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Santos 4 x 2 Cruzeiro

Data: 11/11/2001
Competição: Campeonato Brasileiro
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 7.818
Renda: 66.655,00
Árbitro: Heber Roberto Lopes (PR)
Cartões amarelos: Léo, Cléber e Viola (S); João Carlos, Augusto Recife e Maicon.
Cartão vermelho: Ricardinho (C, 28-2).
Gols: Alex (23-1), Viola (24-1) e Marcelinho Carioca (28-1); Viola (14-2), Elano (30-2) e Oséas (39-2).

SANTOS
Fabio Costa; Preto, Galvan, Cléber (Pereira); Valdir, Renato, Marcelo Silva (Elano), Canindé e Léo (Leandro); Marcelinho Carioca e Viola.
Técnico: Cabralzinho

CRUZEIRO
André, (Bosco), Maicon, Luizão, João Carlos, (Irineu), Sérgio Manoel, Augusto Recife, Ricardinho, Jorge Wagner, Alex (Adriano Chuva), Oséas e Jussiê.
Técnico: Marco Aurélio



Santos vence e espreita 8ª posição

Time bate Cruzeiro e já tem mesmo número de pontos que o Palmeiras, dono da última vaga

Com a vitória de 4 a 2 sobre o Cruzeiro, o Santos aumentou suas chances de classificação à próxima fase do Brasileiro. Está na décima posição, com 35 pontos, como o Palmeiras, em oitavo.

No último domingo, o time havia superado o Grêmio, em seu estádio, pelo mesmo placar. Na próxima quinta, a equipe enfrentará o Internacional, em Porto Alegre, sem dois titulares -o zagueiro Cléber e o lateral Léo, ambos suspensos por cartões amarelos.

O Santos preocupou sua torcida ao sair atrás no placar. Nos 20 primeiros minutos, o jogo transcorreu sob um temporal. Nesse período, as principais chances foram do Cruzeiro que, aproveitando os erros de passe do Santos, ameaçava nos contra-ataques.

Aos 6min, Maicon avançou pela direita, passou por Léo e acertou um forte chute na trave. O predomínio mineiro se consolidou aos 24min, com o gol de Alex. Em cobrança de escanteio de Ricardinho, o meia concluiu de cabeça.

Apesar de não ter conseguido até então ameaçar o gol de André, o Santos virou a partida em cinco minutos. Depois de dar a saída, obteve um escanteio que Marcelinho cobrou à meia altura, e Viola, aos 25min, marcou de cabeça.

Empurrado pela torcida, o time pressionou, e Renatinho, de cabeça, fez outro gol no minuto seguinte, mas o árbitro anulou, anotando falta de Cléber em André.

Aos 30min, o Santos virou. Após confusão na defesa cruzeirense, a bola sobrou para Marcelinho, que acertou um chute forte.
No intervalo, o técnico do Santos, Cabralzinho, partiu para cima do árbitro Heber Roberto Lopes, mas foi contido por policiais. Expulso minutos antes, supostamente por reclamação, o técnico havia se recusado a sair do banco.

De temperamento normalmente pacato, o treinador deixou o gramado revoltado com a decisão do juiz. Segundo afirmou, a expulsão foi injusta porque ele não teria reclamado, mas tentado orientar seus jogadores.

“Ele [o árbitro” falou que não queria conversa e me mandou tomar naquele lugar”, declarou.

Após o intervalo, o treinador tentou voltar ao banco junto com o auxiliar Serginho Chulapa, mas ambos foram obrigados a sair.
Com isso, Cabralzinho ficou assistindo à partida de uma das saídas do gramado. Correndo, o médico Jorge Merouço levava até o banco as instruções do treinador.

Mesmo sem técnico no banco, o Santos voltou melhor e ampliou o placar aos 14min. Em lance pela direita, o lateral Valdir cruzou a bola na área, e Viola completou.

O domínio santista se ampliou com a entrada de Elano no lugar do volante Marcelo Silva. O time passou a tocar a bola com facilidade, envolvendo a defesa mineira.

A situação se complicou ainda mais para o Cruzeiro com a expulsão do volante Ricardinho.

Com um jogador a menos, o time mineiro perdeu a capacidade de reação e ficou à mercê do toque de bola dos santistas, que, aos 30min, fizeram o quarto gol.

Após receber a bola na entrada da grande área, o meia Elano acertou um chute forte no canto esquerdo do goleiro Bosco.
Em um lance isolado, aos 39min, quando o Santos já havia relaxado a marcação, o Cruzeiro conseguiu marcar o segundo, com o atacante Oséas, que chutou fraco de fora da área, mas Fábio Costa não conseguiu interceptar.

Gol do Cruzeiro ajudou, afirma técnico santista

O técnico Cabralzinho atribuiu ao gol inicial do Cruzeiro o desempenho do Santos na partida de ontem. De acordo com o treinador, a equipe estava “sonolenta” antes de levar o gol, que, segundo ele, despertou o time.

“O gol do Cruzeiro foi até benéfico. Naquele momento, a equipe acordou e se superou para virar”, afirmou.

Para o treinador, se a reação não tivesse acontecido com rapidez, o nervosismo poderia ter dominado os jogadores e permitido ao rival assumir o controle do jogo.

“Caso tivéssemos deixado o Cruzeiro crescer na partida, seria uma grande desvantagem para nós”, disse.

O goleiro Fábio Costa afirmou que a segunda vitória consecutiva em casa devolveu a confiança ao grupo, que, após a derrota por 2 a 0 para o Corinthians na Vila, foi ameaçado por membros de torcidas organizadas, que invadiram o CT Rei Pelé.

“Agora, espero que aqueles babacas que invadiram o CT estejam aqui para nos aplaudir”, declarou ele.

No Cruzeiro, a derrota expôs a crise do Cruzeiro, que, antes do jogo, já tinha se agravado pelo atrito entre o técnico Marco Aurélio e o volante Rincón, afastado do grupo por ter se recusado a ficar no banco de reservas.

Ao deixar o campo, o zagueiro Luizão criticou os companheiros: “Na hora em que o jogo fica difícil, todo mundo se esconde. Aí, nós passamos essa vergonha”.

“É preciso ter calma. Vou conversar com o Luizão. Temos de falar entre nós”, disse o técnico.

Santos 4 x 2 Grêmio

Data: 04/11/2001, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 6.231
Renda: R$ 52.080,00
Árbitro: Luciano Augusto Teotônio de Almeida (DF)
Cartões amarelos: Galván e Valdir (S); Marinho, Nenê, Pedrinho, Itaqui, Luís Mário e Fábio de Los Santos (G).
Gols: Marcelinho Carioca (09-1), Viola (20-1), Canindé (24-1), Marcelinho Carioca (33-1) e Luís Mário (34-1); Fábio de Los Santos (23-2).

SANTOS
Fábio Costa; Preto, Galván (Pereira, 42-2) e Cléber; Valdir, Ranato, Marcelo Silva, Canindé (Elano, 28-2) e Léo; Marcelinho Carioca e Viola.
Técnico: Cabralzinho

GRÊMIO
Danrlei; Marinho Nenê e Roger; Pedrinho (Rafael, 33-2), Émerson, Itaqui (Fábio de Los Santos, 00-2), Zinho e Rubens Cardoso; Luís Mário e Cláudio Pitbull (Rodrigo Fabri, 00-2).
Técnico: Tite



Marcelinho Carioca marca dois e reabilita o Santos na Vila

Vitória por 4 a 2 sobre o Grêmio alivia clima de tensão sobre jogadores

Os primeiros gols de falta de Marcelinho no Santos surgiram no momento decisivo, e o time da Baixada Santista reabilitou-se no Brasileiro, ao vencer o Grêmio por 4 a 2 na Vila Belmiro.

Além de melhorar a classificação do time, a vitória amenizou o clima de pressão que a derrota da última semana, para o Corinthians, provocou nos jogadores.

Na partida de ontem, o Santos tomou a iniciativa com Marcelinho e Canindé, responsáveis pelas jogadas ofensivas da equipe. Com dois volantes com características ofensivas, o Santos começou marcando a saída de bola do Grêmio.

Explorando as laterais e atraindo a atenção dos zagueiros adversários, aos 6min, Marcelinho cobrou falta com efeito, e Danrlei espalmou. Três minutos depois, o mesmo Marcelinho cobrou outra falta, Danrlei falhou, e o Santos marcou o primeiro gol da partida.

O gol deu tranquilidade para a equipe santista tocar a bola, e, aos 20min, no lançamento de Cléber, o zagueiro Lelê falhou. A bola sobrou para Viola, que invadiu a área e chutou forte no canto.

Atordoado em campo, o Grêmio sentiu a falta de um articulador de jogadas no meio-campo.

Aos 23min, uma jogada entre Marcelinho e Viola quase resultou em gol. Um minuto depois, Canindé recebeu pela direita, livrou-se do zagueiro e chutou com o pé esquerdo.

Danrlei estava adiantado, e a bola bateu primeiro no travessão, depois no chão e entrou.

O Grêmio criou a primeira oportunidade de gol com o meia Zinho cobrando falta.

Aos 32min, o Santos ampliou. Marcelinho cobrou falta pela esquerda, a bola resvalou no zagueiro Marinho e tirou o goleiro Danrlei da jogada. Foi o segundo gol de Marcelinho na partida.

A torcida ainda fazia festa na arquibancada quando o Grêmio foi à frente e Luiz Mário aproveitou o vacilo da zaga rival para diminuir.

No segundo tempo, o Santos procurou administrar o marcador, criando a primeira jogada de perigo aos 9min, em uma cabeçada de Viola. Aos 21min, Preto cometeu falta em Luiz Mário. Zinho cobrou rápido para Delosantos, que chutou de pé esquerdo. A bola desviou em Galván e entrou.

A equipe gaúcha melhorou a marcação no meio-campo e o toque de bola, criando boas oportunidades. No entanto, esbarrou na atuação segura de Fábio Costa.

Com a derrota, o Grêmio perdeu uma invencibilidade de 12 jogos no Brasileiro. A última derrota tinha sido para a Ponte Preta, por 3 a 2, em agosto.

Para o técnico Tite, a equipe foi surpreendida com os gols no primeiro tempo, além da marcação forte e consistente do Santos.

Meia se redime contra seu rival “preferido”

O Grêmio sempre foi um adversário que trouxe alegria para Marcelinho. Quando jogava no Corinthians, marcou um gol que deu o título da Copa do Brasil, de 1995, em cima da equipe gaúcha em pleno estádio Olímpico, em Porto Alegre.

Dessa vez, com a camisa do Santos, foi justamente contra o Grêmio que Marcelinho marcou o gol exigido pela torcida.
“O Grêmio faz parte da minha história vencedora. A galera cobrava os gols de falta, e fiz dois. Eles sempre aparecem nos momentos mais importantes. A vitória de hoje [ontem” é a arrancada do Santos no Brasileiro”, disse Marcelinho.

O atacante Viola, que voltou a marcar gols -o 10º no campeonato-, também sentiu-se aliviado com a vitória. “Sabíamos da nossa responsabilidade, e essa vitória traz tranquilidade. O grupo provou que tem competência. Teve garra, honrou a camisa. A pressão da torcida é compreensível, mas sabíamos do nosso potencial.”

Antes do início da partida, a torcida não gritou o nome de Viola, optando pelo coro: “Viola, joga bola e vai embora”.

O próximo jogo do Santos será contra a Lusa, na quinta, no Canindé. O técnico Cabralzinho não contará com o zagueiro Galván, suspenso.

Santos 1 x 0 São Paulo

Data: 03/10/2001, quarta-feira, 21h45.
Competição: Campeonato Brasileiro – 1ª fase
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público e Renda: N/D
Árbitro: Cléber Wellington Abade (SP).
Cartões amarelos: Viola (S); Alexandre, Reginaldo Araújo e Luis Fabiano (SP).
Cartões vermelhos: Robert (S) e Wilson (SP).
Gol: Viola (14-1, de pênalti).

SANTOS
Fábio Costa; Russo, Preto, Cléber e Léo (Valdir); Paulo Almeida, Marcelo Silva (Orestes), Elano (Renato) e Robert; Marcelinho Carioca e Viola.
Técnico: Cabralzinho

SÃO PAULO
Rogério Ceni; Reginaldo Araújo, Reginaldo, Wilson e Gustavo Nery; Alexandre (Reinaldo), Douglas, Fàbio Simplício (Jean) e Julio Baptista; Kaká (Maurício) e Luis Fabiano.
Técnico: Nelsinho Baptista



Santos vence e São Paulo continua em jejum de gols

Fonte: Jornal Folha de SP – http://acervo.folha.com.br/fsp/2001/10/04/20//5435277

Santos 5 x 1 Bahia

Data: 23/09/2001, domingo, 15h00.
Competição: Campeonato Brasileiro
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público e renda: não divulgados
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (RS)
Cartões amarelos: Russo (S); Denilson, Bebeto, Ramalho e Robson (B).
Cartão vermelho: Pitarelli (S).
Gols: Viola (04-1), Viola (32-1) e Viola (42-1) e Cléber (45-1); Marcus Vinícius (18-2) e Russo (28-2).

SANTOS
Pitarelli; Preto, Galván (Rafael) e Cléber; Russo, Marcelo Silva (Renato), Paulo Almeida, Robert (Elano) e Léo; Marcelinho e Viola.
Técnico: Cabralzinho

BAHIA
Emerson; Denilson, Carlinhos, Jean Elias e Jefferson; Bebeto Campos, Ramos, Ramalho e Preto (M. Bazílio); Nonato (Marcus Vinícius) e Robson (Fábio Costa).
Técnico: Evaristo de Macedo



Viola marca 3, Santos goleia e chega à 3ª vitória com Cabralzinho

O Santos manteve o 100% de aproveitamento na “era Cabralzinho” com a goleada de 5 a 1 sobre o Bahia, na tarde deste domingo, na Vila Belmiro. Foi a terceira vitória consecutiva da equipe sob o comando do treinador.

O grande destaque da partida foi o atacante Viola, autor de três gols _os outros foram marcados pelo zagueiro Cléber e pelo lateral-direito Russo. Agora o centroavante tem sete, apenas três a menos que Allan Dellon, do Vitória.

O meia-atacante Marcelinho também teve boa atuação. O ex-jogador do Corinthians participou de três dos cinco gols do time.

Com o triunfo, o Santos chega aos 22 pontos e entra na zona de classificação. O Bahia, que estava invicto há seis rodadas, permanece com 20.

Os santistas começaram abrindo o placar logo aos 4min. Após cruzamento de Marcelinho, Viola desviou de cabeça e marcou o primeiro.

Os baianos tiveram a chance de empatar dez minutos depois. Roberto Campos aproveitou levantamento de Denílson, mas cabeceou para fora.

Após o susto, o Santos cresceu na partida. Aos 33min, Viola recebeu lançamento de Marcelinho e tocou por cobertura, marcando um belo gol.

O time paulista marcou mais dois ainda no primeiro tempo. Aos 43min, Viola fez seu terceiro, depois de cruzamento de Léo pela esquerda, e logo a seguir, Cléber também fez o seu aproveitando levantamento de Marcelinho.

Na segunda etapa, mesmo com a expulsão do goleiro Pitarelli, e com o gol de Róbson, cobrando pênalti, o Santos continou dominando.

Aos 29min, Russo marcou o seu primeiro no Nacional e fechou a goleada santista, para festa dos torcedores que compareceram em bom número na Vila Belmiro.

Sport Recife 0 x 2 Santos

Data: 19/09/2001, quarta-feira, 20h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 1ª fase – 12ª rodada
Local: Estádio Ilha do Retiro, em Recife, PE.
Público: 6.658
Renda: R$ 39.300,00
Árbitro: Antônio Pereira da Silva (GO).
Cartão amarelo: Gaúcho (SR).
Gols: Robert (29-1); Viola (20-2).

SPORT RECIFE
Marcelo Moretto; Saulo, Alex Pinho, Erlon e Kiko; Val Pilar (Gaúcho, 0-2), Axel, Edu Manga e Ricardinho (Cléber, 18-2); Robinho (Rafael, 0-2) e Júnior Amorim.
Técnico: Júlio César Espinosa

SANTOS
Pitarelli; Preto, Galván e Marcelo Silva (Pereira, 35-2); Russo, Renato, Elano (Vágner, 26-2), Robert (Júlio César, 31-2) e Léo; Marcelinho Carioca e Viola.
Técnico: Cabralzinho



Santos derrota Sport e fica próximo do G8

O Santos venceu sua segunda partida consecutiva no Brasileiro ao derrotar na noite de ontem o Sport por 2 a 0, no estádio da Ilha do Retiro, em Recife. Com o resultado, os paulistas têm agora 19 pontos, na nona posição, próxima do grupo de oito times que vão passar à segunda fase.

No clube pernambucano, a crise se aprofunda. O time permanece na zona de rebaixamento, entre os quatro piores do torneio. Foi a oitava derrota do Sport em 12 jogos e a sexta partida consecutiva sem vitória. O técnico Júlio Espinosa deve ser demitido. Carlos Alberto Silva e Emerson Leão são cotados para substituí-lo.

O Santos começou pressionando e, aos 2min, Robert quase marcou em um chute de fora da área. O goleiro Marcelo Moretto defendeu. Cinco minutos depois, Marcelinho perdeu outra chance, cabeceando a bola na trave.

O Sport só ameaçou pela primeira vez aos 10min, em um cruzamento de Ricardinho desfeito pelo time paulista.

Dominando o meio-campo, o Santos articulava melhor as jogadas de ataque, principalmente com Robert. A defesa pernambucana também falhava e permitia aos adversários trocar passes próximo à sua área.

Aos 29min, o Santos marcou seu primeiro gol em um chute de Robert, de fora da área.

O gol desarticulou ainda mais o Sport, que errava passes e não conseguia fugir da marcação. Só aos 40min os pernambucanos voltaram a ameaçar, em um chute de Júnior Amorim para fora.

Os paulistas responderam com uma bola na trave de Robert, após boa jogada pela direita.

No intervalo, Júlio Espinosa substituiu Val Pilar por Gaúcho, e Robinho por Rafael. Com as mudanças, Érlon foi deslocado para tentar dar mais consistência ao meio-de-campo do Sport.

Pressionado pela torcida, que passou a vaiar, o time foi à frente e perdeu boa chance de empatar logo aos 2min, em um chute para fora do centroavante Rafael.

O jogo permaneceu equilibrado até os 20min, quando o atacante Viola fez o segundo gol, chutando de virada, rasteiro, após receber a bola de Marcelinho.

O técnico Cabralzinho substituiu Robert por Júlio César, e o Santos passou a tocar a bola, esperando o tempo passar. Sem forças para reagir, o time pernambucano foi vaiado.

“Foi uma vitória justíssima”, disse o meia santista Robert. “A equipe se impôs”, declarou.