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Santos 0 x 0 São Paulo

Data: 16/09/2018, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 25ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 13.488 pagantes
Renda: R$ 276.596,00
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG)
Auxiliares: Guilherme Dias Camilo e Sidmar Meurer (ambos de MG).
Cartões amarelos: Robson Bambu, Derlis González, Diego Pituca, Alison, Bruno Henrique, Gustavo Henrique e Victor Ferraz (S); Bruno Alves, Arboleda, Hudson, Anderson Martins e Joao Rojas (SP).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Robson Bambu, Gustavo Henrique e Dodô; Alison, Diego Pituca e Carlos Sánchez (Bruno Henrique); Derlis González (Felippe Cardoso), Rodrygo (Arthur Gomes) e Gabriel.
Técnico: Cuca

SÃO PAULO
Sidão; Arboleda, Bruno Alves, Anderson Martins e Reinaldo; Jucilei, Hudson e Nenê; Joao Rojas (Everton Felipe), Diego Souza (Tréllez) e Everton (Liziero).
Técnico: Diego Aguirre


Santos 2 x 0 Bahia

Data: 25/08/2018, sábado, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 21ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 11.564 pagantes
Renda: R$ 201.458,00
Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)
Auxiliares: Henrique Neu Ribeiro e Eder Alexandre (SC).
Cartões amarelos: Bruno Henrique (S); Elton e Douglas Grolli (B).
Gols: Derlis González (11-2) e Gabriel (28-2).

SANTOS
Vanderlei, Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, Gustavo Henrique (Robson Bambu) e Dodô; Diego Pituca, Carlos Sánchez e Rodrygo; Derlis González, Bruno Henrique (Bryan Ruiz) e Gabriel (Eduardo Sasha).
Técnico: Cuca

BAHIA
Anderson; Nino Paraíba, Tiago (Everson), Douglas Grolli (Paulinho) e Léo; Gregore e Elton; Vinícius (Regis), Zé Rafael e Elber; Edgar Junio.
Técnico: Enderson Moreira



Derlis brilha, Gabigol marca e Santos vence o Bahia na Vila Belmiro

O Santos confirmou a reação no Campeonato Brasileiro e voltou a vencer na Vila Belmiro, desta vez por 2 a 0 contra o Bahia, neste sábado, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe contou com um show de Derlis González para construir o placar. Novidade na escalação, o paraguaio fez um golaço e ainda deu a assistência para Gabigol ampliar no segundo tempo.

Uma alteração de Cuca foi crucial no intervalo. Depois da opção por quatro atacantes não funcionar na primeira etapa, o técnico tirou Bruno Henrique, o pior em campo, para a entrada de Bryan Ruiz. A substituição equilibrou o meio-campo e fez os donos da casa melhorarem.

O Santos voltará a campo para enfrentar o Independiente-ARG na próxima terça-feira, no Pacaembu, pela volta das oitavas de final da Libertadores da América. O Peixe aguarda pelo julgamento da Conmebol, na segunda-feira, para saber se o empate por 0 a 0 em Avellaneda será mantido ou se a derrota por 3 a 0 pela escalação irregular de Carlos Sánchez será declarada.

O jogo

O primeiro tempo foi morno do início ao fim. O Santos tentou controlar o jogo e dominar as ações ofensivas, mas esbarrou em um meio-campo pouco produtivo e atuações discretas de Rodrygo, Bruno Henrique e Gabigol. Derlis González foi o destaque.

Enquanto isso, o Bahia se defendeu bem e criou a melhor chance dos primeiros 45 minutos. Zé Rafael foi à linha de fundo e cruzou fechado, o goleiro Vanderlei passou batido, Daniel Guedes vacilou e Edgar Junio, sozinho na pequena área, pegou de raspão e chutou para fora.

Aos 17 minutos, depois de choque de cabeça com Gregore, Gustavo Henrique teve que sair. O zagueiro tentou voltar com uma touca por conta do sangramento, mas não aguentou. Robson Bambu, que não atuava desde o dia 11 de março, entrou “na fogueira”.

Substituição e show do paraguaio
Cuca fez uma substituição decisiva no intervalo. Bruno Henrique, o pior em campo, saiu para a entrada de Bryan Ruiz. O costarriquenho não foi brilhante, mas equilibrou o meio-campo depois da formação com quatro atacantes não funcionar.

O Santos passou a sofrer menos e se mostrar mais presente no ataque. E aos 11 minutos, veio o primeiro gol. Após falta cobrada na área por Dodô, a bola sobrou para Derlis González na ponta direita. O paraguaio, não se sabe se intencionalmente, acertou lindo chute cruzado, no ângulo do goleiro Anderson.

Atrás no placar, o Bahia se expôs e o Peixe aproveitou. Em contra-ataque de manual, a vitória foi sacramentada. Carlos Sánchez começou a jogada, Derlis deu ótimo passe para Gabigol. Depois da inteligência para se manter em posição legal, o camisa 10 avançou e deslocou o goleiro com categoria.

O Tricolor se lançou ao ataque nos minutos finais, mas não teve forças para reagir. Cada vez mais longe da zona do rebaixamento, o Santos foi para a 11ª colocação, com 11 pontos. Ultrapassado, Bahia caiu para 12º, com 22.

Bastidores – Santos TV:

Cuca analisa vitória sobre o Bahia e diz que o Santos tem que “subir escada”

Cuca analisou a vitória do Santos por 2 a 0 sobre o Bahia neste sábado, na Vila Belmiro. O técnico admitiu o primeiro tempo ruim e a necessidade de mexer na formação para a segunda etapa: com Bryan Ruiz na vaga de Bruno Henrique, o time melhorou.

“Jogo super complicado porque o Bahia tem quarteto de atacantes muito rápido e que não guarda posição. Elber, Zé, Vinicius e Junio. Se movimentam muito e confundem, ocupam um quadrado de 10 a 15 metros todos eles. E não dá para fazer isso com nosso time, então tem numericamente a posse de bola maior no setor ofensivo e toques rápidos que alertamos. Tiveram chance clara no primeiro tempo e não tivemos muitas, mesmo com posse maior. Tem dias que o jogo casa com o que planeja, tem que não casa. Dois atacantes na linha de quatro não deu certo, perdemos meio-campo e ficamos sem criatividade nenhuma. No segundo tempo, pela característica do jogo, melhorou com o Bryan Ruiz, um meia que deu uma equilibrada maior no setor. Pudemos fazer dois gols e vencer, que era o maior importante. Demos uma respirada boa no campeonato”, analisou o técnico.

“Precisávamos de um meia para criar. Bryan vai evoluir, não está rendendo o que pode, é natural. Precisávamos, colocamos e o time se acertou melhor. Fizemos o primeiro gol do Derlis, o segundo em arrancada bonita do Gabriel. É um ótimo momento com a gente. Vamos para o quinto jogo, quatro sem derrota e três sem tomar gol. Esses números fortalecem o time”, completou.

O objetivo agora é subir na tabela. Com a vitória, o Santos foi à 11ª colocação, com 24 pontos. O primeiro no G-6, o Atlético-MG, tem 34 pontos.

“Distância para o grupo de cima da Libertadores é mais ou menos a mesma do grupo de baixo. Um ponto muda. Tem que tentar subir escada e pegar calcanhar do pessoal. É o que vamos tentar. Pessoal de baixo quer pegar o nosso”, concluiu.

O Santos voltará a campo para enfrentar o Independiente nesta terça-feira, às 19h30 (de Brasília), pela volta das oitavas de final da Libertadores da América. O Peixe aguarda pelo julgamento da Conmebol na próxima segunda-feira para saber se o 0 a 0 da ida foi mantido ou se o alvinegro será derrotado por 3 a 0 por conta da suposta escalação irregular de Carlos Sánchez.

Cuca elogia momento de Gabigol e analisa Derlis: “Força e explosão”

Cuca ficou animado com as atuações de Gabigol e Derlis González na vitória do Santos por 2 a 0 sobre o Bahia neste sábado, na Vila Belmiro, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O técnico vê melhora no desempenho de Gabriel Barbosa desde sua chegada e se surpreende com a rápida adaptação do paraguaio.

“Quando cheguei, falei que era fácil tirar o Gabriel do time, mas trabalho não é esse, é recuperação. Passa por atitudes, atitude diferenciada em espaço de campo menor, com desgaste menor. Ele às vezes sai demais e faz falta no meio. Ele está respaldado, é um líder, foi nosso capitão merecidamente. Está com alto astral, momento bom, e que fique assim pelo menos até o fim do ano, melhorando ainda mais. Às vezes temos impressão pelo topete, brinco, roupa, sou assim. Mas tete a tete, sinto pessoa fácil, humilde, carente de companhia dos companheiros e da gente. Todos gostam. É um prazer trabalhar com ele. Fiz o que eu deveria fazer, cobrei, expliquei que ele tinha que se posicionar melhor, falei da real posição. Disse que queria ser centroavante e trabalhamos para isso, só não dava para ficar de costas. Respondeu bem, ficou no banco, deu para ter ideia da melhora sem ele ou se não fazia falta. Sai o peso dele. A gente não faz por querer, mas coisas se mostram. Voltou titular, rendeu bem e hoje foi nosso capitão. Sempre reivindicando as coisas para os companheiros”, disse Cuca, em entrevista coletiva.

“Derlis se adaptou rápido, força, explosão, joga com muita disposição e hoje foi premiado com gol e passe para Gabriel. Gabriel flutuou na linha, tipo pegando onda, esperou momento certo e foi muito feliz na decisão”, completou.

Com o bom rendimento recente, Derlis é cotado para uma vaga como titular diante do Independiente-ARG na terça-feira, às 19h30 (de Brasília), no Pacaembu. Bruno Henrique está em má fase. O Santos aguarda pelo julgamento da Conmebol na próxima segunda-feira para saber se o 0 a 0 da ida das oitavas de final será mantido ou se o alvinegro será derrotado por 3 a 0 por conta da suposta escalação irregular de Carlos Sánchez.

Cuca pede paciência com Bruno Henrique no Santos: “Temos que criar alternativas”

Bruno Henrique teve mais uma atuação ruim e foi substituído no intervalo na vitória do Santos por 2 a 0 sobre o Bahia neste sábado, na Vila Belmiro.

Em entrevista coletiva, o técnico Cuca pediu ao torcedor paciência com o atacante. Destaque em 2017, o camisa 11 não conseguiu reeditar o bom desempenho depois de grave lesão na retina do olho direito no primeiro semestre.

“Tem jogadores que temos que ter paciência, nem todos ficam na mesma fase. Tem que entender o porquê. Por que não rende bem? Às vezes falta trabalho meu, triangulação maior, do outro lado tem mais. Pode ficar órfão de jogada trabalhada. Está pegando mano a mano? Temos que criar alternativas para ele”, disse Cuca.

Gustavo Henrique sofre corte profundo e preocupa o Santos para a Libertadores

Gustavo Henrique preocupa o Santos para a decisão contra o Independiente na terça-feira, às 19h30 (de Brasíla), no Pacaembu, pela volta das oitavas de final da Libertadores da América.

O zagueiro sofreu um corte profundo no supercílio no primeiro tempo da vitória por 2 a 0 sobre o Bahia neste sábado, na Vila Belmiro, e foi substituído por Robson Bambu.

“15 pontos na testa, preocupante. Até terça tem pouco tempo. Bambu entrou bem, muito tempo sem jogar, mas ficamos sem opções pela necessidade de não tê-lo. São situações que ocorrem e temos que lidar com isso”, disse Cuca, em entrevista coletiva.

Se Gustavo não puder atuar, Robson Bambu atuará ao lado de Lucas Veríssimo. Luiz Felipe se recupera de lesão muscular na coxa esquerda e não há outro zagueiro inscrito na Libertadores. O volante Alison é um dos atletas que pode ser improvisado.


Santos 3 x 0 Sport Recife

Data: 18/08/2018, sábado, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 19ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 10.991 pagantes
Renda: R$ 185.210,50
Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva
Auxiliares: Helcio Araujo Neves e Heronildo Freitas da Silva.
Cartões amarelos: Victor Ferraz, Derlis González, Alison (S); Rogério, Claudio Winck e Morato (SR).
Cartão vermelho: Rogério (SR).
Gol: Eduardo Sasha (01-1); Rodrygo (36-2) e Victor Ferraz (38-2).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Gustavo Henrique e Dodô; Alison, Carlos Sánchez (Rodrygo) e Bryan Ruiz (Diego Pituca); Eduardo Sasha (Bruno Henrique), Derlis González e Gabriel.
Técnico: Cuca

SPORT RECIFE
Magrão; Cláudio Winck, Ronaldo Alves, Ernando e Sander; Deivid (Felipe Bastos), Ferreira (Morato) e Gabriel; Marlone, Rogério e Hernane (Carlos Henrique).
Técnico: Eduardo Baptista



Com sal grosso e Vila cheia, Santos bate Sport e respira na tabela

O Santos respirou na luta para fugir da zona de rebaixamento à Série B do Campeonato Brasileiro na tarde deste sábado. Recebido com sal grosso por seus torcedores na chegada à Vila Belmiro, o time do técnico Cuca teve casa cheia e ganhou por 3 a 0 do Sport.

Com 21 pontos ganhos, o Santos sai da zona de rebaixamento, pelo menos temporariamente, e dorme na 12ª posição do torneio nacional. Assim, a equipe alvinegra conseguiu ultrapassar o Sport, 15º colocado com 20 pontos. O Vitória, atual primeiro integrante do Z4, soma 19 pontos.

O jogo

Empurrado pela torcida, o Santos conseguiu inaugurar o marcador logo no primeiro minuto da partida. Em jogada pela direita, Derlis Gonzalez levou até o fundo e cruzou. Gabigol desviou e a bola sobrou para Bryan Ruiz. Ele ajeitou e Eduardo Sasha finalizou com sucesso.

Beneficiado pela abertura do placar nos instantes iniciais da partida, o Santos quase aumentou a vantagem com Gabigol. Carlos Sanchez avançou com a bola dominada e deu bom passe para o atacante, que bateu na saída de Magrão e viu o goleiro ceder escanteio.

A última chegada consistente do primeiro tempo também foi do time mandante. Após lançamento pelo alto, Gabigol inteligentemente ajeitou de peito para Bryan Ruiz. O costarriquenho completou para o gol e Magrão desviou com a ponta dos dedos pela linha de fundo.

O Santos desperdiçou grande chance de marcar logo no começo da etapa complementar, quando Gabigol aproveitou falha de Ernando para deixar Sanchez na cara do gol, mas o uruguaio mandou para fora. Pouco depois, o árbitro Dewson Fernando Freitas da Silva viu falta duvidosa de Rogério em Gonzalez e mostrou o cartão vermelho.

Durante o segundo tempo, o técnico Cuca lançou mão de três titulares. Após trocar o desgastado Bryan Ruiz por Diego Pituca, o treinador, já em superioridade numérica, tirou Eduardo Sasha para colocar Bruno Henrique e trocou Sanchez por Rodrygo.

Embalado pelas alterações, o Santos marcou mais dois. Aos 36 minutos, Gonzalez recebeu de Gabigol pela direita e cruzou para Rodrygo completar. Dois minutos depois, Bruno Henrique cruzou da esquerda e Sander interceptou de cabeça. Victor Ferraz aproveitou o rebote e, após desvio em Felipe Bastos, a bola terminou nas redes de Magrão.

Bastidores – Santos TV:

Em busca de consistência, Cuca vê Santos em evolução

Encarregado de suceder Jair Ventura, Cuca assumiu o Santos em um momento delicado. Após o triunfo sobre o Sport, resultado que encerrou uma série de sete rodadas de jejum no Campeonato Brasileiro, o treinador analisou o processo de evolução atravessado pela equipe.

“O primeiro passo era ganhar uma para recuperar a autoestima e fizemos isso em Minas. O segundo passo, era ter força de grupo e não só um time”, disse Cuca, que poupou alguns titulares contra o Sport. “Isso foi posto em xeque com um time que jogou sem treinar junto e, graças a Deus, deu certo”, completou.

Com a vitória sobre o adversário pernambucano, o Santos saiu da zona de rebaixamento e, pelo menos temporariamente, assumiu a 12ª colocação do Campeonato Brasileiro. Experiente, Cuca sente que o time vem melhorando, mas não se deixa levar por qualquer tipo de euforia.

“O terceiro passo é a consistência. Não vamos ganhar todas, mas precisamos de um padrão de jogo, uma maneira de jogar. Temos a humildade de reconhecer que vencemos duas partidas, mas ainda não ganhamos nada. Estamos bem atrás ainda (no Campeonato Brasileiro) e a Libertadores vai começar agora”, afirmou.

Após respirar no torneio nacional, o Santos volta suas atenções à Copa Libertadores. Às 21h45 (de Brasília) desta terça-feira, pelas oitavas de final do torneio, o time alvinegro encara o tradicional Independiente, em Avellaneda.

“É claro que o astral melhora, dá um moral mais elevado, mas pronto. É até aí”, disse Cuca sobre os efeitos do triunfo antes do jogo na Argentina. “Nos 90 minutos, isso não entra em campo. Vamos ter que remar muito para fazer um resultado bom”, afirmou o treinador.

Com Gabigol e gringos elogiados, Cuca evita falar de reforços

Cuca escalou como titulares o uruguaio Carlos Sanchez, o costarriquenho Bryan Ruiz e o paraguaio Derlis Gonzalez na vitória sobre o Sport, alcançada na tarde de sábado. Satisfeito com a atuação do trio de gringos na Vila Belmiro, o comandante santista ainda elogiou Gabigol e evitou comentar a possibilidade de contratar um reforço para o ataque.

“O Derlis jogou uma grande partida, principalmente no segundo tempo. Participou dos gols, teve muita força e atitude durante todo o jogo, até mais do que a gente imaginava depois de tanto tempo sem atuar. O Sanchez, já é a terceira partida e o Bryan tem qualidade e visão de jogo. Acho que os três ajudaram bastante”, comentou.

Em busca de um centroavante, o Santos estudou nomes como Marco Ruben (Rosario Central), Vagner Love (Besiktas-TUR), Marcelo Moreno (Wuhan Zall-CHI) e Nicolás Blandi (San Lorenzo), entre outros. Questionado sobre um eventual reforço para o comando de ataque, Cuca desconversou.

“(O Santos) não está procurando nada. Estou satisfeito com o que tenho. Acabou, não falo mais em contratação nenhuma. Não falo mais. Estou muito contente com os meninos, é até covardia hoje falar em contratação. Vamos trabalhar e dar moral para eles aqui. O presidente faz lá o que quiser”, afirmou.

Cuca ainda foi elogioso ao falar sobre Gabigol, que teve um gol anulado de forma equivocada diante do Sport. Criticado por parte da torcida santista nos últimos jogos, o atacante de apenas 21 anos mostrou empenho e ganhou o reconhecimento na Vila Belmiro.

“Foi uma resposta dele para a torcida e da torcida para ele. Não é mascarado, é um cara normal, tranquilo no dia a dia. De repente, se cria uma imagem diferente e não é assim. É voluntarioso, não tem vergonha de correr pelos outros. Não se importa se a bola dele entra ou não e estava incomodado com a situação do clube. Isso tudo deve ser valorizado”, disse Cuca.

Victor Ferraz sente “alma lavada” e mira tetra da Libertadores

O Santos encerrou uma série de sete rodadas consecutivas sem ganhar pelo Campeonato Brasileiro na tarde deste sábado. Satisfeito com a vitória por 3 a 0 sobre o Sport na Vila Belmiro, o lateral direito Victor Ferraz já citou a Copa Libertadores na saída do gramado.

Com um gol marcado por Eduardo Sasha, o Santos foi para o intervalo em vantagem no marcador. O time da casa, em superioridade numérica desde a expulsão de Rogério, aumentou a vantagem no segundo tempo por meio de Rodrygo e Victor Ferraz, que fechou o triunfo com um chute frontal.

“A gente sai feliz, de alma lavada, porque vínhamos jogando bem aqui, mas os gols não aconteciam. Então, glorificamos o nome de Jesus, porque o time jogou bem com o pessoal que não vem atuando e os gols saíram”, afirmou o lateral ao Premiere, já que Cuca iniciou o duelo com alguns titulares no banco.

Após sair da zona de rebaixamento, pelo menos temporariamente, o Santos volta suas atenções à Copa Libertadores. Às 21h45 (de Brasília) desta terça-feira, pelas oitavas de final do torneio, o time alvinegro encara o tradicional Independiente, em Avellaneda.

“É a segunda vitória consecutiva. Agora, vamos para um dos jogos mais importantes do ano, pela Copa Libertadores, atrás do tão sonhado tetra. Estamos bem fechados e com o elenco homogêneo para conseguir chegar nessa reta final com tudo”, avisou Ferraz, contente com o público superior a 10 mil pessoas em casa.

“É diferente. Sabemos que a Vila Belmiro é o melhor campo que existe para jogar. É um lugar de alegria, como costumamos dizer. Então, com a torcida do nosso lado, é muito difícil sermos batidos aqui dentro. Perdemos alguns jogos que não estamos acostumados, mas pedimos a Deus para que a boa fase tenha voltado”, pregou o lateral.

Cuca parabeniza torcida santista e aprova sal grosso: “Tudo ajuda”

Com casa cheia na Vila Belmiro, o Santos enfim interrompeu uma sequência de sete rodadas de jejum no Campeonato Brasileiro ao ganhar do Sport na tarde deste sábado. Satisfeito com a presença do público, o técnico Cuca parabenizou a torcida e aprovou a recepção com sal grosso ao ônibus da delegação.

“Metade da conquista, devemos ao torcedor, porque ele foi maravilhoso. Entendeu que o time é esse e apoiou desde antes do jogo. Você nem precisa motivar ninguém e o pessoal se entregou em campo, fazendo uma sincronia importante. Quando a Vila está em sincronia, é um elemento a mais que contamos. Estão de parabéns”, afirmou.

Com o time ameaçado pelo rebaixamento à Série B do Campeonato Brasileiro, alguns supersticiosos torcedores santistas deram um banho de sal grosso no ônibus durante a chegada da delegação à Vila Belmiro. O técnico Cuca, também supersticioso, aprovou.

“Quando se faz por bem, tudo ajuda. Cada um tem sua crença, sua superstição. Mas, acima de tudo, o importante foi o empurrão que a torcida deu. Os meninos se reuniram dentro do campo e agradeceram a todos. Esse é o Santos forte que a gente precisa ter para sair da situação em que nos encontramos”, afirmou Cuca.

Contente pela presença da torcida, o treinador também gostou do desempenho de seus jogadores, especialmente de Derlis Gonzalez. Ao falar sobre o triunfo por 3 a 0 sobre o Sport, Cuca valorizou ainda a estratégia bem-sucedida de poupar alguns titulares para o duelo com o Independiente, pela Copa Libertadores, marcado para terça-feira.

“Não é fácil você colocar um time em campo sem nem cinco minutos de treino. O que fizemos foi pensar no presente e no futuro. Corremos risco de não dar certo, mas temos que tomar decisões e, no final, acho que tomamos a decisão certa para ter uma condição melhor terça-feira”, analisou.

Por suspensão, Victor Ferraz e Alison desfalcam Santos contra o Bahia

O técnico Cuca já tem dois desfalques certos para o confronto com o Bahia, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro. O lateral direito Victor Ferraz e o volante Alison, advertidos durante a vitória sobre o Sport, já estão fora do próximo compromisso pelo torneio nacional.

No último minuto do primeiro tempo, por cometer falta sobre o atacante Rogério, Ferraz acabou advertido com o cartão amarelo pelo árbitro Dewson Fernando Freitas da Silva. No começo da etapa complementar, após lance com, Gabriel, Alison também recebeu o terceiro.

Diante do Bahia, a tendência é que o técnico Cuca escale Daniel Guedes como titular na lateral direita, apesar da falta de ritmo enfrentada pelo jogador. Para a vaga aberta no meio de campo, o comandante da equipe alvinegra tem a opção de usar Diego Pituca.


Santos 0 x 1 Cruzeiro

Data: 01/08/2018, quarta-feira, 19h30.
Competiçao: Copa do Brasil – Quartas de final – Jogo de ida
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 7.134 pagantes
Renda: R$ 147.429,00
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO).
Auxiliares: Fabricio Vilarinho da Silva e Bruno Raphael Pires
VAR: Bráulio Machado (principal), Helton Nunes e Marcelo de Lima Henrique (apoio).
Cartões amarelos: Gabriel (S); Henrique, Rafinha e Rafael Sóbis (C).
Gol: Raniel (35-2).

SANTOS
Vanderlei, Victor Ferraz, David Braz, Gustavo Henrique e Dodô; Alison, Renato (Daniel Guedes) e Diego Pituca (Copete); Rodrygo, Bruno Henrique e Gabriel.
Técnico: Cuca

CRUZEIRO
Fábio, Romero, Léo, Dedé, Egídio, Henrique, Lucas Silva, Thiago Neves (Rafinha), Robinho (Rafael Sóbis), Arrascaeta e Barcos (Raniel).
Técnico: Mano Menezes



Letal, Cruzeiro vence o Santos na Vila e abre vantagem na Copa do Brasil

O Cruzeiro venceu o Santos por 1 a 0 na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro, pelo jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil. Com o resultado fora de casa, a Raposa pode avançar à semifinal com um empate no dia 15, no Mineirão.

Na reestreia do técnico Cuca no Peixe, Mano Menezes mostrou que comanda uma equipe letal. O Cruzeiro não foi vistoso, mas ofereceu poucos espaços ao alvinegro e fez o gol da vitória no melhor momento dos donos da casa no segundo tempo, aos 35 minutos.

Dois minutos depois de Gabigol desperdiçar boa chance, Raniel recebeu na meia-lua, balançou para cima de David Braz e encontrou um espaço pelo meio das pernas do zagueiro. A bola foi no cantinho e venceu o goleiro Vanderlei. Nos instantes finais, não houve tempo de reação.

A decisão marcou o primeiro uso do VAR em competição de âmbito nacional no Brasil. Aos 21 minutos, o árbitro Wilton Pereira Sampaio consultou o vídeo e, 27 segundos depois, soube por meio do ponto eletrônico que Dedé não cometeu pênalti em Gabigol.

O jogo

As estratégias das duas equipes ficaram claras nos primeiros minutos: o Santos tentando manter a posse de bola e controlar o jogo até encontrar espaços para marcar. O Cruzeiro bem postado na defesa em busca de contra-ataques.

O Peixe teve bom início e acuou a Raposa, mas pecou, como de costume na temporada, no último passe. As jogadas começavam bem, porém, terminavam mal. E no melhor momento na partida, quando as brechas começaram a aparecer por volta dos 30 minutos, os visitantes foram inteligentes e esfriaram o jogo, fazendo cera e chamando atendimento médico.

Na sequência, o Cruzeiro teve as melhores chances do primeiro tempo: um chute de fora de Lucas Silva aos 34 minutos, espalmado por Vanderlei, e segundos depois, quando Arrascaeta recebeu quase na pequena área, mas o goleiro saiu bem nos pés do uruguaio.

A tônica da partida se manteve na segunda etapa, mas o Cruzeiro passou a dividir a posse de bola e ter maior controle do jogo. Rodrygo, válvula de escape no primeiro tempo, sumiu. Bruno Henrique teve um ou outro lampejo, mas seguiu distante daquele de 2017.

Aos 21 minutos, o VAR foi acionado pela primeira vez em uma competição continental. Pelo ponto, o árbitro ouviu que Gabigol caiu na área, mas o zagueiro Dedé não cometeu pênalti. O intervalo foi de 27 segundos.

O jogo ficou morno até uma boa substituição do técnico Cuca, aos 27 minutos, quando Daniel Guedes entrou no lugar de Renato, mal em campo, e Victor Ferraz foi para o meio-campo. O lado direito voltou a ficar forte e, pela esquerda, o Peixe teve sua melhor chance.

Dodô aproveitou rebote e levantou na área para Gabriel vir de trás e, sozinho, chutar de primeira para ótima defesa de Fabio aos 33 minutos. O Santos foi para cima, a torcida se levantou… E aí veio o castigo. Dois minutos depois, Raniel recebeu na meia-lua, deslocou David Braz e acertou o canto de Vanderlei.

Nos minutos finais, o alvinegro se lançou ao ataque, mas não teve forças para reagir. O Cruzeiro venceu e obteve ótima vantagem nas quartas de final da Copa do Brasil. A Raposa jogará por um empate para avançar à semifinal no dia 15, no Mineirão.

Bastidores – Santos TV:

Cuca vê Santos um pouco melhor que o Cruzeiro e afirma: “Tem nada acabado”

Na reestreia pelo Santos, Cuca gostou da atuação na derrota por 1 a 0 para o Cruzeiro nesta quarta-feira, na Vila Belmiro, pelo jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil. O técnico admitiu a falta de um armador, mas viu pontos positivos e mostrou confiança na reação no Mineirão, dia 15. A Raposa jogará por um empate para avançar à semifinal.

“Se formos pegar jogo desde o primeiro tempo, vemos jogo com poucas chances, truncado, Cruzeiro faz marcação atrás e tenta sair, buscando o contra-ataque. Mano sabe jogar mata-mata, sabe que é importante não perder. Jogaram fechadinhos e tivemos dificuldade pela falta de espaço. Fica claro no comando as necessidades, jogador que tem um deslumbro, criação melhor. Faltou isso e a definição, tínhamos o controle, sem ceder o contra-ataque, bem posicionados, mas não era o suficiente. Sentíamos a falta de algo mais, ela vieram, Gabigol chutou e passou perto, depois goleiro pegou e a bola ainda sobrou no pé bom do Pituca. Cruzeiro valorizava bem o empate, sem grandes riscos, até que o Raniel protegeu, defendeu e chutou bem, na única chance clara. Mexida melhorou um pouco, depois perdemos um Pituca, que não é um meia. Tentamos com ele adiantado, tentamos com Copete, com presença na área e bom cabeceio, chute forte. Jogava assim lá fora e acabou que não surtiu efeito. Temos que lamentar a derrota, mas não o jogo. Jogamos um pouco melhor e fomos castigados com o gol que tomamos”, disse Cuca, em entrevista coletiva.

“É relativo. Sabemos que isso poderia acontecer. Se ganhássemos de 1 a 0, faríamos o adversário vir com tudo. Perdendo em casa, não acontece assim. Tem que ter posicionamento exposto e pode ser bom. Resultado incentiva a buscar o jogo. Tem nada acabado”, completou.

Na saída de campo, Victor Ferraz reclamou do azar santista e do “gol espírita” do Cruzeiro, marcado por Raniel entre alguns defensores do Santos. Cuca preferiu adotar discurso diferente.

“Se você bater em cima disso é pior, não dá para lamentar falta de sorte. Não tivemos eficácia, tivemos chances claras e não fizemos. Temos que ter calma porque as oportunidades vêm. Com uma ou duas vitórias, meninos ficam mais soltos e coisas acontecem mais fáceis”, concluiu.

O Santos voltará a campo para enfrentar o Botafogo, sábado, no Engenhão, pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Peixe ocupa a 17ª colocação e está na zona de rebaixamento.

Cuca cita três zagueiros, cogita 4-4-2 e promete variações táticas no Santos

Após a derrota por 1 a 0 para o Cruzeiro nesta quarta-feira, na Vila Belmiro, Cuca prometeu testar variações táticas no Santos. O Peixe voltará a enfrentar a Raposa no dia 15, no Mineirão, e será eliminado nas quartas de final se não vencer.

O técnico sentiu a falta de um armador na decisão e pode procurar a solução em um 4-4-2. Outra alternativa é escalar três zagueiros.

“Testamos Victor Ferraz por ali (pelo meio), tem essa qualidade técnica, tem boa visão de jogo. Na jogada que perdemos o gol, jogada foi feita por ele por ali. Se não temos opções, cria-se alternativas e mudança de esquema. Sem um determinado jogador, duas linhas de quatro e dois atacantes.. Vamos criando, treinar um pouquinho para poder colocar em prática depois”, disse Cuca, em entrevista coletiva.

“Jogamos muito tempo com três zagueiros, Alison de zagueiro e laterais adiantados, Rodrygo por dentro, campo de ataque total, tivemos o controle assim. Como foi bem posicionado, apareceu (a formação). Se sai na frente, passaríamos a fazer o que o Cruzeiro fez, defender mais atrás e aí aparece a velocidade dos pontas. Poderia ter acontecido, mas não saímos na frente”, completou.

Cuca elogia David Braz e Gabigol, mas diz que não “puxará saco” de ninguém

David Braz e Gabigol não vivem bom momento no Santos. Criticados por parte da torcida, eles foram “vilões” na derrota por 1 a 0 para o Cruzeiro nesta quarta-feira, na Vila Belmiro, pela ida das quartas de final da Copa do Brasil.

O zagueiro vacilou na marcação de Raniel no gol cruzeirense. O atacante, minutos antes, perdeu a melhor chance da partida após cruzamento de Dodô, chute de primeira e boa defesa de Fabio.

Há dois dias no Santos, Cuca percebeu a cobrança do torcedor na Vila e elogiou a dupla, mas prometeu não priorizar ninguém, independentemente do status no elenco ou questões financeiras.

“Isso (pressão) não chega no vestiário, chega no campo. Jogador escuta tudo. Dentro se ouve tudo que acontece na arquibancada. Vem direto para você. Todos sentimos, mas são profissionais, sabem que é assim. No momento que não se ganha, cobrança vai nos experientes. Tem que ter calma, paciência. São bons jogadores, tem outros também e tenho que ter tempo para vê-los. Não adianta chegar em um dia e pedir 300 jogadores. Tem que recuperar moral, alto astral, e depois fazer alguma coisa. Sem puxar o saco, com trabalho, correção, como sempre fizemos”, analisou.

Santos x Cruzeiro marca primeiro uso do VAR em competição nacional

A derrota do Santos, nesta quarta-feira, diante do Cruzeiro, entrou para a história do futebol brasileiro. Isso porque, pela primeira vez, o recurso do VAR (video assistant referee – assistente de árbitro de vídeo, traduzido do inglês) foi utilizado em uma competição de nível nacional.

Aos 21 minutos do segundo tempo, o árbitro Wilton Pereira Sampaio consultou o vídeo e, 27 segundos depois, soube por meio do ponto eletrônico que Dedé não cometeu pênalti em Gabigol. As equipes duelaram na Vila Belmiro pela partida de ida das quartas de final da Copa do Brasil.

É importante ressaltar que a tecnologia já havia sido usada no Brasil. Porém, anteriormente, o VAR só entrou em ação em disputas regionais.


Santos 0 x 1 América-MG

Data: 29/07/2018, domingo, 19h00.
Competiçao: Campeonato Brasileiro – 16ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 8.691 pagantes
Renda: R$ 155.868,00
Árbitro: Rafael Traci (PR).
Auxiliares: Bruno Boschilia (Fifa/PR) e Rafael Trombeta (PR).
Cartões amarelos: Alison e Gustavo Henrique (S); Carlinhos e Juninho (A).
Gol: Ruy (38-1, de pênalti)

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, David Braz, Gustavo Henrique e Dodô; Alison, Diego Pituca (Jean Mota) e Eduardo Sasha (Yuri Alberto); Rodrygo, Bruno Henrique e Gabriel (Arthur Gomes).
Técnico: Serginho Chulapa (interino)

AMÉRICA-MG
João Ricardo; Aderlan, Messias, Matheus Ferraz e Carlinhos; Juninho, David, Gerson Magrão (Zé Ricardo) e Ruy (Judivan); Giovanni e Marquinhos (Ademir).
Técnico: Adilson Batista



Gabigol perde chances, Chulapa mexe mal e Santos é derrotado pelo América-MG

O Santos perdeu por 1 a 0 para o América-MG neste domingo, na Vila Belmiro, e pode terminar a rodada 16 do Campeonato Brasileiro na zona de rebaixamento se o Bahia empatar com o Atlético-MG, em casa, nesta segunda-feira. O Peixe ficou com a 16ª colocação e o Coelho subiu para 10º.

O gol do América foi marcado por Ruy, em pênalti inexistente de Alison em Marquinhos aos 38 minutos do primeiro tempo – o goleiro Vanderlei quase defendeu. E na segunda etapa, faltou talento e sorte para o alvinegro.

Gabigol desperdiçou chances claras e a saída para a entrada de Arthur Gomes foi comemorada pela torcida. Yuri Alberto perdeu oportunidade incrível no rebote do goleiro João Ricardo e Gustavo Henrique e Rodrygo acertaram o travessão.

É necessário destacar que o técnico interino Serginho Chulapa também foi mal. Eduardo Sasha sentiu a coxa esquerda e foi substituído no intervalo para a entrada de Yuri Alberto. Com isso, Rodrygo, destaque pela direita no primeiro tempo, foi para a armação e sumiu. E aos 14, o treinador sacou Diego Pituca, o melhor da equipe, para dar vaga a Jean Mota. A torcida o chamou de burro.

O jogo

O Santos dos primeiros 45 minutos contra o América-MG foi parecido com o time do ex-técnico Jair Ventura. Posse de bola, passes curtos, lançamentos, cruzamentos e poucas chances claras criadas.

O Peixe parecia controlar o jogo e foi perigoso principalmente pelo lado direito, na afinidade da dupla Victor Ferraz-Rodrygo. Na ala esquerda, porém, Dodô e Bruno Henrique não se entenderam, assim como no empate em 1 a 1 com o Flamengo.

E quando a partida caminhava para o intervalo com o zero no placar, a arbitragem virou protagonista. Marquinhos caiu após leve toque de Alison e o pênalti foi assinalado aos 38 minutos. O goleiro Vanderlei quase pegou, mas Ruy converteu.

Depois de sair atrás, o Santos aumentou o ritmo e passou a assustar mais o goleiro João Ricardo. Aos 44, Bruno Henrique chutou na rede pelo lado de fora e enganou alguns torcedores.

O Santos voltou para o segundo tempo com Yuri Alberto na vaga de Eduardo Sasha, que sentiu um desconforto na coxa esquerda. E a alteração comprometeu a criação ofensiva.

A substituição forçou Rodrygo a atuar pelo meio e deslocou Gabigol para a direita. A joia sumiu, Gabriel errou em demasia e o time passou a ser dependente do lado esquerdo, onde Dodô e Bruno Henrique passaram a acertar mais.

E aos 14 minutos, o técnico interino Serginho Chulapa ouviu vaias e gritos de “burro” ao tirar Diego Pituca, o melhor do time, para a entrada de Jean Mota, que nada fez. Gabigol, depois de três boas chances desperdiçadas, recebeu xingamentos a cada vez que pegou na bola. A torcida comemorou a saída do camisa 10 para dar vaga a Arthur Gomes.

De forma atabalhoada, o Santos se lançou ao ataque e percebeu a partir dos 20 minutos, que a noite não seria de sorte. Rodrygo acertou o travessão em cobrança de falta. Aos 32, Jean Mota arriscou de longe, João Ricardo espalmou e Yuri Alberto, sozinho, com o goleiro caído, chutou para fora. E aos 37, Gustavo Henrique cabeceou no travessão. Os minutos finais foram de desespero e nada da rede balançar.

A atuação santista neste domingo mostrou a necessidade urgente de um substituto para Jair Ventura e a carência de um centroavante. Gabigol, camisa 10 e maior salário do elenco, está cada vez mais perto do banco de reservas.

Bastidores – Santos TV:

Chulapa defende Yuri e Gabigol, mas pede um 9 e lamenta falta de treinos no Santos

Sem pontaria, o Santos perdeu por 1 a 0 para o América-MG neste domingo, na Vila Belmiro. O Peixe finalizou 30 vezes e cruzou 69 bolas na área. Gabigol e Yuri Alberto foram os maiores “vilões”. Gabriel desperdiçou ao menos três boas chances e Yuri, sozinho, com o goleiro João Ricardo caído, chutou para fora após rebote em chute de Jean Mota no segundo tempo.

O técnico interino defendeu a dupla, mas foi mais um a pedir um centroavante no alvinegro, assim como fazia o ex-técnico Jair Ventura. O único de origem é Yuri Alberto e a falta é sentida desde a saída de Ricardo Oliveira, em dezembro, para o Atlético-MG.

“Gabriel é o seguinte: não é centroavante. Quando ele jogava com o Ricardo Oliveira, toda hora estava na cara do gol. Ele tem que vir de trás e pelas pontas. E tinha um centroavante de referência. Quando tiver, tendência é que ele melhore”, analisou Chulapa, antes de falar sobre Yuri.

“Não (ficará queimado). É um moleque de 17 anos, acompanho desde pequeno. Teve uma grande chance, mas ele tem personalidade, estou com ele no dia a dia. Isso faz parte, mas ele podia fazer o gol, né? Tem que dar moral. Entrou, procurou fazer o melhor e, infelizmente, não deu”, completou.

Chulapa ainda “culpou” a falta de treinamentos pelas várias finalizações erradas na Vila Belmiro. E o treinador admitiu que o time não conseguiu cumprir à risca uma orientação.

“Falei na preleção para cruzar por baixo por causa dos zagueiros altos e insistiram pelo alto, mesmo com a bola na trave do Gustavo. É o desespero, principalmente no final. Com defesa alta, Santos tem que jogar no chão, fez isso em alguns momentos e levou perigo”, explicou.

“Negócio é treinar, meu! Não tivemos tempo de treino necessário, uma semana, para finalizações. Futebol tem que treinar fundamentos no dia a dia e não tivemos esse tempo. Quando tivermos, pontaria vai melhorar. Gostei do empenho, criamos bastante, mas não fizemos. Se conseguíssemos pelo menos o empate, ficaria de bom tamanho. Agora é pensar no jogo difícil de quarta-feira”, concluiu.

O Santos voltará a campo para enfrentar o Cruzeiro na quarta-feira, de novo na Vila Belmiro, pelo jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil. O Peixe ainda não definiu um substituto para Jair Ventura e pode ter Serginho Chulapa mais uma vez no banco de reservas.

Chulapa vê Santos ‘correspondendo às expectativas’ e minimiza vaias: “Nunca fui burro”

O técnico interino Serginho Chulapa foi vaiado e chamado por alguns de burro durante a derrota do Santos por 1 a 0 para o América-MG neste domingo, na Vila Belmiro. O auxiliar aprovou o empenho do time e minimizou a cobrança da torcida.

“Foi um jogo em que tivemos sete finalizações (certas), América-MG veio por uma bola, pênalti duvidoso… Não faltou empenho e dedicação dos jogadores. Chances umas cinco ou seis para empatar e não tivemos competência. Foi um resultado injusto, mas o que vale é bola na rede e não adianta lamentar. Time correspondeu à expectativa, mas vitória não veio”, disse Chulapa, em entrevista coletiva.

“Eu não ligo, nunca fui burro. Pituca estava um pouco esgotado e Jean Mota entrou bem. Não ligo, isso faz parte do folclore do futebol. Não se pode satisfazer a todos. Fiz a substituição com a maior certeza”, completou Chulapa.

Eduardo Sasha sentiu um desconforto na coxa esquerda e foi substituído no intervalo para a entrada de Yuri Alberto. Com isso, Rodrygo passou a ser armador e “sumiu” em campo depois de um bom primeiro tempo. Na sequência, Diego Pituca, um destaque, saiu para dar a vaga a Jean Mota. Por fim, com a derrota parcial, Gabigol foi sacado e vaiado para Arthur Gomes atuar.

O Santos voltará a campo para enfrentar o Cruzeiro na quarta-feira, de novo na Vila Belmiro, pelo jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil. O Peixe ainda não definiu um substituto para Jair Ventura e pode ter Serginho Chulapa mais uma vez no banco de reservas.