Navegando Posts marcados como Willian José


Vídeos: (1) Gols e (2) melhores momentos.

Santos 2 x 1 Criciúma

Data: 22/09/2013, domingo, 18h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 23ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 5.147 pagantes
Renda: R$ 126.376,00
Árbitro: Arilson Bispo da Anunciação (BA)
Auxiliares: Janette Mara Arcanjo (MG) e Valdebranio da Silva (RO).
Cartões amarelos: Montillo e Arouca (S); João Vitor, Elton e Henik (C).
Gols: Thiago Ribeiro (20-1) e Willian José (41-1); Tony (34-2).

SANTOS
Aranha; Cicinho, Edu Dracena, Gustavo Henrique e Mena; Renê Júnior, Arouca, Leandrinho (Renato Abreu) e Montillo (Pedro Castro); Thiago Ribeiro e Willian José (Giva).
Técnico: Claudinei Oliveira

CRICIÚMA
Helton Leite; Matheus Ferraz (Henik), Leonardo e Fábio Ferreira; Tony, Elton (André Gava), João Vitor, Daniel Carvalho (Fabinho) e Diego Hoffmann; Lins e Wellington Paulista.
Técnico: Sílvio Criciúma



Santos faz sua lição de casa, vence o Criciúma e passa a flertar com vaga no G4

Com um jogo a menos, time paulista chega a 32 pontos e se permite sonhar no Brasileirão

Após três rodadas, o Santos voltou a ganhar no Campeonato Brasileiro. Derrotou o Criciúma, por 2 a 1, na noite deste domingo, na Vila Belmiro. Thiago Ribeiro e Gustavo Henrique marcaram para o Santos. Tony, na segunda etapa, descontou para os visitantes.

A vitória levou o time santista para a sétima posição, agora com 32 pontos. Já o Criciúma segue na zona do rebaixamento, no 17º lugar, com 24 pontos.

O Alvinegro Praiano volta a campo diante do Náutico, quarta-feira, a partir das 21 horas (horário de Brasília), na Vila Belmiro, em confronto atrasado da 11ª rodada do Brasileirão. Já os catarinenses jogam contra o Flamengo, no próximo domingo, às 16 horas (horário de Brasília), no Maracanã.

O jogo

O Santos começou a partida ameaçando o gol adversário. Logo aos três minutos, Montillo bateu falta fechado e a bola passou com muito perigo à frente do goleiro Helton Leite. Thiago Ribeiro se esticou, mas não consegue tocar na bola e completar a jogada.

O Santos chegou com perigo, mais uma vez, aos oito. Em nova cobrança de falta, o argentino Montillo acertou o travessão de Helton Leite. No rebote, o ataque santista não conseguiu aproveitar o lance.

Os santistas criaram mais uma boa chance com Cicinho, aos 11. O lateral-direito foi acionado mais uma vez e cruzou de primeira. Thiago Ribeiro meteu a cabeça na bola, mas errou o alvo, desperdiçando a oportunidade.

O Criciúma respondeu e quase chegou ao gol, quando Daniel Carvalho, aos 17, cobrou uma falta da entrada da área e a bola passou raspando a trave do goleiro Aranha.

Mas a equipe praiana abriu o placar, aos 20, após o zagueiro Gustavo Henrique desviar de cabeça uma cobrança de escanteio, encontrando o atacante Thiago Ribeiro livre para completar a jogada e fazer o gol: 1 a 0 para os alvinegros.

Os visitantes levaram perigo ao gol do Santos aos 40, com o volante João Vítor batendo colocado de fora da área, para boa defesa de Aranha.

O Santos ampliou a vantagem aos 41, quando Montillo ajeitou para o chute preciso de Willian José, que foi escalado na vaga de Gabriel e não decepcionou, marcando o segundo gol do Santos no duelo.

Na volta para a etapa complementar, o Criciúma, que veio com o meia Henik no lugar do zagueiro Matheus Ferraz, quase diminuiu a vantagem santista, aos seis, quando Fábio Ferreira aproveitou cobrança de falta e cabeceou para o gol. Mas Aranha estava atento, caindo para fazer a defesa, com segurança.

Os santistas estiveram perto do terceiro gol, aos 11. No escanteio cobrado por Montillo, a bola foi para a linha da pequena área, Helton Leite sai muito mal do gol e Edu Dracena cabeceia para fora, com o gol livre.O Criciúma quase descontou aos 16, quando Tony bateu na direção do gol, a bola não desviou em ninguém e pegou Aranha de surpresa. No reflexo, o arqueiro alvinegro colocou a bola para escanteio.

Em desvantagem, o Criciúma ainda colocou Fabinho no lugar de Daniel Carvalho, para tentar chegar ao empate. O técnico Claudinei Oliveira também mexeu no time praiano, sacando Leandrinho para a entrada do experiente Renato Abreu, no meio-campo.

Os catarinenses descontaram com o lateral Tony, aos 34. A cobrança de falta do ala do Criciúma entrou direto, sem desviar em nenhum outro jogador do time visitante.

Com o gol, o Criciúma partiu com força em busca do empate. Com André Gava no lugar de Elton, o Criciúma tentou pressionar. Enquanto isso, os santistas, que ainda tiveram as entradas de Giva e Pedro Castro nas vagas de Willian José e Montillo, respectivamente, tentavam explorar os contra-ataques.

Em um deles, aos 45, Giva levou a melhor sobre a zaga catarinense e, com um toque sutil, quase marcou o terceiro do Santos. Apesar disso, os alvinegros garantiram a vitória até o apito final do árbitro.

Thiago Ribeiro critica segundo tempo do Santos, mas celebra gol

Atacante fez o primeiro gol da equipe paulista na vitória sobre o Criciúma pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro

Autor do primeiro gol da vitória do Santos sobre o Criciúma, na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro, o atacante Thiago Ribeiro admitiu que a equipe praiana teve uma queda de rendimento no segundo tempo, quando permitiu aos catarinenses diminuir a vantagem no placar. O avante acredita que o Santos poderia ter tido uma postura diferente na etapa complementar do jogo.

“Sofremos, sim. O Criciúma se lançou a frente e tivemos dificuldades. Tomamos o gol e ficou perigoso (o jogo)”, analisou Thiago Ribeiro, destacando que esse tipo de pressão é comum dentro do Campeonato Brasileiro. “Faz parte. O importante é que saímos com os três pontos”, comentou.

Se por um lado o desempenho no segundo tempo foi abaixo do esperado, o atacante valorizou a exibição santista nos primeiros 45 minutos. Thiago Ribeiro ainda comemorou o fato de ter marcado o tento que abriu o placar, com Willian José anotando o segundo gol alvinegro, já no fim da etapa inicial.

“É sempre bom fazer gols. Foi importante para a equipe, porque abriu o placar e deu uma tranquilidade maior nesse sentido. Criamos bastante no primeiro tempo”, encerrou.


Vídeos: (1) Gols e (2) melhores momentos.

Grêmio 1 x 1 Santos

Data: 18/09/2013, quarta-feira, 19h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 22ª rodada
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre, RS.
Público: 13.641 (12.447 pagantes)
Renda: R$ 341.829,00
Árbitro: Péricles Bassols Pegado Cortez (RJ)
Auxiliares: Marrubson Melo Freitas (DF) e Ivan Carlos Bohn (PR).
Cartões amarelos: Cícero e Alison (S).
Gols: Elano (27-2) e Willian José (39-2).

GRÊMIO
Dida; Gabriel, Rhodolfo e Bressan (Elano); Pará, Souza, Riveros, Zé Roberto (Vargas) e Alex Telles; Kleber e Barcos (Yuri Mamute).
Técnico: Renato Gaúcho

SANTOS
Aranha; Rafael Galhardo (Bruno Peres), Edu Dracena, Gustavo Henrique e Mena; Alison (Pedro Castro), Arouca, Cícero e Montillo (Willian José); Gabriel e Thiago Ribeiro.
Técnico: Claudinei Oliveira



Reservas saem do banco e marcam no empate entre Grêmio e Santos

Elano marcou para os gaúchos e William José fez para o time paulista. Ambos entraram na segunda etapa de jogo

Na partida que abriu a 22ª rodada do Brasileirão, Grêmio e Santos ficaram no 1 a 1 na Arena, em Porto Alegre, nesta quarta-feira. A curiosidade fica por conta dos autores dos gols: Elano, ex-jogador do Peixe, fez o gol gremista, mas Willian José, ex-Tricolor, empatou no final do jogo. Ambos saíram do banco de reservas para marcarem os gols da partida.

A primeira etapa foi equilibrada e com poucas chegadas perigosas. Pouco criativo, o time gaúcho insistiu muito em cruzamentos para a área, facilitando o trabalho da zaga santista. Na etapa final, o Tricolor voltou mais ofensivo, mas seguia criando pouco. Renato então mexeu no time, pôs Vargas e Elano em campo, e numa jogada do chileno para o ex-santista saiu o gol gremista. Quando o time gaúcho dominava, Willian José girou em cima da zaga gaúcha e fez o gol de empate.

Com o empate, o Grêmio chega a 38 pontos, ainda na 3ª colocação, enquanto o Peixe sobe para 29. O Tricolor volta a campo no sábado, em Salvador, onde enfrenta o Vitória. Já o Peixe recebe o Criciúma, domingo, na Vila Belmiro.

O jogo

O primeiro tempo foi equilibrado. O Grêmio teve a primeira finalização logo a dois minutos, com Alex Telles, mas foi o Santos que tomou a iniciativa nos minutos iniciais: aos sete minutos, Thiago Ribeiro trouxe para dentro e chutou de fora da área, raspando o travessão. Aos nove, Gabriel recebeu passe após boa jogada de Galhardo, mas chutou sobre a zaga gremista.

A primeira boa chegada do Grêmio foi de bola parada. Aos 13, Pará levantou falta na cabeça de Rhodolfo, que tocou por cima com perigo. A partir daí, o time gaúcho ensaiou uma pressão, marcando a saída de bola santista, mas criava e finalizava pouco, como num cruzamento de Pará para Barcos, aos 27, no qual o argentino furou na pequena área e viu a zaga cortar.

A pressão gremista diminui no fim da etapa inicial, e o Peixe cresceu: aos 41, Alison driblou Rhodolfo e soltou uma bomba na trave de Dida. Foi a última chegada perigosa de algum dos dois times no primeiro tempo, que terminou sob vaias dos torcedores na Arena do Grêmio.

Com marcação adiantada, o Grêmio tentou ir para cima no segundo tempo, mas ao mesmo tempo passou a ceder espaços para o Santos. Aos oito minutos, Barcos fez boa jogada pela esquerda e cruzou, mas ninguém aproveitou. Na sequência, Pará cruzou, a zaga cortou mal e Zé Roberto chutou alto demais. O Peixe respondeu num bom chute de fora da área de Cícero, defendido por Dida com dificuldade.

Ainda com problemas criativos, Renato mexeu no Grêmio aos 16 minutos, tirando Bressan e colocando Elano, que voltou ao time após 38 dias. Com isso, o Tricolor passou do 3-5-2 para o 4-4-2. No entanto, a alteração não trouxe alteração significativa na articulação gremista. Aos 26, Vargas entrou para dar velocidade e agressividade ao time no lugar de Zé Roberto.

Logo em sua primeira chegada, o chileno abriu a defesa do Peixe, driblou três marcadores e serviu o outro reserva que havia entrado, Elano, que fuzilou Aranha: 1 a 0. Devido à sua história no Santos, Elano não comemorou, mas seguiu criando problemas para seu ex-clube: aos 28, ele cruzou na cabeça de Kleber, que entrou sozinho e cabeceou raspando a trave. Aos 32, o camisa 7 chutou da intermediária e quase surpreendeu Aranha.

O Santos saiu de trás para tentar o empate e passou a abrir espaços para o contragolpe. Num deles, aos 38, Vargas deu a Elano, que cruzou para Barcos, mas a zaga chegou na hora que o argentino iria concluir e impediu o gol. Na jogada seguinte, o empate: Willian José recebeu na entrada da área, girou e chutou no cantinho de Dida, empatando o jogo. No fim, Thiago Ribeiro perdeu a chance da virada, com grande defesa do goleiro gremista.

Bastidores – Santos TV:

Dracena elogia postura contra Grêmio e diz que Santos poderia ter vencido

Zagueiro do time santista elogiou o desempenho paulista até tomar o gol do Grêmio no empate desta quarta

Com um gol do atacante Willian José nos minutos finais da partida, o Santos empatou com o Grêmio, por 1 a 1, na noite desta quarta-feira, em Porto Alegre. Mas, apesar do resultado ter sido obtido já próximo do último apito do árbitro, o zagueiro Edu Dracena acredita que o Peixe poderia, até mesmo, ter tido uma melhor sorte e saído vencedor, atuando fora de casa.

Para o capitão santista, o time praiano foi superior ao adversário em boa parte do jogo. “Estávamos bem até tomarmos o gol. No primeiro tempo, por exemplo, fomos muito superiores, inclusive acertando uma bola na trave (em chute do volante Alison). O Gabriel também teve uma boa oportunidade, cara a cara com o Dida. Conseguimos ter forças para buscar o empate, mas acho que o Santos poderia ter saído com a vitória (da Arena do Grêmio)”, analisou.

Dracena lembrou que uma vitória poderia ter contribuído para que os alvinegros se aproximassem ainda mais do G-4 do Brasileirão, que garante uma vaga na próxima edição da Copa Libertadores da América.

“O raciocínio era vencer aqui, pois também estamos brigando com eles pelo G-4 e, com uma vitória, poderíamos entrar de vez na briga. Porém, nós vínhamos de duas derrotas consecutivas (Flamengo e Botafogo, respectivamente) e era importante somar pontos. Jogamos muito bem, criamos oportunidades para vencer e, o principal, é que em nenhum momento a equipe se abateu, mesmo perdendo”, concluiu.

‘Ficou um gostinho de quero mais’, diz Claudinei sobre empate contra o Grêmio

Treinador do Santos credita gol sofrido à falha no posicionamento e considera que a equipe poderia ter voltado de Porto Alegre com a vitória

O Santos conquistou o empate com o Grêmio nesta quarta-feira nos últimos minutos, graças ao gol do atacante Willian José. Ainda assim, o técnico do time paulista acredita que seus comandados poderiam ter voltado do Rio Grande do Sul com resultado melhor.

“Levamos um gol mal posicionados, mas fomos buscar o empate. Acertamos uma bola na trave e tivemos um gol anulado durante a partida… enfim, ficou um gostinho de ‘quero mais’. Não saímos com sabor de derrota, mas com um sentimento de que poderíamos ter conseguido algo ainda melhor”, afirmou Claudinei.

Porém, sem tempo para lamentar o resultado diante do Grêmio, Claudinei já concentra as atenções no próximo desafio santista no Campeonato Brasileiro. Será contra o Criciúma, domingo, a partir das 18h30 (horário de Brasília), na Vila Belmiro.

Neste compromisso pelo Brasileirão, o treinador não poderá contar com o volante Alison e o meia Cícero, ambos suspensos pelo terceiro cartão amarelo. Com os desfalques, Claudinei ainda não sabe qual a melhor formação para ir a campo.

“Preciso pensar. Temos várias opções para as vagas deles e vamos escolher a melhor alternativa. Antes de tomar a decisão, vamos dar uma olhada no Criciúma. Sobre a partida, creio que será mais um jogo difícil, como tem sido todos no Brasileiro. Por isso, nós precisamos ter atenção para não sermos surpreendidos. Devemos entrar com a mesma determinação de todas as partidas”, concluiu.

Montillo valoriza empate no Sul em seu retorno ao Santos

Recuperado de uma contusão muscular, meia argentino já planeja ver a evolução do time santista nas próximas partidas em casa

Após três semanas afastado dos campos, por conta de uma lesão na coxa esquerda, o meia Montillo voltou a jogar pelo Santos , no empate com o Grêmio por 1 a 1 , na noite desta quarta-feira, em Porto Alegre. Substituído no fim da partida pelo centroavante Willian José, autor do gol santista na Arena do Grêmio, o argentino comemorou o resultado alcançado em seu retorno ao time praiano.

“Foi o primeiro jogo depois da lesão, então não dá para avaliar direito. Quase nem treinei com o time, mas a equipe estava precisando. Fizemos um bom ponto fora de casa e tomara que domingo seja melhor, para que consigamos os três pontos em casa”, disse Montillo, projetando o duelo com o Criciúma , no próximo domingo, a partir das 18h30 (horário de Brasília), na Vila Belmiro.

“Acho que já me senti pior. Não senti nada ontem (quarta). Acho que, graças a Deus, a lesão ficou para trás. Agora é tratar de treinar com o grupo e pensar no jogo de domingo”, analisou o camisa 10 santista. Sobre o empate com o time gaúcho, Montillo elogiou a postura da equipe, destacando a proposta de jogo alvinegra, que privilegiou a busca pela vitória, mesmo atuando na casa do adversário.

“O time fez um bom jogo. Acho que o primeiro tempo foi bom e o segundo foi mais parelho. Com um pouco mais de chegada, poderíamos até ganhar o jogo. Agora, nós temos dois jogos (Criciúma e Náutico, partida atrasada da 11ª rodada do Campeonato Brasileiro) em casa para vencer e ficar mais perto do G4”, encerrou.


Vídeos: (1) Gols e (2) melhores momentos

Santos 1 x 1 Corinthians

Data: 07/08/2013, quarta-feira, 21h50.
Competição: Campeonato Brasileiro – 12ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 8.120 pagantes
Renda: R$ 231.358,00
Árbitro: Marcelo Aparecido de Souza (SP)
Auxiliares: Carlos Augusto Nogueira Júnior e Danilo Ricardo Simon Manis (ambos de SP).
Cartões amarelos: Alison, Willian José, Edu Dracena e Neílton (S); Edenílson e Douglas (C).
Cartões vermelhos: Willian José (S) e Paulo André (C).
Gols: Paulo André (03-1); Willian José (09-2).

SANTOS
Aranha; Cicinho (Galhardo), Edu Dracena, Durval e Léo (Mena); Arouca, Alison (Leandrinho), Cícero e Montillo; Neílton e Willian José.
Técnico: Claudinei Oliveira

CORINTHIANS
Cássio; Edenílson, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf e Guilherme; Romarinho (Ibson), Danilo (Douglas) e Renato Augusto; Guerrero (Alexandre Pato).
Técnico: Tite



Santos reage e busca empate com o Corinthians na Vila Belmiro

Depois de sofrer gol logo aos três minutos, time da casa se impõe, chega à igualdade e impede ampliação da crise em clássico de duas expulsões

O Santos chegou ao clássico abatido e levou um gol aos três minutos do primeiro tempo, mas reagiu. A equipe foi melhor do que o Corinthians na maior parte do jogo na Vila Belmiro e conseguiu um empate por 1 a 1 que impediu a ampliação de sua crise e freou o crescimento do rival no Campeonato Brasileiro .

Após a abertura do placar, em cabeceio de Paulo André, o corinthians adotou posicionamento mais recuado e teve dificuldade para sair da defesa. O Santos apertou após o intervalo e chegou ao gol em ótimo passe de Montillo para Willian José, que seria expulso junto com Paulo André mais tarde.

Assim, o time que perdeu por 8 a 0 para o Barcelona na semana passada ao menos estancou o sangramento e chegou aos 13 pontos, mantendo-se na faixa intermediária da tabela do Campeonato Brasileiro. O Corinthians, agora com 18, perdeu a chance de entrar no grupo dos quatro melhores, o que era sua meta.

O jogo

O Santos tentou se armar com um meio de campo mais forte, em um losango formado por Alison, Arouca, Cícero e Montillo. A ideia era frear o Corinthians e dar alguma liberdade para Cicinho, escalado na lateral direita, chegar ao campo de ataque.

Até funcionou na maior parte do primeiro tempo, mas logo no início Romarinho levou vantagem sobre o frágil setor esquerdo santista e conseguiu escanteio. Ele mesmo bateu, aos três minutos, Danilo desviou no primeiro pau, e Paulo André apareceu livre no segundo para marcar.

Aí, um pouco pela disposição do Peixe, um pouco pelo tradicional hábito da equipe do Tite em vantagem, os visitantes tiveram bastante dificuldade para sair do campo de defesa. Danilo e Guerrero não faziam bem seu trabalho de retenção, e a bola batia e voltava.

Com a bola, o Santos não tinha facilidade de infiltração, motivo pelo qual os chutes de fora de Montillo se tornaram uma boa alternativa. Houve apenas uma jogada trabalhada dentro da área, com cruzamento de Montillo, saída de soco de Cássio e uma conclusão ruim de Arouca no rebote, na melhor oportunidade da equipe praiana na etapa inicial.

Até o intervalo, com um posicionamento bastante recuado, o Corinthians se limitou a tentar a sorte em contra-ataques. Romarinho e Renato Augusto eram os responsáveis pela saída e a faziam bem, mas nem sempre concluíam com qualidade, motivo pelo qual a vantagem era mínima ao fim da primeira etapa.

Na virada, Claudinei Oliveira trocou Alison por Leandrinho, recuando Arouca. Tite trocou o desta vez ineficiente Guerrero pelo mais rápido Alexandre Pato. Danilo ficou aberto na esquerda, para reter a bola, com Renato Augusto no meio — posicionamento que já havia sido adotado no decorrer do tempo inicial.

Havia equilíbrio até um bom contra-ataque armado pelo Santos. Guilherme foi pego de surpresa e não estava em seu setor quando Montillo recebeu ali e achou um belo passe para Willian José, aos nove minutos. O centroavante tocou por cima de Cássio, na saída do goleiro, para empatar.

Pouco depois, após uma triangulação bem feita pelos donos da casa, Tite resolveu acionar Douglas, sacando Danilo. Mas o Santos seguiu pressionando e quase marcou com Neílton após vacilo de Edenílson na saída de bola. Na sequência, um cabeceio de Edu Dracena voltou a levantar a torcida local.

Tite tentou resolver os problemas trocando Romarinho, que não estava mal, por Ibson. E o jogo mudou em uma discussão de Gil com Neílton. Willian José e Paulo André foram os mais agressivos na confusão e acabaram sendo expulsos. Após longa paralisação, a partida foi reiniciada aos 26 minutos.

O entrevero acabou esfriando a partida, sem que nenhum dos times aproveitasse o espaço maior no gramado. Nem a entrada de laterais com gás novo no Santos mudaram a cara do jogo, sem maiores oportunidades até o apito final.

Montillo lamenta empate no clássico: “Estamos ficando longe”

Meia do Santos alerta para distância do time para os primeiros colocados no Brasileirão depois do 1 a 1 com o Corinthians na Vila Belmiro

Responsável pelo passe que resultou no gol marcado por Willian José no empate entre Santos e Corinthians , na noite de quarta-feira, na Vila Belmiro, o meia Montillo não gostou de conquistar só um ponto contra o Timão. O camisa 10 do Peixe não se mostrou satisfeito com o placar final da partida, lamentando o resultado, pois a equipe praiana se manteve longe do G-4 do Campeonato Brasileiro.

“A pegada foi igual em todo o jogo. Tomamos um gol de bola parada, com erro nosso, mas a pegada foi boa. Esperávamos ganhar. No melhor momento nosso, ficamos com um a menos (Willian José foi expulso, em confusão com o zagueiro corintiano Paulo André), um atacante de área muito importante. O jogo ficou parelho. Poderíamos ter virado a partida, mas temos que continuar trabalhando porque estamos ficando muito longe de quem está brigando pelo G-4 e o pelo título”, afirmou Montillo.

Os santistas têm 13 pontos ganhos e ocupam, atualmente, o 14º lugar no Brasileirão. Indagado se o empate com o Corinthians teria amenizado a crise no clube, aberta após a goleada de 8 a 0 sofrida diante do Barcelona, Montillo contrapôs: “Fico de cabeça erguida porque trabalhamos bem, mas o empate, para mim, não foi bom”.

Léo vê orgulho ferido após goleada, mas valoriza empate com o Corinthians

Lateral diz que todos ficaram chateados após a goleada para o Barcelona, mas que o Santos representou o ‘manto sagrado’ no clássico da noite de quarta-feira

O empate com o Corinthians , na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro, amenizou a crise do Santos após a goleada sofrida para o Barcelona, na última sexta, no Camp Nou. O lateral esquerdo Léo valorizou o resultado contra o Timão, lembrando que o Peixe teve de superar um momento de fortes cobranças.

“Todos nós ficamos com vergonha durante a semana, mas futebol é dinâmico. Não temos tempo para abaixar a cabeça. Não saíamos de casa, estávamos chateados. Mas não é fácil enfrentar o melhor time do país. Hoje (quarta) entrou o Santos Futebol Clube em campo, com orgulho, representando esse manto sagrado”, disse o camisa 3 santista.

Léo admitiu que os atletas ainda estão chateados com o resultado diante do Barcelona, mas vão trabalhar forte para reverter as críticas das quais foram alvo nos últimos dias, ajudando o time alvinegro a buscar grandes objetivos dentro do Campeonato Brasileiro.

Interino do Santos rebate e “alfineta” Ronaldo por críticas após goleada

“Têm coisas que a gente faz na vida que mancham a nossa imagem também. Ele precisa ver se já não fez algo que manchou a imagem dele”, comentou Claudinei Oliveira

A goleada de 8 a 0 sofrida para o Barcelona (Espanha), na última sexta-feira, no Camp Nou, segue sendo o principal assunto no Santos . Desta vez, as críticas do ex-atacante Ronaldo Fenômeno viraram alvo de comentários do técnico interino do Peixe, Claudinei Oliveira. O treinador tentou se esquivar do assunto, mas alfinetou o Fenômeno.

“Não vou polemizar com o Ronaldo. Acho que ficou ruim para a imagem do Santos mesmo, para a nossa carreira e para mim também. Têm coisas que a gente faz na vida que mancham a nossa imagem também. Ele precisa ver se já não fez algo que manchou a imagem dele (polêmicas fora dos gramados). A gente não fez sacanagem com ninguém, não matou e nem roubou”, disparou Claudinei, visivelmente incomodado com a questão.

Logo após a goleada do Barça, Ronaldo questionou a utilidade do amistoso para os santistas. “Será que alguém pensou no mal que isso faz para a marca (do clube) no exterior”, comentou o ex-atacante, no twitter.

Ainda sobre a derrota, Claudinei Oliveira reconheceu que a sua equipe tinha poucas chances no duelo, válido pelo Troféu Joan Gamper. “O que o Barcelona jogou, dificilmente alguém venceria naquele dia. Não estivemos em uma boa noite e eles estavam motivados por vários fatores, com o ânimo renovado, treinador novo (Gerardo Martino), etc. Com esse ambiente, era difícil, ainda mais jogando no campo deles, contra 80 mil pessoas”, encerrou o comandante alvinegro.

Santos 4 x 1 Portuguesa

Data:13/07/2013, sábado, 18h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 7ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 5.860 pagantes
Renda: R$ 169.191, 00
Árbitro: Rodrigo Guarizo do Amaral (SP)
Auxiliares: Vicente Romano Neto e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo (ambos de SP).
Cartões amarelos: Rafael Galhardo (S); Ferdinando (P).
Gols: Neílton (01-1) e Willian José (11-1); Neílton (30-2), Bruno Moraes (42-2) e Giva (46-2).

SANTOS
Aranha; Rafael Galhardo, Edu Dracena, Durval e Léo; Alan Santos, Cícero, Leandrinho (Alison) e Montillo; Nilton (Giva) e Willian José (Henrique).
Técnico: Claudinei Oliveira (interino)

PORTUGUESA
Lauro; Luis Ricardo, Lima, Valdomiro e Rogério; Ferdinando, Corrêa, Souza e Cañete; Matheus (Bruno Moraes) e Diogo (Bruno Henrique).
Técnico: Edson Pimenta



Santos goleia Portuguesa com dois de Neílton e alcança a 3ª vitória consecutiva

Jovem atacante brilhou e marcou duas vezes, com Willian José e Giva anotando os outros dois gols do alvinegro

Em boa fase no Campeonato Brasileiro, o Santos derrotou a Portuguesa, por 4 a 1, na noite deste sábado, na Vila Belmiro. Com dois gols de Neílton, um de Willian José e um de Giva, o Peixe chegou a sua terceira vitória consecutiva na competição. Bruno Moraes descontou para a Lusa.

O resultado levou os santistas para o quarto lugar do Brasileirão, com 11 pontos, em condição temporária, antes do complemento desta que é a sétima rodada da Série A. Com a derrota, a Portuguesa permanece na 15ª posição, com sete pontos ganhos.

O Alvinegro Praiano volta a campo diante do Coritiba, no dia 21, às 16 horas (horário de Brasília), na Vila Belmiro. Já a Lusa visita o Goiás, no mesmo dia, só que a partir das 18h30, no Serra Dourada.

O jogo

O Santos começou a partida em ritmo forte e, logo no primeiro minuto, se aproveitando de cruzamento de Montillo, que passou por Willian José, Neílton completou para o fundo das redes, marcando o seu segundo gol no Campeonato Brasileiro, abrindo o placar para o Peixe na Vila.Com a vantagem, os santistas passaram a encontrar mais espaços e, aos 11, ampliaram a vantagem no marcador. Willian José concluiu, de cabeça, cruzamento preciso de Leandrinho, estufando as redes de Lauro: 2 a 0 para a equipe praiana.

Os alvinegros quase chegaram ao terceiro gol, aos 18, quando após escanteio cobrado pelo lado direito, Durval assustou Lauro, quase marcando em cabeçada, que passou muito perto do gol. A Lusa respondeu e chegou com perigo, aos 23, quando Corrêa bateu falta, Valdomiro subiu e, de cabeça, quase descontou para os visitantes.

Dois minutos depois, a Portuguesa esteve perto de diminuir, quando Cañete tocou de calcanhar, dentro da área, para Matheus, que bateu prensando e a bola passou muito perto do gol de Aranha. No minuto seguinte, mais uma vez a Lusa assustou, desta vez em um chute de longa distância de Corrêa, que explodiu na trave esquerda do goleiro do Santos.

Em seu melhor momento no jogo, a Portuguesa criou mais uma boa chance, aos 29. Após sair do gol em uma cobrança de escanteio, afastando a bola da área, Aranha voltou a tempo de fazer uma grande defesa, espalmando a cabeçada de Rogério no seu contrapé, salvando o Peixe de sofrer o primeiro gol.

Após essas oportunidades criadas pelos visitantes, os santistas conseguiram equilibrar a partida, amenizando a pressão da Lusa até o intervalo. Na volta para o segundo tempo, o técnico Edson Pimenta trocou Matheus por Bruno Moraes, no ataque da Portuguesa.

A primeira boa chance de gol da etapa complementar surgiu aos quatro, quando Neílton fez uma finta de corpo no seu marcador, após passe preciso de Montillo, porém, o goleiro Lauro saiu bem do gol e evitou que o jovem atacante alvinegro balançasse as redes novamente.

A Lusa esteve mais uma vez perto do gol, quando Cañete pegou o rebote de um escanteio, aos 20, e mandou a bola na trave esquerda de Aranha. Para evitar que os visitantes voltassem a pressionar, o técnico interino do Santos, Claudinei Oliveira, sacou o meia Leandrinho para a entrada do volante Alison, aos 26.

Mas o Peixe definiu a partida quando, aos 30, após boa troca de passes dos santistas no campo de ataque, a bola foi para Neílton, que limpou a marcação de Luis Ricardo, e arrematou de perna esquerda, marcando o terceiro dos alvinegros. No minuto seguinte, o atacante deu lugar a Giva.

O Santos quase chegou ao quarto gol, aos 32, quando Willian José dominou dentro da área, puxou para a perna direita e tentou acertar o canto esquerdo de Lauro, que se esticou e espalmou a bola para escanteio. Este foi o último lance do centroavante, que pouco depois saiu para a entrada de Henrique.

Com a grande desvantagem no placar, a Portuguesa ainda queimou as suas duas últimas alterações, com Jean Mota na vaga de Rogério e Moisés no lugar de Diogo. No fim, aos 42, Bruno Moraes descontou de voleio, após cruzamento de Luis Ricardo, pela direita.

Apesar disso, o Peixe conseguiu se segurar nos últimos minutos, e ainda teve Giva marcando mais um gol, aos 46, confirmando a terceira vitória do seu time no Campeonato Brasileiro. O atacante aproveitou o rebote de Lauro, após chute de Henrique, para dar números finais ao confronto.

Bastidores – Santos TV:

Claudinei elogia Lusa, mas não vê goleada santista como injusta

Santos venceu por 4 a 1 na Vila Belmiro e chegou ao seu terceiro triunfo seguido no Brasileiro

O técnico interino do Santos , Claudinei Oliveira, analisou a vitória sobre a Portuguesa, por 4 a 1, na noite deste sábado, na Vila Belmiro. Para o treinador, apesar chances criadas pelo adversário, o placar elástico foi conquistado com merecimento por parte dos seus comandados.

“Acho que Portuguesa não foi mal, criou chances e o Aranha fez boas defesas. Tivemos um ímpeto inicial importante, a nossa postura de marcar pressão na saída de bola, deu resultado, e fizemos 2 a 0. Depois, a nossa marcação ficou sem o encaixe que deve ter. Por isso, conversei com o Alan Santos e o Cícero para que eles ficassem na frente da defesa, para guardar o setor. Ficamos melhores e tivemos mais chances de gol. Tivemos várias chances de gol, fizemos quatro. A Portuguesa não jogou mal, mas o placar não foi injusto”, disse Claudinei.

Indagado se o Santos teria oscilado no fim do primeiro tempo e começo da etapa complementar, o comandante defendeu a sua equipe. “A Portuguesa, por ter cinco jogadores no meio-campo, dificultou. Nós nos posicionamos bem no segundo tempo, demos a bola para ele e marcamos para sair no contra-ataque. Da mesma forma que marcamos pressão no começo da partida, tivemos essa postura de esperar para sair no contra-ataque. Foi uma opção tática nossa”, comentou.

Com a terceira vitória consecutiva dos alvinegros no Campeonato Brasileiro – Atlético-MG, São Paulo e Portuguesa -, Claudinei Oliveira vê o time em um bom momento e não acredita que os atletas vão deixar a boa fase subir à cabeça nos próximos jogos.

“Ninguém pode deixar subir à cabeça, não é uma vitória que vai mudar isso. Temos jogadores experientes, que já ganharam Copa Libertadores, e mesmo os jovens, têm uma bagagem boa das categorias de base. É natural isso, (a moral) tem que estar elevada, porque eles merecem”, encerrou.

Neílton agradece a Claudinei e se esquiva de comparações com Neymar

“Ser comparado com um ídolo do Santos é sempre muito bom, mas eu tenho que continuar trabalhando”, disse o atacante, autor de dois gols diante da Portuguesa

Após brilhar na vitória do Santos sobre a Portuguesa, por 4 a 1, o atacante Neílton, autor de dois gols na partida, falou sobre a fase que vive no time praiano. Satisfeito com o bom momento, o jogador agradeceu a confiança do técnico interino, Claudinei Oliveira, que tem lhe dado sequência na equipe titular.

“O Claudinei sempre confiou na gente, desde a base. Ele está sabendo fazer essa mescla com os experientes e têm dado certo. Os mais velhos estão nos ajudando bastante”, afirmou Neílton, que tem nove partidas e três gols no elenco principal santista.

Sobre as comparações com Neymar, negociado recentemente com o Barcelona (Espanha), o atacante preferiu manter os “pés no chão” e não se colocar como sucessor da Joia. “Ser comparado com um ídolo do Santos é sempre muito bom, mas eu tenho que continuar trabalhando. Tenho que construir a minha história”, ponderou.

Claudinei também foi indagado sobre as comparações entre os dois, mas fez questão de ressaltar as qualidades de Neílton. “O Neymar hoje é um extra classe, não podemos comparar. O Neílton fez uma partida muito boa (contra a Lusa), errou muito menos do que em outros jogos, e vamos corrigindo aos poucos o que ele precisa melhorar. Ele está evoluindo e foi muito feliz. Esperamos que ele possa manter essa regularidade”, analisou.

Vale destacar que a cúpula alvinegra tem a posição de Neílton como uma das prioridades de reforços para o restante da temporada. Porém, com a continuidade na equipe, o garoto vem ganhando confiança e deve prosseguir como titular, diante do Coritiba, no próximo dia 21, em confronto marcado para a Vila Belmiro, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro.

Torcedores do Santos cobram diretoria e se posicionam contra Fernandinho

“Ôôôôô, Fernandinho é o c…”, gritou a torcida durante goleada por 4 a 1 sobre a Portuguesa

Mesmo com a vitória de 4 a 1 do Santos sobre a Portuguesa , na noite deste sábado, na Vila Belmiro, a principal torcida organizada do clube protestou contra a diretoria. Na frente do vestiário da equipe santista, os torcedores cobraram reforços e, também, criticaram alguns jogadores que estão na mira do time alvinegro, caso do atacante Fernandinho, do Al-Jazira (Emirados Árabes).

Acha que Fernandinho seria um bom reforço para o Santos? Opine!

“Ôôôôô, Fernandinho é o c…”, gritaram os torcedores, para depois reforçarem o coro por reforços: “Não é mole, não… essa semana tem que ter contratação”.

O Comitê de Gestão do Santos, alvo de vários questionamentos recentemente, também esteve entre os alvos da torcida organizada. “Laor (presidente Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro), preste atenção, o Comitê está acabando com o Peixão”.

Nas última semanas, torcedores santistas têm criticado bastante o trabalho da direção do clube, principalmente dos membros do Comitê de Gestão. Com a saída do atacante Neymar para o Barcelona (Espanha), além da chegada de poucos reforços – os laterais Cicinho e Mena foram contratados para o restante do Brasileirão – a pressão aumentou para que a equipe ganhasse novas peças.


Vídeos: (1) Gols e (2) melhores momentos.

Santos 1 x 1 Grêmio

Data: 01/06/2013, sábado, 16h20.
Competição: Campeonato Brasileiro – 3ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 6.329 pagantes
Renda: R$ 183.845,00
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Auxiliares: Fabrício Vilarinho da Silva (GO) e Rodrigo Henrique Correa (RJ).
Cartões amarelos: Léo e Arouca (S); Pará, Werley e Vargas (G).
Gols: Vargas (11-1); Willian José (33-2, de pênalti).

SANTOS
Rafael; Rafael Galhardo (Alan Santos), Edu Dracena, Durval e Léo; Renê Júnior (Gabriel), Arouca, Cícero e Montillo (Felipe Anderson); Neílton e Willian José.
Técnico: Claudinei Oliveira (interino)

GRÊMIO
Dida; Pará, Werley, Bressan e Alex Telles; Adriano (Ramiro), Souza (Guilherme Biteco), Elano e Zé Roberto; Vargas e Barcos (Kleber).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo



No primeiro jogo sem Muricy, Santos reage e empata com Grêmio na Vila
Sob comando de interino, equipe da casa evita derrota com gol de pênalti de Willian José

Após viver uma semana conturbada, que culminou com a demissão do técnico Muricy Ramalho, na última sexta-feira, o Santos buscou forças para reagir no segundo tempo e empatou com o Grêmio, por 1 a 1, na tarde deste sábado, na Vila Belmiro, pelo Campeonato Brasileiro. Os tricolores abriram o placar com Vargas, no primeiro tempo, mas sofreram o gol de Willian José, de pênalti, na etapa complementar.

O resultado manteve o Santos na 14ª posição, agora com dois pontos. Já os gremistas, com um jogo a menos, estão na sexta colocação, com quatro.

O jogo

Sem Muricy e sob o comando do interino Claudinei Oliveira, o Santos tentou começar a partida pressionando o Grêmio. Apesar disso, não conseguiu criar nenhuma chance de gols nos primeiros minutos do jogo.

O time gaúcho levou perigo, aos sete minutos, quando o atacante Vargas recebeu cruzamento do lateral-esquerdo Alex Telles, mas cabeceou a bola por cima do gol defendido por Rafael.

Pouco depois, os visitantes abriraram o placar. Aos 11, Zé Roberto encontrou Vargas por trás da zaga e, com tranquilidade, o chileno bateu na saída do goleiro santista, balançando as redes dos donos da casa, na Vila.

Com a defesa gremista bem postada, os alvinegros tiveram dificuldades para encontrar espaços, visando levar perigo ao gol do veterano Dida. Mas, aos 35, o Santos teve uma ao oportunidade. O jovem Neílton achou Rafael Galhardo entrando na área, em velocidade, só que o lateral-direito finalizou errado, com a bola saindo à esquerda da meta da equipe gaúcha.

No minuto seguinte, outra vez com Neílton iniciando a jogada e fazendo o cruzamento para Willian José, que não desviou a bola como queria, em lance que não levou perigo ao gol dos tricolores.

Em sua última tentativa de chegar ao empate, antes do intervalo, aos 43, o Santos viu Léo fazer bom lance individual pela esquerda, antes de chutar de perna direita, por cima da meta de Dida.

No começo da etapa complementar, na base da pressão, o time santista assustou o Grêmio. Aos nove, Alex Telles travou chute à queima-roupa de Cícero. Um minuto depois, Willian José cabeceou, a bola desviou em Alex Telles, e saiu pela linha de fundo.

Com os donos da casa passando a assustar mais, o técnico da equipe gaúcha, Vanderlei Luxemburgo, resolveu fazer duas alterações. Aos 15, Ramiro substituiu Adriano. Três minutos mais tarde, Luxemburgo sacou o argentino Barcos para a entrada de Kleber.

Aos 25, foi a vez de o estreante treinador alvinegro fazer a sua primeira substituição. O volante Renê Júnior saiu para a entrada do jovem atacante Gabriel, o Gabigol – apelido dado ao garoto nas categorias de base -, em campo. Dois minutos depois, Claudinei trocou Montillo por Felipe Anderson, no meio-campo.

A pressão do Santos surtiu efeito, quando Souza cometeu pênalti, em toque de mão na área. Na cobrança, aos 33, Willian José converteu contra o seu ex-clube, marcando o seu primeiro gol com a camisa alvinegra.

Bastidores – Santos TV:

Arouca enaltece ‘nova postura’ do Santos; interino fala em ‘encaixe diferente’

Em casa, equipe santista buscou o empate após sair atrás do marcador

No primeiro jogo após a demissão do técnico Muricy Ramalho, o Santos empatou com o Grêmio, por 1 a 1 , na tarde deste sábado, na Vila Belmiro. Apesar do pouco tempo de trabalho do interino Claudinei Oliveira, que teve apenas um dia para trabalhar o time, o volante Arouca elogiou a postura da equipe praiana, que saiu atrás no marcador, com um gol de Vargas no primeiro tempo, mas reagiu e alcançou a igualdade, em cobrança de pênalti anotada por Willian José, na etapa complementar.

“Foi apenas um jogo com o Claudinei, mas o time já mostrou outra postura. O Santos apresentou uma crescente na partida”, ponderou Arouca, enaltecendo o rendimento santista em campo.

Indagado sobre os elogios do meio-campista, Claudinei se mostrou lisonjeado, mas optou por dividir os méritos pela reação alvinegra com os jogadores. “Com relação às palavras do Arouca, posso dizer que não deu tanto tempo de trabalhar a parte tática, mas procuramos fazer alguns ajustes. Foi mais o encaixe do time. O trabalho não estava errado, fiz apenas uma correção de rota, dentro do que eu entendo de futebol. Respeito muito o Muricy e o grande trabalho que ele fez aqui, mas tenho uma maneira de pensar, que é diferente dele”, disse.

Sobre o posicionamento tático do Santos, o comandante interino destacou o que quis mudar neste sábado. “Pedi para o Willian José jogar mais aberto, para termos mais posse de bola. A equipe começou a atuar com o Neílton e o Montillo mais abertos, um pela direita, outro pela esquerda, para dar um apoio ao (Rafael) Galhardo e ao Léo. Além disso, conseguimos defender melhor. Antes, o Rafael fazia quatro, cinco ou seis defesas complicadas e era o melhor em campo. Hoje (sábado), foi uma só. Não sofremos tanto risco de levar gols, mesmo contra atletas de qualidade”, comentou.

Edu Dracena pede paciência e ressalta necessidade de reforços no Santos

Com a saída de Neymar, capitão santista pede paciência ao torcedor pelos bons resultados

Capitão do Santos, o zagueiro Edu Dracena analisou o momento vivido na temporada. O defensor admitiu que o time vem sofrendo, após a saída do atacante Neymar para o Barcelona e a recente demissão do técnico Muricy Ramalho, e destacou que os santistas precisam da chegada de novos reforços, para terem mais condições de atingir os seus objetivos, no Campeonato Brasileiro.

“A gente pede paciência ao torcedor, mas sabemos que a dedicação em campo tem sido a melhor possível. Nós precisamos de mais elenco, para suportamos a competição que temos pela frente”, afirmou Dracena após o empate com o Grêmio , na Vila Belmiro.

Sobre as dificuldades encontradas sem Neymar, o zagueiro lembrou que, neste momento de transição, alguns atletas oriundos das categorias de base estão recebendo chances para atuar, como foi o caso do atacante Neílton, titular contra o Grêmio.

“Vida, tem (sem Neymar). Até quando o Pelé parou, o Santos continuou. É difícil ficar sem o Neymar, mas o Santos já provou várias vezes que o raio cai no mesmo lugar. Toda mudança tem o seu tempo de adaptação, mas temos jogadores jovens, de qualidade, e que estão buscando espaço. Apesar disso, sabemos que não podemos ir só de molecada no Brasileirão. É um campeonato longo, difícil, e precisamos de reforços”, concluiu.

Léo e Arouca admitem surpresa com a saída de Muricy do Santos

“Fiquei sabendo às três horas da tarde (15 horas), quando liguei o rádio no carro, indo para o treino (no CT Rei Pelé)”, comentou Léo

A demissão do técnico Muricy Ramalho do comando do Santos , na última sexta-feira, pegou os jogadores da equipe praiana de surpresa. O lateral-esquerdo Léo e o volante Arouca admitiram que não aguardavam a decisão pela troca do treinador, tomada pela diretoria santista. Sem Muricy, Claudinei Oliveira, que estava nos Juniores (sub-20), está dirigindo o time alvinegro, interinamente.

Santos acertou na demissão de Muricy Ramalho? Comente

“Eu não esperava nada. Fui pego de surpresa. Fiquei sabendo às três horas da tarde (15 horas), quando liguei o rádio no carro, indo para o treino (no CT Rei Pelé)”, contou o camisa 3 do Peixe. “Sabemos que o futebol é assim e temos que continuar trabalhando. A vida segue”, completou Léo.

Arouca seguiu praticamente a mesma linha de raciocínio do experiente ala do Santos. Apesar de surpreso com a mudança na comissão técnica, o meio-campista reconheceu que, dentro do futebol, as reformulações são naturais dentro de qualquer clube.

“Todos nós ficamos surpresos, mas as coisas são assim no futebol. Agora é vida que segue. Temos que fazer de tudo para que a nossa equipe possa melhorar”, ponderou Arouca.

Em sua estreia, Claudinei promoveu os retornos de Edu Dracena, recuperado de tendinite patelar no joelho direito, e Léo, que havia sido poupado na derrota para o Botafogo, na última quarta. Em compensação, o interino apostou na escalação do jovem Neílton, na vaga do argentino Patito Rodriguez, que sequer ficou no banco de reservas no empate com o Grêmio, neste sábado, na Vila Belmiro.

“Não tenho nada contra o atleta. Foi uma opção minha. Sei que é duro para o jogador atuar numa partida e, na seguinte, não ir nem para o banco. Pode ser que isso mude no próximo jogo (diante do Criciúma, quarta-feira, fora de casa), pois vou ter mais tempo para trabalhar e conhecer melhor os jogadores”, destacou Claudinei Oliveira.