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Vitória 0 x 1 Santos

Data: 05/10/2018, sexta-feira, 21h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 28ª rodada
Local: Estádio do Barradão, em Salvador, BA.
Público: 7.478 pagantes
Renda: R$ 57.716,00
Árbitro: Daniel Nobre Bins (RS)
Auxiliares: Mauricio Coelho Silva Penna e Michael Stanislau (RS).
Cartões amarelos: Ramon e Fabiano (V); Alison e Carlos Sánchez (S).
Cartão vermelho: Mauricio Cordeiro (V).
Gol: Carlos Sánchez (08-1).

VITÓRIA
Ronaldo; Jeferson, Ramon, Lucas Ribeiro e Fabiano; Willian Farias, Rodrigo Andrade (Maurício Cordeiro) e Yago (Lucas Fernandes); Erick (Wallyson), Rhayner e Léo Ceará.
Técnico: Carpegiani

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Dodô; Alison (Renato), Diego Pituca e Carlos Sánchez; Derlis González (Rodrygo), Bruno Henrique (Bryan Ruiz e Gabriel.
Técnico: Cuca



Santos vence o Vitória e fica mais perto de do G6 no Brasileirão

O Santos não brilhou, mas venceu o Vitória por 1 a 0 na noite desta sexta-feira, em Salvador, e ficou mais perto de entrar no G-6, zona de classificação para a Libertadores da América em 2019. O gol foi marcado por Carlos Sánchez, aos oito minutos.

Com os três pontos na Bahia, o Peixe agora é o sétimo colocado, com 39 pontos, seis atrás do Atlético-MG. O Vitória segue em 17º, com 29 pontos e na zona do rebaixamento.

O jogo

A proposta do Santos foi clara desde o primeiro minuto: se postar na defesa e buscar o contra-ataque. E deu certo. Já aos oito minutos, Yago errou na saída de bola, Dodô virou para Carlos Sánchez e o meia arriscou de fora da área. O chute desviou em Lucas Ribeiro e matou o goleiro Ronaldo.

O gol poderia ter dado tranquilidade para o Peixe, mas não foi assim: os visitantes não tiveram controle do jogo, que ficou aberto, e o Vitória teve chances para empatar, como no chute de Yago no travessão, aos 22 minutos.

Com espaços, o ataque santista alternou entre a lentidão e a displicência e desperdiçou oportunidades, principalmente com Gabigol. Aos 39, Diego Pituca lançou, Bruno Henrique ganhou pelo alto e o artilheiro do Campeonato Brasileiro, sozinho na entrada da área, demorou para reagir – tempo suficiente para Jeferson cortar.

O Vitória voltou melhor para o segundo tempo e, durante os 20 primeiros minutos, não viu o Santos atacar. Os donos da casa, porém, esbarraram na falta de criatividade no meio-campo.

Depois de sucessão de cruzamentos do Peixe entre os minutos 20 e 23, os baianos quase empataram. Aos 25, Alison desviou cruzamento para trás e o goleiro Vanderlei fez grande defesa. Na sequência, Lucas Fernandes fez fila e foi travado de forma providencial por Diego Pituca no momento da finalização.

Aos 36 minutos, Maurício Cordeiro deixou o braço em Diego Pituca e foi expulso. Mesmo assim, o Vitória não abdicou do ataque e buscou o gol até o fim – sem sucesso. O Santos, mesmo sem inspiração, garantiu os três pontos para levar na bagagem.

Bastidores – Santos TV:

Cuca valoriza vitória do Santos e faz apelo à CBF para ter Rodrygo

O Santos não teve uma atuação vistosa e Cuca sabe, mas o técnico valorizou demais os três pontos conquistados diante do Vitória na noite desta sexta-feira, em Salvador, pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro.

“Tem que valorizar muito o resultado aqui. A dificuldade contra time que luta contra sair de baixo, da zona de rebaixamento… Vimos pouco antes o Internacional, na coliderança, passar dificuldade e perder para o Sport. Cada um tem uma luta, lutamos pela Libertadores e eles para permanecer na primeira divisão. Não dá para dizer qual luta é maior. Vitória teve bons momentos na partida, principalmente no segundo tempo, e soubemos valorizar a vitória parcial que foi até o final. Não fizemos grande jogo, mas suficiente para vencer e nesse momento do campeonato é o mais importante. Às vezes abdicamos de ter grande jogo e perder, como contra o Cruzeiro, em busca de jogo seguro, com menos riscos e buscando resultado. Fomos a 39 pontos, passamos o Cruzeiro com jogo a mais, quatro do Corinthians e um tempo atrás estávamos lá atrás. Temos que valorizar tudo que esses jogadores estão fazendo”, disse Cuca, em entrevista coletiva.

O treinador ainda explicou a opção por Rodrygo no banco de reservas e fez um apelo à CBF pela liberação do atacante de amistosos contra o Chile pela seleção brasileira sub-20.

“Foi pensada, treinamos com Derlis, Rodrygo sentiu um pouco o adutor depois do jogo contra o Atlético-PR. Resolvemos deixá-lo fora para não perdê-lo contra o Corinthians. Preservamos para não perder contra o Corinthians, e aí não conseguimos liberação da seleção sub-20. Vamos ver. Vou sempre servir o melhor que eu posso a seleção, Felipão, Edu, Tite, mas eles precisam pensar na nossa luta pela Libertadores e a perda do Rodrygo. Faço o pedido e poderei ajudar com o maior prazer do mundo, mas peço bom senso nesse jogo para que ele fique nessa partida contra o Corinthians”, completou Cuca.

Carlos Sánchez e Derlis González foram liberados do Uruguai e Paraguai, respectivamente, e o Santos aguarda resposta pelo pedido feito à CBF nos próximos dias.

Bruno Henrique elogia Cuca e reforça sonho por Libertadores no Santos

Bruno Henrique enalteceu o trabalho do técnico Cuca após o triunfo do Santos por 1 a 0 sobre o Vitória na noite desta sexta-feira, em Salvador, pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O atacante destacou a trajetória do treinador e apontou a confiança como fator preponderante para o Peixe sair da zona do rebaixamento e sonhar com voos mais altos.

“Cuca é um cara abençoado no futebol, que tem carreira linda, com títulos, então chegou para ajudar e levantar esse grupo, que precisava. Conseguiu fazer bom papel com cada um de nós”, disse o camisa 11, ao Premiere.

Os três pontos deixam o Santos na sétima colocação, com 39 pontos, seis atrás do Atlético-MG, primeira equipe na zona de classificação para a Libertadores. Vale lembrar que, dependendo do resultado dos brasileiros na Copa do Brasil e Libertadores, o G-6 pode virar G-7 e até G-8.

“Vitória é muito importante para seguirmos sonhando com a Libertadores. Vamos buscar cada ponto para chegarmos lá”, completou Bruno Henrique.


Santos 5 x 2 Vitória

Data: 03/06/2018, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 9ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 3.887 pagantes
Renda: R$ 82.830,00
Árbitro: Sávio Pereira Sampaio (DF)
Auxiliares: Daniel Henrique da Silva Andrade (DF) e Ciro Chaban Junqueira (DF).
Cartões amarelos: Rodrigo Andrade, Wallyson, Lucas Marques e Kanu (V).
Gols: Rodrygo (22-1), Rodrygo (25-1), Rodrygo (30-1) e Renato (44-1); Neilton (17-2), Gabriel (28-2) e Ramon (38-2).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo (Gustavo Henrique), David Braz e Dodô; Diego Pituca, Renato e Jean Mota; Gabriel, Rodrygo (Copete) e Eduardo Sasha (Léo Cittadini).
Técnico: Jair Ventura

VITÓRIA
Elias; Lucas, Kanu, Aderllan e Pedro Botelho; Rodrigo Andrade (Ramon), Uillian Correia (Lucas Marques) e Neilton; Lucas Fernandes (André Lima), Rhayner e Wallyson.
Técnico: Vagner Mancini



O técnico agradece! Com show de Rodrygo, Santos goleia o Vitória

Pressionado, o técnico Jair Ventura precisava dos três pontos para permanecer no Santos. E a sobrevida veio em grande estilo: 5 a 2 sobre o Vitória neste domingo, na Vila Belmiro, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe construiu a goleada já no primeiro tempo, com o hat-trick do inspirado Rodrygo e o cabeceio certeiro do experiente Renato. Os donos da casa amassaram o Leão e poderiam até ter feito mais gols. Foram, certamente, os melhores 45 minutos na temporada.

Na segunda etapa, o alvinegro veio para administrar o resultado, o Vitória fez o primeiro, quase o segundo, mas Gabigol marcou o quinto e garantiu os três pontos para Jair agradecer. Ainda deu tempo para Ramon marcar o segundo da equipe baiana.

O jogo

O Santos não pareceu o time que não vencia há cinco jogos, com protestos da torcida durante a semana e o técnico Jair Ventura pressionado. O Peixe amassou o Vitória no primeiro tempo.

A equipe esteve bem organizada, linhas adiantadas, triangulações e objetividade no ataque. O 4 a 0 nos primeiros 45 minutos foi pouco diante do volume de jogo.

Depois de martelar, colocar bola na trave e ter gol anulado, Rodrygo começou o seu show. Fez o primeiro, o segundo e o terceiro aos 22, 25 e 30. Renato ainda teve tempo de fazer o quarto, de cabeça, antes da ida ao intervalo.

Além do destaque óbvio para Rodrygo, o Santos teve defesa segura, Diego Pituca e Jean Mota bem no meio-campo e Eduardo Sasha e Gabigol voluntariosos no ataque. O goleiro Vanderlei não trabalhou. E o Vitória só torceu pelo apito antes da ida ao intervalo.

O Santos voltou para o segundo tempo disposto a administrar o resultado, com outra intensidade. O problema é que o Vitória não tinha desistido da partida na Vila.

O Leão assustou e marcou o primeiro com Neilton, em falha de David Braz, aos 17 minutos. E aos 28, os visitantes poderiam ter diminuído mais, mas Vanderlei fez linda defesa e puxou o contra-ataque. Rodrygo deu assistência para Gabigol, o maior alvo em protestos das torcidas organizadas, marcar e confirmar a vitória.

Nos minutos finais, o Vitória ainda marcou o segundo gol, com Ramon, aos 38 minutos. E a reação parou por aí. O Santos ainda se deu ao luxo de preservar Rodrygo, Eduardo Sasha e Lucas Veríssimo, substituídos. No apito final, as vaias viraram aplausos. E o seguinte grito foi entoado: “Não é mole não, jogando com vontade ninguém ganha do Peixão”.

Bastidores – Santos TV:

Após goleada, Jair minimiza pressão no Santos: “Me preparei para isso”

Jair Ventura precisava vencer o Vitória para se manter como técnico do Santos. E a goleada por 5 a 2 neste domingo, na Vila Belmiro, o credencia a permanecer. O treinador, porém, minimiza a pressão sofrida pela torcida e por parte da diretoria.

Jair explica como se preparou para ser treinador e diz que, pela primeira vez, se viu em risco à frente de um clube de futebol. No Botafogo, as boas campanhas renderam quase que uma lua de mel com a torcida.

“Eu me preparei 11 anos para ser treinador. Em 2005 fiz meu primeiro curso. Trabalhei nove anos como assessor, três na base da seleção, interino em 2010, 2015 e efetivado em 2016. Quando me preparei e fui efetivado, encontrei o Botafogo na 17ª colocação faltando 19 jogos. Terminamos em quinto. E a realidade do treinador é ser pressionado a todo tempo. 99 jogos e alcançamos boas coisas. Sem título, mas campanha maravilhosa na Libertadores, semifinal na Copa do Brasil… Vida do treinador não é de bons momentos a todo tempo, mas vivia dois anos sem pressão. E chegou agora. Eu me preparei para isso. Não me preparei não só para as coisas boas. Vejo com naturalidade. Não me tornei treinador do dia para a noite. Minha carreira está apenas começando. Viverei as coisas boas e as ruins”, disse Jair, em entrevista coletiva.

“No futebol, são diversos fatores extracampo. E nós profissionais procuramos fazer o melhor pela camisa que vestimos. E temos que nos preocupar com campo e bola. Voltamos a vencer depois de cinco jogos quando vínhamos criando. E parecia desculpinha. Não fizemos gol nos últimos quatro e fizemos cinco hoje. Poderíamos ter dividido para estarmos em um melhor lugar na tabela… Agora é descansar porque saímos muito desgastados nesse jogo para fazer um grande clássico. Esperamos voltar aos trilhos e continuar nessa série de vitórias que é importante para todos nós”, completou.

Rodrygo comenta hat-trick e pede para Santos não “desligar” mais

Rodrygo perdeu as contas das vezes em que fez três gols em um único jogo nas categorias de base, mas, como profissional, conseguiu o primeiro hat-trick neste domingo, na goleada do Santos por 5 a 2 sobre o Vitória, na Vila Belmiro.

Em entrevista à Santos TV, o raio comentou sobre os gols marcados e pediu para o Peixe manter a concentração. Depois de abrir 4 a 0 no primeiro tempo, o alvinegro caiu de rendimento, fez um e sofreu dois gols na segunda etapa.

“O jogo começou meio truncado, meio difícil. Tínhamos espaço, mas não concluímos em gol até que sobrou a bola na cabeçada do Dodô, depois fiz o segundo numa jogada individual e acho que ali abriu a porteira. No final desligamos um pouquinho, é uma coisa normal, mas não pode acontecer. O que importa é a vitória”, disse Rodrygo.

“Estou muito feliz e espero que venha muito mais. Esse ano ainda! Na base, perdi as contas. No profissional é o primeiro e mais especial”, completou.

Gabigol vê sorte determinante em goleada do Santos: “Esteve do nosso lado”

Pressionado, o Santos voltou a vencer e a jogar bem em goleada por 5 a 2 sobre o Vitória na tarde deste domingo, na Vila Belmiro, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro. Para Gabigol, a sorte foi determinante.

O camisa 10 entende que o time vinha bem antes deste domingo, mas as oportunidades aproveitadas fizeram a diferença. O atacante ainda elogiou o técnico Jair Ventura e Rodrygo, autor de três gols.

“Foi um jogo muito bom coletivamente. Hoje a sorte esteve do nosso lado e os gols saíram. O Jair é um cara excepcional. E o Rodrygo, um cara muito trabalhador”, disse Gabigol.

Além dos gols: estatísticas provam melhora do Santos em goleada

A maior prova da melhora do Santos diante do Vitória é o placar de 5 a 2 na Vila Belmiro, mas as estatísticas ajudam a entender o bom desempenho do Peixe depois de quatro partidas sem vencer.

O Peixe era quem menos acertava finalizações no Campeonato Brasileiro, com média de três na direção do gol. Contra o Vitória, foram 11 certas em um total de 20. Os números são do Footstats.

O alvinegro ainda bateu um recorde: foi quem mais teve finalizações certas em um tempo na competição: nove, com direito a três gols de Rodrygo. Nos sete jogos anteriores, o melhor desempenho foi de seis chutes corretos. Seis em 90 minutos.

Outro dado interessante é o de cruzamentos. Com maior volume de jogo, o Santos levantou a bola 25 vezes na área do Vitória, com nove acertos. No empate em 0 a 0 com o Real Garcilaso, por exemplo, foram 50 cruzamentos e o mesmo número de tentativas certeiras.

As estatísticas comprovam a mudança de postura do Santos. Pressionado, o time pressionou desde os primeiros minutos e mostrou linhas adiantadas, compactação, triangulações pelas pontas e objetividade no ataque. Os três pontos fizeram o técnico Jair Ventura ser mantido no cargo.

Santos ganha novos desfalques e sofre para completar banco

O Santos tem sofrido não apenas com a escalação, mas também na composição do banco de reservas. Com a possibilidade de 12 suplentes, o Peixe teve apenas nove contra o Vitória e oito diante do Atlético-PR.

À frente de um elenco com 29 jogadores, o técnico Jair Ventura tem sofrido com desfalques. No último domingo, na goleada por 5 a 2 sobre o Vitória, na Vila Belmiro, o alvinegro não contou com Bruno Henrique (trauma no quadril), Daniel Guedes (conjuntivite) e Yuri Alberto (luxação no ombro direito).

No departamento médico, além do trio, estão Alison (lesão no joelho direito), Vitor Bueno e Arthur Gomes (entorse no tornozelo esquerdo) e Vecchio (dores no joelho direito). Caju, negociado com o Apoel-CHI, só treina no CT Rei Pelé para manter o condicionamento físico.

O único atleta que deve retornar na próxima rodada é Bruno Henrique. A tendência é que o atacante fique no banco de reservas no clássico contra o Corinthians, quarta-feira, às 21h (de Brasília), na arena do rival, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro. O camisa 11 ainda sente dores após se chocar na trave na derrota por 1 a 0 para o Cruzeiro, no Pacaembu.

Jair pode repetir a escalação das partidas contra Atlético-PR e Vitória na quarta: Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Dodô; Diego Pituca, Renato e Jean Mota; Eduardo Sasha, Rodrygo e Gabigol.

O Peixe é o 15º colocado do Campeonato Brasileiro, com nove pontos e uma rodada a menos. O alvinegro enfrentará o Vasco em jogo adiado da rodada 3. A partida será em julho, depois da Copa do Mundo na Rússia, no Pacaembu.

Em alta, Pituca tem contrato longo e um dos menores salários do Santos

Quando Alison sofreu lesão no joelho direito, imaginava-se que Yuri e Guilherme Nunes brigariam pela vaga em aberto no meio-campo do Santos. Mas foi Diego Pituca quem se firmou e tem sido destaque no time de Jair Ventura.

Armador de origem e com preferência em ser segundo volante, Pituca tem feito bem a “cabeça de área”, como dizem os mais velhos. O jogador de 25 anos marca bem, ajuda na saída de bola e chega bem no ataque, como no último domingo, quando deu duas assistências nos 5 a 2 sobre o Vitória, na Vila Belmiro.

“Foi mais um grande jogo do Pituca. Jogador que eu pincei (do time B) e hoje ele é importantíssimo na ausência do Alison. Vem ajudando demais o time. Muitos treinadores me ligaram para perguntar dele e nós seguramos”, disse o técnico Jair Ventura, em coletiva de imprensa.

Destaque no Botafogo-SP, Diego Pituca chegou ao Santos B em maio de 2017 e foi promovido por Jair na pré-temporada deste ano. No sub-23, assinou um bom contrato para os moldes da categoria, de quatro temporadas e salário de 32 mil. Hoje, é um dos menores vencimentos entre os profissionais.

Herdeiro do apelido do pai e nascido em Mogi Guaçu-SP, Pituca começou a carreira no Mineiros-GO e passou por Brasilis, Guaçuano, Matonense e Botafogo, todos de São Paulo, antes de chegar ao Santos. Polivalente, o atleta já atuou como lateral-esquerdo, volante, meia e ponta.


Santos 2 x 2 Vitória

Data: 16/10/2017, segunda-feira, 20h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 28ª rodada
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 19.007 presentes (15.461 pagantes e 3.546 não pagantes)
Renda: R$ 428.430,00
Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)
Auxilieares: Carlos Berkenbrock e Helton Nunes (ambos SC)
Cartões amarelos: David Braz e Alison (S). Caíque Sá, Wallace, Yago e Carlos Eduardo (V).

GOLS:
SANTOS: Jean Mota, aos 35 do 1T; Ramon (contra), aos 24 do 2T;
VITÓRIA: David, aos 22 do 1T; Wallace, aos 19 do 2T;

SANTOS
Vanderlei; Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Zeca; Alison, Matheus Jesus (Vecchio) e Lucas Lima; Copete (Serginho), Jean Mota (Lucas Crispim) e Ricardo Oliveira.
Técnico: Levir Culpi

VITÓRIA
Caíque; Caique Sá, Wallace, Ramon e Juninho; Uillian Correia, Fillipe Soutto e Yago (Patric); David (Danilinho), Neilton (Carlos Eduardo) e Tréllez.
Técnico: Vagner Mancini



Santos sofre contra o Vitória, fica no empate e não encosta no Corinthians

O Corinthians perdeu para o Bahia no último domingo, em Salvador, e animou os santistas para a possibilidade de encostar na liderança do Campeonato Brasileiro. O único problema é que faltou combinar com o Vitória. Jogando mal, o Peixe viu o rubro-negro dominar boa parte do confronto e ficou apenas no empate em 2 a 2, na noite desta segunda-feira, no Pacaembu, pela 28ª rodada do torneio nacional.

A igualdade foi ruim para as duas equipes. Enquanto o Leão, com 33 pontos, segue coladinho na zona de rebaixamento, o alvinegro chegou aos 49, não encostou no Corinthians, que segue liderando com 9 pontos de vantagem, e ainda perdeu a segunda colocação para o Grêmio.

O jogo:

Mesmo jogando fora de casa, o Vitória não se intimidou e começou a partida colocando o Santos ‘na roda’. Aos 11 minutos, Yago cobrou escanteio na área, Vanderlei saiu mal do gol e quase o time baiano abriu o marcador.

Apesar do susto, o Peixe seguiu perdido dentro de campo. Nervoso e errando muitos passes, a equipe comandada por Levir Culpi viu o Leão chegar ao gol aos 22 minutos. Após erro de Copete, Neilton tocou para Tréllez, que mandou para Fillipe Souto. O volante rolou para David dentro da área. O atacante teve calma para driblar Vanderlei e estufar as redes do Pacaembu.

A desvantagem não acordou o alvinegro, que seguiu sofrendo para chegar ao ataque. Além disso, o Vitória continuou sendo mais perigoso. Aos 28, Uillian Correia mandou uma bomba de longe e Vanderlei faz bela defesa para salvar o Santos.

E o famoso ditado do ‘quem não faz toma’ crucificou o time baiano aos 35 minutos. Mesmo sendo completamente dominado no Pacaembu, o Peixe chegou ao empate após Zeca cruzar e Jean Mota desviar de cabeça para bater o goleiro Caíque.

O Vitória não sentiu o gol e foi pra cima novamente. No lance seguinte, Yago bateu colocado de fora da área e Vanderlei espalmou. Depois, Ramon mandou pra fora.

Já no último minuto da primeira etapa, Lucas Lima cobrou falta dentro da área e Ricardo Oliveira desviou. A bola passou raspando a trave, mas o duelo foi para o intervalo empatado em 1 a 1.

Completamente dominado na primeira etapa, o Santos voltou melhor após o intervalo. Logo aos seis minutos, Copete cruzou na cabeça de Ricardo Oliveira. O centroavante, porém, não testou com firmeza e Caíque defendeu.

A Leão não se intimidou e mostrou que seguia com o mesmo ímpeto do primeiro tempo. Aos 11, David aproveitou contra-ataque, cruzou na área e Neilton mandou uma bomba no travessão.

No lance seguinte, Wallace recebeu na área após cobrança de escanteio e chutou firme, obrigando Vanderlei a salvar o Peixe mais uma vez.

Aos 19 minutos, porém, o goleiro santista não conseguiu segurar o zagueiro do Vitória. Após cobrança de escanteio, Wallace ganhou de David Braz e cabeceou com força para fazer 2 a 1.

O tento silenciou o Pacaembu. Porém, quando parecia que o Santos sentiria a pressão, Daniel Guedes cruzou na área, Serginho furou e Ramon mandou contra a própria meta, deixando tudo igual.

O jogo ficou aberto e eletrizante em São Paulo. Aos 31 minutos, Serginho ganhou da zaga, avançou e arriscou de fora da área. A bola passou perto do gol de Caíque e quase o Peixe alcançou a virada.

Na reta final do confronto, o Vitória passou a jogar mais recuado, esperando um bom contra-ataque para tirar a vitória. O Santos, por sua vez, trocou passes e abusou dos cruzamentos pouco eficientes na área, decretando o empate em 2 a 2 no Pacaembu.

Bastidores – Santos TV:

Levir admite má atuação do Santos em empate: “Temos que pedir desculpas”

O Santos sonha com a conquista do título brasileiro. Já o Vitória luta contra o rebaixamento. Por conta disso, teoricamente o Peixe deveria pressionar o Leão, certo? Bom, não foi bem o que aconteceu na noite desta segunda-feira, no Pacaembu. Jogando mal, a equipe comandada por Levir Culpi viu o rubro-negro baiano dominar as ações em boa parte do confronto e ficou apenas no empate em 2 a 2.

Após a partida, o comandante do alvinegro admitiu a atuação abaixo do esperado e relevou as vaias da torcida no Paulo Machado de Carvalho.

“Esse é um jogo que temos que pedir desculpa para a torcida. Nós não nos apresentamos como eles mereciam. Eles jogaram a favor, nós que não ajudamos. Faltou desempenho. É muito normal um desabafo do torcedor porque o time não produziu. Temos de nos recuperar nos próximos jogos”, disse Levir em entrevista coletiva.

“Nós jogamos tão diferentes e não sei nem onde nos erramos. Estivemos muito abaixo, fora do normal. Quero ressaltar a sequência de bons jogos que o Vitória fez com o Mancini fora de casa. A gente lamenta por causa do momento. Estamos tentando encostar no Corinthians, seria uma chance ótima. A partida foi muito abaixo do que podemos jogar. Fica difícil para substituir. Time não produziu nada, mas muito em função do jogo e pela postura tática do Vitória”, concluiu o técnico do Santos.

Com a igualdade, o alvinegro chegou aos 49, não encostou no Corinthians, que segue liderando com 9 pontos de vantagem, e ainda perdeu a segunda colocação para o Grêmio.

Santos repreende Zeca e Kayke, ameaça corte, mas relaciona dupla contra o Sport (Em 17/10/2017)

O empate em 2 a 2 com o Vitória, na última segunda-feira, no Pacaembu, pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro, abalou o ambiente do Santos. Após a partida, Zeca e Kayke tomaram atitudes que desagradaram a diretoria e uma possível barração da dupla foi cogitada para o confronto contra o Sport, nesta quinta-feira, às 21h (de Brasília), na Ilha do Retiro.

Porém, os jogadores foram apenas repreendidos pela comissão técnica e viajaram para Recife com o restante do elenco na tarde desta terça-feira.

Após o primeiro gol do Santos contra o Vitória, Zeca se dirigiu à torcida para cobrar apoio. Ao fim do jogo, o lateral-esquerdo fez uma publicação polêmica em seu Instragram, apagada minutos depois.

Kayke, por sua vez, demonstrou descontentamento com a diretoria sobre sua situação no clube. Reserva de Ricardo Oliveira, o camisa 7 deve deixar o Peixe no final do ano, quando acaba seu contrato de empréstimo pelo Yokohama Marinos. Nesta terça-feira, ele não treinou com o elenco e apareceu no campo apenas para tentar argumentar com o técnico Levir Culpi.

Já Renato e Bruno Henrique seguem fora diante do Sport. O atacante ainda sente desconforto na panturrilha esquerda. O volante, por sua vez, está recuperado de edemas na coxa direita e no tornozelo direito, mas foi cortado por precaução da comissão técnica.


Vitória 0 x 2 Santos

Data: 21/06/2017, quarta-feira, 19h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 9ª rodada
Local: Estádio do Barradão, em Salvador, BA.
Público: 8.179 pagantes
Renda: R$ 112.189,00
Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)
Auxiliares: Carlos Berkenbrock e Helton Nunes (ambos de SC).
Cartões amarelos: Neílton e Geferson (V); David Braz (S).
Gols: Copete (33-1) e Copete (31-2).

VITÓRIA
Fernando Miguel; Leandro Salino (Neílton), Kanu, Fred e Geferson; Willian Farias, Uillian Correia, Patric e Gabriel Xavier (Todinho); David (André Lima) e Kieza.
Técnico: Alexandre Gallo

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Jean Mota; Renato, Alison (Léo Cittadini) e Vitor Bueno (Rafael Longuine); Copete (Arthur Gomes), Bruno Henrique e Kayke.
Técnico: Levir Culpi




Apostando nos contra-ataques, Santos bate Vitória e encosta no topo do Brasileirão

Nos últimos dois anos, o torcedor do Santos se acostumou a ver um time mantendo a posse de bola e sempre buscando a troca de passes para alcançar as conquistas. Porém, esqueça isso no Peixe comandado por Levir Culpi. Pelo menos foi isso que os santistas acompanharam nesta quarta-feira, diante do Vitória, no Barradão. Apostando bastante nos contra-ataques rápidos, o Alvinegro Praiano contou com a inspiração dos velozes Copete, com dois gols, e Bruno Henrique, com duas assistências, para conquistar o triunfo por 2 a 0 e embalar no Campeonato Brasileiro.

Com a vitória, o alvinegro chegou aos 16 pontos, assumiu a terceira colocação e colou nos líderes Grêmio (19) e Corinthians (20). Já o Leão, por sua vez, teve sua sequência de ter jogos sem derrota, estacionou nos oito pontos e pode terminar a rodada na zona de rebaixamento.

O jogo

O duelo até começou equilibrado no Barradão. Jogando em casa, o Vitória tentava sair jogando, enquanto o Santos postava-se no campo de defesa, esperando por um bom contra-ataque. E ele veio aos 16 minutos. Em velocidade, Vitor Bueno deu belo passe entre os zagueiros para Copete. O colombiano ficou na frente de Fernando Miguel, mas não conseguiu descolar o goleiro e a bola foi para escanteio.

Após a cobrança, Bueno pegou a sobra do lado esquerdo e cruzou para Lucas Veríssimo. O zagueiro testou firme e a redonda tirando tinta da trave do Leão.

O Vitória respondeu aos 20 minutos. A jogada até parecia perdida. Porém, uma verdadeira lambança de Alison, que fazia sua estreia em 2017, quase fez os baianos abrirem o placar no Barradão. Após cruzamento de David, o volante furou e Kieza bateu firme. Vanderlei salvou no reflexo. No rebote, o substituto de Thiago Maia tentou afastar, mas chutou em cima de Lucas Veríssimo e a bola quase entrou no gol.

Apostando na velocidade, o Santos não se intimidou com a chance desperdiçada pelo Leão e chegou com perigo mais uma vez. Aos 29, Copete recebeu pelo lado esquerdo e mandou para Bruno Henrique. Livre na área, atacante mandou para fora.

Quatro minutos depois, porém, a velocidade da dupla de pontas do Peixe foi fatal. Bruno Henrique roubou a bola na direita, avançou por todo o gramado e tocou para Copete na entrada da área. E se o companheiro de ataque desperdiçou grande oportunidade momentos antes, o colombiano teve categoria para bater de chapa e abrir o placar no Barradão.

Assim como na primeira etapa, o Santos voltou do intervalo recuado e apostando nos contra-ataques. O único problema é que o Vitória, atrás no marcador, retornou com Neílton no lugar de Leandro Salino e partiu com tudo em busca do empate.

Aos 4 minutos, Geferson tentou um cruzamento da esquerda, mas acabou mandando direto para o gol. Vanderlei, no reflexo, afastou a bola. Na jogada seguinte, Uillian Correia mandou uma bomba da entrada da área e assustou o goleiro santista.

A pressão dos donos da casa continuou. Aos 13, Neílton foi derrubado por David Braz dentro da área. O jogadores do Leão reclamaram muito de pênalti, mas a arbitragem mandou seguir.

Na sequência do lance, novamente apostando nos contra-ataques, Bruno Henrique recebeu de Vitor Bueno e só parou no goleiro Fernando Miguel.

O segundo tempo inteiro seguiu nessa toada, com o Vitória se lançando ao ataque e o Santos buscando o gol em um contragolpe. E quando parecia que o Leão chegaria ao empate, o Peixe conseguiu a tão esperada jogada para ‘matar’ o jogo.

Aos 31 minutos, Bruno Henrique ganhou do zagueiro Fred no lado direito e tocou para Copete. Completamente livre, o colombiano teve tempo para dominar e empurrar para o fundo das redes, marcando o segundo dele no jogo, o quinto em três jogos contra o time baiano.

Com o 2 a 0 no placar, o Vitória praticamente se entregou em campo e o Santos apenas administrou o resultado nos minutos finais. No último lance, ainda

Decisivo contra o Vitória, Copete impressiona Levir: “É uma arma”

Nada melhor que o Vitória para pulverizar a seca de gols de Copete. Sem marcar desde o dia 26 de abril, no triunfo sobre o Paysandu, o colombiano reencontrou o caminho das redes justamente contra seu adversário favorito. Com os dois tentos desta quarta-feira, o atacante ajudou o Peixe a vencer por 2 a 0, no Barradão, e alcançar a terceira colocação do Campeonato Brasileiro.

Além disso, Copete ainda chegou a marca de cinco gols em apenas três jogos contra o Leão. E para completar a noite praticamente perfeita, o colombiano ainda foi bastante elogiado pelo técnico Levir Culpi.

“Ele está me impressionando muito. É velocista e também é finalizador. Tem sido importante na bola parada, pois também cabeceia muito bem. Ele é uma arma muito legal que a gente tem”, explicou o comandante em entrevista coletiva após o triunfo.

“Graças a Deus pude marcar gols importantes. O time atuou muito bem, fez partida excelente e conseguimos os três pontos. Temos um grupo muito fechado, que vem fazendo as coisas pouco a pouco, tratando todos os jogos como uma final”, disse Copete na saída do gramado.

‘Garçom’ contra o Vitória, Bruno Henrique diz: “Prefiro dar passes”

Desde a época de Dorival Júnior no comando, Bruno Henrique já vinha se destacando como um dos melhores do Santos. Rápido e incisivo, o atacante se acostumou a ser o jogadores mais acionado pela equipe. Porém, o jovem de 26 anos tem mostrado dificuldades para finalizar ao gol. Nesta quarta-feira, no triunfo por 2 a 0 sobre o Vitória, em Salvador, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro, o atleta novamente sofreu com as chances perdidas, mas compensou com duas assistências para Copete marcar.

“A imprensa me perguntou se eu precisava finalizar mais. Eu preciso sim, afinal, atacante vive de gols. Mas tenho mais facilidade em dar passe do que fazer gols. No Wolfsburg foi assim. Quando joguei na Champions contra o Real eu fui bem, mas por dar assistências”, disse Bruno Henrique na saída do gramado.

Com as duas de hoje, o atacante do Peixe chegou ao número de cinco passes para gol em 27 jogos disputados na temporada.

“Sabíamos que eles (o Vitória) viriam para cima. É normal fazer um jogo como esse dentro de casa e esperar pelo contra-ataque. Com a gente não foi diferente. Eu e Copete temos muita velocidade e isso causa muito estrago na defesa dos times adversários. E hoje não foi diferente e conseguimos um bom resultado no Barradão”, concluiu Bruno Henrique.

Após triunfo, Levir ainda vê erros no Santos e diz: “Tenho feito muito pouco”

Com Dorival Júnior, o Santos vinha sendo alvo de críticas pela torcida e flertava com a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Após o anúncio de Levir Culpi, porém, o Peixe embalou na competição nacional, conseguindo três triunfos em três em quatro jogos e alcançando a terceira colocação, com 16 pontos.

Nesta quarta-feira, foi a vez do Vitória ser a vítima deste ‘novo Santos’. Apostando na velocidade e nos contra-ataques, o alvinegro saiu do Barradão com 2 a 0 no placar. Apesar da boa sequência, Levir ainda acredita que a equipe vem cometendo muitos erros. Além disso, o novo comandante não se vê com méritos pelos triunfos santistas.

“O resultado foi justo, mas olhando pelos erros que cometemos, ainda existe uma distância muito grande para melhorarmos. O time é bom. Joga bem, mas a gente pode melhorar muito. Nós queremos conquistar os títulos. Eu tenho feito muito pouco. Tenho me apoiado mais na comissão técnica e nos jogadores do que tomando decisões”, disse em entrevista coletiva.

Mesmo mantendo a cautela, Levir vê o time ganhando confiança e já admite que o Santos tem condições de conquistar o Brasileirão.

“Os jogos estão afunilando, ainda não é momento decisivo, principalmente no Brasileiro, mas nós estamos pontuando bem, e isso dá um ânimo, confiança e pesa muito no futebol. Eu acho que todos os times do Brasil estão no mesmo nível, claro q no final do campeonato são os que estiverem em ritmo melhor, e eu coloco entre eles o Santos”, concluiu.


Santos 3 x 2 Vitória

Data: 17/11/2016, quinta-feira, 19h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 35ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 9.258 pagantes
Renda: R$ 260.390,00
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO)
Auxiliares: Fabricio Vilarinho da Silva (GO) e Fabiano da Silva Ramires (ES).
Cartões amarelos: Yuri, Thiago Maia, Ricardo Oliveira (S); Diego Mateus (V).
Gols: Copete (35-1); Marinho (16-2, de pênalti), Ricardo Oliveira (21-2, de pênalti), Copete (38-2) e Serginho (48-2).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Yuri, Fabián Noguera e Zeca; Renato (Léo Cittadini), Thiago Maia e Lucas Lima (Elano); Vitor Bueno (Lucas Veríssimo), Copete e Ricardo Oliveira.
Técnico: Dorival Junior

VITÓRIA
Caíque; José Welison, Kanu, Victor Ramos e Diego Renan; Willian Farias, Marcelo (Diego Mateus) e Euller (David); Cárdenas (Serginho), Marinho e Kieza.
Técnico: Argel Fucks



Com trio inspirado, Santos bate o Vitória e segue sonhando com título

Foi no sufoco, mas o Santos conseguiu manter-se na cola do líder Palmeiras. Apesar de estar lutando contra o rebaixamento, o Vitória foi para cima do Peixe e quase saiu da Vila Belmiro com um bom resultado na bagagem. Porém, a equipe de Dorival Júnior contou com a estrela de Lucas Lima, Copete e Ricardo Oliveira para vencer por 3 a 2, na noite desta quinta-feira, e seguir sonhando com o título do Campeonato Brasileiro.

Na primeira etapa, Lucas Lima tocou para Copete abrir o placar. No segundo tempo, o Rubro-Negro Baiano empatou com o também inspirado Marinho. Porém, Ricardo Oliveira desempatou em cobrança de pênalti, após nova jogada entre o camisa 10 e o colombiano. Para coroar a boa apresentação, Copete ainda marcou mais um. No final, Serginho, ex-Santos, descontou, mas não evitou a vitória santista.

O triunfo fez o Peixe alcançar uma marca inédita neste Brasileirão. Pela primeira vez, os comandados de Dorival Júnior venceram quatro vezes seguida. Com isso, o alvinegro chegou aos 67 pontos, manteve-se em segundo lugar e encostou de vez no Palmeiras, que empatou em 1 a 1 com o Atlético-MG, no Estádio Independência, em Belo Horizonte, e ficou com 71 pontos na tabela.

O Vitória, por sua vez, estacionou nos 39 pontos e não conseguiu sair de perto da zona de rebaixamento. Com o empate do Inter diante da Ponte Preta, os baianos seguiram fora do Z4, mas viram os colorados igualarem o número de pontos.

O jogo

O Santos começou do jeito que está acostumado quando joga na Vila: com posse de bola e buscando encontrar os espaços na base da troca de passes. A diferença é que o Vitória não se contentou em ficar recuado e também partiu para cima do Peixe.

A primeira boa oportunidade saiu aos 10 minutos. Vitor Bueno recebeu de Yuri na intermediária e arriscou de longe. A bola passou perto da trave direita do goleiro Caíque. No lance seguinte, Kieza respondeu na mesma moeda. O atacante soltou uma bomba de fora da área, obrigando Vanderlei a fazer a defesa em dois tempos.

As duas chances desperdiçadas acenderam as duas equipes. O jogo ficou lá e cá na Vila, com boas oportunidades para os dois lados. Na melhor delas, aos 20 minutos, Copete puxou um contra-ataque rápido, avançou pela esquerda e tocou na medida para Lucas Lima. O camisa apareceu sozinho na marca do pênalti e soltou uma bomba no travessão.

A partida seguiu eletrizante. Enquanto o Vitória contiuava marcando forte e apostando na velocidade de Marinho, o Santos seguia no toque de bola e esperando a hora certa para dar o bote. E ela veio aos 35 minutos. Lucas Lima avançou na entrada da área e achou Copete no meio dos zagueiros do Vitória. O colombiano, impedido, tocou por cima do goleiro Caíque e abriu o placar na Vila.

O tento animou o Peixe, que quase amplicou no lance seguinte. Ricardo Oliveira tocou para Vitor Bueno dentro da área. De frente para o gol, o meia chutou no cantinho. A bola passou perto da trave e não entrou, fazendo o alvinegro ir para o intervalo com a vantagem mínima.

Ao contrário da primeira etapa, o segundo tempo começou em ritmo lento e com poucas chances claras na Vila. Porém, uma falha coletiva da zaga santista determinou o empate logo aos 16 minutos. Após cruzamento na área, Noguera furou feio e Yuri colocou o braço na bola. Pênalti para o Vitória. Na cobrança, Marinho bateu com categoria, deslocando Vanderlei e deixando tudo igual.

A torcida do Rubro-Negro Baiano, porém, teve pouco tempo para comemorar. Cinco minutos depois, também após uma falha defensiva, o Peixe ficou em vantagem novamente. Lucas Lima deu belo passe para Copete. O colombiano adiantou a bola e atropelado por Diego Mateus. Mais um pênalti na Vila. Mostrando frieza, Ricardo Oliveira esperou o goleiro Caíque escolher o canto e tocou do outro.

Aos 38 minutos, Copete apareceu novamente, aproveitou falha de David e matou o jogo para o Santos. No último lance, ainda sobrou tempo para Serginho descontar, mas nada que mudasse o triunfo e a festa santista na Vila.

Bastidores – Santos TV:

Dorival celebra ‘paciência’ do Santos em jogo truncado contra o Vitória

Apesar de estar lutando contra o rebaixamento, o Vitória não ficou amedrontado ao enfrentar o Santos na Vila Belmiro. A equipe baiana mostrou força na marcação e muita velocidade, apostando principalmente em Marinho. Porém, mesmo com todas as dificuldades enfrentadas, os santistas conseguiram vencer por 3 a 1, em duelo válido pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Para o técnico Dorival Júnior, a boa atuação do Vitória não foi surpresa. O comandante valorizou a paciência mostrada pelo alvinegro. “Foi um jogo brigado, trucado e disputado, com uma disputa constante por um predomínio no meio de campo. O Santos teve uma lucidez, sempre tentando colocar a bola no chão. Foi assim que saiu o primeiro gol. Foi um jogo difícil. Resultado importantíssimo para nós, mas podemos melhorar para ter jogos mais seguros”, afirmou o treinador, em entrevista coletiva na Vila Belmiro, após a vitória sobre a equipe rubro-negra.

O triunfo fez o Peixe alcançar uma marca inédita neste Brasileirão. Pela primeira vez, os comandados de Dorival Júnior venceram pela quarta vez seguida. Com isso, o Peixe chegou aos 67 pontos, manteve-se em segundo lugar e segue encostado no Palmeiras.

Na próxima rodada, o Santos pega o Cruzeiro, no Mineirão, neste domingo, às 17h (de Brasília). Apesar de ainda seguir sonhando com o título, o treinador prefere manter os pés no chão e ir pensando jogo a jogo.

“Nós não sabemos o que está reservado para essas rodadas finais. Temos que fazer a nossa parte, Temos que estar focados e preparados para os próximos dois compromissos fora. A obrigação do Santos é essa. Acho que nós temos que acreditar sempre. Vejo jogos decisivos para todo mundo. Não será apenas para o Santos. Nível de pressão, necessidade do resultado. Tudo isso influência e não podemos descartar nada. O futebol é inesperado e prega peças”, concluiu Dorival.

Renato vibra com vontade do Santos e elogia atuação de Marinho

Desde o começo da semana, os santistas já mostravam preocupação a principal arma do Vitória: Marinho. Inspirado, o atacante deu uma canseira na zaga santista e ainda no primeiro tempo conseguiu deixar Yuri e Thiago Maia amarelados. Na segunda etapa, o jogador ainda marcou um para a equipe baiana. Mesmo assim, o Peixe contou com a estrela de Lucas Lima, Copete e Ricardo Oliveira para sair com o triunfo por 3 a 2 na Vila Belmiro, na noite desta quinta-feira, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Segundo Renato, a boa atuação de Marinho já era esperada pelos santistas. Na saída do gramado, o volante também comemorou a vitória. “A gente sabia que era um time veloz, principalmente com Marinho, um jogador muito rápido, ia encontrar dificuldade. Mas a gente criou, fez os gols, eles no final encontraram o gol, não deu tempo de reagirem, a vontade de todo mundo foi importante, grupo trabalhou durante a semana para isso.

Com o triunfo, o Santos segue vivo na briga pelo título do Brasileirão. Chegando aos 67 pontos, o Peixe manteve-se na vice-liderança e ainda pode arrancar a taça do rival Palmeiras. E na próxima rodada, o alvinegro pega o Cruzeiro, neste domingo, às 17h (de Brasília), no Mineirão, em Belo Horizonte.

“Agora é pensar domingo, contra o Cruzeiro, que vai ser outro jogo difícil e complicado”, concluiu o volante santista.

Decisivo mais uma vez, Copete recebe vários elogios de Dorival

O Santos suou para bater o Vitória por 3 a 2, na noite desta quinta-feira, na Vila Belmiro, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. E se o triunfo santista foi conquistado, muito disso se deve a grande atuação de Copete. Decisivo, o atacante marcou duas vezes e sofreu o pênalti que resultou no gol marcado por Ricardo Oliveira.

Com os tentos marcados, o colombiano alcançou a artilharia do Peixe no Brasileirão, com 10 bolas na rede, ao lado do meia Vitor Bueno. Na entrevista coletiva após o triunfo na Vila, o técnico Dorival Júnior fez questão de rasgar elogios para Copete.

“É um jogador que executa várias funções em campo. Tem personalidade, não sente a partida. Tem contribuído consideravelmente. Foi uma bela aquisição do clube. Tem participado sempre dos nossos gols. Mostrou ser goleador e que sempre participa numa totalidade. Isso faz com que ele construa boas jogadas e esteja sempre perto do gol”, afirmou o comandante santista.

Os dois gols do colombiano ajudaram o Santos a chegar aos 67 pontos, seguir na segunda colocação e diminuir para quatro pontos a diferença para o líder Palmeiras, que empatou em 1 a 1 com o Atlético-MG, no Estádio Independência.

Yuri recebe terceiro amarelo e não encara o Cruzeiro no domingo

Apesar do triunfo por 3 a 2 sobre o Vitória, nesta quinta-feira, na Vila Belmiro, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro, o técnico Dorival Júnior teve pelo menos um motivo para lamentar após o apito final. Afinal, o comandante não poderá contar com o volante Yuri para o próximo compromisso do Peixe no Brasileirão.

O jogador, que substituiu David Braz e atuou como zagueiro ao lado de Fabián Noguera, levou o terceiro cartão amarelo ainda no primeiro tempo após cometer falta em Marinho. Com isso, ele não terá condições de encarar o Cruzeiro, no próximo domingo, às 17h (de Brasília), no Mineirão, pela 36ª rodada da competição nacional.

Em contrapartida, Dorival Júnior não deve ter problemas para montar a equipe para jogo diante da Raposa, pois terá novamente à disposição o zagueiro David Braz. Afinal, foi justamente por causa da ausência do defensor que Yuri foi titular diante dos baianos.

Com o retorno de David Braz, Noguera deve seguir no time titular, já que Luiz Felipe e Gustavo Henrique estão lesionados e só voltam ao Santos a partir de março de 2017.

Caso não aconteça nenhum tipo de problema, o Peixe deve encarar o Cruzeiro com: Vanderlei; Victor Ferraz, David Braz, Fabián Noguera e Zeca; Thiago Maia, Renato e Lucas Lima; Copete, Vitor Bueno e Ricardo Oliveira.

Santos joga com Yuri, mas quem aparece na súmula é o irmão gêmeo

O Santos entrou em campo contra o Vitória, nesta quinta-feira, na Vila Belmiro, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro, com Yuri jogando improvisado de zagueiro ao lado do argentino Fabián Noguera. Porém, segundo a súmula do árbitro Wilton Pereira Sampaio, quem atuou com a camisa 25 no triunfo santista por 3 a 2 foi Yan, irmão gêmeo do volante.

A assessoria do Peixe informou que o clube passou a relação certa e o erro foi da arbitragem. “O Santos entrou em contato com a Federação Paulista de Futebol para que eles falem com a CBF e seja feita uma retificação na súmula do jogo. O árbitro deve ter se confundido na hora de puxar o nome do jogador no sistema da CBF, porque eles são muito parecidos. Mas estamos tranquilos. Vai ser feita essa retificação”, afirmou o gerente de futebol do alvinegro, Sérgio Dimas.

O irmão de Yuri faz parte do time do Santos sub-23 e só começou a treinar entre os profissionais na semana passada. Ele ainda não fez nenhum jogo oficial no clube e nem chegou perto de ser relacionado para embate diante do Vitória, nesta quinta-feira.

Por conta da alteração, o Peixe poderia ser denunciado com base no artigo 214 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) e perder seis pontos na tabela do Campeonato Brasileiro.

A CBF, porém, publicou no começo da tarde desta sexta-feira, uma correção na súmula do jogo, dando conta de que o Santos não cometeu nenhum tipo de erro e quem foi relacionado realmente foi o volante Yuri e não seu irmão Yan.

STJD multa Santos e suspende Modesto por protestos contra a Ponte

Na vitória por 2 a 1 sobre a Ponte Preta, no Moisés Lucarelli, em Campinas, no último dia 6, o Santos entrou em campo com a frase ‘faltou respeito’ cravada nas costas do uniforme. Porém, o protesto contra a CBF rendeu uma punição ao Peixe. Nesta sexta-feira, o STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) suspendeu o presidente Modesto Roma Júnior por 15 dias e multou o clube em R$ 3 mil. A decisão ainda cabe recurso.

A manifestação do alvinegro aconteceu por conta da mudança de data do duelo contra a Macaca, cerca de 24 horas antes da bola rolar, passando por cima do Estatuto do Torcedor, que permite modificação de horário de uma partida somente com 48 horas de antecedência.

Inicialmente marcado para sábado, 21h, o confronto foi alterado para domingo, 11h. A mudança aconteceu por conta de um pedido da Polícia Militar de Campinas. Na época, a PM entendeu que existia um risco de confronto entre as torcidas de Ponte e Guarani, que teriam partidas em estados diferentes, mas em horários conflitantes. Como o Bugre encarou a final da Série C contra o Boa Esporte, às 18h45 deste (de Brasília), em Varginha, a polícia temeu que, em caso de título, acontecesse uma concentração de torcedores em frente ao Brinco de Ouro, coincidindo com o horário do duelo entre Macaca e Peixe no Moisés Lucarelli.

Modesto Roma Júnior e o Santos foram enquadrados no artigo 258 do CBJD (Código Brasileiro de Justiça Desportiva), que diz: “assumir qualquer conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva não tipificada pelas demais regras deste Código”.