Navegando Posts marcados como Willie Davids

Maringá 2 x 2 Santos

Data: 06/05/2015, quarta-feira, 22h00.
Competição: Copa do Brasil – 2ª fase – Jogo de ida
Local: Estádio Willie Davids, em Maringá (PR).
Público: 16.142 pagantes
Renda: R$ 677.255,00
Árbitro: Thiago de Alencar Gonzaga
Auxiliares: Leandro dos Santos Ruberdo e Claysson Vieira de Morais.
Cartões amarelos: Ítalo, Rafael Santiago, Rhuan (M); Gabriel, Elano, Paulo Ricardo, Gustavo Henrique (S).
Gols: Elano (24-1), Marquinhos Gabriel (10-2), Fabiano (37-2) e Rodrigo Dantas (46-2)

MARINGÁ
Ednaldo; D. Gerônimo, Fabiano, Marcelo Xavier e E. Edinho; Ítalo, Eurico, Serginho Paulista (Rhuan) e Max (Alex); Rodrigo Dantas e Gabriel Barcos (Rafael Santiago).
Técnico: Claudemir Sturion

SANTOS
Vladimir, Cicinho, Gustavo Henrique, Paulo Ricardo e Caju; Lucas Otávio, Leandrinho, Elano (Serginho) (Thiago Maia) e Marquinhos Gabriel; Lucas Crispim (Diego Cardoso) e Gabriel.
Técnico: Marcelo Fernandes



De ressaca e com reservas, Santos leva gol no fim e empata com o Maringá

No primeiro jogo após o título paulista, time vencia até o fim, mas levou dois gols em nove minutos e deixou escapar a classificação para a terceira fase da Copa do Brasil

O Santos curtiu a ressaca do título paulista sem Robinho, Lucas Lima, Ricardo Oliveira e seus principais astros, sem bom futebol e também sem vitória. Poupando titulares, o Peixe vencia até os 46 minutos do segundo tempo, mas cedeu o empate por 2 a 2 ao Maringá, fora de casa. O jogo da volta acontece na próxima quarta-feira, na Vila Belmiro.

Depois de tanta adrenalina e tensão na final do Paulistão, o torcedor alvinegro merecia um descanso para o coração e os nervos. Mesmo assim, não teve uma noite lá muito tranquila. O primeiro susto veio no segundo minuto da partida, quando Gabriel Barcos marcou para os paranaenses, mas teve gol anulado. Depois, com os gols de Elano e Marquinhos Gabriel, a partida se desenrolava tranquila, mas dois gols dos paranaenses em oito minutos (Fabiano e Rodrigo Dantas) colocaram água no chopp santista.

Mesmo sem seus principais jogadores, o Santos dominou a partida – embora não tenha tido uma grande atuação. O desentrosamento, a má qualidade do gramado e até a limitação técnica de alguns atletas proporcionaram jogadas feias e fizeram com que, mesmo tendo maior posse de bola, o Peixe pouco criasse.

Com dificuldades para criar, também pelos buracos no campo do Estádio Willie Davids, a solução alvinegra veio pelo alto. Cicinho cruzou e Elano, assim como já havia feito contra o Londrina, na última fase da competição, testou firme para as redes. O Peixe então passou a controlar o jogo, foi pouco ameçado e ampliou a vantagem com Marquinhos Gabriel, no ínicio do segundo tempo.

Com a classificação encaminhada, Marcelo Fernandes começou a observar os reservas dos reservas do Peixe, e os garotos, pouco acostumados a jogar, sentiram o cansaço. Apoiado pela torcida que lotou o estádio, o Maringá, limitadíssimo, mas valente, cresceu, diminuiu a vantagem aos 38 minutos e conseguiu o empate aos 46 minutos da etapa final.

Agora, o time da Vila Belmiro se foca no Brasileirão, competição na qual estreia domingo, contra o Avaí, na Ressacada, às 18h30. Se espantar a zebra e avançar à terceira fase da Copa do Brasil, o Santos pegará Sport ou Chapecoense. A equipe catarinense venceu a primeira partida por 2 a 0, em Chapecó, e abriu boa vantagem para a volta em Pernambuco.

Bastidores – Santos TV:

Capitão dos reservas, Elano critica queda de produção: ‘É nisso que dá’

Camisa 22 foi substituído aos 27 minutos do segundo tempo e assistiu do lado de fora ao Maringá marcar dois gols e garantir o jogo de volta na Vila Belmiro, quarta-feira

Substituído aos 27 minutos do segundo tempo, Elano viu do banco de reservas o Santos levar dois gols do Maringá, empatar em 2 a 2 e não conseguir eliminar o jogo de volta da segunda fase da Copa do Brasil. Com gols marcados aos 37 e aos 46, o clube paranaense garantiu a partida da próxima quarta-feira, na Vila Belmiro ao igualar o placar aberto pelo próprio Elano, aos 23 do primeiro tempo, e ampliado por Marquinhos Gabriel já na etapa complementar.

Na saída do gramado do Willie Davids, o capitão do Peixe criticou a queda de rendimento da equipe sem associar este fato à sua saída de campo. Para o camisa 22, falta de atenção foi o motivo para a equipe sofrer dois gols em nove minutos e deixar Maringá com gosto de derrota.

– Infelizmente aconteceu, mas não foi só pela minha saída. Tem que ter um pouquinho mais de atenção para que isso não aconteça. Não pode baixar o volume de jogo, tem que manter uma consistência de jogo e quando você não faz isso no futebol de hoje, é nisso que dá. A gente vai embora triste, tínhamos que fazer o resultado para o torcedor que veio até aqui – afirmou Elano.

Agora, o Santos foca atenções na primeira rodada do Brasileirão, quando enfrentará o Avaí na Ressacada, em Florianópolis, domingo, às 18h30. Nesta partida, os titulares estarão de volta ao time do técnico Marcelo Fernandes. O jogo de volta da segunda fase da Copa do Brasil será no meio da semana seguinte, na Vila Belmiro.

Caso entre em campo contra o Avaí, Elano fará seu jogo de número 300 com a camisa do Santos. Esta é a terceira passagem do camisa 22 pela Vila Belmiro, e o atual contrato acaba no fim de maio.

Paraná 1 x 1 Santos

Data: 07/08/2005, domingo, 18h10.
Competição: Campeonato Brasileiro – 18ª rodada
Local: Estádio Willie Davids, em Maringá, PR.
Público: 19.797 pagantes
Renda: R$ 486.662,50
Árbitro: Alicio Pena Junior (Fifa-MG)
Auxiliares: Marco Antônio Gomes (Fifa-MG) e Rodrigo Otávio Baeta (MG)
Cartões amarelos: Daniel Marques e Borges (P); Halisson, Zé Elias e Basílio (S).
Cartão vermelho: Wendell (S).
Gols: Daniel Marques (19-1); Basílio (07-2).

PARANÁ
Flávio; Daniel Marques (João Paulo), Aderaldo e Marcos; Neto, Beto, Rafael Mussamba, Mário César (Welington Paulista) e Vicente; Flávio Alex (Maicosuel) e Borges.
Técnico: Lori Sandri

SANTOS
Saulo; Paulo César, Ávalos, Halisson e Wendell; Rogério, Zé Elias (Flávio), Giovanni e Luciano Henrique (Léo Lima); Robinho e Frontini (Basílio).
Técnico: Gallo



Empate frustra embalos de Santos e Paraná

Paraná e Santos perderam o embalo na tarde deste domingo. Animados por seqüências vitoriosas nas rodadas anteriores, os dois times ficaram no 1 a 1 no estádio Willie Davids, em Maringá, e desperdiçaram boa chance de se aproximar da liderança do Campeonato Brasileiro.

Pelos visitantes, Robinho não conseguiu conduzir a equipe paulista ao terceiro triunfo seguido desde que retornou após ser negociado com o Real Madrid, da Espanha.

O atacante voltou no clássico contra o Corinthians e marcou o único gol na vitória sobre o Internacional. Neste domingo, passou em branco, mas conformou-se com o resultado.

“Não era o resultado que queríamos, mas o empate não é tão mau assim”, disse o camisa 7. “Já estou com 80% de minhas condições”, continuou Robinho, que se apresenta ao Real Madrid no final de agosto, quando termina o primeiro turno do Brasileiro.

Já o Paraná perdeu a oportunidade de alcançar feito inédito em sua história. Após conquistar uma série de quatro triunfos, igualando algo obtido nas edições de 1997 e 2001, o time tricolor deixou escapar a que seria sua maior seqüência vitoriosa válida pela competição nacional.

Com a igualdade, o Paraná se mantém à frente do Santos na classificação geral. Totalizando 32 pontos, o time tricolor sobe para a terceira colocação. A equipe paulista vai a 31 e mantém a quinta posição.

No meio de semana, os dois times voltam a campo na próxima quinta-feira. O Paraná visita o Flamengo no Rio de Janeiro. A equipe paulista, por sua vez, enfrenta o Brasiliense diante de sua torcida, na Vila Belmiro.

O jogo

O Santos começou a partida esboçando uma pressão. E com dois minutos de bola rolando já desperdiçou um gol. Rogério deixou Frontini na cara de Flávio, mas o atacante argentino pegou mal na bola e mandou sobre o travessão.

O troco dos anfitriões aconteceu pouco depois. Mário César aproveitou rebote fora da área, ajeitou e mandou uma bomba. Saulo ficou olhando e viu a bola explodir no travessão. O Paraná, então, cresceu no jogo e tomou a iniciativa. Os lances de bola parada levavam perigo constante à meta de Saulo.

E foi dessa maneira que o Paraná abriu o placar. Aos 19min, após cobrança de escanteio de Vicente, Daniel Marques contou com desvio no meio do caminho e cabeceou com firmeza para superar Saulo.

Até o final do primeiro tempo, quem se destacou foi o goleiro Saulo. Depois de impedir o segundo gol dos paranaenses em novo toque de cabeça, o camisa 1 do Santos fez a defesa mais bonita da etapa inicial aos 43min, em falta batida com categoria pelo lateral Neto.

Após o intervalo, as entradas de Léo Lima e Basílio deram novo ânimo ao time alvinegro. No primeiro lance de perigo, Robinho fez bela jogada pelo meio e deixou Wendell sem marcação dentro da área, mas o lateral escorregou e não pôde concluir.

Aos 7min, para tristeza dos paranaenses, Basílio fez o papel de talismã e empatou a partida. Novamente depois de jogada iniciada por Robinho na esquerda, Basílio precisou tentar duas vezes para finalmente vencer Flávio, em dividida na área.

A reação santista acabou prejudicada aos 20min, quando Wendell fez falta dura na intermediária e recebeu o cartão vermelho, deixando os visitantes com dez homens em campo. Mesmo assim, os comandados de Gallo ainda tentaram a virada, apostando sobretudo nos arranques de Robinho e Basílio.

Em vantagem numérica, o Paraná também partiu com tudo para cima. Com dificuldades para furar a defesa paulista, o time tricolor explorou os cruzamentos na área procurando o artilheiro Borges, que neste domingo não conseguiu estufar a rede adversária.

Jogadores do Santos criticam arbitragem

Para atletas do Peixe, árbitro Alicio Pena Júnior teve influência direta no resultado e impediu a seqüência de vitórias da equipe.

Os jogadores do Santos saíram de campo reclamando da atuação do árbitro Alicio Pena Junior. Segundo os alvinegros, as marcações da arbitragem foram responsáveis pelo término da seqüência de vitórias da equipe.

“Tivemos um pênalti em cima de mim que ele não deu”, reclamou o atacante Robinho, que acabou passando em branco na partida deste domingo.

No lance comentado por Robinho, o atacante ganhou na corrida do zagueiro e foi empurrado, fora da área, pelo jogador do Paraná. Porém, o árbitro não marcou nem falta.

Um dos destaques do Peixe na partida, o goleiro Saulo deixou o campo revoltado com Pena Júnior. “O problema do Santos foi o árbitro”, disparou o camisa 1 do Peixe.

O outro lance muito “chorado” pelos santistas foi a expulsão de Wendell. Improvisado na lateral-esquerda, o jogador cometeu uma falta no meio-campo e, mesmo sem ter recebido cartão amarelo no jogo, ganhou o vermelho.

Mesmo considerando injusto o resultado, os atletas do Santos não acharam de todo ruim o empate obtido em Maringá. “Ficou melhor do que a derrota. Podíamos ter vencido, mas valeu um ponto fora de casa”, afirmou Saulo.

Robinho tem nome gritado em Maringá

Ignorado pelos torcedores de Santos, o atacante recebeu o carinho dos santistas que moram no Paraná.

Mesmo com o empate e de ter passado em branco, o atacante Robinho teve motivos para sorrir na partida deste domingo contra o Paraná. Após dois jogos sendo ignorado pelos torcedores, ele voltou a ter o nome gritado pelas arquibancadas.

Optando por jogar em Maringá, o Paraná viu a torcida do Santos ser a grande maioria no estádio Willie Davids. Composta por pessoas que queriam aproveitar uma das últimas chances de ver o atacante com a camisa do Peixe, os santistas vibraram a cada lance de efeito de Robinho. Em alguns momentos, ele retribuiu o carinho dos torcedores, fazendo gestos e pedindo para incentivarem o time.

Apesar de ter o nome gritado longe da Vila Belmiro, o craque vibrou com a volta do apoio das arquibancadas e se derreteu em elogios aos torcedores de Maringá. “Parecia que nós estávamos jogando em casa. Valeu pelo torcedor que compareceu”, afirmou Robinho.

Melhor fisicamente, o atacante foi um dos destaques do Peixe contra o Paraná. Além de participar do lance do gol do Santos, ele se movimentou bastante e criou várias oportunidades para o Alvinegro.

“Estou 80%. Quanto mais eu jogo, mais eu fico bem fisicamente e vou pegando ritmo”, disse Robinho, que só fará mais quatro jogos pelo Peixe antes de se apresentar ao Real Madrid.

Maringá AC 1 x 1 Santos

Data: 27/01/1991, domingo à tarde.
Competição: Amistoso
Local: Estádio Regional Willie Davids, em Maringá, PR.
Público: 2.150
Renda: Cr$ 1.367.300,00
Árbitro: Dirceu Oscar de Matos
Gols: Axel e Mendonça.

MARINGÁ AC
Volnei; Amauri, Edvaldo, Junior, Jaílson, Macalé, Emerson, Pedro Paulo (Saci), Airton, Mendonça (Mandala), Ferrari e Adelvandro.
Técnico: Wilson Francisco Alves

SANTOS
Sérgio; Índio, Camilo, Luiz Carlos e Flavinho; César Sampaio, Axel e Edu Marangon; Marcos Lira (Wanderson), Moisés (Essinho) e Luizinho.
Técnico: Cabralzinho



Santos promove estreia de três atacantes em Maringá

Clube receber uma cota de Cr$ 1,5 milhão. Cabralzinho promove a estreia dos atacantes Marcos Lira, Moisés e Luizinho.

Grêmio Maringá 0 x 1 Santos

Data: 11/04/1989, terça-feira, 21h30.
Competição: Amistoso
Local: Estádio Municipal Willie Davids, em Maringá, PR.
Público: 3.736 pessoas
Renda: NCz$ 6.615,00
Árbitro: Dirceu Oscar de Matos
Gol: Sócrates (31-2).

GRÊMIO MARINGÁ
Ruy; Isaac, Edvaldo, Jair e Adílson; Emerson, Valdecir e Lenilton; Édson, Almir e Paulo.
Técnico:

SANTOS
Nílton; Heraldo, Davi, Luiz Carlos e Wladimir (Luizinho); César Sampaio, César Ferreira e Sócrates; Júnior, Edílson e Tuíco.
Técnico: Nicanor de Carvalho



Santos venceu com gol de Sócrates em cobrança de falta.

Iniciando uma série de três amistosos para aproveitar o final do primeiro turno do Campeonato Paulista. A cota pelo jogo contra o Maringá foi de NCz$ 6.000,00. Depois a equipe volta para Santos e embarca para Kingston, capital da Jamaica.

Grêmio Maringá 0 x 1 Santos

Data: 24/01/1988, domingo.
Competição: Amistoso
Local: Estádio Willie Davids, em Maringá, PR.
Público: 7.754 pagantes
Renda: Cz$ 1.500.000.00
Árbitro: Valdemar Henrique
Cartões vermelhos: Marco Antônio Cipó (S) e Polaco (GM).
Gol: Júnior

GRÊMIO MARINGÁ
Vanderlei; Isaac, Rudi, Almeida e Jaime; Jorge Luiz (Celso), Cléber, Ronaldo e Ivanildo; Foguinho e Polaco.
Técnico:

SANTOS
Nilton; Raul (Flávio), Nildo, Celso e Biro; César Sampaio, Júnior (César Ferreira) e Mendonça (Paulo Leme); Edelvan, Ednaldo (Rudney, depois Maurício) e Marco Antônio Cipó.
Técnico: Geninho