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Santos 2 x 1 Grêmio

Data: 11/10/2020, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 15ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)
Auxiliares: Kleber Gil e Éder Alexandre (ambos de SC).
VAR: Wagner Reway (PB)
Cartões amarelos: Jobson e Marinho (S); Robinho, David Braz e Rodrigues (G).
Cartão vermelho: David Braz (G).
Gols: Marinho (19-1, de pênalti); Diego Souza (27-2) e Marinho (33-2, de pênalti).

SANTOS
João Paulo; Pará, Lucas Veríssimo, Luan Peres e Felipe Jonatan (Laércio); Diego Pituca, Jobson e Jean Mota (Madson); Marinho, Arthur Gomes e Kaio Jorge (Lucas Lourenço).
Técnico: Cuca

GRÊMIO
Vanderlei; Orejuela, Paulo Miranda (Rodrigues), David Braz e Bruno Cortez (Diogo Barbosa); Lucas Silva (Maicon), Thaciano e Robinho (Isaque); Luiz Fernando, Pepê e Diego Souza (Everton).
Técnico: Renato Gaúcho



Com dois gols de Marinho, Santos vence Grêmio e entra no G6 do Brasileiro

Neste domingo, o Santos recebeu o Grêmio na Vila Belmiro, pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro, e saiu com a vitória pelo placar de 2 a 1. Com dois gols marcados por Marinho, o Peixe conquistou os três pontos e chegou ao 12º jogo consecutivo sem derrota. Diego Souza fez para os visitantes.

Com o resultado, a equipe comandada pelo técnico Cuca chega a 24 pontos conquistados e sobe para a sexta colocação, entrando na zona de classificação para a próxima edição da Copa Libertadores. O Tricolor Gaúcho, por sua vez, estaciona nos 17 pontos e aguarda os outros resultados para saber qual posição vai ocupar ao final da rodada.

O jogo

O Santos criou a primeira boa chance da partida logo aos dois minutos. quando Arthur Gomes cabeceou por cima do gol após cruzamento na medida de Pará. Aos 13, o Peixe chegou bem mais uma vez. Kaio Jorge dominou na entrada da área depois de desvio da defesa, ajeitou e bateu com força para boa defesa de Vanderlei.

E aos 17 minutos, os donos da casa não perdoaram. Kaio Jorge recebeu em profundidade pelo lado direito, tentou fazer o cruzamento e viu a bola bater no braço de Paulo Miranda. O árbitro Braulio da Silva Machado viu a infração e marcou a penalidade máxima, cobrada e convertida pelo atacante Marinho.

O Grêmio quase deixou tudo igual aos 31 minutos. Robinho bateu escanteio fechado, Diego Souza subiu sozinho e, de cabeça, mandou raspando no pé da trave. Pouco depois, o Santos respondeu com Jean Mota, que chutou colocado após passe de Kaio Jorge e acertou o poste.

Diego Pituca, em bela finalização de letra para completar cruzamento de Marinho, e Lucas Silva, em chute forte da entrada da área, ainda criaram boas chances para suas equipes. Contudo, o placar de 1 a 0 persistiu até a saída para o intervalo.

O Alvinegro Praiano quase ampliou a vantagem aos cinco minutos do segundo tempo. Arthur Gomes arrancou em velocidade e soltou para Jean Mota, que fez o cruzamento rasteiro, para trás, e achou Marinho. Na marca do pênalti, o camisa 11 bateu de primeira e acertou o travessão.

No entanto, foi o Tricolor Gaúcho que marcou o segundo gol do jogo. Aos 27 minutos, Diogo Barbosa fez boa jogada e encontrou Isaque, que rolou para Pepê. O atacante tocou na entrada da área para a chegada de Diego Souza, que chegou batendo firme, de primeira, e acertou o canto esquerdo de João Paulo, sem chances para o goleiro alvinegro.

Cinco minutos depois, porém, o árbitro viu, com o auxílio do VAR, uma falta de David Braz em Marinho dentro da área e assinalou outro pênalti para o Santos. O artilheiro do Peixe foi para a cobrança, deslocou Vanderlei e recolocou os donos da casa na frente.

O arqueiro gremista ainda salvou os visitantes em duas oportunidades, ao defender finalização de Madson após cruzamento rasteiro de Marinho e cabeceio de Lucas Veríssimo em cobrança de escanteio do camisa 11. Nos acréscimos, foi a vez de João Paulo evitar o gol adversário em belo chute de Maicon e garantiu a vitória santista.

Bastidores – Santos TV:

Cuca elogia atuação do Santos contra o Grêmio e comenta contratação de Robinho

Neste domingo, o Santos conseguiu uma boa vitória contra o Grêmio, na Vila Belmiro, pelo placar de 2 a 1, pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em entrevista coletiva após a partida, o técnico Cuca elogiou a atuação da equipe alvinegra no confronto, apesar da dificuldade imposta pelos adversários na segunda etapa.

“Eu vi um bom jogo, um jogo bem jogado, bem disputado, com duas equipes tentando a vitória. Nós, lógico, por estarmos jogando em casa, saímos para o jogo. O primeiro tempo foi muito bem jogado por parte do Santos. A gente teve saída de bola, chegadas pelos dois lados, infiltrações, diagonais. Fizemos um gol, pecamos em não fazer o segundo, e quando você joga contra uma equipe como o Grêmio, você pode ser surpreendido a qualquer momento”, declarou o comandante.

“O segundo tempo foi mais difícil. O Renato é um cara que tem o time na mão, já está há muitos anos à frente do Grêmio. Ele sentiu que tinha que jogar mais à frente. E tudo isso vai surtindo efeito, são grandes jogadores. Um jogo bem pensado pelo treinador do outro lado também. Tivemos uma dificuldade maior, mas, mesmo tomando o gol de empate, continuamos a jogar e buscar o gol. Criamos chances, botamos duas bolas na trave e acabamos sendo premiados com o segundo gol”, acrescentou.

Por outro lado, Cuca lamentou as oportunidades perdidas pelo Peixe, que poderiam ter deixado a situação dos donos da casa mais tranquila. O treinador citou os chutes na trave de Marinho e Jean Mota, e a finalização de letra de Diego Pituca como bolas que “eram para entrar”.

“A gente tem pecado na definição. Temos criado muitas chances, mas pecamos na definição. A gente tem trabalhado nesse quesito, o pouco que dá, porque não tem tempo. Tem dia que o jogador vai ser feliz na conclusão, e tem dia que ele não vai ser tão feliz. A bola do Jean Mota era uma bola para entrar e bateu na trave, a bola do Marinho era para entrar e deu na trave, a bola do Pituca de letra era para entrar e passou a meio metro. São pequenas diferenças que fazem o resultado final”, disse.

O comandante santista ainda comentou a contratação do atacante Robinho. Para o técnico, o jogador de 36 anos, condenado a nove anos de prisão por violência sexual na Itália, em 2017, pode ajudar a equipe “dentro e fora de campo”.

“Eu recebi (a notícia) ontem (sábado) à tarde. Eu estava na Vila, reunido com o pessoal e recebi a notícia dele lá. A gente espera que ele nos ajude muito dentro e fora de campo. Como é uma pessoa de índole e caráter maravilhoso, sem dúvida nenhuma vai nos ajudar. Ainda não pensei em como utilizar o Robinho, requer um tempo, ele tem que entrar em condição de jogo primeiro. Tudo isso tem tempo para depois a gente conversar e entender o que é melhor”, apontou Cuca.


Santos 1 x 1 Fortaleza

Data: 27/09/2020, domingo, 20h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 12ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC).
Auxiliares: Alex dos Santos e Thiaggo Americano Labes.
VAR: Rafael Traci
Cartões amarelos: Felipe Jonatan (S); Romarinho (F).
Gols: Madson (41-1) e Gabriel Dias (02-2).

SANTOS
João Paulo; Madson (Pará), Alex, Luan Peres e Felipe Jonatan; Diego Pituca, Jean Mota (Carlos Sánchez) e Arthur Gomes (Raniel); Marinho, Soteldo (Lucas Braga) e Kaio Jorge (Lucas Lourenço).
Técnico: Cuca

FORTALEZA
Felipe Alves; Gabriel Dias, Jackson, Paulão e Carlinhos; Felipe (Fragapane), Juninho e David (Marlon); Romarinho, Osvaldo (Ronald) e Wellington Paulista (Yuri César).
Técnico: Rogério Ceni



Santos sai na frente, mas cede empate ao Fortaleza na Vila Belmiro

Neste domingo, Santos e Fortaleza se enfrentaram na Vila Belmiro, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em jogo movimentado, com boas chances para ambos os lados, as equipes ficaram no empate em 1 a 1. Madson abriu o placar no primeiro tempo, enquanto Gabriel Dias deixou tudo igual na segunda etapa.

Com o resultado, o Peixe fica com 17 pontos conquistados e segue na oitava colocação da tabela. O Sport tem mesma pontuação, mas fica na frente pelo número de vitórias (5 a 4). Com um ponto a menos, o Leão do Pici aparece logo atrás, na nona posição.

O jogo

Jogando em casa, o Santos levou o primeiro perigo ao gol defendido por Felipe Alves logo aos sete minutos de partida. Após cobrança de escanteio de Soteldo, Paulão cabeceou para trás, e a bola sobrou para Marinho, que emendou de primeira. O goleiro tricolor caiu bem e espalmou.

O Fortaleza respondeu aos 11 minutos, em chute de Osvaldo que passou à esquerda, próximo da meta santista. Pouco depois, novamente foi a vez do Santos de ameaçar. Felipe Jonatan recebeu cruzamento longo de Madson e bateu forte, mas mandou para fora.

Aos 30 minutos, o Leão do Pici assustou ao acertar uma bola na trave. Osvaldo fez o cruzamento para a área, Welligton Paulista não conseguiu encostar, e a bola carimbou o poste, mas o auxiliar assinalou impedimento. Aos 40, Kaio Jorge desviou de cabeça e também mandou na trave.

Marcando em cima e forçando muitos erros de passe dos adversários, o Santos conseguiu tirar o zero do placar aos 41. Em cobrança de falta, Marinho alçou na área leonina, Madson acertou um belo peixinho e balançou as redes para colocar os donos da casa em vantagem antes do intervalo.

Com Yuri César no lugar de Wellington Paulista, a equipe comandada por Rogério Ceni voltou ligada e chegou ao empate logo aos dois minutos do segundo tempo. Em cobrança de escanteio de Juninho, o zagueiro Gabriel Dias subiu sozinho e completou de cabeça para deixar tudo igual na Vila Belmiro.

O Peixe quase retomou a liderança do marcador aos cinco minutos, em bela jogada de Arthur Gomes. O camisa 23 recebeu na área, deu um chapéu em Paulão, outro em Carlinhos, e bateu, exigindo boa defesa de Felipe Alves. Cinco minutos depois, Marinho tentou um voleio na pequena área após cruzamento de Soteldo e mandou perto da trave.

Ao longo da segunda etapa, o cansaço começou a afetar os jogadores de ambos os times. O Alvinegro tentou pressionar em busca do gol da vitória e até criou boas chances, mas o Fortaleza conseguiu segurar o ímpeto santista. Assim, o empate persistiu até o apito final.

Cuca fala em “jogo ideal” do Santos, mas lamenta chances desperdiçadas

Apesar do empate em casa contra o Fortaleza, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro, o técnico Cuca afirmou que o Santos fez o “jogo ideal” na Vila Belmiro. Em entrevista coletiva virtual, o comandante elogiou a atuação do Peixe e afirmou estar contente com a produção do elenco alvinegro na partida.

“Foi o jogo ideal. esse é o jogo. A gente tem jogado assim quase todos os jogos. Mesmo nas derrotas a gente tem sido melhor que o adversário, tido mais posse de bola. Estamos construindo um padrão de jogo bacana, interessante. Tem dias que o jogador não consegue jogar na alta intensidade que eles têm. Tem fatores que atrapalham, cansaço, desgaste, dor, então temos que saber que eles são seres humanos. Estou contente com o que eles produziram hoje”, declarou o treinador.

No entanto, Cuca lamentou as diversas chances perdidas pelo Santos, que poderiam dar a vitória aos donos da casa. Na segunda etapa, o Alvinegro Praiano chegou perto de voltar a ter vantagem no placar, mas os atacantes não conseguiram completar para as redes.

“Nós mexemos, jogamos o time mais para frente. Depois dos 15, 20 minutos, eles tiveram até uma ou outra chance, mas nós perdemos gols incríveis, com Soteldo, Raniel, Marinho, com todos os atacantes, porque criamos muitas chances. Ao meu ver, era para termos vencido, uma partida que tivemos grande parte do controle, sofremos alguns contra-ataques que é natural sofrer, e não fomos felizes na finalização. Esse foi o fator que nos tirou dois pontos”, explicou.

Além disso, o técnico santista também apontou a ausência de Lucas Veríssimo, com edema na panturrilha, como determinante para o gol marcado pelo Fortaleza. Gabriel Dias deixou tudo igual aos três minutos da etapa final, após cobrança de escanteio de Juninho.

“Eles fizeram o gol em uma bola que não tínhamos nosso pilar, nossa estrutura maior, que é o Lucas (Veríssimo). Ele é o homem que pega essa bola. Nosso homem da bola foi tirado pelo jogador deles, e eles fizeram o gol aos três minutos”, disse.

Com o resultado, o Santos fica com 17 pontos conquistados e segue na oitava colocação da tabela do Brasileirão.

Cuca cita chances criadas e vê “jogo bem jogado” contra o Fortaleza

Após o empate entre Santos e Fortaleza no último domingo, o técnico Cuca avaliou a atuação de sua equipe. O treinador citou as chances de gol criadas pelo Peixe, mas reconheceu o bom desempenho defensivo do time de Rogério Ceni.

De acordo com Cuca, o desgaste pela sequência de jogos não atrapalhou o desempenho do Santos, que conseguiu criar chances suficientes para sair de campo com a vitória.

“Não, o desgaste não atrapalhou. Eu trabalhei com dois meias, o Arthur e o Jean Mota, um centroavante, mais dois pontas, então era para criar por dentro. No segundo tempo ainda mais com as entradas do Lucas Lourenço, do Sánchez, tentando fazer o jogo. No primeiro tempo fomos bem pelo lado direito, no segundo foi trabalhado mais pelo esquerdo porque foi onde se encontrou espaço, e uma vez no fundo de campo, você tem que fazer o cruzamento”, disse o treinador.

“Desses cruzamentos nós tivemos muitas oportunidades, com Jean Mota, Marinho, Raniel, uma de cabeça muito clara. Diversas com o próprio Madson chegando na linha de fundo, e a gente errando o último movimento. Então, foi criando muitas alternativas de jogo, foi um jogo bem jogado, em que o adversário se postou muito bem defensivamente e teve ainda alguns contra-ataques perigosos”, completou.

Ainda falando sobre a criação de jogadas, Cuca negou que sinta falta de um meia armador do elenco, relembrando também que o Peixe está impedido de fazer contratações por conta de uma punição da Fifa.

“Eu estou contente com o que tenho. Tenho esses meninos e estou fechado com eles. Não adianta falar que não tem isso, não tem aquilo, até porque não pode contratar, então não vai resolver nossa vida. Meu grupo é esse aí e está bom”, concluiu.

Cuca diz que Santos não tem time titular e reforça rodízio : “Vou usar todo mundo”

O técnico Cuca comentou as alterações nos onze iniciais do Santos que enfrentaram o Fortaleza, no empate por 1 a 1 na noite de domingo, em relação ao time que entrou em campo na Copa Libertadores e venceu o Delfín na quinta-feita.

Foram três mudanças: na lateral-direita, saiu Pará e entrou Madson; na zaga, saiu Lucas Veríssimo e entrou Alex; no meio-campo, saiu Sánchez e entrou Jean Mota.

“Do jeito que a gente está jogando, viajando, se desgastando, a gente não tem uma titularidade. A gente tem diversos jogadores que a gente vai usando”, afirmou o treinador.

“A gente tem essa maratona de jogos e não vai parar por aí. Eu jogo quinta-feira à noite no Paraguai, aí viajo do Paraguai à Goiânia para jogar no domingo. Então, sai de madrugada de Goiânia para ir pegar o Corinthians. Na quarta, volta, troca de roupa e pega o Grêmio. Então, vou usar todo mundo, não tem onze titulares. Eles têm trabalhado bem, não temos perdido jogador por lesão, graças a Deus, senão seria bem pior”, completou.

Sobre Kaio Jorge, que começou jogando pela segunda partida consecutiva, Cuca se mostrou satisfeito com o desempenho do garoto de apenas 18 anos. “Ele está cooperando muito, abrindo espaço, vindo buscar, às vezes tem jogado como segundo atacante com o Raniel, cabeceou uma bola na trave hoje. Daqui a pouco a bola dele entra, e ele pega mais confiança”, disse.

O mesmo vale para outro jovem do elenco, o zagueiro Alex. Cuca já adiantou que ele será titular no jogo do meio de semana contra o Olimpia, pela Libertadores. “Ele vai jogar e vamos ver o companheiro dele. Não tenho Luan Peres, nem Lucas Veríssimo, o Alison está machucado, então vamos ver. Vou fazer o melhor que eu puder. Quinta-feira é decisão”, ressaltou.

Santos tem pior início de Brasileirão como mandante dos últimos 20 anos

Antes grande arma do Santos, a Vila Belmiro não vem fazendo a diferença para o Peixe na temporada de 2020. Com o empate de domingo contra o Fortaleza, o Alvinegro Praiano registrou o pior início de Campeonato Brasileiro como mandante dos últimos 20 anos.

Em sete partidas disputadas na Vila nesta edição da competição nacional, a equipe comandada pelo técnico Cuca conquistou apenas dez pontos. Foram duas vitórias (contra Athletico-PR e Atlético-MG), quatro empates (contra RB Bragantino, Vasco, São Paulo e Fortaleza) e uma derrota (contra o Flamengo).

Em 1999, o Santos somou nove pontos nos sete jogos iniciais como mandante no Brasileirão (duas vitórias, três empates e duas derrotas). Desde então, o Peixe sempre fez mais de dez pontos nas sete primeiras partidas em que teve o mando de campo, não necessariamente na Vila Belmiro.

O duelo com os cearenses também representou o terceiro jogo seguido do Alvinegro sem vitória na Baixada Santista, incluindo o empate com o Olimpia, pela Copa Libertadores. Com Cuca, a equipe paulista venceu apenas duas vezes, empatou cinco e perdeu uma em oito compromissos na Baixada, totalizando um aproveitamento de 45,83%.

Cuca lamenta crise política no Santos e pede mais paz: “Querendo ou não, afeta em campo”

Após o empate em 1 a 1 no domingo contra o Fortaleza, o Santos terá uma segunda-feira decisiva na política do clube.

Como adiantou a Gazeta Esportiva, o Conselho Deliberativo vota hoje o parecer do pedido de afastamento imediato do presidente José Carlos Peres e de sete membros do Comitê de Gestão: Anilton Perão, Bruno Carbone, Estevam Juhas, Fábio Gaia, Matheus Rodrigues, Paulo Schiff e Pedro Dória.

O técnico Cuca, em coletiva pós-jogo, revelou incômodo em relação ao momento. “Eu, particularmente, tive um dia muito ruim, porque amanhã a gente tem um dia conturbado aqui no Santos, pode ocorrer uma série de coisas politicamente, e a gente está à mercê disso. Por mais que o Doria, o Mateus, o Jorge estejam com a gente, estejam trabalhando junto, amanhã tudo pode acontecer e, de repente, cambiar tudo”, comentou.

A Comissão de Inquérito e Sindicância concordou com o Conselho Fiscal sobre irregularidades na gestão de Peres. O Peixe teve as contas de 2019 reprovadas – houve superávit de R$ 23,5 milhões de superávit no ano passado, mas o clube contou com contabilização da venda de Rodrygo ao Real Madrid, da Espanha, por R$ 190 mi.

“Passei falando com advogado, muitas vezes pensando que está um peso muito grande e que as coisas têm que se organizar também para que fora de campo a gente tenha um pouco mais de paz. Querendo ou não, afeta dentro, a gente fica sabendo de tudo que ocorre, e isso também afeta um pouco. Vamos torcer para que as coisas andem de um jeito que seja bom para o Santos e que a gente fique ileso disso, para quinta-feira fazer um jogo decisivo com o Olimpia”, ressaltou Cuca.

Cuca explica escolha de Marinho como capitão: “Prêmio pelo que ele tem representado”

O atacante Marinho carregou a faixa de capitão do Santos pela primeira vez no empate contra o Fortaleza, na Vila Belmiro, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em entrevista coletiva virtual, o técnico Cuca explicou que a escolha veio como “prêmio” pelo momento do camisa 11 e pelo que ele representa para o Peixe.

“É um prêmio pelo que ele vive e pelo que ele tem representado também. É um jogador que tem muitos ‘memes’ com ele, mas é um cara que tem uma liderança perante o grupo, então ele mereceu a faixa. Uma pena ela não ter vindo com a vitória”, declarou o comandante.

Cuca também afirmou ter conversado com o jogador por conta das brincadeiras envolvendo seu nome. Na saída do gramado, Marinho quebrou o silêncio após um tempo sem dar entrevistas e afirmou que quer “ser lembrado apenas pelo trabalho e não por ‘meme’”,

“Eu já falei com ele. O Marinho é um pacote. É aquele Marinho extrovertido, alegre, brincalhão, que o povo brinca, e isso faz ele ter empatia de todo mundo. Isso ele não pode perder. Agora, junto disso tem um jogador que é uma liderança também. Eu já conversei sobre isso com ele. Ele não pode ficar bravo, ele tem que curtir essas coisas. Eu curto um monte de coisa minha. Faz parte do pacote”, disse o treinador.

Marinho diz que quer ser lembrado pelo trabalho no Santos e não por “meme”

Marinho quebrou o silêncio ao dar entrevista logo depois do empate do Santos com o Fortaleza, na Vila Belmiro, neste domingo.

Em grande fase com a camisa do Peixe, o atacante sabe que se tornou também um personagem folclórico no futebol e, por isso, tem preferido evitar os microfones.

“O silêncio é justamente para focar mais pelo meu trabalho, para todo mundo falar do Marinho pelo que ele faz em campo. Respeito a todos vocês da imprensa, mas era o momento, para que meu nome venha a ser lembrado apenas pelo meu trabalho e não por ‘meme’, mas pelo trabalho que venho fazendo”.

Na entrevista ao Premiere, o camisa 11 aproveitou para explicar os minutos em que ficou no gramado do Estádio Nilton Santos, sozinho, depois do empate por 0 a 0 com o Botafogo, na rodada anterior do Campeonato Brasileiro.

“A gente fica mal. Pelo que a gente criou, eu fico mal quando a gente perde, empata. Pra mim foi um empate com gosto de derrota, fiquei num momento meu ali, porque às vezes você chega no vestiário e quer quebrar tudo, eu fiquei irritado comigo mesmo, algumas jogadas que, de repetente, poderia ter caprichado mais”.

Ciente de que havia certa expectativa pela sua convocação à Seleção Brasileira, Marinho evitou falar em frustração por não ter sido lembrado pelo técnico Tite na última lista.

“Uma coisa que não me frustra, Deus sabe de todas as coisas, sigo trabalhando no Santos, tenho que fazer meu melhor aqui e, se tiver que acontecer, vai ser um lucro muito grande”.

Marinho não foi convocado, mas ostentou a faixa de capitão do Santos pela primeira vez neste sábado.

“O orgulho maior é vestir essa camisa. Complicado falar, a emoção é grande, ser capitão do time. Costumo falar que capitão são os 11 jogadores que estão aqui, buscando, trabalhando”.

Apesar da boa fase, o experiente santista não conseguiu levar a equipe alvinegra a uma vitória em cima do Fortaleza.

“A gente acabou saindo ganhando, tomamos gol muito cedo no segundo tempo, criamos oportunidades, mas vamos seguir, já temos que virar a chave, porque já tem Libertadores na quinta-feira”.


Santos 0 x 0 Olimpia-PAR

Data: 15/09/2020, terça-feira, 21h30.
Competição: Copa Libertadores – Grupo G – 3ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: fechado devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Leodán Gonzalez (URU)
Auxiliares: Nicolas Taran e Richard Trinidad (ambos do URU).
Cartões amarelos: Marinho (S); Candia e De La Cruz (O).
Cartões vermelhos: Rodrigo Rojas (O).

SANTOS
João Paulo; Pará (Madson), Lucas Veríssimo, Luan Peres e Felipe Jonatan (Jean Mota); Alison (Lucas Lourenço), Diego Pituca e Carlos Sánchez; Marinho, Soteldo e Raniel (Marcos Leonardo).
Técnico: Cuca

OLIMPIA (PAR)
Azcona; Otálvaro, Leguizamón, Alcaraz e Torres; Ortiz, Rodrigo Rojas, Candia (De La Cruz) e Alejandro Silva (Derlis González); Camacho (Caballero) e Roque Santa Cruz (Pitta).
Técnico: Daniel Garnero



Santos pressiona Olimpia, mas não consegue sair do 0 a 0 no retorno da Libertadores

O Santos não conseguiu vencer o Olimpia, nesta terça-feira na Vila Belmiro, pela retomada da Libertadores. Defendendo a liderança do grupo, o Peixe pressionou os paraguaios, mas saiu com empate por 0 a 0.

Em jogo travado com muitas faltas dos visitantes, a equipe de Cuca atuou por boa parte do segundo tempo com um homem a mais, mas não conseguiu tirar proveito da superioridade numérica para furar o bloqueio do adversário.

Com o resultado, o Peixe manteve a liderança do grupo G, mas perdeu o aproveitamento de 100%. Os santistas têm sete pontos, após duas vitórias e um empate, contra cinco do Olimpia, que aparece na segunda colocação.

O jogo

Com pouca criação no início, o Santos viu o Olimpia criar a primeira chance de gol da partida. Aos nove minutos, Ortiz finalizou de fora da área para boa defesa de João Paulo.

O Peixe só conseguiu chegar aos 24 minutos. Marinho fez belo lançamento para Soteldo na ponta esquerda, o venezuelano cruzou para trás e encontrou Diego Pituca após corta-luz de Raniel. O volante pegou de primeira, mas o chute saiu no meio do gol, para defesa fácil de Azcona.

Em seguida, aos 26, o Olimpia recebeu com pancada de Pitta do bico da área, para mais uma intervenção de João Paulo.

A principal chance santista veio aos 37 minutos. Soteldo recebeu na ponta esquerda, deixou com Raniel e correu para receber a devolução dentro da área. O venezuelano bateu na saída do goleiro mas a bola pegou no pé direito da trave e por pouco não entrou.

De volta do intervalo, o Santos se postou no campo de ataque e passou a pressionar o Olimpia em busca do gol. A maior parte da criação surgiu pelas pontas, com Marinho pela direita e Soteldo pela esquerda.

Aos dez minutos, o venezuelano escapou pela lateral da área e cruzou na segunda trave para Sánchez, que ajeitou com o peito para Raniel. O atacante não conseguiu alcançar a bola e perdeu boa chance de marcar.

Aos 20, Rodrigo Rojas fez falta dura, por trás, em Marinho na entrada da área, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso de campo. Na cobrança, Sánchez acertou a barreira e desperdiçou outra boa oportunidade.

Com um homem a mais, o Peixe não conseguiu transformar a superioridade em chances para marcar. Os paraguaios esfriaram o jogo com faltas e a equipe de Cuca não encontrou os espaços.

Na parte final, entraram Lucas Lourenço, Marcos Leonardo e Jean Mota para reforçar o ataque, mas o Peixe não chegou mais nenhuma vez com perigo à meta paraguaia.

Nos minutos finais, Jean Mota cobrou falta com perigo aos 40, Pituca arriscou chute de fora da área aos 43 e Madson tentou batida cruzada já nos acréscimos, mas nada surtiu efeito. 0 a 0 na Vila Belmiro.

Confrontos – Santos TV:

Santos apela para cruzamentos e só acerta dois: “Era o que sobrava”, diz Cuca

Diante da forte marcação do Olimpia (PAR), o Santos apelou para os cruzamentos na Vila Belmiro. E a estratégia não funcionou no empate em 0 a 0, pela terceira rodada da fase de grupos da Libertadores da América.

O Peixe cruzou 28 vezes na área. E acertou duas delas, de acordo com o Sofascore. Apenas Marinho (um de oito) e Pará (um de três) foram corretos no fundamento.

“Era o que sobrava, cruzamento. Por dentro estavam fechados. Queriam que afunilássemos. Jogo é diferente. Até entender a arbitragem se fica nervoso, o pau come. Para lá e para cá, é preciso entrar no espírito da Libertadores. Olimpia não perde nada aos grandes times que vão disputar competição a nível de ganhar. Time de tradição, forte, equipe muito boa”, disse o técnico Cuca, em entrevista coletiva.

“Tenho três lances na cabeça. O primeiro que fizemos a parede, a única certa. Jogo estava pedindo essa jogada, lado de campo estava fechado e por dentro tínhamos tabela. Quando aconteceu com Raniel e Soteldo, bola bateu na trave. E no segundo tempo duas chances, uma que Sánchez ajeitou e Raniel não definiu e uma última com Madson, com Marcos Leonardo livre e na hora de cruzar erra o cruzamento. Pecamos nesse passe final, três chance claríssimas. Se acertássemos uma delas, teríamos ganhado”, completou.

Cuca vê desequilíbrio no elenco do Santos e lamenta noite ruim do meio-campo

Cuca avaliou o empate do Santos em 0 a 0 com o Olimpia na noite desta terça-feira, na Vila Belmiro, pela terceira rodada da fase de grupos da Libertadores da América.

O técnico destacou o desequilíbrio no elenco para encontrar variações táticas e lamentou o jogo ruim do meio-campo diante dos paraguaios.

“Difícil. Quando se tem opções para mudar taticamente a equipe, dois centroavantes ou dois armadores (…). Temos dificuldades. Bom plantel, mas sem equilíbrio em alguns setores. Não preciso dizer, vocês sabem. Buscamos criar essas oportunidades”, disse Cuca, em entrevista coletiva.

“Conseguimos chegar nesse jogo com a equipe principal. Raniel ficou 10 dias parado (em quarentena em função do novo coronavírus), há uma queda física e técnica. Mas tecnicamente não fizemos grande jogo no meio-campo, na criação, na individualidade. Nos faltou isso”, completou.

Madson e Lucas Lourenço? Cuca explica titularidade para Pará e Alison no Santos

Parte da torcida do Santos pede por Madson e Lucas Lourenço no time titular, com Pará e Alison no banco de reservas e Diego Pituca como primeiro volante. Cuca, neste momento, discorda.

O técnico valoriza Pará e Alison, capitães do elenco. Ambos foram substituídos no segundo tempo do empate em 0 a 0 com o Olimpia.

“Discordo que Madson seja mais ofensivo. Madson tem fundo melhor, Pará entra muito bem na diagonal e por dentro, por termos um ponta aberto. Aproveita mais esse espaço que Madson. Motivo de ter jogado é esse. Saiu machucado e era titular, questão de coerência e confiança no jogador”, disse Cuca, antes de falar sobre Alison.

“Depende da maneira que se joga. Se jogar com poucos atacantes, não tem problema. Mas pela maneira com que se joga, time fica vulnerável sem um defensor no meio-campo. Nós tiramos o Alison durante o jogo. Melhorou depois que ele saiu? Quantas chances tivemos a mais? Não se trata de culpar um jogador”, completou.

Líder do Grupo G da Libertadores da América com sete pontos, o Santos voltará a campo para enfrentar o Botafogo, domingo, no Engenhão, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Soteldo vê bom jogo do Santos contra o Olimpia: “Esse é o caminho”

Yeferson Soteldo gostou da atuação do Santos no empate em 0 a 0 com o Olimpia na noite desta terça-feira, na Vila Belmiro, pela terceira rodada da fase de grupos da Libertadores da América.

O Peixe teve um a mais na metade final do segundo tempo e, mesmo assim, não conseguiu vencer. O Alvinegro segue líder do Grupo G, agora com sete pontos.

“No começo não estávamos ligados. Sabemos que a Libertadores não é como o Brasileiro, é mais difícil, o árbitro não apita tudo. Depois a gente entendeu, começou a jogar, eles passaram dos 30 minutos do 1º tempo até o fim com todo mundo atrás.
Não foi suficiente, mas a gente tentou, jogou bem. Todos os caras hoje jogaram muito bem, fiquei contente, no segundo tempo mais que tudo. Hoje não deu certo, mas esse é o caminho”, à Conmebol TV.


Santos 2 x 2 São Paulo

Data: 12/09/2020, sábado, 19h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 10ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: fechado devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP)
Auxiliares: Marcelo Carvalho Van Gasse e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa (ambos de SP).
VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP)
Cartões amarelos: Soteldo, Luan Peres (S); Igor Vinícius, Hernanes (SP).
Gols: Gabriel Sara (07-1), Madson (29-1) e Gabriel Sara (37-1); Marinho (45-2)

SANTOS
João Paulo; Madson, Lucas Veríssimo, Alison, Luan Peres; Diego Pituca, Carlos Sánchez (Marinho), Arthur Gomes (Wagner Leonardo); Soteldo (Jean Mota), Lucas Braga e Marcos Leonardo (Lucas Lourenço).
Técnico: Cuca

SÃO PAULO
Volpi; Igor Vinícius; Diego Costa, Léo e Reinaldo; Tchê Tchê (Luan), Sara, Hernanes (Brenner), Igor Gomes, Vitor Bueno (Paulinho Boia) e Luciano.
Técnico: Fernando Diniz



Santos e São Paulo empatam em clássico eletrizante na Vila Belmiro

Neste sábado, Santos e São Paulo fizeram um clássico muito movimentado e empataram por 2 a 2, em partida válida pela décima rodada do Campeonato Brasileiro. Muito criticado pela torcida nos últimos jogos, Gabriel Sara marcou os dois gols do Tricolor, enquanto Madson e Marinho, de falta, balançaram as redes para Peixe.

O clássico teve um primeiro tempo eletrizante. O Tricolor iniciou o jogo dominante, marcando com Gabriel Sara logo no início e criando chances para ampliar. No entanto, na primeira chegada do Santos, Madson marcou de cabeça e deixou tudo igual. Quando o Peixe crescia na partida, o São Paulo construiu boa jogada pela direita e Sara marcou seu segundo gol.

O segundo tempo foi menos animado, mas sem cair no marasmo. O Peixe voltou melhor e mais intenso do intervalo, conseguindo chegar ao gol de empate em cobrança de falta de Marinho, contando com a colaboração de Volpi. Pouco antes, a partida foi paralisada por conta de uma falha parcial no sistema de iluminação na Vila Belmiro.

Com o resultado, o Santos chegou aos 15 pontos, na sexta posição. Enquanto isso, o São Paulo foi aos 18 pontos, na segunda colocação.

O jogo

O São Paulo começou melhor em campo e levou perigo desde o início. Primeiro, Reinaldo avançou com liberdade e finalizou em cima de João Paulo. Logo em seguida, aos sete minutos, Luan Peres tentou sair jogando e foi desarmado por Gabriel Sara, que invadiu a área e tocou na saída do goleiro para abrir o placar.

Mesmo com a vantagem no placar, o Tricolor continuou no campo de ataque, conseguindo recuperar diversas bolas na intermediária ofensiva. Além de chutes de Vitor Bueno e Hernanes facilmente defendidos por João Paulo, Igor Vinícius perdeu grande chance ao receber lançamento de Tchê Tchê dentro da área e chutar para fora.

Mesmo acuado na partida, o Santos conseguiu empatar aos 29 minutos da primeira etapa. Sánchez bateu escanteio com precisão pela direita e Madson subiu entre dois defensores para testar e balançar as redes. Pouco depois, quase a virada: após escanteio da esquerda, Gabriel Sara desviou contra a própria meta e exigiu boa defesa de Volpi.

O Santos voltou a ter grande chance com Soteldo, que fez fila na entrada da área, entortou Léo e finalizou rasteiro, exigindo boa defesa de Volpi. No entanto, aos 37, o Tricolor conseguiu uma boa escapada e voltou a marcar. Gabriel Sara fez belo lançamento para Igor Vinícius, que avançou pela direita e cruzou rasteiro para o meia que iniciou a jogada. Sara chegou batendo de primeira e fez seu segundo gol no jogo.

Cuca mexeu duas vezes no intervalo e o Santos voltou mais intenso, levando perigo logo no início. Diego saiu jogando errado pela direita, Soteldo roubou a bola e cruzou na medida para Sánchez que testou livre à esquerda da meta de Volpi. O jogo esfriou nos minutos seguintes e o Peixe só voltou a chegar nos 20, quando Lucas Lourenço arriscou chute perigoso de fora da área.

Como o sistema de iluminação da Vila Belmiro teve uma queda, a partida ficou paralisada por cerca de 15 minutos. Logo no retorno, Marinho sofreu uma falta na intermediária e ele mesmo bateu. Volpi decidiu inverter a barreira e, na finalização forte do atacante do Peixe, ficou sem reação no meio do gol, aceitando o chute. 2 a 2 no placar.

Bastidores – Santos FC:

Cuca justifica Marinho no banco e parabeniza time por reação contra o São Paulo

Após ficar em desvantagem no marcador duas vezes, o Santos conseguiu buscar o empate contra o São Paulo na noite deste sábado, pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro. Na Vila Belmiro, o técnico Cuca justificou a decisão de começar com Marinho no banco e parabenizou seu time pela reação no clássico.

No primeiro tempo, o São Paulo saiu na frente por meio de Gabriel Sara, o Santos empatou com Madson e o mesmo Sara marcou novamente. Na etapa complementar, em uma falha do goleiro Tiago Volpi, Marinho determinou o placar final em cobrança de falta.

“De uma maneira geral, acho que o time no segundo tempo foi muito bem. Não é fácil dominar um jogo como dominamos na segunda etapa, sair duas vezes atrás e buscar o resultado duas vezes. Então, o time está de parabéns, mesmo não tendo vencido”, afirmou Cuca.

Responsável por sete gols e três assistências nas primeiras 10 rodadas do Campeonato Brasileiro, Marinho é o principal jogador do Santos nesta temporada. Após começar no banco de reservas, ele foi colocado por Cuca no lugar de Carlos Sanchez durante o segundo tempo e evitou a derrota do time mandante.

“Hoje, era um jogo importantíssimo e, terça-feira, não é menos importante”, disse Cuca, sobre o duelo contra o Olímpia, pela Copa Libertadores. “Sendo líder, você tem que jogar com o máximo de força. O Marinho sentiu um desconto no adutor e eu pretendia nem usá-lo aqui, mas o jogo pediu e tivemos que colocar”, justificou.

Veríssimo admite primeiro tempo ruim e valoriza melhora na etapa complementar

Em um clássico movimentado na Vila Belmiro, Santos e São Paulo empataram por 2 a 2 na noite deste sábado, pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro. Na saída do gramado, o zagueiro Lucas Veríssimo admitiu o primeiro tempo abaixo do esperado e valorizou a evolução na metade final.

No primeiro tempo, o São Paulo saiu na frente por meio de Gabriel Sara, o Santos empatou com Madson e o mesmo Sara marcou novamente. Na etapa complementar, em uma falha do goleiro Tiago Volpi, Marinho determinou o placar final em cobrança de falta.

“Realmente, a gente não fez um grande primeiro tempo e o time deles foi superior. Mas, ainda assim, criamos. O professor puxou um pouco no vestiário e fizemos um grande segundo tempo. É claro que a gente errou bastante ainda e vamos corrigir para que não aconteça novamente”, disse Veríssimo em entrevista ao Premiere.

O empate diante do São Paulo na Vila Belmiro mantém o Santos ainda sem vencer clássicos nesta temporada. Com o resultado diante do rival, o time alvinegro contabiliza 15 pontos ganhos e figura no sexto lugar da tabela de classificação do Campeonato Brasileiro.

Elogiado por Cuca, meia de 19 anos comemora nova chance no time profissional

Colocado durante o segundo tempo do clássico contra o São Paulo, disputado na noite deste sábado, Lucas Lourenço teve sua segunda chance no time profissional do Santos. Aos 19 anos, o jovem meia celebrou a nova oportunidade no Campeonato Brasileiro e ganhou elogios do técnico Cuca na Vila Belmiro.

“Ele é chato. Menino, mas maduro. É malandro, prende a bola. É pequeno, mas sabe usar o corpo e tem inteligência. Colocou uma bola na diagonal para o Madson que só um meia consegue. Vai evoluir, é lógico. Tem 19 anos e muito chão ainda pela frente. Está engatinhando”, disse Cuca.

Em 2018, Lucas Lourenço foi escalado pelo mesmo treinador durante o confronto com o Sport, disputado na Ilha do Retiro. Na noite do último sábado, o meia substituiu Marcos Leonardo na etapa complementar do clássico encerrado com empate por 2 a 2.

“Estou muito feliz por reestrear e por estrear na Vila Belmiro como profissional. Nesses dois anos, segui trabalhando forte e não baixei a cabeça. Hoje, surgiu a oportunidade. Agradeço ao professor e ao grupo, que me recebeu superbem. Agora, vamos para cima”, disse o garoto, sincero.

“Nas primeiras bolas, você fica um pouco ansioso, mas, depois, acaba entrando no jogo. Para mim, foi importante receber o apoio de todos e me senti muito à vontade. Estou muito feliz pela oportunidade. É agarrar e, se Deus quiser, não sair mais”, afirmou Lucas Lourenço.


Santos 3 x 1 Atlético-MG

Data: 09/09/2020, quarta-feira, 21h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 9ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: fechado devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
Auxiliares: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa e Thiago Henrique Neto Correa Farinha (ambos do RJ).
VAR: Carlos Eduardo Nunes Braga (RJ)
Cartões amarelos: Felipe Jonatan (S); Allan e Keno (A).
Cartão vermelho: Rafael (A).
Gols: Arthur Gomes (21-1), Franco (34-1) e Marinho (38-1); Marinho (52-2).

SANTOS
João Paulo; Madson (Derick), Jobson, Alex Nascimento (Wagner Leonardo) e Felipe Jonatan; Diego Pituca, Carlos Sánchez (Ivonei) e Arthur Gomes; Marinho, Soteldo e Lucas Braga.
Técnico: Cuca

ATLÉTICO-MG
Rafael; Mariano, Igor Rabello, Júnior Alonso e Arana; Jair (Marquinhos), Allan (Hyoran), Franco e Eduardo Sasha; Savarino (Keno) e Marrony (Victor).
Técnico: Jorge Sampaoli



Santos vence o Atlético-MG com um a mais no reencontro com Sampaoli

O Santos venceu o Atlético-MG por 3 a 1 na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro. A partida marcou o reencontro do Peixe com Jorge Sampaoli.

Os gols do Alvinegro foram marcados por Arthur Gomes e Marinho (2). O Galo fez o dele com Franco. A expulsão do goleiro Rafael, aos 15 minutos do primeiro tempo, facilitou as coisas para o Santos, que teve 11 desfalques e Jobson improvisado como zagueiro.

Com a segunda vitória consecutiva, o Santos pula para a sexta colocação, com 14 pontos, um a menos que o Atlético-MG, o quarto na tabela.

O jogo

O primeiro tempo foi muito movimentado na Vila Belmiro. E o Atlético-MG dominou as primeiras ações e teve diversas chances para abrir o placar.

Aos 3, João Paulo salvou em finalização de Eduardo Sasha. No rebote, Felipe Jonatan evitou o gol de Savarino. No minuto 5, Marrony teve duas chances de chutar e foi travado.

Quando o placar marcava sete jogados, o Santos respondeu. Soteldo fez jogada individual e cruzou para Marinho. O atacante chutou travado e a bola passou perto da trave.

Aos 12, a melhor oportunidade do Galo. Savarino e Eduardo Sasha, quase na pequena área, chutaram para grandes defesas de João Paulo.

No minuto 15, tudo mudou. Mariano recuou mal, Rafael saiu desesperado do gol e foi expulso por falta dura em Marinho. Sem o goleiro, Jorge Sampaoli precisou tirar Marrony e recompor a defesa com Victor.

Sem ritmo de jogo, o goleiro reserva falhou. Arthur Gomes rabiscou e chutou fraco no meio. O experiente atleticano aceitou por baixo das pernas. 1 a 0 para o Peixe aos 21.

No minuto 25, Eduardo Sasha apareceu de novo. Ele aproveitou erro de Jobson e finalizou, mas o próprio volante (improvisado como zagueiro) consertou na linha.

Aos 28, nova polêmica com a arbitragem. Arthur Gomes tenta driblar Júnior Alonso, que intercepta com o braço. O juiz teve o auxílio do VAR e mandou seguir.

Com 34 jogados, o Atlético empatou. Jobson errou passe infantil, Sasha armou o contra-ataque e serviu Franco. A bola desviou em Alex e matou João Paulo. 1 a 1.

Mesmo com um a mais, o Santos não conseguiu controlar a partida, mas foi efetivo. A resposta veio rápido, aos 38, quando Sánchez lançou Madson. O lateral-direito cruzou para Marinho aparecer como um centroavante e desempatar. 2 a 1.

Ainda deu tempo para Madson ter gol bem anulado por impedimento e Eduardo Sasha ficar perto de novo empate em finalização cruzada nos acréscimos.

A etapa final começou com muito menos intensidade (e chances claras de gol). O Santos melhorou a marcação e ofereceu menos espaços ao Atlético-MG.

A emoção só voltou ao jogo no minuto 26. Marinho recebeu sozinho, avançou e fez o gol. A arbitragem marcou o impedimento e confirmou a decisão depois de demora no VAR.

Uma discussão na área técnica fez Arzul, preparador de goleiros do Santos, e Pablo Fernández, preparador físico do Atlético-MG, serem expulsos. Jorge Sampaoli levou o cartão amarelo e está suspenso para a partida contra o Red Bull Bragantino.

Nos minutos finais, o Santos conseguiu administrar a partida e confirmou a vitória com gol de pênalti de Marinho, nos acréscimos após auxílio do VAR. O Peixe terminou o jogo com cinco da base: João Paulo, Derick, Wagner Leonardo, Ivonei e Arthur Gomes.

Bastidores – Santos TV:

Cuca valoriza vitória do Santos: “Jogar contra Sampaoli motiva a todos”

O Santos superou a lista de 11 desfalques para vencer o Atlético-MG de Jorge Sampaoli nesta quarta-feira, na Vila Belmiro, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro.

O técnico Cuca valorizou a vitória santista e destacou Sampaoli, ex-Peixe.

“Eu acho que jogar contra o Sampaoli motiva a todos. É um grande treinador, cheio de ideias novas, tem sangue na veia. Ele e a comissão dele, o preparador tava bravo hoje (Pablo Fernández). Imagina, eu acalmei ele (risos). Mas eles sabem que têm time para brigar na parte de cima. E lógico que eles vendem muito caro a derrota. A gente tem que tentar saborear isso porque ganhamos de um grande time com uma grande comissão técnica”, disse Cuca.

“Garotos entraram bem, é gostoso. É sempre muito perigoso. Nós não sabemos o que é o menino no jogo, sabemos no treino. Mas o jogo é diferente. E eles se saíram bem. Para nós isso é precioso”, completou o treinador.

Jobson foi improvisado como zagueiro. João Paulo, Alex Nascimento, Wagner Leonardo, Derick, Ivonei e Arthur Gomes, todos da base, participaram da partida.

Cuca valoriza união no Santos: “Tinha tudo para todo mundo estar p da vida”

Cuca valorizou a união do elenco do Santos após a vitória por 3 a 1 sobre o Atlético-MG na última quarta-feira, na Vila Belmiro, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro.

Com problemas financeiros, o Peixe possui débitos com os atletas. O Alvinegro fez uma proposta de acordo para o corte salarial durante a paralisação no futebol em função do novo coronavírus.

“Torcedor vê a luta dos meninos. Tinha tudo para todo mundo estar p da vida, salário atrasado, “não vou jogar’, aquilo… Ninguém fala nada. Estamos unidos, pessoal corre atrás para organizarmos. Diretoria, presidente. E vamos melhorar ainda mais daqui a pouquinho. O principal a gente tem: a união do grupo”, disse Cuca, em entrevista coletiva.

Everson e Eduardo Sasha, hoje no Atlético-MG, entraram na Justiça do Trabalho contra o Santos. As ações não vingaram e o Peixe negociou a dupla por cerca de R$ 15 milhões.

Fernando Uribe processou o Peixe por meio da CNRD e aguarda por uma resposta do órgão da CBF.

Jobson diz que bem venceu o mal no Santos e admite “saber nada da posição”

O meio-campista Jobson comemorou a vitória do Santos na noite da quarta-feira contra o Atlético-MG, por 3 a 1. Pelas redes sociais, ele agradeceu a Deus “por fazer o bem vencer o mal mais uma vez”.

O triunfo da rodada teve um sabor diferente para o jogador, que reencontrou Jorge Sampaoli, seu algoz em 2019. O argentino costumava dizer que o atleta tinha dificuldade de se encaixar no sistema tático: o meio-campista atuou em apenas quatro jogos, sendo titular apenas uma única vez.

“Mesmo errando e sem saber nada da posição”, afirmou o Jobson, que atuou improvisado como zagueiro pelo técnico Cuca. O camisa 8 foi o responsável pela perda de bola que resultou no gol do Galo. Seu desempenho foi mais seguro no segundo tempo.

Arthur Gomes minimiza xingamentos no Santos; Marinho defende

Contestado por boa parte da torcida do Santos, Arthur Gomes tem ganhado espaço no elenco sob o comando do técnico Cuca.

O atacante foi titular em duas partidas consecutivas – Ceará e Atlético-MG -, como meia. E agradou ao treinador. Diante do Galo, ele abriu o placar.

Arthur lembrou dos xingamentos da torcida diante das poucas oportunidades de atuar como titular e valorizou a formação no Peixe.

“É muito importante para mim. Claro que a vitória foi muito importante para a equipe também, mas, para mim, acho que foi muito importante, pela desconfiança que existia. Quando você não joga, é normal ser criticado e ser até xingado, mas sempre fui feliz aqui no Santos e meu maior desejo sempre foi fazer gol e jogar bem. Sempre que entro em campo quero dar minha vida, porque Santos me ajudou muito desde que cheguei aqui aos 11 anos de idade. Estou muito feliz hoje por ter feito o gol e ainda mais por sair com os 3 pontos”, disse Arthur, antes de lembrar do teste na armação com o mesmo Cuca em 2018.

“Em 2018, quando o Cuca veio, ele me colocou de meia contra o Corinthians, quando fui muito bem, e contra o Cruzeiro também. Então, do meio para frente, não tenho muita dificuldade para jogar e vou dar meu máximo para ajudar onde ele me colocar”, completou.

Marinho, grande destaque alvinegro na temporada, foi às redes sociais elogiar Arthur.

“Parabéns, meu irmão. Feliz pelo seu gol, pela sua dedicação. Você merece esse reconhecimento e apoio. De fora pode não vir, mas aqui você tem uma família”, escreveu o camisa 11.

Cuca valoriza meninada do Santos: “Para nós isso é precioso”

O técnico Cuca quebrou a cabeça para escalar o Santos que derrotou o Atlético-MG por 3 a 1, na noite desta quarta-feira. Com muitos desfalques, o time foi a campo com algumas improvisações e com várias crias da base.

“Estou muito feliz e orgulhoso desse time, dessa meninada. Acabar o jogo com os meninos é um sabor enorme que a gente tem”, disse o treinador, em entrevista coletiva.

Com os 11 desfalques, o Peixe relacionou 20 jogadores e só teve 19 à disposição – Pará, com desgaste muscular, não teve condição. Além dele, ficaram de fora: Lucas Veríssimo, Luan Peres e Alison (suspensos); Raniel e Kaio Jorge (covid-19); Vladimir, Luiz Felipe, Anderson Ceará, Renyer e Jean Mota (departamento médico).

O time terminou com cinco Meninos da Vila: O goleiro João Paulo; os zagueiros Wagner Leonardo (pela primeira vez sob o comando do Cuca) e Derick (estreia como profissional); o meio-campista Ivonei e o atacante Arthur Gomes.

“Entraram bem, é gostoso. É sempre muito perigoso. Nós não sabemos o que é o menino no jogo, sabemos no treino. Mas o jogo é diferente. E eles saíram-se bem. Para nós isso é precioso. Uma vitória contra um baita time, candidato ao título, com um baita treinador, mas a gente enfrentou, mesmo com todas as baixas que tivemos, e fizemos um grande jogo. Eu acho que foi justo o resultado”, completou o comandante.

Alex Nascimento comemora titularidade na zaga do Santos: “Um sonho sendo realizado”

O zagueiro Alex Nascimento recebeu a oportunidade de começar como a titular no time do Santos na vitória contra o Atlético-MG, na noite da quarta-feira.

Muito desfalcado no setor defensivo, a equipe do técnico Cuca foi para o confronto recheada de novidades e até com uma improvisação na zaga, com o meio-campista Jobson.

“Cada jogo, é um sonho sendo realizado. Tive a oportunidade de iniciar a partida em um jogo complicado, e graças a Deus fizemos uma bela apresentação e saímos com a vitória”, afirmou Alex, que foi titular pela primeira vez sob o comando de Cuca

“O grupo é unido, e estamos assimilando muito bem a filosofia e o estilo de jogo do professor Cuca. Estamos em uma crescente, e com certeza vamos brigar por todos os títulos que a gente estiver disputando”, acrescentou.

Wagner Leonardo estreia em 2020 no Santos e valoriza “leitura de jogo”

Wagner Leonardo estreou em 2020 pelo Santos e fez a sua segunda partida como jogador profissional. E foi logo contra o Atlético-MG de Jorge Sampaoli.

O zagueiro entrou no segundo tempo e manteve o bom desempenho de Alex Nascimento. Fez cortes precisos por cima e por baixo e não sentiu o ritmo alto do jogo.

Atento no banco de reservas, Palha, como é conhecido no elenco, valoriza a leitura de jogo antes de atuar por pouco mais de 30 minutos.

“Eu venho me preparando todos os dias para quando a oportunidade chegar poder ajudar a equipe da melhor maneira possível. É muito bom poder entrar em campo e sair com os 3 pontos”, disse Wagner Leonardo, à Gazeta Esportiva.

“Quando se está no banco, você precisa estar atento e fazer uma leitura do jogo, porque quando se entra no meio do partida não se pode errar. Tem que entrar ligado para ajudar a equipe”, completou.

Wagner ainda destacou a importância dos Meninos da Vila – o Peixe terminou essa partida com cinco em campo: João Paulo, Wagner Leonardo, Derick, Ivonei e Arthur Gomes.

“Com certeza. Essa é a história do Santos, os meninos da Vila fazem parte do Santos e é muito bom poder ter um treinador que acredita nos meninos”, concluiu.

Wagner Leonardo tem 21 anos e contrato com o Santos até agosto de 2024.

Derick se emociona com estreia no Santos e é chamado de “novo Domingos”

Aos 18 anos, Derick estreou como jogador profissional do Santos na última quarta-feira, na vitória por 3 a 1 sobre o Atlético-MG, na Vila Belmiro.

O zagueiro entrou nos minutos finais e deu conta do recado. A alegria foi grande na família de santistas.

“Estou feliz, desde pequeno foi o que sempre sonhei. Grande parte da minha família é santista. Meu pai, meu avô, meu tio, todo mundo. Não tenho palavras para descrever o que estou sentindo. É só gratidão”, disse Derick, à Santos TV.

“Foi emocionante, não esperava entrar na estreia. Estou feliz pelo resultado, pelo empenho”, completou.

Na resenha do canal do Peixe, Derick foi chamado de outro zagueiro da história recente…

“É o novo Domingos”, brincou Sandry.

Com 1,94 m de altura, Derick é o zagueiro mais alto do grupo principal. Ele é mais alto que Lucas Veríssimo (1,88), Luan Peres (1,90), Luiz Felipe (1,87), Alex Nascimento (1,89) e Wagner Leonardo (1,83).

Derick chegou ao Santos para em 2015, para o sub-13, e possui contrato 30 de setembro de 2021. O acordo tem opção de renovação por mais dois anos. O Peixe possui 100% dos direitos econômicos.

Marinho, do Santos, comemora gol em libras: “Estou aprendendo”

O atacante Marinho foi herói da vitória do Santos mais uma vez na noite desta quarta-feira, marcando duas vezes no 3 a 1 sobre o Atlético-MG. No primeiro tento, a comemoração do jogador chamou atenção.

O camisa 11 celebrou com “Eu te amo” em libras. Nas redes sociais, ele explicou que está aprendendo. “Quero poder proporcionar pra vocês também um momento ímpar do outro lado da TV”, afirmou.

Marinho foi às redes duas vezes para sacramentar a vitória do Peixe e agora divide a artilharia do Brasileirão com Thiago Galhardo, ambos com seis gols.

Diretoria do Santos se reúne com CBF para entender critérios do VAR e cobrar melhoras da arbitragem

A diretoria do Santos teve na manhã desta quinta-feira uma reunião com a Confederação Brasileira de futebol (CBF), na sede no Rio de Janeiro, para tratar sobre os recentes problemas do time com o VAR.

O objetivo do encontro foi de mostrar lances do Peixe no Campeonato Brasileiro, tentar entender os critérios usados pelos árbitros de vídeo e cobrar maior autoridade dos juizes de campo diante da tecnologia.

Compareceram à reunião o presidente José Carlos Peres, o membro do Comitê de Gestão Matheus Rodrigues e o analista de desempenho Bebeto Sauthier.

O VAR foi protagonista nos últimos jogos do Santos no Brasileirão, e o alvinegro se vê injustamente prejudicado em algumas ocasiões. Em especial, o jogo contra o Flamengo, no qual a equipe teve dois gols anulados após revisão. Contra o Atlético-MG, a tecnologia voltou a aparecer decisivamente, dessa vez a favor do Peixe, confirmando pênalti de Alonso em Marinho aos 52 minutos do segundo tempo.