no sábado, contra o Palmeiras. Vamos continuar sonhando com essa vaga”, concluiu.